É para 4ª feira e não me parece que da negociação (ou não) das quotas com o ME saia seja o que for, porque:
Afinal deviam era negociar com o Min. Finanças.
Este modelo de quotas e ADD decorre do acordo de há um ano.
O arrependimento, neste caso, não mata, nem mói.
As cúpulas sentem-se a vanguarda e a haver culpa é sempre das bases que não estão preparadas e as ditas cúpulas, apesar de vanguardistas, não avançam porque – mesmo sem consultarem as bases – as sentem assim como que a modos de coiso.
A notícia da fuga de Kadhafi surge numa altura em que os protestos contra o regime líbio se alastram à capital do país, Tripoli.
O presidente da Líbia terá deixado o país rumo à Venezuela, avançou ontem à noite a agência de notícias chinesa Xinhua, citando a televisão Al-Jazira.
Porém, o filho de Kadhafi garantiu, em entrevista à televisão estatal da Líbia, transmitida em simultâneo pela Al-Jazira, que o pai continua no país.
Frisando que “a Líbia não é igual à Tunísia ou ao Egipto”, Saif al-Islam Kadhafi avisou que o regime irá “lutar até ao último minuto, até à última bala”.
A actriz quer combater a solidão com um homem que saiba lidar com o seu mediatismo.
A actriz Dânia Neto confessou à revista “Caras” que sente falta de um namorado. “Estou sozinha há bastante tempo. Nesta correria toda sabe bem ter alguém em casa à nossa espera”, disse.
… já que amanhã a Fenprof se vai reunir com o secretário de Estado Ventura com uma agenda curta:
A pedido da FENPROF, realiza-se segunda-feira, dia 21, pelas 15 horas, uma reunião com o Secretário de Estado da Educação. Estão agendados dois pontos, o primeiro sobre alterações e movimentos de rede escolar para 2011/2012 e o segundo sobre o acordo firmado entre o ME e a AEEP a propósito do financiamento público de colégios privados.
Embora tenha sido tornado público que a Fenprof passou a considerar o Ministério das Finanças como o parceiro correcto para negociar, percebe-se a contínua apetência para os reencontros com o parceiro preferencial, que pouco ou nada pode fazer.
Mas, mesmo assim, seria útil que, na ausência de um contacto mais próximo com os docentes, neste espaço ou em outros se abrisse um debate sobre aquilo que – sejamos pró ou contra a forma como isto tem decorrido - se considera ser prioritário negociar com o ME, o MF ou com quem quer que seja, e em que termos essa negociação deve ser feita, ou seja, o que deve ser considerado como essencial e/ou prioritário neste momento.
Porque sabemos que, por muito que façam que ignoram o que vai sendo dito pela blogosfera, a verdade é que não deixam de fazer ficheiros sobre o assunto. E sempre pode ser que voltem a descobrir alguma coisa útil.
Um plano algo estranho do Reitor (será ele mesmo, aquele original, cheio de humor fino e raciocínio rápido ou deu-se uma qualquer transmutação?), para combater a ADD, que mais me parece um tapete vermelho para que ela avance, enquanto o PSD toma o poder e, lá chegando, possa vir a dizer que o que está feito, feito está.
The number of lesbian, gay, bisexual, transgender and questioning students is increasing in schools. School districts, administrators and teachers need to increase awareness of these students and work to make them feel included and welcomed in a safe school environment, one free from offensive languages and practices.
This article discusses some of the problems that these students face and some strategies that educators can use to help them be a valuable part of a learning community
Teachers and other public employees are easy targets for blame when it comes to states’ fiscal woes, but AFT members are fighting back and seeking solutions.
From threatened layoffs of more than 10,000 school employees in New York to efforts to pass right-to-work legislation in Michigan, and calls for rollbacks of even the most basic elements of workplace fairness and professional voice in Florida and Illinois, AFT members and affiliates are fending off devastating blows from elected officials and from well-funded, well-coordinated fringe organizations.
These individuals and groups are not shy about using widespread economic anxiety and concerns about public funding as lubricant for their well-oiled attacks.
The AFT and our affiliates are fighting back hard. And we are doing it with something labor’s opponents can’t match: the determined and authentic voices of 1.5 million professionals who will never roll over when it comes to keeping vital institutions strong, standing up for fairness and protecting the kids they serve.
In this article, you’ll find examples of this work—much of it done in coalition with community allies—and the ways your col-leagues have mobilized around the effort to find solutions to the fiscal crisis many states are facing.
Photos of masked ‘black bloc’ protesters smashing windows seem to accompany most international summits these days. But the debate over whether property destruction is a valid tactic for bringing about social and political change stretches as far back as protest itself. Two seasoned activists dive head-first into this divisive issue.
Popular uprisings in Tunisia and Egypt have caused seismic reactions across the Arab world. Yet the importance of these 21st century democratic revolutions for the rest of Africa cannot be overlooked, says Nicolo Gnecchi.
A produção de roteiros distritais sobre a República. Passei os olhos por meia dúzia e, apesar de certos desequilíbrios na concretização, é algo de aplaudir. Até pelo preço (c. 7 euros por 120 páginas, ilustradas, em bom formato).
Armando Vara lançou o caos num centro de saúde de Lisboa nesta quinta-feira. O ex-ministro socialista entrou no centro, passou à frente de todos os outros utentes e exigiu a uma médica que lhe passasse um atestado rapidamente porque tinha de apanhar um avião, avança a TVI.