
Abril 2011
Abril 29, 2011
Flores Nos Jardins De Pedra
Posted by Fafe under No Campo é um Descanso | Etiquetas: Políticas inflexíveis cá de casa |Leave a Comment
Abril 29, 2011
Portas Assume Candidatura A Primeiro Ministro
Posted by Paulo Guinote under Deixam Entrar Toda a Gente?, Delírios[12] Comments
Na primeira página do Sol de hoje. Isto anda bonito, anda…
Abril 29, 2011
Abril 28, 2011
Luísa Sobral, Not There Yet
Abril 28, 2011
Mas Ainda Não Perceberam A Táctica-Blitz?
Posted by Paulo Guinote under Informação, Polémicas, Política[72] Comments
De invasão do espaço mediático? Muito bem orquestrada, porque ancorada em gente de confiança? Apesar de algumas perguntas menos cómodas – mas absolutamente incontornáveis – a maior resistência à narrativa de Sócrates foi desenvolvida pelo (outro) pavão de São Bento na entrevista de 3ª feira à Judite de Sousa, que parecia guinchar, grasnar ou apenas gritar em momentos cirúrgicos.
Fórum com Sócrates gera polémica nas redes sociais
Críticas por alegada intervenção excessiva de apoiantes do PS. Director da TSF defende-se
Durante esse tempo, o PCP e o Bloco parecem paralisados sem perceber ao que andam (a recusa da intervenção do FMI significa que abdicaram de qualquer participação numa solução governativa?) e o PSD anda a esbarrar com a cabeça nas paredes sem dar com o caminho certo.
Neste campeonato, mas sem a capacidade de se plantar todos os dias na televisão e rádio, só Paulo Portas dá luta a Sócrates.
Como em outras andanças, se não for a partir de fora do mainstream, não há forma de travar o animal feroz na multiplicação da sua bem desenhada representação de uma realidade ficcionada até aos limites da razoabilidade.
Com a ajuda de muitas notícias plantadas para atemorizar os mais incautos e, depois, afirmar que só não nos retiraram um pulmão, dois fígados e três corações em vida, porque ele se ergueu e disse basta, enquanto as águas do Mar Morto recuam em tropel.
Abril 28, 2011
A Quadratura Do Cerco – 2.0
Posted by Paulo Guinote under Equívocos, Inépcia, Política, Ponto da Situação[60] Comments
Passos Coelho está metido numa camisa com um número indeterminado de varas. Em sua volta, como barreiras a qualquer sucesso eleitoral, alinhavam-se:
- Cavaco Silva, que, apesar de ter colocado Catroga a controlar tudo o que mais interessa, gostaria tanto de ter PPC como primeiro-ministro de um governo PSD/CDS como Maomé de secretos de suíno ibérico.
- José Sócrates que, nem que seja necessário entregar uma nova Fundação a Teixeira dos Santos, fará tudo para que ninguém espreite demais e antes de tempo toda a porcaria feita nestes últimos anos.
- Os inimigos internos de estimação, de snipers por vocação (Pacheco Pereira) ou ressabiamento (Santana Lopes, Menezes) a grupos que se julgam com pergaminhos (cavaquistas, barrosistas e outros sacristas).
- Os amigos que o querem ajudar com novas ideias e que o enterram cada vez que surgem à superfície.
Aliás, talvez seja este último lote o mais complicado e prejudicial porque se percebe que são pessoas que ele estima e que, em circunstâncias normais, o acompanhariam num Governo de sua escolha, em áreas que ele não domina (e são algumas…). Só que, no afã de mostrarem serviço original, são uma espécie de bombeiros pirómanos.
Desde aquele grupo arregimentado por um até ao momento justamente desconhecido Pedro Reis para fazer aquele livro para esquecer, ao grupo Mais Sociedade que cada vez que apresenta uma ideia custa milhares de votos ao PSD, não esquecendo os que cedo perceberem que ficariam no banco de suplentes (Nogueira Leite), todos parecem conspirar (de modo involuntário, quero acreditar) para enterrar eleitoralmente Passos Coelho e eternizar Sócrates no poder pois alienam grande parte do eleitorado que PPC mais queria conquista: o do centro, com alguma simpatia pela Esquerda.
E isto é tanto mais inútil, quanto estas ideias pseudo-inovadoras são espúrias, perante a intervenção financeira da dupla FMI/UE em Portugal.
O que torna ainda mais estranha esta pulsão autofágica, pois tudo o que PPC pode ganhar com a sua imagem simpática pessoal é completamente estilhaçado pelas aparições públicas dos (já não tão) jovens turcos que formam a sua entourage mais ou menos explícita.
Assim, por muito que à esquerda do PS se tentem capitalizar insatisfações diversas, ao centro fica o terreno todo aberto…
Adenda exemplificadora do desvario: Diogo Leite Campos e a miséria…
Abril 28, 2011
Pois é. Desde hoje passei a fazer parte de um lote de convidados a colaborar no Blogue de Esquerda, alojado no site da Sábado. O que me transforma num elemento de um colectivo e de esquerda, o que deve provocar alguma comoção, em especial entre aqueles que me consideram um convicto reaccionário. Entre os restantes convidados estão personalidades conhecidas, ligadas ao Bloco, ao PC e à ala mais esquerda do PS. Não que eu tivesse perguntado quem eram. Ninguém empata ninguém. Fizeram-me o convite e eu aceitei. Alguns posts daqui podem ser publicados lá e vice-versa. Comecei com o aproveitamento de um post de ontem. Vai ser divertido. Pelo menos para mim.
Abril 28, 2011
Inflações
Posted by Paulo Guinote under (In)Sucesso, Abandono Escolar, EUA, ExperiênciasLeave a Comment
Inflating Test Scores in Los Angeles?
Natalie* is a smart and witty sophomore at Mission High in San Francisco. Despite her struggles with ulcers and depression, she tries to make it to school on time every day. But since Natalie commutes across town, taking two buses in the process, some days she is late for her 8:10 a.m. history class. Last time she walked into class 10 minutes late, her teacher Ms. Bowman nodded and smiled at her without interrupting the lecture.
If Natalie went to public school in Los Angeles, though, she might have been stopped by a police officer at the bus stop or near the school entrance. The police officer would question her about her tardiness, might search her bag, and would write up a ticket for $240. That’s because until recently, the Los Angeles city and school police would do “sweeps” near schools and give out tickets to students who were late or not in class.
(…)
Natalie’s district, the San Francisco Unified School District (SFUSD), uses six “carrots” or goes through six, school-based counseling and intervention steps before a truant student is referred to the District Attorney’s office. Mission High School principal Eric Guthertz told me that most students who have attendance issues are usually dealing with a crises at home or at school. “There is a lot of room before you get to the police. We meet with the parents and students many times, and we do home visits. In some extreme cases, a police officer might drive us to the house, but we do the talking,” he told me. While school-based counseling and interventions take more time and resources than referring them to police, it works better in the long haul, Guthertz says. And he’s got numbers to prove it. The drop out rate at Mission High went down from 8.8 percent to 1.6 percent last year, after more school-based measures were implemented. SFUSD reports that the attendance among chronically truant students at the elementary school level in San Francisco also went up 33 percent.
Abril 28, 2011
E Se A Campanha Fosse Apenas No Facebook?
Posted by Paulo Guinote under Campanha Eleitoral, Conceitos Vencedores, Isso é que era mesmo bom, Isto é muito à Frentex....[10] Comments
Eu acho que seria só vantagens. E nem falo no Mafia Wars. A coisa era assim: as comitivas de lellos e outros tubérculos passariam pelas nossas farms e cities. Deixariam umas gifts e fariam umas pausas no cafe world e umas animações para a miudagem no zoo world.
Quem for e-turnip, é azar. Ou sorte, sei lá. Poupava-se imenso em tudo e era só inovação, tudo agarradinhos aos magalhães e aos e-escolas a estreitar a banda e a vê-los passar. Tudo muito e-new, e-cheap e e-clean.
Nem era preciso varrer as migalhas de bolo-rei, nem nada.
Bora nessa?
O Presidente da República exigiu hoje, numa mensagem no Facebook, uma campanha “sem crispações artificiais e querelas inúteis”.
Abril 28, 2011
Isso É Novidade Para Quem E Desde Quando?
Posted by Paulo Guinote under Informação, Números, Nevoeiro[13] Comments
O interessante é que quando alguns malucos se queixavam da manipulação dos dados publicitados em momentos-chave pelo Governo sobre – sei lá, por exemplosssss – a Educação eram logo acusados disto e daquilo.
O que eu mesmo gostava era agora de um estudo tipo-OCDE sobre as Finanças Públicas.
“Informação do Governo é escassa, incompleta e está desactualizada”
Ex-ministro escreveu uma terceira carta a Pedro Silva Pereira a reclamar mais informações sobre o estado das contas públicas.
Que o défice de 2010 só vai parar nos dois dígitos (à esquerda da vírgula), eu acho que já deve ser consensual…
Abril 28, 2011
Fórum para a Competitividade propõe liberalização dos despedimentos
Grupo de economistas do Fórum para a Competitividade apresentou hoje o seu programa de austeridade para Portugal.
Liberalização dos despedimentos, rescisões por mútuo acordo na Função Pública, pagamento em 50% dos subsídios de férias e de Natal em títulos do Tesouro, anulação “quase total” dos regimes de taxa reduzida e super reduzida de IVA e fixação de limites orçamentais na Constituição são algumas das propostas do Fórum para a Competitividade, presidido por Pedro Ferraz da Costa, na sua “estratégia nua e crua de profundas correcções estruturais” em Portugal.
Abril 28, 2011
Opiniões – J. A. Faria Pinto
Posted by Paulo Guinote under Educação, Opiniões, Política[11] Comments
UM ZERO À ESQUERDA
O primeiro-ministro Sócrates pode ser um engenheiro muito relativo, mas, em matéria de marketing político, é professor catedrático em qualquer universidade do mundo. Uma das provas dessa sua competência foi a forma como, na passagem do primeiro para o segundo mandato, apagou o incêndio ateado no mundo da educação. Completado todo o trabalho sujo para transformar os professores em funcionários para todo o serviço e em pobrezinhos de colarinho branco, recorreu ao velho estratagema de mudar alguma coisa para que tudo continuasse na mesma. Cedendo ao adágio popular segundo o qual não é com vinagre que se apanham moscas e inspirando-se, mais uma vez, no mundo da fantasia, congeminou que a solução mágica para apaziguar os ânimos, sem alterar um milímetro a política educativa, passava por substituir a bruxa má pela branca de neve. Assim pensou e mais depressa o fez.
Desta operação cosmética resultou o aspecto mais positivo da curta passagem de Isabel Alçada pelo Ministério da Educação: foi uma ministra muito mais bonita, simpática, jovial e cordial do que a sua antecessora. Em contrapartida, e na razão proporcionalmente inversa, revelou-se muito mais incompetente, superficial, patética e ridícula, estando para os governos do PS, como Maria do Carmo Seabra esteve para os governos do PSD. A sua famosa comunicação aos alunos, na abertura do ano lectivo, ficará como uma peça incontornável do anedotário nacional e mostra claramente a sua completa falta de perfil para o lugar de ministra. As suas prestações na Assembleia da República e em programas televisivos tornaram evidente a sua total falta de jeito para justificar o injustificável, defeito humanamente louvável, mas politicamente imperdoável, porque era a principal missão que Sócrates lhe tinha atribuído. Estou convencido que nenhum outro ministro sentiu maior alívio pela demissão do governo do que Isabel Alçada, assim como, sobre nenhum outro membro do governo, Sócrates terá o sentimento mais agudo de ter cometido um erro de casting.
Feita esta leitura genérica, simplista, impressionista e trivial, porque baseada nas aparências, sobre o papel de Isabel Alçada no governo que agora felizmente finda, deixemos as questões de estilo e passemos à substância, ou seja, aos resultados concretos da acção política desenvolvida pela última inquilina da 5 de Outubro. Qualquer análise depende sempre de um ponto de vista e um ponto de vista é sempre a vista de um ponto. O meu ponto é: os professores ocupam o lugar central em qualquer sistema de ensino, semelhante ao que os pais ocupam no sistema de educação, e as condições de trabalho oferecidas a essa classe profissional são determinantes para a qualidade da sua composição, mais prosaicamente, para que ela seja constituída pelos melhores ou piores alunos das faculdades; a eficácia de qualquer sistema de educação mede-se pelos resultados na criação de cidadãos capazes de se libertarem dos condicionalismos e servidão do mercado de trabalho, ou seja, a escola só tem justificação para existir se tiver como objectivo o desenvolvimento integral de todas as capacidades necessárias a uma fruição plena da curta vida que a ditadura biológica nos impõe.
Começando pela primeira parte do ponto de vista atrás identificado, o resultado aparentemente mais positivo da actividade ministerial de Isabel Alçada foi o fim da divisão dos professores em duas categorias, criadas por uma criatura que, apesar de ser doutorada em sociologia das profissões, unicamente para impedir que, salarialmente, dois terços dos professores ultrapassassem o meio da carreira, mandou às urtigas os conceitos e metodologias que aprendeu e ensinou no ISCTE, e inventou diferenças numa profissão que tem o mesmo conteúdo profissional desde o primeiro dia de aulas até à idade da reforma, estabelecendo essa distinção através do concurso mais estúpido e atrabiliário que jamais existiu. Mas o fim desta divisão teve tanto de sensato como de falso e inútil, porque, em sua substituição, Isabel prolongou a duração da carreira até à idade da reforma e, como se não bastasse já essa contrapartida, foi conivente com o congelamento das progressões na longa carreira por ela negociada, aceitando, sem pudor e sem se demitir, rasgar o seu polémico acordo com os sindicatos, arrancado a ferros a altas horas da madrugada, vencendo os representantes sindicais pelo cansaço e pelo sono. Esta atitude de tudo fazer para conseguir um acordo e, depois, displicentemente não o cumprir, nega todos os valores que tenta incutir como escritora de literatura juvenil e diz tudo sobre a falta de coerência e a frágil idade do seu carácter.
Exceptuando esta intervenção, sem efeitos práticos, na estrutura da carreira docente, em qualquer outra dimensão importante das condições de trabalho dos professores, Isabel Alçada manteve ou piorou o que tinha sido já montado pela actual Presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. Apesar de se ter mostrado condoída com o excessivo número de horas gastas e não contabilizadas na componente não lectiva e prometido corrigir as absurdas regras de elaboração dos horários dos professores, tentou, felizmente sem sucesso, agravar substancialmente essas normas, eliminando a obrigação legal de um número mínimo de horas para o trabalho individual. Piorou o já horrível sistema de avaliação do desempenho docente, criando uma miríade de avaliadores sem formação e acrescentando-lhe setenta e dois descritores comportamentais, com conteúdos ambíguos, subjectivos e impossíveis de medir, dada a inexistência de qualquer instrumento de medida adequado para esse efeito. Alinhando pelo argumento só cretino, cego e mistificador da estabilidade do corpo docente das escolas, não respeitou o compromisso de realizar um concurso em 2011, aumentando dessa forma o já elevado número de precários no suprimento de necessidades permanentes do sistema e obrigando muitos professores do quadro ao conforto de permanecerem longe de casa durante, pelo menos, quatro anos. No que respeita à formação contínua, mesmo relevando como palavras ao vento a sua expressa intenção de melhorar as condições de acesso e participação nessa formação, é impossível deixar de sublinhar que o consulado de Isabel Alçada ficou marcado pela maior penúria de sempre em oferta gratuita de formação e pela proliferação de acções de formação só acessíveis a troco do vil metal. Nestes cinco aspectos decisivos para a atractividade da profissão docente (estrutura da carreira, horário de trabalho, avaliação do desempenho, formação e concursos), Isabel Alçada não conseguiu travar a espiral de desmotivação que afecta a generalidade dos professores, nem diminuiu a tradicional tendência de fazer com que esta profissão seja considerada como o último recurso de quem precisa entrar no mercado de trabalho. Se a tudo isto somarmos os cortes salariais e o aumento progressivo da idade da reforma, numa actividade cada vez mais exigente e desgastante, será difícil imaginar um quadro mais negro de insatisfação profissional.
Passemos agora às questões mais gerais relacionadas com a organização e qualidade do sistema educativo. Esta ministra continuou na senda da escola a tempo inteiro e família a tempo parcial, sem dar sinais de qualquer inquietação perante as preocupantes consequências pedagógicas e sociais já anunciadas por vários psicólogos e estudiosos da educação. Partilhou a mesma obsessão pela intensiva ocupação escolar dos alunos, através de actividades de substituição da treta, que são um castigo para os professores mais assíduos e mais não fazem do que massacrar os alunos e aumentar a sua aversão pela sala de aula. Engendrou um arremedo de reorganização curricular para poupar 43 milhões de euros, sem tocar em problemas essenciais, tais como, o absurdo número de disciplinas em certos anos de escolaridade, o facto de alguns professores só terem contacto com as suas turmas uma vez por semana, a duração dos tempos lectivos de três ou seis quartos de hora conforme os gostos, ou a anquilosada e desajustada divisão do ensino não superior em quatro ciclos. Apresentou com toda a pompa e circunstância, como se fosse um instrumento ansiosamente esperado e imprescindível para o trabalho dos professores, umas chamadas metas de aprendizagem, puramente folclóricas e abstractas, sem cuidar de diminuir os programas comprovadamente extensos e inexequíveis de certas disciplinas ou articular os conteúdos programáticos do currículo de cada ano de escolaridade. Introduziu discretamente uma discussão pública sobre as desvantagens da repetência, só para apalpar o terreno, fugindo rapidamente ao debate, sem explicitar com clareza a sua posição sobre o assunto, numa aparente estratégia para encobrir, justificar, desculpar e, sobretudo, não enfrentar o facilitismo galopante que se instalou nas escolas e perpetuar a indiferença do sistema perante o facto de cada vez mais alunos transitarem de ano, sucessivamente reprovados às mesmas disciplinas. Sobre o número de alunos por turma e o número de turmas por professor disse nada, como se fossem factores despiciendos no combate ao abandono e insucesso escolares. Não beliscou o modelo de gestão imposto por Maria de Lurdes para domesticar os professores, mas tornou mais difícil a acção dos directores, diminuindo-lhes o número de adjacências e aumentando o número de escolas de cada unidade de gestão. Conduziu, com um zelo desmedido e sem perder o sorriso automático de cinco em cinco segundos, o encerramento de centenas de escolas do país profundo, ajudando a dar o golpe de misericórdia em muitas aldeias moribundas.
No momento em que alinhavo estas considerações, Isabel Maria Girão de Melo Veiga Vilar, diminuindo, uma vez mais, o seu nome artístico, ainda estrebucha na televisão, fingindo-se estupefacta com o enterro do regime de avaliação de professores “a meio do ano lectivo”, como se o seu modelo e o anterior tivessem sido implementados no início de qualquer dos períodos a que se aplicavam. Mesmo ao sair de cena, não resistiu à tentação de nos brindar com um exercício de demagogia bacoca, só para mostrar que alguma coisa aprendeu com o chefe do seu governo.
Tendo recebido uma herança pesada e tendo visto o seu ministério ser transformado numa mera repartição do Ministério das Finanças, a margem de manobra de Isabel Alçada era mais do que estreita. Esperava-se, no entanto, muito mais de alguém que foi, salvo erro, uma das primeiras sócias do SPGL e chegou a integrar os seus corpos gerentes. Tal como a sua antecessora, que teve ligações ao movimento anarquista, não se vislumbra na sua passagem pelo poder nenhum dos sonhos do passado. Isabel Alçada ligou o seu nome ao período mais funesto para a dignidade e valorização dos professores. Pelas apreciações que faço neste sintético balanço sobre a sua prestação governativa, lamento sinceramente ter que lhe atribuir a única classificação possível para tamanha incoerência e desilusão: um zero à esquerda, ou seja, como ministra da educação, Isabel Alçada conseguiu ser menos que nada.
J A Faria Pinto, Artigo para a revista Escola-Informação, Abril de 2011.
Abril 28, 2011
Casamentos À Inglesa
Posted by Fafe under A Vidinha, Inclusão, Questões de Protocolo | Etiquetas: Coisas |[7] Comments
Abril 28, 2011
Apontamentos De Pedagogia E Didáctica Da Língua Portuguesa 12
Posted by Paulo Guinote under Didáctica, Língua Portuguesa, Proposta[6] Comments
Abril 28, 2011
Falar Verdade?!?!
Posted by Paulo Guinote under Campanha Eleitoral, Colete de Forças, Comédia de Enganos[16] Comments
Sócrates esquece o PEC 4 e o FMI
José Sócrates esqueceu o PEC 4 e o FMI no discurso de apresentação do programa eleitoral do PS que ontem teve lugar no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. As sessenta e sete páginas do programa socialista não fazem qualquer alusão à presença do Fundo Monetário Internacional em Portugal. O Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC 4) só é referido como arma de arremesso político contra a oposição.
Abril 28, 2011
Os Pobres Que Paguem Os Desvarios Alheios
Posted by Paulo Guinote under Os Ricos que Paguem a Crise[11] Comments
Bancos vão cortar crédito e subir as margens comerciais
Os resultados do inquérito aos bancos, relativo ao primeiro trimestre de 2011, confirmam o que as empresas e as famílias já sentem: conseguir novos empréstimos é cada vez mais difícil e o custo do dinheiro é cada vez mais alto.
A imagem usada para ilustrar a peça é premonitória?
Abril 28, 2011
… ninguém aguenta uma dose semelhante de egoísmo, abifanço e nepotismo descarado.
Passos pede que dêem ao PSD a mesma oportunidade que teve o PS
Eu sei que o título é do jornal, mas estas coisas assustam quando lidas com letras gordas…
Abril 28, 2011
Flores Nos Jardins De Pedra
Posted by Fafe under No Campo é um Descanso | Etiquetas: Janasiu! |[4] Comments

Abril 28, 2011
Abril 27, 2011
Earth, Wind and Fire, Let’s Groove






















