Vai acontecendo – felizmente – um pouco por aí, permitindo Natais mais animados, depois de um São Martinho padrasto. É que certas pressas acabaram com cegadas e retrocessos que ficam muito mal a certas pessoas.
Num caso concreto, perante a pluralidade de opiniões – de serviços administrativos, colegas e sindicatos – num sentido que eu achava disparatado, refugiei-me num “ok, pronto, aceitem o que entendem, mas eu continuo a dizer que estão errados”.
Estavam.
E agora há – felizmente – colegas a receber as devoluções que fizeram.
A sério que isto não me dá gozo nenhum, perceber que tenho razão, mesmo que seja apenas com dois meses de atraso (para mim é um óbvio ganho pois, em média, passam anos antes de isso acontecer…). Não me sinto bem perante a iliteracia galopante associada a algo que não percebo se é uma adesivite congénita ou um receio patológico de fazer certo, só porque…
Afinal os roedores não são os primeiros a abandonar o barco. É pior, pois ficam e são os primeiros a roer o barco em que quase todos se começam a afundar.
Dezembro 21, 2010 at 5:23 pm
Perçu comme plus éprouvant, l’enseignement suscite moins de vocations
pour Le Monde.fr | 21.12.10 | 14h13 • Mis à jour le 21.12.10 | 14h19
http://www.lemonde.fr/societe/article/2010/12/21/percu-comme-plus-eprouvant-l-enseignement-suscite-moins-de-vocations_1456182_3224.html#ens_id=1399873
Dezembro 21, 2010 at 5:29 pm
Desta vez não há para onde fugir.
Dezembro 21, 2010 at 5:34 pm
Voltando um bocadinho ao passado. O recente índice 272 foi criado para os professores que não tinham vaga para titular. O índice 370 para os titulares em topo de carreira.
Restaurou-se a carreira única, mas estes dois índices satélite continuam em órbita. Este fenómeno não obedece às Leis de Newton. Gravitam em torno de que massa?
Dezembro 21, 2010 at 5:41 pm
Já não há titulares: ou seja quem tinha as regalias continua a ter, em várias vertentes, e agora estão todos obrigados a aceitar as incumbências. É nestas coisas que eu acho que os acordos são um negócio da China.
Dezembro 21, 2010 at 5:43 pm
#3,
E o que dizer do mini-escalão 235, criado apenas para demorar a progressão em dois anos?
Dezembro 21, 2010 at 6:02 pm
“Os docentes bacharéis integrados no nível 1 de vencimentos pelo Decreto-Lei 100/86, que se encontrem nos níveis 1 e 2 do actual 7o escalão, cumprirão os tempos previstos para permanência nesses índices, após o que serão integrados no índice 235, que corresponde ao 4o escalão da nova estrutura de carreira.”
Dezembro 21, 2010 at 6:23 pm
Não se sabe se há professores no índice 370. Muitos o almejam. Provavelmente é um índice virtual na carreira de professor.
Dezembro 21, 2010 at 6:37 pm
http://www.spm-ram.org/conteudo/ficheiros/legislacao/ecd/contrapropostas1.pdf
Dezembro 21, 2010 at 6:52 pm
Cada vez mais se nota que professor é uma profissão de desgaste rápido. Então, quem dá aulas a 2 ou mais turmas do 7º ano, o melhor é mudar de profissão, enquanto é tempo.
Dezembro 21, 2010 at 7:00 pm
“E agora há – felizmente – colegas a receber as devoluções que fizeram.”
Acabei de falar com alguém a quem tinha sido pedida a devolução desde Fevereiro de 2010 e agora dizem que só obteve o efeito a partir do dia 24 de Junho de 2010.
Continuam errados e vou provâ-lo que as contas sempre estiveram direitas.
Os culpados são os DGRHE’s e os venturas deste pais.
Dezembro 21, 2010 at 10:44 pm
#10
Lembras-te?
Claro que sim.
E há quem esteja a devolver o que auferiu (a mais) por erro da DGRHE…
E assim se cumpre a meta do défice. FDP.