Cell Phones, Your Brain, and the Media
Fevereiro 2011
Fevereiro 25, 2011
Blogosfera Global – A Quantum Of Knowledge
Posted by Paulo Guinote under Blogosfera, Sugestões, Tecnologias[2] Comments
Fevereiro 25, 2011
Posições – Agrupamento De Escolas Da Sé (Lamego)
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Coerências, Docentes, Posições, Resistência?[13] Comments
Fevereiro 25, 2011
Pais, alunos e professores encerram escolas do agrupamento da Sertã em protesto pela não renovação dos contratos dos funcionários. A autarquia rescindiu o contrato de transferência de competências com o ministério da educação.
Queixas das más condições dos transportes escolares, Miranda do Douro.
Baseado em estatísticas falsas, o governo cria a necessidade de nomear um segundo juiz para o tribunal Central de Instrução Criminal, pretende retirar casos ao juiz Carlos Alexandre – Casos Freeport, Furacão, BPN, Portucale e compra de submarinos.
Fevereiro 25, 2011
Bom Dia
Posted by Paulo Guinote under Gude Mórningue, Música do Umbigo, O Tempo Das Rodelas Negras[21] Comments
Fevereiro 24, 2011
George Michael, Mary J. Blige, As
Nem eu sei porquê…
Fevereiro 24, 2011
Ecos Da Reunião Ministerial De Hoje Com Directores Na Área Da DRELVT
Posted by Paulo Guinote under À Escuta!!!, À La Minute!, O Apocalipse Está Próximo, O Caos à Esquina[237] Comments
Olá Paulo.
Como deves saber, decorreu hoje uma reunião (não sei se a primeira) com os Directores de Escolas do Distrito de Setúbal, Drel Norte e Vale do Tejo e a equipa daquela senhora que se diz Ministra da Educação. Presentes os dois secretários de estado e o senhor director regional.
Pontos da ordem de trabalhos:
1. Opções estratégicas
2. Programa educação 2015
3. Metas de Aprendizagem
4. Formação contínua
5. Avaliação docente
6. Reorganização da rede escolar
7. Processos de aquisição de bens e serviços
8. Organização do Ano Lectivo
No 1º ponto, mais um espectacular acto de propaganda sobre o pisa e um relembrar que da verba gasta na Educação apenas 10% são para despesas de funcionamento, sendo o restante alocado ao pagamento de vencimentos. Nas despesas de funcionamento é impossível cortar (estou para ver qual é o corte que vamos levar no nosso orçamento este ano) e que temos que olhar para os Recursos Humanos. O que está em causa é um efectivo aproveitamento das horas que se gastam na educação. A hora custa dinheiro, então temos que nos debruçar nas horas que os docentes passam sem dar aulas. O que está em causa é a componente não lectiva. (aqui houve-se o primeiro sururu na sala).
Ponto 2, mais uma espectacular propaganda ao programa 2015 que nem as direcções das escolas ainda perceberam, mas que cerca de 80% já estabeleceram as suas metas (a minha escola estabeleceu as mínimas). É um programa espectacular, mas que ninguém sabe o que se vai fazer para que funcione, apenas existem objectivos a atingir não existem metodologias nem ferramentas para que sejam atingidos. Mas até Espanha está entusiasmada com este programa.
Ponto 3, toda a gente sabe que as metas vão ser testadas este ano, foram escolhido 6 agrupamentos onde se vai fazer a sua validação e após essa fase iram sofrer as reformulações que a equipa ache necessárias. (Aqui posso dizer-te que um dos seis agrupamentos escolhidos, participou numa reunião em finais de Novembro na DGIDC onde foi informado que a monitorização iria iniciar-se no principio de Janeiro, até hoje nem mais um contacto)
Ponto 4, Mais propaganda ao excelente trabalho desenvolvido pela DGRHE relativamente à formação de Directores e à formação que se vai iniciar para formar formadores de formadores de relatores
Ponto 5, Fomos informados que todos os Agrupamentos presentes estavam a desenvolver o processo de avaliação com normalidade (ninguém se pronunciou) e foram apresentados os seguintes números:
- 104106 professores do quadro
34361 professores contratados - Professores que pediram aulas assistidas – 40,8% (gostava de saber como este número foi apurado, uma vez que não foi pedido às escolas que fornecessem o número de professores que solicitaram aulas assistida)
Relatores – 19.2%
Nº médio de docentes a avaliar por cada relator – 5.2
Nº médio de aulas a assistir por cada relator – 4,2
Ponto 6, Vão continuar a ser fechadas as escolas com menos de 21 alunos. e vão continuar a ser criados novos megaagrupamentos. Em 2010 foram criados 84 não existe um número previsto para este ano.
Ponto 7, O Ministério das Finanças manda que as compras nas escolas sejam feitas através de central de compras e com a utilização de plataformas. Como as Direcções são burras, o mesmo ministério vai dar umas formações à malta. 8 e ninguém bufa)
Ponto 8, A senhora ministra diz a seguinte frase:
” É dificil as pessoas compreenderem que o tempo do 79 não seja considerado tempo efectivo de trabalho”
A confusão instalou-se, o verniz estala e a senhora lá reformula dizendo que dantes não era mas que agora sim era tempo efectivo de trabalho. Fomos informados que semanalmente são gastos 2 milhões de horas referentes ao 79 e à componente de trabalho de escolas, e que essas horas são pagas (estas conclusões são espectaculares) e custam muito dinheiro. Temos que encarar estas horas como um recurso (o verniz volta a estalar).
Dos créditos dados às escolas, apenas o crédito para o desporto escolar vai ser regulamentado por despacho, os restantes (incluindo o PTE) tem que vir do 79 e do trabalho de escola.
O crédito que vai ser atribuído às escolas vai ser reduzido em média a metade (contas minhas). É um desafio para todos os directores mas a senhora ministra lembrou que este é só mais um para os directores. Foi feita uma proposta, que se iniciava com a atribuição mínima de 8 horas de crédito, esta proposta não foi aceite e o ME abriu os cordões à bolsa e a tabela inicia-se agora com um mínimo de 10 horas e um máximo de 88 a ser atribuídas como crédito de escola. Esta alteração, vai custar 5 milhões de euros ao ME, se se gasta aqui tem que se cortar em algum lado (não nos foi dito onde).
Seguiu-se um animado momento de questões, alguns directores falaram dos colegas de EVT, ao qual foi respondido mais uma vez que o ME considera que um professor é suficiente para leccionar a disciplina (não foi dito o que vai acontecer aos que sobram, apenas que ficam na escola a desempenhar outras funções o senhor trocado ainda disse, com o microfone desligado, que podiam assegurar o PTE). O estudo acompanhado vai ser alocado à componente lectiva ou não lectiva, ao qual foi respondido que vai ser sempre alocado à componente lectiva e deve ser leccionado por professor de português ou matemática.
Uma directora manifestou-se dizendo que se as coisas continuam assim provavelmente não terá condições para continuar, ao que o senhor Trocado encolhe os ombros. Vários directores questionam porque é que o ensino nocturno desapareceu dos despachos dos adjuntos e da remuneração do directores e suas equipas (não se obteve qualquer resposta).
E por fim o crédito de escola, a ministra apenas responde da mesma maneira, o orçamento do ME é para cumprir e não pode haver derrapagens. Neste ponto do debate algumas vozes de alguns directores acusaram o ME de falta de coragem, se era para cortar havia que cortar no 79, acabava-se para toda agente e ponto final (devo dizer que quem se manifestou assim tinham todos ar de quem não entra dentro de uma sala de aula há 20 anos).
E assim foram perdidas mais 3 horas da minha vida.
Não foi um espectáculo bonito de se ver, mas não passou disso, um espectáculo.
Um abraço,
************
Fevereiro 24, 2011
Fevereiro 24, 2011
verdade ou consequência?
Fevereiro 24, 2011
Pela Blogosfera – Correntes
Posted by Paulo Guinote under Blogosfera, Deixa-me Rir, Sugestões[2] Comments
Fevereiro 24, 2011
Rácio Sanitário?
Posted by Paulo Guinote under Desvinculação Total, E se o Ridículo Fizesse Doer?[58] Comments
Por outro lado, pode ser uma oportunidade para abrir a comunidade às necessidade (dos alunos) da escola ou para os fazer redescobrir os prazeres da micção e dejecção al vento…
Escola primária tem apenas uma sanita para 80 alunos
«Temos crianças a urinar para os caixotes do lixo»
Fevereiro 24, 2011
Mal Por Mal…
Posted by Paulo Guinote under Diz-me com quem andas..., Gostos Discutem-se[10] Comments
… e dependendo das músicas, desliga-se o som e sempre escapa melhor que o Tony Carreira.
Khadafi pagou um milhão por actuação de Mariah Carey
Documentos divulgados pela Wikileaks revelam gastos luxuosos da família de Khadafi, entre eles uma actuação privada de Mariah Carey que recebeu um milhão de dólares (mais de 730 mil euros) para cantar apenas quatro músicas numa festa particular da família.
Fevereiro 24, 2011
Mulher descobre jacaré escondido atrás do sofá
O alerta foi dado por um menino de três anos, entretido a dar pontapés na “coisa”. A mãe, intrigada, foi ver e descobriu um jacaré de metro e meio escondido atrás do sofá da sala. Aconteceu na cidade brasileira de Parauapebas, no estado do Pará.
Fevereiro 24, 2011
Fevereiro 24, 2011
Efemérides Blogosféricas
Posted by Paulo Guinote under Blogosfera, Coisas Boas, Efemérides[4] Comments
Fevereiro 24, 2011
Nevoeiro, Poeira…
Posted by Paulo Guinote under Providências, Redução Salarial, Tribunais[4] Comments
De qualquer maneira, os cortes já foram feitos, pelo que… isto tudo é o chamado engonhanço (e é agora que aparece o comentador António Duarte a perguntar pelas queixas à Provedora… ao que respondo que ainda não foram indeferidas ou arquivadas…)
Quatro providências cautelares sobre cortes salariais definitivamente recusadas
Segundo fonte ligada ao processo, as providências cautelares têm sido rejeitadas por não existir lesão irreparável para os trabalhadores que justifique aplicar a figura jurídica da providência cautelar.
Quatro das 18 providências cautelares apresentadas por sindicatos para tentar evitar os cortes salariais foram definitivamente recusadas pelos tribunais, avançou à TSF o Ministério das Finanças.
Estes indeferimentos, três dos quais relativos a cortes salariais aplicados a professores, ocorreram nos Tribunais Administrativos e Fiscais de Coimbra, Beja, Porto e Ponta Delgada, havendo ainda outras 13 providências que foram rejeitadas numa primeira fase.
Fonte ligada ao processo adiantou que a principal razão apresentada pelos tribunais está ligada ao facto de não existir qualquer lesão irreparável para os trabalhadores que justifique aplicar a figura jurídica da providência cautelar.
Contactado pela TSF, o coordenador da Fenprof diz que desconhece estas decisões dos tribunais e que estes indeferimentos não significa que os tribunais não venham a dar, no futuro, razão aos sindicatos.
«Isso não tem nada a ver com uma decisão final de um acórdão. Tem apenas a ver que o tribunal considera que ainda que haja um dano e se o acórdão for desfavorável ao Governo, este vai ter de repor aquilo que roubou às pessoas», disse Mário Nogueira.
Fevereiro 24, 2011
Posições – Agrupamento De Escolas De Ansião
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Docentes, Posições, Resistência?[15] Comments
TOMADA DE POSIÇÃO DOS PROFESSORES E EDUCADORES DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ANSIÃO
Relativamente ao Modelo de Avaliação do Desempenho Docente (ADD) estabelecido no actual Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, e após análise cuidada de toda a legislação que o regulamenta e sustenta, os(as) professores(as)/educadores(as) do Agrupamento de Escolas de Ansião abaixo-assinados consideram que o mesmo não é exequível nem cumpre os objectivos a que se propõe, pelo que deve ser de imediato suspenso pelo Ministério da Educação.
Assim, tendo em conta que o modelo de avaliação em vigor:
- não tem carácter formativo, e destina-se, essencialmente, a garantir a progressão na carreira, relegando para um plano absurdamente secundário a qualidade didáctica e pedagógica dos professores;
- não garante imparcialidade nem transparência no processo avaliativo;
- permitirá a subjectividade e a arbitrariedade;
- será gerador de injustiças entre docentes com consequências profundamente nefastas;
- conduzirá à degradação do ambiente na escola e, não contribuirá para a melhoria da qualidade do serviço educativo e das reais aprendizagens dos alunos;
- perturbará fortemente o funcionamento das escolas e cavará conflitos que são de todo indesejáveis, obrigando inclusive à prática de ilegalidades;
Considerando ainda que:
- a designação dos relatores, nos termos definidos pelo ponto 3 do art.13º, DR 2/2010, não confere, de per si, legitimidade aos avaliadores, esvaziando o cargo de qualquer credibilidade;
- na selecção dos relatores prevalece a ambiguidade e a falta de transparência, inadmissíveis num processo de tão grande envergadura e do qual depende o futuro de professores e educadores, propiciando-se situações de extrema perversidade;
- nos termos da alínea b, ponto 3, art. 13º, DR 2/2010, o avaliador deve “ser preferencialmente, detentor de formação especializada em avaliação do desempenho”. Ora, a supra-citada formação, da inteira responsabilidade do Ministério da Educação, não foi facultada, o que acentua, indiscutivelmente, as deficiências do sistema.
- relativamente ao artigo 40º do Estatuto da Carreira Docente, (“Caracterização e objectivos da avaliação do desempenho”) que refere, no seu ponto 3, alíneas a), b) e h), que esta avaliação deverá, respectivamente, “contribuir para a melhoria da prática pedagógica do docente”; “contribuir para a valorização do trabalho e da profissão docente” e “promover o trabalho de cooperação entre os docentes, tendo em vista a melhoria do seu desempenho”, importa salientar, quanto ao princípio da promoção do “trabalho de cooperação entre docentes”, que a circunstância de a avaliação ser realizada entre pares, constitui, já por si, um potencial entrave à sã colaboração entre docentes e uma forte ameaça de degradação do clima de trabalho nas escolas;
- se tal não bastasse, e a agravar a situação, o preâmbulo deste mesmo decreto regulamentar mantém o princípio da fixação de uma percentagem máxima para as menções qualitativas de Muito Bom e Excelente. Tal princípio, no contexto do modelo em causa, conduzirá, naturalmente, ao impedimento do efectivo reconhecimento desses mesmos mérito e excelência.
- por outro lado, é claro e indiscutível que, prevalecendo o princípio das quotas, tal circunstância mais não é do que um factor que apenas contribuirá ainda mais para a degradação do clima, pondo inteiramente em causa o trabalho colaborativo a que se apela em teoria;
- ainda nos termos do art. 3º do DR 2/2010, “o reconhecimento do mérito e da excelência” é apresentado como um dos principais princípios deste modelo de avaliação docente. Ora, na prática, e como facilmente se conclui da leitura atenta dos normativos legais, o mérito e a excelência não foram, inequivocamente, tidos em consideração, seja na nomeação dos relatores ou na formulação dos Domínios e respectivos Descritores;
- as tarefas burocráticas exigidas ao professor tendem a ocupar o tempo destinado à preparação das actividades lectivas, à construção de materiais didácticos que se querem inovadores, ao acompanhamento de projectos diversos e ao desenvolvimento de valores que se consideram imprescindíveis a uma integral e efectiva formação moral e cívica que garanta aos alunos a qualidade de cidadãos de pleno direito.
- nestes termos, o actual modelo de ADD, para além de não premiar o mérito e a excelência, peca igualmente pela ausência de garantia de imparcialidade, uma vez que avaliados, relatores e coordenadores são concorrentes numa mesma carreira profissional, sem que estejam garantidos os princípios da isenção e de ausência de conflito de interesses.
Face ao exposto, os professores e educadores do Agrupamento de Escolas de Ansião abaixo-assinados consideram que a concretização deste modelo de avaliação se subordina a fins meramente economicistas, peca por falta de transparência e objectividade e põe em causa o objectivo principal dos professores: o enriquecimento curricular e cívico dos alunos, pelo que sugerem a cuidada análise destas preocupações pela Comissão Administrativa Provisória. Solicitam, ainda, à Ex.ª Senhora Presidente da CAP do Agrupamento que se digne dar conhecimento do presente documento às seguintes entidades:
- Esmo Sr. Presidente da República
- Esmo Sr. Primeiro Ministro
- Exma. Sr.ª Ministra da Educação
- Exma. Srª. Directora da Direcção Regional do Centro
- Conselho Nacional de Avaliação
- Conselho Científico para a Avaliação de Professores
- Conselho Pedagógico do Agrupamento.
- Conselho Geral Transitório do Agrupamento
Fevereiro 24, 2011
Mas Eu Não Sou Um Professor Cabeçudo! Só Casmurro!!
Posted by Paulo Guinote under Agenda, Dúvidas, Europa, Gestão[3] Comments
Porque me terão mandado isto? Fica aqui para alguém interessado…
Dear Headteacher,
We cordially invite you and your school to attend “European Schools Gala 2011“, organized by E.S.C.O.T. EUROPE, together with the Town Halls of Naples and Arzano. This first international event, open to all European secondary schools, will be held on 5, 6 and 7 May 2011.
For three days Arzano, Agnano Terme and Naples (Italy) will become a meeting point for Europe, attracting students and teachers of secondary schools of as many as thirty European Countries.
This will be a great event where European schools will present themselves on the international scene and where to experience altogether art, culture, sports, friendship and thermal wellness.
Many activities are scheduled for this event. For all information, click on http://www.escot-europe.eu/gala2011/index.php<.
For an official participation in “European Schools Gala 2011″, European schools have to register for the event. To register click on http://www.escot-europe.eu/gala2011/registration.php
We are also waiting for you and your school!
Best regards
The Staff
E.S.C.O.T. – EUROPERegistered Office
Via Vivaio, 12
20122 – Milano
General Direction
Via Vincenzo Monti, 1
20048 – Carate Brianza (MI)
Tel./fax 0039 (0) 362 1792339
Fevereiro 24, 2011
Porque Se Nota Que O Reitor Não Anda Pelas Escolas
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Docentes, Resistência?, Tácticas[15] Comments
No DN de hoje vem em merecido destaque na edição em papel o conteúdo deste post do Reitor. Tendo sido pedida a minha opinião sobre o assunto, durante a tarde de ontem, disse um pouco mais (o que é natural) do que vem transcrito na notícia.
Ao contrário do que o Reitor afirma, eu não tenho uma arma mágica para nada. Aliás, em certa medida foi o que aqui escrevi. A luta contra esta ADD tem sido uma sucessão de oportunidades perdidas.
Mas há coisas que sei e que facilmente obstariam à táctica do Reitor, caso fosse levada à prática. E que ele deveria saber, caso andasse pelo meio.
- Antes de mais, há agrupamentos e escolas que já definiram critérios de desempate. Em alguns é a idade, em outros é a posição na carreira ou tempo de serviço.
- Para além disso, facilmente o ME faria um despacho com efeitos retro-pós-activos com um conteúdo similar a desarmadilhar esse tipo de empate.
Para além de que há o que surge no texto da peça. Tal táctica só funcionaria se todos os avaliadores a usassem. Só os relatores de 1º escalão, não chegaria, pois também eles são avaliados, exactamente com ênfase na sua missão de avaliadores. E tudo termina no papel de avaliador-supremo do(a) Director(a) que, a pactuar por passividade com tal estado de coisas, levaria forte e feito na avaliação feita pelo(a) DRE. E, nestas guerras, basta abrir uma brecha aqui e ali e o dominó acontece, por falta de confiança na firmeza das linhas avançadas e recuadas.
Fevereiro 24, 2011
Fevereiro 24, 2011
Interessante, Sob Diversas Perspectivas…
Posted by Paulo Guinote under Educação, Público/Privado, Polémicas[36] Comments
Estado apoia metade das escolas privadas existentes
Cerca de 25 mil alunos que têm subsídios custam menos ao Ministério da Educação do que um estudante da escola pública.
Não são gestores de topo, nem presidentes de empresas públicas, nem bancários, mas têm cinco filhos a estudar no ensino particular. Os dois rapazes estão no Colégio Planalto, as três raparigas no Mira Rio. Em média, em condições normais, tal significaria um investimento da ordem dos 25 mil euros anuais. Na verdade tem sido um pouco menos, já que o Estado tem contribuído com cerca de 3500 euros ao abrigo dos contratos simples de que esta família tem conseguido ser beneficiária desde que a primeira filha entrou na infantil, já lá vai uma dúzia de anos.
Este ano, nos colégios particulares, há mais de 100 mil alunos que são subsidiados. Destes, cerca de 25 mil têm contratos simples. Sem esses apoios, uma parte estaria numa escola pública. É o que teria acontecido, talvez, aos cinco filhos de Cristina Fernandes. A família conta com outros descontos, mas os apoios do Estado têm sido vitais, reconhece a mãe, que é professora de Música.






















