uma vergonha. ficaram com a ideia de que tudo é deles, que tudo é liberdade de expressão e que podem fazer o que quiserem. os meus parabéns aos estudantes da minha antiga universidade, deram um exemplo de civismo para mostrar aos profissionais da política que nem tudo é aceitável. As Monumentais são monumento, são património e há que dar os parabéns aos estudantes por saberem defender o que é deles. Já diz o povo: quem não se sente, não é filho de boa gente!
Não é a primeira vez que se escreve nestas escadas. Nos anos oitenta era frequente pintarem-se aqui apelos ao voto com letras grandes, pelo menos para eleições académicas.
Disclaimer: não voto cdu.
Tudo serve para aparecer na tv. Nem que seja por uma suposta boa causa.Protestar contra a pintura das escadas por uma força política.
Pena não se terem lembrado de, com balde a escova de aço, terem limpo as escadas numa das milhares de vezes que elas foram borradas e chamarem a tv nessa altura.
De falta de civismo está este país cheio. Esta prática já é da “praxe” e tem autorização, embora o grupo de estudantes a rigor nem se tenha dado ao trabalho de pensar sobre o assunto. Movidos por forças partidárias da associação de estudantes, que foi quem convocou o protesto, deixaram-se manipular infantilmente. Quando se borra a universidade com frases vazias, feias (essas não merecem fotografia) e tintas poluentes isso já é legítimo e nem é digno de protestos porque os “meninos” podem. E quando aparecerem outras acções do género, de outros partidos, também autorizadas, veremos o destaque que lhes vão dar. Este país é mesmo uma grande anedota… começamos pelo que é menos importante e ficamos por aí! Só mesmo um partido como o PCP para admitir uma coisa destas. Claro se fosse o PS ou o PSD a pintar as escadas seria uma obra de arte…
Para começo de conversa, transfiro para aqui o comentário que tinha feito lá mais abaixo:
Custou-me a acreditar no que ouvi e li hoje de manhã, a propósito da pintura de mensagens políticas da CDU nas Escadas Monumentais de Coimbra.
Estudantes a protestar pela “destruição” do “monumento”? Um movimento de indignação que até mobilizou estudantes que levaram o protesto para o comício da CDU?…
A defender a tradição, quando as pinturas políticas fazem parte da tradição daquelas escadas?
Escadas aliás inspiradas na arquitectura nazi e construídas pelo Estado Novo, no contexto do que foi o maior atentado de sempre contra o património da Alta que agora estes justiceiros moralistas do facebook querem preservar.
E os jotinhas da Associação Académica também oportunisticamente a condenar o acto… Sim, porque nas jotas dos grandes partidos não se pintam murais, há menos trabalho e imaginação, mas há mais dinheiro para comprar faixas e cartazes já feitos.
Estudantes preocupados com a limpeza de umas pinturas que saem com a chuva, e fazem badalhoquices cada vez maiores a pretexto de Queimas, Latadas e outras noitadas.
Ah, juventude do meu país!…
Assina um cidadão que estudou em Coimbra e nunca foi militante partidário.
Desde os excessos do PREC que as escadas não eram vandalizadas por partidos políticos.
Tenho a certeza que Jerónimo de Sousa não aprova esta acção.
Os estudantes de todas as cores, incluindo alguns apoiantes CDU, deram uma lição de civismo à facção art pro do PCP (não estaria melhor no bloco?), indignando-se sem recurso à violência.
Atente-se à reportagem que o Público está a preparar sobre o assunto.
Independentemente da intenção do momento e de sabermos que, com o tempo, a tinta desaparece, é inegável que mancha o olhar de quem por lá passa, diariamente, e de quem nos visita e nos deve guardar na memória pelos bons gestos de urbanidade…
A “tradição” daquelas escadas é precisamente a de servirem de suporte àquele tipo de mensagens políticas. Pelo menos desde 1974 e esporadicamente até antes.
Outra tradição era os estudantes subirem a pé aqueles 125 degraus. Mas agora já há muitos que vão de popó para a faculdade. Querem as escadas limpinhas mas não é para as usarem. Preferem ajudar a entupir de carros o promitente “património da Humanidade”. A tradição já não é o que era…
#12,
Até concordo, excepto na parte arquitectónica, não pelo conteúdo, mas pela descontextualização.
Para meio conhecedor, as estéticas dos regimes totalitários do século XX têm muita coisa em comum…
Reparem no lado inferior esquerdo da imagem. Aquelas escadinhas parcialmente destruídas são o resto do que existia antes de o Estado Novo construir o mamarracho a que pomposamente chamaram Escadas Monumentais.
Aquelas escadas, que já não são do meu tempo de estudante, integravam-se na arquitectura existente, eram mais agradáveis pois até eram arborizadas e venciam o desnível de uma forma mais suave.
Para criar a pseudo-monumentalidade que vemos ali, foi preciso elevar o topo das escadas, criando um desnível maior do que o natural. As pessoas sobem aqueles 125 degraus e em seguida descem em direcção aos edifícios da universidade. É uma imitação parola dos modelos arquitectónicos das ditaduras dos anos 30 e 40…
Os jotinhas aprendizes de troikistas conseguiram criar um caso, logo abocanhado pelos O.C.S. que tudo fazem para silenciar as propostas da CDU.
Escapa o Diário de Coimbra:
“Face à onda de críticas que a pintura gerou, a CDU veio ontem esclarecer que a acção desenvolvida foi «legal» e vem no seguimento do que tantas e tantas vezes foi feito nas Escadas Monumentais. «Desde o 25 de Abril que as escadas são pintadas. Remonta à crise académica de 69, em que os estudantes protestaram contra o regime naquelas mesmas escadas», explicou Francisco Queirós, mandatário da campanha da CDU, falando numa «longa tradição» de pintar aquele espaço e que «a lei permite em campanha eleitoral». «Trata-se da liberdade de expressão», afirmou, referindo ainda que quem está contra será «um movimento organizado, orquestrado contra a CDU», próximo de um «anticomunismo» que julgava «já não existir».
O próprio cabeça-de-lista da coligação às legislativas, Manuel Rocha, desvalorizou as críticas e referiu que se trata de «propaganda política legal». «Não vamos deixar que alguém destrua aquilo, que dura apenas durante a campanha e está previsto nos termos da lei eleitoral», afirmou o candidato, garantindo que se trata de uma pintura com «tinta a água», que «irá desaparecer com a chuva». http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=12872&Itemid=135
Não sei se o tt estudou em Coimbra. Eu estudei cá, e cá vivi a maior parte da minha vida, e não me recordo de ver aquelas escadas sem algum tipo de “pintura”.
Eu diria que até valoriza aquele tipo de arquitectura, que não tem uma escala humana e evoca valores que hoje não fazem sentido. É uma forma de apropriação de um espaço inóspito, naquilo que ele tem de melhor, que é a sua visibilidade. São umas escadas que servem mais para ver de longe do que para subir, pois para aceder à Universidade há caminhos mais agradáveis…
Não vou defender a qualidade estética da “pintura” que vemos ali. No entanto, não estraga a pedra, que é resistente, nem permanece muito tempo. Vem a chuva e aquilo sai. Ou daqui a umas semanas alguém vai lá e pinta outra coisa qualquer.
Digamos que é biodegradável, o que não é o caso das faixas de plástico cujo efeito estético é bem pior…
No dia a seguir às eleições, a CDU deve ser intimada a lavar as escadas.
Afinal, proletários são proletários… lavar escadas assenta-lhes que nem uma luva.
Sem querer desculpar a dita sujeira acho que nos dias que correm anda tudo muito “clean” muito asséptico, do género de fazer amor com um preservativo dos pés á cabeça.
Qualquer dia nem se defeca porque é sujo porco e poluidor.
Ou a minha memória é fraca, ou nunca me lembro de ter visto as monumentais escritas enquanto estudei em Coimbra. É um falta de respeito! E os Verdes não têm nada a dizer, ou a poluição só se aplica à natureza propriamente dita?
A propósito do “asseio” destes estudantes, enfarpelados de capa e batina, recordo a escandaleira que foi há uns anos atrás quando a câmara decidiu, perante a valente porcaria que os “doutores” faziam com o cortejo da Queima das Fitas, enviar um carro do lixo logo atrás do cortejo, para ir deixando as ruas minimamente apresentáveis…
Não gostaram! Só reparam na “sujidade” quando são os outros a sujar… Ou quando lhes passa a bebedeira…
Desculpe mas burro não. Aliás o burro é per si um animal bastante inteligente logo considero isso um elogio . Agora se fosse jegue aí não mas já vi que por aqui abundam milhões de jegues.
#28
No dia a seguir às eleições, os estudantes que se sentem incomodados com a sujidade devem ir voluntariamente lavar as escadas.
Afinal, estudantes são futuros desempregados sem currículo… voluntariado assenta-lhes que nem uma luva.
29
Eu não gosto de responder a comentários, mas confesso que não vejo nada “clean” ao meu redor. Vejo é todos os dias pessoas de todas as idades a cuspir na rua. Vejo grafitti por todo o lado, seja em ruínas, estações de caminho de ferro ou monumentos históricos! Grafitti, ou melhor, rabiscos e muitas vezes palavras grosseiras. Quanto ao defecar… existem as casas de banho! Mas já no que diz respeito ao urinar, bem….Palavras para quê. É dirigirem-se a qualquer canto mais ou menos recôndito de qualquer cidade ou aldeia. Clean???!
Proposta: destruir as escalas monumentais (um monumental mamarracho de mau gosto) e reconstruir as escadas que existiam antes.
Com o granito que sobre das escadas monumentais, fazer outra coisa. Lançar um concurso de ideias junto dos estudantes de arquitetura.
#42
E a inteligência de não colocar qualquer post com as propostas eleitorais da CDU também fica sempre a cargo dos mesmos.
Neste sentido, pode-se mesmo afirmar que se trata de uma dupla de sucesso, com uma divisão de tarefas bem definida.
Pois eu acho extraordinário que 22 anos após a queda do muro de Berlin apareça uma foice e um martelo com uma estrelinha como símbolo de uma ideologia e de uma proposta de futuro para a sociedade sem que a malta se escangalhe a rir.
A falta de civismo não está nem nas escada nem nos que as pintaram. Está naqueles que não compreendem que estas coisas fazem parte, justamente, da vida cívica.
O que incomoda os “cívicos” é verem escrita, em letras garrafais, uma sigla de que preferiam que lá não estivesse.
Os “cívicos” não gostam que uma força política menos alinhada com o sistema tome desta forma visibilidade no espaço público.
Cívicos era uma palavra que antigamente se usava às vezes para designar os polícias. Estes querem policiar as consciências, em nome do que chamam “civismo”, do bom-gosto, da preservação do “património da humanidade”… Vejam lá não se afunde a pátria com o peso de umas latas de tinta. Idiotas!
Encontram sempre uns divertimentos para não falar dos verdadeiros problemas.
Aquelas escadas, enquanto estudei em Coimbra sempre estiveram pintadas.
Na altura até os jotinhas as pintavam, andavam menos de carro.
Quanto à javardice da Queima é uma verdade, o carro vassoura vai atrás do cortejo para limpar a bosta que fica dos encasacados de capa e batina com as suas brutas bebedeiras semanais.
Lembram-se daquele emorme mural que existia num dos lados do Técnico?
Era do MRPP,era um produto típico do “realismo socialista”, as cores ( amarelho e vermelho), as figuras cheias de pormenores, as caras de “revolucionários maoistas”.
Sempre que por lá passava perguntava-me como/ quem teria feito aquilo!
A foice e martelo, já não é muito do meu agrado, concordo com o comentador-não-residente: já está ultrapassado. Sugiro aos camaradas que façam, atempadamente, a sua substituição por um telemóvel e um qualquer outro gadget…
“As pessoas sobem aqueles 125 degraus e em seguida descem em direcção aos edifícios da universidade.” WTF? A base da cabra fica quantos metros abaixo?? O D. Dinis fica acima ou abaixo do topo das escadas? Pinturas sempre as ouve e é parolice agora querer o contrário. mas a justificação dada pelo PCP de que escrever ali não tinha problema nenhum porque as escadas tinham sido construídas pela ditadura é parvoíce total.
Ou agora tudo o que foi construído pela ditadura pode ser objecto do que se quiser fazer e o construído pelo governo A b ou C já não?!
Nem as escadas são monumento (por piada até são “monumentais” o que é bem diferente!!) nem o PCP pode definir o que pode ou não fazer!!
Vou agora para o meu 26º CP.
Não há pachorra para ler este verdadeiro problema que afecta tanto os portugueses e que está na origem desta grave crise da dívida soberana.
Embora não concorde, de todo, com o que fizeram nas Escadas Monumentais, não entendo também porque tanto alarido.
A pintura é de fácil remoção.
Quantos meses ficam os cartazes das campanhas e dos diversos partidos afixados após as eleições?
Já para não falar em barbaridades que são cometidas por candidatos e seus respectivos acompanhantes.
Quantas “pinturas” ofensivas, descontextualizadas, sem nexo e sem arte, há por este País fora onde ninguém vê, ninguém reclama nem publicita em blogues?
Mais papistas do que o Papa?
Acha paciência!
Um texto de alguém que, sendo notoriamente de esquerda, felizmente evoluiu com os tempos:
É indiscutível que o PCP sujou muito menos -e de forma não tão indelével- o país do que PS/PSD/CDS nos últimos anos. Basta olhar o país desestruturado, betonizado e degradado em que vivemos. Mas, paleontologicamente, não evoluiu o suficiente para perceber que há uma sensibilidade nascente (haverá?) em relação à defesa e preservação do património.
E já que não cola outdoors, o PCP lembrou-se de transformar as Escadas Monumentais da Universidade de Coimbra num cartaz gigantesco. Nada que não fizesse há trinta anos, o lugar temporal onde o PC ainda se encontra em alguns aspectos. Mas, agora, choca e suja, mostra pouco respeito pela coisa pública como, aliás, confirmou o cabeça de lista por Coimbra:
“O que é público é de todos”, disse, lembrando o passado. “Quando estas pedras foram postas aqui foram-no em nome de uma coisa feia.
Referindo-se à escadaria como apenas pedras, tal como outros falam do campo e da natureza como sendo só mato, o PC mostra que precisa de reciclagem e de uns laivos de modernidade, 69, hoje, utiliza-se para referir outras coisas. E quanto a, por ser de todos, se poder vandalizar o que é público…
Por isso o PC precisa de baldes, escovas e esfregonas. Limpa, limpa, camarada, vê lá se aprendes e se evoluis um bocadinho. Estamos em 2011.
Os turistas, ao verem aquilo pintado com uma foice e um martelo (em pleno 2011) devem pensar que são pinturas históricas que foram restauradas, uma espécie de feira medieval, só que menos antiga…
Quando lhes disserem que são actuais, aí devem achar que este país é mesmo atrasado, que é o terceiro-mundo.
#5 caneta
uma esfregona precisa a sôdona caneta pela fronha abaixo para não dizer tanta burrice.
Ou não sabe que a tinta d’água desaparece quando os primeiros daqueles impolutos selvagens de batina aliviarem as águas após a primeira bebedeira com que se preparam civilizadamente para os exames?
#18
seria de todo impossível não deixar uma ferroada anti comunista, não é?
#55
sem o comentário aloirado isto podia seguir, mas não era a mesma coisa.
Sou contra esta pintura e contra todas as outras, venham de quadrante que vierem, contra toda esta forma de transformar as campanhas eleitorais em mero ruído ou poluição, contra este modo de fazer política que fez desta uma arruada e um chinfrim, contra as excursões comicieiras de 3ªa idade, de empregados de município, de desempregados ou de imigrantes, contra os políticos-animadores-de-rua-e-televisão, contra as mensagens plastificadas e sem conteúdo, contra as estratégias consumíveis em sondagens fast-food: – já se atingiu o ponto de saturação em que a Política verdadeiramente não tem mais lugar.
Escrevi Política com maiúscula porque, precisamente o problema fulcral que aqui emerge prende-se com um fenómeno que atingiu mortalmente o coração das democracias: a dessacralização da política.
Dessacralização da política não no sentido que Maquiavel trouxe, bem entendido, mas de tornar a Política algo intrinsecamente baixo, rasteiro, que os cidadãos sentem não decisivo, mas intrusivo, que não lhes diz fundamentalmente respeito, que é uma actividade de “profissionais do embuste e da dissimulação” – e que, por isso, pode ou deve ficar distante -, transformando a vida cívica numa feira de vaidades e o debte político num desfile de vacuidades.
Esta dessacralização da política, que se traduz no definhamento da cultura cívica e no ocaso do empenhamento e da participação na vida democrática, é, justamente, que está na base do fenómeno mais preocupante que enfrentamos: o declínio e desvitalização da Democracia, como valor e como forma de vida colectiva e projecto de humanidade.
O debate que urge travar – designadamente à Esquerda – é sobre esse fenómeno maciço de despolitização, de afirmação um pensamento que tem que saber comprender, para poder transformar, uma sociedade global devastada por uma vaga pós-política, pós-ideológica, entregue à vertigem do capitalismo digital.
#24, #65
A configuração urbanística daquela zona, anterior ao Estado Novo, era bem mais equilibrada. As diferenças de cotas eram menos acentuadas porque as ruas e escadas existentes acompanhavam mais as curvas de nível.
E a praça D. Dinis é efectivamente o ponto mais elevado da Alta coimbrã, embora de alguns ângulos possa não se ter essa percepção. Mas era ali, e não por acaso, que ficava o castelo de Coimbra, demolido no século XVIII.
Uma solução urbanística que assenta uma praça central no ponto mais alto, em vez de o contornar, é evidente que vai obrigar a que tenha mais degraus a escadaria que a permite alcançar.
Mas para quem tiver dúvidas, é analisar as fotos e plantas da velha alta demolida e comparar com o que lá está agora.
Claro que, na lógica do programa arquitectónico do Estado Novo para a Cidade Universitária, aquela monumentalidade fazia todo o sentido. Monumentalidade no sentido de grandiosidade, não de que aquilo que ali está seja um monumento nacional, como alguns equivocados já referiram.
O que interessava era o efeito cénico que se tentava criar, não o esforço ou o cansaço que o percurso eventualmente provocasse nos transeuntes…
Bem, como estamos a falar de património, também eu considero que a poesia faz parte do mesmo…
Recordo aliás um grande Poeta :AL Berto.
Lembro-me bem, da “festa do Estudante”, eles e elas, tudo histérico e bêbado, mas vestidinhos “a rigor”: capas negras!
Pois ás tantas o Poeta virou-se para a turba e mandou-os FO… e continuou a dizer a sua poesia!
Noite memorável aquela…
Eu, que nunca fui “estudante de capinha”,só desejo aos “estéticos” do “património”,que rebolem nas ditas, e se ainda assim, não der resultado,com bastante cervejola e bastante vómito, a pintura sai de certeza…
PS. Estão convidados, todos os “modernáços” mais as respectivas Tunas, a engalanar os dias que faltam …
Contactos: Largo do Rato, Rua São Caetano à Lapa ou a FEIRA…ops, Largo do Caldas.
Muito curioso o ressentimento que alguns apoiantes do PCP têm em relação aos “estudantes universitários”, e que sobressai em alguns comentários menos “trabalhados” ideologicamente.
Quando se embebedam são iguais aos proletários alienados que o PCP tanto enaltece.
Também não deixa de ser interessante o ódio em relação à “obra” do fascismo, um pouco a fazer lembrar a destruição revolucionária de um monumento universal no Afganistão pelos fundamentalistas Taliban.
Uns tristes e enfadonhos conservadores estes comunistas de trazer por casa que defendem a Igreja do PCP.
A propósito da foice e do martelo, que a maioria não deve saber o que significa mas entende que é um símbolo ultrapassado, talvez pela idade, tentem fazer o mesmo exercício com os vários símbolos da bandeira portuguesa e vamos ver no que dá…
Pior do que o giz ou a tinta de água são as lajes e sobretudo os degraus partidos ou desalinhados, que facilmente podem provocar a queda de transeuntes mais distraídos.
Uma escadaria daquelas requer uma manutenção que não é regularmente feita, pois está sujeita aos deslizamentos de terras, à acção das chuvadas e das raízes das árvores de grande porte que há ali à volta. Quem vê naquilo um património a preservar que chame a atenção para o que verdadeiramente interessa, que as tintas leva-as a água… e o vento!
Tanta conversa por umas escadas. Se o slogan fosse ” Abaixoooooooo o socratismo” 99,9% aplaudiam.
Estudantada a polir esquinas e a fazer porcaria há aos montes.
As escadas convidam a fazer exercício. Há muito excesso de peso. Limpam-se as escadas e diminuem as gorduras.
Estudantes que deixam carradas de lixo e de garrafas de cerveja vazias após as suas “queimas”, que participam em festivais de música e deixam lá montanhas de lixo, que deitam lenços ranhosos para o chão na sala de aula, que colocam os sapatos todos borrados nos bancos dos autocarros… Foram alguns dos que vi ali a queixar-se da pintura na escadaria…
Podiam começar por ter uma atitude cívica todos os dias quando lhes surge a oportunidade, em vez de andarem a acusar os outros daquilo que não praticam!
#84
Vou responder-lhe, embora não seja “apoiante do PCP” nem me reveja esteticamente na pintura de que hoje se fala.
Quem invocou o estatuto de “estudante universitário” para protestar contra o uso que, dentro da legalidade, outras pessoas fizeram de um espaço público foram os contestatários de quem hoje se fala.
Se invocam aquela qualidade, em vez de se assumirem como militantes ou simpatizantes do partido A ou B, ou como anticomunistas, ou como outra coisa qualquer, é natural que sejam associados a outros que, invocando exactamente a mesma condição, se embebedam colectivamente e em cortejo pelas ruas ao mesmo tempo que conspurcam o espaço público.
De resto, fui estudante universitário, sou professor e não tenho qualquer preconceito contra estudantes de qualquer nível de ensino.
Quanto à arquitectura fascista, digo-o claramente: naquele local, e se fosse possível recuperar o que lá existiu, deitava-a abaixo. Não pelo preconceito antifascista, mas porque o que lá estava antes era, de todos os pontos de vista, bem melhor.
Ninguém aqui entende o que é arte nem o que é uma instalação temporária. Que diriam então do artista inglês que fez um cristo com bosta de vaca seca.!! E da exposição sobre o olho do cu que passou em Serralves? Aqui ninguém percebe peva de arte nem de semiótica e estética de arte..
Os colegas de Coimbra, sff, importam-se de deixar o computador( vulgo pc mas eu não disse por causa do PC partido…)e irem lá ver se aquilo é giz ou tinta qu’eu já tou a ficar c’os nervos!
Agora é que não entendo mesmo- é giz, tinta de água, tinta da China ou, devia antes ter sido pintada (a escadaria)com bosta de vaca seca para ser mais pós-arte?
Pena que o grande líder da direita portuguesa não se assuma de vez. A sua vida privada só a ele diz respeito mas quando a mesma contradiz todo o ideário politico do partido que comanda alguma coisa não bate certo.
Não. Mas vá ver ao escrtitos do partido e veja o que o mesmo escreve sobre o tema. Só falei por isso, quanto ao resto estou-me nas tintas para as orientações sexuais do mesmo. Mas que é hipocrisia é não haja a menor dúvida.
estas escadas sempre, SEMPRE, foram usadas como “outdoor” deste os tempos da 2ª República.
Tb as pintei em tempos difíceis. E cá continuam firmes e assustadoras.
Qual é o problema? A CDU? a foice e o martelo?
Depois da festa do Avante o recinto fica sujo ou os militantes têm o cuidado de a limparem?
Para os que aqui se manifestam contra os posts do Fafe, o “executante das tarefas sujas” (sic), aqui fica – com dedicatória a preceito – um naco de um texto do Paulo. Transcrevo-o com a devida vénia:
“Pelo que uma governação à Esquerda terá de ser pensada para além do curto prazo. Paradoxalmente, pode mesmo ter de ser pensada como consequência de uma governação à Direita nesse mesmo curto prazo. Com toda a certeza, passa pela necessidade de uma derrota clara do Partido de Sócrates”.
Analisando todo o interesse que este tema despertou e a necessidade de esclarecer dúvidas incontornáveis , tais como:
-Sobe-se ou desce-se após subir aquela escadaria?
-A escada foi pintada a giz ou a tinta? Se foi tinta, foi de água ou recorre a outro solvente?
Informo que estou disponível para organizar uma excursão às referidas escadas para que se dissipem todas as dúvidas pertinentes e inadiáveis levantadas.
É inscreverem-se já pois, dado o interesse do tema, não posso garantir lugar a todos…
A questão de fundo não é essa mas eu explico-lha de forma sucinta e clara: admitia que alguém dirigi-se um partido contra o racismo e fosse ele próprio um racista na vida privada?
E perguntava um comentarista, do muito minoritário grupo dos parvos, depois de ler mais de uma centena de comentários sobre o importante tema do dia:
Quem presta melhor serviço ao centrão troikista? Quem teve a ideia do peditório anti-CDU ou quem contribui para esse peditório?
Sim, a questão para mim, que não tenho qualquer interesse na vida dos políticos, é essa: saber quais são as suas propostas.
Vejo que não tem.
Dou por encerrado o assunto, porque não me interessa discutir a vida dos outros.
Era bem feita que o governo, após dispender convenientemente uns largos milhões para “limpar” a escada, introduzisse portagens ou impedisse os cidadãos subir ou descer. Talvez deixassem de se preocupar tanto com o que quase sempre lá esteve, de uma forma ou de outra. Irra!
Nota:Não voto CDU, quer pintem escadas quer não. Há muito mais por onde pegar.
Logo para si não interessa que alguém tenha uma vida privada que contradaiga os ideais do seu partido e os ngue o que intetresa são as ideias dessa pesoa mesmo q
..que a mesma em privado fosse nazi.Ok entendido.A conversa está boa mas tenho de ir.Mas fiquei elucidado: o que conta são as ideias da pessoa independentemente do resto. Razão tem o Strauss Khan.
“Afinal, o emprego e a justiça são as bases da estabilidade e da prosperidade económica, de uma política de estabilidade e da paz. Isto são as bases do mandato do FMI. Esta é a base do nosso programa”
“Ainda só fizemos metade do caminho. Temos que reforçar o controlo dos mercados pelos Estados, as políticas globais devem produzir uma melhor distribuição dos rendimentos, os bancos centrais devem limitar a expansão demasiado rápida dos créditos e dos preços imobiliários Progressivamente deve existir um regresso dos mercados ao estado”
“A mundialização conseguiu muitos resultados…mas ela também um lado sombrio: o fosso cavado entre os ricos e os pobres. Parece evidente que temos que criar uma nova forma de mundialização para impedir que a ‘mão invisível’ dos mercados se torne num ‘punho invisível’”
Boa síntese deste comentarista (aqui seria do grupo dos parvos):
“Luis , Almada. 25.05.2011 16:03
Falam, falam, fartam-se de gabar como apartidárias
…as “revoluções” e “movimentos” ditos “espontâneos” no Facebook e depois, ficamos a saber que um tal Pedro Leitão, que se dizia mesmo “anti-partidário” é da JP! E que a juventude do CDS, “colocara no seu site uma tomada de posição sobre o assunto. O título do texto era “Vandalismo nas escadas monumentais”. E que Luís Filipe Santos – da JP e candidato pelas listas do CDS – fora um dos que destacara o mural na sua página pessoal. Mas o mais engraçado é o presidente da AAC e militante da JS, Eduardo Melo também ter chamado “um acto de vandalismo”. Mas este também pintou as escadas quando da sua campanha eleitoral, certo? O que os incomoda são os dizeres: NEM PROPINAS! NEM BOLONHA! MAIS BOLSAS! LEVA A LUTA ATÉ AO VOTO! CDU (PCP-PEV).
É isso que lhes dói.”
6- sugestão: aproveitando o que´foi debatido e tendo em conta a perigosidade da escadaria, deve ser colocado um outdoor na parte de cima e outro na parte de baixo, com a seguinte nota: ATENÇÃO! PISO ESCORREGADIO!
Começam a dificultar-me a vossa acomodação na camioneta, tais são as embirranças que começo a detectar!
Mas, por causa disso, antes de entrar na camionete vão ter de participar no beberete com vinho tinto do melhor maduro que há em pacote e presunto vintage do ALDI.
proponho, para efeitos de empate técnico, que, sem vandalizar o actual graffiti, se desenhem uns coelhinhos a pastar rosas.
Como a base é granítica, tb se poderá esboçar uns c.a.r.a.l.h.i.n.h.o.s que, regados amiúde, ganharão fungos semelhantes aos da micose.
“No ambiente de alarme financeiro, Martins agravou os impostos, cortou os ordenados dos funcionários (até 20%), deduziu 30% nos juros da dívida pública interna e suspendeu as admissões na função pública. Depois de dois anos de agitação, ninguém protestou, para divertimento de Oliveira Martins: «Isto nem forças tem para se sublevar. O cáustico dos impostos e deduções quase que foi recebido com bênçãos. Somos um povo excelente cujo fundo é a fraqueza bondosa e uma grande passividade.» ”
Excerto de uma obra de História, de publicação recente.
1. Identifique a obra em causa.
2. Situe no espaço e no tempo os factos referidos no texto.
3. Comente o excerto assinalando as semelhanças e as diferenças relativamente à actualidade.
TPC – Elaboração de uma breve biografia de Oliveira Martins
A trabalheira que foi ler todos os comentários ao post mais concorrido, até hoje, do Fafe.
Aos incomodados com a pintura e aos acomodados com a mesma, digo apenas (a pensar no 5 de Junho):
Mind the gap!
Lá no cimo do Eduardo VII está uma escultura, muito mais cara, que também foi objecto de visíveis indignações dos “Ajax” cá da colónia. Em Lisboa como em Coimbra temos sempre uma melhor solução. Uma boa retroescavadora, e num ápice transformaremos escadarias fascistóides em alegres e viçosos campos de batatas. Ou de cenouras. Que podem, conforme as prefrências, ser consumidas inteiras ou às rodelas.
Soares: Coligação entre PS e CDS-PP “é concretizável”
por LusaHoje
Mário Soares
O ex-presidente da República Mário Soares disse hoje que, apesar de não gostar de fazer previsões, o cenário de uma coligação entre PS e CDS-PP pode ser “concretizável” depois das eleições de 5 de Junho.
Soares falou à imprensa à margem das comemorações do Dia de África, realizado na Reitoria da Universidade de Lisboa.
Questionado se poderia haver coligações, após as eleições legislativas de 05 de junho, concretamente entre o PS e o CDS-PP, Mário Soares disse que “é concretizável.” “Concretizável é, evidente que é, as sondagens o dizem. Parecer ser, pelo menos”, indicou.
“Sobre este aspecto, em matéria de previsões, gosto de ver as coisas mais depois delas acontecerem e falar sobre elas. Não tenho nenhum dom de previsão para dizer se é este ou aquele, vamos ver”, sublinhou ainda.
O ex-presidente disse que tem acompanhado as sondagens para a eleição de 5 de Junho. “É normal, as sondagens estão a suceder-se. Há uma grande imprecisão, visto que tanto o PS está à frente como depois está o outro (PSD), mas isto vai andando. É imprevisibilidade de uma situação difícil”, referiu ainda, acrescentando desejar a vitória dos socialistas.
#206
Bem visto, sim senhor! E se o Soares o diz…
É bem melhor essa solução do que um governo do Senhor dos Passos. Entala-se o Passos à direita votando CDS e à esquerda, votando PS.
Antes um governo PS/CDS do que um governo da direita!
Põe-te com m€rd@s sobre as gralhas dos outros… É uma maneira aparentemente eficaz de disfarçares a tua ignorância sobre a poda das cerejeiras. Quem é que te disse, ó sapateiro, que as cerejeiras eram podadas?
#204
É verdade. E a dilecta colega tem alguma coisa a opor? Como é que se podiam cultivar cenouras em cima das escadas?
Provincianos para quem falta em monumental falta de civismo. Se fosse uma iniciativa de arte urbana (aliás que aprecio) já este tipo de comentários eram a antítese do que vemos.
Que triste classe esta…
Gostava de saber os conteúdos da vossa formação cívica
#223,
Estou aqui de passagem… devo ser provinciano mas, em tão escasso texto, dei com dois erros cosmopolitas de palmatória na sua prosa.
Cansa ver a nossa língua assassinada repetidamente.
É pior quando acontece a envolver prosápia.
Desculpe… estou desde cedo a corrigir testes de 5º ano…
h5n1, qual será a sua “Igreja”?
Pela sigla, deve ser a da Opus Dei.Não?Tão “secreta”, a dita…
Talibãs,etc e tal,ui, que confusãozinha…
Não se deve é beber misturas, atè porque, revela falta de saber,é básico…modernáço.
Em #82 tentei precisar e explicar melhor o que quis dizer em #23. Toda aquela zona tinha um relevo mais acidentado do que actualmente, pois com a construção dos mastodontes nivelou-se o terreno e aumentaram, de um modo geral, as cotas a que os edifícios e arruamentos se situam. Mas o ponto mais alto é a Praça D. Dinis, embora as pessoas nem sempre se apercebam disso. Aqui dá para ver que efectivamente se desce a partir da praça. Os degraus servem de “nível”…
E depois de ler isto tudo ainda fiquei com uma imagem mais negativa dos militantes de esquerda…ainda bem que vocês são uma pequena minoria no nosso país, só quer dizer que felizmente a grande maioria dos portugueses são íntegros, sensatos, justos, rectos. Vocês, militantes de esquerda, ainda não deram conta que só vocês é que defendem a vergonha que fizeram nas escadas? Porque será? E isto fica impune? Vocês não passam de uns badamecos que não sabem ser cívícos nem viver em harmonia com o semelhante. Além do mais danificar património é crime e podem ter a certeza que se eu soubesse quem foi denunciava à polícia.
Maio 25, 2011 at 11:28 am
A impunidade comunista na sua real dimensão; que país é este que ainda suporta tal “troupe”.
Maio 25, 2011 at 11:30 am
uma vergonha. ficaram com a ideia de que tudo é deles, que tudo é liberdade de expressão e que podem fazer o que quiserem. os meus parabéns aos estudantes da minha antiga universidade, deram um exemplo de civismo para mostrar aos profissionais da política que nem tudo é aceitável. As Monumentais são monumento, são património e há que dar os parabéns aos estudantes por saberem defender o que é deles. Já diz o povo: quem não se sente, não é filho de boa gente!
Maio 25, 2011 at 11:32 am
http://publico.pt/sociedade/limpa-limpa-camarada-limpa_1495771
estudantes a cantar para o Jerónimo…
“Limpa, limpa, camarada limpa”
Maio 25, 2011 at 11:36 am
Factos e documentos para AVALIAR o monumental plano inclinado em que Portugal se encontra e para AVALIAR também quem nos tem (des)governado:
http://odisseiadeportugal.blogspot.com
Maio 25, 2011 at 11:45 am
Bom. Os camaradas deviam pegar numa esfregona e em lixívia e…toca a lavar tudinho enquanto entoam uma canção revolucionária.
E não se fala mais nisso!
Maio 25, 2011 at 11:46 am
O PCP não recebe lições de ninguém…
Maio 25, 2011 at 11:46 am
Não é a primeira vez que se escreve nestas escadas. Nos anos oitenta era frequente pintarem-se aqui apelos ao voto com letras grandes, pelo menos para eleições académicas.
Disclaimer: não voto cdu.
Maio 25, 2011 at 11:46 am
#1
Olhe que há “troupes” bem piores…se há!
Maio 25, 2011 at 11:48 am
…parece-me que não me lembro de ver estas escadas sem estarem borradas…
Maio 25, 2011 at 11:54 am
Tudo serve para aparecer na tv. Nem que seja por uma suposta boa causa.Protestar contra a pintura das escadas por uma força política.
Pena não se terem lembrado de, com balde a escova de aço, terem limpo as escadas numa das milhares de vezes que elas foram borradas e chamarem a tv nessa altura.
Mas demagogia também se serve com capa e batina!
Maio 25, 2011 at 11:58 am
De falta de civismo está este país cheio. Esta prática já é da “praxe” e tem autorização, embora o grupo de estudantes a rigor nem se tenha dado ao trabalho de pensar sobre o assunto. Movidos por forças partidárias da associação de estudantes, que foi quem convocou o protesto, deixaram-se manipular infantilmente. Quando se borra a universidade com frases vazias, feias (essas não merecem fotografia) e tintas poluentes isso já é legítimo e nem é digno de protestos porque os “meninos” podem. E quando aparecerem outras acções do género, de outros partidos, também autorizadas, veremos o destaque que lhes vão dar. Este país é mesmo uma grande anedota… começamos pelo que é menos importante e ficamos por aí! Só mesmo um partido como o PCP para admitir uma coisa destas. Claro se fosse o PS ou o PSD a pintar as escadas seria uma obra de arte…
Maio 25, 2011 at 12:02 pm
Para começo de conversa, transfiro para aqui o comentário que tinha feito lá mais abaixo:
Custou-me a acreditar no que ouvi e li hoje de manhã, a propósito da pintura de mensagens políticas da CDU nas Escadas Monumentais de Coimbra.
Estudantes a protestar pela “destruição” do “monumento”? Um movimento de indignação que até mobilizou estudantes que levaram o protesto para o comício da CDU?…
A defender a tradição, quando as pinturas políticas fazem parte da tradição daquelas escadas?
Escadas aliás inspiradas na arquitectura nazi e construídas pelo Estado Novo, no contexto do que foi o maior atentado de sempre contra o património da Alta que agora estes justiceiros moralistas do facebook querem preservar.
E os jotinhas da Associação Académica também oportunisticamente a condenar o acto… Sim, porque nas jotas dos grandes partidos não se pintam murais, há menos trabalho e imaginação, mas há mais dinheiro para comprar faixas e cartazes já feitos.
Estudantes preocupados com a limpeza de umas pinturas que saem com a chuva, e fazem badalhoquices cada vez maiores a pretexto de Queimas, Latadas e outras noitadas.
Ah, juventude do meu país!…
Assina um cidadão que estudou em Coimbra e nunca foi militante partidário.
Maio 25, 2011 at 12:06 pm
Desde os excessos do PREC que as escadas não eram vandalizadas por partidos políticos.
Tenho a certeza que Jerónimo de Sousa não aprova esta acção.
Os estudantes de todas as cores, incluindo alguns apoiantes CDU, deram uma lição de civismo à facção art pro do PCP (não estaria melhor no bloco?), indignando-se sem recurso à violência.
Atente-se à reportagem que o Público está a preparar sobre o assunto.
Maio 25, 2011 at 12:08 pm
#0,
Deixa lá… a coisa acabou com todos a cantarem “A Portuguesa”, algo que em outros comícios seria muito difícil.
Maio 25, 2011 at 12:08 pm
Sempre houve quem se encarregasse de as sujar…
Independentemente da intenção do momento e de sabermos que, com o tempo, a tinta desaparece, é inegável que mancha o olhar de quem por lá passa, diariamente, e de quem nos visita e nos deve guardar na memória pelos bons gestos de urbanidade…
Maio 25, 2011 at 12:10 pm
Ó António, não defenda emotivamente o indefensável.
Já aqui deu provas mais que muitas de que é uma pessoa equilibrada e inteligente.
O património é de todos.
Maio 25, 2011 at 12:12 pm
A “tradição” daquelas escadas é precisamente a de servirem de suporte àquele tipo de mensagens políticas. Pelo menos desde 1974 e esporadicamente até antes.
Outra tradição era os estudantes subirem a pé aqueles 125 degraus. Mas agora já há muitos que vão de popó para a faculdade. Querem as escadas limpinhas mas não é para as usarem. Preferem ajudar a entupir de carros o promitente “património da Humanidade”. A tradição já não é o que era…
Maio 25, 2011 at 12:12 pm
#12,
Até concordo, excepto na parte arquitectónica, não pelo conteúdo, mas pela descontextualização.
Para meio conhecedor, as estéticas dos regimes totalitários do século XX têm muita coisa em comum…
Maio 25, 2011 at 12:13 pm
Vá lá…Não está lá nada escrito a verde…
Maio 25, 2011 at 12:16 pm
#0
Era de esperar o post e quem o iria colocar.
O trabalho sujo fica sempre a cargo do legionário.
Maio 25, 2011 at 12:19 pm
Trabalho sujo foi o que foi feito nas monumentais.
Já todos sabemos que os comunas e a propriedade (dos outros, ou colectiva) têm uma relação de ódio.
Maio 25, 2011 at 12:21 pm
Tudo aquilo é pintado a giz.
Tanta conversa para quê ?
Maio 25, 2011 at 12:21 pm
Reparem no lado inferior esquerdo da imagem. Aquelas escadinhas parcialmente destruídas são o resto do que existia antes de o Estado Novo construir o mamarracho a que pomposamente chamaram Escadas Monumentais.
Aquelas escadas, que já não são do meu tempo de estudante, integravam-se na arquitectura existente, eram mais agradáveis pois até eram arborizadas e venciam o desnível de uma forma mais suave.
Para criar a pseudo-monumentalidade que vemos ali, foi preciso elevar o topo das escadas, criando um desnível maior do que o natural. As pessoas sobem aqueles 125 degraus e em seguida descem em direcção aos edifícios da universidade. É uma imitação parola dos modelos arquitectónicos das ditaduras dos anos 30 e 40…
Maio 25, 2011 at 12:24 pm
A seguir descem?
Só se for para o Botânico, porque para todas as outras faculdades ainda sobem ligeiramente.
Maio 25, 2011 at 12:28 pm
Os jotinhas aprendizes de troikistas conseguiram criar um caso, logo abocanhado pelos O.C.S. que tudo fazem para silenciar as propostas da CDU.
Escapa o Diário de Coimbra:
“Face à onda de críticas que a pintura gerou, a CDU veio ontem esclarecer que a acção desenvolvida foi «legal» e vem no seguimento do que tantas e tantas vezes foi feito nas Escadas Monumentais. «Desde o 25 de Abril que as escadas são pintadas. Remonta à crise académica de 69, em que os estudantes protestaram contra o regime naquelas mesmas escadas», explicou Francisco Queirós, mandatário da campanha da CDU, falando numa «longa tradição» de pintar aquele espaço e que «a lei permite em campanha eleitoral». «Trata-se da liberdade de expressão», afirmou, referindo ainda que quem está contra será «um movimento organizado, orquestrado contra a CDU», próximo de um «anticomunismo» que julgava «já não existir».
O próprio cabeça-de-lista da coligação às legislativas, Manuel Rocha, desvalorizou as críticas e referiu que se trata de «propaganda política legal». «Não vamos deixar que alguém destrua aquilo, que dura apenas durante a campanha e está previsto nos termos da lei eleitoral», afirmou o candidato, garantindo que se trata de uma pintura com «tinta a água», que «irá desaparecer com a chuva».
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=12872&Itemid=135
Maio 25, 2011 at 12:29 pm
Botão de rosa queres dizer?
Maio 25, 2011 at 12:30 pm
Não sei se o tt estudou em Coimbra. Eu estudei cá, e cá vivi a maior parte da minha vida, e não me recordo de ver aquelas escadas sem algum tipo de “pintura”.
Eu diria que até valoriza aquele tipo de arquitectura, que não tem uma escala humana e evoca valores que hoje não fazem sentido. É uma forma de apropriação de um espaço inóspito, naquilo que ele tem de melhor, que é a sua visibilidade. São umas escadas que servem mais para ver de longe do que para subir, pois para aceder à Universidade há caminhos mais agradáveis…
Não vou defender a qualidade estética da “pintura” que vemos ali. No entanto, não estraga a pedra, que é resistente, nem permanece muito tempo. Vem a chuva e aquilo sai. Ou daqui a umas semanas alguém vai lá e pinta outra coisa qualquer.
Digamos que é biodegradável, o que não é o caso das faixas de plástico cujo efeito estético é bem pior…
Maio 25, 2011 at 12:30 pm
No dia a seguir às eleições, a CDU deve ser intimada a lavar as escadas.
Afinal, proletários são proletários… lavar escadas assenta-lhes que nem uma luva.
Maio 25, 2011 at 12:33 pm
Sem querer desculpar a dita sujeira acho que nos dias que correm anda tudo muito “clean” muito asséptico, do género de fazer amor com um preservativo dos pés á cabeça.
Qualquer dia nem se defeca porque é sujo porco e poluidor.
Maio 25, 2011 at 12:34 pm
Ou a minha memória é fraca, ou nunca me lembro de ter visto as monumentais escritas enquanto estudei em Coimbra. É um falta de respeito! E os Verdes não têm nada a dizer, ou a poluição só se aplica à natureza propriamente dita?
Maio 25, 2011 at 12:34 pm
#29
“á”?
Burro. Poluidor da Língua!
Maio 25, 2011 at 12:37 pm
A propósito do “asseio” destes estudantes, enfarpelados de capa e batina, recordo a escandaleira que foi há uns anos atrás quando a câmara decidiu, perante a valente porcaria que os “doutores” faziam com o cortejo da Queima das Fitas, enviar um carro do lixo logo atrás do cortejo, para ir deixando as ruas minimamente apresentáveis…
Não gostaram! Só reparam na “sujidade” quando são os outros a sujar… Ou quando lhes passa a bebedeira…
Maio 25, 2011 at 12:37 pm
Não é verdade que as monumentais sejam regularmente escritas, isto é, vandalizadas.
Não é verdade que a pintura seja a giz.
Não é verdade que a tinta saia com a chuva.
Tretas desresponsabilizadoras
Maio 25, 2011 at 12:39 pm
#27
O problema não é a estética, mas a mensagem:
“Nem propinas/ Nem Bolonha/ Mais bolsas/ Leva a luta até ao voto”
e, sobretudo, o símbolo bem destacado da CDU.
Maio 25, 2011 at 12:39 pm
Desculpe mas burro não. Aliás o burro é per si um animal bastante inteligente logo considero isso um elogio . Agora se fosse jegue aí não mas já vi que por aqui abundam milhões de jegues.
Maio 25, 2011 at 12:40 pm
#28
No dia a seguir às eleições, os estudantes que se sentem incomodados com a sujidade devem ir voluntariamente lavar as escadas.
Afinal, estudantes são futuros desempregados sem currículo… voluntariado assenta-lhes que nem uma luva.
Maio 25, 2011 at 12:41 pm
Hum!, típico.
“… aquele menino ali também…”
Maio 25, 2011 at 12:41 pm
29
Eu não gosto de responder a comentários, mas confesso que não vejo nada “clean” ao meu redor. Vejo é todos os dias pessoas de todas as idades a cuspir na rua. Vejo grafitti por todo o lado, seja em ruínas, estações de caminho de ferro ou monumentos históricos! Grafitti, ou melhor, rabiscos e muitas vezes palavras grosseiras. Quanto ao defecar… existem as casas de banho! Mas já no que diz respeito ao urinar, bem….Palavras para quê. É dirigirem-se a qualquer canto mais ou menos recôndito de qualquer cidade ou aldeia. Clean???!
Maio 25, 2011 at 12:42 pm
Obviamente que não aprovo, mas parece-me que há chinfrineira a mais, o que equivale a dizer que há agitação da rataria do Largo.
Todos os anos as escadas são pintadas e não há dano nenhum para o património.
Este ano não param de fazer barulho. Há eleições e estão aflitos…
Maio 25, 2011 at 12:42 pm
Proposta: destruir as escalas monumentais (um monumental mamarracho de mau gosto) e reconstruir as escadas que existiam antes.
Com o granito que sobre das escadas monumentais, fazer outra coisa. Lançar um concurso de ideias junto dos estudantes de arquitetura.
Maio 25, 2011 at 12:44 pm
Hum!, agora a culpa é das escadas…
Genial!
Maio 25, 2011 at 12:45 pm
#20,
O trabalho comentarístico parvo, por sua vez, fica sempre a cargo dos mesmos.
Entedia.
Maio 25, 2011 at 12:45 pm
#30, #33
Ó pra elas todas pintadas!
http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/bc7041a58/6319373_bAs6a.jpeg
http://lh4.ggpht.com/_6TA0yX7EpmE/TJZA3OtpLuI/AAAAAAAABug/iaxUIv9m8FI/P1090667_thumb%5B2%5D.jpg
http://farm1.static.flickr.com/6/8072605_4e44e23dfd.jpg
Maio 25, 2011 at 12:47 pm
#40
Apoio!
Maio 25, 2011 at 12:55 pm
#42
E a inteligência de não colocar qualquer post com as propostas eleitorais da CDU também fica sempre a cargo dos mesmos.
Neste sentido, pode-se mesmo afirmar que se trata de uma dupla de sucesso, com uma divisão de tarefas bem definida.
Maio 25, 2011 at 12:58 pm
#45
Para quê?, são sempre as mesmas!
Maio 25, 2011 at 1:34 pm
Pois eu acho extraordinário que 22 anos após a queda do muro de Berlin apareça uma foice e um martelo com uma estrelinha como símbolo de uma ideologia e de uma proposta de futuro para a sociedade sem que a malta se escangalhe a rir.
Maio 25, 2011 at 1:40 pm
O que ainda ninguém disse é que aquelas escadas são HORROROSAS!
Maio 25, 2011 at 1:42 pm
#48
Continuo a apreciar que a(s) culpa(s) da(s) falta(s) de civismo sejam das escadas.
Maio 25, 2011 at 1:55 pm
A falta de civismo não está nem nas escada nem nos que as pintaram. Está naqueles que não compreendem que estas coisas fazem parte, justamente, da vida cívica.
O que incomoda os “cívicos” é verem escrita, em letras garrafais, uma sigla de que preferiam que lá não estivesse.
Os “cívicos” não gostam que uma força política menos alinhada com o sistema tome desta forma visibilidade no espaço público.
Cívicos era uma palavra que antigamente se usava às vezes para designar os polícias. Estes querem policiar as consciências, em nome do que chamam “civismo”, do bom-gosto, da preservação do “património da humanidade”… Vejam lá não se afunde a pátria com o peso de umas latas de tinta. Idiotas!
Maio 25, 2011 at 1:56 pm
Encontram sempre uns divertimentos para não falar dos verdadeiros problemas.
Aquelas escadas, enquanto estudei em Coimbra sempre estiveram pintadas.
Na altura até os jotinhas as pintavam, andavam menos de carro.
Quanto à javardice da Queima é uma verdade, o carro vassoura vai atrás do cortejo para limpar a bosta que fica dos encasacados de capa e batina com as suas brutas bebedeiras semanais.
Maio 25, 2011 at 1:57 pm
#50, errata
“nem nas escadas”
“sigla que preferiam”
Antes que venha algum “cívico”…
Maio 25, 2011 at 2:03 pm
#50
Devolvo-te o “idiotas”, tenho de sobra.
E, já agora, agradeço o discurso do método.
Maio 25, 2011 at 2:04 pm
#50
Apoiado!
Tanta hipocrisia: ai, as escadas e tal e o património que é de todos e tal…
Há atentados ao património e não só, cometidos por todos os partidos e não se ouve a voz dos moralistas-defensores-de-uma coisa-qualquer…
É só quando calha!
Maio 25, 2011 at 2:15 pm
Ainda se tivessem escrito alguns slogans originais…
Ou se tivessem feito uma pintura bonita de se ver…
Há por aí tanto artista de rua e de escadas ( ou de vão de escadas)…
Maio 25, 2011 at 2:17 pm
[...] magna questão das escadas, profusamente comentada aqui e [...]
Maio 25, 2011 at 2:17 pm
Lembram-se daquele emorme mural que existia num dos lados do Técnico?
Era do MRPP,era um produto típico do “realismo socialista”, as cores ( amarelho e vermelho), as figuras cheias de pormenores, as caras de “revolucionários maoistas”.
Sempre que por lá passava perguntava-me como/ quem teria feito aquilo!
Maio 25, 2011 at 2:20 pm
#54
O sol até está bonitinho…
A foice e martelo, já não é muito do meu agrado, concordo com o comentador-não-residente: já está ultrapassado. Sugiro aos camaradas que façam, atempadamente, a sua substituição por um telemóvel e um qualquer outro gadget…
Maio 25, 2011 at 2:21 pm
…pode ser um ipod…
Maio 25, 2011 at 2:24 pm
Na altura do PREC, os “anarcas” escreviam nas paredes: “Abaixo a foice e o martelo, viva o black&decker”.
Hoje, até o black&decker está desactualizado, mas os camaradas continuam a pintar foices e martelos.
Ainda se usam foices no trabalho agrícola?
Martelos usamos, lá isso não passam de moda.
Maio 25, 2011 at 2:27 pm
#60
O Rangel não se importava (importou).
Maio 25, 2011 at 2:29 pm
Publicado em Coisas que não dá para acreditar por APEDE em 25/05/2011
A magna questão das escadas, profusamente comentada aqui e aqui.
Mas esta gente não tem com que se entreter?
Maio 25, 2011 at 2:29 pm
Para o A. Duarte, já que não há videos de se subirem as escadas em fuga.
Maio 25, 2011 at 2:32 pm
#62
Lê os comentários.
Maio 25, 2011 at 2:32 pm
“As pessoas sobem aqueles 125 degraus e em seguida descem em direcção aos edifícios da universidade.” WTF? A base da cabra fica quantos metros abaixo?? O D. Dinis fica acima ou abaixo do topo das escadas? Pinturas sempre as ouve e é parolice agora querer o contrário. mas a justificação dada pelo PCP de que escrever ali não tinha problema nenhum porque as escadas tinham sido construídas pela ditadura é parvoíce total.
Ou agora tudo o que foi construído pela ditadura pode ser objecto do que se quiser fazer e o construído pelo governo A b ou C já não?!
Nem as escadas são monumento (por piada até são “monumentais” o que é bem diferente!!) nem o PCP pode definir o que pode ou não fazer!!
Maio 25, 2011 at 2:35 pm
“ouve”???
Maio 25, 2011 at 2:38 pm
# 64 Fafe
Vou agora para o meu 26º CP.
Não há pachorra para ler este verdadeiro problema que afecta tanto os portugueses e que está na origem desta grave crise da dívida soberana.
Maio 25, 2011 at 2:38 pm
Calma ninguém mexe nas «pinturas» que já estão a azul e o CDS pode querer fazer lá um número…
Maio 25, 2011 at 2:45 pm
Embora não concorde, de todo, com o que fizeram nas Escadas Monumentais, não entendo também porque tanto alarido.
A pintura é de fácil remoção.
Quantos meses ficam os cartazes das campanhas e dos diversos partidos afixados após as eleições?
Já para não falar em barbaridades que são cometidas por candidatos e seus respectivos acompanhantes.
Quantas “pinturas” ofensivas, descontextualizadas, sem nexo e sem arte, há por este País fora onde ninguém vê, ninguém reclama nem publicita em blogues?
Mais papistas do que o Papa?
Acha paciência!
Maio 25, 2011 at 2:45 pm
Eu não gosto daquelas escadas, nem pintadas nem limpas.
Maio 25, 2011 at 2:49 pm
#70
Nem eu! Recordam-me tempos que não gostaria de reviver.
Maio 25, 2011 at 2:49 pm
O problema sempre foi confundirmos a moralidade com o olho do cu!
Maio 25, 2011 at 2:51 pm
Um texto de alguém que, sendo notoriamente de esquerda, felizmente evoluiu com os tempos:
É indiscutível que o PCP sujou muito menos -e de forma não tão indelével- o país do que PS/PSD/CDS nos últimos anos. Basta olhar o país desestruturado, betonizado e degradado em que vivemos. Mas, paleontologicamente, não evoluiu o suficiente para perceber que há uma sensibilidade nascente (haverá?) em relação à defesa e preservação do património.
E já que não cola outdoors, o PCP lembrou-se de transformar as Escadas Monumentais da Universidade de Coimbra num cartaz gigantesco. Nada que não fizesse há trinta anos, o lugar temporal onde o PC ainda se encontra em alguns aspectos. Mas, agora, choca e suja, mostra pouco respeito pela coisa pública como, aliás, confirmou o cabeça de lista por Coimbra:
“O que é público é de todos”, disse, lembrando o passado. “Quando estas pedras foram postas aqui foram-no em nome de uma coisa feia.
Referindo-se à escadaria como apenas pedras, tal como outros falam do campo e da natureza como sendo só mato, o PC mostra que precisa de reciclagem e de uns laivos de modernidade, 69, hoje, utiliza-se para referir outras coisas. E quanto a, por ser de todos, se poder vandalizar o que é público…
Por isso o PC precisa de baldes, escovas e esfregonas. Limpa, limpa, camarada, vê lá se aprendes e se evoluis um bocadinho. Estamos em 2011.
A. Pedro Correia
http://aventar.eu/
Maio 25, 2011 at 3:22 pm
Os turistas, ao verem aquilo pintado com uma foice e um martelo (em pleno 2011) devem pensar que são pinturas históricas que foram restauradas, uma espécie de feira medieval, só que menos antiga…
Quando lhes disserem que são actuais, aí devem achar que este país é mesmo atrasado, que é o terceiro-mundo.
Maio 25, 2011 at 3:35 pm
#5 caneta
uma esfregona precisa a sôdona caneta pela fronha abaixo para não dizer tanta burrice.
Ou não sabe que a tinta d’água desaparece quando os primeiros daqueles impolutos selvagens de batina aliviarem as águas após a primeira bebedeira com que se preparam civilizadamente para os exames?
#18
seria de todo impossível não deixar uma ferroada anti comunista, não é?
#55
sem o comentário aloirado isto podia seguir, mas não era a mesma coisa.
Maio 25, 2011 at 3:36 pm
Acho mal.
Aquele giz todo a voar provoca alergias de toda a ordem.
Nas escolas bem sabemos como é.
Por isso defendo o quadro branco e as canetas.
Maio 25, 2011 at 3:40 pm
Afinal é giz ou tinta de água?
Maio 25, 2011 at 3:41 pm
É que faz toda a diferença terem sido pintadas com giz ou tinta de água.
Maio 25, 2011 at 3:43 pm
É giz, dizem uns. E fica logo giz.
É tinta de água, refilam outros. Por decreto.
Ninguém verificou.
Maio 25, 2011 at 3:46 pm
Sou contra esta pintura e contra todas as outras, venham de quadrante que vierem, contra toda esta forma de transformar as campanhas eleitorais em mero ruído ou poluição, contra este modo de fazer política que fez desta uma arruada e um chinfrim, contra as excursões comicieiras de 3ªa idade, de empregados de município, de desempregados ou de imigrantes, contra os políticos-animadores-de-rua-e-televisão, contra as mensagens plastificadas e sem conteúdo, contra as estratégias consumíveis em sondagens fast-food: – já se atingiu o ponto de saturação em que a Política verdadeiramente não tem mais lugar.
Escrevi Política com maiúscula porque, precisamente o problema fulcral que aqui emerge prende-se com um fenómeno que atingiu mortalmente o coração das democracias: a dessacralização da política.
Dessacralização da política não no sentido que Maquiavel trouxe, bem entendido, mas de tornar a Política algo intrinsecamente baixo, rasteiro, que os cidadãos sentem não decisivo, mas intrusivo, que não lhes diz fundamentalmente respeito, que é uma actividade de “profissionais do embuste e da dissimulação” – e que, por isso, pode ou deve ficar distante -, transformando a vida cívica numa feira de vaidades e o debte político num desfile de vacuidades.
Esta dessacralização da política, que se traduz no definhamento da cultura cívica e no ocaso do empenhamento e da participação na vida democrática, é, justamente, que está na base do fenómeno mais preocupante que enfrentamos: o declínio e desvitalização da Democracia, como valor e como forma de vida colectiva e projecto de humanidade.
O debate que urge travar – designadamente à Esquerda – é sobre esse fenómeno maciço de despolitização, de afirmação um pensamento que tem que saber comprender, para poder transformar, uma sociedade global devastada por uma vaga pós-política, pós-ideológica, entregue à vertigem do capitalismo digital.
Maio 25, 2011 at 3:49 pm
E eu a pensar que os partidos eram exemplo de civismo
Maio 25, 2011 at 3:58 pm
#24, #65
A configuração urbanística daquela zona, anterior ao Estado Novo, era bem mais equilibrada. As diferenças de cotas eram menos acentuadas porque as ruas e escadas existentes acompanhavam mais as curvas de nível.
E a praça D. Dinis é efectivamente o ponto mais elevado da Alta coimbrã, embora de alguns ângulos possa não se ter essa percepção. Mas era ali, e não por acaso, que ficava o castelo de Coimbra, demolido no século XVIII.
Uma solução urbanística que assenta uma praça central no ponto mais alto, em vez de o contornar, é evidente que vai obrigar a que tenha mais degraus a escadaria que a permite alcançar.
Mas para quem tiver dúvidas, é analisar as fotos e plantas da velha alta demolida e comparar com o que lá está agora.
Claro que, na lógica do programa arquitectónico do Estado Novo para a Cidade Universitária, aquela monumentalidade fazia todo o sentido. Monumentalidade no sentido de grandiosidade, não de que aquilo que ali está seja um monumento nacional, como alguns equivocados já referiram.
O que interessava era o efeito cénico que se tentava criar, não o esforço ou o cansaço que o percurso eventualmente provocasse nos transeuntes…
Maio 25, 2011 at 4:02 pm
Bem, como estamos a falar de património, também eu considero que a poesia faz parte do mesmo…
Recordo aliás um grande Poeta :AL Berto.
Lembro-me bem, da “festa do Estudante”, eles e elas, tudo histérico e bêbado, mas vestidinhos “a rigor”: capas negras!
Pois ás tantas o Poeta virou-se para a turba e mandou-os FO… e continuou a dizer a sua poesia!
Noite memorável aquela…
Eu, que nunca fui “estudante de capinha”,só desejo aos “estéticos” do “património”,que rebolem nas ditas, e se ainda assim, não der resultado,com bastante cervejola e bastante vómito, a pintura sai de certeza…
PS. Estão convidados, todos os “modernáços” mais as respectivas Tunas, a engalanar os dias que faltam …
Contactos: Largo do Rato, Rua São Caetano à Lapa ou a FEIRA…ops, Largo do Caldas.
Maio 25, 2011 at 4:04 pm
Muito curioso o ressentimento que alguns apoiantes do PCP têm em relação aos “estudantes universitários”, e que sobressai em alguns comentários menos “trabalhados” ideologicamente.
Quando se embebedam são iguais aos proletários alienados que o PCP tanto enaltece.
Também não deixa de ser interessante o ódio em relação à “obra” do fascismo, um pouco a fazer lembrar a destruição revolucionária de um monumento universal no Afganistão pelos fundamentalistas Taliban.
Uns tristes e enfadonhos conservadores estes comunistas de trazer por casa que defendem a Igreja do PCP.
Maio 25, 2011 at 4:05 pm
A propósito da foice e do martelo, que a maioria não deve saber o que significa mas entende que é um símbolo ultrapassado, talvez pela idade, tentem fazer o mesmo exercício com os vários símbolos da bandeira portuguesa e vamos ver no que dá…
Maio 25, 2011 at 4:06 pm
O trabalho que isto deve ter dado!
Em vez de andarem a estudar para os exames.
E depois dizem que não têm tempo!
Maio 25, 2011 at 4:07 pm
Pior do que o giz ou a tinta de água são as lajes e sobretudo os degraus partidos ou desalinhados, que facilmente podem provocar a queda de transeuntes mais distraídos.
Uma escadaria daquelas requer uma manutenção que não é regularmente feita, pois está sujeita aos deslizamentos de terras, à acção das chuvadas e das raízes das árvores de grande porte que há ali à volta. Quem vê naquilo um património a preservar que chame a atenção para o que verdadeiramente interessa, que as tintas leva-as a água… e o vento!
Maio 25, 2011 at 4:09 pm
Tanta conversa por umas escadas. Se o slogan fosse ” Abaixoooooooo o socratismo” 99,9% aplaudiam.
Estudantada a polir esquinas e a fazer porcaria há aos montes.
As escadas convidam a fazer exercício. Há muito excesso de peso. Limpam-se as escadas e diminuem as gorduras.
Maio 25, 2011 at 4:11 pm
Devia era estar pintado em letras garrafais: CUIDADO COM O PISO!
)
Maio 25, 2011 at 4:13 pm
#88
Desde que saia com água, hum?
Curioso, …
Maio 25, 2011 at 4:13 pm
Ainda chegamos a 1 consenso sobre as escadarias.
Maio 25, 2011 at 4:13 pm
E a culpa continua a ser das escadas.
Maio 25, 2011 at 4:14 pm
Catroga. diria:
- Deixem de discutir pintu…lheirices!
Maio 25, 2011 at 4:14 pm
Estudantes que deixam carradas de lixo e de garrafas de cerveja vazias após as suas “queimas”, que participam em festivais de música e deixam lá montanhas de lixo, que deitam lenços ranhosos para o chão na sala de aula, que colocam os sapatos todos borrados nos bancos dos autocarros… Foram alguns dos que vi ali a queixar-se da pintura na escadaria…
Podiam começar por ter uma atitude cívica todos os dias quando lhes surge a oportunidade, em vez de andarem a acusar os outros daquilo que não praticam!
Ora que estucha!
Maio 25, 2011 at 4:16 pm
#92,
Nada disso.
Maio 25, 2011 at 4:18 pm
O debate, por estas bandas, está descendo de interesse: vem aos trambolhões pelas escadas abaixo…
(Embora seja um pouco revelador/confirmador de certas mentalidades…).
Maio 25, 2011 at 4:18 pm
Mas qual esfregona p’la fronha abaixo?!
Ai!
Não querem lá ver…
Maio 25, 2011 at 4:22 pm
E não é burrice (‘tou a falar com o umbiguista que se me dirigiu, portanto não se metam e não leiam…), é falta de visão.
Daqui parece ser tinta e a lixívia lava tudo, incluindo a urina dos estudantes ( a sério?! Fazem xi xi nas escadas? Badalhocos!)
Maio 25, 2011 at 4:22 pm
#96
Pedantismo e água benta …
Maio 25, 2011 at 4:23 pm
Eu!
Maio 25, 2011 at 4:24 pm
#84
Vou responder-lhe, embora não seja “apoiante do PCP” nem me reveja esteticamente na pintura de que hoje se fala.
Quem invocou o estatuto de “estudante universitário” para protestar contra o uso que, dentro da legalidade, outras pessoas fizeram de um espaço público foram os contestatários de quem hoje se fala.
Se invocam aquela qualidade, em vez de se assumirem como militantes ou simpatizantes do partido A ou B, ou como anticomunistas, ou como outra coisa qualquer, é natural que sejam associados a outros que, invocando exactamente a mesma condição, se embebedam colectivamente e em cortejo pelas ruas ao mesmo tempo que conspurcam o espaço público.
De resto, fui estudante universitário, sou professor e não tenho qualquer preconceito contra estudantes de qualquer nível de ensino.
Quanto à arquitectura fascista, digo-o claramente: naquele local, e se fosse possível recuperar o que lá existiu, deitava-a abaixo. Não pelo preconceito antifascista, mas porque o que lá estava antes era, de todos os pontos de vista, bem melhor.
Maio 25, 2011 at 4:24 pm
«#20,
O trabalho comentarístico parvo, por sua vez, fica sempre a cargo dos mesmos.
Entedia.»
«Burro. Poluidor da Língua!»
Mas há uns mesmos mais mesmos que outros. Tratando-se de algum jogador da equipa da casa, inclui-se no grupo dos menos mesmos.
Maio 25, 2011 at 4:26 pm
Ninguém aqui entende o que é arte nem o que é uma instalação temporária. Que diriam então do artista inglês que fez um cristo com bosta de vaca seca.!! E da exposição sobre o olho do cu que passou em Serralves? Aqui ninguém percebe peva de arte nem de semiótica e estética de arte..
Maio 25, 2011 at 4:26 pm
#88
O problema é que aquelas escadas só convidam a ser pintadas…
Se fossem mais maneirinhas, convidariam mais ao tal exercício.
Assim, os contestatários preferem cravar o carrito aos papás e ir de popó para a faculdade…
Maio 25, 2011 at 4:26 pm
#102
Pois, tu não pintas, só colas cartazes.
Maio 25, 2011 at 4:27 pm
#96,
Desde que não seja o Farpas, isto desce sempre de interesse.
)
Maio 25, 2011 at 4:29 pm
#101
A P O I A D O!!!!
António Duarte,
a partir de hoje sou a sua fã nº1. Segui-lo-ei até ao fim. (qual fim? Sei lá!)
Maio 25, 2011 at 4:29 pm
Eu tinha-lhes dito para usarem giz. Não me digam que usaram tinta?!
Maio 25, 2011 at 4:31 pm
#102,
Há ideias e frases que, de tão repetidas, até se tornam verdades inquestionáveis. De anátema em anátema, até se entranhar.
Maio 25, 2011 at 4:33 pm
Parafraseando o “célebre” candidato a deputado pelo PS de Leiria, Telmo do Big Brother, “fáit daivers”…
Nota – não gostei da pintura.
Maio 25, 2011 at 4:34 pm
#108
Nos tempos que correm, comunista que se preze só usa tinta da China. Livra, que deve custar a sair!…
Maio 25, 2011 at 4:34 pm
Os colegas de Coimbra, sff, importam-se de deixar o computador( vulgo pc mas eu não disse por causa do PC partido…)e irem lá ver se aquilo é giz ou tinta qu’eu já tou a ficar c’os nervos!
Maio 25, 2011 at 4:35 pm
#99, 106
LOOOOOOOOOOOOOL!
Maio 25, 2011 at 4:35 pm
Caneta,
Ó malher, olha que ainda te lançam 1 anátema de juvenilóide. Tu precavém-te!
Maio 25, 2011 at 4:37 pm
#105
O pessoal da direita tem a pele muito sensível, não pode sair por aí a pintar na via pública. Ainda apanhava uma “álérgia”…
Quando muito colam uns cartazes, mas qualquer dia nem isso. Encomendam o serviço a uma dessas empresas de “mobiliário urbano”. Pagamos nós…
Maio 25, 2011 at 4:37 pm
#113
Oh Farpas, também diz LOOOOOL????
Isso é tão Kitsch!
Maio 25, 2011 at 4:39 pm
#114
Tu não m’enerves!!! fasfavor, olha que ‘tá cá o senhor Farpas.
Maio 25, 2011 at 4:39 pm
Agora é que não entendo mesmo- é giz, tinta de água, tinta da China ou, devia antes ter sido pintada (a escadaria)com bosta de vaca seca para ser mais pós-arte?
Maio 25, 2011 at 4:40 pm
#110
Eu, para falar com franqueza, também não apreciei a pintura. Já vi melhor.
Mas ainda apreciei menos a tentativa de censura…
Maio 25, 2011 at 4:40 pm
#115
António Duarte,
…(eu amo este homem!)
Maio 25, 2011 at 4:40 pm
Pena que o grande líder da direita portuguesa não se assuma de vez. A sua vida privada só a ele diz respeito mas quando a mesma contradiz todo o ideário politico do partido que comanda alguma coisa não bate certo.
Maio 25, 2011 at 4:42 pm
Fernanda 1,
vai-te embora, malher…
qu’eu quero ouvir sem h este Homem.
Maio 25, 2011 at 4:42 pm
#121
Tem ciúmes?
Maio 25, 2011 at 4:42 pm
#114,
Mas o Farpas também se ri!
Maio 25, 2011 at 4:46 pm
Não. Mas vá ver ao escrtitos do partido e veja o que o mesmo escreve sobre o tema. Só falei por isso, quanto ao resto estou-me nas tintas para as orientações sexuais do mesmo. Mas que é hipocrisia é não haja a menor dúvida.
Maio 25, 2011 at 4:46 pm
#122,
Vou-me já embora!
(neste momento o A. Duarte já ganhou o dia….Oferecida!)
bj
Maio 25, 2011 at 4:49 pm
#126
(não sou nada mas ele é na mouche…)
Maio 25, 2011 at 4:50 pm
(não tem papas na língua, vai, como dizem os ingleses: steite tu de pointe)
Escreve-se assim???
Maio 25, 2011 at 4:51 pm
que m.e.r.d.a de discussão!
estas escadas sempre, SEMPRE, foram usadas como “outdoor” deste os tempos da 2ª República.
Tb as pintei em tempos difíceis. E cá continuam firmes e assustadoras.
Qual é o problema? A CDU? a foice e o martelo?
Depois da festa do Avante o recinto fica sujo ou os militantes têm o cuidado de a limparem?
Discutam o que é realmente importante.
Maio 25, 2011 at 4:52 pm
# 125
E acha que aqui alguém anda interessado na vida privada dos outros?
Isso é mais coisa para cuscuvilheiros/as.
Ideias próprias para debater… Tem alguma?
Maio 25, 2011 at 4:53 pm
Para os que aqui se manifestam contra os posts do Fafe, o “executante das tarefas sujas” (sic), aqui fica – com dedicatória a preceito – um naco de um texto do Paulo. Transcrevo-o com a devida vénia:
“Pelo que uma governação à Esquerda terá de ser pensada para além do curto prazo. Paradoxalmente, pode mesmo ter de ser pensada como consequência de uma governação à Direita nesse mesmo curto prazo. Com toda a certeza, passa pela necessidade de uma derrota clara do Partido de Sócrates”.
Maio 25, 2011 at 4:53 pm
estou com sono. Estas porras dão-me sono
Maio 25, 2011 at 4:54 pm
#119
Nem mais!
Maio 25, 2011 at 4:55 pm
Uronhas é eu
Maio 25, 2011 at 4:56 pm
#128,
Sim, é assim. Falta é a pontuação.
Maio 25, 2011 at 4:56 pm
Analisando todo o interesse que este tema despertou e a necessidade de esclarecer dúvidas incontornáveis , tais como:
-Sobe-se ou desce-se após subir aquela escadaria?
-A escada foi pintada a giz ou a tinta? Se foi tinta, foi de água ou recorre a outro solvente?
Informo que estou disponível para organizar uma excursão às referidas escadas para que se dissipem todas as dúvidas pertinentes e inadiáveis levantadas.
É inscreverem-se já pois, dado o interesse do tema, não posso garantir lugar a todos…
Maio 25, 2011 at 4:56 pm
A
Maio 25, 2011 at 4:58 pm
A questão de fundo não é essa mas eu explico-lha de forma sucinta e clara: admitia que alguém dirigi-se um partido contra o racismo e fosse ele próprio um racista na vida privada?
Maio 25, 2011 at 5:00 pm
#136
Só se a visita se destinar a dar testemunho contra a censura e não chover, nem fizer calor e pagarem o lanche e não me obrigarem alevar turbante…
Maio 25, 2011 at 5:00 pm
E perguntava um comentarista, do muito minoritário grupo dos parvos, depois de ler mais de uma centena de comentários sobre o importante tema do dia:
Quem presta melhor serviço ao centrão troikista? Quem teve a ideia do peditório anti-CDU ou quem contribui para esse peditório?
Maio 25, 2011 at 5:02 pm
#138
Sim, a questão para mim, que não tenho qualquer interesse na vida dos políticos, é essa: saber quais são as suas propostas.
Vejo que não tem.
Dou por encerrado o assunto, porque não me interessa discutir a vida dos outros.
Maio 25, 2011 at 5:03 pm
Ou seja alguém que dirige um partido que é assumidamente contra a homosexulidade e os direitos dos mesmos ser ele próprio na vidas privada um desses?
Maio 25, 2011 at 5:03 pm
dEIXEMOS AS ESCADAS E MALHEMOS NO cRÁPULA!
Maio 25, 2011 at 5:03 pm
#139
Já estou a contar consigo, e vai logo ao lado do condutor que eu quando gosto de alguém não me poupo a esforços para agradar!
Maio 25, 2011 at 5:04 pm
Era bem feita que o governo, após dispender convenientemente uns largos milhões para “limpar” a escada, introduzisse portagens ou impedisse os cidadãos subir ou descer. Talvez deixassem de se preocupar tanto com o que quase sempre lá esteve, de uma forma ou de outra. Irra!
Nota:Não voto CDU, quer pintem escadas quer não. Há muito mais por onde pegar.
Maio 25, 2011 at 5:04 pm
Logo para si não interessa que alguém tenha uma vida privada que contradaiga os ideais do seu partido e os ngue o que intetresa são as ideias dessa pesoa mesmo q
Maio 25, 2011 at 5:04 pm
#136
EU!
Maio 25, 2011 at 5:06 pm
#136
Essa excursão é com almoço?
Tenho que ir ao comício do PS??????????????????
Maio 25, 2011 at 5:06 pm
# 144
Obrigadinha!
Olhe que não posso pagar em voto(s)…
Enfim, ninguém é perfeito!
Maio 25, 2011 at 5:08 pm
..que a mesma em privado fosse nazi.Ok entendido.A conversa está boa mas tenho de ir.Mas fiquei elucidado: o que conta são as ideias da pessoa independentemente do resto. Razão tem o Strauss Khan.
Maio 25, 2011 at 5:09 pm
#147
E mais outro lugar que já tem dono, para si que parece gostar de rebuliço vai no banco de trás onde já se sabe que a diversão é maior.
Desinibam-se e aproveitem a viagem pois como vêem já vamos sendo muitos!
Maio 25, 2011 at 5:12 pm
#148
Dado que a parada está alta, por causa do partido do “coiso”, cubro tudo o que ele tem assegurado e, como já foi dito, não é preciso levar turbante.
Como vêem não há razão para não virem!
Maio 25, 2011 at 5:15 pm
E eu???
Maio 25, 2011 at 5:18 pm
Strauss Kahn, o linchado
citações:
“Afinal, o emprego e a justiça são as bases da estabilidade e da prosperidade económica, de uma política de estabilidade e da paz. Isto são as bases do mandato do FMI. Esta é a base do nosso programa”
“Ainda só fizemos metade do caminho. Temos que reforçar o controlo dos mercados pelos Estados, as políticas globais devem produzir uma melhor distribuição dos rendimentos, os bancos centrais devem limitar a expansão demasiado rápida dos créditos e dos preços imobiliários Progressivamente deve existir um regresso dos mercados ao estado”
“A mundialização conseguiu muitos resultados…mas ela também um lado sombrio: o fosso cavado entre os ricos e os pobres. Parece evidente que temos que criar uma nova forma de mundialização para impedir que a ‘mão invisível’ dos mercados se torne num ‘punho invisível’”
Maio 25, 2011 at 5:19 pm
Vou aqui resumir a esquerda vandalista, ciosa daquilo que considera o seu quintal:
1 – Pode emporcalhar-se porque sai;
2 – outros também o fazem, “pertantos”…;
3 – os estudantes são uns bêbados;
4 – as escadas são fascistas.
Maio 25, 2011 at 5:20 pm
Também há electrodomésticos?!
‘Tou a precisar de uma máquina de lavar loiça.
Maio 25, 2011 at 5:20 pm
#151,
Eu também quero ir. No banco de trás, sff.
Maio 25, 2011 at 5:21 pm
De seguida vamos em direcção a Foz Côa. Há lá umas pinturas rupestres. Não é na escadaria. É nos calhaus.
Maio 25, 2011 at 5:21 pm
#155
4- pois são!
Maio 25, 2011 at 5:22 pm
#157
Não vais comigo!
Maio 25, 2011 at 5:23 pm
O Strauss Kahn também vai?
Apre!
Maio 25, 2011 at 5:24 pm
Está resolvido. Foram encontradas e identificadas as virgens ofendidas:
http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/juventudes-escondidas-com-a-esfregona-de-fora_1495872
Boa síntese deste comentarista (aqui seria do grupo dos parvos):
“Luis , Almada. 25.05.2011 16:03
Falam, falam, fartam-se de gabar como apartidárias
…as “revoluções” e “movimentos” ditos “espontâneos” no Facebook e depois, ficamos a saber que um tal Pedro Leitão, que se dizia mesmo “anti-partidário” é da JP! E que a juventude do CDS, “colocara no seu site uma tomada de posição sobre o assunto. O título do texto era “Vandalismo nas escadas monumentais”. E que Luís Filipe Santos – da JP e candidato pelas listas do CDS – fora um dos que destacara o mural na sua página pessoal. Mas o mais engraçado é o presidente da AAC e militante da JS, Eduardo Melo também ter chamado “um acto de vandalismo”. Mas este também pintou as escadas quando da sua campanha eleitoral, certo? O que os incomoda são os dizeres: NEM PROPINAS! NEM BOLONHA! MAIS BOLSAS! LEVA A LUTA ATÉ AO VOTO! CDU (PCP-PEV).
É isso que lhes dói.”
Maio 25, 2011 at 5:24 pm
Não me tinha lembrado de que é tradição pintar as escadas.Pelos vistos isso muda tudo.
É como com as toureadas, por exemplo, também são tradição.
Serei pouco tradicional, não gosto nem duma nem de outra.
Maio 25, 2011 at 5:25 pm
#155
5- aquilo deve ser tudo limpo pelos que sujaram
6- sugestão: aproveitando o que´foi debatido e tendo em conta a perigosidade da escadaria, deve ser colocado um outdoor na parte de cima e outro na parte de baixo, com a seguinte nota: ATENÇÃO! PISO ESCORREGADIO!
Maio 25, 2011 at 5:25 pm
Vou aproveitar para lhe pedir que desça os juros… e que esqueça a divida.
Maio 25, 2011 at 5:26 pm
No Opinião Pública, na sic not., estão neste momento a debater esta questão!
Maio 25, 2011 at 5:27 pm
Chegámos à tourada.
Maio 25, 2011 at 5:28 pm
#160 e mais alguns
Começam a dificultar-me a vossa acomodação na camioneta, tais são as embirranças que começo a detectar!
Mas, por causa disso, antes de entrar na camionete vão ter de participar no beberete com vinho tinto do melhor maduro que há em pacote e presunto vintage do ALDI.
Só muito depois seguirão para os vossos lugares!
Maio 25, 2011 at 5:28 pm
…se tiver tempo de lhe dizer alguma coisa…
Maio 25, 2011 at 5:28 pm
#142 Quem é que é homem sexual?
Maio 25, 2011 at 5:29 pm
#168
Tá bem!
Maio 25, 2011 at 5:32 pm
O Strauss K. não pode ir.
Já está preso.
Maio 25, 2011 at 5:33 pm
#172
És parva?! Na política tudo é possível.
Maio 25, 2011 at 5:33 pm
#168
Está adjudicado!
Maio 25, 2011 at 5:34 pm
…e aproveitava e pedia-lhe logo para não pagar a divida…
Maio 25, 2011 at 5:35 pm
#173,
Leva o turbante que usaste no fim de semana no tal de comício multicultural.
Maio 25, 2011 at 5:35 pm
#168
Apoiado!
Maio 25, 2011 at 5:36 pm
#176
Ficava-me tão mal…achas que leve?
Maio 25, 2011 at 5:39 pm
Ficava nada. Dava-te 1 ar exótico e globalizador.
Agora vou ouvir o debate na sic not sobre o que fizeram nas escadarias em Coimbra.
Maio 25, 2011 at 5:39 pm
Venho pôr-me à disposição destas duas senhoras que gostam tanto de lavar roupa suja, digo, escadas sujas, para elas darem uma limpeza nas mesmas.
Maio 25, 2011 at 5:42 pm
#82
“Mas era ali, e não por acaso, que ficava o castelo de Coimbra, demolido no século XVIII.”
Por comunistas, proto-comunistas(?), claro!
Maio 25, 2011 at 5:43 pm
proponho, para efeitos de empate técnico, que, sem vandalizar o actual graffiti, se desenhem uns coelhinhos a pastar rosas.
Como a base é granítica, tb se poderá esboçar uns c.a.r.a.l.h.i.n.h.o.s que, regados amiúde, ganharão fungos semelhantes aos da micose.
está aberto concurso criativo. Bora lá!
Maio 25, 2011 at 5:49 pm
#183
Propostas, só no Rossio.
Maio 25, 2011 at 5:50 pm
#181
Não, foi destruído pelo Vlad Dracul, o Socas vampiresco da época. Gajos da direita, já se sabe…
Maio 25, 2011 at 5:52 pm
“No ambiente de alarme financeiro, Martins agravou os impostos, cortou os ordenados dos funcionários (até 20%), deduziu 30% nos juros da dívida pública interna e suspendeu as admissões na função pública. Depois de dois anos de agitação, ninguém protestou, para divertimento de Oliveira Martins: «Isto nem forças tem para se sublevar. O cáustico dos impostos e deduções quase que foi recebido com bênçãos. Somos um povo excelente cujo fundo é a fraqueza bondosa e uma grande passividade.» ”
Excerto de uma obra de História, de publicação recente.
1. Identifique a obra em causa.
2. Situe no espaço e no tempo os factos referidos no texto.
3. Comente o excerto assinalando as semelhanças e as diferenças relativamente à actualidade.
TPC – Elaboração de uma breve biografia de Oliveira Martins
Maio 25, 2011 at 5:52 pm
Barrela mas é no Pinócrates e na sua quadrilha!
Maio 25, 2011 at 5:52 pm
#184
Vlad Tepis.
Visitei esse castelo…
Maio 25, 2011 at 5:53 pm
#183
assustei-me – pensei que ias sugerir o Eduardo VII
Já fui lá acima mas, como estou com a caneta, estou numa de gerir o volume de tráfego
Maio 25, 2011 at 5:56 pm
A trabalheira que foi ler todos os comentários ao post mais concorrido, até hoje, do Fafe.
Aos incomodados com a pintura e aos acomodados com a mesma, digo apenas (a pensar no 5 de Junho):
Mind the gap!
Maio 25, 2011 at 5:58 pm
agora vou citar o Buli:
FUI
Maio 25, 2011 at 5:59 pm
#189
Roger!
no “inominável”… Jamé!
Maio 25, 2011 at 6:00 pm
#183
Fafe,
este é o teu mais concorrido post de sempre…
(não chateies com os erros e pontuação, ‘tou a fazer o jantar…)
Maio 25, 2011 at 6:01 pm
#192
Não é. Ainda.
Maio 25, 2011 at 6:02 pm
#185
1- “A arte de governar o país à direita, sendo de esquerda xuxialista”.
2-É de certeza na época do Pinócrates!
A propósito da saga PECiana.
Só pode…
3-Pergunta impertinente.
Era uma vez um saloio que veio da serra e aterrou na capital cheio de ambição e matriculou-se na Independente…
Maio 25, 2011 at 6:02 pm
#193
Não????!!!!
Maio 25, 2011 at 6:05 pm
Aposto que este vai chegar aos 200.
Maio 25, 2011 at 6:06 pm
E vou ganhar a aposta ( ai que se me queima o jantar…)
Maio 25, 2011 at 6:06 pm
aposto 5 euros.
Maio 25, 2011 at 6:07 pm
cobardes…
Maio 25, 2011 at 6:07 pm
ganhei!
Maio 25, 2011 at 6:09 pm
#200
Para onde é que envio os 5 euros?
Maio 25, 2011 at 6:11 pm
Lá no cimo do Eduardo VII está uma escultura, muito mais cara, que também foi objecto de visíveis indignações dos “Ajax” cá da colónia. Em Lisboa como em Coimbra temos sempre uma melhor solução. Uma boa retroescavadora, e num ápice transformaremos escadarias fascistóides em alegres e viçosos campos de batatas. Ou de cenouras. Que podem, conforme as prefrências, ser consumidas inteiras ou às rodelas.
Maio 25, 2011 at 6:19 pm
#201
Para mim: canet@.com
Maio 25, 2011 at 6:19 pm
Chegámos finalmente à lavoura.
Maio 25, 2011 at 6:23 pm
#204
À lavoura de “prefrências”; uns “prefrem” às rodelas, os mesmos “prefrem” inteiras.
Há-de haver algures um estudo sobre isso.
Maio 25, 2011 at 6:25 pm
Soares: Coligação entre PS e CDS-PP “é concretizável”
por LusaHoje
Mário Soares
O ex-presidente da República Mário Soares disse hoje que, apesar de não gostar de fazer previsões, o cenário de uma coligação entre PS e CDS-PP pode ser “concretizável” depois das eleições de 5 de Junho.
Soares falou à imprensa à margem das comemorações do Dia de África, realizado na Reitoria da Universidade de Lisboa.
Questionado se poderia haver coligações, após as eleições legislativas de 05 de junho, concretamente entre o PS e o CDS-PP, Mário Soares disse que “é concretizável.” “Concretizável é, evidente que é, as sondagens o dizem. Parecer ser, pelo menos”, indicou.
“Sobre este aspecto, em matéria de previsões, gosto de ver as coisas mais depois delas acontecerem e falar sobre elas. Não tenho nenhum dom de previsão para dizer se é este ou aquele, vamos ver”, sublinhou ainda.
O ex-presidente disse que tem acompanhado as sondagens para a eleição de 5 de Junho. “É normal, as sondagens estão a suceder-se. Há uma grande imprecisão, visto que tanto o PS está à frente como depois está o outro (PSD), mas isto vai andando. É imprevisibilidade de uma situação difícil”, referiu ainda, acrescentando desejar a vitória dos socialistas.
Maio 25, 2011 at 6:33 pm
#206
Bem visto, sim senhor! E se o Soares o diz…
É bem melhor essa solução do que um governo do Senhor dos Passos. Entala-se o Passos à direita votando CDS e à esquerda, votando PS.
Antes um governo PS/CDS do que um governo da direita!
Maio 25, 2011 at 6:34 pm
#206
Ao que isto chegou, até o soares velho mente:
“visto que tanto o PS está à frente como depois está o outro”
Maio 25, 2011 at 6:36 pm
#205
«Há-de haver algures um estudo sobre isso.»
Põe-te com m€rd@s sobre as gralhas dos outros… É uma maneira aparentemente eficaz de disfarçares a tua ignorância sobre a poda das cerejeiras. Quem é que te disse, ó sapateiro, que as cerejeiras eram podadas?
#204
É verdade. E a dilecta colega tem alguma coisa a opor? Como é que se podiam cultivar cenouras em cima das escadas?
Maio 25, 2011 at 6:41 pm
#209
Se mo permites, sapateira é a tua tia.
E tu – um mau podador.
Deve ser mais um paradigma da esquerda de sofá.
Maio 25, 2011 at 6:43 pm
#209
Por hidroponismo, talvez?
Maio 25, 2011 at 6:44 pm
Sempre pegados
Há anos que me farto de rir com as discussões Fafe-25, sei que não podem passar um sem o outro
Maio 25, 2011 at 6:45 pm
#211
Hidro quê????
Maio 25, 2011 at 6:46 pm
Vocês amam-se.
Maio 25, 2011 at 6:46 pm
#213
Ponismo.
Maio 25, 2011 at 6:48 pm
Este post vai atingir os tops 10. Aposto: 10 euros.
Maio 25, 2011 at 7:02 pm
Pela segunda vez hoje o Fafe “obriga-me” a pesquisar ( já aprendi mais que alguns nas NO
http://hidroponiaaldia.blogspot.com/2011/01/cultive-sus-propias-verduras.html
Mas o Fafe dedica-se mesmo ao hidroponismo? Neste tempo de crise parece-me interessante.
Maio 25, 2011 at 7:42 pm
# 23
Depois de subir as escadas, desce-se para os edifícios das Faculdades…
Ó pá, compre um nível e vá lá tirar o nível…
Se tudo o que diz tiver tanta verdade como esta, ponha-lhe um traço em cima.
Maio 25, 2011 at 8:00 pm
155,
E ainda: os estudantes não sabem distinguir o essencial do acessório e lutam por não causas.
Maio 25, 2011 at 11:10 pm
Um sacrilégio, escrever:
NEM PROPINAS
NEM BOLONHA
MAIS BOLSAS
E logo onde o pessoal põe os pés. Saudades da censura, ó malta!
Maio 25, 2011 at 11:25 pm
#219 serenadoutora,
…”E ainda: os estudantes não sabem distinguir o essencial do acessório e lutam por não causas.”…
A serena está a estudar onde?
Maio 25, 2011 at 11:46 pm
221,
A SERENA já sabe tudo de tudo…
As falhas na comunicação devem-se ao facto de o lugar ser mal frequentado e ser difícil evitar o contágio…
Maio 26, 2011 at 11:13 am
Provincianos para quem falta em monumental falta de civismo. Se fosse uma iniciativa de arte urbana (aliás que aprecio) já este tipo de comentários eram a antítese do que vemos.
Que triste classe esta…
Gostava de saber os conteúdos da vossa formação cívica
Maio 26, 2011 at 11:16 am
#223,
Estou aqui de passagem… devo ser provinciano mas, em tão escasso texto, dei com dois erros cosmopolitas de palmatória na sua prosa.
Cansa ver a nossa língua assassinada repetidamente.
É pior quando acontece a envolver prosápia.
Desculpe… estou desde cedo a corrigir testes de 5º ano…
Maio 26, 2011 at 11:26 am
#216
Deixa cá ver as contas…
-5+10=+5
Estás a dever-me 5 euros.
Maio 26, 2011 at 3:54 pm
Hidroponismo?
Então era para isso a electroválvula?
Maio 26, 2011 at 7:47 pm
#226
Não.
Maio 27, 2011 at 12:20 am
O autor do post não fala?! Ele é o quê no meio de tanto comentário?!
Maio 27, 2011 at 12:27 am
#228
Decorador de limbos.
Maio 27, 2011 at 11:45 am
h5n1, qual será a sua “Igreja”?
Pela sigla, deve ser a da Opus Dei.Não?Tão “secreta”, a dita…
Talibãs,etc e tal,ui, que confusãozinha…
Não se deve é beber misturas, atè porque, revela falta de saber,é básico…modernáço.
Maio 27, 2011 at 12:13 pm
#218, pardal
Em #82 tentei precisar e explicar melhor o que quis dizer em #23. Toda aquela zona tinha um relevo mais acidentado do que actualmente, pois com a construção dos mastodontes nivelou-se o terreno e aumentaram, de um modo geral, as cotas a que os edifícios e arruamentos se situam. Mas o ponto mais alto é a Praça D. Dinis, embora as pessoas nem sempre se apercebam disso. Aqui dá para ver que efectivamente se desce a partir da praça. Os degraus servem de “nível”…
https://woc.uc.pt/quimica/event/logos/Imagem23.png
Novembro 12, 2011 at 4:01 pm
E depois de ler isto tudo ainda fiquei com uma imagem mais negativa dos militantes de esquerda…ainda bem que vocês são uma pequena minoria no nosso país, só quer dizer que felizmente a grande maioria dos portugueses são íntegros, sensatos, justos, rectos. Vocês, militantes de esquerda, ainda não deram conta que só vocês é que defendem a vergonha que fizeram nas escadas? Porque será? E isto fica impune? Vocês não passam de uns badamecos que não sabem ser cívícos nem viver em harmonia com o semelhante. Além do mais danificar património é crime e podem ter a certeza que se eu soubesse quem foi denunciava à polícia.