Há coisas que se admitem a uns, mas não a outros. É o caso do reflexivo descodificador-mor da luta dos professores, na perspectiva ortodoxa fenprofiana que responde pelo nome de Francisco Santos.
O homem a todos critica, desde que não sigam a via burocrática da contestação. Descrente da comunicação social, em tempos de submarino na APEDE colocou-se sempre a jeito para aparecer. Agora teve a sua oportunidade para ser exemplar na coerência sobre a ADD e esparrama-se ao comprido, por muito que tente controlar os danos num post do seu blogue.
A verdade é que, conhecendo eu a jornalista do Expresso, sei bem que não é dada a enganos ou equívocos, pelo que o que está escrito é claramente o pensamento da contestação conformista, aquela que diz que se declarou indisponível, mas aceitou a nomeação. Que fez pedido de escusa mas, ao ser indeferido, se fica por aí e agora afirma que «o que interessa agora é prejudicar o menos possível os colegas».
Ou seja, vai fazer o que lhe mandam. Rendeu-se em termos individuais, esperando que as massas façam com que a sua falta de coerência se dilua.
Porque a cagufa é mais do que muita e, no fundinho, há lutadores que se sentem todos emproados por se mostrarem bonzinhos para com os colegas.
No fundo, se vivessem na Alemanha em 1935 ou 1940, fariam o pedido para não gasear os judeus, mas se fosse indeferido, declarariam que os gaseariam com gentileza. Mas gaseariam…
(Nota a posteriori: esta parte acima chocou algumas conciências. Para a próxima, preferem uma metáfora com a matança de focas-bebé? Eu mantenho o que escrevi, pois o absurdo é bem evidente, desde a parte do pedido, que não percebe, paciência!)
Se até aceitaria isto a outros, menos peneirosos nos pergaminhos de lutas, no caso do mestrando Francisco Santos, acho de um colaboracionismo inaceitável e de uma cobardia política assinalável.
Claro que ao escrever isto sei que a reacção reflexiva será ao nível mais rasteiro dos comentários no seu blogue, da família Sagrav. Mas, por muito que pudesse ser diplomático ignorar, é-me mesmo impossível deixar passar em claro esta manifestação de rabo-entre-as-pernas. É desta massa que se fazem certos candidatos a dirigentes sindicais!

Fevereiro 26, 2011 at 3:20 pm
Colaboracionista
Fevereiro 26, 2011 at 3:25 pm
Bem…isto é comigo.
Não concordo nada com o conteúdo deste post.
‘ o pensamento da contestação conformista, aquela que diz que se declarou indisponível, mas aceitou a nomeação. Que fez pedido de escusa mas, ao ser indeferido, se fica por aí e agora afirma que «o que interessa agora é prejudicar o menos possível os colegas»’.
Não me revejo claramente aqui. Declarei-me indisponível, por 3 vezes. Quando me preparava para encetar outro tipo de luta, nem eu sabia qual, abateu-se sobre a minha família uma catástrofe completa (tu sabes qual, PG). Neste momento (não obstante o tom brincalhão que por vezes imprimo nos comentários, quiçá para esconder as minhas preocupações), só me interessa o bem estar da minha família.
Há momentos na vida que o particular se sobrepõe a tudo o resto e, quando digo tudo é mesmo tudo.
Fevereiro 26, 2011 at 3:28 pm
“No fundo, se vivessem na Alemanha em 1935 ou 1940, fariam o pedido para não gasear os judeus, mas se fosse indeferido, declarariam que os gaseariam com gentileza. Mas gaseariam…”
Um disparate autentico, há uma diferença abissal entre as 2 situações e, nem como metáfora posso aceitar isto.
Fevereiro 26, 2011 at 3:33 pm
Declaro desde já que não vou comentar este post.
E declaro todo o meu apoio à caneta: realmente, comparar a ADD ao Holocausto, enfim…..
Fevereiro 26, 2011 at 3:34 pm
Também não compreendo como é que um cargo dado de uma forma completamente aleatória, onde não foi fornecido qq tipo de formação, não remunerado, sem subida da categoria profissional, pode deixar alguém orgulhoso.
Fui escolhida não por mérito ou por anos de serviço, ou por formação, ou competência, fui porque sim, porque, no dizer da minha directora era a única que tinha disponibilidade.
Isto, alguma vez, me envaidece???
Nem pensar!
Fevereiro 26, 2011 at 3:35 pm
Olha, off post: não vás ao cabeleireiro que esse penacho verde fica-te o máximo!
Fevereiro 26, 2011 at 3:36 pm
Mas alguém tem dúvidas por muita inverossímil que possa parecer a comparação? Ou já esqueceram os bufos no tempo da PIDE…
Nada nos faz acreditar mais do que o medo, a certeza de estarmos ameaçados. Quando nos sentimos vítimas, todas as nossas acções e crenças são legitimadas, por mais questionáveis que sejam. Os nossos opositores, ou simplesmente os nossos vizinhos, deixam de estar ao nosso nível e transformam-se em inimigos. Deixamos de ser agressores para nos convertermos em defensores. A inveja, a cobiça ou o ressentimento que nos movem ficam santificados, porque pensamos que agimos em defesa própria. O mal, a ameaça, está sempre no outro. O primeiro passo para acreditar apaixonadamente é o medo. O medo de perdermos a nossa identidade, a nossa vida, a nossa condição ou as nossas crenças. O medo é a pólvora e o ódio o rastilho. O dogma, em última instância, é apenas um fósforo aceso.
Carlos Ruiz Zafón
Fevereiro 26, 2011 at 3:37 pm
#2 e 3,
A Caneta claramente não leu o que escrevi:
“Se até aceitaria isto a outros, menos peneirosos nos pergaminhos de lutas, no caso do mestrando Francisco Santos, acho de um colaboracionismo inaceitável e de uma cobardia política assinalável.”
Mas compreendo a leitura apressada e o comentário precipitado.
Fevereiro 26, 2011 at 3:38 pm
De qualquer modo isto já nem vai interessar na
da daqui a uns meses…
Surpreendente. Será mesmo verdade ? Custa a acreditar.
-AGENCIAS DE RATINGS:
THESE ARE THE 12 RISKIEST COUNTRIES IN THE WORLD TODAY. Bankrupcies ?
.
RISK ANALYSIS FIRM MAPLECROFT JUST RELEASED ITS NEW FISCAL RISK INDEX RANKING OF 163 COUNTRIES. EUROPE TRUMPS ALL OTHER REGIONS WITH 11 OUT OF 12 COURTIERS RATED AS “EXTREME RISK.” HOWEVER, QUITE SURPRISINGLY, ONLY ONE PIIGS COUNTRY–ITALY WHICH TAKES THE TOP SPOT — IS IN THE TOP 12.
THE OTHERS INCLUDE MANY BIG ECONOMIES IN EUROPE – BELGIUM (2), FRANCE (3), SWEDEN (4), GERMANY (5), HUNGARY (6), DENMARK (7), AUSTRIA (8), UNITED KINGDOM (10), FINLAND (11), AND GREECE (12). JAPAN AT NO. 9 IS THE ONLY OTHER COUNTRY NOT IN EUROPE WITHIN THE HIGHEST RISK CATEGORY.
WHILE HIGH NATIONAL DEBT AND PUBLIC SPENDING ARE TWO COMMON DENOMINATORS, THE STUDY FINDS IT IS THE AGING DEMOGRAPHIC THAT PUTS THESE COUNTRIES AT EXTREME FISCAL RISK.
.
HTTP://WWW.MAPLECROFT.COM/ABOUT/NEWS/GRA_2011.HTML
Fevereiro 26, 2011 at 3:39 pm
#7,
Buli,
O problema são as leituras apressadas que não percebem que este post é mesmo ad hominem.
Está lá expresso, com nome e tudo, mas escapou…
Fevereiro 26, 2011 at 3:39 pm
E isto fui..
Tempestade solar pode afetar a Terra em 2013
Onda emitida pelo Sol pode causar destruição em massa de equipamentos eletrônicos – e levar a um caos tecnológico
por Bruno Garattoni
Tudo o que usa circuitos elétricos, de carros a computadores, queima no ato. Celulares e satélites pifam, os meios de transporte param, a rede de energia dá curto-circuito e logo começa a faltar água e comida. Esse cenário apocalíptico pode acontecer – e causado pelo Sol. Segundo cientistas da Nasa e de outras instituições, que recentemente se reuniram em Washington para debater a questão, em 2013 o astro vai entrar num ciclo de alta atividade, o que aumenta a probabilidade de erupções solares. Essas erupções liberam muita energia. E, quando essa energia chega à Terra, provoca uma tempestade eletromagnética – que literalmente frita tudo o que tiver um circuito elétrico dentro. Seria um verdadeiro Dia do Juízo Final para os equipamentos eletrônicos. Os cientistas não sabem exatamente quando essa tempestade virá, ou qual sua força. Mas dizem que há motivo para preocupação.
“O Sol está despertando de um sono profundo. E nossa sociedade é muito vulnerável a tempestades solares”, diz o físico Richard Fisher, da Nasa. Elas já aconteceram antes. Em 1859, uma tempestade do tipo queimou as linhas de telégrafo na Europa e nos EUA. Hoje, o efeito seria muito pior. Um relatório assinado por cientistas de 17 universidades diz que a humanidade levaria até 10 anos para se recuperar de um grande evento do tipo. A solução é desligar tudo o que for elétrico antes da tempestade. Os EUA têm um satélite capaz de detectar a onda com um dia de antecedência – em tese, tempo suficiente para que as redes de energia do mundo sejam desconectadas.
Fevereiro 26, 2011 at 3:39 pm
#6
Não comeces…eu já me vou a ti! ‘pera que não perdes pela demora!
Fevereiro 26, 2011 at 3:39 pm
#7,
Ó buli,
faz aí uma metalinguagenzita que ultimamente as citações são muitas, sff.
)
Estás a chamar bufos a quem?
Fevereiro 26, 2011 at 3:39 pm
Quem quiser saber mais..
http://super.abril.com.br/universo/tempestade-solar-pode-afetar-terra-2013-591650.shtml
Fevereiro 26, 2011 at 3:41 pm
Vou sair.
Agora vem o beija-mão todo!
)
Fevereiro 26, 2011 at 3:43 pm
Pois. Isto começa a levar-nos, por vezes, um pouco longe demais, na forma como nos tratamos mutuamente. É a prova da nossa total desunião, desnorte, algum sentimento de culpa, impotência e da vitória de JS, MLR e seus lacaios que conseguiram, conhecendo e usando as nossas fraquezas, pôr-nos uns contra os outros e a vigiar-nos uns aos outros!
Fevereiro 26, 2011 at 3:43 pm
Fevereiro 26, 2011 at 3:44 pm
Caneta,
Mandei-lhe mail por razões mais do que óbvias e antes que aumente a “desvinculação” comentarística.
Fevereiro 26, 2011 at 3:44 pm
….Excelente, estou contigo, parabéns, já roubei pró faicebook, que vergonha, colaboracionistas, como te compreendo e blah blah e patati, patata…..
Vou apanhar sol.
bjs
Fevereiro 26, 2011 at 3:45 pm
#8
É verdade PG, de facto fiz uma leitura apressada, mal pus os olhos no post vociferei.
Mas, mesmo assim, não aceito que digam que aceitariam a minha atitude, porque isto me parece condescendência. E eu não gosto de condescendência mas de compreensão, o que não é exactamente o mesmo.
Não sei o que se passa com o sr. Francisco, nem sei quem ele é, o homem lá terá as suas razões. Sei das minhas e do que fiz. Não quero ser comparada a uma SS, logo por ti por quem nutro admiração.
Fevereiro 26, 2011 at 3:46 pm
Aos colaboracionistas juntam-se os amarelos divisionistas……..
Vou apanhar sol.
mail…mail….
Fevereiro 26, 2011 at 3:46 pm
Subscrevo as opiniões anteriores. É muito fácil para mim, que não sou relator, dizer que os colegas traíram, desistiram, colaboram. Mas isso é tomar uma vez mais a atitude em que se especializou uma boa parte da blogosfera docente, que é a de querer determinar o que os “outros” devem fazer.
Sendo que nós próprios andamos bem fazendo apenas o que nos dita a nossa consciência, enquanto os outros só são isentos de crítica se fizerem o que nós achamos que devem fazer.
Lamento, mas é uma posição demasiado fácil. Quando aparecer o primeiro relator que diga: “eu não avalio, e arco com o que vier!”, a esse reconheço-lhe autoridade para apontar o dedo aos outros que colaboram.
Fevereiro 26, 2011 at 3:47 pm
Como disse uma canção nós somos assim já nascemos assim portugueses oh…
Fevereiro 26, 2011 at 3:48 pm
#20,
Reler todo o post que se assume como um ataque ad hominem a alguém que no seu blogue me chamou e – com a cobardia pessoal que lhe reconheço – incitou outros sob nick a chamarem-me de tudo um pouco, envolvendo amigos e família.
Quanto ao resto, se é condescendência ou não, eu é que o sei.
por exemplo, encontro bem maior condescendência em outras atitudes e comentários.
Quanto ao texto, assinale-se que a postura da Maria José Simas e outras e outros colegas me merecem todo o respeito.
O Francisco Santos, não!
Mero aproveitador das situações, mendicante ocasional.
Fevereiro 26, 2011 at 3:48 pm
Entre mostrar indisponibilidade e afirmar que não aceita o cargo porque não tem formação para tal e não sabe, de todo, como se faz, é muito diferente. Por isso, desculpem, e aqui também os (as) comentadores(as)relatores(ras) não têm desculpa. Estão a fazer exactamente o que lhes mandaram, e mais nada. Gosto do post e, embora, se aplique ao F. Santos, e muito bam, também eu me permito que se aplique aos restantes relatores. E não são poucos.
Escusado será dizer que a “caneta” tem motivos para mandar tudo às urtigas e estar por tudo. As melhoras para para o familiar.
Fevereiro 26, 2011 at 3:49 pm
UPS..
Fevereiro 26, 2011 at 3:50 pm
#22,
Posição demasiado fácil é comer e calar.
Não dou a outra face.
Se isso incomoda os punhos de renda, podem sempre dizer o que lhes apetece.
Comentários censurados, bloqueados ou filtrados é logo ali, na tal blogosfera docente.
O que cada um fez, é consigo. Mas quando o exibe publicamente, fica sujeito a crítica pública.
Fevereiro 26, 2011 at 3:52 pm
FERNANDA SABE QUE NA FRANÇA PS 2ª GUERRA RAPARAM-SE AS CABEÇAS DAS MULHERES COLABORACIONISTAS…CURIOSO ESTAR-SE A SENTIR TANTO TERÁ ALGO A ESCONDER? EU NÃO…SEM SER SANTO DIGA-SE DESDE JÁ…TCHI MALDITO TECLADO BIRMANÊS…FUI MESMO…VOU APROVEITAR O SOL DE INVERNO…
VÁ ISTO DEVE SE DO TEMPO EM QUE ERA ADOLESCENTE…
Fevereiro 26, 2011 at 3:54 pm
#20,
Desculpa, Caneta, mas o início do post é bem claro e explícito.
Não é por aí…
Fevereiro 26, 2011 at 3:57 pm
A Fernanda não vai gostar(?) mas antes e ir deixo este texto que de alguma forma se pode encaixar por aqui…sejam felizes..entanto podem..
Ninguém avança pela vida em linha recta. Muitas vezes, não paramos nas estações indicadas no horário. Por vezes, saímos dos trilhos. Por vezes, perdemo-nos, ou levantamos voo e desaparecemos como pó. As viagens mais incríveis fazem-se às vezes sem se sair do mesmo lugar. No espaço de alguns minutos, certos indivíduos vivem aquilo que um mortal comum levaria toda a sua vida a viver. Alguns gastam um sem número de vidas no decurso da sua estadia cá em baixo. Alguns crescem como cogumelos, enquanto outros ficam inelutávelmente para trás, atolados no caminho. Aquilo que, momento a momento, se passa na vida de um homem é para sempre insondável. É absolutamente impossível que alguém conte a história toda, por muito limitado que seja o fragmento da nossa vida que decidamos tratar.
Henry Miller
Fevereiro 26, 2011 at 3:59 pm
PG
Nem li o título, só o li posteriormente.
Fevereiro 26, 2011 at 4:04 pm
E não conheço o blog em questão, porque o Umbigo satisfaz as minhas necessidades informativas sobre a docência e não só.
Além disso é de uma grande coragem blogosférica não filtrar os comentários.
Fevereiro 26, 2011 at 4:05 pm
#31 e 32,
OK!
Fevereiro 26, 2011 at 4:08 pm
Ora bem, temos o seguinte:
-professores que pediram aulas assistidas, ou não, e serão avaliados;
-relatores nomeados e a exercer, ainda que sob protesto, as suas funções;
-uma ADD que, segundo a ministra, é para ir até ao fim e depois logo se vê;
-uma opinião de quase unânime rejeição deste modelo de ADD por parte dos professores, mas ao mesmo tempo a pouca disponibilidade manifestada até ao momento para um protesto mais consequente que a pudesse pôr em causa;
-a noção clara (ou, para alguns, nem tanto) de que a ADD vai ser uma perda de tempo, pois o seu principal efeito, a progressão na carreira, não vai ocorrer;
-o terreno armadilhado em que nos movimentamos, pois ao que parece o governo aprendeu mais com o processo de 2008 do que os professores: as recusas individuais são praticamente impossíveis, a aplicação do modelo divide os professores em categorias distintas, tornando a união mais difícil, os deveres funcionais de cada um estão claramente definidos.
Perante isto, acho que ganharíamos mais em discutir as formas de dar a volta à situação e de unir os professores, mesmo aqueles que numa leitura mais “radical” traíram a “classe”, numa luta colectiva e consequente.
Estas guerras do alecrim e manjerona levam-nos onde?…
Fevereiro 26, 2011 at 4:09 pm
Alá é Grande…….
Fevereiro 26, 2011 at 4:11 pm
#35
Ai tás aí??? Não ias apanhar solinho?!
Qual penacho?
Fevereiro 26, 2011 at 4:12 pm
O que te move é a inveja do meu avatar ser mais giro (muito mais) do que o teu….
Fevereiro 26, 2011 at 4:14 pm
Lembram-se de 2008?…
O grande catalisador da revolta, a par das manifs por todo o país, foi a recusa, nas escolas, de entrega de OIs.
Aquilo foi eficaz, porque a lei falava da sua entrega mas não a definia como um dever do professor. No fundo era um acto de desobediência, mas com um efeito calculado. E nas escolas onde havia maior mobilização ou alguma confiança em que a direcção não iria actuar contra os professores, houve recusas em massa da entrega dos objectivos.
No fundo tratava-se de um “buraco” no edifício burocrático do anterior modelo de ADD, que nós soubemos aproveitar.
Mas desta vez parece-me que os buracos foram todos tapados, e só com umas valentes marretadas é que esta macacada a que chamam avaliação começará a abanar…
Fevereiro 26, 2011 at 4:18 pm
No meu agrupamento, eu e mais 20 e tal professores ficámos apeados com os OIs, os outros foram entregá-los. Foi a minha 1ª (e última, porque não voltarei a iludir-me) desilusão com a minha classe
Fevereiro 26, 2011 at 4:24 pm
É impressionante que 0,01% tenha tido insuficiente. Afinal coloca-se em marcha uma maquinaria infernal de avaliação que acaba por parir um ratito. Se a avaliação serve teoricamente para promover a melhoria do sistema, identificando e corrigindo as más práticas (e promovendo as boas), então os míseros ganhos do sistema justificam os mastodônticos gastos?
Eu não sou gestor, mas esta até eu vejo. A ADD constante e sistemática custa tanto dinheiro que não compensa, porque os ganhos efetivos são apenas marginais.
Fevereiro 26, 2011 at 4:28 pm
Fico sempre escandalizada quando se compara qualquer forma de conformismo ou cobardia (etc. etc.) ao nazismo. Comparar a avaliação de professores com os campos de concentração e tudo aquilo que na altura aconteceu.Que abuso e falta de respeito pelo sofrimento daquela gente! Deviam ter vergonha.
Fevereiro 26, 2011 at 4:28 pm
#39
As situações variaram muito, de escola para escola.
Houve sítios onde todos ou quase todos entregaram OIs, e passaram à margem das lutas. Assim como noutros lugares quase todos recusaram a entrega e também houve escolas onde a coisa foi fifty/fifty.
No meu agrupamento aprovámos um documento colectivo de recusa e a maioria dos professores manteve a posição até ao fim. Entregaram OIs os contratados e, descobrimos depois, um número significativo de colegas do 1º ciclo, “capitaneados” por uma dirigente da FNE e uns quantos oportunistas dos restantes ciclos.
Fevereiro 26, 2011 at 4:33 pm
#40
Exacto. Já aqui referi várias vezes, em tempos, que um sistema de avaliação que permita garantir, com rigor científico, que um professor “vale” 7,9 e outro “vale” 8,0 é um sistema que custa mais do que valem os seus supostos benefícios.
Além de que o tal sistema rigoroso e científico, com tal grau de precisão, não existe, nem aqui nem em parte alguma do mundo.
Fevereiro 26, 2011 at 4:34 pm
Nunca imaginei que este Francisco Santos fosse o fjsantos.
Como podemos ter esperança que a Fenprof lute A SÉRIO contra esta ADD se tem activistas a desempenhar a função de relatores?
Fevereiro 26, 2011 at 4:34 pm
#41
Como diria o outro, “num habia nexexidádeze”
Fevereiro 26, 2011 at 4:38 pm
#41,
É caso para dizer que não percebe uma forma figurada de apresentar caricaturalmente uma situação.
Por acaso tenho grande admiração pela forma como o Jon Stewart tem desmontado o modo como a Fox News usa esses paralelismos sem grande nexo.
Preferiria que usasse outro tipo de metáfora, do tipo matança das focas?
Fevereiro 26, 2011 at 4:38 pm
#44
Qualquer um pode ser chamado a “relatar”.
E os pedidos de escusa em muitos casos não foram aceites, como sabemos.
O que deve fazer o “activista” nomeado, nos termos legais, relator? Sujeitar-se a um processo disciplinar por incumprimento das funções? Demitir-se da profissão?…
Fevereiro 26, 2011 at 4:42 pm
#34,
Às Berlengas, onde o seu Rei distribuirá comendas a todos.
Já “desvinculei”…
É que é como com os trabalhos dos miúdos, preferem discutir a barra da saia…
Cada um diga o que bem entender, eu assumo que não dou a outra face a quem escreve (ou manda escrever) isto:
2Ah! O Coiso e tal! O gelatinas! O Aldabrão! O que vai tirando dividendos livrescos e outros à custa de meia dúzia de papalvos O que diz que não entregando, entrega com outro nome?
Ah! O Anão encardido de lexívia “neutrex”! o “arcadinhas”, o que para chegar ao quadro precisa de se pôr em bicos de pés? O que põe uns videozitos do “you to be” de muita coisa estilo feira-da-ladra só para mostrar que sim?!
Sim! Conheço! Mas desculpe caro Santos, adoro demais a raça asinina!
Com as aves, Cairá plácido e flácido…o coiso e tal!
Já nem pena tenho deste perdigão. Ele quer, ele puxa muito,muito o obstipado , mas nada sai, nem ninguém lhe liga!
Qual animador, qual quê? Olha o drop, olha o caramelo, e chega!
Fevereiro 26, 2011 at 4:44 pm
#44
O post dirige-se, efectivamente para aqueles que opinam o seguinte:
Faz o que eu digo e não o que eu faço(em conformidade com o penso).
O alvo está bem identificado – alguns sindicalistas que acham que querem, podem e mandam, mas que, na hora de prestar provas, metem o rabinho entre as pernas.
Louvo a coragem de Paulo Guinote.
Fevereiro 26, 2011 at 4:46 pm
#47,
Conheço casos em que o recurso hierárquico levou à suspensão das funções.
Mas claro, é coisa chata.
E depois há o argumento fortíssimo do “antes eu, do que outro pior que eu”, vou fazer “por não prejudicar os colegas” usado pelo FSantos, o tal mestrando que anda a investigar, com todo o rigor, a luta dos professores e os blogues.
Deve ser por isso que é mais capacitado…
E fui, de vez, porque já escrevi com bastante clareza o que acho.
Treslê quem quer ou a quem convém.
Fevereiro 26, 2011 at 4:48 pm
Só me lembro do início do filme “O Gladiador”
Quintus: People should know when they are conquered.
Maximus: Would you, Quintus? Would I?
E vocês, sabem ?
Fevereiro 26, 2011 at 4:50 pm
Não me parece que a ADD precise dos auto-flagelos de franciscosantos. Não precisamos de mártires.
PG aproveitou para lhe malhar por razões pessoais (pareceu-me) e não vamos confundir esse ataque como um ataque a todos os relatores.
Como é que PG escapou à coisa é que não sei, mas diria que foi tráfico de influências…
Fevereiro 26, 2011 at 4:51 pm
Aqui, sensivelmente aos 2 minutos de filme.
Fevereiro 26, 2011 at 5:06 pm
#50
Isso faz-me lembrar uma relatora que aceitou ser porque entre ser ela e serem outros a avaliá-la, preferia ser ela mesmo a avaliar outros. Ganda mulher.
Já dissee, ninguém pode ser penalizado por aquilo que não sabe fazer, nunca fez, nem teve formação especializada (seja lá o que isto quer dizer!). Mas metem o rabinho entre as pernas porque “interesses instalados” falam mais alto, do que a incompetência para fazer o que lhes mandam. Andamos a espingardar uns com os outros? è verdade; mas quem não quer ser lobo que não vista a pele.
Fevereiro 26, 2011 at 5:09 pm
#52,
Insinuação (expectável) algo torpe.
Digamos que, partindo do mesmo ponto do FSantos, atingimos pontos diferentes porque sabem com que contam!
Há quem diga “não” e quem diga “NÂO!”.
Fevereiro 26, 2011 at 5:32 pm
Há bocado, eu poderia ter colocado um sorriso para amaciar a coisa. Mas, diga lá se não falou com o director, no sentido de…
(“Expctável” é o que permite que aqui se faça contra o meu nick)
Fevereiro 26, 2011 at 5:36 pm
#56,
Não tive qualquer conversa com o órgão de gestão sobre o assunto.
Fevereiro 26, 2011 at 6:01 pm
Fevereiro 26, 2011 at 6:03 pm
Parece-me que haverá alguma gente nos corredores da 5 de Outubro a rejubilar pelo que a avaliação de desempenho está a fazer aos Profs do ensino básico e secundário.
Em tempo discutia-se aqui quem era o campeão da contestação, por estes dias aqui e nas escolas sente-se o clima da noite das facas longas, mas entre pares.
A mim não interessa em que circunstancias A B ou C foi ou não nomeado relator, gostaria antes que fosse possível a união conseguida no passado, até porque me parece agora mais grave a nossa situação e a do próprio País que a anterior.
Fevereiro 26, 2011 at 6:07 pm
Entrevista para futuro relatores…
Fevereiro 26, 2011 at 6:07 pm
Fevereiro 26, 2011 at 6:09 pm
A verdade…
Fevereiro 26, 2011 at 6:09 pm
União? Qual união anterior? Cada um estava a tentar tratar da sua vidinha. Tenho podido observar o que muitos dos professores, da escola onde trablho, que participaram nas manifestaçãoes têm feito ao longo dos últimos 2 anos escolares. Agora são relatores e já não há grandes problemas! O problema eram os titulares…
Fevereiro 26, 2011 at 6:09 pm
Daqui a uns tempos como se vão conseguir lugar de quadro…
Fevereiro 26, 2011 at 6:11 pm
Como obter cargos lá no alto..volto logo..
Fevereiro 26, 2011 at 6:18 pm
Fevereiro 26, 2011 at 6:19 pm
Fevereiro 26, 2011 at 6:23 pm
57,
Acredito.
Mas conheço quem tenha tentado o tráfico com os Santinhos, ou acendendo-Lhes velas ou prometendo-Lhes uma visitinha.
Ser relator é ter espadas (a do director e a do avaliado) sempre em cima da cabeça, é tarefa que ninguém quer, acho eu.
Fevereiro 26, 2011 at 6:26 pm
Já agora vejam estes..não foram memso nada santinhos…após a entrad do FMI o governo demitiu-se novas eleições perdeu quase 50 lugares mas o partidfo da oposição não teve a a maioria..terá de coligar-se…não houve pruridos de isto e mais aquilo de não se poder derrubar governos ou coisa e tal..ah e os votos são contados manualmente a contagem só terminará amanhã…as eleições foram sexta…fui mesmo..
http://www.newstalk.ie/2011/news/fg-lead-seat-count-as-results-come-in/
e aqui..
http://www.irishelection.com/
Fevereiro 26, 2011 at 6:29 pm
#68
Pois não. É um raio de uma tarefa que dá trabalho, que não dá mais dinheiro, dá uma hora por cada 3, repito 3 avaliados e isto é completamente secundário. O principal é ser completamente estúpido.
Ora, gastar o meu querido tempo nesta coisa amorfa com tanto livrinho bom que há para ler, antes vir embirrar com a Fernanda1…dá-me muito mais gozo.
Fevereiro 26, 2011 at 6:31 pm
E não te atrevas a dizer mal do meu penacho…é bem giro, só lamento a cor.
Fevereiro 26, 2011 at 6:32 pm
Fevereiro 26, 2011 at 6:34 pm
Claramente esta é uma notícia incompleta, inquinada! Prefiro olhar para o post anterior: REMEXER!!! Parar é morrer! Eu recuso-me a dizer que estou morto! Ou que me sirvam comida estragada e depois fique quieto a fingir de morto!
Fevereiro 26, 2011 at 6:39 pm
Reparei que o post e os comentários que motivaram, fizeram com que PG aparecesse justificando-se em 13 comentários, o que é excessivo para o costume. Acontece que o post, sendo um ataque ad hominen, ultrapassou no que diz respeito à situação com a Alemanha hitleriana, nomeadamente ao gaseamento dos judeus, os limites do que é racional e atingiu o absurdo. Fazer uma comparação que pode ser alargada e generalizada a todos os relatores que, de boa ou má vontade, vão avaliar os seus colegas, a bonzinhos gazeadores de homens , mulheres e crianças, de cabeça rapada? Isto é uma comparação perfeitamente abusiva e até falta de respeito pelo que historicamente aconteceu aos milhões que foram mortos nas prisões nazis.
Querer atacar a pessoa de um tal Francisco Santos, procurando retirar-lhe credibilidade , através de raciocínios que não têm lógica é legítimo e é uma arma eficaz em termos de discussão. Diferente é deixar que essa argumentação se posso generalizar e atinja um conjunto de outras pessoas que nada parece terem a ver para o caso. Assim, teríamos todos os professores relatores comparados a prisioneiros gaseadores de outros prisioneiros. Os diretores aos chefes dos campos de concentração e a Ministra Alçada ao Gobles ou outro e o Sócrates seria o próprio Hitler em pessoa! Isso é loucura caro Paulo Guinote! Comparar os relatores que renunciaram a sê-lo. mas cumprem a sua missão a executores de campos nazis é demais! Penso que o Paulo Guinote não terá essa ideia, mas é o que eu posso ler no seu post! Com toda a consideração e respeito por si, estaria melhor se retirasse essa parte do seu post. Mas quem sou eu para dar conselhos que aqui e pela mesma lógica devo ser uma espia ao serviço das SS!?
Fevereiro 26, 2011 at 6:43 pm
Verdade nem o Hitler gostava de sócrates..
Fevereiro 26, 2011 at 6:51 pm
Militares líbios queimados vivos
assassinados por se recusarem a combater manifestantes
Fevereiro 26, 2011 at 6:56 pm
Sendo Francisco Santos o fjsantos e tendo em conta o que muitas vezes este senhor escreveu, estou completamente de acordo com o que o Paulo postou.
Bravo!
Fevereiro 26, 2011 at 6:59 pm
Se há posts que definem um carácter e uma ética comportamental este é um deles.
O Francisco Santos é atacado, insultado, caluniado porque pediu a escusa de relator e, sendo indeferido o pedido, não se imolou pelo fogo como Mohamed Bouazizi na Tunísia.
Mas que autoridade moral tem um indivíduo que não participa em qualquer forma de luta (excepto uma vez que tirou fotografias a uma manifestação a partir do passeio) para apontar o dedo a quem quer que seja?
Que iniciativas teve no seu local de trabalho para suspender este modelo de avaliação? Moção não aprovaram. Abaixo-assinado não se conhece. Greves, cruzes, canhoto.
Caso para dizer: com amigos destes, a luta dos professores não precisa de inimigos.
Fevereiro 26, 2011 at 7:00 pm
#74
“Assim, teríamos todos os professores relatores comparados a prisioneiros gaseadores de outros prisioneiros. Os diretores aos chefes dos campos de concentração e a Ministra Alçada ao Gobles ou outro e o Sócrates seria o próprio Hitler em pessoa! Isso é loucura caro Paulo Guinote!”
Não é loucura é ironia, gozo, humor negro… Só os mais inteligentes percebem e chegam lá! Não é o seu caso!
Fevereiro 26, 2011 at 7:03 pm
#78
Quem não gosta do que lê, para a próxima não volta cá!
A censura anda aí! Aqui ainda há liberdade de expressão, quem não gosta, muda-se ou então mexe os cordelinhos com os amigos socretinos e manda fechar esta chafarica!
Fevereiro 26, 2011 at 7:07 pm
#74
Também não leu o título do post.
Poupo-lhe o trabalho:
- “Com santinhos destes, não há hipóteses – um post assumidamente ad hominem para quem não o perceber à primeira.
Explicitando:
- Santinhos”(de Santos);
- ad hominem ( argumento contra a pessoa – Santos;
A metáfora é horrenda.
Ainda mal(como dizia Padre António Vieira)!
É para que o destinatário específico perceba a crueldade do seu (des)carácter.
Pessoalmente, alargo o destinatário porque tenho conhecimento de outros casos similares.
Fevereiro 26, 2011 at 7:17 pm
#70,
Sagrav, vulgo, Terezi345, saúdo que venha aqui em defesa do hoem que acoita as suas diatribes contra mim.
E moção na sua escola, foi aprovada?
Fevereiro 26, 2011 at 7:18 pm
#74,
Acho que percebeu o post.
Incluindo o exemplo absurdo.
Fevereiro 26, 2011 at 7:22 pm
Paula, pelo seu comentário deve ter um QI abaixo de zero… Quem não percebe nada é a menina. Só tem a fobia de ser avaliada. Oxalá nunca saiba o que são campos de concentração e … Porque respeito não sabe o que é!
Fevereiro 26, 2011 at 7:22 pm
#63,
Subscrevo.
#68,
Pois há.
(este comentário, Maria Campos, não conta para a sua estatística, ok?)
Fevereiro 26, 2011 at 7:24 pm
#82
Delírio paranóico.
Trate-se antes que seja tarde demais.
Fevereiro 26, 2011 at 7:27 pm
#86,
Moção na sua escola, há?
Paranóico, tal como negou repetidamente ser quem era, até eu lhe descobrir a careca, digo, a aposentação do lutador da lista B?
Já sei… a moção do sofá!
Fevereiro 26, 2011 at 7:29 pm
#82
Eu????
Eu não sou essa coisa da Teresi não-sei-quantos…
Fevereiro 26, 2011 at 7:34 pm
# 79 e # 83
Em que ficamos? Sou pouco inteligente como diz a Paula ou percebi o post como diz o Paulo?
Paula e Paulo, qual deles terá razão? Mais uma vez a Paula, que também não é a favor da avaliação me avalia e dá a classificação de não inteligente! Adoro essa sua coerência Paula. Mas o que interessa isso se fui recrutada para SS?
Fevereiro 26, 2011 at 7:34 pm
Oh Umbiguistas,
Eu precipitei-me, quando abri o post, dei de caras com o jornal, depois li o que o Paulo escreveu e não li o título, subiu-me uma coisa e escrevi o que pensava.
Por mim está esclarecido.
Como não vou ao blog do outro-que-é-um-que-diz-que-é-outro, não sei destas tricas blogosfericas.
A minha sugestão é que o Paulo deva ignorar o que lá se diz do Umbigo.
Fevereiro 26, 2011 at 7:36 pm
#89,
Foi nomeada relatora e chama-se Francisco Santos, com aspiração a dirigente do SPGL?
Se é esse o caso, não compre a guerra…
Fevereiro 26, 2011 at 7:37 pm
#89,
Foi nomeada relatora e chama-se Francisco Santos, com aspiração a dirigente do SPGL?
Se não é esse o caso, não compre a guerra…
Fevereiro 26, 2011 at 7:39 pm
Nem sei quem ´pe essa Franciso Santos mas não gosto de quem faz ataques pessoais como o que parece ele ter feito , Mais tarde irei saber o que se passou. Hora de passear agora.. Um abraço caro Paulo Guinote, com simpatia para si!
Fevereiro 26, 2011 at 7:40 pm
#90
Caneta,
partilho do seu conselho relativamente ao modo como Paulo Guinote deveria agir(reagir).
Aprendi que a arma mais mortífera para gentalha que não merece o ar que respira é o desprezo puro e duro…
… mas entendo que nem todos tenham a mesma forma de actuar…
Acima de tudo tem de estar o respeito por nós próprios.
Fevereiro 26, 2011 at 8:06 pm
#79,
paula,
Boa noite.
Tudo bem?
Fevereiro 26, 2011 at 8:07 pm
#94,
bi,
Boa noite.
Também acho.
Fevereiro 26, 2011 at 8:20 pm
E praticam?
Fevereiro 26, 2011 at 9:42 pm
Enfim, o F Santos é o auto-boy dos sindicatos.
Fevereiro 26, 2011 at 9:48 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2011/02/26/formas-de-luta-la-por-fora-por-ca-so-marchinhas/
Fevereiro 26, 2011 at 9:49 pm
PARA O FAFE…
http://bulimunda.wordpress.com/2011/02/26/o-futuro-neoliberal/
Fevereiro 26, 2011 at 9:51 pm
Missão cumprida… conseguiram colocar os profesores uns contra os outros. Os relatores também serão avaliados por alguém, ninguém vai escapar nos “campus” Está aqui uma grande confusão, como convém.
Fevereiro 26, 2011 at 10:30 pm
Ora bem: a questão não é exigir que os relatores se imolem. Nem sequer, como o post deixa bem vincado, exigir tudo a qualquer relator.
O que parece óbvio é:
1) Um sindicalista não pode ir para um jornal capitular.
2) Nenhum relator (sindicalista ou não) pode ir para um jornal (ou para qualquer lado) invocar o putativo interesse dos outros para justificar os seus actos.
Logo, o post é certeiríssimo, porque:
1) Não acusa todos os relatores de capitularem nas páginas de um jornal.
2) Não acusa nenhum relator que invoque razões compreensíveis para, por ora, obedecer.
Fevereiro 26, 2011 at 10:32 pm
«E declaro todo o meu apoio à caneta: realmente, comparar a ADD ao Holocausto, enfim…..»
Estamos muito sensíveis.
Com todo o respeito por Fernanda 1, estamos perante um equívoco. No texto não são comparadas ADD e holocausto. São dados exemplos de dois contextos para se inferir que o sujeito X teria um comportamento colaborante (embora se admita que contrariado) em qualquer deles.
Fevereiro 26, 2011 at 10:38 pm
«Um sindicalista não pode ir para um jornal capitular.»
Bem visto. Uma péssima imagem.
Mas o hábito já vem de ali ao lado. Ninguém mandou o Mário Nogueira negociar e “acordar” com ciganos. Com todo o respeito por estes. Agora já não há nada que lhes valha. É por isso que repito: não vale a pena continuar a criticar os sindicatos que existem. Importa é formar um novo. Ofereço-me para substituir o FJSantos, mas, antes que digam que não avisei, o presidente sou eu.
Fevereiro 26, 2011 at 11:02 pm
Esta avaliação, não avalia coisa nenhuma.Apenas existe para dividir a classe. Nada tem nexo, nem sentido.
Os relatores sabem tanto do que estão a fazer como qualquer outro professor. Se me dessem a mim esse trabalho, fazê-lo-ia mal, sem rigor, avaliaria mal, porque mal estão definidos todos os critérios de avaliação.
E a formação dos relatores? Onde está ela? Acho extraordinário, é ainda que não tenham avaliam na mesma. Há poucos dias chegou um papelinho à minha escola para inscrições para formação de relatores, mas atenção, têm que ter mestrado!…Onde está o pessoal com mestrado?.
É uma mediocridade, tão medíocre como o ministério da educação. Esta avaliação existe, e só acabará, quando o governo cair. É Sócrates que ditou que assim fosse. Foi a bandeira dele, e prometeu a Maria de Lourdes, que ainda que ela saisse, outros continuariam o trabalho, pois o objectivo é fazer a vida negra aos professores, burrifar-se nos alunos, pois mais sabe ele, que , se há professores a avaliar professores, não estão no terreno a trabalhar com alunos.Mas ele alguma vez quer saber disso?
Tudo isto é um vómito enorme, que só acabará quando estes vermes sairem.
É pena o jornalismo ter feito tão pouco pela educação do seu país.
Fazem debates de tudo, e nunca pensaram em fazer um, em que trouxessem professores de outros países, para eles contarem à opinião pública portuguesa, se o que se passa, com a avaliação de professores em Portugal, é algo normal, se tem a ver com uma avaliação séria,e se existe algo parecido em algum canto do mundo.
Dará tanto trabalho fazer uma investigação sobre isso?
Estou-me burrifando para esta avaliação, e para os que me tratam abaixo de cão, me humilham, e me maltratam em nome duma avaliação de mérito.
A minha dignidade e inteligência é algo intocável…
Fevereiro 26, 2011 at 11:06 pm
Ao Colaboracionista:
Venceremos!
Ganha vergonha com este video…
Fevereiro 26, 2011 at 11:07 pm
Fevereiro 26, 2011 at 11:08 pm
Fevereiro 26, 2011 at 11:11 pm
LA MARSEILLAISE
1er couplet :
Allons enfants de la Patrie,
Le jour de gloire est arrivé !
Contre nous de la tyrannie,
L’étendard sanglant est levé, (bis)
Entendez-vous dans les campagnes
Mugir ces féroces soldats ?
Ils viennent jusque dans vos bras
Égorger vos fils, vos compagnes !
Refrain :
Aux armes, citoyens
Formez vos bataillons
Marchons, marchons !
Qu’un sang impur
Abreuve nos sillons !
Couplet 2 :
Que veut cette horde d’esclaves,
De traîtres, de rois conjurés ?
Pour qui ces ignobles entraves,
Ces fers dès longtemps préparés ? (bis)
Français, pour nous, ah ! quel outrage
Quels transports il doit exciter !
C’est nous qu’on ose méditer
De rendre à l’antique esclavage !
Refrain
Couplet 3 :
Quoi ! des cohortes étrangères
Feraient la loi dans nos foyers !
Quoi ! ces phalanges mercenaires
Terrasseraient nos fiers guerriers ! (bis)
Grand Dieu ! par des mains enchaînées
Nos fronts sous le joug se ploieraient
De vils despotes deviendraient
Les maîtres de nos destinées !
Refrain
Couplet 4 :
Tremblez, tyrans et vous perfides
L’opprobre de tous les partis,
Tremblez ! vos projets parricides
Vont enfin recevoir leurs prix ! (bis)
Tout est soldat pour vous combattre,
S’ils tombent, nos jeunes héros,
La terre en produit de nouveaux,
Contre vous tout prêts à se battre !
Refrain
Couplet 5 :
Français, en guerriers magnanimes,
Portez ou retenez vos coups !
Épargnez ces tristes victimes,
À regret s’armant contre nous. (bis)
Mais ces despotes sanguinaires,
Mais ces complices de Bouillé,
Tous ces tigres qui, sans pitié,
Déchirent le sein de leur mère !
Refrain
Couplet 6 :
Amour sacré de la Patrie,
Conduis, soutiens nos bras vengeurs
Liberté, Liberté chérie,
Combats avec tes défenseurs ! (bis)
Sous nos drapeaux que la victoire
Accoure à tes mâles accents,
Que tes ennemis expirants
Voient ton triomphe et notre gloire !
Refrain
Couplet 7 (dit couplet des enfants) :
Nous entrerons dans la carrière
Quand nos aînés n’y seront plus,
Nous y trouverons leur poussière
Et la trace de leurs vertus (bis)
Bien moins jaloux de leur survivre
Que de partager leur cercueil,
Nous aurons le sublime orgueil
De les venger ou de les suivre
Fevereiro 26, 2011 at 11:13 pm
Venceremos!
Fevereiro 26, 2011 at 11:13 pm
Fevereiro 26, 2011 at 11:15 pm
Fevereiro 26, 2011 at 11:21 pm
Dos fracos não reza a História!
Fevereiro 26, 2011 at 11:22 pm
Fevereiro 26, 2011 at 11:33 pm
#103,
Sem ofensa, quem está equivocado é o 25….
Fevereiro 26, 2011 at 11:45 pm
Não são só os relatores que têm que se insurgir ou desobedecer. Somos todos nós, professores. E os titulares? Tinham formação para avaliar? E avaliaram! E tive colegas que me passaram a perna pois tiveram Muito Bom e eu tive Bom.
Continuo a dizer… estamo precisamente a fazer o que “eles” querem… dividem para reinar e aqui estamos nós, todos divididos.
Fevereiro 27, 2011 at 1:59 am
Os professores sentem-se achincalhados, uma vez que não existe uma avaliação séria do seu desempenho, tal como não foi honesto o processo de divisão da carreira docente, em titulares e não titulares. E ninguém tem o direito de abusar da dignidade humana e, no que me toca, eu nem sequer admito ser espezinhada por um qualquer governo eleito, no meu país, para conduzir a administração da nação e honrar o seu povo. O que se pressente no discurso de vários bloguistas é falta de carácter, quando se atrevem a defender a ADD imposta aos professores portugueses. Definitivamente, declaro que não há intenção de melhorar o desempenho docente e consequente efeito de ajudar os alunos a realizarem a sua formação integral, na unidade de ensino em que estão inscritos. A grande esparrela da ADD está por demais denunciada e nem vale a pena invocar o reinado de MLR, sendo a Sra. uma correia de transmissão do projecto ideológico dos actuais governantes. Como é óbvio, a Sra. Alçada veio na continuidade demolidora do sistema de ensino público português. Eu sempre adorei as marionetas, mas no digno papel de instruir e de encantar. Porém, o tempo emergente inverteu atitudes, conspurcou os valores morais, artísticos, solidários.
Os professores deviam manter-se em alerta, no despiste de todas as manobras sujas emanadas da tutela cuja intenção é quebrar os laços de camaradagem e de provocar o caos, nas relações de trabalho colectivo de que nunca poderemos abdicar, na nossa prática escolar: a coerência e solidariedade, na luta contra o inimigo comum – o sistema nojento de sermos avaliados com quotas, que esvaziam todo o sentido de ser professor.
Venham então os srs. políticos introduzir o dual system, no sistema de ensino português, todavia, os professores não são tolos que se deixem enganar “com papas e bolos”.
Fevereiro 27, 2011 at 2:14 am
#115 Hora adiantada?
Chama equívoco quando se diz que relatores não sabem o que andam a fazer e fazem? De Japonês não percebo nada por isso recuso-me a pronunciar-me.
Fevereiro 27, 2011 at 9:20 am
Concordo com a Teresa #102:
“O que parece óbvio é:
1) Um sindicalista não pode ir para um jornal capitular.
2) Nenhum relator (sindicalista ou não) pode ir para um jornal (ou para qualquer lado) invocar o putativo interesse dos outros para justificar os seus actos.
Logo, o post é certeiríssimo, porque:
1) Não acusa todos os relatores de capitularem nas páginas de um jornal.
2) Não acusa nenhum relator que invoque razões compreensíveis para, por ora, obedecer.”
Fevereiro 27, 2011 at 10:43 am
Engraçado como considero a metáfora do gaseamento dos judeus perfeita neste caso.
As sensibilidades são o que são mas, enfim, considerar exagerado uma comparação que pretende exactamente dizer que aqueles que “executam” têm desde o início o poder para dizer “NÃO” – sendo para isso necessário ter a coragem de assumir as consequências dos seus actos -, é, para mim, um absurdo.
Fica meio ridículo uma pessoa viver gritando “lutemos pela liberdade” quando o seu contributo é exacatmente o de fazer com que muitos continuem “presos”.
- Não pactuar é não aceitar.
- Aceitar “para que fiquem provocados os menores danos possíveis” é pactuar.
E a história desta luta, daqui por algum tempo, também vai ser contada sobre este prisma:
- Quem tudo fez para que estas políticas não fossem avante e quem – admito até que em alguns casos por más estratégias e não por más intenções – acabou por contribuir para que a máquina nunca deixasse de funcionar.
Fevereiro 27, 2011 at 10:45 am
Paulo Guinote:
Compreendo a sua decepção e as suas críticas face à actuação dos sindicatos, no que respeita à presente ADD. Penso que a maoria das pessoas que tem vindo a acompanhar de perto este processo, concorda consigo, partilhando, grosso modo, as suas críticas. Contudo, a forma, sistemática, como coloca o ónus nos relatores, parece-me despropositada e desadequada, sobretudo quando julga TODOS os relatores pela mesma bitola. Bem sei que muitos deles andam felizes e contentes com o “poderzinho” adquirido, mas também me parece que a maioria discorda deste modelo de ADD e se pudesse não participaria nele.Portanto, parecem-me injustas as suas apreciações generalistas acerca dos relatores. Que efeitos práticos (consequentes e efectivos) conseguiu alcançar com a forma de luta que escolheu para lutar contra esta ADD? Até ao momento, não me parece que tenha conseguido grandes proezas. Com isto quero apenas lembrar-lhe que TODAS as formas de luta contra esta ADD são válidas e legítimas e deviam merecer-lhe reconhecimento, mesmo que não concorde em absoluto com todas elas. Como podem os professores ganhar esta luta se se embrenham em quezílias mesquinhas do tipo: “o meu é maior que o teu”, em vez de unirem esforços e recursos? Quando tendemos a considerar a nossa Verdade como Absoluta e Única, corremos sérios riscos ou de acabar por ficar sozinhos ou somente com aqueles que nunca ousariam discordar de nós… Não me parece que essa situação seja desejável para ninguém…
Fevereiro 27, 2011 at 11:48 am
Mas os relatores não são avaliados pelos mesmos critérios e ainda mais pelo modo como avaliam os colegas? É que quem ler os comentários, fica a pensar que são uma casta à parte.
Como sempre, o mal está nos outros. Os avaliadores podem recusar-se a avaliar e os avaliados podem não entregar a ficha de auto-avaliação. Assim, sim…
Fevereiro 27, 2011 at 12:35 pm
“Engraçado como considero a metáfora do gaseamento dos judeus perfeita neste caso.”
Com comentários destes, não há hipóteses- Um comentário assumidamente Ad Neandertalis!
Fevereiro 27, 2011 at 1:22 pm
Ó Guinote, o que te faz falar não será uma dorzita no cotovelo por a jornalista do Expresso não te ter ido bater à tua portinha? Achas que andas a perder o PRÓ-TAGONISMO, como diria o Gama, né?
Fevereiro 27, 2011 at 2:04 pm
# 124 – Mesquinhez, não, obrigada.
Ó Marta, os professores são pessoas honestas e odeiam, sobretudo, a mesquinhez. É isso que revela o seu texto. Está impregnado de insolência rascosa que infesta qualquer ambiente planetário.
Como tema de reflexão aconselho umas leituras sobre ambientes psicológicos que emergiram na época da 2ª Guerra Mundial. Mas, que Deus nos livre de viver neste “Inferno”!
Sugiro ainda contactos com experts na matéria:
#123″[("Engraçado como considero a metáfora do gaseamento dos judeus perfeita neste caso"). Com comentários destes, não há hipóteses- Um comentário assumidamente Ad Neandertalis!]
E onde é que nos situamos, neste início do séc. XXI?