Novembro 2010


Movimento de Pais em Sátão, no mínimo “caricato”

… e/ou com purpurinas?

Papa Bento XVI admite uso do preservativo para travar a sida

As principais frases de Bento XVI

Pais pagam contentor para os filhos terem as actividades extra curriculares, Aldeia de Linhaceira, Tomar.

Fazia-se o balanço de uma outra reunião atlântica nas páginas da Vida Mundial.

é apenas uma curiosidade, resultante de umas arrumações vespertinas…

Madness, Grey Day

The Logic of Collective Action

Special Interests and Economic Policy

O livro original, disponível no Google.

Uma leitura crítica da teoria.

… em especial a parte destacada:

Prós e contras de uma greve

(…)

Apesar de, em termos genéricos, a adesão às greves “tenha vindo a declinar”, António Dornelas diz-se curioso para ver se o mesmo “também se confirma numa greve geral”, convocada pelas duas centrais sindicais, a primeira desde 1988.

Quanto aos baixo grau de participação dos portugueses em acções colectivas de protesto, Dornelas invoca, como uma das razões, o paradoxo da acção colectiva, desenvolvido pelo cientista social americano Mancur Olson (1971): mesmo que todos os indivíduos de um determinado grupo sejam racionais e estejam concentrados nos seus próprios interesses, mesmo que todos saiam a ganhar, atingindo os seus objectivos comuns, se agirem em grupo, ainda assim eles não vão agir voluntariamente para promover esses interesses comuns e grupais.

“Ou sejam, o mais inteligente é não fazer greve, mas fazendo com que os outros a façam. O que significa que, se cada um dos indivíduos tomar este decisão racional, não há greve”, especifica António Dornelas.

Jorge Vala acrescenta a questão da ausência de eficácia política. “A adesão a uma greve tem custos muito grandes. O trabalhador perde a remuneração correspondente a esse dia e sente que a eficácia política da sua acção é reduzida. Há um sentimento de que não consegue influenciar/mudar a acção política”, afirma.

Este é, porém, um princípio geral. “Em grupos profissionais mais politizados, com maior compreensão sobre o funcionamento do mundo político e em que há uma experiência positiva do resultado na acção política, a mobilização tende a ser maior”, refere o mesmo investigador. “Veja-se o caso dos professores”.

Deve ser bom viver assim… completamente em dissociação ou desvinculação ou lá o que é…

“É preciso um governo de salvação nacional”

(…)

Neste momento, precisávamos de um governo de salvação nacional?

Julgo que era fundamental. Se houvesse o milagre de os partidos, em conjunto, encontrarem um governo de salvação nacional que agarrasse o País…

Mas como é que isso é possível com o tal quadro político que tanto desvaloriza e critica?

É por isso que eu falo em milagre! Se houvesse um milagre que levasse os partidos a abdicar dos interesses partidários, e pensar na salvação do País.

… porque isto pode ser enquadrado numa prática de autonomia e, ao contrário do que é afirmado, pode ter uma base legal no artigo 47º  do Estatuto do Aluno, em especial se a perturbação foi de molde a ultrapassar os limites da sala de aula e o procedimento disciplinar for despoletado. Também há que atender ao Regulamento Interno nesta matéria, antes de emitir opinião muito inflamada sobre o assunto.

Escola manda turma inteira reflectir em casa

Estudantes alegam ter sido suspensos sem processo disciplinar pela escola da Levada

Não é ela que está mal… é bom que se perceba… nós é que somos estúpidos e mal pagos.

Assessora de Ana Jorge ganha 7 mil euros mensais

Cláudia Borges,ex-jornalista da SIC e hoje assessora da ministra da Saúde, Ana Jorge, ganha mais do que a sua chefe . Tendo recebido 100 mil euros em 2009, Cláudia Borges ganhou mensalmente cerca de mais de 300 euros do que a ministra.

Embora este me pareça assim como que… não sei bem como explicar…

Porque a outros níveis o que se pode fazer? O ME tem do seu lado a legislação e os sindicatos, que a validaram, têm bastante dificuldade em admitir que assinaram certas coisas com escassa reflexão (mas não por falta de aviso…).

Caro Colega

Ao ler o post sobre mestrados que pela legislação em vigor “parece que nada contam”, lembrei-me dos casos da minha escola, pelo menos três, (eu e mais dois). Terminámos o nosso mestrado entre 2007/2010, não fomos titulares, embora tivéssemos concorrido ao primeiro concurso e agora dizem-nos que o nosso mestrado em nada vai contribuir para a progressão. Estamos os três no índice 245 e colegas com menos tempo de serviço já lá vão porque fizeram mestrado mas eram titulares.
Interrogo-me, como foi possível que a maioria dos sindicatos tivesse acordado um reposicionamento diferente devido à “titularidade”?
Onde pensa que podemos recorrer?

Cumprimentos

M. J.

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Novembro de 2010

… ou eram meus(minhas) aluno(a)s ou eram amigo(a)s. Estou menos novo do que já fui… Chuifff…

Suzanne Vega, Left of Center

A quem a Suzanne desgostar, aqui fica a  irmã mais velha…

Rickie Lee Jones, On Saturday Afternoons in 1963

Para os distraídos, faz parte da banda sonora da 1ª temporada do House. E faz parte de um LP fantástico.

Garcia Pereira estará presente para expor aquilo que, pelo menos por aqui, se considera ser a defesa de um Estado de Direito mínimo.

… mas senti o calor frio do futuro a espreitar-me do monitor.

Muito boa a genealogia do esquerdismo maoísta nacional, num desdobrável entre as páginas 64 e 65. No total era bem possível que fossem só 50 militantes fixos, mas deram coisa de 300 deputados, ministros, secretários de Estado e até presidentes da ué!

A abrir uma citação deliciosa de Fernando Pereira Marques:

- Um revolucionário a todo o momento pode ser morto ou preso. Há que saber gozar ao máximo os momentos de pausa. Não achas? – dizia Joaquim justificando o fausto dos nossos havanos e a indolência com que vivíamos aquele fim de tarde.

Eu tenho cá aquela minha ideia peregrina que para se ser esquerdista nos anos 60 e 70 era quase indispensável ser uma boa ou média família burguesa… Só conheço pessoalmente uma verdadeira excepção…

Caro Paulo,

A propósito do post no seu blogue, que só hoje li, sobre os atropelos na progressão, dou-lhe conta da minha situação que também é caricata.

Depois das mais variadas informações e certezas sobre a minha situação, agora colocaram-me ao abrigo do Artigo 8º, 1), alínea a): ou seja, estou no índice 245 desde 01/09/2004 e consideram que estou há mais de 5 a menos de 6 no índice. Quando perfaço os 6 anos é a dúvida: se já completei em 01 de Setembro passado, ou se, conto com o congelamento, e só em 01 de Janeiro de 2013… Mas, então, se o congelamento conta, como fazem as contas de “mais que 5 e menos que 6?

Há de facto uma grande confusão, que resulta precisamente da aplicação de legislação diferente (três estruturas) com noções de “progressão”, “transição” e “reposicionamento” a serem confundidas. Por outro lado, como muitas  secretarias das escolas não procederam às alterações em devido tempo, à medida que foi saíndo a legislação, agora querem aplicar as legislação toda de uma vez e tem dado neste espectáculo…

Esta última semana houve um alvoroço na minha escola porque de repente (ninguém estava a contar, pelas contas que tinham feito, e muitas delas com a ajuda do sindicato) muita gente foi chamada e informada de que mudava de escalão e que tinham de entregar a AI à pressa… Foram muito provavelmente novos esclarecimentos da DRE, na sequência das reuniões que têm vindo a acontecer…

E acho que se prende com as interpretações dos artigos 8º e 9º sobre os últimos escalões da carreira.

Cordialmente,

M.

Julgo que sem estreia anunciada por cá…

Sam Garbarski (a partir da BD de Jirô Taniguchi), Quartier Lointain

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