Sonae admite deduzir donativos da Popota e Leopoldina
Campanhas já angariaram mais de cinco milhões de euros.
É bom que se note que os donativos a deduzir são resultantes de donativos efectivamente feitos pelos clientes…
Dezembro 25, 2010
Sonae admite deduzir donativos da Popota e Leopoldina
Campanhas já angariaram mais de cinco milhões de euros.
É bom que se note que os donativos a deduzir são resultantes de donativos efectivamente feitos pelos clientes…
Dezembro 25, 2010 at 7:01 pm
Pois, por isso é que não dou…
Dezembro 25, 2010 at 7:59 pm
É a fórmula nacional.Fazer caridade com o dinheiro dos outros.
Dezembro 25, 2010 at 8:22 pm
Deduzir nos impostos com donativos dos clientes é a demonstração máxima da ganância.
A que ponto chegámos neste início do séc.XXI, onde a moralidade foi banida do comportamento do homem.
Dezembro 25, 2010 at 9:18 pm
No outro dia, na burger king, também me perguntaram se eu queria dar vinte cêntimos para acabar com a fome no mundo, ou outro grande objectivo no género. Eu respondi ao jovem que comunicasse ao gerente que eu tinha dito para irem fazer caridade com o dinheiro deles, em vez de usarem o dinheiro dos outros, (que depois até deduzem nos impostos)
Dezembro 25, 2010 at 9:45 pm
Não vai haver mais Popotas nem Leopoldinas.
Dezembro 25, 2010 at 9:57 pm
Cada vez que me falam em voluntariado, solidariedade e caridade chamo as autoridades. Considero que, não se tratando de dolo, essas coisas são do foro íntimo, exercem-se com a máxima discrição e não são deduzidas nos impostos.
Dezembro 25, 2010 at 10:09 pm
Abençoada automatonofobia de que padeço.
Dezembro 26, 2010 at 2:59 am
Sempre me fizeram confusão estas duas caridadezinhas. Vejamos: a caderneta de cromos custa €2, revertendo €1 para a Causa, os cromos custam (saqueta) 25c. dos quais 8c. revertem para a Causa.
Mas estão a gozar comigo?
Porque é que não dão o valor acrescentado do preço de cada uma das coisas depois de deduzidos os custos de produção e criação?
Quanto custará unitariamente a produção de saquetas de cromos e livros em papel ordinário? Só dou para esse tipo de chulice quando estiver:
a) muito senil;
b) morto.
Fui.
Dezembro 26, 2010 at 3:04 am
#6
Em relação ao seu post ainda não chamo as autoridades mas concordo plenamente com as suas palavras. Essencialmente são a aplicação do adágio “faz o bem e não olhes a quem”. A caridade (ou o que quer que se lhe chame – há quem não goste desta palavra por cheirar a bafio) não é para usar como slogan numa t-shirt ou para se dizer aos outros que se é “mais papista que o papa” e que se farta de dar, etc… Faz-se e pronto.
Dezembro 26, 2010 at 6:30 pm
#9
Na tradição cristã, caridade e amor são sinónimos.
E dificilmente amor passará a ser uma palavra bafienta…
Dezembro 26, 2010 at 11:20 pm
Certo!
Mas hoje em dia a palavra caridade, por ser conotada com “vamos mandar umas côdeas de pão à/os populaça/indigentes” é substituida por solidariedade. No entanto ser solidário nem sempre significa ser caridoso. Vidé Bono Vox e as suas solidariedades empresariais.