Via Blasfémias, o eterno segundo.
Agosto 2010
Agosto 29, 2010
“Travessia Do Tejo É Problema Para 100 Alunos”
Posted by Fafe under (In)Competência, (In)Sucesso, O Entendimento | Etiquetas: Socialismo |[24] Comments
Agosto 29, 2010
Já agora fica por aqui a metade de um outro post que escrevi há dias.
Ando ansioso ao ver, em termos pessoais, profissionais, políticos, gente a querer levar – seja de que maneira for – a água ao moinho que querem seu. E para isso têm diversas modalidades possíveis.
- Há os que conseguem contorcer-se dos modos mais divertidos, quase espetando o dedo grande do pé no próprio olho, tentando manter o equilíbrio ao mesmo tempo, quando quem olhar com atenção já percebeu que se esparramaram por completo. O que interessa é chegar ao moinho, mesmo que os baldes já estejam vazios desde meio do caminho para gáudio geral. Por vezes são compensados, outras vezes não. Sabem disso e ficam inseguros. E olham para o relógio, o calendário e os ciclos solares em desespero quando o moinho parece ficar cada vez mais longe.
- Outro género é o dos que fazem tudo por aparecer, mas mexendo-se e comprometendo-se o mínimo possível com qualquer ideia clara ou evitando agir seja de que forma for para evitar dissabores. Fazem parte daquela escola que conheci há 25 anos e carreirou na academia e na política sendo mero eco do patrono escolhido. Aparecer no local certo, à hora conveniente, com a boca em movimento apenas para a platitude que não desperte qualquer tipo de fricção. Querem levar a água, sem nada derramar pelo caminho. São os tais que se diz de águas profundas, mas que boiariam à primeira vez que lhes cortassem o fio que os liga ao cimento que têm na cabeça.
- Mas ainda há os esganiçados. Aqueles que barafustam muito por fazer-se notar, radicalizando ao extremo posições centrais, hiperbolizando a potência zero das suas convicções, as quais mudam conforme aquilo que adivinham estar a ser escrito nas estrelas ou chegar pela correia de transmissão. Na falta de levarem logo a sua água, desatam a gritar para abrir caminho para que os acima deles levem a sua para criar espaço. E assim se fazem notar. São os operacionais.
Agosto 29, 2010
Expressão Do Dia
Posted by Fafe under Diabetes, Ela Controla, Profecias | Etiquetas: Ambiente não gay |[10] Comments
Com Fafe Ninguém Fanfe
Agosto 29, 2010
Por Outras Paragens – 3
Posted by Paulo Guinote under Docentes, EUA, História, Sindicalismo1 Comment
Teacher Unions – OVERVIEW, INFLUENCE ON INSTRUCTION AND OTHER EDUCATIONAL PRACTICES
(…)
Dissemination of Information about Best Practice
Both national unions have made efforts to make useful information about educational practice available to their members. Both publish professional journals and specialized newsletters focused on particular segments of their membership as well as books and reports on dozens of topics. The AFT supports the Educational Research and Dissemination program that helps teachers apply research findings to their classroom practice. These efforts to influence their members’ actions have grown substantially and have become more prescriptive in the sense that explicit endorsement of particular strategies is now common. Both organizations, at the national level and in many states and districts, have elaborate websites that both provide information and allow members to engage in professional discussions. During elections and with respect to specific policies under consideration, teacher unions have sought to influence public opinion through press releases, media events, and political advertising. The effort to shape popular thinking about best practice transcends these overtly political actions. Teacher unions buy space in leading newspapers, support cable and public television programming that draws attention to the importance of good teaching, and form partnerships with other educational organizations to disseminate and advocate for research-based practices.
(…)
Agosto 29, 2010
Por Outras Paragens – 2
Posted by Paulo Guinote under Docentes, Inglaterra, Revistas, Sindicalismo1 Comment
Agosto 29, 2010
American Teacher – September 2010
Teachers will not be browbeaten, ridiculed, and elbowed out of the policy arena—not when it comes to something as important as building and keeping excellence in their profession. That unmistakable message came through loudly and clearly on the floor of the Washington State Convention Center when delegates to the 81st AFT national convention rallied behind one of the union’s most important policy statements in recent years, one that takes direct aim at the escalating war of words over the so-called teacher quality issue.
When it comes to this battle, convention delegates were having none of it. They opted instead for something more valuable to children—and befitting of adults who put professionalism and school improvement over point-scoring and game-playing.
Agosto 29, 2010
A Velha Estratégia – 2
Posted by Paulo Guinote under A Vidinha, Chantagistas?, Os Vermes[20] Comments
Em período de férias numa qualquer região do país falava com um amigo meu (não frequentador do blogue) sobre a imprensa regional e as suas tendências.
Dizia-me ele que era toda controlada por dois partidos, ao que eu anotei uma excepção. A resposta dele foi algo notável: aquele tal jornal era aparentemente independente porque andava em busca de eventuais podres na vida pessoal e profissional de quem tinha responsabilidades executivas por aquelas paragens e, usando discretamente alusões a esses factos, conseguia favores e privilégios especiais como publicidade, acesso a informação privilegiada, etc, etc, contribuindo em troca com o apoio a essas personalidades a partir daí. E faz(ia) isso com vultos dos dois partidos dominantes a nível local e regional.
Este tipo de estratégia, entre a intimidação e a chantagem não são estranhos a alguns recantos da blogosfera, sempre que falha a outra aproximação mais suave, do estabelecimento de laços pessoais e quiçá mesmo de uma certa persuasão.
Em especial este ano lectivo, mas com raízes mais antigas, fui objecto deste tipo de abordagens, só que no meu caso anónimas e sem pedido de impossíveis contrapartidas financeiras, mas sim a tentativa do silêncio sobre certos temas, pelo menos com duas ou três origens. Em alguns casos a opção foi a mais trauliteira (olha que sabemos por onde andas e como te encontrar…), em outros foi mais melíflua (olha que foste visto aqui e ali, com este ou aquela, olha que é simples pormos um boato a circular, olha que te arriscas a ficar muito mal visto, eu se fosse a ti tinha cuidadinho com o que escreves…).Isto tudo à mistura com o vasculhar de informação sobre a minha vida profissional e pessoal.
O problema é que há pouco por onde pegar e mesmo se houvesse algo, não me parece que eu me fosse encolher por causa disso. Se não fiz, não há problema. Se fiz, então está feito, nada a obstar.
Daí uma certa tranquilidade na abordagem ao que foram objectivamente indícios de chantagem. Repito: sem uma origem única. Que se foram sucedendo. Por exemplo, em Novembro de 2009 e mais recentemente quase a acabar o ano lectivo. Daí, em alguns momentos, o desejo de soltar a franga. E não é que, sempre que o fazia, as coisas acalmavam como por milagre?
Porque há uma coisa comum à generalidade dos candidatos a chantagistas: são cobardes. Falam pelas costas, puxam pessoas de lado para dizer ah, sabes, ele afinal isto e aquilo. E fizeram-no em algumas escolas, que houve quem me contasse que havia quem, como quem não quer a coisa, insinuasse malfeitorias por divulgar sobre o meu passado profissional.
O que me custou em alguns casos? Que nas raras vezes em que falei disso, houvesse quem dissesse, pois meteste-te nessas coisas, agora aguenta-te, são os ossos do ofício, quase como se a culpa fosse minha. Que são os ossos do ofício, eu sei, e por isso mesmo raramente me estendi em conversas a este respeito, porque parecia que me queria vitimizar e tal.
Só que chateia, ora bem que chateia. E dói mais a incompreensão do que a agressão.
Com a agressão aguento-me eu bem, porque este tipo de vermes que rastejam na sombra, a menos que sejam obrigados a vir para a luz, recolhem-se quando enfrentados sem receio. Ou então aparecem muito, mas acobertados por uma série de filtros como se vivessem ainda no tempo do velho senhor e não fossem eles os herdeiros de uma mentalidade totalitária, desta ou daquela cor.
E, por enquanto, por aqui me fico, que vem aí um novo ano lectivo que é preciso ir já preparando e se há quem possa encarar as coisas com despreocupação, em virtude de terem quotidianos facilitados, eu tenho mesmo de trabalhar.
Agosto 29, 2010
A Velha Estratégia
Posted by Paulo Guinote under Intimidações, Tácticas, Umbiguismo, Vai-te Catar[139] Comments
Foi só eu começar a escrever de forma clara e aberta sobre o fracasso óbvio do que tem sido a luta dos docentes, em particular no que à estratégia sindical diz respeito, para os operacionais do costume aparecerem.
Neste post, a partir de certo ponto é possível perceber a táctica de provocação e tentativa de descrédito de um espaço pelo recurso à abjecção e obscenidade. Há comentadores que se desdobram para parecerem mais de um (abrax=julia, agora burro=partisan e carlosmarques=
) e sacam de um vocabulário que eu sei ser usual em certos ambientes, sendo que parte dele já me foi dirigido mesmo a alto nível.
Não sei bem se os sindicatos, ou algum em particular, teria a coragem de assumir a paternidade deste tipo de estratégia cobarde, efectivamente anónima, misógina, sexista e absolutamente antidemocrática, pois visa a intimidação pela calúnia e mesmo ameaça física (a criatura que se assina como carlosmarques já chegou a isso em relação a mim). Sei de forma segura que isto tem o compadrio de gente de 2ª linha e periférica de uma organização. Resta saber se os de 1ª linha se revêm nisto, embora eu saiba que em termos de linguagem não andam longe quando ficam em privado.
Agora de uma coisa podem estar certos: se a meio de Agosto, por outras razões, andava a pensar que rumo pode ter o Umbigo num contexto de desmobilização generalizada e que sentido faz, neste momento, graças ao insulto renovaram a minha vontade de por aqui permanecer. Querem bater-me de forma metafórica ou literal, é convosco. Mas não é isso que vai fazer com que eu cale as minhas opiniões. Acreditem que não são trolls de 5º escalão que mudarão seja o que for no que penso e como acho que o devo expressar. Que os agentes de algum sindicalismo doente tenham optado pelo insulto e palavrão contra argumentos, só revela o desespero de quem perdeu a credibilidade e se limita a combater pelos meios mais rascas aquilo que lhes desagrada. Eu sei bem como são os vossos métodos e sei até que ponto já os tentaram usar contra mim em alguns momentos e espaços, insinuando mesmo em algumas escolas que o meu passado não estaria isento de podres.
A chantagem de forma mais ou menos assumida também já foi tentada, tentando atingir-me não apenas em on e usando meios perfeitamente abjectos e recorrendo a pretextos absolutamente indecorosos, para mais sabendo-se que entre vós há telhados de um cristal tão cristalino que até dói.
Só que como eu não tenho nada a ganhar ou a perder directamente com isto, podem continuar. Não ameaço ninguém com tribunais ou judiciárias. Resta-me ir descobrindo quem são e vê-los a baixar os olhos quando, em raras ocasiões, se cruzam comigo. Porque são cobardes e ontem a cobardia revestiu-se de um ataque pessoal a comentadoras, com acusações de tipo sexual e pseudo-moral quando sabemos, ah como sabemos, a podridão que vai por esses vossos meandros.
Acalmem-se, para a semana poderão conviver. Fumem os vossos charritos anuais, enfrasquem-se como é da tradição e arrotem entre amigos, porque aqui não levam a água ao vosso moinho de maneira nenhuma.
Adenda: Sem grande esforço, encontrei o sinal de partida para aqueles comentários. Basta depois relacionar horas, entradas e saídas e navegações anónimas. O espaço é obviamente o blogue do Santos, aquele que quando precisa de materiais para a tese me envia mails corteses a pedir sopinhas, mas em on é uma fera.
Agosto 29, 2010
- A orçamental já ontem Cavaco Silva desarmadilhou.
- A da revisão constitucional nem a será, porque dentro do PSD há que decidir se querem Pedro ou Paulo e Paulo não ganha eleições.
- A das ruas está defunta e enterrada pelos próximos tempos, mesmo que existam manifestações e greves, porque assim é do interesse dos que preferem assim do que outra coisa.
- A dos costumes e do carácter é que é capaz de se manter porque ele(a)s se conhecem a todo(a)s.
Agosto 29, 2010
O Debate Que Interessava… Antes De…
Posted by Paulo Guinote under Megalomanias, Portugal Profundo, Rede Escolar[10] Comments
Uma escola que fecha mata uma aldeia ou acelera o inevitável?
Especialistas em Geografia Humana dizem que vai haver vazios cada vez maiores no território. Autarcas divergem nas estratégias de combate à desertificação.
“Fecham tudo na aldeia e nós vamos embora”
Uma das principais preocupações da população é a desertificação das aldeias. “Façam lá um lar para os velhos!”, exclama Maria Oliveira, 59 anos, sobre a escola do 1º Ciclo de Silveirinha Pequena, em Pombal, uma das nove do concelho que não reabrem em Setembro.
Agosto 29, 2010
Agosto 28, 2010
Streetlight Manifest, Would You Be Impressed?
Agosto 28, 2010
Expressão Do Dia
Posted by Fafe under Cavalgando as Ondas, Coreografia, Sindicalismo | Etiquetas: Vai Chover. Vai Tu. |[27] Comments
Johnny Bigóide
Agosto 28, 2010
Discutem-se Amendoins Quando…
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Coreografia, Docentes, Negociações, Ponto da Situação[49] Comments
Os próximos tempos serão, na área do sindicalismo docente e da luta-pá-da-luta, dominados por uma coreografia irrelevante em torno da operacionalização da avaliação do desempenho docente.
Fenprof e FNE parecem muitos preocupadas com os efeitos da ADD no quotidiano das escolas. Ó meus amigos, essa já tem barbas velhas e cansadas. O que isso já foi mais do que discutido. Agora, depois de tudo arrumado e acordado, é que aparecem a fazer grande alarido para fazer prova de vida? Deixem-se de coisas ou então expliquem-nos, em especial no caso da Fenprof, estas declarações públicas (recordemos que então se afirmou que «todas as preocupações foram respondidas positivamente») e as escassas questões presentes em acta negocial, tudo de dia 9 de Abril deste ano.
Portanto, ou o ME faltou ao prometido e é bom que isso se perceba, ou não faltou e limitem-se a discutir as vírgulas do documento e não venha clamar contra os «efeitos negativos da avaliaçlão dos docentes» (já notaram que nas notícias predomina a foto do dia dos sorrisos?) porque esses já sabemos que existem e se uns são o que se ficou a perceber, há outros que é bom que sejam mesmo negativos, para ver se certas assombrações deixam de pairar por aí.
Tão ou mais importante: não há nada a dizer sobre a avaliação dos docentes sem componente lectiva? Sobre isso, não há perturbações, constrangimentos, efeitos negativos?
Será demasiado incómodo perguntar em que moldes será feita a avaliação dos dirigentes sindicais que não prestam serviço lectivo e como, por exemplo, é avaliada a sua assiduidade, que é o critério de exclusão da classificação ditas de mérito para os zecos?
Será que estamos em condições para discutir estas coisas abertamente ou há anátemas e temos por aí os operacionais do costume a gritar que é antisindicalismo, questionar as soluções usadas para negociar em nome de todos como se fossem as únicas aceitáveis?
Neste momento já todos sabemos que o ME não tem qualquer autonomia para negociar seja o que for de relevante, sem ser com autorização da equipa das Finanças. Limita-se a discutir a forma da casca dos amendoins. Ao que parece há quem se sinta feliz com o facto de, para além disso, discutir se é melhor descascar os amendoins da frente para trás ou de trás para a frente.
Sejamos claros como a neve (que a água é transparente mas só às vezes): a questão da ADD está, para os próximos tempos, encerrada e o prego mais firme no caixão foi a introdução das classificações na graduação profissional do concurso deste ano (não só para contratados, recordemos os destacamentos…). Essa batalha foi completamente perdida apesar das promessas variadas em contrário após o acordo. Que queiram disfarçar e encobrir isso, eu percebo. Agora é nossa (de quem não tem lugares a perder na mesa das negociações, nem se quer arrogar do monopólio da representação) missão manter os olhos abertos e dizer sem margem para dúvidas o que é verdade e a verdade é que isto não passa de coreografia negocial sobre questões praticamente irrelevantes.
O ME e alguns sindicatos parecem contentes em dar a entender que ainda têm poder e capacidade para decidir alguma coisa de relevante nestas matérias.
Pura e simplesmente não é verdade.
Agosto 28, 2010
Agosto 28, 2010
Ficam aqui as 74 páginas em Word, contendo a respectiva e útil republicação: Estatuto do Aluno2010.
Está calor, nem pensem que eu vou comentar isto antes da temperatura ambiente descer para os vintes e poucos graus.
Agosto 28, 2010
Agosto 28, 2010
Historic schools
(…)
Many listed schools from every period have been adapted and modernised as educational needs have changed. Recent schemes for listed 20th-century schools, such as Richmond school in Yorkshire and Haggerston school in London, have delivered sensitive and effective refurbishment at a fraction of the cost of a new building, and this would be possible at the Barclay school too. Listing is there to flag up buildings of national special interest, not stand in the way of progress.
Agosto 28, 2010
Barnardo’s criticises ‘unfair’ state school system
Children’s charity says privileged children are monopolising top state places and poorer families are losing out in a complex and unfair system.
Impenetrable “clusters of privilege” are forming around the best state schools, Barnardo’s, Britain’s biggest children’s charity, warns today. Poorer families are losing out to better-off neighbours who move house or attend church to get a better education.
Unfair admissions practices result in schools with skewed intakes that do not reflect their neighbourhoods, Barnardo’s says, citing research that indicates the top secondary schools in England take on average just 5% of pupils entitled to free school meals.
Schools should be encouraged to admit pupils in “bands” based on their academic ability in order to increase the social mix, the charity recommends.
Government plans to expand the number of academies and create parent-led “free schools”, which will control their own admissions, risk widening the gap.
Martin Narey, Barnardo’s chief executive, said: “Secondary school admissions fail to ensure a level playing field for all children. Instead we are seeing impenetrable clusters of privilege forming around the most popular schools.
“Allowing such practice to persist – and almost certainly expand as increasing numbers of schools take control of their own admissions – will only sustain the achievement gap in education and undermine the prospects of the most disadvantaged and vulnerable children.”
Agosto 28, 2010
Quem Decidiu? Quem Recebeu? Onde Está?
Posted by Paulo Guinote under Despedimento com Justa Causa, Economia, Prestação de Contas[6] Comments
Na primeira página do Expresso-Economia de hoje, vem a notícia de que esta empresa recebeu já este ano quase um milhão de euros através do IAPMEI, para falir dois meses depois.
Acrescente-se que em Abril de 2008 houve novas instalações inauguradas. Mas se for feita uma investigação muito básica encontram-se outros dados curiosos.
Em 2009 foram entregues pelo IAPMEI 1,725 milhões de euros à Facontrofa que também faliu pouco tempo depois e 5 milhões à Alberto Martins de Mesquita e Filhos, que teve o mesmo destino.
Ninguém tem responsabilidades em nada?





















