Vai acontecendo – felizmente – um pouco por aí, permitindo Natais mais animados, depois de um São Martinho padrasto. É que certas pressas acabaram com cegadas e retrocessos que ficam muito mal a certas pessoas.

Num caso concreto, perante a pluralidade de opiniões – de serviços administrativos, colegas e sindicatos – num sentido que eu achava disparatado, refugiei-me num “ok, pronto, aceitem o que entendem, mas eu continuo a dizer que estão errados”.

Estavam.

E agora há – felizmente – colegas a receber as devoluções que fizeram.

A sério que isto não me dá gozo nenhum, perceber que tenho razão, mesmo que seja apenas com dois meses de atraso (para mim é um óbvio ganho pois, em média, passam anos antes de isso acontecer…). Não me sinto bem perante a iliteracia galopante associada a algo que não percebo se é uma adesivite congénita ou um receio patológico de fazer certo, só porque…

Afinal os roedores não são os primeiros a abandonar o barco. É pior, pois ficam e são os primeiros a roer o barco em que quase todos se começam a afundar.