Preparar uma aula passa por ter um “plano”, ainda que não formal e escrito.
O problema (principal) reside no facto de quem se lembrou de criar o documento “Plano de Aula” ser na realidade um(a) tótó, que não se orienta sequer para o WC sem um GPS. Mas há que reconhecer alguma utilidade, quanto mais não seja para aqueles que obt~em o diploma sem perceberem grande coisa daquilo para que estão habilitados.
Diria que hoje em dia concluir uma licenciatura em ensino é como “tirar” a carta de condução. Só muito mais tarde é que aprende verdadeiramente a leccionar…
fora do Post mas também interessante!
A ministra da Ed. na segunda-feira desloca-se a Faro.Cconvocou directamente todos os Directores dos Agrupamentos, com a particulariade de fazer convite extensivo a dois ou três adjuntos.
A senhora gosta de audiências ou será uma tactica para no meio da confusão não sentir o ar agressivo dos que perdem o poleiro?
ou será para dar boas noticias?
Trata-se de uma reunião de amaciamento para criar os Mega. As más decisões serão tomadas dias depois. O trabalho da ME é este com “Tide” lave mais branco.
O problema é que é menos caricatura que o que parece. Já vi um plano de aula onde a professora escrevia “A Professa chama dois alunos ao quadro interactivo para realizarem o exercício (5 m)”.
Há gente que anda mesmo doente.
Um Plano de aula não deve demorar mais de 5 minutos a realizar e deve ser resumido ao mínimo, um esboço da aula. Há aulas ótimas concebidas quase de improviso e outras muito alinhadinhas que não resultam de todo. O essencial é que o professor saiba os objetivos essenciais da aula. O que pretende que os seus alunos acabem por compreender e aplicar. Sempre fui contra planificações muito detalhadas, onde até se colocam as perguntas que se irão colocar aos alunos! Deixem-se disso, tenho muita experiência a ensinar, nunca fui considerada pelos alunos e pais má professora, mas posso assegurar que em 6 linhas faço a planificação de uma aula e muitas, muitas, nem as planificava , pois sabia o que ia dar, e consigo variar as estratégias de acordo com a disposição de momento da turma para que sejam eficazes. O improviso é uma parte importante da aula e fraco é aquele que não tem nem sabe improvisar. Improvisar bem resulta da experiência e cuidem-se aqueles que pensem que se pode deixar tudo ao improviso. No entanto, rasguem essas planificações complicadas e muito meticulosas apenas para encher o olho de burocratas! Uma planificação é um roteiro não uma planta de promenor e deixem-se de complicar o que é simples! E este apelo é também e em primeiro lugar, para todos os que têm responsabilidades nas escolas. Por exemplo acho uma ¨parvoíce¨haver aulas integradas em projetos interessantes como o da leitura, onde se exigem aos professores participantes planificações e port-folios que só servirão para aumentar o gasto em papel pois ninguém mais vai ler no ano seguinte. Além de esse trabalho burocrático e inútil só serve para desmotivar os professores que participam nessas formações…
#4
Com mais pós-graduações, mestrados ou doutoramentos, ou não, um PROFESSOR demora a sê-lo efectivamente. Os fundamentalismos dicotómicos que defendem que mais diplomas pós licenciaturas investem os professores mais jovens de ferramentas do que os mais velhos; ou que estes são indubitavelmente detentores de mais conhecimentos, é uma falácia.
De qualquer modo, havendo bons, medianos e maus professores entre os mais velhos, é uma cretinice do mundo ocidental à fobia da velhice quando não se lhes reconhece a “tarimba”.
Por essas e por muitas outras, pirei-me…que os jovens professores formatados ( sem culpas imediatas, diga-se)pelas obsoletas cabeças pensantes, muitas delas já com musgo, do mundo da Formação de Professores, consigam fazer melhor.
Aguardemos. Sem acrimónias.
#10
Olhe… e não é que estou de acordo consigo?
Um professor jamais deverá perder a espontaneidade do momento em nome do cumprimento de um plano que prevê, por exemplo, 5 minutos para debater qualquer coisa. Ou prolongar para dar a palavra aos alunos. Qualquer professor sabe obviamente justificar-se pelo não cumprimento de um plano estrangulador, junto de mangas de alpaca.
É o ensino que temos, na senda do sucesso.
Enquanto se continuarem a aceitar e aplicar as receitas do eduquês, a subordinar as escolas ao economês e os zecos ao “taylorês” (para rimar), nada de fundamental e relevante é de esperar deste sistema.
#12 Concordo consigo que fica mal, mas nada tenho a esconder e apenas serviu para assegurar que estou segura do que digo em matéria de trabalho. Acho que nada tem a ver com o Sócrates ou com Passos ou até com outros partidos esse frenezim dos que defendem essas planificações parvas! Tem mais a ver com a mediocridade de uma pseudo intelectualidade muito portuguesa que popula nas universidades e depois quer aplicar modelos como quem tra fotocópias. Os que con seguem ler-me terão já visto que defendo simplificação de processos em todas as áreas e uma maior autonomia ao nível da escola. Não posso concordar é com todo o poder ao diretor para avaliar e não concordo com avaliações sem observação de aulas.
#¨12
O António Duarte não sabe ler e é mentiroso o que lhe fica mal. Eu não disse em lado nenhum com aspas como referiu que ¨sou muito boa¨. Isso é mentira e desinformação sua!
Digo sim unca fui considerada pelos alunos e pais má professora,¨¨ o que é bem diferente de dizer que sou muito boa! Mas reparo que o senhor António Duarte é um dos que não sabe ler! Vá para a escola do 1 Ciclo!
não sou advogado do A. Duarte (nem ele precisa – conheço-o mas ele não sabe). Atente no seu comentário no blogue linkado
“O improviso é uma parte importante da aula e fraco é aquele que não tem nem sabe improvisar. Improvisar bem resulta da experiência e cuidem-se aqueles que pensem que se pode deixar tudo ao improviso.”
estas são as «» a que se refere o seu «alvo», digo eu.
mesmo a pesar a redacção que está mazita, concordo consigo; um bom professor tem que ter conhecimentos e experiência para improvisar em qqr circunstância por que mais de 90% do ensino é assim construído.
Digo isto porque apenas fiz planificações de aula (e entrega de materiais a aplicar) em situação de falta prevista.
Penso que está equivocado
O António Duarte escreveu
…Tirando aquela parte do “sei que sou boa”, que..
Ora eu não escrevi isso ¨sei que sou boa¨ e daí ele desinformou. Não escrevi embora o pense! rsrs.
A redação está má , claro que sim, é à pressa e sem correção.. Concordo plenamente com o seu último parágrafo e acho um perfeito disparate a mania das planificações meticulosas. Disparate de quem as faz e de quem pergunta por as quer dessa forma!
Por acaso não vi um único descritor que incida no cumprimento da planificação, ou vi mal ou então não estamos nas mesmas escolas.Ou seja que nunca se poderá ser penalizado sobre o cumprimento do PA porque pura e simplesmente ele não existe.De resto isto obedece à mentalidade bolchevique da economia planificada. Viu-se o que aconteceu aos países com economias planificadas.Não diria que a planificação é uma treta porque ela serve de orientação já o cumprimento da planificação é que é uma grande treta. Então e se os alunos intervirem questionando, o que se faz ? Não se responde ? E aquelas turmas onde os tipos não param de fazer questões e algumas sem nexo aparente ? E quando explicamos e os tipos dizem que não percebem ? olha-se para o lado ?
Isto é tudo uma palhaçada e nós la vamos cantando e rindo , esperemos que após o carnaval a malta abra os olhos…alguma coisa tem que ser feita.
…Para quando a moção de censura do PC ?…e o que vai fazer agora o PSD ?
#21
Até que enfim @ Maria Campos arranjou um namorado. Ficamos muito felizes com a notícia, dada em primeira mão pelo próprio.
Acrescento uma informação que me parece oportuna e no contexto do post. Estão aparecendo nas equipas de inspectores às AEC uns rapazes e umas raparigas daqueles com grandes graus académicos, imenso currículo, do qual não faz parte actividade lectiva, e que estão fazendo a vida negra a pessoas que nunca fizeram outra coisa.
Os colegas que leccionam as AEC são tratados abaixo de cão e tratados por monitores ou animadores e não professores. A acompanhar com atenção.
Fevereiro 24, 2011 at 11:31 am
Texto interessante!
Fevereiro 24, 2011 at 12:13 pm
Tenho algumas colegas minhas que deviam ler este post…
Fevereiro 24, 2011 at 12:26 pm
Excelente caricatura de (alg)uma triste realidade!
Fevereiro 24, 2011 at 12:26 pm
Preparar uma aula passa por ter um “plano”, ainda que não formal e escrito.
O problema (principal) reside no facto de quem se lembrou de criar o documento “Plano de Aula” ser na realidade um(a) tótó, que não se orienta sequer para o WC sem um GPS. Mas há que reconhecer alguma utilidade, quanto mais não seja para aqueles que obt~em o diploma sem perceberem grande coisa daquilo para que estão habilitados.
Diria que hoje em dia concluir uma licenciatura em ensino é como “tirar” a carta de condução. Só muito mais tarde é que aprende verdadeiramente a leccionar…
Fevereiro 24, 2011 at 1:02 pm
fora do Post mas também interessante!
A ministra da Ed. na segunda-feira desloca-se a Faro.Cconvocou directamente todos os Directores dos Agrupamentos, com a particulariade de fazer convite extensivo a dois ou três adjuntos.
A senhora gosta de audiências ou será uma tactica para no meio da confusão não sentir o ar agressivo dos que perdem o poleiro?
ou será para dar boas noticias?
Trata-se de uma reunião de amaciamento para criar os Mega. As más decisões serão tomadas dias depois. O trabalho da ME é este com “Tide” lave mais branco.
Fevereiro 24, 2011 at 1:07 pm
#3
O problema é que é menos caricatura que o que parece. Já vi um plano de aula onde a professora escrevia “A Professa chama dois alunos ao quadro interactivo para realizarem o exercício (5 m)”.
Há gente que anda mesmo doente.
Fevereiro 24, 2011 at 1:12 pm
#5,
Mas haverá quem “alinhe”, sempre com o argumento que ou ele(a)s ou virá “pior”…
Fevereiro 24, 2011 at 1:16 pm
O que dizer de um relator que avalia aulas de: LP, mat, Estudo Meio e Expressão Educação fisico-motora.
Fevereiro 24, 2011 at 2:20 pm
estou cansada desta palhaçada!
Fevereiro 24, 2011 at 2:30 pm
Um Plano de aula não deve demorar mais de 5 minutos a realizar e deve ser resumido ao mínimo, um esboço da aula. Há aulas ótimas concebidas quase de improviso e outras muito alinhadinhas que não resultam de todo. O essencial é que o professor saiba os objetivos essenciais da aula. O que pretende que os seus alunos acabem por compreender e aplicar. Sempre fui contra planificações muito detalhadas, onde até se colocam as perguntas que se irão colocar aos alunos! Deixem-se disso, tenho muita experiência a ensinar, nunca fui considerada pelos alunos e pais má professora, mas posso assegurar que em 6 linhas faço a planificação de uma aula e muitas, muitas, nem as planificava , pois sabia o que ia dar, e consigo variar as estratégias de acordo com a disposição de momento da turma para que sejam eficazes. O improviso é uma parte importante da aula e fraco é aquele que não tem nem sabe improvisar. Improvisar bem resulta da experiência e cuidem-se aqueles que pensem que se pode deixar tudo ao improviso. No entanto, rasguem essas planificações complicadas e muito meticulosas apenas para encher o olho de burocratas! Uma planificação é um roteiro não uma planta de promenor e deixem-se de complicar o que é simples! E este apelo é também e em primeiro lugar, para todos os que têm responsabilidades nas escolas. Por exemplo acho uma ¨parvoíce¨haver aulas integradas em projetos interessantes como o da leitura, onde se exigem aos professores participantes planificações e port-folios que só servirão para aumentar o gasto em papel pois ninguém mais vai ler no ano seguinte. Além de esse trabalho burocrático e inútil só serve para desmotivar os professores que participam nessas formações…
Fevereiro 24, 2011 at 2:37 pm
#4
Com mais pós-graduações, mestrados ou doutoramentos, ou não, um PROFESSOR demora a sê-lo efectivamente. Os fundamentalismos dicotómicos que defendem que mais diplomas pós licenciaturas investem os professores mais jovens de ferramentas do que os mais velhos; ou que estes são indubitavelmente detentores de mais conhecimentos, é uma falácia.
De qualquer modo, havendo bons, medianos e maus professores entre os mais velhos, é uma cretinice do mundo ocidental à fobia da velhice quando não se lhes reconhece a “tarimba”.
Por essas e por muitas outras, pirei-me…que os jovens professores formatados ( sem culpas imediatas, diga-se)pelas obsoletas cabeças pensantes, muitas delas já com musgo, do mundo da Formação de Professores, consigam fazer melhor.
Aguardemos. Sem acrimónias.
Fevereiro 24, 2011 at 2:40 pm
E não é que a Maria Campos até consegue dizer coisas sensatas?!…
Tirando aquela parte do “sei que sou boa”, que é o que a maioria dos professores pensa de si próprio, mas quando é posto por escrito fica sempre mal.
Pena é que a avaliação em vigor, congeminada pelos seus mentores socratinos, seja a antítese do que aqui defende…
Fevereiro 24, 2011 at 2:43 pm
#10
Olhe… e não é que estou de acordo consigo?
Um professor jamais deverá perder a espontaneidade do momento em nome do cumprimento de um plano que prevê, por exemplo, 5 minutos para debater qualquer coisa. Ou prolongar para dar a palavra aos alunos. Qualquer professor sabe obviamente justificar-se pelo não cumprimento de um plano estrangulador, junto de mangas de alpaca.
Fevereiro 24, 2011 at 2:43 pm
É o ensino que temos, na senda do sucesso.
Enquanto se continuarem a aceitar e aplicar as receitas do eduquês, a subordinar as escolas ao economês e os zecos ao “taylorês” (para rimar), nada de fundamental e relevante é de esperar deste sistema.
Fevereiro 24, 2011 at 3:09 pm
#10
Exactamente o que eu penso! Mas não é o que pensa a maioria dos meus colegas.
Fevereiro 24, 2011 at 3:11 pm
#12 Concordo consigo que fica mal, mas nada tenho a esconder e apenas serviu para assegurar que estou segura do que digo em matéria de trabalho. Acho que nada tem a ver com o Sócrates ou com Passos ou até com outros partidos esse frenezim dos que defendem essas planificações parvas! Tem mais a ver com a mediocridade de uma pseudo intelectualidade muito portuguesa que popula nas universidades e depois quer aplicar modelos como quem tra fotocópias. Os que con seguem ler-me terão já visto que defendo simplificação de processos em todas as áreas e uma maior autonomia ao nível da escola. Não posso concordar é com todo o poder ao diretor para avaliar e não concordo com avaliações sem observação de aulas.
Fevereiro 24, 2011 at 3:16 pm
#¨12
O António Duarte não sabe ler e é mentiroso o que lhe fica mal. Eu não disse em lado nenhum com aspas como referiu que ¨sou muito boa¨. Isso é mentira e desinformação sua!
Digo sim unca fui considerada pelos alunos e pais má professora,¨¨ o que é bem diferente de dizer que sou muito boa! Mas reparo que o senhor António Duarte é um dos que não sabe ler! Vá para a escola do 1 Ciclo!
Fevereiro 24, 2011 at 4:02 pm
ó M.ª Campos
não sou advogado do A. Duarte (nem ele precisa – conheço-o mas ele não sabe). Atente no seu comentário no blogue linkado
“O improviso é uma parte importante da aula e fraco é aquele que não tem nem sabe improvisar. Improvisar bem resulta da experiência e cuidem-se aqueles que pensem que se pode deixar tudo ao improviso.”
estas são as «» a que se refere o seu «alvo», digo eu.
mesmo a pesar a redacção que está mazita, concordo consigo; um bom professor tem que ter conhecimentos e experiência para improvisar em qqr circunstância por que mais de 90% do ensino é assim construído.
Digo isto porque apenas fiz planificações de aula (e entrega de materiais a aplicar) em situação de falta prevista.
Obs.: essa dos 35 é a brincar, né?
Fevereiro 24, 2011 at 4:24 pm
Caro Citizen
Penso que está equivocado
O António Duarte escreveu
…Tirando aquela parte do “sei que sou boa”, que..
Ora eu não escrevi isso ¨sei que sou boa¨ e daí ele desinformou. Não escrevi embora o pense! rsrs.
A redação está má , claro que sim, é à pressa e sem correção.. Concordo plenamente com o seu último parágrafo e acho um perfeito disparate a mania das planificações meticulosas. Disparate de quem as faz e de quem pergunta por as quer dessa forma!
Fevereiro 24, 2011 at 4:24 pm
Já fiz 35 sim! Mas não me lembro quando! rsrsr
Fevereiro 24, 2011 at 4:26 pm
Fez fez, eu que sou o seu namorado posso comprová-lo.
Fevereiro 24, 2011 at 4:54 pm
pela Líbia
http://hosted.ap.org/photos/0/07561833-79f0-4796-9c0a-9fef45f6bae0-big.jpg
(AP Photo/Hussein Malla)
Fevereiro 24, 2011 at 5:11 pm
duas das massagistas e o gajo
http://english.aljazeera.net/mritems/Images/2011/2/21/2011221201658804811_20.jpg
“female bodyguards”, digo
Fevereiro 24, 2011 at 5:14 pm
Por acaso não vi um único descritor que incida no cumprimento da planificação, ou vi mal ou então não estamos nas mesmas escolas.Ou seja que nunca se poderá ser penalizado sobre o cumprimento do PA porque pura e simplesmente ele não existe.De resto isto obedece à mentalidade bolchevique da economia planificada. Viu-se o que aconteceu aos países com economias planificadas.Não diria que a planificação é uma treta porque ela serve de orientação já o cumprimento da planificação é que é uma grande treta. Então e se os alunos intervirem questionando, o que se faz ? Não se responde ? E aquelas turmas onde os tipos não param de fazer questões e algumas sem nexo aparente ? E quando explicamos e os tipos dizem que não percebem ? olha-se para o lado ?
Isto é tudo uma palhaçada e nós la vamos cantando e rindo , esperemos que após o carnaval a malta abra os olhos…alguma coisa tem que ser feita.
…Para quando a moção de censura do PC ?…e o que vai fazer agora o PSD ?
Fevereiro 24, 2011 at 5:19 pm
mensagem enviada pelo n/ 1º engenheiro
http://blogs.aljazeera.net/sites/default/files/imagecache/FeaturedImagePost/images/tobruk.jpg
Fevereiro 24, 2011 at 5:21 pm
#21
Até que enfim @ Maria Campos arranjou um namorado. Ficamos muito felizes com a notícia, dada em primeira mão pelo próprio.
Acrescento uma informação que me parece oportuna e no contexto do post. Estão aparecendo nas equipas de inspectores às AEC uns rapazes e umas raparigas daqueles com grandes graus académicos, imenso currículo, do qual não faz parte actividade lectiva, e que estão fazendo a vida negra a pessoas que nunca fizeram outra coisa.
Os colegas que leccionam as AEC são tratados abaixo de cão e tratados por monitores ou animadores e não professores. A acompanhar com atenção.
Fevereiro 24, 2011 at 5:21 pm
agora vou dar banho ao cão. Com licença!
Fevereiro 24, 2011 at 6:27 pm
Um texto relativamente engraçado, apesar dos exageros, ou talvez por isso.
A Maria Campos disse, finalmente, algo de jeito (#10). Já não era sem tempo. Fica provado o carácter didáctico do Umbigo.
Fevereiro 24, 2011 at 7:07 pm
Que a Força esteja com o autor.
É preciso combater o Dark Side.
Fevereiro 24, 2011 at 8:38 pm
#10
Completamente de acordo.
Fevereiro 24, 2011 at 9:58 pm
#20 Isso é mau sinal!São os primeiros sinais, preocupantes, de …
Fevereiro 24, 2011 at 10:08 pm
Concordo com o que o Maria Campos escreve em 10!
Fevereiro 24, 2011 at 10:23 pm
#10
Para a próxima não te ajudo, ingrata.