No Correio da Manhã de hoje, Miguel Sousa Tavares faz as declarações que a seguir reproduzo com digitalização do exemplar em papel, para mais tarde recordar:

Notícia completa aqui.

Alguns reparos:

  • MST afirma manter o que afirmou, o que significa que mantém a mentira.
  • Em seguida, MST não parece entender que ofendeu todos os professores e não os seus representantes, que ele abomina, minoritários ou maioritários. Pior do que isso, ele ofendeu em especial aqueles que não se sentem com meios para se defender da ofensa, no mesmo plano que ele dispõe para dizer o que lhe apetece, sem qualquer contraditório.
  • Pela parte que me toca, não quero silenciar MST ou queimar livros, coisa que acho abominável, seja em que termos for. Se tivessem livros de MST para guilhotinar, eu aceitava-os de bom grado. O que detesto é que MST minta e, mesmo quando chamado a atenção, prefira manter a mentira. Que fale á vontade mas, se possível que se informe e não diga falsidades.
  • É minha opinião, e aqui baseio-me na minha intuição, alicerçada nos anos de leituras das crónicas de MST, que ele tem mesmo um problema de base com os professores e não meramente com a sua avaliação, que ele pensa ser feita por testes (outro disparate). Aliás, a avaliar pelas suas afirmações, o problema dele é com os salários dos professores, muitos dos quais ganham uma pequena parte do que MST ganha, mas para ensinar, não para perorar semanalmente sobre o que não entende, nem se informa.