Este livrinho corresponde a uma deliberação com sentido duplo. Por um lado, provocar nos seus eventuais leitores a vontade de ir ao encontro dos (poucos) autores de que nele se fala sem pretensões aprofundadas. Depois, afastá-los da tentação de ler outros tantos, bem como coisas que sobre eles se produziram. Enquanto leitor, parto do princípio elementar de que a literatura não é democrática e que muito do que se lança por aí em seu nome é, visto a partir dela, uma falácia.

Março 24, 2011 at 1:20 pm
Quando o autor do livrinho diz:
“Enquanto leitor, parto do princípio elementar de que a literatura não é democrática e que muito do que se lança por aí em seu nome é, visto a partir dela, uma falácia.”
arrisca-se a incluir o seu livrinho numa das muitas falácias.
O bom julgador a si se julga.
Março 24, 2011 at 2:39 pm
Para termos uma opinião crítica e construtiva sobre a “Literatice” temos necessariamente de tomar contacto com ela…
Não suporto a ignorância e o preconceito daqueles que afirmam não gostar de favas, sem sequer as terem provado…
Que ninguém tenha a presunção de deliberar em nome da legítima liberdade de escolha do leitor…
Detesto pétalas de rosa na salada, mas recordo, com saudade, o amargo das azedas com que me deliciava, em miúda, a caminho da escola…
Leiam Garrett,na “Memória ao Conservatório Real” e, depois,conversaremos…
Março 24, 2011 at 4:25 pm
Já folheei.
Devo comprar.
Fez-me sorrir em diversas passagens.
Nestes tempos, vale bem o preço.