E podem dizer-me o que quiserem do estudo que fizeram e a quem fizeram. Os 93%, pura e simplesmente, não correspondem à verdade. A menos que seja 93% dos professores já usou, pelo menos uma vez, o computador para esse efeito.
Gostava e saber quem o usa com regularidade em sala de aula e que se explicasse o que significa fazer testes.
Anote-se ainda que, no ano lectivo transacto, 0% dos professores do 1º ano puderam fazer fosse o que fosse porque não houve Magalhães para ninguém.
Um quinto dos professores usa Magalhães para fazer testes
Um inquérito feito a professores de 1º ciclo revela que 93% desses docentes usa o Magalhães para ensinar os alunos a utilizar o computador mas menos de um quinto (19%) fá-lo para lhes aplicar testes. Até final do mês mais de 22 mil MG2 chegaram [sic] às escolas.
Nos próximos 10 dias vamos ter um esforço notável por colocar notícias destas na imprensa. O problema é que o efeito da propaganda em torno do centenário da República não resistirá à apresentação da proposta de OE e à deprimente vida política em seu redor.
Setembro 26, 2010 at 9:43 am
Paulo, mas o que lá está, correctamente, afirmado:
para ensinar os alunos a utilizar o computador
Qual a mentira?
- Meninos, hoje vamos ver como se liga o computador. Tenho aqui um Magalhães a jeito. Carregam aqui, estão a ver?
Pronto, já sabem ligar um computador.
É a isto que o estudo se refere e acredito que em 93% dos casos tenha sido feito com um Magalhães. A frase refere apenas o uso do Magalhães para mostrar como funciona um computador. Mais nada.
Setembro 26, 2010 at 9:51 am
Aliás, lendo o resto encontramos outras coisas:
Noventa e dois por cento dos docentes inquiridos manifestaram usar o Magalhães na sala de aula mas só 8% o fazem todos os dias da semana, enquanto quase metade (49%) o fazem só um dia por semana.
Entre as actividades realizadasna sala de aula com o Magalhães, 93% dos professores responderam usar o portátil para ensinar as crianças a utilizar o computador, navegar e pesquisar na Internet (78%), ler (71%) ou aceder à biblioteca de livros digitais (59%); quarenta por cento reconheceram utilizá-lo para jogar, enviar mensagens (29%), tirar fotografias (11%) ou fazer filmes (7%).
Já para outras actividades como “apoiar a realização/correcção de trabalhos de casa” ou “aplicar testes aos alunos”, o Magalhães só foi utilizado por 23% (menos de 2200) e 19%
Não me parece nada que o estudo seja mentiroso. Parece-me é que os resultados foram apresentados de forma “conveniente” e o Paulo caiu como um pato
Setembro 26, 2010 at 9:53 am
Sou professora do 1º Ciclo, lecciono a 18 alunos de 3 anos de escolaridade.
Usei o Magalhães 3 vezes em sala de aula: um para os alunos ensinarem uns aos outros o que já tinham descoberto;
um para trazerem textos escritos de casa e os colocarmos no blog da turma (caótico! Cada um tinha-o guardado de sua maneira e eu andava com uma pen a copiá-los, convertê-los compativelmente com o computador da sala e colocá-los no mesmo);
e a última para escreverem, a pares, um texto (caos novamente: Mg que bloqueavam, desligavam,… 90 min depois tinha vários textos de 2 linhas, e pelo menos 2 pares de alunos que desistiram para ir escrever no caderno que controlavam).
Ficou assim concluída a utilização do Magalhães em sala de aula.
Prefiro papel, lápis, borracha, eu e os alunos. É mais controlável e mais rentável!
Não tenho intenção de repetir experiência!
NOTA: Não respondi ao inquérito a que se refere a notícia.
Setembro 26, 2010 at 10:02 am
Aquelas percentagens apoteóticas parecem coisa da Coreia do Norte.
Setembro 26, 2010 at 10:15 am
Todos os dias os professores são insultados na sua inteligência e de uma forma pública…
O único problema é que grande parte dos eleitores acredita no que vem nos jornais e televisão…
Viva a República! Ah, claro, aproveite-se para regressar ao voto censitário…
Setembro 26, 2010 at 10:37 am
Malta! Malta! São 93% dos professores inquiridos! Ou seja, é um estudo mais ou menos da treta porque não sabemos qual a amostra ou a representatividade da dita. Se formos a um hospital fazer um inquérito sobre a saúde ficaremos horrorizados por para aí 90% das pessoas que lá se encontram estarem doentes.
A maior parte das escolas do 1º ciclo não têm condições técnicas para utilizar os Magalhães de forma regular: ou não têm tomadas suficientes ou pura e simplesmente a net não funciona ou nem sequer têm rede sem fios.
Portanto, como diria o outro: next!
Setembro 26, 2010 at 10:51 am
Pois… até está dentro da estatística que afirma que só cerca de um quarto da população possui formação superior e que desses menos de um terço são realmente literados. Acredito que os que perceberam e reponderam correctamente estarão entre os 14% que perceberam que não passa de um brinquedo e os 3% que nem se dignaram a responder…
Setembro 26, 2010 at 10:52 am
Desculpem lá a pergunta feita aos gritos:
- VOCÊS LERAM A M*RDA DO ESTUDO? LEIAM-NO PORRA!
Estão todos a escrever como se tivesse sido dito que o Magalhães é usado por toda a gente. Experimentem ler, não custa muito, é só juntar letras em palavras e estas em frases. É uma coisa que se aprende em pequenino, ensinada por professores.
Eu dou uma ajuda, a “bold” para ver se assim entendem o que está escrito.
só 8% o fazem todos os dias da semana, enquanto quase metade (49%) o fazem só um dia por semana.
Ali diz que o Magalhães é muito usado? Se calhar até devia e podia ser mais usado. Houvesse condições nas escolas e ferramentas e abertura de mentalidade, sem cristalização de ideias, e vontade de muito professor.
Setembro 26, 2010 at 10:57 am
#8
Parece-me que quem não percebeu não foi o Paulo. Espera ai um pouco que vou buscar um papel e um lápis para te fazer um desenho…
Setembro 26, 2010 at 11:02 am
#9
Se puder explicar fico agradecido. Digo-o sem ironia, posso estar errado.
Setembro 26, 2010 at 11:04 am
#8
Não é preciso ler o estudo.
É MENTIRA que 93% desses docentes usa o Magalhães para ensinar os alunos a utilizar o computador mas menos de um quinto (19%) fá-lo para lhes aplicar testes.
Ponto final.
Setembro 26, 2010 at 11:09 am
Não passa de mais uma patranha encomendada.
Ou a minha escolinha está completamente desalinhada com o palpitar cibernético do universo do 1.º ciclo do EB ( o que não passaria de um inexplicável absurdo)ou estes números não têm pés nem cabeça.
Perceber como e porquê aparecem publicados(os números) neste jornal é que, para mim, é mais fácil de entender.
Saudações
Cross
Setembro 26, 2010 at 11:10 am
Ah é mentira? E quais são as percentagens correctas? E quais foram as percentagens realmente obtidas nas respostas dadas?
Setembro 26, 2010 at 11:11 am
#13
Não dido e não digo
Setembro 26, 2010 at 11:11 am
Não digo e não digo
Setembro 26, 2010 at 11:12 am
É de lamentar que apresentem só alguns dados desse inquérito!
Os aspectos negativos focados no referido inquérito não são sequer mencionados… No meu Agrupamento só eu respondi ao inquérito… as colegas não ligaram o mínimo à Questão!
Já referi que na minha sala os Magalhães passam o tempo nas carrinhas das transportadoras para reparar! A garantia termina brevemente! Quero ver quem vai tratar das reparações depois. Há computadores de alunos que já foram a reparar mais de 8 vezes… Em 21, só 3 é que nunca foram à assistência!
Se o investimento fosse feito para os Magalhães ficarem na Escola… evitavam-se muitas avarias, havia um melhor conhecimento e aproveitamento da máquina.
Os professores que aplicam alguns testes, que é o meu caso, tiveram de aprender em auto formação, roubando para isso horas à sua família!
Este projecto é um atirar dinheiro pela janela.
Devem dotar sim, as salas de aula com os Magalhães…
Este grupo de alunos está a terminar o 1º ciclo. Ao fim de 4 anos de utilização vou estar apto e treinado para trabalhar com os Magalhães em situação de sala de aula!
Deixo no ar a pergunta:
Quando voltar a receber 1 grupo de alunos no 1º ano vou ter Magalhães para trabalhar e aplicar com eles todo o conhecimento e experiência que adquiri?
Há já bastantes estudos sobre a sua utilização na UA e outras Universidades!
Concerteza que a ministra nunca deu aulas a 1 turma com 21 Magalhães!!!
Setembro 26, 2010 at 11:12 am
#12
Bingo!
Mais um vencedor!
Venham, meninos e meninos, venham ver o maravilhoso Magalhães!
8)
Setembro 26, 2010 at 11:13 am
#13:
Não pode ir a estrangeiro – borra o pé cada vez que sai do penico…
Primeiro-ministro teve de explicar sentido de ser socialista
Sócrates confundido com comunista em Nova Iorque
O primeiro-ministro José Sócrates afirmou ontem, em Nova Iorque, que Portugal e os EUA estão do mesmo lado na política internacional, salientando que os dois países se batem pelo respeito do direito internacional no mundo.
25 Setembro 2010
Nº de votos (6)
Comentários (15)
(…)
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/socrates-confundido-com-comunista-em-nova-iorque
Setembro 26, 2010 at 11:14 am
Deixo aqui um desafio aos colegas do 1º Ciclo para deixarem aqui o seu testemunho. Que apareçam aqui as experiências dos tais 93%.
Vamos ver!…
Setembro 26, 2010 at 11:14 am
“Primeiro-ministro teve de explicar sentido de ser socialista” ?
ELE NÃO SABE!
Setembro 26, 2010 at 11:16 am
#16
Tenho pena, de ti e por ti. Até porque sei muito bem a que te referes. Bem demais. Mas esqueceste-te de um pormenor, que pode ser pequeno mas igualmente monstruoso na sua significância: comparativamente às tarefas “tradicionais” qual o incremento, em tempo gasto, quando planificando tarefas usando materiais informáticos? Diria que cerca de três a quatro vezes mais, não?
Setembro 26, 2010 at 11:16 am
Setembro 26, 2010 at 11:17 am
Setembro 26, 2010 at 11:19 am
Estou farto dos Cagalhães!
Pergunta nº 1:
Os alunos escrevem e falam melhor português?
Pergunta nº2:
Os alunos sabem mais Matemática?
Ó tralha socratina os Cagalhães é o Santo Graal?
Setembro 26, 2010 at 11:20 am
#16
“Concerteza que a ministra nunca deu aulas a 1 turma com 21 Magalhães!!!”
Melhor seria…
Concerteza que a ministra nunca deu aulas!!!!
Setembro 26, 2010 at 11:20 am
#22
Andas numa de borrar a escrita também?
Já experimentaste a treta que o vídeo mostra?
Numa rede em que existam perfis de utilizadores centrados em servidores que controlem todo o qualquer serviço, isto só funciona se removido o terminal da própria rede. Utilidade? Pouca ou nenhuma.
Setembro 26, 2010 at 11:23 am
#16
Por acaso não tem cópia do inquérito? Gostava imenso de ver que perguntas foram feitas.
Setembro 26, 2010 at 11:23 am
Ó tralha socratina deixem-se de m*rd@s comigo – o José Sócrates e o Partido Socialista não sabem é o que andam a fazer:
ESTA É A REALIDADE DE INCOMPETÊNCIA E DA MENTIRA!
Ministério fecha escola premiada pela Microsoft
Alunos da EB1 de Várzea de Abrunhais transferidos para centro escolar onde não há telefone nem Internet
Por: Redacção / AR | 23- 09- 2010 11: 04
A escola de Lamego, que em 2009 foi escolhida pela Microsoft para integrar a rede mundial de escolas inovadoras, fechou as portas por ordem do Ministério da Educação. O encerramento não constitui surpresa e apenas confirma o que a docente e directora da escola, Maria do Carmo Leitão, já tinha dito em Junho ao tvi24.pt.
Os 32 alunos da EB1 de Várzea de Abrunhais foram agora transferidos para um centro escolar onde não há telefone nem Internet, enquanto na escola anterior dispunham de «wireless» e, nas aulas, os Magalhães trabalhavam conectados com o quadro interactivo.
«Temos uma sala de aulas muito bonita, mas sem condições técnicas. O quadro interactivo não é tão avançado como o que tínhamos na antiga escola e falta-nos a plataforma que garantia a interactividade entre os computadores dos alunos e o quadro, porque nas minhas aulas o que os alunos escreviam no Magalhães aparecia no quadro», lamenta agora Maria do Carmo Leitão, em declarações ao jornal «Público».
Quase duas semanas depois de o ano lectivo ter arrancado, o trabalho que colocou a EB1 Várzea de Abrunhais no mapa das escolas tecnologicamente mais inovadoras do mundo continua suspenso e sem garantias de poder ser retomado.
«A aldeia foi posta no mundo e é pena que isto se deite tudo a perder», frisou a docente. Sem Internet, os blogues não podem ser alimentados e os alunos não podem continuar a mandar os trabalhos por e-mail. O projecto Amigos do Magalhães, mediante o qual Maria do Carmo Leitão se propunha pôr os alunos a ensinar os novos colegas a usar as novas tecnologias também está comprometido.
A notícia do encerramento de uma das escolas mais inovadoras do país surge um dia depois de mais duas escolas portuguesas terem sido seleccionadas para integrar a rede mundial de escolas inovadoras que a Microsoft promove em 114 países. A Secundária de Lagoa, nos Açores, e a EB 2,3 de Nevogilde, em Lousada, a cerca de 50 quilómetros do Porto são as escolas portuguesas escolhidas para participarem no fórum mundial de escolas inovadoras, de 26 a 29 de Outubro, na África do Sul.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/escolas-tecnologia-microsoft-educacao-rede-escolar-tvi24/1193574-4201.html
Setembro 26, 2010 at 11:23 am
#8
Bom dia, ainda não li o estudo mas já se me cristalizou uma ideia, vou ler, e DEPOIS VENHO CÁ COMENTAR.
Quanto à “vontade de muito professor”, é coisa que tenho cada vez menos.
até logo
Setembro 26, 2010 at 11:25 am
Ministério fecha escola premiada pela Microsoft
Alunos da EB1 de Várzea de Abrunhais transferidos para centro escolar onde não há telefone nem Internet
(…)
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/escolas-tecnologia-microsoft-educacao-rede-escolar-tvi24/1193574-4201.html
EU QUERO MAIS É QUE A TRALHA SOCRATINA SE F*D@!
Setembro 26, 2010 at 11:25 am
#27
Em #16 disse:
“Desculpem lá a pergunta feita aos gritos:
- VOCÊS LERAM A M*RDA DO ESTUDO? LEIAM-NO PORRA”
Afinal não o leu.
LEIA-O, PORRA!
Setembro 26, 2010 at 11:26 am
Nas minhas reuniões quinzenais de PCA, os secretários vão rodando, de acordo com a listagem das disciplinas que surge na página de rosto da acta.
Só depois de lida a acta é que dou a reunião por terminada.
Na passada semana, a colega encarregada de fazer a acta surgiu , na sala de reuniões, munida de um Magalhães para proceder à feitura da acta.
Disse-lhe que não poderia permitir a entrada de brinquedos na sala e que a acta se faria com recurso a um portátil sério.
As minhas orientações foram gentilmente aceites, mas não evitaram uma gargalhada geral por parte de todos os intervenientes!!!
Setembro 26, 2010 at 11:27 am
Não é questão de utilidade ou não..é demonstrar que se algumas pessoas-e os vídeos eram de alunos- quiserem entram..e um dia destes vai acontecer..é uma questão de tempo…NOS STATES PUTOS ENTRARAM NOS FICHEIROS DO FBI E DA NASA…Cá ainda estão verdes mas vão amadurecendo…
Setembro 26, 2010 at 11:28 am
http://bulimunda.wordpress.com/2010/09/26/breve-explicacao-do-sentido-da-vida/
Setembro 26, 2010 at 11:29 am
Aconselho a ver este vídeo..simplesmente soberbo..
http://bulimunda.wordpress.com/2010/09/26/words-future-short-short-film/
Setembro 26, 2010 at 11:29 am
#32
Realmente a perda de conteúdo começou no momento em que os portáteis (também) se tornaram desonestos.
Setembro 26, 2010 at 11:30 am
corr
#27
Em #8 disse:
“Desculpem lá a pergunta feita aos gritos:
- VOCÊS LERAM A M*RDA DO ESTUDO? LEIAM-NO PORRA”
Afinal não o leu.
LEIA-O, PORRA!
Setembro 26, 2010 at 11:31 am
#33
Mas quem é que poderá estar interessado em entrar na rede de uma escola a não ser pela net (de caca) à borla?
Setembro 26, 2010 at 11:31 am
Quanto ao post e ao tema..que metam os ditos no botão de rosa… A sério e eu até uso o computador e datashow na aula para mostrar um ou outro vídeo ou um powerpoint e ponto final..e ponto..por acaso temos as salas equipadas..
http://bulimunda.wordpress.com/2010/09/26/a-musica-portuguesa-emportugues-sao-sete-voltas-p%C2%B4ra-muralha-cair-samuel-uria-nao-arrastes-o-meu-caixao-dona-ligeirinha-de-diabo-na-cruz/
Setembro 26, 2010 at 11:32 am
Bem bom domingo e riam-se…fui…
http://bulimunda.wordpress.com/2010/09/25/ministro-das-financas-suico-fala-sobre-portugal-e-so-rir-somos-a-chacota-da-europa-ate-nos-comparam-a-temperos/
Setembro 26, 2010 at 11:33 am
Setembro 26, 2010 at 11:36 am
Shue alterar as pautas por exemplo …acho que já aconteceu vai para 3 ou 4 anos num Universidade em Portugal creio….
Setembro 26, 2010 at 11:39 am
Setembro 26, 2010 at 11:39 am
# 36
A mensagem foi construída com recurso à metonímia!
Setembro 26, 2010 at 11:40 am
Setembro 26, 2010 at 11:41 am
#8
e a m*rda do estudo como lhe chama está aonde? E, já que o leu, diga-nos lá se o estudo caracteriza a amostra ou diz sequer de onde são os 9473 professores que responderam? A amostra é representativa? O artigo fala em 93% dos inquiridos, isso representa 93% dos professores do 1º ciclo?
Setembro 26, 2010 at 11:42 am
Com os magalhães vão todos ser alguéns…
Vem na tecla 10…
Setembro 26, 2010 at 11:44 am
#42
A não ser que a pass do JPM seja gestor-gestor, como em muitos sítios, não vejo facilidade em conseguir isso, buli. Até porque (a rede administrativa) costuma estar separada da dos alunos. Isso é mais uma desculpa de um funcionário que cedeu às maravilhas do presunto.
Setembro 26, 2010 at 11:46 am
#47
Tecla 10?
Tecla 3 + impostos?
Setembro 26, 2010 at 11:49 am
Marc Maiffret, desde cedo foi considerado um génio de informática. Quando tinha apenas 17 anos foi surpreendido por uma visita inesperada do FBI devido aos conhecimentos sobre segurança informática bem acima da média. Hoje em dia com 30 anos é um dos mais experientes hackers da actualidade e trabalha numa empresa de segurança (onde é co-fundador), que tem como objectivo detectar falhas em software da Microsoft.
Setembro 26, 2010 at 11:55 am
#8
Fui ler a m*rda do estudo (lá consegui, com algum esforço juntar as letras
). Tal como eu disse, parece-me assim um estudo tipo da treta com um relatório do mais primário possível. Então aqui vão algumas perguntas que, assim de repente, me assaltaram: qual a distribuição das respostas entre litoral/interior e norte/sul (é que há diferenças); qual a taxa de não resposta ao inquérito… E por que razão não se pergunta as dificuldades encontradas pelos professores na utilização dos computadores? Já li relatórios lá da estranja sobre assuntos desta importância com excelente qualidade mas este é muito primário (como seria de esperar) pelo que as respostas podem ou não significar qualquer coisa.
Setembro 26, 2010 at 11:56 am
Sou defensor da utilização da tecnologia na escola e por isso tenho investido muito na minha formação!!!
O investimento em tempo na utilização do Magalhães deve ser “gasto” logo nos primeiros anos de escolaridade! Melhor se for acompanhado por uma formação aos Encarregados de Educação!
No 3º ano de escolaridade esse tempo já é mais aproveitado! Adoro dizer: “- depois de terminado enviem para o meu e-mail!”
É claro que basta haver 1 ou 2 Magalhães a encrencar que se torna logo mais difícil implementar o planeado!
Em 21 aluno, e já vou no 3º ano de utilização, apenas 10 se preocupam em concluir correctamente a tarefa, no entanto, essa percentagem é identica quando se utiliza os formatos tradicionais…
Há mais para contar… mas como lhes digo o investimento sai-me do corpo e não deste Ministério nem de qualquer Centro de Formação de Professores ou Escolas Superiores de Educação
Se é que ainda existem!
O inquérito era on-line! … não sei se ainda é possível aceder!
Setembro 26, 2010 at 11:57 am
http://www.eduardpunset.es/8001/general/la-falta-de-dinero-no-explica-el-desamparo
“Otra falacia que están poniendo de manifiesto las investigaciones más recientes es que no se trata tanto de deficiencias escolares –que las hay– como de los abismos en carencias familiares. ¿Quién puede negar esto en el caso del malestar español? Esas carencias –desestructuración familiar, desconocimiento de la gestión emocional, etc.– exacerban la contradicción entre la necesidad de personalizar la educación para mejorarla y la necesidad de abaratar los costes de las instituciones para poder gestionarlas.”
Setembro 26, 2010 at 12:00 pm
#48,
é suposto os computadores administrativos estarem numa VLAN diferente dos computadores a que os alunos têm acesso. É suposto, mas isso dependerá de como os computadores tiverem sido configurados para além de que nem todas as escolas ainda têm a nova rede da PT a funcionar.
Setembro 26, 2010 at 12:04 pm
Esqueci-me…
Doi muito a um professor ver as expectativas e o rosto triste… triste…triste de uma criança quando o “raio” do Magalhães não liga!!!
E ouço dizer:
- Professor, já está outra vez a fazer aquele barulho!
Se gastassem ao menos uma vez o dinheiro bem gasto…
Outro aspecto engraçado é que quando vou à sede do Agrupamento, continuo a ver computadores novinhos, uns em cima dos outros sem ainda estarem ligados… e já lá vai mais de 1 ano!!!
Setembro 26, 2010 at 12:04 pm
Eu li o estudo. O que ele diz é muito simples;
O Magalhães é pouco utilizado para os seus fins.
É isso que o estudo diz. Não sei como conseguem ver outra coisa lá escrita.
Setembro 26, 2010 at 12:11 pm
Vamos lá olhar para o resultado do estudo:
Noventa e dois por cento dos docentes inquiridos manifestaram usar o Magalhães na sala de aula mas só 8% o fazem todos os dias da semana, enquanto quase metade (49%) o fazem só um dia por semana.
Façamos um estudo imaginário:
Noventa e dois por cento dos docentes inquiridos manifestaram esfregar o olho do cu no banho mas só 8% o fazem todos os dias da semana, enquanto quase metade (49%) o fazem só um dia por semana.>/i>
Isto quer dizer que os professores portugueses são um bando de gays?
Setembro 26, 2010 at 12:11 pm
Vamos lá olhar para o resultado do estudo:
Noventa e dois por cento dos docentes inquiridos manifestaram usar o Magalhães na sala de aula mas só 8% o fazem todos os dias da semana, enquanto quase metade (49%) o fazem só um dia por semana.
Façamos um estudo imaginário:
Noventa e dois por cento dos docentes inquiridos manifestaram esfregar o olho do cu no banho mas só 8% o fazem todos os dias da semana, enquanto quase metade (49%) o fazem só um dia por semana.
Isto quer dizer que os professores portugueses são um bando de gays?
Setembro 26, 2010 at 12:18 pm
#56,
Não me parece que o estudo diga isso: 92% de utilização não é mau, tal como 49% de utilização pelo menos uma vez por semana. O que me preocupa saber é a validade daqueles dados (e todos sabemos que os estudos do ME são, normalmente, de artilhar pela boca). É saber qual a qualidade do estudo. E aí eu tenho imensas dúvidas.
Setembro 26, 2010 at 12:19 pm
Não mas chegasse a conclusão que gostam de cheirar o seu próprio cu..o que não é lá muito abonatório…acho eu…Fui mesmo..
Setembro 26, 2010 at 12:20 pm
#58,
De uma maneira um pouco abstrôncica está a chegar onde eu quero: à qualidade do estudo.
Setembro 26, 2010 at 12:20 pm
Ou de forma mais séria:
Noventa e dois por cento dos docentes inquiridos manifestaram usar o Magalhães na sala de aula mas só 8% o fazem todos os dias da semana, enquanto quase metade (49%) o fazem só um dia por semana.
Como toda a gente sabe, os inquéritos sobre frequência são estruturados tipo isto:
Com que frequência usa o Magalhães na sala de aula?
A- todos os dias da semana
B- uma vez por semana
c- Uma vez por cada duas semana
D- Uma vez por mês
E- Não uso
F-Não sabe/não responde
A comentadora que respondeu poderá dizer se foi algo parecido.
Analisemos o resultado
A- 8%
B- 49%
A+B= 57$
100-57= 43%
43% dos professores usa o Magalhães menos de uma vez por semana.
Ou, em Jornalês:
43% dos professores liga o Magalhães 2 vezes por mês ou menos.
Setembro 26, 2010 at 12:24 pm
Afinal o mês de Setembro já acabou, porque os magalhães já CHEGARAM às escolas, ou será que foi em Setembro de 2009? Ou será que quem escreveu a notícia aprendeu a língua materna por fax???
Quanto à utilização dos ditos, não acredito em notícias facciosas!
Setembro 26, 2010 at 12:26 pm
#59
Herr Macintosh
Realmente não sabemos o que era perguntado no estudo mas acredito que as respostas tenham sido aquelas. Muita gente não responde com a verdade, seja por medo que se descubra o que disse, seja por querer parecer bem e “moderno” mesmo não o sendo.
Recordo-lhe estes filmes em apoio do que digo.
Setembro 26, 2010 at 12:38 pm
#61 Macintosh
Eu não estou a chegar. O que eu disse desde o início é que o estudo não afirma que o Magalhães é muito utilizado para os fins a que se destina e toda a gente reagiu como se fosse dito isso.
Na notícia, quem o diz é o Trocado da Mata.
92% garantir que usa o portátil na sala de aula terminam para João da Mata com as dúvidas sobre o uso didáctico do Magalhães.
O Paulo pegou por uma coisa irrelevante e atribuiu-lhe um significado que não está lá. Voltando ao exemplo do dedo no cu:
93% dos professores portugueses já usaram supositórios
O Paulo reagiu como se ali fosse dito “93% dos professores portugueses enfia dedos no cu, alguns a mão, e até há quem consiga bater palmas”
Tal não é dito no estudo. Quem o diz é o Trocado da Mata:
92% garantir que usa o portátil na sala de aula terminam para João da Mata com as dúvidas sobre o uso didáctico do Magalhães.
Isto é que é preciso denunciar !
Conforme a leitura que eu fiz acima
43% dos professores liga o Magalhães 2 vezes por mês ou menos e 8% não o usa sequer
É isto que o estudo diz.
Setembro 26, 2010 at 12:45 pm
#62
“Façamos um estudo imaginário:
Noventa e dois por cento dos docentes inquiridos manifestaram esfregar o olho do cu no banho mas só 8% o fazem todos os dias da semana, enquanto quase metade (49%) o fazem só um dia por semana.
Isto quer dizer que os professores portugueses são um bando de gays?”
Talvez, desde que se saiba quantos tomam banho!…
Setembro 26, 2010 at 12:52 pm
#65
Não nos estamos a entender e eu fico-me por aqui porque não estou interessado nessa fixação com os supositórios e o cu e os dedos no dito, desculpe lá mas tenho mais que fazer.
Nós sabemos o que foi perguntado e dou de desbarato que as respostas foram aquelas (se elas correspondem ou não ao que os professores fazem realmente é outra história e devia haver perguntas para despistar isso – e esta é uma das coisas que me fazem dizer que este é um estudo da treta). Mas dizer que “Após validação dos questionários, obtiveram-se 9473 respostas de professores.” não significa grande coisa e uma introdução de 2 linhas também não.
Seria interessante saber se foi pedido a todos os professores que respondessem (se o foi a elevadíssima taxa de não resposta é importantíssima). Mas seria também importante a decomposição das respostas por regiões ou por idade e sexo do respondente, quais as dificuldades que foram encontradas, entre outras.
Continuo a achar que o relatório é muito favorável ao programa. Eu tenho é dúvidas sobre a qualidade do estudo que acho demasiado primário e pouco científico.
Setembro 26, 2010 at 12:57 pm
Jornalecos do “Amigo Oliveira” (como era tratado nas conversas da Face Oculta), não leio.
Estão infestados pela rataria.
E a rataria espalha a peste bubónica…
Todo o cuidado é pouco com estas bichezas pestilentas…
Setembro 26, 2010 at 12:59 pm
#65,
“43% dos professores liga o Magalhães 2 vezes por mês ou menos e 8% não o usa sequer
É isto que o estudo diz.”
Não, não é. O relatório fala em 49% de professores que usam uma vez por semana e 8% que o usam todos dias (quadro B3, página 6).
Setembro 26, 2010 at 1:01 pm
Ó cridos, não sejam agressivos uns c os outros…Toda a gente sabe o q os estudos, especialmente os q são encomendados p’lo governo, são elaborados pelos Spin doctors do regime.
E VOCÊS ESTÃO ZANGADOS POR CAUSA DISSO?
HAJA BOM SENSO?
Setembro 26, 2010 at 1:02 pm
upsss, não era uma ? que eu queria pôr, era um !
Setembro 26, 2010 at 1:03 pm
Onde posso ver o relatório?
Setembro 26, 2010 at 1:11 pm
Caneta, acho que ninguém está zangado. Estamos apenas a ser bastante veementes, até porque todos, suponho, detestamos quem nos governa.
Setembro 26, 2010 at 1:15 pm
Caneta,
aquela coisa em forma de estudo pseudo-científico dos tais spin doktorrs pode ser encontrado no xite do GEPE: http://www.gepe.min-edu.pt/np4/528.html
Setembro 26, 2010 at 1:16 pm
Oups! Não foi a Caneta que pediu um relatório
Setembro 26, 2010 at 1:17 pm
#73
Claro!
Setembro 26, 2010 at 1:28 pm
#75
Não faz mal Herr…mas não vou lá, o meu pc fica c virús cada vez q vou ao portal do me. Obrigada na mesma.
Setembro 26, 2010 at 1:33 pm
Nem pouco mais ou menos…
Tocar no magalhães com as mãos é uma coisa.
Fazer fichas ou usá-lo na sala de aula é outra.
Para quem não é do 1º ciclo, poderá fácilmente aceitar estas percentagens, mas são incorrectas e há que dizê-lo. Para que fosse apurada a verdade, teria que ser feito o estudo por uma identidade que nada tivesse a ver com o governo e demonstrado todo ele.
Eu tenho trabalhado em diversas escolas, de agrupamentos diferentes e o que se passa é que não existem magalhães. Aparecem por vezes numa turma de 20 e tal alunos, um ou dois, magalhães.
Há muito que não existe a maior parte. Foram destruidos. Estragaram-se e os pais, como não os compraram,não sentem a responsabilidade de os preservar,nem tão pouco de os mandar arranjar. Esta é a verdade.
Duvidam? Então venham às escolas e investiguem às escondidas do governo.
Certamente que irão ficar surpreendidos com a percentagem do estudo..
Setembro 26, 2010 at 1:34 pm
Mas ninguém viu o macaco? Quanto a supositórios os mesmos pelo Largo do rato têm o tamanho de maçarocas de milho verde!
Vou almoçar e aproveitar o sol..Carpe supositorium…!
Setembro 26, 2010 at 1:44 pm
#77,
Eh! Eh! O meu não fica com virus mas eu fico com vómitos
Setembro 26, 2010 at 1:54 pm
#70,
Tudo estragado a partir daqui……Lol…Lol….
Setembro 26, 2010 at 2:05 pm
Declaração de interesses: uso o Magalhães todas as manhãs para fazer torradas (o meu mordomo chama-se assim).
Quanto a estudos tenho a declarar que se esta situação está a chegar onde está ela é culpa dos técnicos que assinam tudo o que os chefes querem ouvir. Bastou ao conhecimento arvorar-se em ciência e à ciência erigir-se em religião para que tudo se tornasse imoral.
Setembro 26, 2010 at 2:12 pm
“isso é culpa” soa melhor
Setembro 26, 2010 at 2:20 pm
Venho retractar-me.
Estive a dar uma vista de olhos ao estudo e tenho de dar a mão à palmatória:
1ª fustigação
O nº de respostas é significativo mas…o inquérito foi feito on line.
É a mesma coisa que procurar saber a frequência de uso do telefone pelos portugueses…fazendo inquéritos por telefone
Os professores que não usam computador e os mais arredios de internet etc. (e há muitos) pura e simplesmente não responderam. A amostra foi recolhida entre pessoas que, naturalmente, já usam computador na sua vida.
O acima exposto retira qualquer possibilidade de estender os resultados das respostas a “os professores”.
2ª fustigação
Supus que a pergunta sobre frequência de utilização fosse algo como :
A- todos os dias da semana
B- uma vez por semana
c- Uma vez por cada duas semana
D- Uma vez por mês
E- Não uso
F-Não sabe/não responde
Vejo no relatório que foi algo bastante diferente.
Todos os dias-8
Quatro dias por semana-4
Três dias por semana-14
Dois dias por semana-24
Um dia por semana-49
NS/NR-2
Total-100
Quem utiliza outras frequências, por exemplo -um dia por cada duas semanas – que respondeu? Não sabe/Nr ou foi para o mais próximo-uma por semana ?
De qualquer forma, 50% usa dois dias por semana ou mais, ao contrário do que eu escrevi.
Repito que são 50% dos que responderam e que estes já são os com mais apetência pelo uso do computador.
O estudo está enviesado, sim.
Uma outra coisa, as formas de utilização do Magalhães nada nos dizem sobre se está a ser bem usado ou não. Se a sua introdução era destinada a que se aprendesse a mexer num computador, 93% é bom. Se se queria utilizá-lo como ferramenta de ensino, perguntas como
Navegar e pesquisar na Internet-78
Ler-71
Realizar apresentações-64
Ouvir música / visualizar vídeos-60
Aceder à biblioteca de livros digitais-59
Desenhar-47
Jogar-40
parecem-me demasiadamente vagas para se poder concluir algo sobre o seu uso como ferramenta.
Note-se que eu sou um apoiante do uso do computador.
Setembro 26, 2010 at 2:36 pm
A Microsoft lembrou que a EB1 de Várzea de Abrunhais fazia parte do marketing da empresa e que o material fora emprestado, não vendo qualquer problema no encerramento da escola.
Este ano, foram publicitar para outros lados.
Não sei se tem de haver ética na coisa.
Setembro 26, 2010 at 2:50 pm
LOLOL. Eu nunca vi um magalhães.
Digam-me uma coisa: os quadros e o giz são coisas reaccionárias, fascistas, neoliberais??
Na minha escola, começaram a ser substituídos por quadros brancos ( não são os hiperactivos) com canetas.
Não posso com aquilo. As canetas estão sempre a ficar sem tinta e tenho que ir buscar mais, a meio da aula.
Gosto tanto de escrever com giz, os miúdos tb gostam tanto de ir ao quadro escrever com giz. É mais barato. Não avaria.
Há coisas que não consigo entender.
Falaram-me das alergias ao pó. Será que a ASAE proibe o uso do giz??
Mas sempre houve, nunca vi ninguém com grandes alergias, e sempre conheci colegas que usavam uns envólucros para não lhe tocarem…
Setembro 26, 2010 at 5:08 pm
Não sou do 1º Ciclo. contactei com alguns Magalhães de familiares próximos. Diga-se que aquilo está quase sempre estragado. Sou a favor do uso do computador, não no 1º ciclo, ou nos dois primeiros anos do 1º ciclo. Inicialmente, os meninos devem desenvolver-se em termos motores: escrever muito para dominar o lápis, pintar, desenvolver a criatividade. O computador é apenas um meio que deve ser usado, em todas as fases da vida, com conta, peso e medida.Tudo isto está mais do que provado.
Setembro 26, 2010 at 6:43 pm
Um filósofo atreveu-se a dizer uma barbaridade destas:
” A responsabilidade de um político é resistir ao deslumbramento tecnológico. Até porque atrás dele vêm milhões de interesses privados. A introdução de computadores pessoais aos seis anos carece de uma justificação pedagógica.”
Não devemos duvidar da bondade de medidas tomadas por José Sócrates.
Ele, que é tão corajoso e até se afirmou socialista, entre os americanos, é o único capaz de governar um país ingovernável.
E não é verdade o que para aí disseram, que aqui ninguém gosta dele.
As mulhres gostam porque ele é bonito; os homens gostam porque se identificam com ele;
os gays gostam porque sim e, ainda por cima lhe estão agradecidos; os avençados, os do serviço de informações e os informadores do PS gostam por razões óbvias; os professores gostam porque ele é o seu patrão e nem lhes baixou o salário, como muitos sugeriam; PG gosta porque não há mais ninguém para gostar.
Eu gosto muito de JS (como a maioria dos eleitores) e estou-lhe muito agradecida.
Setembro 26, 2010 at 6:54 pm
Éste estudo é uma vergonha!
Só apresentaram os dados que podiam ser aproveitados para propaganda.
A outra parte do inquérito onde os professores podia mostrar a sua opinião não sofreu qualquer tratamento nem destaque!
Deviam exigir que mostrassem o inquérito todo!!!
Para que os computadores Magalhães da minha turma funcionem tenho que ser eu, o professor a contactar a epresa que presta a assistência! Amanhã vão lá buscar mais 2 à sala!! Estiveram 1 semana fechados no armário à espera da transportadora!!
Será que ninguém responsável sabe disto!!
Setembro 26, 2010 at 7:19 pm
#84,
Bom, afinal tinha mandado os outros ler mas não tinha lido…
O acima exposto retira qualquer possibilidade de estender os resultados das respostas a “os professores”.
Não necessariamente. Sobre o assunto podemos ver Anderson, T. & Kanuka, H. (2003). e-Research: Methods, strategies, and issues.Boston: Allyn and Bacon ou Cohen, L.; Manion, L. & Morrison, K. (2007). Research methods in education. Nova Iorque: Routledge.
O problema está que eu não confio num estudo apresentado desta maneira tão primária. Gostava de conhecer o inquérito, por exemplo, tal como gostava de saber muitas outras coisas para avaliar os resultados. mas isso seria pedir demais aos expertos do ME.
Citando Anderson e Kanuka: “(…) it is easier now to conduct shoddy research, to more quickly and broaly disseminate incorrect or misleading results, to more readilly exploit the trust of research subjects, to more easily plagiarize the work of others, and to rely on breadth rather than depth of coverage on most any scholarly topic.” (p. 12)
Quanto ao relatório em si, talvez os expertos devessem ler alguma literatura sobre como apresentar um relatório (isto devia ser uma coisa séria – OK, eu sei que seriedade não liga com ME, especialmente no que toca a estas coisas de estudos) e sobre formas de apresentar informação (assim de cabeça, Edward Tufte, The visual display of quantitative information; Stephen Few, Now you see it: Simple visualization techniques for quantitative analysis; Connie Malamed, Visual language for designers; Kim Baer, Information design workshop).
Setembro 26, 2010 at 7:26 pm
#89,
Depois de ler o seu comentário, repito o que já disse noutros comentários: gostava de ver o inquérito e isto é realmente um estudo da treta (o que é de esperar de um trabalho do ME).
Setembro 26, 2010 at 7:29 pm
Sou professora primaria (parece que está de volta esta terminologia
) no meu agrupamento há 12 escolas primárias, nenhuma delas tem internet wireless, em nenhuma sala de aulas há mais do que 3 ou 4 tomadas. Os alunos raramente traziam a bateria carregada, mas traziam a memória carregada de jogos que os seus pais lá tinham instalado. Quanto a uma utilização regular do magalhães estamos conversados. Sim, sou adepta da utilização das TIC e sim tentei várias vezes trabalhar com os alunos e o seu magalhães, não vou dizer que foi uma tarefa inglória porque todos eles aprenderam a pelo menos usar básicamente o word, a organizar uma pasta e a guardar os documentos produzidos (isto pq para ligar e jogar eles nem precisaram de qualquer explicação). Depois disso, desisti. Não tenho condições físicas na sala de aula, e o tempo que consumia com os problemas de funcionamento da maquineta era incomportável.
Setembro 26, 2010 at 8:19 pm
#90
Herr Macintosh
Eu referi-me à noticia, nem sabia que o relatório estava disponível.
Não necessariamente. Sobre o assunto podemos ver Anderson, T. & Kanuka, H. (2003). e-Research: Methods, strategies, and issues.Boston: Allyn and Bacon ou Cohen, L.; Manion, L. & Morrison, K. (2007). Research methods in education. Nova Iorque: Routledge.
Se o Macintosh diz que pode, terei de acreditar, no entanto parece-me inverosímil, ou, sendo possível, introduzir um grau de fiabilidade muito reduzido.
Confesso que fiquei curioso quando me disse que sim, que se podia estender. Nunca li esses autores, será possível o Macintosh, que os leu, explicar-me, á luz desses autores mas em Português e de forma resumida o porquê de dizer que se pode estender ao universo dos professores o inquérito feito on line.
Também confesso que o meu conhecimento de Inglês é quase nulo e os tradutores on line cometem muitas incorrecções, por isso peço-lhe que me diga o significado do excerto que publicou.
Eu hoje estou de aluno.
Setembro 26, 2010 at 10:26 pm
#93
Citando Anderson e Kanuka: “(…) it is easier now to conduct shoddy research, to more quickly and broaly disseminate incorrect or misleading results, to more readilly exploit the trust of research subjects, to more easily plagiarize the work of others, and to rely on breadth rather than depth of coverage on most any scholarly topic.” (p. 12)
Agora é mais fácil realizar pesquisa de qualidade inferior (às três pancadas), disseminar resultados incorrectos ou enganadores mais rapida e amplamente, explorar a confiança dos assuntos de pesquisa mais rapidamente, plagiar o trabalho de outrém mais rapidamente e confiar em quantidade em vez de profundidade de cobertura em qualquer
tópico académico.
Talvez esta expressão “to more readilly exploit the trust of research subjects,” não tenha sido correctamente traduzida mas eu também não tenho uma imensa formação em inglês.
Setembro 26, 2010 at 10:33 pm
Obrigado.
Concordo, é tudo menos confiável.
Agora só falta a parte de se poder aplicar ao conjunto dos professores.
Setembro 27, 2010 at 1:22 am
Confesso, já fiz testes com 1 magalhães: 1) o camião TIR do meu vizinho passou-lhe por cima e o coiso continuou a funcionar; 2) tentei escrever naquela lancheira e não consegui teclar o que quer que fosse de jeito; 3) na lancheira ela mesma tentei pôr o lanche da miúda mas não coube; 4) mandei-o à m**** e não me ligou pevide; 5) fiz actividades subaquáticas com a lancheira e a água ficou ignorantemente contaminada até hoje. Mas claro que espero replicar os testes para confirmar ou infirmar resultados. Tendências…