Estado gasta menos 2,6% com salários em Janeiro
Onde param os outros 2,4%, sendo que a maioria das pessoas que conheço (professores e não só) levaram com cortes de 3,5% para cima?
Fevereiro 21, 2011
Estado gasta menos 2,6% com salários em Janeiro
Onde param os outros 2,4%, sendo que a maioria das pessoas que conheço (professores e não só) levaram com cortes de 3,5% para cima?
Fevereiro 21, 2011 at 9:32 am
Nem todos tiveram cortes no vencimento. Essa variável talvez seja suficiente para explicar a diferença.
Fevereiro 21, 2011 at 9:38 am
#1,
Mas então porque:
http://economico.sapo.pt/noticias/governo-forca-empresas-publicas-a-comprovar-cortes-salariais_111599.html
Fevereiro 21, 2011 at 9:38 am
Eu tive! E quero o meu dinheiro de volta!
Fevereiro 21, 2011 at 9:38 am
Os “primos” das PPP, e não só, continuam a não cumprir. Afinal, a lei quando nasce não é para todos.
Deve ser por isso que o Sr. provedor e o gabinete do Sr. TS não me responde!
Fevereiro 21, 2011 at 9:45 am
#2,
Porque nem todos ganham acima de €1500. E esses serão a variável em falta.
Fevereiro 21, 2011 at 10:33 am
#5,
Não me parece que chegue para a diferença.A demonstrar.
Fevereiro 21, 2011 at 10:39 am
Outra variável tem a ver com a recusa de alguns serviços em efectuarem o corte no mês de Janeiro e só agora terem sido obrigados a fazê-lo.
TAP, NAV, CGD …
Fevereiro 21, 2011 at 10:41 am
Onde deviam de cortar não cortam! Como ouvi dizer nalgumas empresas dantes havia um gestor ou administrador, agora há dezenas ou centenas. São mais que os trabalhadores! É aí que um governo honesto devia de cortar, mas não, governam para eles e para os compadres e o povo que se f. Só quando lhes começarem a cair em cima é que isto vai ao lugar. A causa de todos os problemas é a porcaria de partidos que estão no governo que só vivem para eles. O povo serve para ser roubado e explorado!
Fevereiro 21, 2011 at 10:43 am
Talvez isto explique…
Os trabalhadores do sector público que ganham mais de 1.500 euros por mês deverão ter uma perda de poder de compra de 9,1 pontos percentuais acumulada em 2011 e 2010, anunciou hoje o STE.
De acordo com um comunicado do Sindicato do Quadros Técnicos do Estado (STE), a taxa de inflação de 2,2 por cento prevista pelo Governo «corre o risco de não ser confirmada», considerando o sindicato que a previsão de 2,7 por cento anunciada em Janeiro pelo Banco de Portugal é «mais realista», tendo em conta a evolução previsível do preço do petróleo.
Assim, os trabalhadores do sector público detentores de um vencimento mensal acima dos 1500 euros e que deverão ter em média uma diminuição de 5 por cento no seu salário em 2011, arriscam-se a ter uma perda do poder de compra avaliada em 7,7 pontos percentuais este ano, quando já tiveram uma quebra de 1,4 pontos percentuais em 2010, perfazendo uma diminuição acumulada de 9,1 pontos percentuais destes dois anos, anulando por completo o aumento registado em 2009, diz o documento.
Segundo o STE, os trabalhadores que ganham abaixo dos 1500 euros também perdem poder de compra: um total de 4,1 pontos percentuais no conjunto dos dois anos.
«Globalmente, as famílias portuguesas vão ver o seu rendimento disponível real diminuir em 2,4 por cento em 2011», diz o STE, citando dados do Banco de Portugal.
Esta diminuição deve-se ao corte salarial para muitos trabalhadores, à redução de algumas prestações sociais, nomeadamente o abono de família, ao aumento dos impostos (IVA e IRS) e das contribuições sociais, e à subida da taxa de inflação, justifica o sindicando.
No comunicado o STE salienta que os preços em Portugal subiram para 3,6 por cento em Janeiro – o valor mais elevado desde meados de 2006 – sobretudo devido à subida dos preços da energia e dos produtos alimentares não tranformados.
O STE chama ainda a atenção para «o facto de tanto os preços dos produtos energéticos como dos produtos alimentares, especialmente os não transformados, estarem a aumentar mais em Portugal do que na média da área do euro».
Fevereiro 21, 2011 at 10:55 am
Com todo o respeito, conhecer a realidade ajuda…
Para além dos professores contratados, há um manancial alargadíssimo de funcionários do estado com vencimentos inferiores aos 1500€.
Basta pensar nos milhares de funcionários das autarquias não dirigentes, na grande maioria dos administrativos de serviços públicos, nos assistentes operacionais das escolas, etc, etc…
Fevereiro 21, 2011 at 11:01 am
#10,
Claro que sim.
Penso nisso tudo, até porque me cruzo com eles todos os dias.
Mas continuo a achar que qualquer coisa está aqui a bater errado.
Fevereiro 21, 2011 at 11:02 am
Provavelmente a percentagem do corte na despesa irá aumentando ao longo do ano, à medida que uns se forem aposentando e outros despedidos, ou, como agora se diz, “dispensados” ou, melhor ainda, “não vendo renovado o seu contrato”…
Fevereiro 21, 2011 at 11:13 am
A meta era reduzir 5% de toda a massa salarial de TODA a FP. Independentemente dos 1500 € como limiar dos cortes. É por isso que há vencimentos com cortes de 10%.
Se a massa total só foi reduzida 2,6%, só é explicável pela não redução salarial nas empresas públicas. Ou algo de estranho se passa, isto é, aumentos encapotados de requisições de peritos amigos do regime para avenças pré-derrocada FMI.
Fevereiro 21, 2011 at 11:13 am
#6,
Também não me parece, apesar do que (muito bem) relembrou o J , mas nem a PORDATA me parece ter esses dados disponíveis. Para já.
Fevereiro 21, 2011 at 11:16 am
Eu não procuro. Descubro
Picasso, Pablo
Fevereiro 21, 2011 at 11:33 am
#13
Atenção que os trabalhadores das empresas públicas NÃO SÃO funcionários públicos. Apanharam com isto por tabela, mas os salários deles entram nas contas das respectivas empresas, não têm nada a ver com o OGE.
Fevereiro 21, 2011 at 11:37 am
Acho que até nas ciências ditas exactas se aplica aquele princípio de que a melhor explicação é frequentemente a mais simples.
Isto para aventar que a razão desta discrepância possa ser simplesmente terem-se enganado a fazer as contas.
Afinal de contas, o mesmo que têm andado a fazer nestes anos todos que já levam no poder, e que terminarão com eles e os amigos deles bem instalados na vida e o país muito pior do que estava quando eles chegaram.
Fevereiro 21, 2011 at 11:56 am
A melhor, mais simples e exacta explicação é esta: com esta gentalha, as contas são sempre de sub…sumir!
Questões de hábito…
Fevereiro 21, 2011 at 12:25 pm
Não esquecer que muitos aumentos só foram processados em Janeiro, apesar de se referirem, em grande parte, a meses mais atrasados de 2010. Recordo os elementos das direcções, os casos em dúvida até Dezembro, os que careciam de observação de aulas, etc., que só em Dezembro foram resolvidos, provocando um aumento da massa salarial em cada escola/agrupamento. Isto apesar de todos os rectoractivos só serem pagos em Fevereiro e estarem sujeitos ao “corte”.
Sempre a tirar…
Fevereiro 21, 2011 at 12:53 pm
#19,
Correcto.
Fevereiro 21, 2011 at 1:34 pm
Talvez seja interessante mencionar que não houve autorização para pagar horas extraordinárias do pessoal docente e não docente nas escolas…
Fevereiro 21, 2011 at 1:41 pm
E se compararem Janeiro de 2011 com Janeiro de 2010?
Fevereiro 21, 2011 at 2:04 pm
Estarão a preparar-nos para mais um corte, já que não atigiram a meta de 5%?
Fevereiro 21, 2011 at 2:25 pm
Cortem nas pilocas e clitóris deles e delas…
Fevereiro 21, 2011 at 2:29 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2011/02/18/o-valor-da-opiniao-dos-outros/
Fevereiro 21, 2011 at 2:29 pm
23,
atingiram
Fevereiro 21, 2011 at 2:30 pm
Santinho!!
Fevereiro 21, 2011 at 2:37 pm
Antes de ir para si senhora…acho que precisa muito…fui..
Fevereiro 21, 2011 at 3:31 pm
Não me digam que estão para efectuar mais cortes nos vencimentos para atingirem a % imposta pela UE?
A acontecer estou pronto para me juntar à manifs que está sendo divulgada na net e que está prevista para a Av. da Liberdade em Lx.
Fevereiro 21, 2011 at 3:43 pm
#22
Cuidado com essas comparações.
A título de exemplo, há (pelo menos) uma comarca (a minha) com problemas em explicar um suposto aumento de 2,2% nas tarifas de água, justamente porque com a comparação homóloga denota-se um aumento a rondar os 11%, em alguns casos.
A média nem sempre é um bom indicador e o Min. das Finanças sabe disso quando faz afirmações baseadas em informações incompletas ou com vício de forma.
Fevereiro 21, 2011 at 5:25 pm
Ia escrever o mesmo que o António Duarte, a propósito das empresas públicas. TAP, RTP, CP… são outras contas.
Fevereiro 21, 2011 at 5:26 pm
Pelo cenário o corte salarial é definitivo.
Fevereiro 21, 2011 at 6:00 pm
Não entram os #s?
Fevereiro 21, 2011 at 6:07 pm
#33
Fevereiro 21, 2011 at 6:08 pm
#33
compra 1 teclado CE
Fevereiro 21, 2011 at 6:22 pm
pois…ou então abriram vagas na função publica para novos funcionários…
Fevereiro 21, 2011 at 6:26 pm
dizem que a coisa se explica assim:
http://economico.sapo.pt/noticias/estado-cobra-mais-370-milhoes-em-impostos-e-poupa-16-milhoes-em-salarios_111649.html
Fevereiro 21, 2011 at 6:33 pm
e há 2 tipos de novos funcionarios:
- os verdadeiramente necessários porque vêm substituir os que estão doentes, os que se aposentaram, os que…
-os que entraram devido a concursos abertos à pressa no ultimo trimestre e que agora iniciaram funções… (!!!)
…mas adivinhem lá quais serão os verdadeiros responsáveis pelo falhanço das medidas de contenção orçamental???hein?
Pois claro! Os professores! Os que têm de ser substituídos porque adoecem, reformam-se…
Fevereiro 21, 2011 at 6:38 pm
Paulo
As escolas deixaram de requsitar as horas dos profs contratados a leccionar CEF e Profissionais ao Gab Gestão Financeira.
A estratégia era mesmo para dar este resultado. Agora somos abonados pelo POP H
Fevereiro 21, 2011 at 8:16 pm
#39
O problema é que o POPH paga, mas paga tarde.
Fevereiro 21, 2011 at 9:23 pm
sei-o bem, mas eu disse que a estratégia está a funcionar para eles, quem se lixa são sempre os mesmos; os meus colegas recebem a 23 (como nós antigamente) e nós só no final do mês ou princípio do seguinte, de acordo com as requisições de fundos.