Que lindos! Excelente escolha (tou com o espírito de Natal, hj não vou criticar nada…).
Reparem-me naquele sorriso (ai que mauzinho PG, a chamar-lhe Nespresso).
A camisa…o rosto cuidado mas com rugas…e a cor do cabelo? Adoro!
caneta assessora/consultora de imagem para o "bom dia", auto nomeada. Diz:
Não pensem que sou uma fútil. Tou a ler a entrevista do D. Manuel Clemente no jornal i. Mas como o D. Manuel não é lá muito bonito, venho aqui de 2 em 2 segundos para ver estes senhores que me despertam mais o espírito libidonatalicio.
Troco. Só que nunca são presentes que distraiam muito do grande presente, que é Jesus, e que sobretudo me dispensem a mim de ser o grande presente na vida das pessoas.”
D. Manuel Clemente
caneta assessora/consultora de imagem para o "bom dia", auto nomeada. Diz:
“Cada português gastou este ano, em média, 375 euros em presentes de Natal. Um quinto dos portugueses vive com menos de 360 euros por mês e há dois milhões de pobres em Portugal. Estes números parecem estranhos.
É certo que, por um lado, a animação comercial não é completamente de deitar fora, porque muita gente vive da venda desses produtos e muitos desses presentes são dados a pessoas que durante o ano não recebem mais nenhum presente. Estes dias tenho participado, como todos os anos, em festas em que quem tem oferece a quem não tem. Isso é bonito e torna as pessoas mais presentes. Mas não podemos esquecer os números que referiu. Temos de estar mais presentes na vida uns dos outros, em termos de solidariedade concreta, ao longo do ano.”"
Conselho de Educação rejeita reorganização curricular
00h05m
Alexandra Inácio
O Conselho Nacional de Educação aprovou, por unanimidade, dois pareceres que criticam a reorganização curricular do ensino básico e secundário, proposta pelo Governo. Os professores garantem que não sabem como as escolas vão funcionar a partir de Setembro.
“Trata-se de uma alteração curricular que, na sua essência, é determinada por critérios económicos e não por questões educativas e pedagógicas”, lê-se no parecer referente à reorganização do ensino básico. Os conselheiros consideram “discriminatórias” as limitações a Estudo Acompanhado, “perigosa” a redução de dois para um dos docentes de Educação Visual e injustificada a eliminação da Área Projecto.
Os dois documentos, apurou o JN, foram aprovados por unanimidade pelo CNE, órgão consultivo do Ministério da Educação (ME) com representatividade plural, já que inclui membros nomeados pelo Governo e grupos parlamentares, sindicatos, Associação de Municípios e confederação de pais, além de associações do ensino privado, superior e de juventude. A rejeição à reorganização proposta pelo ME transmite, por isso, alegam dirigentes ao JN, a posição do sector. O problema, insistem, é que o “Ministério das Finanças não terá em conta o parecer” e face aos cortes orçamentais – que, garantem os sindicatos, podem conduzir ao despedimento de 30 mil docentes, no próximo ano lectivo – as organizações não sabem como as escolas vão funcionar a partir de Setembro.
Nos pareceres, o CNE acusa a tutela de propor alterações “pontuais ou desconexas” e “sem fundamentação”, especialmente pedagógica. “Não deve ser o caminho a seguir no sistema educativo português”, sublinham os conselheiros, apelando “à tomada de medidas devidamente sustentadas por estudos de avaliação das práticas” curriculares.
Os presidentes da associação de directores (Andaep) e do Conselho de Escolas (CE), e os líderes da Fenprof, FNE e Sindep defenderam ao JN que urgente seria uma revisão global do sistema, que abrangesse a carga horária dos alunos, o número de disciplinas, programas e até reorganização dos ciclos de ensino. João Dias da Silva, da FNE, considera mesmo que a Lei de Bases do Sistema Educativo deve ser revista.
Manuel Esperança, presidente do CE, garante não estar previsto os directores pronunciarem-se sobre a proposta, porque o ME não pediu parecer ao órgão (também consultivo). No entanto, frisou, o Conselho de Escolas tem dois representantes no CNE.
O secretário-geral da Fenprof insiste nas contas: só as alterações curriculares propostas (eliminação da Área Projecto, reduções do Estudo Acompanhado e Educação Visual) podem determinar despedimento de 12 mil docentes. A partir de Janeiro, as escolas vão sentir o corte nas verbas de funcionamento, previstas no Orçamento de Estado, mas após as férias sentirão a redução de docentes. “Vai ser muito violento. Não sei como as escolas vão funcionar”, diz Mário Nogueira.
Confrontado com o parecer pelo JN, o ministério rejeitou comentar a posição do CNE ou revelar quando pretende aprovar a proposta em Conselho de Ministros. Fonte oficial garante, porém, que vai “considerar o parecer, no âmbito das decisões que tem de tomar”.
caneta assessora/consultora de imagem para o "bom dia", auto nomeada. Diz:
“D. Manuel Martins disse há pouco tempo que o Estado está a abandonar de forma insensível os apoios sociais, nomeadamente nos cortes nos abonos de família ou nos congelamento de pensões. Também pensa assim?
O que penso é aquilo que é óbvio: os fundos a partir dos quais o Estado podia dar estão cada vez mais restritos e parece que vão continuar assim. O bom princípio era deixarmos o estatismo exagerado e pensarmos o Estado como aquele que recolhe as contribuições dos portugueses em geral para as necessidades comuns, sobretudo as mais urgentes. Um Estado que não queira fazer directamente tudo, mas veja quais as instituições, públicas ou não, que estão no terreno e cumprem melhor os objectivos e que as apoie. Ganharia muito com isso.”
“O cardeal patriarca disse que, se tivesse sido ele o escolhido para o Prémio Pessoa, não o teria aceite ou o teria aceite com prudência, por desconfiar das intenções de quem o atribui. Aceitou o prémio com essa prudência?
Respeito muito as opiniões do senhor cardeal patriarca, a quem sou devedor de muita coisa. Talvez não esteja por dentro de coisas de que porventura ele estará. “
caneta assessora/consultora de imagem para o "bom dia", auto nomeada. Diz:
“«Estamos numa situação muito grave que merece a atenção de todos os responsáveis», em primeiro lugar com «tudo aquilo que tem a ver com esta economia selvagem que nos rege» e «da qual o poder politico está dependente», alertou.” D. Manuel Martins
caneta assessora/consultora de imagem para o "bom dia", auto nomeada. Diz:
Não comecem a por defeitos, intuí que o PG está no limite da paciência…se se passar, ainda hoje temos um exercito de jeitosonas boazudas que nunca mais recuperaremos e vamos levar com elas até à reforma!
PG:
Agradecemos e aprovamos, bem haja! (um bocadinho de graxa nunca fez mal a ninguém)
The archbishop of Canterbury today said that the burden of the economic downturn should be “fairly shared”, amid fears that the less well-off in society were being hit the hardest.
In his Christmas Day sermon, Dr Rowan Williams spoke of “a lasting sense the most prosperous have yet to shoulder their load”. His comments might be seen to support the stance of trade unions and students who have claimed that, as the coalition government seeks to slash the national deficit, the less well-off are being penalised as a result of a recession caused by the folly of City bankers.
Williams said: “Confidence isn’t in huge supply at the moment, given the massive crises of trust that have shaken us all in the last couple of years and the lasting sense that the most prosperous have yet to shoulder their load.”
He called for a more equitable distribution of the burden being imposed on society if people are not to feel hard done by. “Faced with the hardship that quite clearly lies ahead for so many in the wake of financial crisis and public spending cuts, how far are we able to sustain a living sense of loyalty to each other, a real willingness to bear the load together?” he said.
“How eager are we to find some spot where we feel safe from the pressures that are crippling and terrifying others?
“As has more than once been said, we can and will as a society bear hardship if we are confident that it is being fairly shared; and we shall have that confidence only if there are signs that everyone is committed to their neighbour, that no one is just forgotten, that no interest group or pressure group is able to opt out.”
If his comments about the rich making more of a contribution might make uncomfortable reading for the coalition, his call for people to buy into David Cameron’s “big society” idea would be more welcome.
“If we are ready, if we are all ready, to meet the challenge represented by the language of the ‘big society’, we may yet restore some mutual trust,” he said.
“It’s no use being cynical about this; whatever we call the enterprise, the challenge is the same – creating confidence by sharing the burden of constructive work together.”
The archbishop cited the forthcoming royal wedding between Prince William and Kate Middleton, saying that the Christian bond of marriage was a symbol of hope for humanity.
“Next year, we shall be joining in the celebration of what we hope will be a profoundly joyful event in the royal wedding,” he said. “It is certainly cause for celebration that any couple, let alone this particular couple, should want to embark on the adventure of Christian marriage, because any and every Christian marriage is a sign of hope, since it is a sign and sacrament of God’s own committed love.
“And it would be good to think that in this coming year, we, as a society, might want to think through, carefully and imaginatively, why lifelong faithfulness and the mutual surrender of selfishness are such great gifts.”
Williams said there were marriages “where something extraordinary has happened because of the persistence of one of the parties, or where faithfulness has survived the tests of severe illness or disability or trauma”.
The Archbishop also singled out the strong bond between those in the armed forces and their loved ones.
“I admit, find myself deeply moved at times when I speak with the families of servicemen and women, where this sense of solidarity is often so deeply marked, so generous and costly,” he said.
Williams also urged people to remember those around the world, including in Zimbabwe and Iraq, who suffer repression and persecution for their Christian faith.
(The Guardian)
caneta assessora/consultora de imagem para o "bom dia", auto nomeada. Diz:
The Guardian??? Mas alguém lê o the Guardian hoje???
Invejosa!
Toma lá com o Frankfurter Allgemeine Zeitung qu’é para não seres peneirenta!
Vom Himmel hoch
Feiertage – Aus dem Blickwinkel des Sterns über Bethlehem erscheint das Heilige Land wie ein einziges Lichterfest. Was auf der West-Ost-Achse zwischen Tel Aviv und Amman aber in die stille Nacht der Internationalen Raumstation funkelt, ist die gemeinsame Ausstrahlung strikt getrennter Feiern
caneta assessora/consultora de imagem para o "bom dia", auto nomeada. Diz:
E sê bem educada, agradece ao senhorio o que ele fez por nós, senão vais andar o próximo ano todinho a gramar miúdas giras com 20 anos e tudo no sítio e sem buço!!!
E para ti, uma grande Gesundheit!!!! ( traduz lá isso que postaste. Olha que não é muito bonito para a quadra. Fica-te pelo Português que ainda dás barraca).
Bom dia gente simpática ). Peço a vossa ajuda para o seguinte: O ano está a findar e ainda não transferi o meu perfil do hotmail para este espaço, porque não o sei fazer e gostaria de não perder os comentários e afins que foram criados ali. Quem faz o favor de me ensinar?! Aqui fica desde já o meu muito obrigada.
Luz
Dezembro 25, 2010 at 8:02 am
Bom dia, bom Natal!
Que lindos! Excelente escolha (tou com o espírito de Natal, hj não vou criticar nada…).
Reparem-me naquele sorriso (ai que mauzinho PG, a chamar-lhe Nespresso).
A camisa…o rosto cuidado mas com rugas…e a cor do cabelo? Adoro!
Dezembro 25, 2010 at 8:07 am
O que é que ele segura na mão? Um saco do super?!
Dezembro 25, 2010 at 8:08 am
Bom dia!
Nada mau para presente no sapatinho!
Dezembro 25, 2010 at 8:13 am
#2
Parece-me uma ligadura.
Sem dúvida o mais charmoso!
Dezembro 25, 2010 at 8:22 am
Ai não me digas que se magoou…tadinho! Ficam mais apetecíveis assim, com uma qq fragilidade à mostra.
Dezembro 25, 2010 at 8:22 am
E os olhos a condizer com o cabelo?!
Dezembro 25, 2010 at 8:24 am
Os dentes irrepressíveis…de certeza que não foi a um dentista que tenha acordo com a ADSE…
Dezembro 25, 2010 at 8:27 am
Ah e o fato?! Corte italiano…só pode, deve ser bijan. (embora o bijan não seja italiano deve ter adoptado este estilo de corte…)
Dezembro 25, 2010 at 8:29 am
As unhas? já repararam? bem cortadas e sem verniz ( um homem maduro jamais pinta as unhas).
Dezembro 25, 2010 at 8:33 am
Não pensem que sou uma fútil. Tou a ler a entrevista do D. Manuel Clemente no jornal i. Mas como o D. Manuel não é lá muito bonito, venho aqui de 2 em 2 segundos para ver estes senhores que me despertam mais o espírito libidonatalicio.
Dezembro 25, 2010 at 8:37 am
Acho mal, neste dia especial, só as senhoras serem brindadas. Até porque o dono do blogue já demonstrou bom gosto.
Dezembro 25, 2010 at 8:39 am
“Mas troca presentes?
Troco. Só que nunca são presentes que distraiam muito do grande presente, que é Jesus, e que sobretudo me dispensem a mim de ser o grande presente na vida das pessoas.”
D. Manuel Clemente
Dezembro 25, 2010 at 8:42 am
“Cada português gastou este ano, em média, 375 euros em presentes de Natal. Um quinto dos portugueses vive com menos de 360 euros por mês e há dois milhões de pobres em Portugal. Estes números parecem estranhos.
É certo que, por um lado, a animação comercial não é completamente de deitar fora, porque muita gente vive da venda desses produtos e muitos desses presentes são dados a pessoas que durante o ano não recebem mais nenhum presente. Estes dias tenho participado, como todos os anos, em festas em que quem tem oferece a quem não tem. Isso é bonito e torna as pessoas mais presentes. Mas não podemos esquecer os números que referiu. Temos de estar mais presentes na vida uns dos outros, em termos de solidariedade concreta, ao longo do ano.”"
Dezembro 25, 2010 at 8:45 am
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1742334
Conselho de Educação rejeita reorganização curricular
00h05m
Alexandra Inácio
O Conselho Nacional de Educação aprovou, por unanimidade, dois pareceres que criticam a reorganização curricular do ensino básico e secundário, proposta pelo Governo. Os professores garantem que não sabem como as escolas vão funcionar a partir de Setembro.
“Trata-se de uma alteração curricular que, na sua essência, é determinada por critérios económicos e não por questões educativas e pedagógicas”, lê-se no parecer referente à reorganização do ensino básico. Os conselheiros consideram “discriminatórias” as limitações a Estudo Acompanhado, “perigosa” a redução de dois para um dos docentes de Educação Visual e injustificada a eliminação da Área Projecto.
Os dois documentos, apurou o JN, foram aprovados por unanimidade pelo CNE, órgão consultivo do Ministério da Educação (ME) com representatividade plural, já que inclui membros nomeados pelo Governo e grupos parlamentares, sindicatos, Associação de Municípios e confederação de pais, além de associações do ensino privado, superior e de juventude. A rejeição à reorganização proposta pelo ME transmite, por isso, alegam dirigentes ao JN, a posição do sector. O problema, insistem, é que o “Ministério das Finanças não terá em conta o parecer” e face aos cortes orçamentais – que, garantem os sindicatos, podem conduzir ao despedimento de 30 mil docentes, no próximo ano lectivo – as organizações não sabem como as escolas vão funcionar a partir de Setembro.
Nos pareceres, o CNE acusa a tutela de propor alterações “pontuais ou desconexas” e “sem fundamentação”, especialmente pedagógica. “Não deve ser o caminho a seguir no sistema educativo português”, sublinham os conselheiros, apelando “à tomada de medidas devidamente sustentadas por estudos de avaliação das práticas” curriculares.
Os presidentes da associação de directores (Andaep) e do Conselho de Escolas (CE), e os líderes da Fenprof, FNE e Sindep defenderam ao JN que urgente seria uma revisão global do sistema, que abrangesse a carga horária dos alunos, o número de disciplinas, programas e até reorganização dos ciclos de ensino. João Dias da Silva, da FNE, considera mesmo que a Lei de Bases do Sistema Educativo deve ser revista.
Manuel Esperança, presidente do CE, garante não estar previsto os directores pronunciarem-se sobre a proposta, porque o ME não pediu parecer ao órgão (também consultivo). No entanto, frisou, o Conselho de Escolas tem dois representantes no CNE.
O secretário-geral da Fenprof insiste nas contas: só as alterações curriculares propostas (eliminação da Área Projecto, reduções do Estudo Acompanhado e Educação Visual) podem determinar despedimento de 12 mil docentes. A partir de Janeiro, as escolas vão sentir o corte nas verbas de funcionamento, previstas no Orçamento de Estado, mas após as férias sentirão a redução de docentes. “Vai ser muito violento. Não sei como as escolas vão funcionar”, diz Mário Nogueira.
Confrontado com o parecer pelo JN, o ministério rejeitou comentar a posição do CNE ou revelar quando pretende aprovar a proposta em Conselho de Ministros. Fonte oficial garante, porém, que vai “considerar o parecer, no âmbito das decisões que tem de tomar”.
Dezembro 25, 2010 at 8:45 am
“D. Manuel Martins disse há pouco tempo que o Estado está a abandonar de forma insensível os apoios sociais, nomeadamente nos cortes nos abonos de família ou nos congelamento de pensões. Também pensa assim?
O que penso é aquilo que é óbvio: os fundos a partir dos quais o Estado podia dar estão cada vez mais restritos e parece que vão continuar assim. O bom princípio era deixarmos o estatismo exagerado e pensarmos o Estado como aquele que recolhe as contribuições dos portugueses em geral para as necessidades comuns, sobretudo as mais urgentes. Um Estado que não queira fazer directamente tudo, mas veja quais as instituições, públicas ou não, que estão no terreno e cumprem melhor os objectivos e que as apoie. Ganharia muito com isso.”
Dezembro 25, 2010 at 8:47 am
Até já o JN escreve assim. Estamos mesmo a ver a rataria a abandonar o barco socrático.
Dezembro 25, 2010 at 8:48 am
“O cardeal patriarca disse que, se tivesse sido ele o escolhido para o Prémio Pessoa, não o teria aceite ou o teria aceite com prudência, por desconfiar das intenções de quem o atribui. Aceitou o prémio com essa prudência?
Respeito muito as opiniões do senhor cardeal patriarca, a quem sou devedor de muita coisa. Talvez não esteja por dentro de coisas de que porventura ele estará. “
Dezembro 25, 2010 at 8:57 am
“«Estamos numa situação muito grave que merece a atenção de todos os responsáveis», em primeiro lugar com «tudo aquilo que tem a ver com esta economia selvagem que nos rege» e «da qual o poder politico está dependente», alertou.” D. Manuel Martins
Dezembro 25, 2010 at 9:17 am
Dezembro 25, 2010 at 9:47 am
Bom dia! Continuação de Bom Natal.
Hoje o Natal é da Caneta”
Quer que lhe sirva um Nespresso?
Dezembro 25, 2010 at 9:55 am
Para passarem um bom dia de Natal vejam os Monty Python:
Dezembro 25, 2010 at 9:56 am
#20
Obgd Pedro, já bebi um mas vou beber outro, agora que fala disso…
Dezembro 25, 2010 at 9:58 am
Esta é para o carlosmarx:
Dezembro 25, 2010 at 10:02 am
A importancia da educação sexual:
Dezembro 25, 2010 at 10:15 am
Bom dia!
Huummm… Deixa cá ver um defeitozinho…
ããããhhhnnnnnn…
Não gosto das patilhas!
Nem da camisa…
E a T-shirt do McGregor parece tem um ar desleixado…
Bem, é Natal! Sejamos “amiguinhos…”
Dezembro 25, 2010 at 10:40 am
Bom dia!
Hoje não há razão para queixas. Um maduro qb e um não maduro. Há o pormenor da barba de 3 dias, mas … não lhe fica mal.
Dezembro 25, 2010 at 11:02 am
Bom dia e Feliz Natal!!
Com borrachos assim bebe-se o café mesmo sem sonhos e filhós….lolll
Dezembro 25, 2010 at 11:12 am
Não comecem a por defeitos, intuí que o PG está no limite da paciência…se se passar, ainda hoje temos um exercito de jeitosonas boazudas que nunca mais recuperaremos e vamos levar com elas até à reforma!
PG:
Agradecemos e aprovamos, bem haja! (um bocadinho de graxa nunca fez mal a ninguém)
Dezembro 25, 2010 at 11:25 am
Mas que raio de Menino Jesus foi desencantar, PG!
E tadinhas das meninas se ficavam sem bombom… apre!
Dezembro 25, 2010 at 11:26 am
Nada para “botar” defeito!
Um até tem covinha no queixo!
Dezembro 25, 2010 at 11:29 am
Bom dia de Natal!
Continua a velha máxima:
É Natal sempre que um homem quiser e as mulheres aguentarem…
Dezembro 25, 2010 at 12:10 pm
Bela escolha! Não convinha mesmo despertar a “líbidonatalícia”!…
Dezembro 25, 2010 at 12:11 pm
Bom Dia de Natal!!
Presente Umbiguista aprovadíssimo!!
Finalmente, conseguiste satisfazer a Caneta.
São so dois giros, ok?
Dezembro 25, 2010 at 12:11 pm
em vez de “so”, era “os”…
Dezembro 25, 2010 at 12:14 pm
Bom dia!
Feliz Natal
Dezembro 25, 2010 at 12:34 pm
Assim sim…. belos exemplares… Ah e o Cloney… Estou fartinha de dizer que só compro uma nespresso quando o trouxer agarradinho!!!!
Dezembro 25, 2010 at 12:41 pm
Bom… UUUURRRGGGHHH!… dia.
Dezembro 25, 2010 at 1:44 pm
Boa Tarde .
Bom Natal .
Boas vistas !!!
Dezembro 25, 2010 at 1:56 pm
Fazem falta umas pin-ups femininas. Temos que nos contentar com uns cartoons?
Bom dia…
Dezembro 25, 2010 at 3:26 pm
Bom Natal!
Dezembro 25, 2010 at 4:17 pm
Bom dia Bom dia Bom dia!!!!!!!
That’s the way YOU do IT!!!!!!!!!!!
Rugas lindas……
FINALMENTE!
Alguém de jeito!
Dezembro 25, 2010 at 5:24 pm
Pode-se retirar o “rich”…….
Dezembro 25, 2010 at 5:25 pm
Bom, também tenho de pôr aqui algo de mais profundo, como a caneta……….
Dezembro 25, 2010 at 5:31 pm
The archbishop of Canterbury today said that the burden of the economic downturn should be “fairly shared”, amid fears that the less well-off in society were being hit the hardest.
In his Christmas Day sermon, Dr Rowan Williams spoke of “a lasting sense the most prosperous have yet to shoulder their load”. His comments might be seen to support the stance of trade unions and students who have claimed that, as the coalition government seeks to slash the national deficit, the less well-off are being penalised as a result of a recession caused by the folly of City bankers.
Williams said: “Confidence isn’t in huge supply at the moment, given the massive crises of trust that have shaken us all in the last couple of years and the lasting sense that the most prosperous have yet to shoulder their load.”
He called for a more equitable distribution of the burden being imposed on society if people are not to feel hard done by. “Faced with the hardship that quite clearly lies ahead for so many in the wake of financial crisis and public spending cuts, how far are we able to sustain a living sense of loyalty to each other, a real willingness to bear the load together?” he said.
“How eager are we to find some spot where we feel safe from the pressures that are crippling and terrifying others?
“As has more than once been said, we can and will as a society bear hardship if we are confident that it is being fairly shared; and we shall have that confidence only if there are signs that everyone is committed to their neighbour, that no one is just forgotten, that no interest group or pressure group is able to opt out.”
If his comments about the rich making more of a contribution might make uncomfortable reading for the coalition, his call for people to buy into David Cameron’s “big society” idea would be more welcome.
“If we are ready, if we are all ready, to meet the challenge represented by the language of the ‘big society’, we may yet restore some mutual trust,” he said.
“It’s no use being cynical about this; whatever we call the enterprise, the challenge is the same – creating confidence by sharing the burden of constructive work together.”
The archbishop cited the forthcoming royal wedding between Prince William and Kate Middleton, saying that the Christian bond of marriage was a symbol of hope for humanity.
“Next year, we shall be joining in the celebration of what we hope will be a profoundly joyful event in the royal wedding,” he said. “It is certainly cause for celebration that any couple, let alone this particular couple, should want to embark on the adventure of Christian marriage, because any and every Christian marriage is a sign of hope, since it is a sign and sacrament of God’s own committed love.
“And it would be good to think that in this coming year, we, as a society, might want to think through, carefully and imaginatively, why lifelong faithfulness and the mutual surrender of selfishness are such great gifts.”
Williams said there were marriages “where something extraordinary has happened because of the persistence of one of the parties, or where faithfulness has survived the tests of severe illness or disability or trauma”.
The Archbishop also singled out the strong bond between those in the armed forces and their loved ones.
“I admit, find myself deeply moved at times when I speak with the families of servicemen and women, where this sense of solidarity is often so deeply marked, so generous and costly,” he said.
Williams also urged people to remember those around the world, including in Zimbabwe and Iraq, who suffer repression and persecution for their Christian faith.
(The Guardian)
Dezembro 25, 2010 at 5:40 pm
The Guardian??? Mas alguém lê o the Guardian hoje???
Invejosa!
Toma lá com o Frankfurter Allgemeine Zeitung qu’é para não seres peneirenta!
Vom Himmel hoch
Feiertage – Aus dem Blickwinkel des Sterns über Bethlehem erscheint das Heilige Land wie ein einziges Lichterfest. Was auf der West-Ost-Achse zwischen Tel Aviv und Amman aber in die stille Nacht der Internationalen Raumstation funkelt, ist die gemeinsame Ausstrahlung strikt getrennter Feiern
Dezembro 25, 2010 at 5:41 pm
E sê bem educada, agradece ao senhorio o que ele fez por nós, senão vais andar o próximo ano todinho a gramar miúdas giras com 20 anos e tudo no sítio e sem buço!!!
Dezembro 25, 2010 at 6:42 pm
Obrigada por este post.
E para ti, uma grande Gesundheit!!!! ( traduz lá isso que postaste. Olha que não é muito bonito para a quadra. Fica-te pelo Português que ainda dás barraca).
Vou ver 1 DVD com a famelga.
Tsuss!
Dezembro 25, 2010 at 9:42 pm
Esta pouca vergonha não acabou ainda!
Dezembro 25, 2010 at 10:14 pm
Gajos!
Até que enfim!
Dezembro 25, 2010 at 10:40 pm
Amanhã, prometo uma surpresa…
Podem regressar, que é o Jorginho de novo…
Numa perspectiva inovadora.
Mas está vestido…
Nada de coisas óbvias…
Dezembro 25, 2010 at 11:55 pm
O que nos vai valendo são os M. Pyton…
Sempre se desopila e faz bem à figadeira.
Dezembro 26, 2010 at 12:00 am
#51
Confesso que sempre tive um fraquinho pelo John Cleese…Homens inteligentes e que me façam rir, pois.
Dezembro 26, 2010 at 11:37 am
Bom dia gente simpática
). Peço a vossa ajuda para o seguinte: O ano está a findar e ainda não transferi o meu perfil do hotmail para este espaço, porque não o sei fazer e gostaria de não perder os comentários e afins que foram criados ali. Quem faz o favor de me ensinar?! Aqui fica desde já o meu muito obrigada.
Luz