Florence and the Machine, Kiss with a Fist
Outubro 23, 2010
Florence and the Machine, Kiss with a Fist
Outubro 23, 2010
Na primeira edição, em Maio já se conheciam quantas eram as candidaturas e em Novembro o prémio era entregue a um selecto grupo de colegas. Depois, o prazo começou a ter de ser alargado cada vez mais e o ano passado, salvo erro, já foi em Setembro que terminou. Este ano o prazo já foi alargado para fim de Outubro. Penso que deve ser pelo imenso afluxo e candidaturas ao Zabelita d’Oiro, digno sucessor do Lurditas d’Oiro.
Outubro 23, 2010
… em que a direcção da escola claramente está em incumprimento das suas obrigações…
Em resposta à solicitação do seu post de ontem, venho colocar a minha situação e, penso, a de alguns colegas da Escola onde trabalho (deixei de dizer “a minha escola”, pois aquilo em que se transformou não é de certeza meu), pois também o medo leva a que as pessoas deixassem de falar.Ao contrário da colega do post de 21 de Outubro, na escola onde trabalho (…), não se comunicou aos docentes o novo reposicionamento, nem sequer foi publicada a lista nominativa a que se refere o nº 6 do artº 7º do DL 75/2010. Sobre apreciação intercalar também nada foi comunicado através do placard existente na sala de professores.Ao contrário da colega do post de 21 de Outubro, nesta escola não se comunicou aos docentes o novo reposicionamento, nem sequer foi publicada a lista nominativa a que se refere o ponto 6 do artº 7º do DL 75/2010.
- Encontro-me no índice 145 desde 1 de Outubro de 2003;
- Fui professora titular.
- No que se refere à formação, tenho créditos para “dar e vender”;
- Não contando com o período de congelamento tenho, 4 anos e 174 dias no antigo 8º escalão;- Fui avaliada no último período de avaliação com Muito Bom e ainda pelo anterior Estatuto, com Satisfaz.
Na minha perspectiva, e segundo este articulado, mudaria automaticamente para o 7º escalão, sem apreciação intercalar. Mas de nada se sabe até hoje, e neste momento não sei o que fazer . Não deveria já estar reposicionada no 7º escalão, com efeitos a partir de 24 de Junho? Poderá o Paulo aconselhar-me sobre o que devo fazer? Esclarecimento: não sou sindicalizada, portanto não posso recorrer a nenhum sindicato. Também penso que não adiantaria. Pelas razões indicadas no seu post, agradeço que não seja publicado o meu nome nem o da escola.
Obrigada pela sua preciosa atenção e receba as minhas cordiais saudações,
D.
Outubro 23, 2010
Nunca percebo se é incompetência na previsão, se apenas… falta de… e depois foi tudo muito difíciiiillllleeeee….
David Cameron and Nick Clegg express regret over broken election pledges
PM admits he had to ‘eat his words’ over child benefit, while deputy PM describes U-turn over tuition fees as ‘one of the most difficult things I’ve ever had to do’.
Outubro 23, 2010
Agradeço ao Luís Afonso a referência.
Outubro 23, 2010

Iraq: the war logs – one day, 146 deaths
24 hours of car bombs and mortars, of tortured corpses being found in every major city, of snipers, kidnaps and death squads.
Iraq war logs: Frago 242 – a licence to torture
How the newly released US military files reveal an instruction to ignore detainee abuse by Iraqi authorities; what that meant on the ground; and just how far up the chain of command the order went.
Outubro 23, 2010
Outubro 23, 2010
Agora com o link certo.
A Iniciativa Novas Oportunidades tornou-se um verdadeiro feudo dentro do ME, quiçá mesmo uma espécie de ME real, sem cortes orçamentais, com poderes de intervenção concertada com a secretaria valteriana do Trabalho que ultrapassam em muito qualquer controle da 5 de Outubro.
Aliás, seria de explorar a ideia de que se vive na Educação uma situação efectiva de feudalismo, em que o soberano só tem dos teóricos vassalos uma obediência formal, mas sem capacidade de intervenção no terreno.
Quem fala em ódio político e ciúme social em relação às NO talvez revele mais sobre si mesmo e os seus preconceitos do que gostaria…
Outubro 23, 2010
Outubro 23, 2010
Porque é que, na zona sindical do SPGL do Barreiro-Moita, só estão previstos dois plenários, curiosamente em dois dias seguidos, em duas escolas de um mega-agrupamento recentemente formado?
Espero que não tenha nada a ver com o facto do plenário na Secundária de Santo André ter decorrido menos bem…
Outubro 23, 2010
Querem-me dizer que os exames eram feitos por gente contratada por concurso público, com base no currículo e não, em muitos casos, na base do quem conhece quem? Em especial nas disciplinas sensíveis?
Porque será que só se alevantam quando lhes toca a extinção?
Extinção do Gabinete de Avaliação com suspeitas de ‘motivações políticas’
A notícia da extinção do Gabinete de Avaliação Educacional (Gave), que faz as provas nacionais de avaliação dos alunos, caiu como uma bomba naquele organismo. As «atribuições» do Gave «serão integradas» na direcção-geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC).
O Ministério da Educação não quis explicar as verdadeiras razões para esta mudança, que permanecem também desconhecidas para os próprios membros do Gave – que temem, com esta mudança, uma tentativa de «controlo político» do processo de avaliação.
Eu gostava mais que revelassem alguma coisa sobre a forma de controlo feita no passado recente, nomeadamente a que conduziu ao salto logarítmico nos resultados de Matemática entre 2005 e 2008…
A mim preocupa-me mais que estas mudanças tornem perfeitamente aleatórias quaisquer análises diacrónicas dos dados.
Outubro 23, 2010
Decisão de adiar concurso de professores é irreversível
O secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Ventura, disse hoje em Aveiro que a decisão do Ministério da Educação de adiar o concurso extraordinário de docentes no próximo ano é irreversível.
Outubro 23, 2010
Paulo,
na minha escola, existe uma colega que muda de escalão a 29 de Dezembro pelo que se encontra abrangida pela avaliação intercalar prevista no despacho nº 4913-A/2010 de 18 de Março.No entanto, a direcção responde-lhe que terá de se sujeitar à ADD geral uma vez que saiu um despacho em Agosto que interrompe a avaliação intercalar. Ela já procurou e eu também mas não encontramos tal despacho (a direcção também não o mostrou…).
Cheira-me a esturro…
O que dizes?
Um abraçoM.
Outubro 23, 2010
É a mensagem essencial de Cavaco Silva no Expresso de hoje. O seu enviado está de acordo.
Outubro 23, 2010
Às escolas mas não só. A um nível equivalente ao período-Charrua. Só que agora de forma mais nebulosa, pois os rostos evidentes da animosidade desapareceram e ficaram o sorriso e os cinzentos.
Neste momento, quer ao nível de alguns departamentos do ME e nas DRE, quer nas escolas, os zecos nunca se sentiram tão desprotegidos e vulneráveis.
E o pessoal encolhe-se.
E encolhe-se tanto mais porque sabe que quando se mobilizou, foi abandonado a meio do caminho por duas vezes.
Porque tem a noção que querem usar os professores, de novo, como guarda avançada de um assalto a um castelo que não querem tomar, apenas querem ter acesso ao salão de bailes.
A mobilização existiu. Depois foi o que sabemos. Entendimentos, acordos, tudo como se fosse verdade que Alçada & Ventura tivessem margem para garantir fosse o que fosse.
Podia estar a mobilização em refluxo, eu sei. Podíamos estar cansados, eu sei. Mas desde Janeiro a paz nas escolas foi conseguida por um acordo entre cúpulas profissionalizadas de sindicalistas que fazem modo de vida disto. Não por curiosos, que dão aulas e escrevem em blogues ou amadores de momento. Tinham em seu poder, esses representantes, informações e elementos que poucos tinham. Foram-lhes apresentados elementos que não partilharam com os representados. Acreditaram que, em alegre relação preferencial com os seus interlocutores, conseguiriam saltar o rio com as pernas atadas por José Sócrates e Teixeira dos Santos.
E mandaram acalmar os zecos e atacaram quem se mostrou crítico do acordo. Acredito que, como fizeram dossiês do que se escreveu a seguir ao acordo, tenham compilado o que escreveram sobre as maravilhas do que tinham assinado.
Será que não viram que a estrutura operacional do ME era a mesma e que só tinham sido substituídos os rostos de topo, com a nova equipa a ser apenas testa-de-ferro de quem mantém presos os cordelinhos? Não viram Valter Lemos numa secretaria de Estado que pode provocar tantos danos às condições de trabalho dos docentes quanto a da Educação? Não viram o que se passava nas DRE? Não viram que quando o acordo foi assinado, Sócrates fez questão de divulgar a recompensa de Maria de Lurdes Rodrigues com a FLAD?
Ou fizeram por não ver?
E é aqui que chegamos, entalados entre quem quer manter as escolas no medo e no silêncio e quem quer, depois de levar meses a dizer que estava tudo bem, levar de novo os professores para a rua, servindo como primeira vaga de uma investida coreográfica contra um governo que não querem derrubar.
Os zecos – agora já somos todos zecos, embora uns menos do que outros – são meros peões num confronto que os sacrifica a cada oportunidade.
E, como já vezes de mais repeti, só podemos evitar isto se nos informarmos, se soubermos desenvolver uma análise crítica do que se passa e se agirmos de forma consciente, esclarecida e livre.
E é isso que não querem.
Querem que o medo se instale e paralise.
Dos dois lados. Embora do lado do ME com mecanismos de intimidação muito mais insidiosos e potentes. Do outro apostam mais no sentimento de culpa se não aderirmos a fazer o que quem não partilha o nosso quotidiano acha bem que façamos.
Era bom que se entendessem todos e nos deixassem em paz. Que trabalhassem e deixassem trabalhar. Que, de uma vez por todos, libertassem a Educação de actores.
Outubro 23, 2010
Outubro 23, 2010
Agora é em entrevista ao Público na qual faz afirmações completamente preconceituosas acerca de quem ousa criticar a sua oportunidade de se sentir poderoso.
Ou seja, faz aquilo que acusa os outros de fazerem.
Na 5ª feira passada só fiquei com uma dúvida: porque terá querido saber em que escola eu lecciono?
É que a estratégia da intimidação também passa pela exibição do poder que se tem de fazer um telefonema e mandar uma equipa a uma escola.
Sem receio, há que afirmar que o que Luís Capucha diz ser uma verdade absoluta não o é, só sendo regra no papel e no registo dos factos, não nos próprios factos:
Os processos de certificação são avaliados?
Sim, há avaliação externa, o que implica que há regras e que as competências certificadas correspondem às possuídas.
Uma das críticas é que os adultos não aprendem disciplinas formais
Desminto. Há regras a cumprir que têm a ver com o cumprimento dos procedimentos necessários.
Luís Capucha faz parte da estrutura de pessoas que, no ME, permanecem fiéis à estratégia da equipa anterior, que trabalham com Valter Lemos com a mesma lógica e para quem Isabel Alçada não conta, apenas é um rosto útil que serviu para amansar os sindicalistas com beijinhos e um sorriso.
A lógica permanece a mesma, o preconceito contra os professores é avassalador e, como com alguns opinadores mediáticos, baseia-se em episódios particulares em que se sentiram prejudicados, directamente ou por interposta pessoa, por algum(a) professor(a). São pessoas que querem, por esta via, resolver os recalcamentos e traumas do seu próprio passado.
É a tendência perversa que retorce as boas intenções a favor dos descamisados num exercício de sacrifício público daqueles que consideram ser os sesus discriminadores,
Mas, como lhes falta a coragem para enfrentar os verdadeiros opressores, viram-se contra aqueles que sentem estar mais à mão de semear.
Neste caso, escolheram os professores.
E continuarão a querer sacrificá-los, amesquinhá-los e intimidá-los.
Domesticá-los.
Sem qualquer legitimidade porque ninguém os elegeu, apenas chegaram onde chegaram na base das afinidades ideológicas, académicas e pessoais, permanecendo nos cargos de 2ª linha ao longo de décadas.
Não adianta dizer-se que não se está lá e não se conhecia ninguém, se depois se afirma que os TEIP são obra sua ou quase.
E escrevo isto com a consciência de que na próxima semana ou na outra posso correr o risco de ver umas visitas inesperadas lá pelas minhas bandas.
Outubro 23, 2010
A argumentação de Luís Capucha e Valter Lemos acerca dos críticos das Novas Oportunidades é exactamente a mesma, assim como o tom chocarreiro com que parecem envolver as suas declarações.
Novas Oportunidades valem 30 anos
“Desde 2005, Portugal qualificou mais adultos do que nos últimos 30 anos”, disse ao DN o secretário de Estado do Emprego, referindo-se ao contributo do programa Novas Oportunidades, cuja avaliação externa foi ontem apresentada.
(…)
De acordo com projecções internacionais recentemente divulgadas, Portugal foi o país da UE que mais progrediu na melhoria das qualificações, mas mesmo assim, quando chegarmos a 2020 ainda estaremos na cauda da União Europeia.
“Isto significa que ainda temos de acelerar muito mais e devia fazer pensar quem critica o programa das Novas Oportunidades. E só o fazem por uma de duas razões, ou por ódio político, ou por ciúme social”, considera o responsável pela pasta do Emprego. Porque, acrescenta, os factos, agora expostos no relatório independente, com peritos internacionais, de avaliação ao programa revelam resultados “muito positivos”.
Outubro 23, 2010
Outubro 22, 2010
Garbage, Push It