Pela centésima vez se observa que não basta ler os títulos.
“A Fenprof não está de acordo com a existência de mecanismos administrativos que fixam o mérito com que quaisquer trabalhadores desempenham as suas funções. A posição que temos desde sempre é favorável ao reconhecimento do mérito em absoluto, isto é, uma escola pode perfeitamente ter um número de professores merecedor de determinadas avaliações abaixo daquilo que a quota estabelece ou acima”, afirmou o secretário-geral da Fenprof.
Mário Nogueira considera que, “independentemente do modelo de avaliação que vigora, a existência de quotas na avaliação é sempre um mecanismo que perverte a própria avaliação, que perverte o sentido da avaliação que é o reconhecimento do mérito absoluto”.
Como contraproposta, a Fenprof vai sugerir à tutela que não haja quotas na avaliação dos professores. A Fenprof vai aproveitar a reunião para “reiterar a exigência de suspensão do actual modelo de avaliação”. A reunião está marcada para as 09h
#14
Deixemos-nos de tretas.
Em vez de demonstrar desagrado pela existência de quotas deveriam antes exigir a suspensão e substituição deste modelo. Não podemos continuar a ser brandos quando é toda uma sociedade que está em causa.Este modelo já demonstrou ser o principal motor de desmotivação e de frustração dos profissionais que se querem motivados e concentrados na árdua tarefa da construção do conhecimento. Se há quem seja malandro, e queira dormir á sombra do trabalho dos outro, há que lhes tratar da narcolepsia, e não andar com paninhos quentes a tratar de mialgias assimptóticas.
A propósito: o que é que cada um de nós tem feito, sozinho ou em grupo, de forma consistente, pela suspensão imediata deste modelo de ADD? Mais do que a FENPROF? Excluo, como é evidente, o autor deste blogue que, por discordâncias que possam existir, tem sido sempre frontal e muito coerente nas suas posições e práticas!
Já agora: a FNE ainda existe?
Fiquei confusa: o que quer a Fenprof?
A sério, expliquem-me, se estão melhor informados que eu: o que vai a Fenprof negociar sobre esta ADD?
Não basta criticar o modelo. Que acção vão desenvolver CONTRA este modelo?
#19, no biénio anterior fui até ao fim. Não pactuei em nada. Não entreguei nada.
Neste biénio, o que me aconselha a fazer, caso a maioria dos meus colegas acabe por ceder, em grande parte pq os representantes de professores não sugerem qualquer estratégia de luta, neste caso da ADD?
Altruísta, explique-me esta frase que eu não consigo entender:
“Como contraproposta, a Fenprof vai sugerir à tutela que não haja quotas na avaliação dos professores. A Fenprof vai aproveitar a reunião para “reiterar a exigência de suspensão do actual modelo de avaliação”. A reunião está marcada para as 09h”
E, já agora, não demore muito, pq eu estou na hora de atendimento de Enc. Ed. e pode chegar algum entretanto.
Não sou avaliador/relator nem conselheiro.
Já disse aqui que, mesmo longe do topo da carreira, mandei e continuo a mandar para as urtigas esta ADD!
Quanto aos “nossos representantes”, quem acha que pode fazer melhor, avance, sff!
Eu apenas me represento a mim e, para já, os meus filhos que ainda são menores de idade.
Em resposta às insinuações de Caneta e Fernanda sobre a limpez das tendas, o sr. Cadafi está a promover uma limpeza profunda no seu país. Para tal contratou sul-africanos e outros. Os vencimentos são tyentadores e está incluído um bonito chapéu amarelo.
#30
Exigir com mais ou menos convicção, com mais ou menos “murro na mesa”, não é o ponto essencial.
O problema é que os governos não fazem o que os sindicatos mandam. Apesar de por vezes estes ficarem com a fama…
Numa negociação política, parece-me a mim que conseguir obter alguma coisa do poder só é possível por uma de duas vias:
1. Ter capacidade para inflingir danos ao “inimigo” e mostrar-lhe claramente que o que tem a perder se não nos satisfizer é mais do que o que ganha impondo a sua vontade;
2. Termos algo para dar em troca daquilo que queremos e sermos capazes de demonstrar que o negócio é bom também para o outro lado.
Acresce que qualquer negociação bem sucedida implica que as partes estejam de boa-fé, o que com estes socratinos que até gravadores metem ao bolso está muito longe de acontecer.
Fevereiro 24, 2011 at 7:37 am
Bom dia!
Hoje, 3 blocos de 90 minutos, sem reuniões e outros ões…
Leva-se bem.
Fevereiro 24, 2011 at 7:54 am
Good Morning!
(com tradução simultânea)
Fevereiro 24, 2011 at 8:17 am
Bom dia!
Fevereiro 24, 2011 at 8:22 am
Bom Dia a Todos!
A Primavera já se faz anunciar nas primeiras flores…
Fevereiro 24, 2011 at 8:30 am
Bom Dia!
Chegou a Primavera!
Fevereiro 24, 2011 at 8:33 am
Fenprof reúne com ministério para negociar quotas para avaliação dos professores
Fevereiro 24, 2011 at 8:36 am
Se estás contra:
…a vaga de desemprego anunciada para Setembro;
…o roubo nos salários;
…a crescente precariedade e instabilidade;
…o congelamento das carreiras;
…a não realização de concurso em 2011;
…a não suspensão do actual regime de avaliação;
…as quotas na avaliação – a consideração da avaliação nos concursos;
…o fim das reduções de componente lectiva para o desempenho de cargos;
…a eliminação das horas de componente de trabalho individual;
…a contínua degradação dos horários de trabalho;
…a eliminação e/ou profunda redução das horas para o desempenho de cargos de coordenação;
…a fortíssima redução de assessorias e adjuntos na gestão das escolas;
…a redução ainda maior dos orçamentos das escolas;
…a imposição de absurdos mega-agrupamentos e suas consequências;
…o regime de educação especial que afasta apoios a milhares de alunos com necessidades educativas especiais;
…as ilegalidades (despedimentos, alteração de horário e redução salarial) impostas pelos patrões do ensino privado;
…a eliminação do par pedagógico na educação visual e tecnológica;
…o fim, na prática, do desporto escolar;
…o fim, na prática, do estudo acompanhado;
…o fim da área projecto;
…a extinção prevista para Setembro, de todos os projectos desenvolvidos pelas escolas de promoção do sucesso e combate ao abandono escolar;
…a degradação das condições de exercício de cargos nas escolas;
…a transferência da contratação nos “TEIP” do orçamento de estado para fundos comunitários, bem como do ensino profissional nas escolas públicas;
…a alteração das condições de exercício da função de professor bibliotecário;
…a imposição de um calendário de exames que inviabiliza o gozo pleno de férias a milhares de docentes;
…as brutais reduções salariais impostas aos docentes ensino português no estrangeiro;
…a alteração do horário nocturno das escolas;
…a alteração do conceito e do cálculo do valor da hora lectiva extraordinária;
…os recibos verdes ilegais impostos aos docentes das “AEC”;
…as ilegalidades impostas na carreira: “ultrapassagens”, “paralisação” por ausência de legislação, entre outras;
…a falta de formação contínua gratuita;
…a progressiva fragilização dos apoios sociais aos estudantes e às suas famílias;
…a falta de trabalhadores não docentes nas escolas;
…a ausência de medidas que reforcem a autoridade do professor na escola;
…a falta de medidas preventivas à proliferação da indisciplina na escola;
…a ausência de negociação efectiva;
…a falta de política educativa!
Então, demonstra a tua indignação. Protesta. Reclama, manifesta-te.
Dia 12 de Março, professores e educadores encherão de novo o Campo Pequeno.
http://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=226&doc=5444
Fevereiro 24, 2011 at 8:36 am
Bom dia.
Fevereiro 24, 2011 at 8:59 am
Bom dia!
Acho que a nossa esperança que a Fenprof desse um murro na mesa….foi ao ar.
O que se negoceia são quotas…
http://www.publico.pt/Educação/fenprof-reune-com-ministerio-para-negociar-quotas-para-avaliacao-dos-professores_1481869
Fevereiro 24, 2011 at 8:59 am
Até logo…
Tocou.
Fevereiro 24, 2011 at 9:00 am
#6,
Mas não disse que não negociaria as quotas?
Fevereiro 24, 2011 at 9:15 am
Pela centésima vez se observa que não basta ler os títulos.
“A Fenprof não está de acordo com a existência de mecanismos administrativos que fixam o mérito com que quaisquer trabalhadores desempenham as suas funções. A posição que temos desde sempre é favorável ao reconhecimento do mérito em absoluto, isto é, uma escola pode perfeitamente ter um número de professores merecedor de determinadas avaliações abaixo daquilo que a quota estabelece ou acima”, afirmou o secretário-geral da Fenprof.
Mário Nogueira considera que, “independentemente do modelo de avaliação que vigora, a existência de quotas na avaliação é sempre um mecanismo que perverte a própria avaliação, que perverte o sentido da avaliação que é o reconhecimento do mérito absoluto”.
Como contraproposta, a Fenprof vai sugerir à tutela que não haja quotas na avaliação dos professores. A Fenprof vai aproveitar a reunião para “reiterar a exigência de suspensão do actual modelo de avaliação”. A reunião está marcada para as 09h
Fevereiro 24, 2011 at 9:17 am
#11
Mas não disse que não negociava os “cotas”.
Bom dia.
Fevereiro 24, 2011 at 9:19 am
Os títulos nem sempre correspondem ao conteúdo e a citação nem sempre sintetiza correctamente o que disse o citado.
Mas quando o objectivo é dar ferroadas, qualquer pretexto serve…
Fevereiro 24, 2011 at 9:31 am
#14
Deixemos-nos de tretas.
Em vez de demonstrar desagrado pela existência de quotas deveriam antes exigir a suspensão e substituição deste modelo. Não podemos continuar a ser brandos quando é toda uma sociedade que está em causa.Este modelo já demonstrou ser o principal motor de desmotivação e de frustração dos profissionais que se querem motivados e concentrados na árdua tarefa da construção do conhecimento. Se há quem seja malandro, e queira dormir á sombra do trabalho dos outro, há que lhes tratar da narcolepsia, e não andar com paninhos quentes a tratar de mialgias assimptóticas.
Fevereiro 24, 2011 at 9:52 am
Bom dia.
Para quem eventualmente não conheça e, em particular, para os que, como eu, apreciam particularmente esta Obra…
Fevereiro 24, 2011 at 10:21 am
#15
A Fenprof exige “a suspensão e substituição deste modelo”.
Talvez desse jeito ler a notícia antes de comentar…
Fevereiro 24, 2011 at 10:31 am
Convinha ver a acta…
Fevereiro 24, 2011 at 10:35 am
A propósito: o que é que cada um de nós tem feito, sozinho ou em grupo, de forma consistente, pela suspensão imediata deste modelo de ADD? Mais do que a FENPROF? Excluo, como é evidente, o autor deste blogue que, por discordâncias que possam existir, tem sido sempre frontal e muito coerente nas suas posições e práticas!
Já agora: a FNE ainda existe?
Fevereiro 24, 2011 at 10:53 am
Bom dia! Oxalá que seja e que o sol que hoje brilha nos alegre o dia!
Fevereiro 24, 2011 at 11:10 am
Bom dia…ei-la que chega…mas vocês ainda acreditam nestes…e naqueles…ai…ai…
Fevereiro 24, 2011 at 11:11 am
Eu não li só o título.
Li a notícia toda…em papel.
Fiquei confusa: o que quer a Fenprof?
A sério, expliquem-me, se estão melhor informados que eu: o que vai a Fenprof negociar sobre esta ADD?
Não basta criticar o modelo. Que acção vão desenvolver CONTRA este modelo?
Fevereiro 24, 2011 at 11:14 am
#19, no biénio anterior fui até ao fim. Não pactuei em nada. Não entreguei nada.
Neste biénio, o que me aconselha a fazer, caso a maioria dos meus colegas acabe por ceder, em grande parte pq os representantes de professores não sugerem qualquer estratégia de luta, neste caso da ADD?
Fevereiro 24, 2011 at 11:16 am
Altruísta, explique-me esta frase que eu não consigo entender:
“Como contraproposta, a Fenprof vai sugerir à tutela que não haja quotas na avaliação dos professores. A Fenprof vai aproveitar a reunião para “reiterar a exigência de suspensão do actual modelo de avaliação”. A reunião está marcada para as 09h”
E, já agora, não demore muito, pq eu estou na hora de atendimento de Enc. Ed. e pode chegar algum entretanto.
Fevereiro 24, 2011 at 11:18 am
O que é “reiterar a EXIGÊNCIA da suspensão…”?
Se é exigência, como se manifesta essa exigência? O que nos aconselham a fazer nas escolas?
Na avaliação anterior, sugeriram que não entregássemos O.I, e desta vez ( que os OI já não são obrigatórios), o que nos sugerem que façamos?
Fevereiro 24, 2011 at 11:29 am
#23,reb
Não sou avaliador/relator nem conselheiro.
Já disse aqui que, mesmo longe do topo da carreira, mandei e continuo a mandar para as urtigas esta ADD!
Quanto aos “nossos representantes”, quem acha que pode fazer melhor, avance, sff!
Eu apenas me represento a mim e, para já, os meus filhos que ainda são menores de idade.
Fevereiro 24, 2011 at 11:29 am
#6
É verdade; não tarda apanhamos com o insuportável Verão…
Fevereiro 24, 2011 at 11:30 am
#5 anterior.
Fevereiro 24, 2011 at 11:39 am
Bom dia.
Fevereiro 24, 2011 at 12:18 pm
#17
Exigir em forma de comunicado ou manuscrito não é o mesmo que o fazer presencialmente e de forma convicta.
Dizer é fácil, fazer é um ‘cadinho mais difícil.
Fevereiro 24, 2011 at 1:11 pm
Bom dia.
Desesperadamente esperando por uma pausa…..
Fevereiro 24, 2011 at 1:22 pm
Em resposta às insinuações de Caneta e Fernanda sobre a limpez das tendas, o sr. Cadafi está a promover uma limpeza profunda no seu país. Para tal contratou sul-africanos e outros. Os vencimentos são tyentadores e está incluído um bonito chapéu amarelo.
http://www.businessinsider.com/libya-mercenaries-2011-2
Fevereiro 24, 2011 at 1:42 pm
Bom dia!
Fevereiro 24, 2011 at 2:07 pm
Bom dia!
Fevereiro 24, 2011 at 2:08 pm
Bom dia!
Fevereiro 24, 2011 at 2:17 pm
#30
Exigir com mais ou menos convicção, com mais ou menos “murro na mesa”, não é o ponto essencial.
O problema é que os governos não fazem o que os sindicatos mandam. Apesar de por vezes estes ficarem com a fama…
Numa negociação política, parece-me a mim que conseguir obter alguma coisa do poder só é possível por uma de duas vias:
1. Ter capacidade para inflingir danos ao “inimigo” e mostrar-lhe claramente que o que tem a perder se não nos satisfizer é mais do que o que ganha impondo a sua vontade;
2. Termos algo para dar em troca daquilo que queremos e sermos capazes de demonstrar que o negócio é bom também para o outro lado.
Acresce que qualquer negociação bem sucedida implica que as partes estejam de boa-fé, o que com estes socratinos que até gravadores metem ao bolso está muito longe de acontecer.
Fevereiro 24, 2011 at 2:34 pm
Pois.
Mas esta visão é um pouco complicada para muita gente.
Temos visto 2 tipos de “estratégias” que colhem mais:
- a do murro na mesa;
- a do se não conseguiram, traíram.