Estado adjudicou contratos a empresas que não existiam
Dezenas de entidades públicas assinaram nos últimos anos contratos por ajuste directo no valor global de cerca de 800 mil euros com empresas que ainda não tinham sido constituídas, revela o novo serviço online Despesa Pública.
Abril 27, 2011
Abril 27, 2011 at 9:52 pm
é abifanço para os amigos e compadres. Está tudo dito!
Abril 27, 2011 at 9:55 pm
Abifanço.
Abril 27, 2011 at 10:02 pm
LADRÕES!
Abril 27, 2011 at 10:04 pm
Terá sido tudo gasto em vaselina…..???
http://4.bp.blogspot.com/-Qp7ED7DtiYg/TWbHtkClXOI/AAAAAAAAAHk/6zdafGzoRBM/s230/0.cu%2Bpodre%2Bsujo.jpg
Abril 27, 2011 at 10:25 pm
Esquemas…
Abril 27, 2011 at 10:35 pm
Na boa “pipale”…
http://trasgalhadas.blogspot.com/2011/04/ta-se-bem.html
Abril 27, 2011 at 10:53 pm
Abifanço Ou Nabice?
Abifanço “of course”!
(Inglês Técnico)
Abril 27, 2011 at 10:56 pm
Ou então chulice…
Abril 27, 2011 at 11:03 pm
#8:
Ou roubo…do erário público
Estado fez 30 contratos por ajuste directo a empresas que não existiam
27 de Abril, 2011
Dezenas de entidades públicas assinaram nos últimos anos contratos por ajuste directo no valor global de cerca de 800 mil euros com empresas que ainda não tinham sido constituídas, revelou o novo serviço online Despesa Pública, site cuja conta foi suspensa cerca das 17h de hoje.
O site Despesa Pública (www.despesapublica.com), anunciado hoje e cuja conta foi suspensa horas mais tarde, foi lançado por um grupo de cidadãos no Dia da Liberdade, 25 de Abril, com o lema «Saiba onde, como e por quem é gasto o dinheiro dos contribuintes».
Cruzando dados oficiais da criação de empresas e dos ajustes directos (sem concurso público), o site permite chegar a «alguns resultados bastante curiosos e de carácter duvidoso», nomeadamente de contratos e adjudicações feitos por entidades da administração central, regional ou local a empresas ainda inexistentes ou criadas pouco dias antes.
A maior parte dos casos de adjudicações a empresas ainda não formalmente constituídas refere-se a contratos feitos com revisores oficiais de contas (ROC).
O caso extremo é o dos Serviços Municipalizados de Abrantes, que terão adjudicado uma prestação de serviços a uma sociedade ROC mais de um ano e meio (606 dias) antes de esta ter sido criada.
Também a Direcção Geral dos Impostos terá adjudicado a compra de uma envelopadora por 14.450 euros a uma empresa que só foi constituída 15 dias depois.
O Ministério da Defesa terá assinado um contrato de 9.160 euros para o fornecimento de material de combate a incêndios por uma empresa que só terá sido constituída 11 dias depois.
A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa terá contratado o fornecimento de 50,7 mil euros de material eléctrico a uma empresa constituída três dias depois.
Os 30 casos referem-se apenas à data de publicação da adjudicação, mas há mais algumas dezenas de contratos assinados antes de as empresas terem sido constituídas e publicados só depois.
Das empresas criadas em 2011, 15 já beneficiaram de 17 contratos com entidades públicas por ajuste directo, no valor global de 870 mil euros.
Uma empresa da área da consultadoria, a mais recente listada no site, terá sido contratada pelo Município do Seixal para prestar serviços de acompanhamento dos planos de pormenor um dia antes (01 de Março) de ter sido formalmente constituída, tendo a adjudicação sido publicada dias depois (10 de Março).
A equipa do site Despesa Pública reconhece que, «por vezes», a informação recolhida «não está 100 por cento correcta», pelo que apela à colaboração de todos na sua validação.
Para testar o novo serviço, a Lusa fez algumas pesquisas directamente nos sites do Governo que servem de fonte ao Despesa Pública (www.base.gov.pt e http://publicacoes.mj.pt) e verificou que são iguais, pelo que, a haver engano, será de alguma das bases de dados oficiais.
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=17767
Abril 27, 2011 at 11:04 pm
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1838724
Polémica
Número de visitas deita site Despesa Pública “abaixo”
por DN.ptHoje
(ACTUALIZADA) Poucos minutos depois da difusão da notícia de que o site “Despesa Pública” divulgava contratos do Estado a empresas que não existiam, o site ficou indisponível.
Durante cerca de duas horas, o servidor onde o site está alojado dava apenas a informação de que a conta tinha sido suspensa. No entanto, a mensagem acabou por mudar: “Site encontra-se temporariamente indisponível, devido ao elevado número de visitas. Seremos breves”, passou a poder ler-se.
Na mesma página é dado o link para a página do Facebook dos organizadores: http://www.facebook.com/pages/Despesa-Pública/196404600397657
Abril 27, 2011 at 11:06 pm
Toca a divulgar e entreguem esta mensagem à corja que nos (des) governa:
É a internet estúpidos!
Abril 27, 2011 at 11:07 pm
Colaborem e divulguem – eu já não sei para onde me virar…
Abril 27, 2011 at 11:07 pm
Despesa Pública
Devido à divulgação do projecto nos jornais e telejornais, o servidor não está a suportar o número de pedidos ao site.
Tivemos de o suspender até arranjarmos uma solução fiável.
Já estamos a tratar do problema, no entanto como já foi referido o site é feito por pura cidadania, sem qualquer tipo de fundos, por isso esperamos que compreendam a situação e aguardem por mais informações.
http://www.facebook.com/pages/Despesa-P%C3%BAblica/196404600397657
Abril 27, 2011 at 11:14 pm
#11
Até admitia, não fosse a ausência da escrita – ao menos isso. Há que não haver desculpa.
Abril 27, 2011 at 11:24 pm
Eu tenho uma relação “má” com muitos jornalistas da imprensa económica, porquê? Veneraram o cangalheiro…
Abril 27, 2011 at 11:25 pm
Anda tudo doido…?
27 Abril2011 | 12:01
Camilo Lourenço – camilolourenco@gmail.com
Take 1 – Depois da segunda revisão do défice orçamental de 2010, motivado pela cobrança de portagens em três SCUT, Vieira da Silva disse que a nova forma de contabilizar o défice não tem “implicações negativas” para o futuro.
Ou seja, a alteração contabilística imposta pelo Eurostat não implica assumpção de novas responsabilidades. É lamentável que um ministro com a qualidade de Vieira da Silva diga coisas destas. Vejamos: o Eurostat obrigou Portugal a assumir de uma vez o investimento nas SCUT; ao invés de contabilizar, ano após ano, as rendas a pagar pela sua construção.
Isto significa que não há responsabilidades futuras? Não. A dívida pública até subiu para 93% do PIB e o financiamento a negociar com a troika tem de levar em conta todos os compromissos assumidos. Até porque há outras SCUT que vão levar o mesmo caminho em 2011…
Vieira da Silva devia ter dito outra coisa. Que o Eurostat faz um favor aos portugueses: clarificou os compromissos que o Estado assumiu (não apareciam na dívida) e que vai ter de pagar.
Take 2 – Jorge Sampaio, Presidente da República quando começou a pior fase do desgoverno orçamental (com António Guterres), sugeriu na RTP1 que Portugal deve pedir um alargamento do prazo de pagamento da dívida. Fantástico! Um ex-presidente assume que o Estado a que presidiu, depois de gastar o que tinha e o que não tinha (apesar dos alertas…), deve reestruturar dívida. Ou seja, deve prejudicar quem nos emprestou dinheiro (no meio de uma “negociação” duríssima com o FMI, CE e BCE…).
O que vai acontecer aos juros quando tivermos de pedir mais dinheiro? Pior que isto só mesmo a confusão entre défice externo e défice orçamental nos discursos do 25 de Abril…
camilolourenco@gmail.com
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=481123
Abril 27, 2011 at 11:31 pm
Fui.
Abifanço puro e duro…
(…)
Comentário:
A delegação de estrangeiros que representam os nossos credores e que por cá passam uns dias a espiolhar as nossas contas maradas, provavelmente pensam e sentem bem este problema. Se bem que se encontram instalados nos melhores hotéis e a comer nos melhores restaurantes, devem interrogar-se como é que temos tantos carros de topo das marcas que eles fabricam e vendem ao terceiro mundo.
Se por cá tivessem estado em 1985, teriam visto outro panorama no Terreiro do Paço: velhas carripanas Volvo ou BMW ( consoantes os governos eram do PS ou do PSD…) mas ainda em bom estado de funcionamento para transportar notáveis dos ministérios. As empresas públicas tinham Renault´s ( governos PS oblige…) e os escalões inferiores da administração que deles precisavam , o modelo 4L, o mais económico. As Câmaras já se alargavam em volvos ( Porto, PS oblige), mas ainda não se estendiam a todos os vereadores nem aos assessores tipo Francos e quejandos.
Agora, passados um pouco mais de vinte anos temos um parque automóvel digno de fazer inveja a Berlim, Paris ou Londres.
Somos ricos! “Pai! Sou ministro!”
FDP.
- posted by josé @ 23.4.11 6 comments
http://portadaloja.blogspot.com/2011/04/as-diferencas-etnicas.html
Abril 27, 2011 at 11:37 pm
#5.quink644:
Abraço…
Guardem nos favoritos:
http://porquemedizem.blogspot.com/
#14:
Dorme bem Lusitano!
Abril 28, 2011 at 12:50 am
MAIS UNS ENTRE MUITOS OUTROS ROUBOS!
Livresco:
Quando não há procuradores para mandar destruir potenciais provas, gavetas para esconder indícios, possibilidade de enviar a polícia ao local, capacidade de substituição de equipa discordante, promoção da ameaça com processos disciplinares, capacidade televisiva ou jornalística de just-in-time promover opinadores pró-sistema, …, avançam os bulldozers do choque tecnológico…
Abril 28, 2011 at 6:36 pm
A malta é mesmo má língua
. O Estado limitou-se a apoiar a criação de empresas. Se estas adjudicações não tivessem acontecido estas sociedades não se teriam constituído.