Ministra da Educação diz que é indigno usar crianças em protesto
FENPROF considera ‘ilegítima’ utilização de crianças nos protestos
Janeiro 25, 2011
De Acordo
Posted by Paulo Guinote under Afinidades, Educação, Público/Privado, Poeira nos Olhos, Política[72] Comments
Janeiro 25, 2011 at 3:59 pm
Independentemente de acharmos que têm ou não razão, são os pais e EE que os levam, não vejo aí nada de ilegítimo.
Porque tenho memória, também me lembro muito bem de muitos colegas nossos terem levados os filhos para as manifestações, alguns até em carrinhos de bebé. E daí????
Janeiro 25, 2011 at 4:04 pm
Uma coisa que eu gostava muito de saber: quanto é todos nós temos andado a pagar, por exemplo, para o Colégio Moderno? Porque este não tem propriamente ensino gratuito…
Janeiro 25, 2011 at 4:07 pm
parece-me bem mais digno do que as crianças alugadas por sócrates para impingir o magalhães…
Janeiro 25, 2011 at 4:07 pm
Nós as criancinhas sabemos pensar pela nossa cabeça.Não somos acéfalas.
Janeiro 25, 2011 at 4:08 pm
E os ovos de Fafe, etc.
Janeiro 25, 2011 at 4:40 pm
Não existe maior perigo para as nossas crianças e jovens do que o futuro que este governo-sócrates lhes preparou. Mas, com isso pode a srª ministra.
Janeiro 25, 2011 at 4:42 pm
Venham a mim as criancinhas.
Janeiro 25, 2011 at 4:48 pm
Parece que é a primeira vez que acerta…
Janeiro 25, 2011 at 4:50 pm
O seu a seu dono: acho que ambos têm razão (CREDO!). Vão valem todos os meios para atingir certos fins. os próprios pais deviam ter vergonha!
Janeiro 25, 2011 at 4:57 pm
Não opinião “pública” fabricada é sempre um cavalo de batalha contra nós um dia de ausência que seja (excepto na cimeira da nato).
No caso do ensino privado já não faz mal.
(e a polícia para identificar os manifestantes,está de férias?)
Janeiro 25, 2011 at 5:22 pm
Parece que ninguém está a perceber o alcance do post. Leiam-se as etiquetas: “Afinidades”, “Poeira nos olhos”.
A ministra e a Fenprof estão e continuam de acordo, na opinião do perspicaz educador blogosférico. Defendem os lucros chorudos do ensino privado financiado pelo público e querem lançar-nos poeira para os olhos.
Mas há um míope crónico que usa fortes lentes de preconceitos e que nunca se deixa enganar. Ou ensandeceu de vez?
Janeiro 25, 2011 at 5:26 pm
Eu não percebo esta questão. Mas os pais não pagam para terem os filhos nos colégios? sempre pensei que pagassem, afinal parece que não… e os professores dos colégios , quando os do público fizeram greves e manifs e vigílias, acharam que não era nada com eles, e agora?… De qualquer maneira, não entendo a razão deste alvoroço.
Janeiro 25, 2011 at 5:36 pm
#11
Tu também não estás a perceber. É o Acordo, aquele do ano passado. Por mim, podem levar na tola até à eternidade.
Janeiro 25, 2011 at 5:37 pm
#3 Concordo perfeitamente. Seria de perguntar à ministra o que achou desse caso, mas, infelizmente, não há jornalistas à altura…
E os que entram nos “morangos com açúcar” e outras coisas do género, não incomodam ninguém?…
Janeiro 25, 2011 at 5:38 pm
#13
Treze! Até que enfim! Não estava nada à espera.
Janeiro 25, 2011 at 5:38 pm
“Não vamos continuar a financiar privilégios nem lucros” – Ministra da Educação
De Marco Lopes da Silva (LUSA) – Há 2 horas
Lisboa, 25 jan (Lusa) – A ministra da Educação disse hoje que o Estado não vai continuar a financiar privilégios e lucros de algumas escolas privadas, assegurando que serão encontradas alternativas caso os estabelecimentos de ensino não assinem os novos contratos de associação.
“Não vamos continuar a financiar privilégios nem lucros de algumas instituições que constroem psicinas, que oferecem golfe, que têm equitação, porque isso é um nível que o ensino público não pode assegurar e não continuará a financiar”, afirmou Isabel Alçada.
A ministra da Educação falava aos jornalistas em conferência de imprensa ao início da tarde, depois de pais e alunos de escolas privadas terem depositado cerca de meia centena de caixões à porta das instalações da tutela, na avenida 05 de outubro, em Lisboa.
© 2011 LUSA – Agência de Notícias de Portugal, S.A.
http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5hVg1Yc-vrfv8VhnXsz7GjJpG4Prw?docId=12034971
Janeiro 25, 2011 at 6:16 pm
Que pena o meu filho não andar no privado…
também o levava pois o ENSINO é para ele, seja na pública ou no privado.
E já agora os netos do PR também estavam por altura do discurso do avô…alguém comentou esse facto?! Que eu saiba não!
Janeiro 25, 2011 at 6:26 pm
Crianças nas manifs? Só digo abençoados ovos que voaram até à nossa quida Milú.E a publicidade ao Magalhães ? Hoje até tentei participar na Opinião Pública,SICn,mas não consegui.Então aquele palhaço Director do J.E.João de Deus,sempre a exibir o seu anel brasonado e relógio de ouro, hoje estava danado com o governo? Em programas anteriores foi só malhar nos professores!Era sempre o apoio à Milú e a todas as suas políticas! E eu fui aluno e tenho um filho tb ex-aluno do João de Deus .TÃO MEXENDO NO MEU BOLSO,NÉ? Venda o anel e o relógio.Toda a sua argumentação foi uma tristeza.
Janeiro 25, 2011 at 6:30 pm
18: Magalhães Fresquinho:Sabes que esse idiota anda de Rolls Royce?
Janeiro 25, 2011 at 6:33 pm
Crianças levadas pelos pais estão a ser usadas por quem??
Janeiro 25, 2011 at 6:41 pm
Se os pais decidiram;
Se os pais agem no exercício do poder paternal;
Se as crianças e jovens querem protestar porque (bem ou mal) sentem que o seu interesse está a ser prejudicado;
Onde está a ilegitimidade ou a ilicitude?
Quer-me parecer que aproveitamento e instrumentalização das crianças há-as nas ofertas públicas de Magalhães e nas cerimónias públicas de entregas de diplomas para fins de propaganda socratina!
Janeiro 25, 2011 at 6:43 pm
#19 Zebedeu,
Hoje se tivesse conseguido falar (até estava a tremer) tinha-lhe dito tantas !Fica para a próxima.É que eu conheço bem o Jardim Escola ,do meu tempo como aluno em que nós pagavamos pela capitação dos pais,do tempo do meu filho em que eu pagava um balúrdio e passava a vida em festinhas da treta cheio de marquezas convidadas, e mesmo como é agora.O anelinho tem 1 professor a receber como nós e depois é só estagiários,a ganhar tuta e meia.E como escola não tem nada a ver com a do meu tempo,em que havia um espírito completamente diferente.É só eduquês.
Janeiro 25, 2011 at 6:53 pm
Esta vai para a “nossa” caneta,esperando que tudo corra bem.
http://www.youtube.com/watch?v=FHafuJm1hqw
Janeiro 25, 2011 at 6:59 pm
#22: Jardim Escola João de Deus…Este gajo mete nojo…
Janeiro 25, 2011 at 7:00 pm
Edição de 25-01-2011
Torres Vedras
Externato aderiu a protesto nacional contra governo
(…)
Na circular, aponta-se para “informar crianças do porquê e que não deve haver ambiente festivo”, sublinhando-se que “é fundamental um semblante sério, esta nobre e tão digna luta é também oportunidade para nossos filhos crescerem como cidadãos, momento único na escola de Portugal, onde a sociedade civil, para dizer basta, mais de 50 mil famílias em protesto a nível nacional”.
“O governo que nos faça mal a nós (e tem sem dúvida feito muito mal a todos nós) mas que não toque nos nossos filhos”, pode ainda ler-se na missiva que os pais estão hoje a receber em casa.
http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=23196
Janeiro 25, 2011 at 7:09 pm
talvez esclareça
”
Confessa um desses empresários que, pela forma como organiza as coisas, põe uma turma a funcionar todo o ano por pouco mais de 50.000 euros. Acima desse valor tem lucro, pretendendo garantir que ele seja o mais elevado possível. Se é assim ou não é, o SPRC desconhece, mas que os sinais exteriores de muito lucro existem, isso está à vista de todos!”
http://www.sprc.pt/default.aspx?id_pagina=1168
http://www.sprc.pt/upload/Image/Novidades/massa_namao.jpg
Janeiro 25, 2011 at 7:11 pm
De acordo, pois claro; qual é a admiração?
A Zabelinha e o Nogueira exibem as suas públicas virtudes, para ocultarem as suas privadas (e provadas) hipocrisias.
Defender estas criancinhas fica sempre bem, principalmente quando se está preparando para as demais – com esta pseudo-educação em que ambos colaboram – um futuro miserável.
Janeiro 25, 2011 at 7:32 pm
#11,
Tão inteligente na sua anaálise e hermenêutica do catanço.
Percebeu as etiquetas, não percebeu o título.
No essencial, IA e MN estão de acordo.
Já agora, será que me pode confirmar se as reclamações e os 30 dias para a resposta são uma forma involuntária para atrasar os processos em Tribunal. não assustar os mercados e tal e não arriscar o FMI ao fim do primeiro trimestre de execução orçamental?
Janeiro 25, 2011 at 7:34 pm
mas não dar futuro às novas gerações é legitimo!
Janeiro 25, 2011 at 7:44 pm
#2 Ana ,Professora
…” quanto é todos nós temos andado a pagar, por exemplo, para o Colégio Moderno? Porque este não tem propriamente ensino gratuito…”
Se fosse só o Moderno!No Moderno pagamos todos para os Soares.Mas é para todos à fartazana.E no Ensino Superior privado? Pagamos tb.Pois é ,no meu tempo abriam x vagas e só entravam esse nº naquele ano.Quem não entrava,marrava e ía lá tentar no ano seguinte.No meu curso havia 230 candidatos e 40 vagas.Curso acabado havia trabalho.Bem isto nunca mais acabava.E a diferença de bitolas entre o público e o privado (cujos alunos ainda vão entrando por mérito em alguns cursos).Os do público são sempre lixados.
Janeiro 25, 2011 at 7:44 pm
O que me parece incrível é que muitos colegas professores do Público continuam equivocados quanto ao que se passa.
Por outro lado, a conversa de alguns acerca dos colegas do Privado é no mínimo perturbadora e mostra a noção de classe que (não) temos.
Os colégios/escolas privados de que se fala são os que têm contrato de associação e não os outros. Esses pagam os pais.
Quanto aos que têm contrato, há que saber avaliar e distinguir.
O que seria justo, na minha opinião, era financiar os que realmente prestam um bom serviço e os que fazem falta à comunidade com verbas iguais às do ensino Público.
Janeiro 25, 2011 at 7:46 pm
A conversa também deveria passar por escolas públicas de 1.ª e de 2.ª, sobretudo no 1.º Ciclo. As primeiras a terem obras e ajudas são as que têm os filhos dos amigos… Será ou não?
Janeiro 25, 2011 at 7:48 pm
#28
As explicações simples nunca são satisfatórias para os muito inteligentes. Tem de haver uma complexa elaboração, de preferência uma conspiração.
Janeiro 25, 2011 at 7:49 pm
#33,
Agora comenta-se a si mesmo?
Janeiro 25, 2011 at 7:53 pm
E diz que não cede a pressões. Talvez ceda a caixões.
Janeiro 25, 2011 at 7:57 pm
#35: E os anos que andaram a esconder isto da opinião pública?
Janeiro 25, 2011 at 7:59 pm
O Estado da Educação é este, meus amigos…
Ultrapassámos os limites do tolerável e do suportável. Ontem, o estudo acompanhado e a área-projecto eram indispensáveis e causa de sucesso. Hoje acabaram. Ontem, exigiram-se às escolas planos de acção. Hoje ordenam que os atirem ao lixo. Ontem Sócrates elogiou os directores. Hoje reduz-lhe o salário e esfrangalha-lhes as equipas e os propósitos com que se candidataram e foram eleitos. Ontem puseram dois professores nas aulas de EVT em nome da segurança e da pedagogia activa. Hoje dizem que tais conceitos são impróprios. Ontem sacralizava-se a escola a tempo inteiro. Hoje assinam o óbito do desporto escolar e exterminam as actividades extracurriculares. Ontem criaram a Parque Escolar para banquetear clientelas e desorçamentar 3 mil milhões de euros de dívidas. Hoje deixaram as escolas sem dinheiro para manter o luxo pacóvio das construções ou sequer pagar as rendas aos novos senhores feudais. Ontem pagaram a formação de milhares de professores. Hoje despedem-nos sem critério, igualmente aos milhares.
Nota da APEPCCA
Janeiro 25, 2011 at 8:02 pm
Um bom exemplo. (O meu INA)
INA vence 2ª sessão do Parlamento Europeu dos Jovens Inter-Escolas
Foi nos passados dias 15 e 16 de Janeiro que decorreu a 2ª sessão do PEJ – Parlamento Europeu de Jovens – no Externato Delfim Ferreira, em Riba d’ Ave. Foi, também, no final destes dias, que recebemos a notícia que alegrou toda a comunidade educativa: nós, delegação do Instituto Nun’Alvres, ganhámos este evento!
O que tudo começou como um desafio, terminou numa vitória: logo à partida, o tema que nos atribuíram, enquanto Comité da Cidadania, era polémico – Homosexualidade nas Escolas – e exigiu um tratamento neutro e cuidadoso.
O trabalho iniciou-se há meses atrás, quando, depois de a professora Cláudia Camposinhos nos ter proposto este desafio, assumimos o compromisso de representar a escola, e de nos fazermos valer, numa oportunidade de aumentar e aprofundar os nossos conhecimentos de Inglês, e de conviver e competir de forma saudável com outras escolas.
Desde cedo, na nossa delegação assumimos, também, a postura e valores correspondentes aos que o INA nos incute: empenho, dedicação, inter-ajuda, serviço. E foi assim que, ao longo de meses, arranjámos a motivação necessário para muitas reuniões e trabalho, tendo sempre em vista a melhor prestação possível, naquele que é um projecto cada vez mais importante a nível nacional.
Chegado o dia do plenário, apresentámo-nos, na escola organizadora, motivados e um pouco nervosas, dada a solenidade do evento e dos convidados presentes, que aproveitaram, ainda, tendo em conta o momento delicado por que as escolas em competição – cooperativas e em contrato de associação – estão a passar, para reforçar a importância que todas elas têm na educação nacional.
No fim de um dia bem passado, de trabalho e empenho, descontracção e convívio, a expectativa assolou-nos, até à hora em que, finalmente, anunciaram o vencedor. Quando ouvimos o nome da nossa escola, a emoção e alegria tomaram conta de todos nós. Festejámos com a emotividade própria de quem viu o seu trabalho reconhecido, e de quem conseguiu representar devidamente a sua escola, retribuindo um pouco do tanto que ela nos dá.
Foi com a junção de vários ingredientes que alcançámos a receita da vitória: uma delegação equilibrada e com bom relacionamento, horas de empenho, dedicação, e o apoio constante da professora Cláudia, do padre Pedro, do nosso Chair João Miguel, e dos alunos ex-PEJistas.
Neste momento particularmente sensível que está a ser vivido pela nossa escola, conseguimos mostrar que é esta excelência, estes valores e postura que nos caracterizam, e que estiveram patentes, não só ao longo do nosso percurso neste projecto, mas que nos distinguirão para toda a vida.
É com actividades como esta, especiais e inesquecíveis, que o INA nos marca e nos forma de maneira única, e é bom ter envergado de modo tão digno o emblema da nossa escola.
Nunca esquecendo os princípios básicos da nossa formação, alcançámos a vitória: fomos Cidadania, fomos compromisso, fomos serviço, fomos INA!
By the Committee on Citizenship, Inês Loureiro, 11ºC
Janeiro 25, 2011 at 8:03 pm
Saudades da lurditas, a pernuda.
Janeiro 25, 2011 at 8:04 pm
Estará Mário apaixonado por Isabel?
Janeiro 25, 2011 at 8:06 pm
hummm vai haver casório…..
Janeiro 25, 2011 at 8:08 pm
Há uns anos havia por cá uns tipos que comiam criancinhas. Agora estamos tão civilizados que não só as deixamos andar na rua como lhes ensinamos a ser comunistas logo na escola. Isto é que é progresso…
Janeiro 25, 2011 at 8:08 pm
#31 Cristina F,
Claro colega ,estamos a falar dos colégios com contrto de associação.E já reparou que as verbas gastas no oficial por “turma” são diferentes de turma para turma ,de escola para escola ,conforme os diferentes escalões dos profs de cada turma?
O que os “donos” dos colégios querem é ter o guito correspondente a uma turma que só tivesse como professores os que estão no
topo da carreira.O resto é treta.
Janeiro 25, 2011 at 8:10 pm
“Saída de professores ajuda a travar despesas do Estado”
(in, Diário Económico on line)
Margarida Peixoto
21/01/11 00:05
“A redução de cinco mil docentes ajudou a compensar a derrapagem da despesa com os dois submarinos.
O corte no número de professores do Estado permitiu travar o crescimento das despesas com pessoal de 2010, revelou ontem a Direcção-Geral do Orçamento. A redução de cinco mil docentes no actual ano lectivo foi um dos factores que ajudou a compensar a derrapagem da despesa pública provocada pelo pagamento dos dois submarinos.”
Janeiro 25, 2011 at 8:18 pm
A Fenprof e o ME alguma vez andaram desalinhados?
Nos fundamentos, bem entendido.
No espaço público é o show-off que se conhece, para decorar o cenário com que se embalam os tolos que ainda acreditam neles.
Querem ouvir argumentos mais-papistas-que-o-papa pró-ME? Passem pela Fenprof e conversem um pouco sobre os “direitos” que, supostamente, a legislação em vigor “garante” aos docentes… É de antologia!
Janeiro 25, 2011 at 8:26 pm
O que vi na televisão meteu-me nojo!!
A ideia de fazer uma manifestação com crianças e jovens agarrados a caixões é motivo de estudo para psicanalistas! Dá bem ideia do “projecto educativo” que se vive em tais escolas.
Quanto à famigerada liberdade de escolha, sempre ouvi dizer que “sem dinheiro não há palhaços”. Por isso, se não têm dinheiro, não sou eu que vou pagar as escolhas deles!!!
Todo este processo é uma vergonha e devia ter acabado há muitos anos.
Expliquem-me por que é que, na linha de Cascais, há colégios que são subvencionados pelo Estado? Há falta de escolas por aqui?
Deixem-se mas é de tretas!!!
Janeiro 25, 2011 at 9:00 pm
Seria mais correcto se não generalizassemos as situações. Há casos e casos! Vivo no interior centro do país, sou professora e tenho dois filhos em idade escolar. A realidade vivida na minha escola é tão fictícia e tão pouco pedagógica (ainda que queiram fazê-la passar por tal),que me vi este ano obrigada a transferir os meus filhos para uma escola particular com autonomia pedagógica, onde o centro das atenções são os alunos e não os papéis, planos e projectos que não passam do papel.
Sejamos pois correctos e aceitemos que …cada caso é um caso.
Janeiro 25, 2011 at 9:18 pm
Meus caros,
Acho que os defensores do ensino privado têm lançado muita confusão, ajudados por uma comunicação social sempre pronta a ajudar … os mesmos de sempre.
Ninguém contesta a existência de escolas privadas. O que se contesta é a forma como as mesmas são financiadas. À conta do argumento do serviço público que prestam em localidades onde não existe educação pública (muito sinceramente, gostava de saber onde é que isto acontece), as escolas privadas sugam (“mamam”, para ser mais claro) importantes verbas do estado.
Vou dar alguns exemplos de transferências para escolas privadas, num semestre do ano de 2007, retirados do célebre DR de 6/6/2007.
Centro de Estudos de Fátima 2.902.662,00
Colégio S. João de Brito 899.098,15
Escola Salesiana de Manique 3.434.207,64
Externato Coop. da Benedita 3.737.326,54
Colégio Mira Mar 13.458.888,14
Externato João Alberto Faria 3.135.527,05
A lista é imensa. Sinceramente, acho abusivo chamar-lhes escolas privadas. Prefiro chamar-lhes parcerias público-privadas
Quem quiser ver mais, basta pesquisar por DR Transferências efectuadas pelos organismos do Ministério da Educação.
Janeiro 25, 2011 at 9:23 pm
#47 mariamoreira,
Comigo aconteceu o mesmo,e daí?Qual é a sua conclusão? Eu, quando mudei o meu filho para um colégio paguei eu ! E no seu caso?
E quando a colega não almoça na sua escola e resolve ir a um restaurante,quem paga a conta? E se necessitar de cuidados médicos e recorrer a um particular,tem 20,45 da ADSE e mais nada!Não é?
Janeiro 25, 2011 at 9:32 pm
Ora bem Magalhães..eu tenho o meu puto num privado… pago e ponto..se não puder paciência, público com ele..embora no meu caso tenha a ver com o facto de estar AQUI em Braga num ilha sem qualquer outro apoio familiar..
Com as botas do meu pai sou um homem..
Janeiro 25, 2011 at 9:33 pm
#48 jamé,
O problema é esse mesmo.Isto são antigas PPP,para dar guito aos amigos. Agora é só pensar Ensino Superior e nas independentes,lusíadas,lusófonas…
Para os putos que n conseguiram entrar nas públicas. E as diferenças nas bitolas ?
E ñunca ouviram falar de alunos do público que no meio do curso se mudam para as privadas e assim conseguem melhor a média do curso? E depois ,no caso do ensino e de muitos outros ,passam à frente dos do público?Pois é!
Janeiro 25, 2011 at 9:37 pm
48,49,50: Isso mesmo!
Janeiro 25, 2011 at 9:47 pm
Escola Salesiana de Manique 3.434.207,64, em 2007 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A dita escola está rodeada de escolas públicas, primárias, básicas e secindárias!!!!!
Uma rápida visita ao Google Earth prova-o!!!!!
Como é isto possível!!!
Colégio S. João de Brito 899.098,15!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! e escolhem os alunos e chateiam-nos com as posições nos rankings e, por cima disto tudo, a gente paga-lhes????????????????????????
MAs em que mundo vivemos nós??????????
Janeiro 25, 2011 at 9:55 pm
#53, Maria S.,
Era capaz de ser um tema de “estudo” muito interessante, cruzar os dados destas transferências com os rankings.
Em linguagem comercial, chama-se a isto concorrência desleal.
Janeiro 25, 2011 at 10:29 pm
Os #s não entram.
Janeiro 25, 2011 at 10:30 pm
#48
Não quero amigo(a) que lhe sobre alguma dúvida! A escola privada de que falo situa-se em Cernache do Bonjardim, distrito de Castelo Branco. Terá porventura, alguma vez, já ouvido falar desta localidade?
E mais não adianta referir.Há gentes que têm dificuldade de enxergar.
Janeiro 25, 2011 at 10:32 pm
#49
Não me vou dar sequer ao trabalho de responder a uma argumentação absurda e incoerente.
Janeiro 25, 2011 at 10:35 pm
E os pais que têm os filhos no privado, pagam impostos?
Janeiro 25, 2011 at 10:44 pm
#58 Je,
Boa pergunta!
Janeiro 25, 2011 at 10:47 pm
#58
Terei de informar o amigo que elevado número de crianças que este colégio frequentam, lhes é pago a almoço e viagens pois, apesar de muitos serem os impostos pagos pelos progenitores,(quando e se têm trabalho), não chega o que recebem, sequer, para matar a fome aos filhos.
Não falem do que não sabem…
Convido-os antes a visitar o estabelecimento que referi. Posso servir de guia. Se tiverem bom senso, talvez mudem de opinião.
Janeiro 25, 2011 at 10:53 pm
#56,
Obrigado pelo esclarecimento.
Segundo creio (e corrija-me se estiver errado), a localidade de Cernache do Bonjardim é servida pelo Agrupamento de Escolas da Sertã.
Que os pais dos alunos optem pelo ensino privado, é um direito que lhe assiste. Já não concordo que o dinheiro dos meus impostos se destine em parte, ao pagamento desse “direito”.
Quanto a “enxergar”, o que faz falta mesmo é a divulgação dos números reais dos custos das escolas privadas ao erário público.
Aí é que muita gente ia “enxergar” o que está verdadeiramente em causa nesta questão.
Janeiro 25, 2011 at 10:58 pm
#60: O mesmo em relação ao Colégio São João de Brito situado num ermo, a bem dezer. Os pobres dos pais vivem de salário mínimo,alguns mesmo do RSI. A frequência dessa escola tem um grande número de alunos das antigas barracas da Picheleira.
Janeiro 25, 2011 at 11:03 pm
#60
Minha questão tinha apenas a haver com sermos nós publico a pagar as escolas privadas, quando pais privados também pagam impostos.Por isso o discurso que somos nós e não eles é fraco.
Na minha opinião devia haver um valor por aluno, seja privado ou público. A educação é para todos. Agora se um pai quer colocar um filho na privada paga a diferença com todas as “regalias”.
Em França, por exemplo, os professores públicos e privados é o estado que paga, o que faz com que as mensalidades das escolas sejam mais baixas.
é um direito de escolha ou obrigação…
Janeiro 25, 2011 at 11:03 pm
Quem quer ser da elite que pague!
Já não existem as razões que levaram ao surgimento dessa rede complementar de ensino.
Contractos de associação devem ser anulados após o seu termo.
Trata-se de uma questão de higiene moral.
Janeiro 25, 2011 at 11:04 pm
#60
já agora amiga
Janeiro 25, 2011 at 11:19 pm
concordância total com as palavras da ministra e do próprio mário nogueira.
a utilização da criançada é maléfica.
Outra coisa que se nota é que aqui a polícia de intervenção náo actuou…será porque o cabaco é o verdadeiro promotor do sos?
Janeiro 25, 2011 at 11:25 pm
#61
Terei de corrigi-lo amigo. Não faz parte do agrupamento de Escolas da Sertã ainda que se situe no perímetro e dista 10Km da referida localidade. Temos crianças que porque frequentam o Colégio se levantam às seis da manhã para serem transportados. Se tivessem de vir para a Sertã em resultado dos horários não caberiam na residência de estudantes que já acolhe um elevado número de alunos que, ou não têm transporte adequado ou Têm falta de condições dignas de vida. Isto não é própriamente Cascais ou Sintra, amigos. Isto é o portugal profundo que a maioria dos senhores(a)desconhece em absoluto. Mas enfim… sejam felizes.
Janeiro 25, 2011 at 11:54 pm
#67 mariamoreira,
Colega só uma pergunta :O director desse colégio é padre?
Janeiro 26, 2011 at 12:01 am
#68
Não é. É antes e ainda um jovem, com grande ambição e enorme visão de futuro.( ou não fosse também Pai).
Janeiro 26, 2011 at 12:02 am
Pois…Bragança e Vila Real são nas Ilhas Britânicas.
Janeiro 26, 2011 at 12:20 am
O privado é mais barato que o público? Acabemos com o público!
Janeiro 26, 2011 at 9:10 am
#46 e #53
No concelho de Cascais as escolas públicas estão TODAS sobrelotadas. Quem conhece sabe-o bem.
Isso não quer dizer que as privadas funcionem bem ou justifiquem a falta de investimento, mas apenas que a ideologia de certos comentários é cega para a realidade.