A peça do Expresso com base nos telegramas da embaixada americana sobre a forma de recuperarem a FLAD. De forma indirecta (é melhor esperar por algum jornal estrangeiro para o sabermos em concreto?), percebe-se que a opção por MLR, com o aval de Sócrates, foi o método usado. Instrutivo, por muitos defeitos que tivesse a postura despesista (mas desagradavelmente independente) de Machete.
Fevereiro 26, 2011
Fevereiro 26, 2011 at 1:07 pm
As voltas que a vidinha dá.
Até os anarquistas mais radicais se transformam em capachos ou capatazes de um boss qualquer, desde que tenha poder ou dinheiro para pagar…
Fevereiro 26, 2011 at 1:09 pm
Update da sra.:
Espaço “influencia” a relação pedagógica
Nacional | 2011-02-23 09:43
O terceiro volume de “Muitos Anos de Escola” foi terça-feira apresentado pelo Ministério da Educação numa cerimónia que contou com a presença do secretário-geral do ministério, que acredita que o espaço “influencia” a relação pedagógica.
João Baptista, secretário-geral do Ministério da Educação (ME), falou sobre o livro e considerou que é elementar conhecer a escola e saber da história da educação em Portugal para que se possam “criar espaços que implicitamente têm a ver com a relação pedagógica”.
“São estes os elementos orientadores de um projecto, muito árduo, iniciado na década de 1980 e que chegou ao seu termo em 2010”, destacou.
Maria de Lurdes Rodrigues, presidente do conselho executivo da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e ex-ministra da Educação, apresentou a obra e explicou à Lusa que se “trata de um esforço que arquitectos, pedagogos e equipas fazem, que estudam e procuram dar o seu contributo para que a relação entre o espaço e a relação pedagógica possa ser uma relação produtiva”.
Maria de Lurdes Rodrigues falou da obra que nos conta a história do país em matéria de construções escolares para o primeiro ciclo. “E essa é uma história de esforço de várias gerações de portugueses para que o país pudesse ser dotado das escolas de que necessitava para garantir educação de todas as crianças ao nível da instrução primária”, sublinhou.
Lusa/AO online
http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/213840
Fevereiro 26, 2011 at 1:12 pm
Medeiros Ferreira: “Presidência da FLAD devia ser de Mesquita”
por Joana Azevedo Viana, Publicado em 12 de Janeiro de 2010
No blogue Córtex Frontal, Medeiros Ferreira criticou a escolha da sucessora de Rui Machete
“A história da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) daria pano para mangas.” Assim começa o post de José Medeiros Ferreira sobre a nomeação de Maria de Lurdes Rodrigues para a presidência do órgão.
O texto integral soma poucas linhas e é um dos primeiros a encher o novo blogue do antigo ministro dos Negócios Estrangeiros com a política Joana Amaral Dias – Córtex Frontal. Ao i, o professor esclareceu alguns pontos da crítica.
“Primeiro há a questão de estar lá um presidente há 25 anos”, deixa em aberto Medeiros Ferreira. Criada em 1985 sob a égide do “melhor acordo para Portugal sobre a base das Lajes” – assim o classifica -, a FLAD teve como primeiro e único presidente até à data Rui Machete, destacada figura do PSD. Ultrapassada a questão, Medeiros Ferreira considera que, “por um simples critério de precedência e mérito, muito mérito”, o professor Mário Mesquita devia ser o natural sucessor do actual presidente.
“É uma pessoa experiente, que está por dentro dos assuntos e que tem mérito, esse grande critério de avaliação. A menos que a avaliação não conte para a nomeação…”, diz ao i Medeiros Ferreira.
O trabalho de Mesquita não é reconhecido apenas por Medeiros Ferreira. Sem sair da blogosfera, o intervencaomaia.blogspot.com transcreve um artigo publicado pela diplomata Ana Gomes no semanário “Expresso” (em Junho de 2007). Ali lê-se que, “quanto à acção da FLAD, financiada por transferências do acordo [das Lajes], são parcos os benefícios contabilizados pelos Açores; só recentemente um açoriano, Mário Mesquita, penetrou na direcção da FLAD”. À data da publicação do artigo, o jornalista açoriano tinha tomado posse há pouco tempo como administrador, tendo desenvolvido “uma extraordinária actividade, que não esqueceu o que aquela fundação devia na sua origem aos Açores”. Daí a “surpresa” de Medeiros Ferreira com o facto de não ter sido Mesquita o nomeado para a sucessão.
Se Medeiros Ferreira acredita que houve pressões para afastar Mesquita da “ordem natural das coisas”? “Não creio, até porque acho que ele nunca pretendeu o lugar… nunca falámos muito disso”, conta ao i. Quanto ao futuro da FLAD pela mão da ex-ministra (que toma posse em Maio), Medeiros Ferreira diz que não está à espera de “nenhum cataclismo”, acrescentando que logo se verá. E deixa a ressalva: “Estou surpreso com o facto de não escolherem Mário Mesquita, não com a escolha de Maria de Lurdes Rodrigues.”
http://www.ionline.pt/conteudo/41459-medeiros-ferreira-presidencia-da-flad-devia-ser-mesquita