… na escrita. Talvez um ou outro copito moderado. E espero estar agora a olhar para um simpático peixe grelhado, mas se for carne também pode ser. Desde que o serviço seja bom. Onde é, está garantido ou não fosse um homónimo.
Deixo-vos aqui a tratar do pedaço. Portem-se mal… ou bem…. sei lá…
Novembro 30, 2010 at 9:34 pm
Descansa….
Novembro 30, 2010 at 9:34 pm
Diz o roto ao nu…
Novembro 30, 2010 at 9:38 pm
O MEU FOI ISTO….
http://bulimunda.wordpress.com/2010/11/30/frase-dos-tempos-que-correm-2/
COM TINTO CONVENTUAL DE 2 EUROS E MEIO….
EM VEZ DO PRESUNTO COM MELÃO PAPEI BRAVO ESMOLFE…
Novembro 30, 2010 at 9:39 pm
UPS ..ISTO..
http://paracozinhar.blogspot.com/2010/06/acorda-alentejana-de-alho-e-coentros.html
Novembro 30, 2010 at 9:44 pm
Bem fui…inté..talvez volte lá pela meia noite..
http://bulimunda.wordpress.com/2010/11/30/parabens-paulo-carry-on-david-bowie-five-years/
Novembro 30, 2010 at 9:45 pm
Ouvi o Nogueira Leite na sic notícias e gostei.
Alguém ouviu?
Que diferença da “descultura” socretina…
Agora chamem-me reacças a ver se eu me importo.
Novembro 30, 2010 at 9:47 pm
“0, Paulo, o homónimo é Paulo ou Guinote?
Ainda não fui a nenhum restaurante Guinote.
Novembro 30, 2010 at 9:49 pm
Reb ouve o Bowie vale a pena…
Novembro 30, 2010 at 9:51 pm
Reaças porquê? Ingénua, isso sim
Novembro 30, 2010 at 9:55 pm
Mas qual é o teu problema?…
++
Novembro 30, 2010 at 9:56 pm
#9, essa do “ingénua” já chateia.
Não se pode apreciar nada.
Chatinhos. Sempre a malhar em tudo.
Novembro 30, 2010 at 9:58 pm
Podes crer!
Ouve lá!
Novembro 30, 2010 at 9:58 pm
Paradoxos
Novembro 30, 2010 at 10:02 pm
Por alguma razão estamos assim. Alguém os lá põe.
Novembro 30, 2010 at 10:08 pm
a depois de ler isto
“Quem se reformar no próximo ano deve contar com um corte de 3,14% nas suas pensões, à custa do factor de sustentabilidade.” [aumento de 100%+/-]
http://economico.sapo.pt/noticias/pensoes-atribuidas-em-2011-vao-sofrer-corte-de-314_105732.html
cheguei aqui
http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_indicadores&indOcorrCod=0001723&s=tab2
e fiquei na esperança de viver até aos 65+18,47 anos (83 anos e meio, mais dia, menos dia) – o que é porreiro, pá!
Novembro 30, 2010 at 10:27 pm
Que tenhas uma excelente noite, amigo! Bon apetit e que saboreies um bom vinhinho a para com o peixinho.
(E não, não estou a imitar a ministra … é linguagem de amizade e de algum mimo que o nosso amigo bem merece!!!)
Bhos p ti e família
Novembro 30, 2010 at 10:33 pm
Há um que não tem descanso:
WikiLeaks promete revelar segredos do Vaticano
http://www.publico.pt/Mundo/wikileaks-promete-revelar-segredos-do-vaticano_1468855
Banca e grandes empresas vão ser os próximos alvos
http://dn.sapo.pt/especiais/interior.aspx?content_id=1724088&especial=WikiLeaks&seccao=MUNDO
Novembro 30, 2010 at 10:34 pm
Irá Assange publicar documentos comprometedores para a indústria farmacêutica?
Sim
Sobre o sector energético?
Muito
O fim do mundo aproxima-se.
Novembro 30, 2010 at 10:48 pm
#18:
Olha que o WikiLeaks abriu uma “filial” em Portugal…
Novembro 30, 2010 at 10:50 pm
Novembro 30, 2010 at 10:55 pm
#19
E não lhe falta material.
Novembro 30, 2010 at 10:58 pm
F.Pessoa morreu há 75 anos.
Imortal!
Novembro 30, 2010 at 10:59 pm
Recebi isto da Ana.
Obrigada, Ana!
Novembro 30, 2010 at 11:00 pm
Não, não é cansaço…
Não, não é cansaço…
É uma quantidade de desilusão
Que se me entranha na espécie de pensar.
É um domingo às avessas
Do sentimento,
Um feriado passado no abismo…
Não, cansaço não é…
É eu estar existindo
E também o mundo,
Com tudo aquilo que contém,
Como tudo aquilo que nele se desdobra
E afinal é a mesma coisa variada em cópias iguais.
Álvaro de Campos
Novembro 30, 2010 at 11:02 pm
Com esta estrofe eu forrava os meus diários de adolescente…
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Novembro 30, 2010 at 11:04 pm
Adiamento
Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã…
Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã,
E assim será possível; mas hoje não…
Não, hoje nada; hoje não posso.
A persistência confusa da minha subjetividade objetiva,
O sono da minha vida real, intercalado,
O cansaço antecipado e infinito,
Um cansaço de mundos para apanhar um elétrico…
Esta espécie de alma…
Só depois de amanhã…
Hoje quero preparar-me,
Quero preparar-rne para pensar amanhã no dia seguinte…
Ele é que é decisivo.
Tenho já o plano traçado; mas não, hoje não traço planos…
Amanhã é o dia dos planos.
Amanhã sentar-me-ei à secretária para conquistar o rnundo;
Mas só conquistarei o mundo depois de amanhã…
Tenho vontade de chorar,
Tenho vontade de chorar muito de repente, de dentro…
Não, não queiram saber mais nada, é segredo, não digo.
Só depois de amanhã…
Quando era criança o circo de domingo divertia-rne toda a semana.
Hoje só me diverte o circo de domingo de toda a semana da minha infância…
Depois de amanhã serei outro,
A minha vida triunfar-se-á,
Todas as minhas qualidades reais de inteligente, lido e prático
Serão convocadas por um edital…
Mas por um edital de amanhã…
Hoje quero dormir, redigirei amanhã…
Por hoje, qual é o espetáculo que me repetiria a infância?
Mesmo para eu comprar os bilhetes amanhã,
Que depois de amanhã é que está bem o espetáculo…
Antes, não…
Depois de amanhã terei a pose pública que amanhã estudarei.
Depois de amanhã serei finalmente o que hoje não posso nunca ser.
Só depois de amanhã…
Tenho sono como o frio de um cão vadio.
Tenho muito sono.
Amanhã te direi as palavras, ou depois de amanhã…
Sim, talvez só depois de amanhã…
O porvir…
Sim, o porvir…
Álvaro de Campos, in “Poemas”
Heterónimo de Fernando Pessoa
Novembro 30, 2010 at 11:08 pm
A Melhor Maneira de Viajar é Sentir
Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir.
Sentir tudo de todas as maneiras.
Sentir tudo excessivamente,
Porque todas as coisas são, em verdade, excessivas
E toda a realidade é um excesso, uma violência,
Uma alucinação extraordinariamente nítida
Que vivemos todos em comum com a fúria das almas,
O centro para onde tendem as estranhas forças centrífugas
Que são as psiques humanas no seu acordo de sentidos.
Quanto mais eu sinta, quanto mais eu sinta como várias pessoas,
Quanto mais personalidade eu tiver,
Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver,
Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas,
Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento,
Estiver, sentir, viver, for,
Mais possuirei a existência total do universo,
Mais completo serei pelo espaço inteiro fora.
Mais análogo serei a Deus, seja ele quem for,
Porque, seja ele quem for, com certeza que é Tudo,
E fora d’Ele há só Ele, e Tudo para Ele é pouco.
Cada alma é uma escada para Deus,
Cada alma é um corredor-Universo para Deus,
Cada alma é um rio correndo por margens de Externo
Para Deus e em Deus com um sussurro soturno.
Sursum corda! Erguei as almas! Toda a Matéria é Espírito,
Porque Matéria e Espírito são apenas nomes confusos
Dados à grande sombra que ensopa o Exterior em sonho
E funde em Noite e Mistério o Universo Excessivo!
Sursum corda! Na noite acordo, o silêncio é grande,
As coisas, de braços cruzados sobre o peito, reparam
Com uma tristeza nobre para os meus olhos abertos
Que as vê como vagos vultos noturnos na noite negra.
Sursum corda! Acordo na noite e sinto-me diverso.
Todo o Mundo com a sua forma visível do costume
Jaz no fundo dum poço e faz um ruído confuso,
Escuto-o, e no meu coração um grande pasmo soluça.
Sursum corda! ó Terra, jardim suspenso, berço
Que embala a Alma dispersa da humanidade sucessiva!
Mãe verde e florida todos os anos recente,
Todos os anos vernal, estival, outonal, hiemal,
Todos os anos celebrando às mancheias as festas de Adônis
Num rito anterior a todas as significações,
Num grande culto em tumulto pelas montanhas e os vales!
Grande coração pulsando no peito nu dos vulcões,
Grande voz acordando em cataratas e mares,
Grande bacante ébria do Movimento e da Mudança,
Em cio de vegetação e florescência rompendo
Teu próprio corpo de terra e rochas, teu corpo submisso
A tua própria vontade transtornadora e eterna!
Mãe carinhosa e unânime dos ventos, dos mares, dos prados,
Vertiginosa mãe dos vendavais e ciclones,
Mãe caprichosa que faz vegetar e secar,
Que perturba as próprias estações e confunde
Num beijo imaterial os sóis e as chuvas e os ventos!
Sursum corda! Reparo para ti e todo eu sou um hino!
Tudo em mim como um satélite da tua dinâmica intima
Volteia serpenteando, ficando como um anel
Nevoento, de sensações reminescidas e vagas,
Em torno ao teu vulto interno, túrgido e fervoroso.
Ocupa de toda a tua força e de todo o teu poder quente
Meu coração a ti aberto!
Como uma espada traspassando meu ser erguido e extático,
Intersecciona com meu sangue, com a minha pele e os meus nervos,
Teu movimento contínuo, contíguo a ti própria sempre,
Sou um monte confuso de forças cheias de infinito
Tendendo em todas as direções para todos os lados do espaço,
A Vida, essa coisa enorme, é que prende tudo e tudo une
E faz com que todas as forças que raivam dentro de mim
Não passem de mim, nem quebrem meu ser, não partam meu corpo,
Não me arremessem, como uma bomba de Espírito que estoira
Em sangue e carne e alma espiritualizados para entre as estrelas,
Para além dos sóis de outros sistemas e dos astros remotos.
Tudo o que há dentro de mim tende a voltar a ser tudo.
Tudo o que há dentro de mim tende a despejar-me no chão,
No vasto chão supremo que não está em cima nem embaixo
Mas sob as estrelas e os sóis, sob as almas e os corpos
Por uma oblíqua posse dos nossos sentidos intelectuais.
Sou uma chama ascendendo, mas ascendo para baixo e para cima,
Ascendo para todos os lados ao mesmo tempo, sou um globo
De chamas explosivas buscando Deus e queimando
A crosta dos meus sentidos, o muro da minha lógica,
A minha inteligência limitadora e gelada.
Sou uma grande máquina movida por grandes correias
De que só vejo a parte que pega nos meus tambores,
O resto vai para além dos astros, passa para além dos sóis,
E nunca parece chegar ao tambor donde parte…
Meu corpo é um centro dum volante estupendo e infinito
Em marcha sempre vertiginosamente em torno de si,
Cruzando-se em todas as direções com outros volantes,
Que se entrepenetram e misturam, porque isto não é no espaço
Mas não sei onde espacial de uma outra maneira-Deus.
Dentro de mim estão presos e atados ao chao
Todos os movimentos que compõem o universo,
A fúria minuciosa e dos átomos,
A fúria de todas as chamas, a raiva de todos os ventos,
A espuma furiosa de todos os rios, que se precipitam,
A chuva com pedras atiradas de catapultas
De enormes exércitos de anões escondidos no céu.
Sou um formidável dinamismo obrigado ao equilíbrio
De estar dentro do meu corpo, de não transbordar da minh’alma.
Ruge, estoira, vence, quebra, estrondeia, sacode,
Freme, treme, espuma, venta, viola, explode,
Perde-te, transcende-te, circunda-te, vive-te, rompe e foge,
Sê com todo o meu corpo todo o universo e a vida,
Arde com todo o meu ser todos os lumes e luzes,
Risca com toda a minha alma todos os relâmpagos e fogos,
Sobrevive-me em minha vida em todas as direções!
Álvaro de Campos, in “Poemas”
Heterónimo de Fernando Pessoa
Novembro 30, 2010 at 11:09 pm
Aproveitar o Tempo
Aproveitar o tempo!
Mas o que é o tempo, que eu o aproveite?
Aproveitar o tempo!
Nenhum dia sem linha…
O trabalho honesto e superior…
O trabalho à Virgílio, à Mílton…
Mas é tão difícil ser honesto ou superior!
É tão pouco provável ser Milton ou ser Virgílio!
Aproveitar o tempo!
Tirar da alma os bocados precisos – nem mais nem menos –
Para com eles juntar os cubos ajustados
Que fazem gravuras certas na história
(E estão certas também do lado de baixo que se não vê)…
Pôr as sensações em castelo de cartas, pobre China dos serões,
E os pensamentos em dominó, igual contra igual,
E a vontade em carambola difícil.
Imagens de jogos ou de paciências ou de passatempos –
Imagens da vida, imagens das vidas. Imagens da Vida.
Verbalismo…
Sim, verbalismo…
Aproveitar o tempo!
Não ter um minuto que o exame de consciência desconheça…
Não ter um acto indefinido nem factício…
Não ter um movimento desconforme com propósitos…
Boas maneiras da alma…
Elegância de persistir…
Aproveitar o tempo!
Meu coração está cansado como mendigo verdadeiro.
Meu cérebro está pronto como um fardo posto ao canto.
Meu canto (verbalismo!) está tal como está e é triste.
Aproveitar o tempo!
Desde que comecei a escrever passaram cinco minutos.
Aproveitei-os ou não?
Se não sei se os aproveitei, que saberei de outros minutos?!
(Passageira que viajaras tantas vezes no mesmo compartimento comigo
No comboio suburbano,
Chegaste a interessar-te por mim?
Aproveitei o tempo olhando para ti?
Qual foi o ritmo do nosso sossego no comboio andante?
Qual foi o entendimento que não chegámos a ter?
Qual foi a vida que houve nisto? Que foi isto a vida?)
Aproveitar o tempo!
Ah, deixem-me não aproveitar nada!
Nem tempo, nem ser, nem memórias de tempo ou de ser!…
Deixem-me ser uma folha de árvore, titilada por brisa,
A poeira de uma estrada involuntária e sozinha,
O vinco deixado na estrada pelas rodas enquanto não vêm outras,
O pião do garoto, que vai a parar,
E oscila, no mesmo movimento que o da alma,
E cai, como caem os deuses, no chão do Destino.
Álvaro de Campos, in “Poemas”
Heterónimo de Fernando Pessoa
Novembro 30, 2010 at 11:16 pm
A Frescura
Ah a frescura na face de não cumprir um dever!
Faltar é positivamente estar no campo!
Que refúgio o não se poder ter confiança em nós!
Respiro melhor agora que passaram as horas dos encontros,
Faltei a todos, com uma deliberação do desleixo,
Fiquei esperando a vontade de ir para lá, que’eu saberia que não vinha.
Sou livre, contra a sociedade organizada e vestida.
Estou nu, e mergulho na água da minha imaginação.
E tarde para eu estar em qualquer dos dois pontos onde estaria à mesma hora,
Deliberadamente à mesma hora…
Está bem, ficarei aqui sonhando versos e sorrindo em itálico.
É tão engraçada esta parte assistente da vida!
Até não consigo acender o cigarro seguinte… Se é um gesto,
Fique com os outros, que me esperam, no desencontro que é a vida.
Álvaro de Campos, in “Poemas”
Heterónimo de Fernando Pessoa
Novembro 30, 2010 at 11:31 pm
A desigualdade provoca as crises (ou «O dia em que o FMI fez um discurso à Ladrões»)
http://ladroesdebicicletas.blogspot.com/
“(…)Este tipo de análise já surgiu várias vezes neste blog. Agora houve alguém no FMI que resolveu pôr isto sob a forma de um modelo formal. Talvez isto ajude a que a mensagem ganhe direitos de cidadania no mundo dos ‘economistas a sério’ (se não mesmo junto daqueles que aparecem todos os dias a falar na televisão, jurando que a crise se deve ao crescimento excessivo dos salários ou ao desmesurado Estado Social). “
Novembro 30, 2010 at 11:49 pm
Sendo que descansar não obstaculariza necessariamente o pensar, no P. e Contras de 2ª feira e em todos os Planos Inclinados, MC afirma repetidamente o seguinte ( no qual é coadjuvado por vários economistas e não só):
-Não há dinheiro, não há dinheiro.
- Não sou contra o Estado Social, mas não há dinheiro.
- Temos de repensar a organização laboral porque não há dinheiro.
(e mais aquela ideia que não consigo perceber da produtividade da R. Checa que devíamos seguir…. e a China que não vem para aqui chamada, temos é que nos preocupar connosco e a UE)
Pergunto: quando é que me mostram que não há dinheiro?
“E mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças,
Nem consta que tivesse biblioteca…”
Dezembro 1, 2010 at 12:01 am
Comissão Europeia quer redução “substancial” dos custos de despedimento em Portugal
30 Novembro 2010 | 18:43
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=456617
Dezembro 1, 2010 at 12:34 am
ECONOMIAGoverno cria nova empresa pública para gerir PPP e grandes obras
30 Novembro2010 | 00:01
Agência para o Investimento Público e Parcerias é uma EPE com três administradores nomeados por três anos
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=COMENTARIOS_V2&id=456421&idCom=0
Dezembro 1, 2010 at 12:37 am
CASA PIA ASSINALA ABERTURA DO ANO LECTIVO COM CERIMÓNIA FESTIVA
No passado dia 17 de Novembro assinalou-se a abertura do ano lectivo 2010-2011 na Casa Pia de Lisboa.
A cerimónia promoveu o encontro de toda a comunidade casapiana e contou com as presenças de Sua Exa. a Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Helena André, e de Sua Exa. a Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz.
Pela manhã, celebrou-se uma Missa de Acção de Graças no Mosteiro dos Jerónimos onde, à semelhança dos anos anteriores, os educandos dos vários Centros de Educação e Desenvolvimento fizeram oferendas para assinalar o início do novo ano lectivo.
Durante a tarde, teve lugar a segunda parte da cerimónia, iniciando-se com a mensagem de boas vindas do Director do CED Pina Manique, Jorge Lemos, seguindo-se a entrega de prémios de excelência e de mérito a educandos dos vários estabelecimentos como forma de reconhecimento pelas suas competências e aptidões reveladas em diferentes áreas.
A Presidente do Conselho Directivo, Cristina Fangueiro, e sua Excelência a Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Helena André, assinalaram o momento com breves intervenções.
Os vários grupos musicais da Casa Pia de Lisboa, animaram a cerimónia que terminou com um lanche convívio onde educandos, famílias, colaboradores e restantes convidados, tiveram oportunidade de partilhar experiências informalmente.
A Casa Pia de Lisboa agradece a todos aqueles que tornaram possível este magnífico momento Casapiano.
Onde está o Wally?
http://www.casapia.pt/Portals/0/Not%C3%A9icias%20-%20Fotos/CPL%20ab%20ano%20lectivo%202010%20b.jpg