Janeiro 2011
Janeiro 29, 2011
Janeiro 29, 2011
Pelas Caldas – 2
Posted by Paulo Guinote under Imagens, Iniciativas, Movimentos, Ponto da Situação[23] Comments
Janeiro 28, 2011
The Cure, In Between Days
Janeiro 28, 2011
Conta-me o Paulo Prudêncio que o ambiente é agradável, apesar do frio, com cerca de uma centena ou mais de pessoas, por volta das 22.30. A foto chegou em formato mini, mas mais tarde ou amanhã haverá mais material.
Janeiro 28, 2011
At the very time that I was packing up my books and belongings, I was going through an intellectual crisis. I was aware that I had undergone a wrenching transformation in my perspective on school reform. Where once I had been hopeful, even enthusiastic, about the potential benefits of testing, accountability, choice, and markets, I now found myself experiencing profound doubts about these same ideas. I was trying to sort through the evidence about what was working and was not. I was trying to undestand why I was increasinglu skeptical about these reforms, reforms that I had supported enthusiastically, I was trying to see my way through the blinding assumptions of politics and ideology, including my own.
I kept asking myself why I was losing confidence in these reforms. My answer: I have a right to change my mind. Fair enough. But why, I kept wondering, why had I changed my mind? What was the compelling evidence that prompted me to reevaluate the policies I had endorsed many times over the previous decade? Why did I now doubt ideas I once had advocated? (pp 1-2)
Janeiro 28, 2011
Memórias Traumáticas
Posted by Paulo Guinote under Memórias, Será Isto um Post Confessional?[42] Comments
O registo, guardado para a posteridade, da única negativa que tive ao longo da minha história escolar. Negativa essa fruto de uma relação rocambolesca com a minha professora de História do 7º ao 9º ano. Relação essa que teve dois pontos altos (ou baixos…), um dos quais foi esta ficha que me foi anulada na maior parte porque – alegadamente – teria havido fraude na sua realização. A “fraude” foi o facto da turma ter estudado em conjunto numa aula de Electrotecnia e termos preparado respostas em conjunto. O prémio pelo trabalho cooperativo foi o simpático número de 20 negativas em 20 alunos (a posteriori interrogo-me se alguns de nós seriam NEE, pois nunca tive uma turma tão curtinha) e a repetição do teste e, no meu caso, o castigo adicional de fazer um trabalho-extra por ter sido – ao que parece – considerado o padrinho da dita “fraude”, ao ter fornecido as respostas aos meus colegas.
Como acabei em professor de História é um mistério. Não sei se esta colega ainda lecciona. Há uns anos atrás ainda leccionava e não muito longe de mim.
Janeiro 28, 2011
Que Fazer? – Um Contributo
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Docentes, Lutas, Tácticas[21] Comments
O QUE PODEMOS FAZER? UMA SUGESTÃO APOCALÍPTICA.
Desde o inicio manifestei pública e ‘militantemente’ a minha absoluta discordância relativamente ao modelo de ADD que nos foi imposto.
Pesem as ínfimas alterações nele realizadas, não posso, em consciência e coerentemente, abster-me de reiterar a minha oposição à ideologia que subjaz a este modelo e aos processos que o enformam, bem como a todos os procedimentos laterais de ‘racionalização de recursos’ (em bom gestorês) que, infelizmente, são bem conhecidos de todos nós, educadores (pessoalmente, recuso quer a palavra docente, quer o termo, actualíssimo, de ‘recurso humano’ em ‘unidade orgânica’ ou, quem sabe, beta ou…), mas não só.
Aqui, partirei de dois pressupostos que tentarei expor de uma forma muito breve. O primeiro, o de que o gestorês é um dispositivo, ou seja que o seu despontar por motivos políticos, económicos, filosóficos e sociais, tem uma função estratégica dominante e insere-se numa ideologia muito mais abrangente, aquela precisamente que levou à actual crise. O segundo, o de que a resposta à actual crise que, transversalmente, determina todas as políticas educativas, mesmo aquelas que começaram antes da sua eclosão, e portanto também esta avaliação de desempenho, é apenas um ruinoso ‘mais do mesmo’, com a agravante de ter optado por hipotecar os filhos para salvar a casa.
Finalmente, proporei uma atitude, a única que
1. O gestorés como ideologia
Quando falo de ‘ideologia’ falo de um mainstream intelectual e económico neo-liberal de vocação universalista (e totalitária!) e não de opções políticas individuais. Em suma, falo do ‘tudo é economia’ e da subordinação do político, lugar das opções e da palavra da Polis, ao espartilho fetichista da gestão.
. Falo da perfídia com que hoje se invoca um suposto fatalismo económico para justificar e amplificar artifícios de desregulação financeira e impor políticas desumanizadoras ao serviço dos Senhores transnacionais de uma super classe mundial (vd, Maurice Allais, prémio Nobel da economia, La crise mondiale aujourd’hui).
Falo da subordinação das políticas, sejam quais forem os governos ou as opções políticas individuais, à gestão do político e do público segundo as determinações económicas emanadas unilateralmente do eixo Bruxelas-Maastricht-Berlim e da ideologia económica, passe o oximoro, a elas subjacente.
. Falo do que ontem foi o sonho comunista, rapidamente transformado em pesadelo, e hoje, como se de novo, veiculado pelo lado contrário.
( caricatural, mas não menos seriamente, poder-se-ia dizer, sem muito sarcasmo, que a ideologia internacionalista da revolução comunista que, supostamente, depositaria o político, por baixo, nas mãos de ‘operários e camponeses’, deu lugar, após a queda do muro, a uma nova vocação universal/internacionalista em versão capital-especulativa, ou seja, à tentativa de impor a nova ordem mundial do ‘tudo económico’ e a huxleyzação do mundo (vd. Admirável mundo novo), em que, à falta (ainda) da tecnologia apropriada para nos classificar geneticamente, se trata de se o fazer burocraticamente e por exaustão )
. Falo, no que nos é específico como educadores, da neo-taylorização e desumanização da escola, da redução do educador a funcionário e mero executante (à partida, suspeito!), e dos alunos a produtos calibrados por objectivos, elidindo o papel inerentemente humano e (felizmente!) incerto da profissão de professor.
2. Salvar a casa hipotecando os filhos?
Quando expresso a minha total discordância com este modelo de avaliação, incluindo-o entre a utensilagem da investida economicista neoliberal, de modo algum me conto entre os que são contra qualquer forma de avaliação. Pelo contrário, como professor e como pai, acho-a urgente, entre pares ou não (sinceramente, não considero que seja aí que reside a dificuldade da questão).
Assim ela seja, não burocrática, mas didáctica e pedagógica, formativa e não exclusiva, assente em práticas, exemplos e contextos e não em objectivos descabidos de produção, compenetrada de que educar é uma arte humana de relacionar o conhecimento e de ajudar a pensar, irredutível a fichagens ad hoc e outros procedimentos puramente burocráticos, assim não vise tão só economizar recursos humanos e materiais e, pelo mesmo caminho, qualquer sentido crítico ou formação humanista – o sonho neoliberal! –, mas criar as melhores condições para o exercício digno da função educativa.
Finalmente, uma avaliação exigente, mas fiel ao que é a profissão de professor e executável sem sobrecarga de uma das partes, o professor, e sem comprometer em termos de ensino/aprendizagem a outra parte, o aluno. Na prática, como já todos percebemos, não só nenhuma melhoria para as aprendizagens dos alunos resulta das actuais rotinas (pseudo)avaliativas, como estas aventuram, com invulgar leviandade, trabalhar em seu prejuízo.
3. O que podemos fazer?
Reafirmada a minha absoluta discordância relativamente ao modelo de ADD que nos é imposto e explicitada a minha postura neste contexto, não posso, chegados a este ponto, simplesmente cruzar os braços e alhear-me do aniquilamento do propriamente pedagógico e humano na nossa profissão, da nossa transformação em mangas-de-alpaca, fiéis executores acéfalos de políticas e cartilhas ruinosas, ou consentir, impávido, na pauperização das escolas e na desconsideração a que temos vindo a ser sujeitos pela tutela e, em consequência, a autêntica deflação do valor do professor, como convém à actual estratégia de huxleyzação do mundo.
Acontece, que não podendo deixar de assumir a minha discordância, e uma certa incapacidade pessoal para a anuência a partir de certo ponto, também não posso, ou não posso com ganho, deixar de cumprir o papel que a obrigação profissional me incumbe neste processo.
O pedido de escusa de relator, mesmo quando deferido, serve de pouco. De imediato, outro relator é nomeado e, no limite, ou seja, mesmo que todos os professores de uma escola se escusassem, haveria sempre gente para tal disponível nas escolas mais próximas ou nas seguintes. Do mesmo modo, nas circunstâncias actuais, é pouco realista pretender uma avassaladora escusa dos avaliados, sem a qual, apenas assistiríamos ao prejuízo inglório de meia dúzia de intemeratos.
Posso sim, podemos sim, cumpri-la escrupulosa e massivamente. Sem querer legitimar aquilo que contesto, é exactamente isto o que eu sugiro. Não na base do ‘se não podes vencê-la junta-te a ela’, mas, opostamente, como estratégia ludista: sobrecarregar a máquina e obrigar a implosão.
Se considero hoje difícil uma recusa como aquela que ocorreu aquando dos objectivos, considero ainda possível a entrega massiva de pedidos de aulas assistidas, mesmo fora do prazo. Se algumas escolas o fizessem, isto, localmente, implodia; se muitas escolas o fizessem o sistema pura e simplesmente explodia.
Não sei se é a única coisa que podemos fazer, mas é, certamente, uma coisa que ainda podemos fazer.
Carlos Marinho Rocha
Janeiro 28, 2011
Não Esquecer, Hoje, A Iniciativa Da APEDE
Posted by Paulo Guinote under Agenda, Docentes, Iniciativas, Movimentos[56] Comments
Janeiro 28, 2011
Tudo A Opinar Sobre Educação
Posted by Fafe under À Escuta!!! | Etiquetas: Espionagem Industrial |[28] Comments
Não há jornal, rádio, televisão, blogue, café e esquina onde não se fale de educação. Das escolas privadas com contrato de associação. Das ameaças da ministra aventureira. Dos projectos educativos. Dos números que não há ou que são falsos.
E tudo isto sem sindicatos.
Janeiro 28, 2011
Caro Paulo Guinote,
Peço-lhe o favor de divulgar, novamente, no seu blogue a abertura da 5ª edição do curso de formação a distância:
“MIPL2.0: Materiais Interativos para Português L2 na web 2.0″http://cvc.instituto-camoes.pt/mipl20-materiais-interactivos-para-portugues-l2-na-web-20.html
As candidaturas terminam a 6 de Fevereiro.Grata pela atenção.
Os meus melhores cumprimentos,
Adelina Moura
Research area: Mobile Learning
http://adelinamouravitae.com.sapo.pt/
Janeiro 28, 2011
Opiniões – Manuel Queirós
Posted by Paulo Guinote under Opiniões, Público/Privado, Polémicas[10] Comments
Janeiro 28, 2011
As Actualidades Televisivas Do Umbigo
Posted by Paulo Guinote under Actualidades, Educação, Público/Privado, Polémicas, Quezílias[48] Comments
Nova reacção da ministra Isabel Alçada ao encerramento das escolas privadas, será feita uma análise jurídica e serão tomadas providências… ameaça não celebrar contrato com as direcções de escolas que tomem iniciativas de protesto. Isabel Alçada garante que o financiamento é suficiente e que existem também novas escolas para inaugurar, 21 escolas.
Dezenas de escolas privadas em protesto e sem aulas.
Reportagens em: colégio da Via-Sacra, Viseu – Colégio de Maria Imaculada, Leiria – Colégio Rainha D. Leonor, Caldas da Rainha – Externato Albergaria dos Doze e Instituto D. João V, Pombal – Louriçal, Leiria – Colégio S. Mamede, Batalha – 3 escolas em Fátima de instituições católicas, colégio de S. Miguel e…
04:21 Isabel Alçada admite levar a tribunal as direcções dos colégios que não impeçam o encerramento das escolas
05:15 Ministério da Educação não financia as escolas que que não assinarem a adenda ao contrato assinado em Outubro, 39 escolas ainda não assinaram.
Concelho de Mafra, 30 professores despedidos de colégios privados, segundo a direcção das escolas, os despedimentos devem-se aos cortes no financiamento do estado, foram despedidos professores que estavam no “período experimental” (?)
Colégio Santo André e colégio Miramar, grupo G.P.S.
Os protestos no ensino privado, o que está em causa, uma revisão da SIC
Janeiro 28, 2011
Agora Uma Na Ferradura
Posted by Paulo Guinote under Coerências, Educação, Público/Privado, Polémicas[74] Comments
Compreendo as queixas de muitos empreendedores privados na área da Educação. Mas, como não me encavalito em causa alheia, chamaria a atenção para o facto de os mesmos liberais de agora (falo dos opinadores jornalísticos) que gritam contra o Estado e a necessidade de manter os apoios a estas escolas, que estão quase todas pertíssimo da oferta pública, não terem tido o mesmo tipo de argumentação durante a mini-polémica – nem se comparou! – acerca da abertura de Centros Escolares que acarretaram o encerramento de escolas e a deslocação de crianças de 6-7 anos para destinos a dezenas de quilómetros e a perto de uma hora de viagem.
Janeiro 28, 2011
Podem Não Ser Muitos, Mas São Aguerridos
Posted by Paulo Guinote under Actualidades, Educação, Público/Privado, Polémicas[18] Comments
Não andam a marcar as coisas de acordo com o que lhes sopram ao ouvido. Nem colocam providências cautelares, sabendo de antenão que vão ser indeferidas.
Janeiro 28, 2011
Desde que peça desculpas e prometa que não faz asneira de novo, não há problema. No fundo, uma base interessante para sistema judicial em geral. Na Educação andam há muito a tentar que seja mesmo assim.
Janeiro 28, 2011
Janeiro 27, 2011
Heaven 17/La Roux, Temptation
Gary Numan/Little Boots, Are Friends Electric?
Janeiro 27, 2011
Pela Blogosfera – 2711
Posted by Paulo Guinote under Blogosfera, Educação, Público/Privado, Polémicas[7] Comments
Janeiro 27, 2011
ADD: A Autonomia Só Serve Para Estas Coisas Ou Nem Tanto Assim?
Posted by Paulo Guinote under Abusos de Poder, Avaliação, Éne Sistemas, Docentes[69] Comments
O processo de avaliação do desempenho avança sobre rolamentos, perante as indignações locais, mas a indiferença global. A agenda foi dominada pela questão dos cortes salariais e, enquanto isso, as coisas desenvolvem-se com contornos perfeitamente patéticos em muitos casos.
Vou apenas apontar algumas situações de que tive conhecimento nos últimos dias, por testemunho directo de envolvidos na situação e quase tudo na área da DRELVT:
- Há Direcções que, lendo de forma extensiva e abusiva a legislação em vigor, estão a pedir a TODOS os docentes em avaliação, portafolhas desenvolvidos, com planificações anuais, por vezes discriminadas aula a aula como no tempo dos estágios desse(a)s senhore(a)s, e toda uma parafernália de evidências em anexo ao relatório de autoavaliação.
- Em outras escolas e agrupamentos, são recebidas instruções da DRE respectiva para carregar um pouco na avaliação dos não-meritórios, exigindo um número mínimo de evidências por parâmetro de avaliação. As instruções são quase sempre sem qualquer suporte documental.
- Há ainda a indicação, com beneplácito superior ou não, por parte de algumas CCAD, para que os próprios relatores tenham aulas assistidas, mesmo quando não têm necessidade legal disso para progredirem. Existem ainda Pedagógicos e CCAD que redefiniram o modelo de ADD a seu bel-prazer e o impõem perante o acomodamento ou puro receio da maioria dos visados que sabem que, no actual contexto, não dispõem de mecanismos para escapar a represálias em termos de horário (o falta dele) no próximo ano lectivo
- Ainda na onda dos abusos do poder, há algumas direcções a fazerem a exigência (há pouco foi comunicada a de um TEIP aqui do deserto) da entrega de uma ficha de autodiagnóstico, forma velada de tornar obrigatória a definição de objectivos individuais, que depois servirá para aferição dos progressos realizados.
- Por fim, há ainda maneirismos diversos, para obstar a que as horas de componente não lectiva devidas a cada relator a partir do 1º, 4º e 7º relatados sejam objecto de acordos diversos.
E nem sequer vale a pena falar do quem avalia quem, porque aí já vale tudo e mais alguma coisa. Que não se fale disto, que as situações fiquem no olvido, que muitas denúncias sejam só para eu saber e não divulgar quem e onde, é triste. Triste, porque revela que o adormecimento feito em 2010 está a conseguir os seus efeitos, pela via do medo incutido com as consequências dos reajustamentos curriculares.
A este respeito, as denúncias por parte dos representantes, mesmo os que estão no terreno, são quase nulas. Porquê?
Janeiro 27, 2011
A Enésima Vez Que Escrevo Uma Coisa Deste Género
Posted by Paulo Guinote under Ó Faxavor!, Bílis Pura, Em Bicos de Pés, Ripa na Rapaqueca[49] Comments
Este é um blogue que divulga posições pessoais dos dois colaboradores e de todos aqueles que enviam materiais para publicação. É um blogue plural(ista), mas tem um ponto de vista, algo desenquadrado. Quem quer as posições oficiais das instituições, organizações e corporações quem que mais se revê, dirija-se, quando necessário, aos respectivos sites ou aos blogues-papagaio.
Vou falar por mim – mas julgo que o Fafe também iria nisso – e dizer que não sinto qualquer obrigação moral, política ou ideológica de satisfazer a agenda de nenhuma organização, nem sinto qualquer dever de fidelidade para com colectivos que têm a sua estrutura interna, as suas hierarquias e as suas disciplinas. Muito menos aceito que a classe profissional a que pertenço seja amalgamada atrás de qualquer sigla.
Portanto, sou perfeitamente livre de afirmar a minha discordância em relação a estratégias ziguezagueantes de algumas organizações sindicais ou o desaparecimento quase completo de outras, embora reconheça que são elas que têm o papel legal de se sentarem à mesa das negociações com a tutela acerca de questões laborais. Lamento, ainda, que no contexto actual, estejam – de novo – a colocar os interesses específicos da classe docente (e que a uniriam na medida do possível) atrás de interesses alheios, nomeadamente de um modelo de contestação coreográfica, burocrática e domesticada, pré-2005.
Já todos percebemos que não querem fazer cair o governo ou que o FMI venha aí, pelo que se percebe que, no fundo, a luta é para picar o ponto, pois desta forma, nem o governo cede num milímetro (sabe que os contestatários militantes apenas ameaçam, mas não querem morder), nem nós almoçamos em paz.
Sou ainda livre de afirmar isso quando bem entendo, sendo os comentadores livres de me zurzir quando e como bem entendem, mesmo quando alguns (pouquíssimos) mentem voluntariamente para tentar atingir objectivos que serão os das tais organizações ou outras instituições. Ou despeitos pessoais, que os há. Os restantes críticos que me zurzem de forma aberta e declarada são extremamente bem-vindos, sempre na certeza que, na escassez de cristandade, se habilitam a não sair sem resposta.
Prontos!!!























