Em minha casa foi um desassossego até percebermos que o som vinha da tv. Temos gatos e pareciam gritos de aflição…
Acho que é uma gralha. Segundo a lenda “As Penas do Pavão” na época da troca de penas, o pavão renovou a sua bela plumagem, depois passou por ali uma gralha vaidosa e apanhou as, vestiu-se com elas e foi à festa das aves.
Na lenda a gralha foi desmascarada pelas aves da floresta.
Era um corvo a falar, com um pavão, em fundo, a lembrar (aos que acham que, afinal, comparado com a direita, o Corvo-Socas nem é assim tão mau…) uma máxima dos nuestros hermanos:
“Cria corvos e eles comer-te-ão os olhos”…
Crise??? Onde está???
Tolerância de ponto!!! Pouca vergonha. O povo tem que trabalhar aos sábados, domingos, feriados. Qual tolerãncia’?! É um sacrilégio. Pois é. É necessario pagar a taxa para que os chefões possam utilizar carrinhos topo de gama, motoristas para cada dia da semana, secretárias para as ocasiões, viagens de última hora… São estes os indicadores que mostram o desenvolvimento de um país. O sr ingenheiro tem que mostrar trabalho… a compra de mais um carrito, a contratação de mais um amigo. Zé trabalha.
#16
Sobretudo os motoristas fazem muita falta. Homens espadaúdos para todo o serviço. Tanto conduzem a berlina como empurram os jornalistas inoportunos (selvejeria, pá!). E desconfio que ainda haverá quem não só lhe guarde as costas como ainda faça massagens…
Os pavões são vaidosos, os corvos são ladrões…
O melhor que a entrevista teve foi o som de fundo da passarada!
“Adoro” também quando o zézinho faz aqueles olhos semi-cerrados quando está a mentir…Nunca repararam?
“Na Europa Cristã, o corvo, por sua associação pagã aos deuses, sem falar na sua cor negra e voz rouca, adquiriu uma simbologia sinistra e uma ligação com maus espíritos. Santo Ambrósio, por exemplo, exprobra o corvo por não haver retornado à arca quando Noé o soltou a inspecionar os efeitos do dilúvio. Lendas judaicas, maometanas e cristãs apresentam-no como desprezível e ímpio, por causa de seu regime alimentar de carniça. Falam de santos atormentados no deserto por demônios em forma de corvos e de bruxas que os cavalgavam. Shakespeare faz inúmeras menções ao corvo como ave mau-agourenta: acreditava-se que o esvoaçar crocitante de corvos sobre alguma casa onde houvesse alguém doente, sobretudo ao entardecer, era sinal de morte iminente. Esse misterioso relacionamento com a morte decorre do fato de a presença de corvos no céu indicarem, aos caçadores, a proximidade de carniça.”
“Outra lenda grega, também nos fala de uma condenação, desta vez pelo crime da desobediência: forçado a buscar água para uma cerimônia celebrada pela coletividade dos deuses, o corvo atrasou-se no caminho, para esperar o amadurecimento de uns figos cobiçados por ele. Como castigo, fora condenado a ficar sem água durante todo o verão… o que lhe valeu uma rouquidão que explica o crocitar dos corvos até hoje.”
Eh,eh,eh, não era um mau castigo, não senhor!
Era um pavão ( não brinco, sei identificar).
…
Corrijo: DOIS pavões, ambos a gritar. Um dentro de casa, outro no jardim. Gostei mais do que se ouvia menos, mais raramente.
… o de fora, evidentemente.
Abril 26, 2011 at 9:59 pm
Pavorvo!!!
O que devia er dito…
Abril 26, 2011 at 10:03 pm
Simples: o pavão está bem visível no ecrã, o corvo ouve-se nos bastidores. Será o clone?…
Abril 26, 2011 at 10:04 pm
é mesmo um cómico!….
Abril 26, 2011 at 10:06 pm
Era um coelho, definitivamente.
Abril 26, 2011 at 10:07 pm
A mim parece-me mais ratazana, embora se ande sempre a pavonear e traga para o nosso futuro terríveis augúrios de corvo…
Abril 26, 2011 at 10:13 pm
É um pavão que entregou o país aos corvos do FMI, BCE e UE.
Abril 26, 2011 at 10:14 pm
Era um pavão.
eu sei o que estou a afirmar
( não sou urbano)
Abril 26, 2011 at 10:15 pm
Abril 26, 2011 at 10:15 pm
Devia ser um engraçadinho da TVI que sabia imitar corvos
Abril 26, 2011 at 10:20 pm
Comentário no post do 31 da Armada
Cada vez que o Sócrates dizia uma mentira, havia um animal no jardim que tocava uma corneta!
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4998664.html
Abril 26, 2011 at 10:20 pm
Até os bicharocos sabem onde está a podridão!!!
Abril 26, 2011 at 10:21 pm
#7:
Era um pavão sim…
Abril 26, 2011 at 10:22 pm
Em minha casa foi um desassossego até percebermos que o som vinha da tv. Temos gatos e pareciam gritos de aflição…
Acho que é uma gralha. Segundo a lenda “As Penas do Pavão” na época da troca de penas, o pavão renovou a sua bela plumagem, depois passou por ali uma gralha vaidosa e apanhou as, vestiu-se com elas e foi à festa das aves.
Na lenda a gralha foi desmascarada pelas aves da floresta.
Será um bom prenúncio?
Abril 26, 2011 at 10:27 pm
Era um corvo a falar, com um pavão, em fundo, a lembrar (aos que acham que, afinal, comparado com a direita, o Corvo-Socas nem é assim tão mau…) uma máxima dos nuestros hermanos:
“Cria corvos e eles comer-te-ão os olhos”…
Abril 26, 2011 at 10:28 pm
Pavão ou corvo?
Urubu!
Abril 26, 2011 at 10:29 pm
Crise??? Onde está???
Tolerância de ponto!!! Pouca vergonha. O povo tem que trabalhar aos sábados, domingos, feriados. Qual tolerãncia’?! É um sacrilégio. Pois é. É necessario pagar a taxa para que os chefões possam utilizar carrinhos topo de gama, motoristas para cada dia da semana, secretárias para as ocasiões, viagens de última hora… São estes os indicadores que mostram o desenvolvimento de um país. O sr ingenheiro tem que mostrar trabalho… a compra de mais um carrito, a contratação de mais um amigo. Zé trabalha.
Abril 26, 2011 at 10:30 pm
#14 O corvo anuncia morte. Será que o fim se aproxima?!
Abril 26, 2011 at 10:34 pm
http://www.leiloes.net/upload_tmp/1/img_5488161_1247419352_abig.jpg
Abril 26, 2011 at 10:41 pm
#16
Sobretudo os motoristas fazem muita falta. Homens espadaúdos para todo o serviço. Tanto conduzem a berlina como empurram os jornalistas inoportunos (selvejeria, pá!). E desconfio que ainda haverá quem não só lhe guarde as costas como ainda faça massagens…
Abril 26, 2011 at 10:57 pm
É a mãe a chamá-lo para a sopa…
Abril 26, 2011 at 11:02 pm
Era o TS com uma crise de hemorróidas.
Abril 26, 2011 at 11:13 pm
lamechices???
Abril 26, 2011 at 11:15 pm
Pavão, claro. O corvo é o Luís.
Abril 26, 2011 at 11:17 pm
#17
A este ritmo, é mais certo que o fim seja o nosso… este parece querer durar para sempre… não haverá um fim?
Abril 26, 2011 at 11:18 pm
Uma “crónica de morte [política] anunciada”?
Abril 26, 2011 at 11:20 pm
Quanto à unidade, eu escolho a légua… para ver se se põe a léguas…
Abril 26, 2011 at 11:33 pm
Os pavões são vaidosos, os corvos são ladrões…
O melhor que a entrevista teve foi o som de fundo da passarada!
“Adoro” também quando o zézinho faz aqueles olhos semi-cerrados quando está a mentir…Nunca repararam?
Abril 26, 2011 at 11:36 pm
Acho que o som dos passaros é o som das Trombetas do Apocalise.
Abril 26, 2011 at 11:41 pm
Cá para mim é um bicho mau a miar.
Abril 26, 2011 at 11:54 pm
“Na Europa Cristã, o corvo, por sua associação pagã aos deuses, sem falar na sua cor negra e voz rouca, adquiriu uma simbologia sinistra e uma ligação com maus espíritos. Santo Ambrósio, por exemplo, exprobra o corvo por não haver retornado à arca quando Noé o soltou a inspecionar os efeitos do dilúvio. Lendas judaicas, maometanas e cristãs apresentam-no como desprezível e ímpio, por causa de seu regime alimentar de carniça. Falam de santos atormentados no deserto por demônios em forma de corvos e de bruxas que os cavalgavam. Shakespeare faz inúmeras menções ao corvo como ave mau-agourenta: acreditava-se que o esvoaçar crocitante de corvos sobre alguma casa onde houvesse alguém doente, sobretudo ao entardecer, era sinal de morte iminente. Esse misterioso relacionamento com a morte decorre do fato de a presença de corvos no céu indicarem, aos caçadores, a proximidade de carniça.”
“Outra lenda grega, também nos fala de uma condenação, desta vez pelo crime da desobediência: forçado a buscar água para uma cerimônia celebrada pela coletividade dos deuses, o corvo atrasou-se no caminho, para esperar o amadurecimento de uns figos cobiçados por ele. Como castigo, fora condenado a ficar sem água durante todo o verão… o que lhe valeu uma rouquidão que explica o crocitar dos corvos até hoje.”
Eh,eh,eh, não era um mau castigo, não senhor!
http://members.fortunecity.com/entremundos1/aves.htm
Abril 26, 2011 at 11:57 pm
Um dia pavão…outro dia penas no chão!
Abril 27, 2011 at 12:31 am
Parece que desta vez a Judite piscou menos os olhos. Mas a banalidade das perguntas foi a mesma. Tudo muito facilitado para o animal político.
Abril 27, 2011 at 12:57 am
…studycase … ciência política…nonsense…
Abril 27, 2011 at 1:29 am
Onde estão as diferenças?
Abril 27, 2011 at 1:33 am
A partir de 1:27 aparece o zézinho Socas…
Abril 27, 2011 at 1:39 am
Era um pavão ( não brinco, sei identificar).
…
Corrijo: DOIS pavões, ambos a gritar. Um dentro de casa, outro no jardim. Gostei mais do que se ouvia menos, mais raramente.
… o de fora, evidentemente.
Abril 27, 2011 at 11:20 pm
O pavão em tempo real