Repesco para aqui algumas ideias perdidas no caudal dos comentários de um post abaixo porque as julgo pertinentes.
A questão central aí equacinada era a de saber se o “proletariado académico” converte a sua luta contra a precarização numa luta global de emancipação social ou se está apenas “à rasca” por ver escapar-lhe o acesso a um lugar ao sol na ordem capitalista global.
Questão inquietente na medida em que a “despolitização generalizada” é o caldo ideológico em que este “lumpen proletariado” foi educado e embalado. Para muitos desses “excluido-diplomados”, o que lhes custa realmente é verem frustrada a ambição de ascensão social que o “canudo” parecia prometer.
A violência, mais ou menos gratuita, parece então corresponder em muitos casos, não apenas a um vazio de expectativas mas sobretudo de ideias e de projectos.
Março 27, 2011 at 9:43 pm
Numa coisa somos únicos: somos os mais pacíficos.
Por aqui, enchem-se as ruas de multidões e não há desacatos.
Não sei se é virtude se defeito. Às vezes gosto, outras não.
Março 27, 2011 at 9:57 pm
Repesco para aqui algumas ideias perdidas no caudal dos comentários de um post abaixo porque as julgo pertinentes.
A questão central aí equacinada era a de saber se o “proletariado académico” converte a sua luta contra a precarização numa luta global de emancipação social ou se está apenas “à rasca” por ver escapar-lhe o acesso a um lugar ao sol na ordem capitalista global.
Questão inquietente na medida em que a “despolitização generalizada” é o caldo ideológico em que este “lumpen proletariado” foi educado e embalado. Para muitos desses “excluido-diplomados”, o que lhes custa realmente é verem frustrada a ambição de ascensão social que o “canudo” parecia prometer.
A violência, mais ou menos gratuita, parece então corresponder em muitos casos, não apenas a um vazio de expectativas mas sobretudo de ideias e de projectos.
Março 27, 2011 at 10:07 pm
Farapas no zsegumneto do
Março 27, 2011 at 10:08 pm
Farpas no seguimento do que está a dizer lê este excelente texto de um analista alemão sobre as finalidades do ensino nos dias que correm..
http://bulimunda.wordpress.com/2011/03/27/a-economia-politica-da-educacao/
Março 27, 2011 at 11:54 pm
Povo manso, o nosso!