Ofereço exemplar encadernado a couro e título gravado a ouro da República de Platão ao umbiguista que conseguir apresentar um argumento que me convença a fazer greve. Dou notas de 1 a 5 a cada argumento. Máximo 20 palavras. Resposta a esta caixa.
A greve geral “tem muitas dimensões e uma delas é a de ser um grito”, disse no aeroporto da Portela o secretário-geral da CGTP, Manuel Carvalho da Silva. O grito está dado: “A greve geral começou”. Foi com estas palavras que os membros do piquete de greve dos bombeiros sapadores de Lisboa receberam a notícia dada por Carvalho da Silva de que no primeiro turno de bombeiros de serviço ao aeroporto dez dos onze trabalhadores estão de greve.
Faço greve para dar a minha contribuição, por mínima que seja, para a construção de um país melhor para os meus filhos e netos. E não há preço nenhum que pague a paz de espírito.
Fazendo ou não fazendo.
Muito gostaria eu que dia 25 o país começasse a ser melhor construído.
Infelizmente grande parte das determinações do OE foram aprovadas HOJE!
Gostei de ler e não deixo passar o facto de fazer questão em partilhá-lo, o que pode significar muito, nos dias que correm. Parabéns.
#3
Não tenho tal pretensão, ainda para mais depois dos argumentos aqui plasmados, mas posso informá-lo de que no direito à greve há uma nuance que pode fazer a diferença … para aderirmos não precisamos de informar ninguém.
Em coerência com o que tenho escrito, apoio a Greve Geral porque considero que é muito importante, neste momento, marcar uma posição global de protesto – com vigor e grande amplitude – contra as actuais medidas político-governativas, plasmadas no OGE.
Se para mim – como para a grande maioria -não oferece dúvida o facto de a Greve Geral ser, fundamentalmente, contra este governo e as sua políticas, também me parece evidente que a luta se decidirá pela capacidade de enfrentarmos aquelas medidas no terreno, com ou sem sindicatos, ou mesmo apesar deles. A bola está no nosso campo, não adianta nada tentar lançá-la para o quintal dos outros…
Há sempre mais possibilidade de um padre missionário acreditar em Deus de que um Cardeal ou o próprio Papa.
Da mesma forma os acólitos menores do sindicalismo acreditam na eficácia das estratégias, mas já os próprios lideres duvido que sejam sinceros. Acomodaram-se e apenas guardam o lugar privilegiado que o Capitalismo lhes reserva.
#22
Este discurso maniqueisticamente sincopado e estruturado, prisioneiro da própria dialéctica que supõe denunciar, já o conheço de um “frequentador”, e de outros que tais, prisioneiros todos do mesmo esquematismo mental.
Seria gato escondido se ousasse desmontar tal discurso e contraria-lo!
Com tantos a gritar o mesmo slogan, estranha que dois destoem, mas garanto-lhe que penso pela minha cabeça e até já discordei muitas vezes do outro “frequentador”.
Resedit talvez ao leres Caeiro o mesmo te convença..mesmo não convencendo…é que por muito que o interior conte o que é mais visível é sempre o exterior…mas convencer por convencer não…oh pá olha faz porque com isso ajudas a nação apagar a divida em mais 500 milhões… http://bulimunda.wordpress.com/2010/11/23/ser-real-quer-dizer-nao-estar-dentro-de-mim/
Novembro 23, 2010 at 9:13 pm
Parabéns!
Novembro 23, 2010 at 9:13 pm
Estou com JF, também farei greve.
Novembro 23, 2010 at 9:13 pm
Ofereço exemplar encadernado a couro e título gravado a ouro da República de Platão ao umbiguista que conseguir apresentar um argumento que me convença a fazer greve. Dou notas de 1 a 5 a cada argumento. Máximo 20 palavras. Resposta a esta caixa.
Novembro 23, 2010 at 9:16 pm
#3 acorda!!
tu é que tens de convencer a ti!!!
Novembro 23, 2010 at 9:17 pm
A greve geral “tem muitas dimensões e uma delas é a de ser um grito”, disse no aeroporto da Portela o secretário-geral da CGTP, Manuel Carvalho da Silva. O grito está dado: “A greve geral começou”. Foi com estas palavras que os membros do piquete de greve dos bombeiros sapadores de Lisboa receberam a notícia dada por Carvalho da Silva de que no primeiro turno de bombeiros de serviço ao aeroporto dez dos onze trabalhadores estão de greve.
Novembro 23, 2010 at 9:24 pm
Que mania !
Eu estou bem acordada e não faço greve .
E não digo que quem faz anda a dormir .
Respeitinho é muito bonito!
Novembro 23, 2010 at 9:25 pm
#3
Uma foto minha autografada.
Novembro 23, 2010 at 9:27 pm
#6
mas o colega pediu uma opiniao e eu dei-lhe; nao me meti com ele nem lhe faltei ao respeito!!
Novembro 23, 2010 at 9:31 pm
Quem não faz greve não tem princípios, é cobardolas e dá aulas porque enfim…não é professor.
Novembro 23, 2010 at 9:34 pm
#9
Tretas!
Novembro 23, 2010 at 9:35 pm
#9
nao faltes ao respeito à helena maria (lol)
Novembro 23, 2010 at 9:36 pm
#10
tretas!!!
Novembro 23, 2010 at 9:36 pm
…
Grande SPORTING DE BRAGA!!!!!!!!
2-0 ao Arsenal
…
Novembro 23, 2010 at 9:38 pm
#9,
Vá-se catar.
Novembro 23, 2010 at 9:40 pm
Faço greve para dar a minha contribuição, por mínima que seja, para a construção de um país melhor para os meus filhos e netos. E não há preço nenhum que pague a paz de espírito.
Novembro 23, 2010 at 9:50 pm
Subscrevo na integra a opinião de #15
Novembro 23, 2010 at 9:52 pm
#15,
Paz de espírito!
Isso mesmo!!
Fazendo ou não fazendo.
Muito gostaria eu que dia 25 o país começasse a ser melhor construído.
Infelizmente grande parte das determinações do OE foram aprovadas HOJE!
Novembro 23, 2010 at 9:52 pm
fazer ou nao eis a questao… entretanto uma musiquinha
Novembro 23, 2010 at 9:52 pm
Gostei de ler e não deixo passar o facto de fazer questão em partilhá-lo, o que pode significar muito, nos dias que correm. Parabéns.
#3
Não tenho tal pretensão, ainda para mais depois dos argumentos aqui plasmados, mas posso informá-lo de que no direito à greve há uma nuance que pode fazer a diferença … para aderirmos não precisamos de informar ninguém.
Novembro 23, 2010 at 9:55 pm
#17
Pois foram, mas tudo será muito diferente se a adesão de amanhã for (será!) enorme.
Novembro 23, 2010 at 9:57 pm
Em coerência com o que tenho escrito, apoio a Greve Geral porque considero que é muito importante, neste momento, marcar uma posição global de protesto – com vigor e grande amplitude – contra as actuais medidas político-governativas, plasmadas no OGE.
Se para mim – como para a grande maioria -não oferece dúvida o facto de a Greve Geral ser, fundamentalmente, contra este governo e as sua políticas, também me parece evidente que a luta se decidirá pela capacidade de enfrentarmos aquelas medidas no terreno, com ou sem sindicatos, ou mesmo apesar deles. A bola está no nosso campo, não adianta nada tentar lançá-la para o quintal dos outros…
Novembro 23, 2010 at 9:59 pm
Há sempre mais possibilidade de um padre missionário acreditar em Deus de que um Cardeal ou o próprio Papa.
Da mesma forma os acólitos menores do sindicalismo acreditam na eficácia das estratégias, mas já os próprios lideres duvido que sejam sinceros. Acomodaram-se e apenas guardam o lugar privilegiado que o Capitalismo lhes reserva.
Novembro 23, 2010 at 10:00 pm
Eu não faço greve.
Tenho poucas aulas. Vou dá-las com serenidade.
Depois gostava de ver se resolvia o resto.
Novembro 23, 2010 at 10:02 pm
Porque é devido.
Novembro 23, 2010 at 10:04 pm
E é grave e muito importante.
Novembro 23, 2010 at 10:07 pm
#22
Este discurso maniqueisticamente sincopado e estruturado, prisioneiro da própria dialéctica que supõe denunciar, já o conheço de um “frequentador”, e de outros que tais, prisioneiros todos do mesmo esquematismo mental.
Gato escondido…
Novembro 23, 2010 at 10:15 pm
Tou a ver a loculoura da 2 à conversa com o Vanzeller a ver se há argumentos novos.
Novembro 23, 2010 at 10:24 pm
Seria gato escondido se ousasse desmontar tal discurso e contraria-lo!
Com tantos a gritar o mesmo slogan, estranha que dois destoem, mas garanto-lhe que penso pela minha cabeça e até já discordei muitas vezes do outro “frequentador”.
Novembro 23, 2010 at 10:29 pm
Resedit talvez ao leres Caeiro o mesmo te convença..mesmo não convencendo…é que por muito que o interior conte o que é mais visível é sempre o exterior…mas convencer por convencer não…oh pá olha faz porque com isso ajudas a nação apagar a divida em mais 500 milhões…
http://bulimunda.wordpress.com/2010/11/23/ser-real-quer-dizer-nao-estar-dentro-de-mim/
Novembro 23, 2010 at 10:29 pm
Aqui está explicação…
http://bulimunda.wordpress.com/2010/11/23/frase-para-o-dia-da-greve/
Novembro 23, 2010 at 10:31 pm
Parabens ao josé fernandes!
está lá tudo e com inexcedível simplicidade!
Amanhã, orgulhosamente, estou em greve.
Viva a Greve Geral.
Novembro 23, 2010 at 10:32 pm
APOIADO!
Novembro 23, 2010 at 10:46 pm
Consulto agora ministros das várias confissões religiosas.
Novembro 23, 2010 at 10:57 pm
[...] Quem não faz greve não tem princípios, é cobardolas e dá aulas porque enfim…não é professor… [...]
Novembro 23, 2010 at 11:11 pm
De acordo!
Novembro 23, 2010 at 11:16 pm
#23 – Depois gostava de ver se resolvia o resto.
Será que podia explicar melhor?
Novembro 23, 2010 at 11:28 pm
Respeitarei todos aqueles que corajosa e individualmente tomarem a decisão que considerarem mais correcta para si.
Repito: para si.
Novembro 24, 2010 at 12:02 am
#3
Farás, apenas porque queres fazer… ainda que precises de premiar quem te convença, tal é o desejo ser convencido.
Novembro 24, 2010 at 12:24 am
Estão a soprar ventos interessantes no outono que afecta o país…
“PME portuguesas vão “aderir” à greve geral” http://economia.publico.pt/Noticia/pme-portuguesas-vao-aderir-a-greve-geral_1467761
…por entre as brisas dominantes, com odor a enterro insanitário:
“Parlamento aprova excepções aos cortes salariais das empresas públicas” http://economia.publico.pt/Noticia/parlamento-aprova-excepcoes-aos-cortes-salariais-das-empresas-publicas_1467751
Novembro 24, 2010 at 12:40 am
E tal como previa fica em casa o livrito. Nem lhe tinha um apego por aí além.
Esperava um argumento de última hora mas as fontes dizem-me que de uma maneira ou de outra ganha a casa. Sendo assim tá quieto.
Novembro 24, 2010 at 1:04 am
Se o objectivo é apenas o lucro pessoal, pois então é não fazer.
Pelo menos a curto prazo, resulta. E o contrário nada garante.
Bom dia de trabalho!
Novembro 24, 2010 at 1:25 am
Nada. Referia-me ao lucro dos outros. Dizem-me que a sair isto será pretexto. Nem era preciso. A ficar nem que chova. Vêem-se gregos para solucionar.