Sócrates já votou e deixou declarações sobre PSD para domingo
(…)
“Falarei amanhã”, disse o líder socialista e primeiro-ministro demissionário, que entrou e saiu das instalações do partido sem prestar mais declarações. Este silêncio surge depois de José Sócrates ter-se manifestado nesta sexta-feira, em Bruxelas, “impaciente” para comentar as posições do PSD sobre a subida do IVA e a avaliação dos professores, confessando ter de se “conter” para não o fazer fora do país.
Março 2011
Março 27, 2011
Março 27, 2011
Março 26, 2011
John Mellecamp, Cherry Bomb
Março 26, 2011
O Expresso Do Dia – 3
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Docentes, Equívocos, Isto é um Suponhamos...[115] Comments
Não vou individualizar a crítica, para não ser eventualmente injusto com uma terceira pessoa. Mas será óbvio a que tipo de prosa me refiro, recorrente em alguns opinadores ocasionais sobre Educação.
É aquela corrente que é solidária com uma certa aristocracia de algumas escolas, urbanas, históricas, onde se sente o peso da tradição e os lugares estão marcados e funcionam quase como coutadas.
Felizmente sou professor de subúrbio e nunca passei por esse tipo de experiência.
Mas conheço quem passou por ela.
Por ser invisível perante certos vultos e personalidades, heranças dos liceus de outrora, acima do contacto com aqueles que já então eram encarados como zecos, antes de o terem sido na boca de um governante,
Para essas pessoas, o regime de titulares veio apenas dar configuração formal, de jure, a algo que sentiam ser seu, embora antes apenas de facto.
Extintos os titulares tiveram remoques e amoques, mas sucederam-se-lhes os relatores e, embora com menos simbolismo, sempre era algo que compensava um pouco a perda sentida.
Neste momento, perante a suspensão da ADD, sentem-se gente injustiçada, pelo trabalho feito, Acham asneira interromper isto a meio do ano lectivo, esquecendo que nunca a ADD arrancou a tempo e horas, sempre foi um enxerto temporal, atirado para as escolas em Janeiro, como com o DR 2/2008.
Compreendo a mágoa.
Tenho pena.
Março 26, 2011
O Expresso Do Dia – 2
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Docentes, Doutor em Spin[68] Comments
Alguns dos maiores admiradores e arautos de Mário Nogueira são os seus mais acérrimos críticos e detractores. Basta ler o editorial do Expresso e várias peças distribuídas pela imprensa e opinadores da nossa praça pública.
A demonização dos professores, corporizada no rosto de Mário Nogueira é um recurso fácil e cómodo para os que querem agitar papões e demónios que são mais pessoais do que reais.
Dizer que a suspensão da avaliação do desempenho é uma vitória de Nogueira é uma distorção da realidade que o próprio agradece, pois sabe bem que essa deixou de ser uma prioridade real e efectiva da actividade sindical neste último ano.
Querer associar a classe docente ao líder da Fenprof é um estratagema antigo e serve à medida aos objectivos das duas partes que desenvolvem esta coreografia há anos, com curtos intervalos.
As iniciativas contra a ADD neste ano lectivo foram feitas à revelia dos sindicatos e muitas vezes com a sua desconfiança.
Tal como escrevi há dias, os bons precisam dos maus para justificar a sua existência. De um lado e do outro. Do ponto de vista do centrão cinzentão, pastoso, pseudo-moderno e defensor da avaliação do desempenho, precisa-se de um rospo para corporizar o mal. Faz isso com Mário Nogueira. Ele agradece.
Março 26, 2011
O Expresso Do Dia – 1
Posted by Paulo Guinote under Ó Faxavor!, Ó Melga!, Vai-te Catar[111] Comments
MST acha que ter-se enganado não faz mal nenhum. Quintuplicar a remuneração dos professores por classificarem exames (ele insiste em designar como corrigir, mas pileca idosa desentende novos linguajares) para ele não invalida o princípio magno que ele defende: para os professores, classificar exames de outros alunos e outras escolas, indo buscá-los a dezenas de quilómetros é o mesmo que um polícia ir para a rua ou um bombeiro apagar fogos.
Patético.
Mas o pior é que MST volta a incorrer em disparate ao escrever que os professores são «dispensado de dar aulas e ainda são comnpensados com mais dias de dispensa do que aqueles gastos com essa tarefa».
É MENTIRA!
Mas o que interessa?
MST considerará que novo erro e ofensa são detalhes perante a sua brilhante visão panorâmica da macro-realidade.
O Expresso paga-lhe e não pede rigor, o circo pode continuar.
Março 26, 2011
É @ Nossa Escolinha:
E mais uma (excelente) frase da semana
Fórum SNESup:
ADD suspensa, e os RADs ?
Marx no PS:
Temei a Ira dos “Xuxas”!
Março 26, 2011
Expresso Vs Professores: Uma Velha Desafeição
Posted by Paulo Guinote under (Des)Informação, Avaliação, Docentes[46] Comments
Hoje o exército é formado pelo MST, pelo Fernando Madrinha e até no editorial. Um chama terroristas a quem quer que ele escreva sem mentiras, o outro defende o status quo dos que já eram titulares e relatores antes de o serem e o editorial aproveita para demonizar os professores no rosto de Mário Nogueira.
Vícios antigos, que merecem uma resposta menos concisa, com o estômago melhor fornido.
Março 26, 2011
O Colega Esperança É Assim
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Contraditório, Docentes[113] Comments
Gosta de levar as coisas até ao fim, incluindo asneiras.Que pena, já não poderá correr tão livremente com quem gostaria?
“O Parlamento deu-nos voz, ouviu o que professores e directores reclamam há muito contra um processo injusto e muito burocrático. Era um modelo que em nada dignificava os docentes”, congratulou-se o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, Manuel Pereira. “Foi mais um disparate que se fez”, contrapõe Manuel Esperança, presidente do Conselho das Escolas, um organismo consultivo do Ministério da Educação que representa os directores. O actual ciclo avaliativo termina em Dezembro. Falando a título individual, aquele responsável acrescentou: “Estávamos a fazer o que a lei nos pedia. Sempre na esperança de, no final, podermos apontar quais as deficiências que detectámos, e também as suas causas. E isso só se consegue quando se trabalha um modelo e não quando se interrompe a meio. É o que tem acontecido sempre no nosso sistema educativo. Fazem-se reformas constantes, estas nunca são avaliadas e inicia-se tudo de novo”.
Março 26, 2011
À Espera Da Velha Coligação Positiva Do 1º Mandato?
Posted by Paulo Guinote under Truques[61] Comments
E será que o senhor presidente cumprirá a promessa feita há dias de que deveria ser o Parlamento a decidir as coisas? Ou virá em defesa da herança da sua antiga delfina?
Governo espera veto presidencial à suspensão da avaliação de professores
Março 26, 2011
O Texto Que Foi Efectivamente Aprovado Na Assembleia Da República
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Docentes, Parlamento[32] Comments
Cortesia do Ad Duo:
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Texto de substituição
Projecto de Lei nº 571/XI/2ª (PCP)
Projecto de Lei nº 575/XI/2ª (PPD/PSD)
Suspensão do actual modelo de Avaliação do Desempenho de Docentes
Os deputados abaixo assinados apresentam o presente texto de substituição após discussão na especialidade dos Projectos de Lei nº 571/XI do PCP e nº 575/XI do PPD/PSD:
Artigo 1.º
(Norma revogatória)
É revogado o Decreto Regulamentar 2/2010, de 23 de Junho.
Artigo 2.º
(Novo modelo de avaliação do desempenho docente)
Até ao final do presente ano lectivo, o Governo inicia o processo de negociação sindical tendente a aprovação do enquadramento legal e regulamentar que concretize um novo modelo de avaliação do desempenho docente, produzindo efeitos a partir do início do próximo ano lectivo.
.
Artigo 3.º
(Período Transitório)
Para efeitos de avaliação desempenho docente, e até à entrada em vigor do novo modelo de avaliação, são aplicáveis os procedimentos previstos no Despacho nº 4913-B/2010, de 18 de Março, no âmbito da apreciação intercalar, até ao final de Agosto de 2011.
Artigo 4.º
(Entrada em vigor)
A presente lei entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.
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Palácio de S. Bento, de 24 de Março de 2011
Os Deputados,
Miguel Tiago
Pedro Duarte
Ana Drago
Heloísa Apolónia
Março 26, 2011
Março 26, 2011
Porquê?
Posted by Paulo Guinote under O Apocalipse Está Próximo, O Caos à Esquina, O País, O Pântano, O Polvo[33] Comments
Março 26, 2011
Começa O Dia
Posted by Fafe under A Ordem, Lucidez, Polémicas | Etiquetas: Ler e reler |[12] Comments
[Ezra Pound]
Março 25, 2011
Lightning Seeds, Pure
Março 25, 2011
Expressão Do Dia
Posted by Fafe under Afinidades, Auto-Estima, Mensagem, Prazeres | Etiquetas: Actualidade póstuma |[11] Comments
dá cá um abraço
Março 25, 2011
O Que Foi Discutido Hoje, No Parlamento Sobre A ADD – V. 2.0
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Docentes, Parlamento[23] Comments
Nota prévia: não gosto de reescrever posts, excepto para corrigir erros ortográfico ou de sintaxe, pelo que apenas mudei um pouco o título deste. Já estão nos comentários as referências correctas aos diplomas aprovados na Assembleia.
Não me perguntem se foi exactamente isto, se foi mais, já me perdi por entre os 542 posts dos últimos dias. Agradeço à Regina Alves o envio:
Projecto de Lei nº 575/XI
Suspensão do actual modelo de Avaliação do Desempenho de Docentes
Exposição de Motivos
O modelo de avaliação de docentes tem sido causa de enorme perturbação nas nossas escolas e de gritante desmotivação para a generalidade dos professores portugueses.
No início desta Legislatura, o Parlamento criou condições para que o actual Governo rectificasse as evidentes debilidades do modelo obsessivamente imposto pela anterior governação liderada pelo Eng. José Sócrates.
Contudo, desafortunadamente, mais de um ano volvido, somos obrigados a concluir que, substantivamente, pouco mudou. Não se ignora a alteração do Estatuto da Carreira Docente que, por força da acção do PSD, permitiu que, designadamente, culminasse a divisão artificial entre as categorias de “professor titular” e de mero “professor”. Mas, no que concerne ao modelo de avaliação do desempenho docente, as mudanças não trouxeram qualquer melhoria que respondesse aos problemas decorrentes do anterior modelo.
O processo de avaliação dos docentes é, hoje, nas nossas escolas um enorme encargo burocrático para os professores, dele nada decorrendo de positivo, do ponto de vista formativo e de incentivo a progressos no seu desempenho.
O Grupo Parlamentar do PSD propõe, deste modo, a suspensão deste modelo de avaliação, em coerência com o enunciado e com o intuito de recentrar a actividade dos professores no ensino e nas aprendizagens dos seus alunos, isto é, na sua essencial missão nas escolas.
Em paralelo e em simultâneo com o presente projecto de lei, o Grupo Parlamentar do PSD apresenta um projecto de resolução em que materializa a sua visão e as suas propostas para um modelo de avaliação dos professores simples, consequente, que contribua para a melhoria do seu desempenho e que não perturbe a sua actividade docente.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, os deputados abaixo assinados apresentam o seguinte Projecto de Lei:
Artigo 1.º
(Norma revogatória)
1. São revogados os artigos 40.º a 49.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de Abril, alterado pelos Decretos-Lei n.º 105/97, de 29 de Abril, 1/98, de 2 de Janeiro, 35/2003, de 27 de Fevereiro, 121/2005, de 26 de Julho, 229/2005, de 29 de Dezembro, 15/2007, de 19 de Janeiro, 35/2007, de 15 de Fevereiro, 270/2009, de 30 de Setembro e 75/2010, de 23 de Junho.
2. É revogado o Decreto Regulamentar 2/2010, de 23 de Junho.
Artigo 2.º
(Novo modelo de avaliação do desempenho docente)
Até ao final do presente ano lectivo, o Governo aprovará o enquadramento legal e regulamentar que concretize um novo modelo de avaliação do desempenho docente e que deverá produzir efeitos a partir do início do próximo ano lectivo.
Artigo 3.º
(Período Transitório)
Durante o período que decorre até à entrada em vigor do novo modelo de avaliação do desempenho docente, são repristinados os artigos 39.º a 53.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, aprovados pelo Decreto-Lei n.º139-A/90, de 28 de Abril, alterado pelos Decretos-Lei n.º 105/97 de 29 de Abril, 1/98 de 2 de Janeiro, 35/2003 de 27 de Fevereiro, 121/2005 de 26 de Julho, 229/2005 de 29 de Dezembro.
Artigo 4.º
(Entrada em vigor)
A presente lei entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.
Palácio de S. Bento, de 24 de Março de 2011
Os Deputados,
PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 497/XI
Princípios a que deve obedecer o novo quadro legal da avaliação e da classificação do desempenho das escolas e dos docentes
O PSD não põe em causa o princípio de avaliação do desempenho dos professores nas nossas escolas. Mas esta avaliação não deverá ter um intuito penalizador para a sua dignidade e para as suas condições de trabalho.
Pelo contrário, deverá ter como objectivo primordial a melhoria do desempenho dos docentes.
A insistência no actual modelo de avaliação vigente não trará qualquer vantagem para o sistema, sendo mesmo, paradoxalmente, um factor de perturbação da desejada qualidade do ensino.
Desse modo, o PSD propôs a sua suspensão numa outra iniciativa legislativa apresentada conjuntamente com a presente.
Precisamente porque acredita que a avaliação dos docentes deve constituir um elemento incentivador da melhoria da qualidade do ensino nas nossas escolas, o Grupo Parlamentar do PSD propõe, neste projecto de resolução, os princípios que deverão nortear a aplicação de um novo modelo, a ser aplicado a partir o início do próximo ano lectivo.
Assim, nos termos regimentais e constitucionais aplicáveis, os Deputados abaixo assinados do Grupo Parlamentar do PSD propõem que a Assembleia da República adopte a seguinte:
RESOLUÇÃO
1. Até ao final do presente ano lectivo, o Governo deverá aprovar um novo enquadramento legal e regulamentar que concretize um modelo de avaliação do desempenho docente que deverá produzir efeitos a partir do início do próximo ano lectivo.
2. Para o efeito previsto no número anterior, o Governo deverá desenvolver todas as diligências no sentido de gerar o mais amplo consenso possível com os diferentes agentes educativos.
3. O novo modelo de avaliação deverá nortear-se pelos seguintes princípios:
a. O quadro legal que venha a ser definido deve tratar autonomamente a avaliação do desempenho e a classificação do desempenho.
b. O modelo de avaliação e classificação do desempenho deve ser desenvolvido com a colaboração estreita dos actores a quem se destina, substituindo a lógica da imposição pela lógica da aceitação.
c. O modelo de avaliação e classificação do desempenho das escolas e dos professores deve prever um sério escrutínio técnico, de natureza pedagógica e científica, por parte das associações representativas da comunidade educativa, de modo a garantir-lhe credibilidade e exequibilidade.
d. O modelo de avaliação e de classificação do desempenho não deve ser universal, isto é, não deve ser o mesmo para contextos científicos e pedagógicos diferentes.
e. A avaliação do desempenho deve privilegiar a avaliação do desempenho da Escola, enquanto somatório do desempenho dos seus actores.
f. A avaliação do desempenho dos docentes far-se-á tendo como referencial obrigatório o quadro de desenvolvimento da escola a que o docente pertence e não uma multiplicidade de percursos e objectivos individuais dos docentes que a integram.
g. A avaliação do desempenho deve visar a gestão do desempenho, isto é, ter como resultado prioritário a determinação dos obstáculos ao sucesso do ensino e a sua remoção, numa lógica formativa.
h. A classificação do desempenho referir-se-á a ciclos temporais bem mais dilatados que o anual, manifestamente insuficiente para gerar alterações observáveis relevantes e de forma a não supor cargas incomportáveis de procedimentos administrativos. No que toca a consequências na progressão na carreira dos docentes, tais ciclos temporais serão os da duração de cada escalão profissional.
i. A classificação do desempenho deve revestir uma lógica externa preponderante, removendo definitivamente da cultura organizacional das escolas os malefícios da classificação inter-pares.
j. A avaliação e a classificação do desempenho devem ser consequentes, num quadro de correspondência bem definida entre autonomia e responsabilidade.
k. A avaliação e a classificação do desempenho devem constituir referenciais dominantes da acção de supervisão formativa da Inspecção-Geral da Educação e instrumentos axiais de uma política de garantia da qualidade do ensino.
Palácio de S. Bento, 24 de Março de 2011
Os Deputados,
Março 25, 2011
Março 25, 2011
The Austerity Delusion
Portugal’s government has just fallen in a dispute over austerity proposals. Irish bond yields have topped 10 percent for the first time. And the British government has just marked its economic forecast down and its deficit forecast up.
What do these events have in common? They’re all evidence that slashing spending in the face of high unemployment is a mistake. Austerity advocates predicted that spending cuts would bring quick dividends in the form of rising confidence, and that there would be few, if any, adverse effects on growth and jobs; but they were wrong.
It’s too bad, then, that these days you’re not considered serious in Washington unless you profess allegiance to the same doctrine that’s failing so dismally in Europe.
Março 25, 2011
Pacheco Pereira A Desvincular
Posted by Paulo Guinote under Desvinculação Total, Equívocos[48] Comments
Em declarações à SIC em 2011:
O que JPP não consegue ultrapassar é o pensamento enquadrado e formatado em que só há Governo e sindicatos. Não, na escola não mandam os sindicatos. Os sindicatos representam os professores nas negociações coreografadas para serem celebrados acordos.
Na escola estão alunos, funcionários e professores. E as famílias, quando assim querem.
O poder de mando está muito longe de estar nos sindicatos.
Era bom a JPP um banho de realidade, para além dos banhos de livros e jornais, que também aprecio.
E, que raios, que perdesse estas teias demonizadoras que o fazem ver a deriva comunista em toda a esquina.


















