… repito que se acabarão por entalar os tansos que aguentaram a contestação anos a fio. Primeiro foram os juízes e procuradores do MP a mexerem-se, depois os funcionários do Parlamento, agora as empresas com capitais públicos. Nada contra essas conquistas, no que até se pode considerar uma forma hábil do Governo tentar neutralizar a insatisfação em alguns sectores cruciais. Mas nota-se que, de novo (relembremos que o congelamento anterior não atingiu os cargos directivos da AP), serão os mesmos de sempre a ser cortados, a menos que se mexam de forma menos previsível.
Novembro 24, 2010
De Excepção Em Excepção…
Posted by Paulo Guinote under Função Pública, Redução Salarial, Truques[17] Comments
Novembro 24, 2010 at 9:20 pm
Cheira-me que essa excepção foi para ultrapassar alguma ilegalidade.
Novembro 24, 2010 at 9:21 pm
“Portugal neste momento, não é mais que operário dos credores!”
http://profslusos.blogspot.com/2010/11/portugal-neste-momento-nao-e-mais-que.html
Novembro 24, 2010 at 9:24 pm
#1,
Dizem isso… Mas não me parece que isso acabe com as ilegalidades…
Novembro 24, 2010 at 9:24 pm
Nas escolas que fecham quem faz greve recebe o ordenado??? Alguém me esclarece?
“Apache, se calhar percebi mal. Pareceu-me que afirmou que nas escolas que fecharam todos vão receber o dia de salário? Percebi mal, não foi.”
Percebeu bem, Ana. Refiro-me às escolas que mantiveram os portões fechados, durante a totalidade do horário de funcionamento, sem que ninguém pudesse entrar. Já estive (em tempos idos) em conselhos executivos e já fiz o mesmo, a direcção faz greve e pura e simplesmente não permite que se abram os portões porque entende que a escola não tem condições de funcionamento sem a presença de alguém da gestão. É descontado o dia de vencimento aos elementos da direcção e todos os restantes funcionários recebem o dia, normalmente.
http://educar.wordpress.com/2010/11/24/ponto-da-situacao-ao-meio-dia/#comment-485120
Novembro 24, 2010 at 9:26 pm
Finalmente uma notícia onde se relata que há quem aja em vez de reagir.
http://www.chinadaily.com.cn/china/2010-11/24/content_11599087.htm
Novembro 24, 2010 at 9:32 pm
#4
Nas escolas que fecham quem faz greve recebe o ordenado??? Alguém me esclarece?
Só se tiverem directores muito “corporativos”
. Não assinando o livro ponto (em papel ou digital) há falta…
Novembro 24, 2010 at 9:32 pm
Isto já não interessa é mais nada!
São só estratagemas e conversa da treta para adiar o inevitável: Morreu! Está morto e apodrece! Fede! Que se limpe isto tudo de uma vez por todas!
Novembro 24, 2010 at 9:35 pm
Sem querer, de todo, parecer o Marquês de Pobal…
Para isso já cá anda que baste.
Novembro 24, 2010 at 9:39 pm
“… serão os mesmos de sempre a ser cortados, a menos que se mexam de forma menos previsível.”
Isso é que era… E atenção que anda aí muita gente desejosa de partir a loiça toda.
Novembro 24, 2010 at 9:40 pm
Pombal.
Lapsus… Estava a pensar nos pobres…
Novembro 24, 2010 at 9:40 pm
#4
Como quer saber quem fez greve ou não, se a escola estiver encerrada? Será que tenho de lhe fazer um desenho?
Novembro 24, 2010 at 9:41 pm
#11,
Qual o problema?
Em primeiro lugar, há amanhã quem vá assinar o ponto ou não.
Por outro lado, muitas escolas “fechadas” não o estiveram efectivamente e o ME mandou contar as cabeças.
Novembro 24, 2010 at 9:41 pm
Hummm….
Nãã
Não sou grega.
Novembro 24, 2010 at 9:43 pm
Pois… quem levantou primeiro a questão da legalidade e quem vai ter o proveito.
Qual é o plano de acção dos sindicatos dos
Funcionários Públicos? Ou fica-se por aqui?
Novembro 24, 2010 at 9:53 pm
#12
“Qual o problema?”
Nenhum.
“Em primeiro lugar, há amanhã quem vá assinar o ponto ou não.”
Há escolas onde se assina o livro no dia seguinte, quem quer receber assina, quem não quer não assina e outras onde não é necessário assinar, depende da direcção.
“Por outro lado, muitas escolas “fechadas” não o estiveram efectivamente e o ME mandou contar as cabeças.”
Referia-me às que estiveram realmente fechadas, sendo impossível a contagem de cabeças (foram muitas pelo deserto) e não àquelas que dispensaram os alunos por falta de funcionários (ou outra).
Novembro 24, 2010 at 10:57 pm
A partir de Janeiro, se se mantiver a proposta de roubo nos vencimentos, os professores deverão simplesmente dirigir-se ao banco onde o vencimento é depositado, e levantá-lo, deixando apenas em depósito o necessário para eventuais pagamentos por transferência bancária.
Divulguem por todos os vossos contactos.
That simple and no more complicated.
Novembro 25, 2010 at 12:59 am
#1
Não fica ainda uma ilegalidade maior?