Chegado por mail:
Boa Noite Paulo GuinoteSigo regularmente o seu blog e gostaria de oferecer uma contribuição a propósito da declaração do deputado socialista Sérgio Sousa Pinto que considerou ”absolutamente desnecessária” a proposta do Governo de criminalização da violência escolar, considerando que “faz tanta falta às escolas e ao ordenamento jurídico como uma gaita num funeral”.Para além de existir uma
Gaita Funeral Home Memorial
como se pode verificar no seu site http://www.merchantcircle.com/business/Gaita.Memorial.Funeral.Home.973-256-2224
Também podemos verificar que até para os funerais de estado a “GAITA” é essencial. Aliás, muitas gaitas…
O vídeo é aquele que já aqui postei…
Janeiro 21, 2011 at 11:28 pm
A expressão que eu conheço(e que deverá ter o mesmo significado) é ” uma viola num enterro”.
Janeiro 21, 2011 at 11:30 pm
bi
Esta e a versão moderno/sócratina .
Eles são mais gaitas .
Janeiro 21, 2011 at 11:37 pm
Este precisava duma gaita num sítio que não digo, soprada pelo ventinho habitual da minha zona. Quem sabe se não lhe arejaria as ideias
Janeiro 21, 2011 at 11:38 pm
Gaitas,como é hábito pelo rato.
Janeiro 22, 2011 at 1:05 am
Esse é outro dos que devia ser corrido a saca-rolhas.
Janeiro 22, 2011 at 9:07 am
Em Homenagem ao Deputado Gaiteiro Sérgio Sousa Pinto:
- És uma besta.
Janeiro 22, 2011 at 9:58 am
O Deputado Gaiteiro, Sérgio Sousa Pinto, foi coadjuvado por um Dinossauro do PS que, em determinado governo, já desempenhou o lugar de Ministro da Justiça – o Dr. Vera Jardim.
Janeiro 22, 2011 at 10:01 am
È um boy destes..
“No jobs for the boys”, foi a famosa tirada de António Guterres na primeira reunião da direcção do PS depois da vitória nas legislativas de 1995. O aviso tinha o objectivo de acalmar o apetite do aparelho socialista, afastado há dez anos do poder. No entanto, os números mostram que os boys não só têm um apetite insaciável, como sempre tiveram jobs. Os períodos imediatamente antes e depois de todas as eleições legislativas entre 1980 e 2008 foram aqueles em que as empresas públicas mais trabalhadores contrataram. “É evidente que são casos de compadrio ou nepotismo.”
A conclusão é de Pedro Martins, professor de Economia Aplicada na Faculdade Queen Mary, da Universidade de Londres, que realizou o estudo. “Os nossos resultados indicam um impacto sistemático do ciclo político nos timings das empresas públicas em Portugal”, diz o estudo. “Encontramos provas significativas de um grande aumento de contratações logo a seguir a um novo governo tomar posse, principalmente se for de uma cor política diferente (esquerda ou direita) do governo anterior. Além disso, as contratações tendem a aumentar antes de o novo governo tomar posse, independentemente do resultado das eleições.”
A análise de Pedro Martins recua 30 anos e, segundo o investigador, é a primeira a provar empiricamente a existência deste tipo de fenómeno. Foram consideradas empresas públicas aquelas em que o Estado detém ou detinha pelo menos 50% do capital accionista. Para evitar que os resultados fossem influenciados pela evolução da economia ou por efeitos sazonais, as empresas privadas foram incluídas como grupo de controlo. As observações mostram que nestas empresas se assiste ao efeito contrário: uma mudança nos cargos de topo tem como resultado um abrandamento das contratações “porque a nova administração ainda se está a adaptar”, diz.
Também segundo o estudo, nas empresas públicas, os contratados têm um ordenado em média 17% mais alto que nas privadas. São mais novos, com mais escolaridade e normalmente ocupam uma posição mais baixa na hierarquia. Ficam também mais tempo na empresa.
laranja? rosa? tanto faz Os dados mostram que pouco importa qual o partido no governo. Os jobs são de todos os que chegam ao poder. O aumento do número de contratados é transversal a PS e PSD, que lideraram o país nos últimos 30 anos, com a ocasional participação do CDS.
Os resultados – ver infografia em baixo – permitem observar picos de contratação cada vez que que o poder muda de cor. Perto do período eleitoral, “o número de contratações pode chegar a aumentar 50%”, refere Pedro Martins ao i.
O efeito não se nota só em cargos de topo, onde a amostra é mais reduzida. É nas posições médias que se regista mais este fenómeno. Para o investigador, o impacto dos ciclos eleitorais nas empresas públicas é de tal forma significativo que é um dos factores que ajudam a explicar a “diferença de desempenho entre as empresas privadas e públicas”. E deixa duas recomendações: limitar as contratações no período imediatamente anterior às eleições e aumentar a transparência.
Janeiro 22, 2011 at 5:15 pm
esse sr alguma vez trabalhou??? ou andou sempe pelo partido, pululando cargos (por exemplo no parlamento) que através dele pode ostentar???
Janeiro 22, 2011 at 5:21 pm
O Sérgio S Pinto não tem nenhum irmão que se tenha suicidado devido também e não só, às pressões dos alunos e da direcção da sua escola.
Vive de falsos idealismos coisa própria de um socialista.
Janeiro 22, 2011 at 9:48 pm
Se este boy já tivesse levado alguma vez um estalo não vinha vomitar alarvidades destas…
IDIOTAAAAA
Janeiro 22, 2011 at 11:04 pm
Sim, por acaso é hábito nos funerais escoceses haver uma gaita de foles para tocar um ‘lament for the deceased’; e a “Queen Elizabeth, the Queen Mother” era escocesa.
Abril 26, 2011 at 3:23 pm
O sujeitinho é completamente repugnante, em tudo, muito labrego…
Tipico PS.
Máfia Rosa…já tiveram melhores dias