Conta-me o Paulo Prudêncio que o ambiente é agradável, apesar do frio, com cerca de uma centena ou mais de pessoas, por volta das 22.30. A foto chegou em formato mini, mas mais tarde ou amanhã haverá mais material.
Janeiro 28, 2011
Janeiro 28, 2011
Conta-me o Paulo Prudêncio que o ambiente é agradável, apesar do frio, com cerca de uma centena ou mais de pessoas, por volta das 22.30. A foto chegou em formato mini, mas mais tarde ou amanhã haverá mais material.
Janeiro 28, 2011 at 11:18 pm
Força a todos! Quem me dera viver mais perto! Um abraço!
Janeiro 28, 2011 at 11:20 pm
Abraço a todos!
Janeiro 28, 2011 at 11:23 pm
Daqui do Alentejo enviamos um grande abraço aos colegas que conseguiram ir hoje às Caldas!
Janeiro 28, 2011 at 11:29 pm
99 ou 101?
Janeiro 28, 2011 at 11:30 pm
Nem parece formato das Caldas
Janeiro 28, 2011 at 11:36 pm
Um abraço colegas.
http://www.youtube.com/watch?v=oZenmPhmKjw
Janeiro 28, 2011 at 11:43 pm
Pela China
| sem comentários | |o vídeo|
http://features.peta.org/ChineseFurFarms/
Janeiro 28, 2011 at 11:47 pm
Hoje na Avenida mais Central cá do burgo tocava
Janeiro 28, 2011 at 11:47 pm
Revolução tunisina alastra no Norte de África
Povos exigem democracia
Milhares de pessoas continuam a exigir na Tunísia a democratização do país e a punição dos responsáveis pela repressão das últimas semanas e durante a ditadura. As movimentações de massas alastram no Norte de África, com manifestações na Argélia e Egipto.
Foto LUSA
«Abaixo a ditadura», «fora os ministros podres» e «viva a revolução» são algumas das palavras de ordem que se ouvem na capital, Tunes, e aparecem escritas nas paredes da praça onde se situa o Palácio do Governo. Ali concentram-se, desde domingo, milhares de tunisinos que exigem a demissão do autoproclamado governo de transição.
No executivo liderado por Mohamed Ghanuchi permanece uma maioria de ministros (12 em 19) vinculados ao regime do ex-presidente Ben Ali. Depois de semanas de sangrenta repressão, o povo insurrecto não está disposto a ceder à rearrumação do poder de acordo com os moldes e interesses vigentes durante 23 anos. Os postos chave da governação continuam a ser ocupados por homens fieis à ditadura, denunciam.
Vindos de todas as regiões do país, particularmente do Centro, Oeste e Sul do território, trabalhadores, estudantes e camponeses pobres montaram um acampamento frente à sede do executivo.
A mobilização, apoiada pela maior estrutura sindical tunisina, a União Geral de Trabalhadores, avolumou-se, e na noite de 23 era já um gigantesco acampamento de protesto popular pela democratização da vida política e a punição dos responsáveis pela repressão. Muitos trouxeram nas intituladas caravanas da libertação as fotos das atrocidades cometidas pelas autoridades nas últimas semanas. Todos reclamam justiça.
Na madrugada de segunda-feira, as autoridades ainda ordenaram às forças antimotim que fizessem cumprir o recolher obrigatório. Granadas de gás lacrimogéneo e vagas repressivas chegaram a desimpedir a praça, mas a multidão, que respondeu com garrafas e pedras à violência oficial, regressou pouco depois e ali permanece, avolumando-se a cada hora que passa, teimando em exigir liberdade e democracia.
Sectores juntam-se à luta
Entretanto, secundando as movimentações populares, milhares de professores iniciaram uma greve por tempo indeterminado, justamente no dia em que o governo previa a reabertura dos estabelecimentos escolares. A paralisação, de acordo com o sindicato do ensino primário, regista uma adesão recorde.
No mesmo sentido, milhares de polícias em todo o país dão sinais de adesão à luta. Em Tunes, centenas de uniformizados juntaram-se frente ao Ministério do Interior reivindicando a saída de Ahmed Fria, dirigente do antigo regime.
Os polícias dizem-se «oprimidos» e «sacrificados» por não terem direito a organização sindical, e isso mesmo disseram igualmente em Sidi Bouzid, cidade onde começou a revolta.
Alguns juntam-se às concentrações populares e pedem perdão ao povo por terem sido o braço armado da ditadura. Muitos usam braçadeiras vermelhas em sinal de apoio à insurreição na Tunísia.
Imperialismo manobra
Face à determinação dos tunisinos, o governo interino e os partidos situacionistas anunciam remodelações na cúpula e formação de «comités de sábios» que «protejam a revolução», e até o Chefe do Estado Maior das Forças Armadas pediu aos manifestantes que desmobilizassem, assegurando que o exército é o garante da revolução de jasmim.
Agora, disse enfático o alto responsável militar, é preciso deixar trabalhar os dirigentes políticos, como quem diz – o povo têm de confiar nos que se movem nas costuras do poder para que não se crie «um vazio». As palavras não colheram e o povo continua insubmisso.
No meio das manobras com objectivo de aplacar as movimentações de massas na Tunísia sobressai ainda o apoio dos EUA e da França ao executivo em funções. A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, e o primeiro-ministro francês, François Fillon, manifestaram apoio a Ghanuchi e ao seu governo, e em Tunes encontra-se já o mais alto responsável da diplomacia norte-americana para o Médio Oriente, Jeff Feltman.
De acordo com o Departamento de Estado dos EUA, Feltman encontra-se na Tunísia para consultas sobre «as reformas democráticas e as eleições», prova de que o imperialismo está atento e não parece disposto a permitir que o processo enverede por caminhos que lhe sejam desfavoráveis.
Argélia e Egipto
Revolta alastra
Paralelamente, os povos argelino e egípcio saem à rua seguindo o exemplo dos irmãos tunisinos. Em Argel, sábado, a manifestação em direcção à sede da Assembleia Nacional só foi travada pela carga policial.
De acordo com a AFP, pelo menos 42 duas pessoas resultaram feridas e muitas outras foram detidas durante os protestos, proibidos no país desde 1992, ano em que foi imposto o estado de emergência.
Já no Egipto, a exigência de reformas políticas no país e a consequente demissão de Hosni Mubarack e seus correligionários iniciou-se anteontem com milhares de pessoas a invadir as ruas da capital, Cairo.
Ao «Dia da Fúria» contra a pobreza e a repressão, e pela democracia, respondeu a ditadura com canhões de água, granadas de gás lacrimogéneo.
Há hora do fecho da nossa redacção, agências internacionais relatavam que protestos de tal magnitude não eram observados no país desde o final dos anos 70.
Janeiro 28, 2011 at 11:48 pm
Albânia
Três mortos em manifestação
O protesto convocado em Tirana, capital da Albânia, pelo Partido Social Democrata foi violentamente reprimido pela polícia quando os manifestantes tentaram chegar à sede do governo, liderado pelo conservador Sali Berisha.
Pelo menos três pessoas morreram baleadas e outras 22 ficaram feridas durante a batalha campal desencadeada no centro da metrópole. Mais de uma centena de manifestantes foram detidos.
O executivo tinha avisado que não toleraria qualquer movimentação de massas e revelou que havia instalado na cidade câmaras de vigilância para filmar os participantes, os quais acusam Berisha de ser responsável pela corrupção e pobreza que alastram no país.
EUA, OSCE e UE apelaram, a semana passada, à calma na Albânia, isto depois do vice-primeiro-ministro ter sido demitido na sequência de um escândalo com um negócio público.
Entretanto, a oposição albanesa promete novo protesto de homenagem aos mortos de sexta-feira e de exigência de eleições legislativas antecipadas, já que, desde meio de 2009, sustenta que Berisha venceu o sufrágio com recurso à fraude
Janeiro 28, 2011 at 11:49 pm
•Blade Nzimande
O socialismo é o futuro. Vamos construí-lo já
http://www.avante.pt/pt/1939/temas/112305/
Janeiro 28, 2011 at 11:51 pm
O sorteio do Euromilhões está atrasado. Será que a Europa faliu?
Janeiro 28, 2011 at 11:51 pm
Uma frente de luta política
Uma nova ordem económica impõe-se com violência crescente. O objectivo é a conquista do mundo pelo mercado. Nessa guerra os arsenais são financeiros e o objectivo da guerra é governar o mundo a partir de centros de poder abstractos. Megas pólos do mercado que não estarão sujeitos a controlo algum, excepto a lógica do investimento. A nova ordem é fanática e totalitária. Para essa nova ordem capitalista são de importância equivalente o controlo da produção de bens materiais e o dos bens imateriais. É tão importante a produção de bens de consumo e de instrumentos financeiros como a produção de comunicação que prepara e justifica as acções políticas e militares imperialistas através dos meios tradicionais, rádio, televisão, jornais, e dos novos, proporcionados pelas redes informáticas, como é igualmente importante a construção de um imaginário global com os meios da cultura mediática de massas, as revistas de glamour, a música internacional nos sentimentos e americana na forma, os programas radiofónicos e televisivos prontos a usar e a esquecer, o teatro espectacular e ligeiro, o cinema mundano medido pelo número de espectadores, a arte contemporânea em que a forma pode ser substituída por uma ideia e a personalidade do artista transformada numa marca, garante o valor da mercadoria artística.
Paralelamente a uma ofensiva sem precedentes aos direitos económicos e sociais, conquistados em séculos de duras lutas, promove-se a alienação do homem pela impiedosa fragmentação do sujeito. O reflexo nas artes é o triunfo do pastiche sobre a ironia e mesmo a paródia.
Os efeitos são brutais. Depois de anos de instabilidade, em que sucessivas recorrências aos movimentos modernistas adiaram o que se anunciava, o crescente poder e influência do mercado sobre as práticas culturais e artísticas consolidou-se com a deslocação dos centros de legitimação estéticos dos artistas para uma nova classe de intermediários que adquirem um enorme poder decisório. O parâmetro de aferição das artes passou a ser o mercado, pelo que são declaradas como obsoletas as vanguardas artísticas que, de forma directa ou oblíqua em unidade e conflito, estavam também empenhadas em transformar a vida. Actualmente navega-se numa amálgama indistinta da arte com a moda, com a produção de pseudo acontecimentos alinhados pelos mecanismos publicitários em que a afirmação enfática da marca é bastante para nomear uma realidade incomparável, onde a procura de originalidade se transforma na confissão parcial de não-originalidade, mascarada pela erupção constante de novidades que, invariavelmente, acabam por se revelar requentadas.
Janeiro 28, 2011 at 11:52 pm
Ó Carlos! F0dace pá!
Janeiro 28, 2011 at 11:53 pm
A arte tende a dissolver-se na moda, a qual embota e apaga a força do real, dissolve a radicalidade, normaliza e homogeneíza todas as coisas num espectáculo generalizado. Uma fábrica de provocações frustres procurando assombrar uma burguesia entediada com o seu próprio tédio, uma burguesia insusceptível de se escandalizar num mundo inenarrável por demasiado ligeiro, demasiado absurdo, onde nada se repete porque é meramente casual onde, dirá Kundera, “tudo está já perdoado e por isso cinicamente permitido”.
Não foi nem é um acaso que a exacerbação dos formalismos, a sua forçada e falsa autonomização em relação aos movimentos sociais e políticos, traça o seu próprio destino acabando inexoravelmente na utilização publicitária do trabalho sobre a forma. Em paralelo a crítica e a autocrítica, quando é séria e inteligente, presume com angústia que perdeu significado. Aliás, as desmistificações da rede de interesses económicos que domina o mercado e impõe, com arrogância ou manhosamente, os seus ditames por mais sérias e credenciadas que sejam, são sistematicamente remetidas para nichos onde se espera fiquem sepultadas. É o triunfo do economicismo puro e duro que se torna particularmente repugnante quando esconde atrás das cortinas da exaltação retórica de um idealismo estético, em que ninguém acredita, o mercado de bens de luxo que de facto comanda os destinos da arte.
Janeiro 28, 2011 at 11:54 pm
Ó Carlos! carªlho pá!
Janeiro 28, 2011 at 11:56 pm
Contraditoriamente, nos últimos decénios as artes beneficiaram de patrocínios e investimentos não comparáveis com qualquer outra época histórica. Nunca se transaccionaram tantos mestres consagrados, nem tantas obras contemporâneas, nunca se editaram tantos livros, construíram tantos museus, teatros, casas da música, subvencionaram e encomendaram espectáculos dos mais variados géneros, nem proliferaram tantas instituições dedicadas às artes. Toda essa imensa actividade não teve, nem tem a menor influência no surgimento de uma arte em correspondência com as realidades sociais, económicas e políticas. Os mais lúcidos teóricos como Herbert Read, John Berger, Mario Perniola, Raymond Williams, Manfredo Tafuri ou Frederic Jameson consideram que uma das maiores tragédias da nossa civilização actual é o facto da sensibilidade humana que noutras épocas se reproduzia em actividades artesanais de onde emergiam os grandes visionários, ser hoje totalmente sufocada ou encontrar saídas patéticas nalgum passatempo trivial.
Marcar o reencontro da arte e da sociedade para que a arte se volte a apropriar do mundo é, nos dias de hoje, uma das frentes de luta política contra o neoliberalismo que aliena o ser humano despojando-o da sua humanidade, que separa o homem individual da sua individualidade que anuncia a morte da arte mesmo quando parece protegê-la ou mesmo exaltá-la.
Janeiro 28, 2011 at 11:56 pm
•Manuel Augusto Araújo
Janeiro 28, 2011 at 11:58 pm
#8 Onde?
Janeiro 28, 2011 at 11:58 pm
O Carlos Marques saiu, agora mesmo, da Hibernação!
Está cheio de energia…
Janeiro 28, 2011 at 11:59 pm
Tenho de ir. São horas da Missa.
Janeiro 28, 2011 at 11:59 pm
Vai para a cama amigo.
Francisco Amado
Janeiro 29, 2011 at 12:02 am
Falta uma virgula entre a cama e o amigo mas não me chateiem que não estou para pintelhices.
Janeiro 29, 2011 at 12:03 am
And about pintelhices cadê Fennadum Guinote&Caneta?
Janeiro 29, 2011 at 12:14 am
Aula de cirurgia
Eram seis, três de cada lado. Todos cirurgiões, embora uns mais que outros. Ou talvez não, talvez um deles estivesse ali mais inclinado a preconizar outra forma de tratar o paciente, em democracia é preciso que se inclua um parecer discordante, mas desde que fique claro que se trata de uma opinião minoritária, convocada para a reunião de sábios precisamente para isso, para ser minoritária e nessa condição reforçar sólida razão que assista à maioria. Era, pois, no mínimo, uma sólida maioria de cirurgiões, e por isso a sentença de cada qual convergia com as dos restantes na unanimidade acerca da necessidade de cortar.
Janeiro 29, 2011 at 12:14 am
Em boa verdade, não chegaram a ser muito explicitamente expressos os lugares onde as lâminas cirúrgicas devem penetrar o corpo do País, isto é, do povo, pois bem se sabe que o País é o povo e o resto é paisagem; mas talvez essa minúcia fosse dispensável por já muito bem se saber, graças a anteriores reuniões de sábios e também às sabedorias vindas de longe, o que deve ser cortado, amputado, eliminado. Quanto a anestesias, não estava por ali nenhum especialista da área, mas essa matéria é de tal modo conhecida e está já tão implementada na prática que porventura nem vale já a pena falar dela: está a cargo dos grandes agentes mediáticos, estações de televisão e imprensa dita cor-de-rosa, campos de futebol, ocasionais eventos complementares. É certo que nem sempre a eliminação da dor, ou pelo menos a sufocação dos gritos, é perfeita, e por isso mesmo há quem exprima alguma preocupação sobre este aspecto da operação. Mas logo alguma voz, ou muitas delas, se ergue a insistir que cortar é preciso, gritar não é preciso, e daí claramente se infere a decisão de prosseguir e aprofundar os cortes da cirurgia segundo as instruções recebidas em língua estrangeira, quase sempre a alemã, que é a que está agora na moda.
Janeiro 29, 2011 at 12:15 am
E os sábios portugueses, sempre de adequada formação em cirurgia ainda que em diversos graus e sectores, dos quais só ali estava na segunda-feira um restrito grupo, logo repetem recomendações e métodos para que de eventuais oposições não reste pedra sobre pedra, digamos assim. Para tanto, a entrada no palco onde decorrem as lições é rigorosamente seleccionada, e eventuais diferenças entre as vozes que ali se façam ouvir não devem ir tão longe que possa ficar prejudicada a certeza de que ali se afirma a única e indiscutível verdade, remetendo-se alguma dissonância adequadamente leve, e sempre expressa no peculiar latim em uso nestes simpósios, para a função meramente decorativa que ateste a democraticidade da /aula.
Janeiro 29, 2011 at 12:15 am
Lotação limitada
Desta prosa de ironia tosca e mal amanhada, saída assim não só por inépcia natural mas também porque o assunto não é propício à emergência de humor saudável e bem-disposto, já se terá entendido que se refere à emissão de segunda-feira passada do programa «Prós e Contras». Falta assinalar a única presença feminina em palco, a da jornalista a exercer as funções de dona da casa e a quem, se persistirmos na metáfora de duvidoso gosto que invoca aqueles supertécnicos como se fosse um grupo de cirurgiões, podemos atribuir as funções de instrumentista em bloco cirúrgico: a ela competia, de facto, a distribuição do material de intervenção que na circunstância era a fala, em cada participante diferente mas idêntico no essencial salvo naquele caso já assinalado e que muito convinha para garantir a diversidade mínima e a credibilidade da conferência. De qualquer modo, o importante é sublinhar que ali pouco ou nada se falou do sangue que a cirurgia recomendada irá fazer correr, das atrozes dores que nenhuma anestesia poderá eliminar, e entende-se que assim tenha sido: o propósito da sessão era o de preparar o paciente para sofrer com passividade e resignação.
Janeiro 29, 2011 at 12:17 am
Para maior eficácia, a linguagem adoptada foi sempre a do economês, dialecto não acessível ao comum das gentes e que por isso afugenta os lamentos e protestos de criaturas sem especial qualificação. Aliás, foi sintomático que o inicial pretexto para a reunião, uma análise aos resultados eleitorais da véspera, depressa tenha sido substituído por reiteradas recomendações à unidade dos que só aparentemente haviam sido considerados como contrários, por apelos à confiança entre os que devem sofrer os golpes da cirurgia e os que com eles verão garantida a perenidade do seu bem-estar. Percebe-se: é sofrendo que se ganha o céu. E percebe-se mais: o céu tem lotação limitada, só lá cabem alguns. Os que desde há muito se habituaram a estar lá.
correia da fonseca
Janeiro 29, 2011 at 12:19 am
Desisto. Carlos, é indecente!
Carlos, dás-me espaço para dizer só uma coisita?
Janeiro 29, 2011 at 1:10 am
Que soltura…
Já me fartei de dizer que chega a introdução e o link, que assim só estraga tudo, incluindo quem passa de raspão e só salta os comentários.
Azelhice no seu estado mais evidente.
Janeiro 29, 2011 at 1:10 am
Sim, cerca de uma centena, apesar do muito frio… Desloquei-me da Batalha às Caldas porque acho que isto tem de começar a mexer. Apesar de tudo, nota-se muito desânimo e, sobretudo, a vontade de que os colegas vejam bem a tragédia que está a ser preparada para Setembro. Agora um pormenor, Paulo. Pode ser mania da perseguição mas… por que motivo estava um carro da PSP, com 2 ou 3 polícias cá fora, encostados, mesmo em frente ao local onde decorria a concentração? Vê lá se a malta das Caldas achou aquilo normal…
Janeiro 29, 2011 at 1:41 am
Os polícias estavam só a zelar pela ordem, não fossem os perigosos zecos atirar cockteils-caldas-molotov
Janeiro 29, 2011 at 5:02 pm
…o carlosmarques conspurcou o blog todo…
…ninguém te lê pá…acorda pá vida…