Eis como se explica que, sendo 2+2=4 é desnecessário estarem a chatear-se. O documento da DGRHE é conhecido, pelo que o interesse está na comunicação do Director.
———- Mensagem encaminhada ———-
De: Cons. Executivo Caneças Data: 20 de Janeiro de 2011 14:50
Assunto: Fwd: Pagamento das remuneraçõesCaros colegas,O texto que se segue foi-me enviado pelo director da DGRHE.Solicito que dele dêem conhecimento aos professores dos vossos grupos de recrutamento.Como sabem a escola utiliza um programa, devidamente autorizado pelo ME para proceder ao processamento de vencimentos, os nossos serviços introduzem o índice em que o funcionário se encontra, sendo remuneração de cada funcionário calculada automaticamente pelo referido programa.Quaisquer esclarecimentos relativos aos recibos de vencimentos podem ser esclarecidos através da leitura do artigo 19º da Lei 55-A/2010 de 31 de Dezembro.CumprimentosFernando Costa
Exmº (a) Senhor(a) Director(a):
Tendo em conta o pagamento das remunerações nos próximos dias já em observância das disposições da lei do orçamento, é de admitir a possibilidade de serem apresentadas reclamações por parte de professores e outros funcionários cujo montante tenha sido alterado.
Em razão dessa eventualidade e no sentido de que a resposta seja consistente e reflicta a efectiva posição do Ministério da Educação, esta Direcção-Geral está a preparar um texto destinado a esse efeito, o qual lhes será remetido muito brevemente.
Com os melhores cumprimentos,
Mário Agostinho Alves Pereira
Janeiro 24, 2011 at 8:38 am
Logo…
A culpa é do computador. De onde conheço já esta história?
Janeiro 24, 2011 at 12:43 pm
É o erro de dirigirem estes requerimentos aos Directores: morrem nas secretarias.
que tal acções concertadas, elaboradas por advogados ( como este blog deu e muito bem o exemplo)para poderem ser acções consequentes?
Janeiro 24, 2011 at 1:09 pm
#2
Eu dirigi o meu requerimento (adaptado do dos sindicatos) ao Director Geral do Gabinete de Gestão Financeira do Ministério da Educação.
Vou levar uma tampa, obviamente, mas mais artística, espero! E pelo menos incomoda mais gente.
Acrescento que, ao fazê-lo, redigi um requerimento à Directora do Agrupamento solicitando que desse seguimento ao requerimento em anexo (o tal, acima mencionado) por, com certeza não ter resposta para me dar e para evitar que os Serviços Administrativos da minha escola me respondessem, como já fizeram a colegas noutras circunstâncias, que esses requerimentos para entidades superiores são enviados de mote próprio, fora dos Serviços.
Agora vou fazer semelhante para o Provedor.
E depois espero… (sentada ou deitada, está claro, mas de consciência tranquila porque não aguardei que alguém fizesse alguma coisa por mim.)
Janeiro 24, 2011 at 1:27 pm
As queixas devem seguir para o Provedor e Tribunais,tudo resto é para perder tempo e ainda levar “baile”destes tipos.E para o Provedor sugiro que enviem através de carta regista da com aviso de recepção.
Janeiro 24, 2011 at 1:47 pm
Parabéns a esta escola que consegui não ter director. Ainda tem “Conselho Executivo”.
Parabéns ao “director” (ou será presidente do CE, que se adiantou à DGRHE e nem esperou que esta enviasse a resposta tipo.
Parabéns também por ter contribuido para o aumento do nível de informação dos docentes indicando-lhes não só a legislação como o modo utilizado para nos entrar no bolso!
Janeiro 24, 2011 at 2:19 pm
#3 Absolutamente de acordo.
Janeiro 24, 2011 at 2:27 pm
Conselho:
Este Presidente deve contratar um assessor que saiba escrever, para lhe redigir os ofícios.
Janeiro 24, 2011 at 2:29 pm
#7,
Outros 500.
500+500=1000
Janeiro 24, 2011 at 6:55 pm
“Já se começou a ensinar “brasileiro” às nossas crianças?”
http://ilcao.cedilha.net/?p=548
Se eles imaginassem a pressão que alguns(umas) colegas mais empenhadas para que tudo se escreva em brasileirês, nem acreditavam.
Por acaso – só por acaso, claro – as mesmas e os mesmos que ficaram delirantes com a hipótese de serem titulares, ficaram também muito empenhados na implementação da TLEBS e agora no novo “dialeto” que vai passar a ser língua.
Nas vossas escolas não houve ainda ninguém a dizer que as actas deviam ser escritas de acordo com o acordo?
Janeiro 24, 2011 at 7:12 pm
Eu vou exigir que a parcela que me foi retirada no meu vencimento seja colocada na coluna dos descontos. Tenho o direito de ter também o valor real do desconto no respectivo recibo. Não quero saber o que é que o computador faz. Se não está programado que resolvam o problema. Qualquer programador faz isso. Já devia estar programado para este recibo! Isto é apenas uma maneira airosa de descontar sem as pessoas se aperceberem do real montante do desconto. É uma maneira camuflada de irem ao bolso de cada um de nós.
É uma vigarice!…
Estamos num país de ladrões camuflados?…
Colegas, vamos lá a acordar. Temos andado a dormir muito!… Alguém para dar o pontapé de saída!… Vamos a isso!… Estou pronto para colaborar, o campeonato já vai a meio.
Janeiro 24, 2011 at 7:16 pm
Digo: Estou pronto para jogar, em vez de, estou pronto para colaborar.
Janeiro 24, 2011 at 7:46 pm
#9 – Oh, sim …! Na minha escola, as/os titulares não informam sobre coisa nenhuma, nem sabem dizer nada de jeito, mas estão muito “afanados”, na aplicação do acordo ortográfico, e na construção de grelhas, para observação de aulas.
Janeiro 24, 2011 at 7:49 pm
#12 deve andar a dormir, os titulares estão no jazigo.
Janeiro 24, 2011 at 7:51 pm
#13
Olha que alguns não querem despir a camisola… não querem não!
Janeiro 24, 2011 at 9:02 pm
As escolas e os números
Por Nuno Crato
http://sorumbatico-longos.blogspot.com/2011/01/as-escolas-e-os-numeros.html
Janeiro 24, 2011 at 9:10 pm
#9
“Nas vossas escolas não houve ainda ninguém a dizer que as actas deviam ser escritas de acordo com o acordo?”
Nas reuniões a que assisto, não. Pode não parecer mais 1,86 cm e um pouco mais de 90 kg desmotivam um pouco quem tenta “acordar” comigo certos “temas”
Janeiro 24, 2011 at 9:12 pm
As actas do acordo foram escritas de acordo com o que foi acordado escrever na actas.
Janeiro 24, 2011 at 9:25 pm
#13 – Engana-se! Os titulares sempre existiram nas 13 Escolas, em que leccionei. E, na escola onde trabalho, actualmente, só soube que a Escola passara a TEIP, após o facto consumado. O reinado de MLR foi vivido com euforia, e só houve uma aposentação que, por acaso, saiu do leque dos professores investidos em titulares. Foram os titulares que elegeram a Directora e mantêm-se, agora, no CP. É uma escola sui generis.