É para 4ª feira e não me parece que da negociação (ou não) das quotas com o ME saia seja o que for, porque:
- Afinal deviam era negociar com o Min. Finanças.
- Este modelo de quotas e ADD decorre do acordo de há um ano.
- O arrependimento, neste caso, não mata, nem mói.
- As cúpulas sentem-se a vanguarda e a haver culpa é sempre das bases que não estão preparadas e as ditas cúpulas, apesar de vanguardistas, não avançam porque – mesmo sem consultarem as bases – as sentem assim como que a modos de coiso.
Fevereiro 21, 2011 at 12:58 pm
Este Mário Nogueira devia deixar-se de fazer política e começar a ser sindicalista. Com excepção do “banco dos titulares” perdeu todos os combates. Fala grossa para a têvê, mas nas partes técnicas faz acordos em que pelo buraco da agulha passaram elefantes. Ainda não percebi bem se é tanso ou se faz o jogo do PCP de “quanto pior, melhor para o partido”.
Fevereiro 21, 2011 at 1:00 pm
“Fala grosso” “fez”
Fevereiro 21, 2011 at 1:17 pm
imagens da reunião..tipo o filme do Spielberg…
Fevereiro 21, 2011 at 1:22 pm
Poupem-nos os que vêm aqui dizer que se está a fazer “campanha anti-sindicatos”, quando o que se está é a exigir, simplesmente, é que os sindicatos justifiquem o título e o estatuto que ostentam – e estejam à altura das graves responsabilidades do momento.
Deixar as bases entregues à sua sorte, depois do “banho” que se lhes deu com o acordo, e ainda por cima acusá-las de “imobilismo”, é, no fundo, ceder ao mais fácil e desresponsabilizante.
Infelizmente, não é outra a ideia que se pode colher das paupérrimas formas de luta propostas nesta altura.
Fevereiro 21, 2011 at 1:57 pm
E as bases vão mobilizar-se para quê? Não se mobilizaram o sufuciente nas manifestações de 8 de março e de novembro? Não se mobilizaram o suficiente naquelas duas greves estrondosas? E o que é que o sindicatos fizeram com estas mobilizações? Nada. No dia seguinte, ou ainda antes disso, devia haver já um plano para continuar e fazer render o capital que esta luta lhes colocou nas mãos, mas, nada. O que fizeram, foi acordos miseráveis que decepcionaram quem tanta esperança tinha depositado neles… Agora, que limpem as mãos à parede. Eu já não vou em cantigas.
Fevereiro 21, 2011 at 2:20 pm
Se as cúpulas estivessem nas escolas a dar uma aulinhas, provavelmente não falariam de imobilidade das bases.
Já vi este filme! Arrasta-se até Maio e aí apela-se à calma para não comprometer o final do ano lectivo.
Neste momento são as cúpulas que tem mostrar de que lado é que estão.
Fevereiro 21, 2011 at 2:21 pm
#5 E quem fala assim não é gago(a).
Fevereiro 21, 2011 at 2:23 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2011/02/19/envelhecer-no-tempo-e-na-idade-a-e-a-moralidade-dos-homens-exaustos-o-inevitavel-percurso-de-uma-vida/
Fevereiro 21, 2011 at 2:23 pm
Pensem nestes..se os houver…
http://bulimunda.wordpress.com/2011/02/20/aos-vindouros-se-os-houver-o-que-e-muito-duvidoso/
Fevereiro 21, 2011 at 2:26 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2011/02/19/the-smiths-there-is-a-light-that-never-goes-and-morrissey-how-soon-is-now/
Fevereiro 21, 2011 at 2:41 pm
#6 Rosa Medina
“Já vi este filme! Arrasta-se até Maio e aí apela-se à calma para não comprometer o final do ano lectivo.”
Concordo plenamente. O problema é que somos todos otários e temos sempre problemas de consciência (que não vejo existirem noutra classes profissionais – acho que temos a mania que somos melhores!)em prejudicar, blá, blá, blá…….
Conclusão: quando é para doer a alguém a malta arranja a desculpa de não querer prejudicar. É uma questão de falta de Co£#”ões!
Fevereiro 21, 2011 at 3:03 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2010/10/01/ministerio-das-financas-entra-em-casa-dos-portugueses-para-extorquir-o-pec-3/
Fevereiro 21, 2011 at 3:41 pm
Completamente ao lado mais uma vez.
O que há que combater, no curto prazo, é o despacho de organização do ano lectivo. Este é que vai ser dramático. Mas, como é costume, o pessoal anda à cata dos euros, dos «xlentes» e cocós do género.
Nogueira está fora de prazo porque há muito ausente do meio escolar e não encontra forma de nele mergulhar para se molhar.
Fevereiro 21, 2011 at 3:41 pm
Pior ainda é a porcaria que estão a cozinhar para o próximo ano lectivo. Professores a darem tic só porque fizeram uns créditos em acções de formação, outros a darem matetmática ao terceiro ciclo quando são professores do segundo ciclo, etc. O próximo ano vai ser um desastre completo se nos calarmos. O país está entregue a loucos, não duvidem!
Fevereiro 21, 2011 at 3:47 pm
O melhor que podia acontecer a Portugal era o local da assembléia da república afundar-se no mar quando a politiquice lá estivesse toda e não houvesse bóias de salvação nem socorro algum!
Fevereiro 21, 2011 at 3:51 pm
#13,
gente assim com “cólidade” no “kumentário” é que é preciso.
Afinal é tão mentiroso como o #0 que insiste na história de que «Este modelo de quotas e ADD decorre do acordo de há um ano» quando a verdade, verdadinha mesmo, é que a avaliação não esteve em cima da mesa negocial porque o ME se recusou a falar sobre o assunto e apenas aceitou tratar do ECD e do fim dos “tritulares”.
É engraçado como o autor do blogue se aproxima das técnicas do ministro AAS, que copiava os tiques de Ferro e Goebels.
Fevereiro 21, 2011 at 4:22 pm
No fundo não têm culpa de serem obrigados a pensar e negociar coisas para as quais não têm vocação. Se os professores cumprirem as 35 horas no estabelecimento tornam-se inclusivamente mais eficazes e notadas as greves. E a partir daí eles negoceiam o que negoceia qualquer sindicato. Porem sindicatos a negociar os problemas da educação com o ME é somar incapacidade à má vontade.
Fevereiro 21, 2011 at 4:27 pm
Na mouche!
Quando ‘acordar’ é um objectivo a todo o custo, é porque se está em sono profundo: o longo estado dos sindicatos, de há muitos anos a esta parte, desde que passaram a profissão autónoma.
Parasitas!
Fevereiro 21, 2011 at 4:38 pm
#16 é mentira o que diz
O problema é que os professores (por motivos vários que só enumero três – precaução; medo; vaidade) recorreram ao que era FACULTATIVO.
do acordo de princípios:
“14. A avaliação incide sobre as seguintes dimensões do desempenho profissional dos
docentes:
a. Profissional, social e ética;
b. Desenvolvimento do ensino e da aprendizagem;
c. Participação na escola e relação com a comunidade;
d. Desenvolvimento e formação profissional ao longo da vida.
15. A avaliação do desempenho tem por referência:
a. Os objectivos e metas do projecto educativo e dos planos anual e plurianual de actividades da escola ou agrupamento;
b. Os objectivos individuais, DE APRESENTAÇÃO FACULTATIVA (precedendo o
procedimento de avaliação), quando o avaliado pretenda ver pré-fixados os termos do seu contributo individual para os objectivos supra-referidos que relevarem para a avaliação (…)”
Fevereiro 21, 2011 at 4:53 pm
“O ME recusou-se a falar sobre o assunto e apenas aceitou tratar do ECD e do fim dos “tritulares”.
Ou são anjinhos ou fazem-se… se recusou falar de avaliação não havia acordo e mainada.
O que são os relatores senão os titulares com outro nome?????
Fevereiro 21, 2011 at 5:15 pm
ADD tesourinhos deprimentes!
http://peroladecultura.blogspot.com/2011/02/add-tesourinhos-deprimentes.html
Fevereiro 21, 2011 at 5:17 pm
Convocada greve a todo o serviço extraordinário:
http://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=226&doc=5434
“FENPROF, SPLIU, SEPLEU, SINDEP/FENEI, ASPL, PRÓ-ORDEM, SINAPE, SIPPEB e SIPE convocam os professores e educadores para uma greve a todo o serviço docente extraordinário, no período compreendido entre as zero horas de 1 de Março e as vinte e quatro horas de 30 de Junho de 2011, apresentando, nesse sentido, Pré-Aviso junto das entidades competentes, já na próxima segunda-feira, dia 21 de Fevereiro.”
Apesar da ausência da FNE, qualquer dos mais exaltados lutadores virtuais tem agora mais uma oportunidade de praticar o que apregoa.
Fevereiro 21, 2011 at 5:30 pm
«Agora, que limpem as mãos à parede. Eu já não vou em cantigas.»
Este é o pensamento típico do dependente.
Fevereiro 21, 2011 at 5:42 pm
#22, e quem não tem horas extraordinárias faz o quê?
Fevereiro 21, 2011 at 5:43 pm
Não aceita Reb??
Fevereiro 21, 2011 at 5:43 pm
Qual é a diferença entre manif e marcha?
http://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=226&doc=5329
Fevereiro 21, 2011 at 5:45 pm
#25, não aceita o quê?
Eu não tenho horas extraordinárias…
Fevereiro 21, 2011 at 5:46 pm
Isto é uma greve só para os colegas que têm horas extraordinárias que deixarão de ser pagas? É isso?
Fevereiro 21, 2011 at 5:57 pm
#26
A manif pode não ser em marcha, mas geralmente é. A marcha pode não ser para manifestação, mas neste caso é. Chamemos-lhe então marcha-manifestação. Não será por impeditivos semânticos que uma tão generosa e desinteressada lutadora (quase altruísta) deixará de comparecer.
Fevereiro 21, 2011 at 5:59 pm
#28 (só alinha nas marchas populares, tipo Stº António?)
talvez seja isto que está em causa
http://www.scribd.com/full/47268839?access_key=key-2niccoipxr4h4a2iwo4f
Fevereiro 21, 2011 at 6:08 pm
O processo de avaliação docente coloca o enfoque em três etapas:
Fixação de objectivos individuais (facultativo)
Observação de aulas
Construção do relatório de autoavaliação
Fevereiro 21, 2011 at 6:11 pm
A acção do avaliador
Consultar os avaliados antes de tomar decisões importantes.
Ser transparente no que concerne à avaliação : apresentar os padrões de desempenho docente estabelecidos a nível escola.
Apreciar os instrumentos de registo, criados na escola em conjunto com o avaliado.
Definir metodologias de realização /diferenciação.
Não comentar situações específicas fora do contexto.
Elaborar um cronograma de actividades a desenvolver.
Respeitar diferenças.
Definir momentos /prazos.
Fevereiro 21, 2011 at 6:11 pm
FUNÇÕES DO AVALIADOR/RELATOR
Dimensões Funções do avaliador/Relator
1. Vertente ética, social e profissional
Nota: vertente transversal a todas as outras 1.1. Incentivar o compromisso de /com:
– Construção do conhecimento profissional.
– Promoção das aprendizagens e desenvolvimento pessoal, e cívico dos alunos.
– Com o grupo de pares e com a escola.
2. Desenvolvimento do processo e da aprendizagem 2.1. Apoiar/ acompanhar o avaliado na:
1. Preparação e organização das actividades lectivas;
2. Realização das actividades lectivas,
3. Relação pedagógica com os alunos;
4. Processo de avaliação das aprendizagens dos alunos.
2.2. Observar aulas (quando solicitadas).
Fevereiro 21, 2011 at 6:12 pm
3. Participação na vida da escola e relação com a comunidade 3.1.Promover a apropriação dos documentos orientadores da escola pelos avaliados, tendo em vista o contributo dos docentes para a concretização dos objectivos e metas da escola.
3.2.Observar e estimular a participação dos avaliados nas estruturas de orientação educativo onde estão inseridos.
3.3.Incentivar a realização de trabalho de investigação sobre constrangimentos da escola tendo em vista a sua resolução.
4. Desenvolvimento e formação profissional ao longo da vida 4.1. Verificar a incorporação da formação do avaliado na sua prática profissional e sugerir , eventualmente um plano de formação.
Fevereiro 21, 2011 at 6:13 pm
OBSERVAÇÃO DE AULAS
A fase da observação está ligada à supervisão e deve caracterizar-se por:
uma relação interpessoal dinâmica
encorajadora
facilitadora
de um processo de desenvolvimento e aprendizagem consciente e comprometido
Fevereiro 21, 2011 at 6:14 pm
A função do supervisor será, segundo Cotrell (2000)
promover a mudança positiva, educar, monitorizar, recomendar, desafiar, pesquisar e desenvolver o espírito crítico dos supervisados.
O seu papel é central à promoção de uma prática com o máximo de qualidade, sendo que, o determinante principal da eficácia do relacionamento supervisivo é a qualidade do mesmo.
Fevereiro 21, 2011 at 6:14 pm
DURANTE A OBSERVAÇÃO
Observação de aulas:
1.1. As anotações devem ser completas e passíveis de serem analisadas e discutidas com o avaliado.
1.2. A recolha de informação deve ser relevante , a fim de identificar padrões de comportamento, áreas fortes e fracas.
1.3. A observação deve ser:
– estruturada – (deve ser planeada, não improvisada).
– durar toda a aula – (registos de diversos momentos da aula de modo a entender o processo de ensino e aprendizagem).
– abrangente – deve abranger todos os dados relevantes da aula, não seleccionar momentos apenas de determinados elementos da aula.
– sequencial – (os dados recolhidos devem ser sequenciais a um dado período de tempo)
– facilitadora – não é para classificar, mas sim fornecer informações que permitem resolver problemas.
Fevereiro 21, 2011 at 6:18 pm
Que a Avaliação dos docentes é uma farsa, já todos sabemos… o pior é que há muitos professores que estão numa luta nas escolas por causa da dita. E para quê? Não estamos todos contra ela? Não estamos todos congelados?
Neste momento o principal problema é DL 18/2001 e só vamos tomar consciência disso quando o próximo ano lectivo se iniciar. Aí demasiado tarde. Há que acordar e rápido!
Fevereiro 21, 2011 at 6:18 pm
1.1. As anotações devem ser completas e passíveis de serem analisadas e discutidas com o avaliado.
Observação de aulas:
1.2. A recolha de informação deve ser relevante , a fim de identificar padrões de comportamento, áreas fortes e fracas.
1.3. A observação deve ser:
– estruturada – (deve ser planeada, não improvisada).
– durar toda a aula – (registos de diversos momentos da aula de modo a entender o processo de ensino e aprendizagem).
– abrangente – deve abranger todos os dados relevantes da aula, não seleccionar momentos apenas de determinados elementos da aula.
– sequencial – (os dados recolhidos devem ser sequenciais a um dado período de tempo)
– facilitadora – não é para classificar, mas sim fornecer informações que permitem resolver problemas.
Fevereiro 21, 2011 at 6:18 pm
1.4 As observações incidem sobre:
– Aspectos gerais do ambiente da aula (organização do espaço, dos lugares da aula, nível de barulho….)
– Objectivo da aula (explicitação dos objectivos a atingir, grau de concretização…)
– Observação sequencial da metodologia para alcançar os objectivos ( adaptação das estratégias aos objectivos)
– Observação da reacção dos alunos às propostas do professor (interesse, grau de participação, autonomia)
Fevereiro 21, 2011 at 6:19 pm
1. Feedback – reunião de balanço
– o mais imediata possível
– num lugar confortável e privado
– implica uma reflexão prévia do avaliador ( para procurar padrões de comportamento, factos, sequências ) e uma reflexão prévia do avaliado.
2. Ambiente da reunião ( papel do avaliador)
deve:
1. Estabelecer um clima de confiança, abertura, transparência.
2. Estar atento aos sentimentos do professor durante a discussão – assegurar interacções empáticas.
3. Diminuir a ansiedade mediante elogios merecidos, demonstrando confiança nas suas capacidades.
4. Encorajar a resolver áreas fracas, fazendo com que ultrapasse problemas , promovendo o desenvolvimento pessoal e profissional.
Fevereiro 21, 2011 at 6:19 pm
A Entrevista
A entrevista pode ocorrer mediante requerimento do avaliado, tendo como objectivo único a apreciação conjunta dos elementos do processo de avaliação, nomeadamente a ficha de avaliação global e o relatório de autoavaliação.
Há que prepará-la e conduzi-la com particular atenção.
Fevereiro 21, 2011 at 6:20 pm
não deve:
5. Impressionar, mostrando-se muito perspicaz e conhecedor.
6. Dar demasiadas informações.
7. Dar muitos conselhos.
8. Fazer juízos de valor.
3. Balanço da aula observada
1. Reflexão prévia sobre padrões de comportamento e sequências
mal evidentes.
2. Deve questionar o avaliado sobre a sua opinião acerca do modo
como correu a aula.
3. Deve determinar conjuntamente com o avaliado os aspectos a discutir e as situações passíveis de melhoria – identificar um ou dois pontos fracos passíveis de ser alvo de plano de melhoria.
Após a discussão, deve ser clarificado o facto da reunião ter sido pro-dutiva e como poderá ser mais eficiente (análise da interacção estabelecida ).
Fevereiro 21, 2011 at 6:20 pm
Elaborar um cronograma de actividades a desenvolver.
Consultar os avaliados antes de tomar decisões importantes.
Ser transparente no que concerne à avaliação : apresentar os padrões de desempenho docente estabelecidos a nível escola.
Apreciar os instrumentos de registo, criados na escola em conjunto com o avaliado.
Definir metodologias de realização /diferenciação.
Não comentar situações específicas fora do contexto.
Respeitar diferenças.
Definir momentos /prazos.
Fevereiro 21, 2011 at 6:23 pm
O Avaliador NÃO FOI FORMADO PARA AVALIAR COLEGAS. Continua a ter as suas turmas, a ser Director de Turma, a ser Representante de Grupo, a ser Coordenador, etc.
Isto é tudo uma palhaçada. São umas 7 páginas de itens (fora a reunião prévia, a aula assistida, a reunião posterior) para preencher por CADA professor.
Onde está o tempo para isso?!!!
Fevereiro 21, 2011 at 6:34 pm
O meu futuro passará por aqui. Vou já concorrer para adestrar os futuros senhores do mundo na escolinha de Verão.
The scions of 20 of the world’s richest families will head to New York this summer “to learn how to wield their money and power” in a six-week, $25,000 program according to the Wall Street Journal.
According to the brochure for ‘Global Fellows in Social Enterprise’, the kids involved will take formal coursework as well as venturing to “the most exquisite weekend get-a-ways,” from the Hamptons to Cape Cod to the Berkshires.
The man who launched the program, media and private equity millionaire Michael Loeb, says it’s not about being snobs and it’s not a summer camp for rich kids: “This isn’t for kids of the elite to pal around.”
Loeb told a crowd assembled at his Upper East Side pad last week, as they nibbled on lobster quesadillas,
Why are we targeting high-net-worth families? It’s not because we’re snobs. It’s because these are the people that frankly have the resources to really make big changes in the world.
The program is:
Run in partnership with NYU.
Will offer: formal coursework, a business-plan competition and a four-week internship with social-enterprise nonprofits.
Offers “bespoke services…available through trusted consultants for an array of interests: travel, entertainment, dining and lifestyle experiences.”
The girls and boys who take part will be under the instruction of business-strategy coaches and “captains of industry,” like the Rockefellers.
Loeb told the WSJ,
I always thought the trepidation high-net-worth people have about their kids growing up right was a Champagne problem until I found out it was really real. I see the program as a service to these kids who are perplexed and have a lot of questions.
Read more: http://www.businessinsider.com/summer-camp-for-wealthiest-families-rich-kids-scions-michael-loeb-global-fellows-2011-2#ixzz1EcVMVrIy
Fevereiro 21, 2011 at 6:38 pm
Há aqui um comentador a servir-se do blog para dar formação gratuita.
irónico!
acontece que parecem desesperados o quer faltará mais acontecer…
Fevereiro 21, 2011 at 6:40 pm
#22
É uma greve extraordinária, essa. O ME fica logo a tremer…
#36-44
Isso pretende ser algum anestésico?…
Voltemos, então, ao ponto principal deste post, que engloba decerto a questão da ADD.
Há muita gente que teima em não querer perceber o essencial. O que se critica aqui não é o sindicalismo, a capacidade de mobilização e de luta que, no fundo, justificam os sindicatos perante os olhos dos representados, mas, ao invés, a sua incapacidade de os auscultar e mobilizar – projectando neles a acusação do seu próprio imobilismo… -, e as suas formas de luta que, nesta gravíssima conjuntura, mais parecem um ritual para fazer apenas figura e cumprir calendário.
“Marcha”, “greve às horas extraordinárias” para defrontar o ataque mais concertado que se conhece contra a Escola e os zecos?! Para defrontar um elefante recorre-se a fisgas?! Brincamos ou quê?…
Vão junto das bases, esclareçam a vossa posição, as implicações das medidas em marcha, discutam com elas olhos nos olhos, designadamente formas de luta consequentes e menos coreográficas.
Ou será que os sindis têm medo que as bases os confrontem com o fracasso do acordo? Se foi apenas o ME a incumpri-lo, porquê o receio de uma explicação cabal junto dos zecos?
A autocrítica, por outro lado, também não faz parte do vocabulário sindi?
Já os sindicatos se interrogaram se a quota maior da desmobilização que apontam aos zecos não se prenderá directamente com a terrível frustração que resultou de terem visto a sua enorme vontade e capacidade de luta trocada pela pressão de um acordo firmado para dar aparências de interlocutores sérios àqueles?
Fevereiro 21, 2011 at 6:43 pm
“Sócrates está farto que digam mal dos funcionários públicos” !!!!
http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=12331
Fevereiro 21, 2011 at 6:47 pm
REB SE TEU DIRECTOR TE QUISER DAR HORAS EXTRAORDINÁRIAS PODES NÃO ACEITAR SÓ isso…
Fevereiro 21, 2011 at 6:58 pm
É aqui o post de apoio aos relatores inconformados?
Fevereiro 21, 2011 at 7:00 pm
Parece-me que o Umbigo deveria criar uma secção de correio sentimental para os relatores.
Fevereiro 21, 2011 at 7:03 pm
Então cá vai a minha questão para inaugurar o correio sentimental dos relatores:
Umbigo, as minhas relatadas fazem senas de ciúmes cada vez que eu me dirijo às relatadas dos outros relatores. Como hei-de agir?
Obrigada.
Assina: relatora inconformada
Fevereiro 21, 2011 at 7:05 pm
Outra questão:
Como deve agir um relator que foi traído pelo sindicato?
Pede-se já o divorcio ou dá-se “um tempo/espaço” para consolidar a união?
Fevereiro 21, 2011 at 7:07 pm
O título deste post deveria ser: agenda nupcial e não negocial…
Fevereiro 21, 2011 at 7:11 pm
CANETA DÁ CICUTA AOS AVALIADOS…
Fevereiro 21, 2011 at 7:15 pm
havenocode
VOCÊ É UM CHATO!
Fevereiro 21, 2011 at 7:19 pm
HAVECONODE EST CLOACA SERÁS…
Fevereiro 21, 2011 at 7:20 pm
#53
Caneta,
cada macaco no seu galho!!!
Uma relatora deve mostrar que já percebeu o jogo psicológico:
- diga-lhes, ou melhor, mande informar que é alérgica ao cheiro a graxa!!!!
Fevereiro 21, 2011 at 7:22 pm
Depende.se pagarem três ou quatro jantarinhos no Alcanena..quem sabe podes ser mais generosa….
Nota: O latim generosus designa o homem ou animal que é de boa raça. Portanto, «generoso» é antes de tudo aquele que é de raça nobre e, no sentido figurado ou moral, aquele que demonstra grandeza de alma.
Fevereiro 21, 2011 at 7:22 pm
Apartir deste momento Magalhães Fresquinho inicia estágio,bebendo uma bujeca!
SLB4EVER
Previsão:vitória do glorioso ,maior ou igual a três…
http://www.youtube.com/watch?v=nlwuO1SrbM0
Fevereiro 21, 2011 at 7:25 pm
#54
Essa do “dar um tempo” é uma forma de dizer: vai, és livre e volta, quando quiseres, que sem ti a vida não tem sentido!!!
“Dar um espaço” não sei bem o que poderá significar, mas os sindicatos poderão fazer mau juízo…
À cautela, não aconselho nenhuma das propostas que apresenta, Caneta!!!!
Fevereiro 21, 2011 at 7:25 pm
Ouçam esta maravilha !
Um homem fica com o coração todo partido!
Fevereiro 21, 2011 at 7:28 pm
#63
Magalhães, sumiram-se-me as orelhinhas!!!
Fevereiro 21, 2011 at 7:31 pm
Negociações?
Noutro dia sff.
Reparem nesta tristeza,cantado pela fadista que até pinta o cabelo de verde.Triste mesmo,parece a marcha da Mouraria.
http://www.youtube.com/watch?v=cLhhAM0Npqo
Há comparação possível?
Fevereiro 21, 2011 at 7:34 pm
#64 bi,
Não me diga uma coisa dessas.
Eu que tenho a maior consideração pela colega bi.Como é possível?
Fevereiro 21, 2011 at 7:40 pm
#66
Desejo-lhe Boa Sorte, Magalhães!!!
As minhas orelhinhas são azuis…
(Ninguém é perfeito…)
Que seja um bom jogo e, acima de tudo, limpo.
Fevereiro 21, 2011 at 7:43 pm
Estou contra, oponho-me, resisto, resfolgo contra uma avaliação que encara a quantidade, o picar o ponto, uma avaliação que é fictícia, que não olha as pessoas de frente e que mantém todas as características que os seus defensores apontavam ao modelo anterior: não serve para nada… excepto para afunilar a progressão numa carreira. Constatação que leva a pensar que o principal papel dos sindicatos tem sido o de manter os professores encarreirados. E os professores deixam-se encarreirar muito bem. Tão bem que as frases proferidas em 28/11/2008 em Viana do Castelo de Margarida Moreira, à altura directora da DREN, deixaram de me parecer execráveis e passaram a fazer algum sentido . E se não fazem de todo sentido é por pecarem por defeito. É que afinal nem em grupo eles são valentes!
Fevereiro 21, 2011 at 7:51 pm
#53,
Eu teria propostas, se fossem relatados.
Sendo relatadas, enfim… há sempre alternativas… luta na lama… upload para o Ytube e tal.
Fevereiro 21, 2011 at 8:17 pm
Estou farta de relatadas e de sindicatos nem me falem, pois não dou para esse peditório…
Fevereiro 21, 2011 at 8:32 pm
Só concebo uma forma de avaliação: o avaliador deve possuir habilitações/saberes superiores aos meus, moralidade, isenção e ética devidamente comprovadas.
Isto de “agora avalio eu, depois avalias tu” é uma charada que dá vómitos.
Apenas mais um mecanismo de dividir para reinar.
Lembram-se de um inesquecível 8 de Março? TODOS os professores se manifestaram a uma só voz, que foi vergonhosamente silenciada.
Não há como esquecer…antes o professor era a miséria engravatada, agora nem gravata tem.
Sujeitamo-nos a humilhações que nenhuma outra classe profissional permite…só temos o que merecemos e o que os sindicalistas promoveram.
Greve a horas extraordinárias?
Isso é para rir ou para chorar? ou, simplesmente, para calar os palermas?
Fevereiro 21, 2011 at 9:08 pm
IN PROFSLUSOS
Descritores marginais.
Agradeço à colega que me enviou este documento. É realmente fenomenal! Os meus parabéns a quem o elaborou. O que eu já me ri…
A. Ocupação plena do horário do professor
A1 – Empenho para a rentabilização do tempo de almoço.
Nível 1 O professor almoça em casa e/ou no restaurante, dedicando totalmente esse tempo ao lazer e à família.
Nível 2 O professor almoça no restaurante com os seus colegas, tratando pontualmente de algum assunto relacionado com a escola.
Nível 3 O professor almoça no refeitório da escola, rentabilizando esse tempo para discutir assuntos relacionados com as tarefas da escola e/ou reunir com os seus pares.
Nível 4 O professor petisca no bar, mandando reservar previamente um croquete, uma sandes de queijo fresco e uma água, aproveitando para realizar as tarefas da escola em simultâneo.
Nível 5 O professor não almoça, mantendo-se no seu local de trabalho e em cumprimento do seu dever profissional em total abstinência.
A2 – Empenho para a rentabilização do tempo de transição entre as actividades lectivas.
Nível 1 O professor usa as instalações sanitárias de acordo com as suas necessidades, procedendo de igual forma em relação a chamadas particulares do seu telemóvel e ao consumo de géneros alimentícios, utilizando a sala de professores para actividades de lazer.
Nível 2 O professor usa as instalações sanitárias não mais do que uma vez em cada turno, procedendo de igual forma em relação a chamadas particulares do seu telemóvel e ao consumo de géneros alimentícios. Não usa a sala de professores para qualquer actividade de lazer.
Nível 3 O professor utiliza as instalações sanitárias mas rentabiliza esse tempo para terminar o consumo dos géneros alimentícios adquiridos no bar. Raramente faz chamadas particulares do seu telemóvel e não usa a sala de professores para qualquer actividade de lazer.
Nível 4 O professor utiliza as instalações sanitárias muito ocasionalmente e de forma célere, raramente faz chamadas particulares do seu telemóvel, não usa a sala de professores para qualquer actividade de lazer, consumindo pontualmente um copo de água.
Nível 5 O professor não desperdiça tempo na satisfação de qualquer necessidade fisiológica, não utiliza o seu telemóvel para chamadas particulares, embora o possa disponibilizar para contactos profissionais; não usa a sala de professores para qualquer actividade de lazer ou consumo de géneros alimentícios.
B. Relacionamento com a comunidade
B1 – Relacionamento com os alunos
Nível 1 O professor esconde-se atrás dos postes, caixotes do lixo, caixas de electricidade, dentro do lago, e afins de forma a evitar a todo o custo qualquer tipo de relacionamento com os alunos.
Nível 2 O professor circula de forma circunspecta pela escola, desmotivando qualquer aproximação por parte dos alunos.
Nível 3 O professor responde naturalmente às abordagens informais feitas pelos alunos, mantendo uma postura séria face aos assuntos tratados.
Nível 4 O professor demonstra uma preocupação para com os problemas pessoais dos alunos, levando-os a interagir e confidenciar os aspectos íntimos da sua vida pessoal. Apoia-os na resolução dos seus problemas, averiguando e procurando soluções junto de outros colegas, entidades e organismos especializados nas diversas problemáticas.
Nível 5 O professor corre atrás dos alunos, convivendo estreitamente com eles durante os tempos de transição entre as aulas, integrando-se perfeitamente nas suas actividades. Almoça com os alunos frequentemente no refeitório e/ou nos restaurantes das proximidades da escola. Convida-os para festas familiares e/ou frequenta com eles as discotecas nocturnas desfrutando da sua companhia.
B2 – Relacionamento com os encarregados de educação
Nível 1 O professor nunca está disponível para comunicar com os encarregados de educação fora do seu horário de atendimento.
Nível 2 O professor encontra-se disponível apenas durante o seu horário de atendimento, limitando o tempo destinado a cada encarregado de educação em quatro minutos e cinquenta e três s segundos.
Nível 3 O professor está disponível para comunicar com os encarregados de educação fora do seu horário de atendimento, em casos de comprovada urgência. Pontualmente, atende uma chamada telefónica de um encarregado de educação no intervalo entre aulas.
Nível 4 O professor estabelece uma relação estreita com os encarregados de educação. Elabora um mapa com vários percursos de forma a abranger todas as residências dos encarregados de educação da sua direcção de turma ao longo da semana. Cumpre o percurso estabelecido diariamente após a saída da escola e antes de se dirigir ao seu lar.
Nível 5 O professor estabelece uma relação de amizade com os encarregados de educação, relacionando-se com os mesmos diariamente, incluindo os fins-de-semana, e disponibilizando-se para adaptar as suas férias às necessidades daqueles.
B3 – Relacionamento com o órgão de gestão, vulgo o Director.
Nível 1 O professor não acolhe com agrado as sugestões de bases de dados propostas pelo órgão de gestão. Recolhe dados através de conversas com os intervenientes e procede ao registo de percentagens e elaboração de estatísticas utilizando a regra de três simples.
Nível 2 O professor acolhe pontualmente com agrado algumas bases de dados propostas pelo órgão de gestão da escola, utilizando-as com alguma dificuldade mas na tentativa de rentabilizar tempo, trabalho e recursos.
Nível 3 O professor acolhe com agrado as sugestões de bases de dados propostas pelo órgão de gestão.
Nível 4 O professor acolhe com bastante agrado as sugestões de bases de dados propostas pelo órgão de gestão, esforçando-se por não danificar as programações e tentando rentabilizar ao máximo os instrumentos postos ao seu dispor.
Nível 5 O professor trabalha alegremente com as bases de dados disponibilizadas pelo órgão de gestão, dando importantes contributos para melhorar as existentes e apresentando sugestões de novas bases, grelhas e outras operações em folha de cálculo para registo de todas as actividades escolares. Partilha com os seus pares o entusiasmo pelo registo digital sistemático de toda a informação da escola.
C. Realização do processo ensino-Aprendizagem
C1 – Utilização de equipamentos para o processo de ensino-aprendizagem
Nível 1 O professor recusa-se a usar qualquer equipamento que exceda o quadro preto já existente na sala de aula e um pau de giz.
Nível 2 O professor tenta utilizar o equipamento posto à sua disposição de forma adequada mas, devido á sua deficiente competência técnica, danifica com frequência o material, sentindo-se desencorajado para novas aventuras no mundo tecnológico.
Nível 3 O professor solicita o equipamento tecnológico das salas de aula de acordo com o ECD e a sua avaliação de desempenho. Conta sempre com um funcionamento, manutenção e actualização dos aparelhos adequado ao plano tecnológico, utilizando as TIC e o acesso à Internet em perfeitas condições e em todos os pavilhões escolares.
Nível 4 O professor utiliza os diversos equipamentos tecnológicos existentes na escola, envolvendo activamente os alunos no seu transporte para a sala de aula, bem como na sua montagem e arrumação. Utiliza os equipamentos de forma adequada promovendo a sua durabilidade e bom estado de funcionamento, tendo sempre em vista o próximo utilizador.
Nível 5 O professor transporta consigo todos os equipamentos necessários à sua prática lectiva diária: mala pessoal, pasta escolar, computador portátil, projector, leitor de CD/DVD, dicionários e/ou mapas e ficha tripla pessoal. Sempre que necessita de acesso à Internet, utiliza a sua banda larga pessoal. Durante os intervalos, coloca na sala que lhe foi atribuída o retroprojector e o respectivo ecrã, os quais repõe no final de cada aula. O professor anda angustiado ansiando a entrada em funcionamento dos quadros interactivos.
C2 – Apoio aos alunos
Nível 1 O Professor encontra-se em depressão precisando desesperadamente do apoio dos alunos.
Nível 2 O professor precisa do apoio dos alunos em momentos de crise, nomeadamente após a leitura dos mails institucionais.
Nível 3 O professor apoia os alunos dentro e fora da aula, isto é, na mediateca, bancos do jardim, no refeitório, sala de professores e /ou Dt, sala de alunos, bares, estando omnipresente e circulando na escola com um letreiro “Posso ajudar?”
Nível 4 O professor procede de forma idêntica ao anterior mas faz-se acompanhar de vários modelos de questões e respectivas respostas, sendo apenas necessário ao aluno escolher uma das opções.
Nível 5 O professor apoia total e completamente todos os alunos sem excepção e sem restrições de espaço ou tempo, quer através do telefone fixo como do móvel, e inclusive dando acesso à sua localização através de GPS. O professor não se recolhe no seu leito sem primeiramente consultar o mail, respondendo a todas as solicitações dos alunos. Eventualmente não terá oportunidade de sequer se recolher, para prevenir a hipótese de lhe escapar algum mail urgente.
C3- Realização de Actividades Extracurriculares
Nível 1 O professor não participa, não quer participar e tem raiva de quem participa em actividades curriculares e extracurriculares.
Nível 2 O professor participa compulsivamente numa actividade curricular ou extra-curricular, sempre com o nariz ao lado, ameaçando desistir a qualquer instante, abandonando os alunos à sua mercê.
Nível 3 O professor participa em algumas actividades curriculares ou extra-curriculares voluntariamente, sentando-se num lugar da primeira fila, e assistindo com muita atenção ao desenrolar da dita actividade, batendo palmas no final.
Nível 4 O professor participa e dinamiza mais de quinhentas actividades curriculares e extra-curriculares enquanto funcionário no activo, preenchendo entusiasticamente e atempadamente todos os formulários, grelhas, bases de dados e inquéritos relacionados com as mesmas.
Nível 5 O professar faz do seu projecto de vida a dinamização cultural, não só da escola mas de toda a comunidade e arredores, contribuindo assim para enriquecer PEE, PCE, PAA, PCT, CG, CP, CE, CT, CDT, DCSH, DL, DE, DMCE. Procede antecipadamente à reserva do seu lugar como professor voluntário, impedindo a escola de, após a sua aposentação, cair no marasmo cultural.
Fevereiro 21, 2011 at 9:37 pm
heavencode, de onde tirou isso?
Fevereiro 21, 2011 at 9:41 pm
de onde retirou isso tudo; qual a fonte(s)?
Fevereiro 21, 2011 at 9:42 pm
#72, tb recebi esse mail.
Só falta a “dimensão ética”.
Tenho umas ideias.
Fevereiro 21, 2011 at 10:36 pm
havenocode,é só isso o que um relator tem que fazer? E ainda se queixam!
Fevereiro 22, 2011 at 10:01 am
#23: engana-se redondamente! As minhas acções não dependem do que os outros decretam ou não, mas do que eu penso. Não fosse assim, teria seguido os carneirinhos e há muito que mudei de rumo.