Março 2011


Manic Street Preachers, From Despair To Where

All or Nothing

All or Nothing
The final race. the final decision
All disgrace or fortune all
Either I fall or I stand tall;

All or Nothing
No compromises this time
No catholic design
Either I win or I lose;
And I, don’t get to choose.

All or Nothing
The final fight
All hells lose in this frenzied quest
No time to spare
No breaks. No rest.

All or Nothing
Either I return the victor
Or I die fighting like hector.

This moment & its might
Intensity
Emotion
Density
Devotion
Honor me. Don’t cry
If death arrives and I die
Let the flame of the candle alight
Honor me. Don’t cry
If I don’t come back home tonight……..

[Siddharth Anand]

Vieram trazer-me à porta o 2º volume da História da Vida Privada em Portugal. Círculo de Leitores. Foi promoção, lá acedi. São livros interessantes, já o primeiro volume o era, mas falhava na área que melhor conheço. Este então falha estrondosamente na mesma matéria. Não é por falta de fontes. É por pudor. Ao que parece há uma estirpe de historiadores que tem pruridos em entrar nos afectos e nas alcovas do passado. Como falar de vida privada sem falar dos sentimentos, do amor, da sexualidade? Espantoso!

No fundo, nada disto é novo, esta forma de manipular os factos, retorcer as causalidades, sofisticar os números com metodologias coiso e tal. Vimos isso tudo quando da primeira investida da governação-sócrates sobre os professores. Na altura, muitos dos que agora bradam contra as manigâncias, achavam tudo bem, que era rigor e a objectividade dos números. Não era. Desde essa altura que os números são objectos de estratégias criativas pelos auxiliares do senhor engenheiro. Agora vimos o resultado de ele não ter sido travado a tempo no disparate. Os maiores culpados: quem o ergueu, quem lhe deu força e quem o manteve lá.


Sem alterações o défice de 2010 ficou em 6,8%, sustenta ministro da Presidência

O ministro da Presidência afirmou hoje que, no que se refere apenas à execução orçamental, sem a introdução de alterações metodológicas na contabilização, o défice de Portugal em 2010 ficou em 6,8 por cento.

 

Assis justifica revisão do défice em alta com mudança de metodologia

O líder parlamentar socialista, Francisco Assis, escusou-se hoje a comentar a revisão em alta do défice para 2010 de 6,8 para 8,6 por cento, remetendo-se à “explicação pertinente” dada pelo ministro das Finanças sobre a mudança de metodologia.

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