Amanhã é dia de ler esta bela coisa. A aliança entre o discurso fofinho (mas então para quê metas de aprendizagem se todos devem passar?) com a lógica economicista dos custos das retenções.
Julho 30, 2010
O Resultado Da Aliança Economo-Eduquesa
Posted by Paulo Guinote under O Caos à Esquina[106] Comments

Julho 31, 2010 at 12:07 am
E faz muito bem, toda a gente sabe que o 82 é venenoso.
Julho 31, 2010 at 12:08 am
#1,
Esta até a mim escapa…
Julho 31, 2010 at 12:10 am
Transformou-se tudo numa anedota de tão mau gosto que já não é possível levar nada disto a sério.
Julho 31, 2010 at 12:10 am
Pb, elemento 82, Tabela Periódica.
Por outro lado, sempre há a alquimia dourada.
Julho 31, 2010 at 12:12 am
E ri-se.
Tamanha desfaçatez já não se aguenta.
Julho 31, 2010 at 12:12 am
ate a mim escapa! que eu sou mais inteligente que toda a gente por isso se me escapa mais ninguem apanha
Julho 31, 2010 at 12:13 am
Plumbum neles, sempre quis dizer isto.
Julho 31, 2010 at 12:13 am
O que é que ela percebe de Educação para vir falar das retenções?
Vão mas é gozar com outro!
Julho 31, 2010 at 12:14 am
E se ela quer acabar com os chumbos que fale com o Ministro da Agricultura. Que eu saiba é a ele que ela tem que pedir explicações sobre a época da caça.
Julho 31, 2010 at 12:14 am
Isabel Alçada?!
Mas quem é ela?
Julho 31, 2010 at 12:14 am
Só chumba no 12º por falta de metas. Aí podem ser identificadas todas no processo do aluno, ok?
Julho 31, 2010 at 12:15 am
Já me lembrei, é aquela dos livros de ficção!
Julho 31, 2010 at 12:15 am
#10
Não sei, não há em Portugal nenhuma ministra com esse nome.
Valha-nos Deus. Ministra da Educação no Expresso com nome fictício!!
Julho 31, 2010 at 12:16 am
Abraracourcix…
Não que toda a gente. Apenas do que os resquícios das brigadas reumáticas do brejnev…
É porque eu percebo o Fafe por sinais de fumo, lá das Areeiras.
Também sou um “fascista de merd@” como vocelência, democrata encartado, lhe chamou num acesso de evidente tolerância para com todos aqueles que não estão nos 8-9% de puros (entre os que votam, claro).
Julho 31, 2010 at 12:16 am
#12
Não, agora passou para a ficção dos livros.
Julho 31, 2010 at 12:16 am
#4,
Sou das Letras…
Julho 31, 2010 at 12:17 am
#11,
Mandei mail com contactos…
Julho 31, 2010 at 12:18 am
Gente, isto mete nojo!
Porque é que não dizem de uma vez por todas ao país que querem que toda a gente passe para a estatística ficar bonita?!
Julho 31, 2010 at 12:19 am
#16
Isso não é desculpa, a “escola do conhecimento” e coiso…, multi-origamis,…
Julho 31, 2010 at 12:20 am
Acabem com a escola, é mais fácil para todos.
Julho 31, 2010 at 12:20 am
então o que é que achas do Alegre e daquela malta de Argel, Guinote? tambem achas que foram uns desertores traidores delatores e cobardes como o outro fascista? ou é apenas ter um sabujo a mao para lançar o veneno, que tu pairas acima disto tudo e ate te dispensas de dar opiniao?
Julho 31, 2010 at 12:20 am
Boa noite Vietname!
Julho 31, 2010 at 12:21 am
E o Guinote tem razão. Se é para toda a gente passar, para que servem as metas de aprendizagem??
Vão mas é gozar com outros!!!
Julho 31, 2010 at 12:22 am
#21
Camarada não dê cabo de uma personagem tão porreira dos livros do Astérix.
Olhe que o PREC já lá vai!
Julho 31, 2010 at 12:24 am
#22
Acho que a escritora de livros para crianças é o Coronel Kurtz cá da zona
Julho 31, 2010 at 12:25 am
Nunca mais na vida darei uma negativa. Claro que depois farão as aferidas, e lá se irá o meu estatuto de professor de sucesso.
Julho 31, 2010 at 12:26 am
As metas são necessárias para que todos os alunos tenham sucesso. E depois há a questão de que é necessário criar grupos de trabalho, grupos de missão, comissões de acompanhamento, comissões de acompanhamento para acompanhar as comissões de acompanhamento, comissões de planeamento, comissões de acompanhamento de grupos de trabalho de planeamento dos grupos de missão, grupos de trabalho de acompanhamento do planeamento dos grupos de trabalho que planificam o acompanhamento dos grupos de missão, grupos de trabalho de criação dos grupos de trabalho para a criação dos grupos de trabalho que acompanham o planeamento dos grupos de acompanhamento dos grupos de trabalho…
Para além disso, é sempre fofinho sorrir e dizer que as crianças ficam traumatizadas se chumbarem (deve ser por isso que se devem criar estes grupos de trabalho – os seus membros sentem-se traumatizados por não terem passado automaticamente). Se houvessem olimpíadas do disparate, este governo era candidato à medalha de ouro em todas as modalidades (nalguns casos ganharia também a de prata e a de bronze, noutros seria necessário criar uma nova medalha – a de platina iridiada ou a de titânio).
Julho 31, 2010 at 12:27 am
Não fosse o plumbum ainda não tinha percebido, o que não vale saber francês. Piada fina
Julho 31, 2010 at 12:27 am
Acabar com as raposas… Que bom!
Parabéns à IV.
Julho 31, 2010 at 12:28 am
Eu adoro coleccionar entrevistas da sra. sorriso pasta medicinal couto enquanto vos papo…
O cromo do abrax chamou fascista de merd* ao Fafe?
Estes pseudo comunas realmente não se enxergam…
Olha ó abrax faz lá amor com a sra:
http://livresco.wordpress.com/2010/05/04/as-fotografias-dizem-muito-entrevista-ao-dn-de-27-de-abril-de-2009/
Julho 31, 2010 at 12:29 am
A escola para começar a 8 de Setembro, não há retenções, mas há metas e outras papeladas mais que ainda hão-de inventar.
Preparar aulas, o que é isso?
O professor vai tornar-se num entretainer de crianças que aprendem no computador e passa o resto do tempo a fazer e preencher papelada que, no fundo, de nada serve, porque o resultado é à partida igual para todos.
Voilá! Viva a Educação!
Se alguém se baldar à escola, tem sempre exames para passar do 8º para o 10º e depois há sempre as NO, que deixam todos rejubilantes.
E daqui a 10 anos Portugal está na miséria com a mentalidade que se propagou entretanto.
Julho 31, 2010 at 12:30 am
#30 sse preferires e se concordares chamolhe antes comunista de agua de rosas
Julho 31, 2010 at 12:30 am
Já agora, o debate alargado do ME deverá ser entre um expert e ele próprio num sinal de grande abertura e significado filosófico.
Já não tenho pachorra para ouvir/ler esta gente.
Julho 31, 2010 at 12:31 am
Esta é dedicada ao abrax:
Boa consciência
Manuel António Pina
O silêncio é o modo como o chamado “multiculturalismo” resolve os impasses morais a que o conduz o seu relativismo. Ou muito me engano ou nenhum dos partidos que, em Portugal, fazem bandeira política da igualdade e dignidade das mulheres (e dos direitos humanos em geral) se manifestou ainda sobre a condenação, no Irão, à morte por apedrejamento de Sakineh Ashtiani, de 43 anos, acusada de alegado adultério.
“Adultério”, em regimes islâmicos como o do Irão, é qualquer relação sexual fora do casamento, abrangendo não só pessoas casadas como viúvas ou divorciadas e homossexuais. Até ser-se vítima de violação é “adultério”.
Em 2008, na Somália, Asha Ibrahim, de 13 anos, foi levada para um estádio e ali publicamente apedrejada até à morte pelo “crime” de ter sido violada. Para prolongar a agonia e sofrimento dos condenados, o art.º 104.º do Código Penal iraniano manda que as pedras “não podem ser tão grandes que matem imediatamente, nem tão pequenas que não possam ser classificadas de pedras”. Nada disto incomoda a boa consciência “multicultural”. O que a incomoda é a proibição da “burka” em França.
http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=1630247&opiniao=Manuel%20Ant%F3nio%20Pina
Julho 31, 2010 at 12:32 am
Julho 31, 2010 at 12:33 am
Mas sempre com um sorriso de orelha a orelha.
Julho 31, 2010 at 12:34 am
Tivemos uma socióloga que tinha muita dificuldade em entender a sociedade e agora temos uma ex-professora que vive num mundo de ficção e ignorância (bom, a senhora anterior também era ignorante nestas coisas da educação). Mas dizer a esta gente para ler uma coisas seria um esforço inglório da nossa parte.
Julho 31, 2010 at 12:35 am
Para terminar, já repararam que ela está a papaguear o que MLR falou?
Exactamente pelas mesmas palavras.
Julho 31, 2010 at 12:35 am
para que fique bem claro é esta lambisgoia e mais o cara de pau socretino que se esconde por detras dela que temos de combater. as minhas divergencias com os colegas sao porque alguns preferem ver nos sindicatos os inimigos da classe. sou directo e as vezes pouco educado é um facto mas que fique claro: no que escrevo, nao represento ninguém a nao ser a mim proprio
Julho 31, 2010 at 12:35 am
#35
O que vale é que o Tridente já está a chegar!!!!!!!!!!!
Julho 31, 2010 at 12:35 am
#32:
Mas vocês em vez de andarem entretidos com a máfia socratina andam entretidos a chatear quem realmente fez alguma coisa pela defesa da Educação estes anos todos?
Cuidado com a porosidade – chega-se a muito lado assim (Lamento abrax o Fafe entende esta mas tu não…eu sei…é chato)
Assinado:
Livresco O Vermelho
Viva o Benfica!!!!!!!!!!!!!!!!1
Julho 31, 2010 at 12:36 am
#35,
o país tornou-se num enorme Tollan
Julho 31, 2010 at 12:37 am
#39
Assim já assistes ao banquete final… ainda não sei é se é ao lado do bardo
Julho 31, 2010 at 12:37 am
#37
A ficção tem por título “Uma aventura no Ministério da Educação”.
Julho 31, 2010 at 12:38 am
#39:
Então apontem as baterias para a máfia socratina porra!
Porra! Será que não entenderam o que são as bases?
Julho 31, 2010 at 12:42 am
E não se esqueçam:
http://doportugalprofundo.blogspot.com/
Julho 31, 2010 at 12:45 am
#41 tambem te digo que esse fafe, a personificaçao da mediocridade que voces endeusam a mim lembra-me um certo militar de antes do 25Abril a quem chamavam o meia-nau. eu sei que e chato dizer isto, alguns nao vao entender…
Julho 31, 2010 at 12:48 am
#47: abrax aqui ninguém endeusa ninguém – não há maneira de entenderem isso?
Julho 31, 2010 at 12:48 am
Até amanhã
Assinado:
Livresco O Comuna
Julho 31, 2010 at 12:50 am
Com uma costeleta anglosaxónica – ai o quanto aprecio a “aplicação da Lei” nos States e no UK…enquanto cá…
Julho 31, 2010 at 12:51 am
#21
Só aqui venho plantar árvores. Ou semeá-las, que é outro processo. Umas vão para o campo, outras mantenho-as engarrafadas – muito a sério.
Num caso ou no outro, o cuidado está em não estragar o que está ou virá a ser.
Não conheço idiota que compreenda isso, nem tenho fé que se conheça.
Em tempo, o que escrevo é responsabilidade minha, como sempre será e foi.
Julho 31, 2010 at 12:51 am
Já agora:
A Estátua da Liberdade foi paga pelos donativos dos pobres…
Julho 31, 2010 at 12:57 am
#47
Isso comigo não funciona, já teve a sua piada.
Julho 31, 2010 at 12:59 am
Mas que novidade… que é para todos passarem já se percebeu… o “como” vai ser quando sairem as metas de aprendizagem!
A escola vai ser uma especie de noções de cultura geral para todos…
Cá para mim os apoios, as aulas de recuperação, os reforços no estudo devem ser para os alunos com capacidade de aprender mais! Numa turma os profs pescam os 8 melhores (1/3 da turma)e como em geral esses querem aprender e são interessados ensinam-nos a sério, fora dos 2/3 dos desinteressados, perturbadores, etc, e puxam por eles para os projectar para além do 12º!
É única hipótese! Preparar os bons e amparar os outros e como não vale a pena apertar com eles deixá-los na ilusão de que sabem…
São as filosofias da poupança!
São os projectos Fénix; turma mais, etc… separam os bons dos fracos e depois há sucesso…
Julho 31, 2010 at 12:59 am
Paulo,
infelizmente o populismo educativo (na versão “Crato-eduquês”) trunca qualquer tentativa de discutir este tema das retenções.
Ainda assim, arrisco* a deixar um excerto de um texto de MLR, que bem podia ser um óptimo ponto de partida para uma discussão séria sovre este assunto:
“O tópico do insucesso escolar enfrenta, na política educativa, dificuldades relacionadas com a percepção pública da repetência e do chumbo. A ideia, muito divulgada – no interior da comunidade educativa e fora dela -, de que chumbar faz bem ao “carácter” das crianças e dos jovens, tem sido impeditiva do desenvolvimento de uma atitude mais exigente para com os resultados escolares dos alunos. Esta visão esquece que a alternativa à repetência e ao “chumbo” não é passar sem saber. Pelo contrário, a alternativa é exigir tempo de trabalho e de estudo para que os alunos aprendam o que não sabem, a alternativa é a diversificação dos métodos pedagógicos de ensino; a alternativa é exigir bons resultados escolares. É necessário que o objectivo da melhoria dos resultados escolares entre na agenda e nas preocupações de todas as escolas e do trabalho dos professores. Trata-se de garantir não apenas o ensino para todos, mas também a qualidade das aprendizagens de todos.” (pág. 182)
*Este arriscar é irónico, pois estou certo que os doutos especialistas que por aqui passam há muito que têm a sua ideia fundamentada e formada.
Julho 31, 2010 at 1:03 am
#55 A alternativa foi enviar MLR para a FLAD!
Julho 31, 2010 at 1:05 am
Um raio venha e me fecunde se percebo este blog!
Pergunto (inocentemente): não será este blog um espaço (virtual, é certo), para dabatermos/trocarmos opiniões?
A maioria das vezes dou por empo perdido, aquele que aqui perco, honestamente.
Por vezes leio troca de galhardetes outras, troca de insultos outras, vaidades outras… enfim…
Julho 31, 2010 at 1:07 am
Quer-se-dizer nós agora não servimos para nada, só para aqueles relatórios de uma imprescindibilidade inegável tipo PCT.
Julho 31, 2010 at 1:08 am
Porque assim que os miúdos souberem que não reprovam vai ser um forró!
Julho 31, 2010 at 1:12 am
#57
Vieste ao sítio certo para a colocação da questão. Mas este “blog” tem muito de vida, assim em género coperniano.
Julho 31, 2010 at 1:14 am
Foi para poupar nas sílabas aquilo da meta coperniana.
Julho 31, 2010 at 1:14 am
“Não deixem nada por dizer
Não deixem nada por fazer”
Mãos à obra PROFESSORES!
Julho 31, 2010 at 1:14 am
… o centro disto tudo e tal.
Julho 31, 2010 at 1:15 am
O que vale neste país à Educação é que não faltam grupos de trabalho para tudo! Depois emitem-se uns pareceres, analisam-se os pareceres, elaboram-se as recomendações e depois chega-se à conclusão que o melhor é acabar com chumbos!
Felizmente que há quem tenha discernimento neste país!
Só não percebo para que servem os estudos, os relatórios, as aplicações on-line nas dre para avaliar: planos de recuperação, acom panhamento,; as ACND; As PLNM, as Provas de Aferição por item (ainda nao percebi porque é que as dre não acedem à MISI para ver os resultados!) Raios tanto mapa!
Julho 31, 2010 at 1:22 am
Eu prefiro respostas curriculares diferentes aos chumbos, como é óbvio. O problema é que os socialistas defendem um currículo, uma escola única, tudo igual, uma salsada que não tem paralelo nos sistemas educativos mais eficazes. Com um sistema educativo assim organizado e com estas paranóias não passamos da mediania.
Julho 31, 2010 at 1:22 am
55 #
Ui, verborreia lurdesca.
Julho 31, 2010 at 1:23 am
Deixem -nos ficar em casa, poupam no transporte, e enviem-lhe o diploma.
Porreiro mesmo!..
Julho 31, 2010 at 1:31 am
Essa setora deu aulas na Fernando Pessoa 2/3 anos.Mai nada. Depois Boston… depois casou com a Gulbenkian e agora anda a publicitar implantes dentários.
Julho 31, 2010 at 1:40 am
Alô cambada. Este gajo também vai morrer em breve, como o outro que era artista.
http://www.muitamusica.com.br/34609-fausto-bordalo-dias/806528-a-ilha/letra/
Julho 31, 2010 at 2:02 am
Comentário 70
Olhamos tudo em silêncio na linha da praia
De olhos na noite suspensos do céu que desmaia;
Julho 31, 2010 at 2:12 am
65,
De acordo.
Mas na maioria dos C Profissionais já não há chumbos tal como nos CAs ou Cefs.
Tem a ver com as boas práticas e as boas aprendizagens? É isso que realmente gostava de saber como mãe, professora e cidadã.
E porque não projectar esta ideia no ensino universitário onde há tanto abandono e insucesso?
Julho 31, 2010 at 2:47 am
Tudo isto até parece aquela rábula à “Marcelo”…Pode-se fazer mas… é proibido!
Haver metas há mas… não se chumba!
Será que são metas feitas por medida?
Devem ser à medida de cada um. A alta costura na Educação…
E fica definitivamente aberto o fosso entre ricos e pobres. Num futuro demasiado próximo não haverá ascensão cultural entre gerações! E quem o faz melhor que ninguém? Um partido dito de socialista…
Medidas destas só se compreenderiam numa sociedade que valorizasse e se empenhasse no processo de educação e aprendizagem dos seus jovens e crianças!
Julho 31, 2010 at 3:51 am
Vamos a isso, pá.
Mas quando estiver tudo f*****, recordem os nomes que promnoveram tudo isto.
Julho 31, 2010 at 7:02 am
Por falar em chumbos, por falar em Cef’s, hoje, tive um telefonema do meu subdirector, que estava à beira de um ataque de nervos por causa de um despacho enviado pela DRE que aguarda publicação e que vai mexer num artigo do 453/2004. Pois… Os professores deixam de ter os dois tempos para reuniões semanais, passam apenas a reunirem-se periodicamente (coisa vaga, né?), o director de curso deixa de ter aquelas horas para apenas acumular com o cargo de director de turma com os habituais dois tempos equiparados a lectivos e, pelo menos, um tempo da componente não lectiva. Se houver vários cursos da mesma tipologia e o total de alunos perfizer 25, juntam-se as turmas na componente comum… Quer isto dizer que, a escassos dias do fim do prazo do preenchimento da plataforma da dgrhe para indicação da componente lectiva, e com os colegas já em férias, há que refazer a distribuição de serviço e rezar para que não haja horários zero… Nem imaginam as horas que este despacho vai por fora… E já imaginaram o que é dar aulas a uma turma de CEF de 25 alunos??? Tudo feito na calada… Mail da DRE recebido na sexta-feira às 17.20… É ou não má fé? É por isso que não gosto do sorriso da ministra, prefiro o da Mona Lisa… Ah, já agora, sabem quem também assina o despacho? o Valtinho!!! O Lemos para os amigos…
Julho 31, 2010 at 7:28 am
Lógico.
Já se sabia. A “torneira” dos CEF fechou. A das NO, idem. Mandaram fechar turmas EFA na minha escola e juntar turmas na componente Sociocultural.
Boas férias. Em Setembro é que vão ser elas.
Julho 31, 2010 at 7:31 am
[...] “Ó pá, sou tão gira!” ou O Resultado Da Aliança Economo-Eduquesa (via A Educação do meu Umbigo) Amanhã é dia de ler esta bela coisa. A aliança entre o discurso fofinho (mas então para quê metas de aprendizagem se todos devem passar?) com a lógica economicista dos custos das retenções. … Read More [...]
Julho 31, 2010 at 9:05 am
#55,
Já pensou usar como ponto de partida algo diferente de um texto de gabinete de comunicação?
Já pensou, por um escasso momento, que é o seu seguidismo que é uma péssima forma de debater?
Julho 31, 2010 at 9:44 am
#77
Esqueça quem escreve e concentre-se nos argumentos:
1. A defesa da não repetência não é equivalente à defesa do facilitismo e do “passar sem saber”.
2. A repetência por si só não resolve, na maior parte das vezes, os problemas que estão por detrás das aprendizagens não concretizadas.
3. A existência da repetência, muitas vezes, acaba por desresponsabilizar os professores na procura e concretização das estratégias mais adequadas a cada aluno com dificuldades.
4. A alternativa a não reter um aluno passa, caso assim se queira, por um trabalho árduo, de maior exigência para todos (escola, professores e aluno).
5. A escola não deve ser, como era no tempo dos meus pais, apenas para os alunos com facilidade de aprendizagem e com “jeito” para os estudos. A escola pública não deve apenas garantir o acesso a todos mas também garantir a qualidade das aprendizagens a todos.
Ou seja,
a retenção de um aluno acontece porque um aluno não consegue adquirir as aprendizagens necessárias, mas deriva de um conjunto diverso de razões. Ora se há alguma lógica em reter um aluno por falta de assiduidade ou indisciplina, já não há muita lógica em reter um aluno, assíduo e “bem comportado” por dificuldades de aprendizagem. Não quer isto dizer que se deva “passar” este aluno sem ele saber o que deveria saber. Não, não é isso que se pretende. O que se defende é que, para estes alunos, a repetência não é solução e que o mais lógico seria aplicar todas as medidas e estratégias possíveis de forma a que estes alunos possam ultrapassar as dificuldades e que aprendam o que têm de aprender.
Será isto assim tão obtuso e tão anti-crato assim?
Julho 31, 2010 at 9:53 am
Julho 31, 2010 at 10:23 am
# 78
Quando no final de um ano se decide reter um aluno é porque já se aplicaram anteriormente medidas de recuperação que não resultaram. Defende então que esse aluno transite apesar disso, sem ter adquirido um conjunto de saberes mínimo? Só porque é assíduo e bem comportado? Creio que isso é dizer a um aluno concentra-te no teu comportamento e na assiduidade, balda-te para o esforço e para o estudo, que os saberes importam pouco para o teu sucesso.
Fantástico!
Felizmente, alguns pais já perceberam esta armadilha e são os primeiros a preferirem que o filho repita o ano…
Julho 31, 2010 at 10:34 am
#78,
Eu não me concentro no quem (pois sei quem é, mas não como é pessoalmente). Concentro-me no seu estilo press-release de prosa, que me deixa algo desincentivado a contraditar.
Repare:
1) Demonstre que é assim, no NOSSO país, não na Finlândia.
2)A minha experiência pessoal é que, nos casos em que o aluno fica com o(s) mesmo(s) professores isso pode funcionar. Daria casos múltiplos que se passaram comigo, mas depois dizem-me que só vejo à minha volta.
3) E a não repetência desresponsabiliza alunos e famílias.
4) Conversa da treta.
5) A medicina também não deve ser apenas para os que têm “jeito”. Deve ser para todos, mesmo para os que gostam de retalhar cadáveres. Por favor!!! Use argumentos menos freiristas ou boaventuracoisos, já estamos em 2010. 1970 foi há 40 anos, ainda eu estava a entrar na Primária!!!
Julho 31, 2010 at 10:40 am
#80
Mas leu em alguma parte que se deva “passar” um aluno que não tenha aprendido o que deveria? Desculpe lá, mas para discutir comigo tem de ser um pouco mais rigorosa e menos dada a populismos fáceis.
Julgo que seja professora tal como eu. Por isso, dou por certo que sabe do que está a falar quando fala em “medidas de recuperação que não resultaram”. Ora bem é isso mesmo que deve estar em discussão. Por que, a bem da verdade, há muito que toda a gente percebeu que tais medidas só existem nos papéis (resultado de copy-paste de ano para ano) e que são poucos a aplicá-las com sucesso. São ineficientes, burocráticas e contraproducentes, no sentido em que depois de, supostamente, aplicadas são poucos os professores que reconhecem a seu reduzido efeito, “vendendo” assim a não retenção pelo seu bom nome.
É ou não tempo de alterar isto? Ou o que está serve?
Julho 31, 2010 at 10:48 am
#82,
Anoto que conhece de perto uma realidade que me é estranha, ou seja, que onde trabalha as medidas de recuperação não passam do papel.
Se quiser fazer um estágio, posso pedir à Direcção da minha escola para aparecer e assistir a umas aulas onde as coisas se fazem.
Numa coisa dou-lhe razão: há demasiado papel envolvido.
Julho 31, 2010 at 10:53 am
Fafe …!?
Não sei se me é permitida a interpelação …!?
Explique o porquê de bater na tecla – “multi-origamis,…”.
Se não elucidar vou continuar ignorante e sujeito-me, como é evidente, ao chumbo (fiz no 12º a disciplina de Físico-Químicas, depois virei para Línguas e Literaturas Modernas/Administração Escolar e Gestão Educacional/Ciências da Educação.
Julho 31, 2010 at 11:05 am
#74 O Valter Lemos assina esse despacho?? Então ele está inflitrado no ME? Só podia ser…
Julho 31, 2010 at 11:06 am
#78
Aprendizagem
Se há termos que implicam logo com o meu sistema nervoso, “aprendizagem” é um deles. A palavra “ensino” identifica uma relação entre duas partes, mas diferencia o papel dessas partes com respeito ao conhecimento objecto dessa relação. “Aprendizagem” eclipsa uma das partes da relação. Essa é a primeira armadilha. Pode-se conceber aprendizagem sem ensino, como o auto-estudo. Lambert foi um matemático, entre os grandes do seu tempo, que praticou essa modalidade. O que não é possível conceber é ensino sem aprendizagem. Assim, dir-se-á que ensino é uma aprendizagem assistida. Ao se estigmatizar a palavra ensino, aceita-se previamente o seu esvaziamento semântico, para conseguir encaixar a martelo um neologismo que pretende ocupar o mesmo espaço. Trata-se, liminarmente, de um exercício de poder.
Julho 31, 2010 at 11:20 am
#83
tenho passado por muitas escolas e constato que, na maior parte dos casos, as medidas colocadas nos PEI, PCT e não sei que mais, são um “pro forma” feito por cruzes ou em resultado de copy-past de outros anos ou turmas. Poucos são os que levam a sério tais medidas e que as concretizam em verdadeiro benefício dos alunos. E porquê?
A resposta não é assim tão simples, e envolve vários factores (burocracia, falta de meios, medidas “chapa 5″, falta de rigor, displicência,…). O pior é que já há uma cultura de “descrença” dos professores em quaisquer destas medidas e são poucos os que acreditam na sua eficácia.
Pela minha parte, não estou satisfeito com o que temos. Acho que estes planos não funcionam e que se exige uma mudança radical destas práticas (especialmente na minha disciplina de matemática). Porém estou certo que não chega que se mudem as metodologias. É necessário também mudar as mentalidades, a cultura de escola, e fazer ver a todos que é possível levar um aluno com dificuldades ao sucesso e à aprendizagem efectiva do que lhe é exigido. Haverá melhor coisa do essa?
Acredito que na sua escola as coisas funcionem bem melhor e seria bom conhecer as práticas que utilizam. Aguardo que um dia escreva qualquer coisa sobre isso. Talvez seja útil para muitos e dispense mais um estágio na minha vida.
Julho 31, 2010 at 11:33 am
Mat, está a ser ingénuo.
Tudo o que vem sendo feito retira condições de aprendizagem e impede o apoio de que muitos alunos precisariam para aprender. Todas as medidas que vêm sendo tomadas são puramente económicas.
E a questão é esta – não há dinheiro. Não há dinheiro, não há preocupação com o aprender mas apenas preocupação com os gastos. Mais chumbo menos chumbo, o palavreado é apenas para enfeitar e iludir.
Não há emprego pelo que há que manter os jovens pelas escolas.
Aprenderem o quê e para quê numa sociedade diferente daquela que até aqui conhecemos e que não conseguimos imaginar como vai ser – essa é a dificuldade com que nos confrontamos.
O bla, bla dos pinóquios não deveria ocupar-nos porque é uma mascarada. Há que pensar para lá do bla, bla deles embora tenham tentado tolher-nos com a patética avaliação, as megagestões, os encerramentos…
Julho 31, 2010 at 11:38 am
Também estamos tolhidos com o desmoronar do sistema em que até aqui fomos vivendo.
Julho 31, 2010 at 12:02 pm
#78/#86 Uma hora e oito minutos
…De um poder ignorante e arrogante, note-se.
Uma outra questão tem a ver com a limitação de recursos. Se se insistir no modelo vigente, sem um apreciável aumento de equipas especializadas em casos de graves deficiências de base, o que temos são 22 horas por semana (horário completo). Numa disciplina com quatro horas semanais, isso dá cinco turmas e meia. Com turmas de vinte e cinco alunos, são 138 alunos para ensinar a matéria. Quantas horas dispõe o professor no total para esse objectivo? Façamos as contas: 38 semanas (desconsiderando os feriados) vezes 4 horas por semana = 152 horas no total. Dividamos pelos 138 alunos e temos uma hora e 8 minutos para cada aluno. Contra esta realidade, nenhum exercício retórico pode alguma coisa. O tempo que um professor dispõe para apresentar os conceitos em trabalho individual com alunos, esse sim, é um recurso demasiado valioso para poder albergar veleidades administrativas de ignorantes irresponsáveis que, por via da cooptação justificada pelos resultados eleitorais, se arrogam o direito de brincar aos pedagogos.
Julho 31, 2010 at 12:06 pm
Que pensaríamos de um ministro da defesa que decretasse que são proibidas as baixas em combate?
É despropositada a analogia? Só por beneficiar os repetentes, pois estes podem continuar vivos. Quanto ao resto, trata-se no ensino de uma guerra longa e desgastante contra a ignorância. A ser feita por profissionais, que compreendem o fenómeno das “baixas e combate” e sabem evitar os erros grosseiros que possam conduzir a elas, sem garantirem que volta e meia não possam acontecer.
Julho 31, 2010 at 12:09 pm
#86 “Aprendizagem” – Estamos continuamente a aprender …! Os “peritos” ensinaram-me os “trucs” dos quadros interactivos e, além disso, temos de considerar os chavões. (Definição de inteligência: capacidade de adaptação a novas situações). Então, não aprendemos nada com os nossos alunos …? A dicotomia ensino/aprendizagem está estafada, mas é possível enveredar pela expressão/entendimento de outros conceitos, a nível do sistema de ensino.
Julho 31, 2010 at 12:16 pm
Identificar os pontos críticos.
O impensável acontece: há doutourados em gestão que, simplesmente, não são capazes de adicionar duas fracções. Um ministro responsável iria pedir a ajuda de pedagogos a sério para reforçar os curriculos nessa parte. Talvez a memorização da tabuada facilite. Talvez os manuais escolares possam ser melhorados. Talvez se tenha que sacrificar partes da matéria menos ricas em consequências. Todo um trabalho a desenvolver, exigindo a auscultação dos professores no terreno. O que não é admissível é que passem os anos e a anormalidade se instale pacificamente, levantando cada vez mais a fasquia da ambição, ao mesmo tempo que se ignoram os sinais evidentes do desclabro.
Julho 31, 2010 at 12:23 pm
Mas é impossível a esta gentinha dizer mais do que o que está na cassete que decidiram engolir, para se manter à tona e dar ares de importante e “colto”…iguais ao chefe no conhecimento e na postura rasca.
Quanto ao “chumbo” podemos dizer que a tia “recuperou” o termo, num laivo de revivalismo. Fica sempre bem a uma tia revisitar o passado, está na moda, tá a ver. Piroseira e indigência mental, que mais teremos que aturar, ainda?
Julho 31, 2010 at 12:42 pm
Vá lá, não critiquem a senhora, ela sempre viveu no mundo da ficção…
Julho 31, 2010 at 12:43 pm
… ela está a falar de dentistas, que vão passar só a usar porcelana e não mais chumbos…
Julho 31, 2010 at 12:44 pm
… ou será que se está a referir aos que se colocam nas canas de pesca?
Julho 31, 2010 at 12:54 pm
Até eu consigo explicar
Em Agosto abre a caça ao pato. Mas são tantos os que morrem do chumbo infiltrado como os que perecem por comer os chumbos que ficam nos terrenos após a caça. O chumbo ingerido vai para o fígado e um pato com maus fígados nem para foie-gras.
Isobel agora alçada a ministra preocupa-se com a situação e muito bem.
Os patos, no entanto, não terão uma vida fácil porque as novas munições de aço são menos moles.
Julho 31, 2010 at 12:56 pm
#93
Eu assisti a uma figura de topo da banca a discutir com um magnate de boas famílias, na mesa ao lado, sobre o resultado da divisão ao meio da conta do jantar. Apeteceu-me terminar com tanto sofrimento e pagar eu a conta.
Julho 31, 2010 at 4:17 pm
Penso que o melhor é começar por um Doutoramento e depois acabar no 1º ano do Ensino Básico… não podemos deixar a morrer à fome os professores nas Universidades…
- Assim, nunca haveriam chumbos.
- tirar um Doutoramento será facílimo, contudo acabar o 1º ciclo do Ensino Básico será dificílimo.
- – Já agora esse Despacho é de que ZONA?
CONCLUINDO: OUVI DIZER que a ministra poucas aulas deu na vida…, ouvi dizer, também, que, às vezes, quem muitos livros infantis escreve fica enfant terrible…
Saudações Cordiais.
Julho 31, 2010 at 4:26 pm
Quando é que são tornados públicos os resultados do PISA?
Foram aplicados na m/ Escola no ano lectivo de 2008/2009 …
Julho 31, 2010 at 4:33 pm
A conversa do MAT é muito interessante, mas ela própria é a justificação para a existência das retenções.
Afinal, que se faz quando um professor deu as voltas todas e mais algumas para um aluno aprender, fez o pino e tudo mais, e mesmo assim não deu em nada?
Retém-se. Ponto.
Ou alguém ainda acha que a maioria dos professores não dá o litro para ensinar os alunos com dificuldades??
Esta conversa é a conversa de quem continua a pensar que os professores não fazem nada para ajudar os seus alunos.
É conversa mete nojo!
Julho 31, 2010 at 4:37 pm
7 de Dezembro de 2008
Escola Pública ou Escola Republicana?
Foi com enorme satisfação que vi, nas manifestações e nas greves dos professores, a profusão de cartazes reivindicando a defesa da Escola Pública. E foi com igual satisfação que vi alguns analistas políticos mais perspicazes começarem a aperceber-se que o conflito entre os professores e o Ministério é cada vez menos de ordem laboral e cada vez mais de ordem política.
Nos próximos meses assistiremos a negociações entre o Ministério e os Sindicatos. O que vai estar em cima da mesa vai ser o Estatuto da Carreira Docente, o Modelo de Avaliação e mais um ou outro afloramento do iceberg que calhe estar na ordem do dia. Sobre estes assuntos, cada uma das partes fará muitas cedências, poucas cedências ou nenhumas cedências conforme o poder negocial que tenha na altura. Nada disto é importante.
O que não estará em cima da mesa é a parte submersa do iceberg. E os professores sabem disso. E porque os professores sabem disso, tanto o Ministério, como os sindicatos estão em pânico. Sentados à volta da mesa, não se ouvirão uns aos outros: terão os ouvidos apurados só para os primeiros sinais de que o Comendador de Pedra se prepara para entrar na sala.
Os gatos saíram do saco e ninguém os vai conseguir meter lá outra vez. Os professores portugueses politizaram-se e ninguém os vai despolitizar. Perceberam que estão frente a frente duas concepções de escolas incompatíveis nos seus pressupostos, na sua concepção do humano e acima de tudo nos interesses que servem. De um lado, aquilo que apareceu referido nos cartazes como a Escola Pública e a que os nossos colegas franceses chamam, talvez com mais propriedade, a Escola Republicana, que se define pelo acesso de todos ao melhor que a nossa civilização oferece. Do outro lado, o inimigo: a escola tecno-burocrata, para a qual não há «civilizações», mas sim «economias», e cujo projecto consiste em ensinar uma pequena elite económica, ficando reservado a todos os outros aquilo a que Maria de Lurdes Rodrigues chama «qualificação».
A luta entre os professores o Ministério da Educação é um conflito de culturas e civilizações. Se permitirmos que o Ministério vença, os nossos netos serão selvagens.
http://www.legoergosum.blogspot.com/2008/12/escola-pblica-ou-escola-republicana.html
Julho 31, 2010 at 4:50 pm
Estou muito curiosa quanto aos resultados do PISA, após tão «marabilhosas riformias» …!
Julho 31, 2010 at 4:51 pm
Resultados do PISA
Os alunos portugueses com 15 anos, considerados na globalidade, têm resultados abaixo da média da OCDE. Má notícia, é claro.
Decompondo-se este universo entre os que estão e os que não estão no nível correspondente à sua idade, vê-se que os do primeiro grupo até obtêm resultados superiores à média: logo, a média é puxada para baixo pelos do segundo grupo. (…)
http://www.legoergosum.blogspot.com/2007/12/resultados-do-pisa.html
Agosto 1, 2010 at 12:12 am
Começando pelo menos importante : o Lemos Vitorino Valter assina o despacho porquê se está agora a dar cabo da vida aos desempregados ?
Passando ao dramático : também vou brinaco com isto e aquilo (é uma manobra de defesa), mas estamos a regressar ao anlfabetismo do Estado Novo, uma vez que os jovens podem ter na mão um certificado de conclusão de ciclos mas, na prática são analfabetos e não vale a pena utilizarmos pala vars mais vistosas como “iliteracia” e coisas do género.
O Conhecimento , a todos os níveis, está ser espezinhado.
Com ele o sentido crítico.
Acresce o facto de a net e outras tecnologias serem utilizadas em exclusivo por muitos jovens (a juventude agora prolonga-se até aos 30 e muitos anos e não estou a caricaturar/ a exagerar)como instrumento de diversão/brincadeira (na má acepção do termo).
Que cidadãos vão ser os “letrados”?
E que cidadãos serão os “cerificaos”?
Que se pretende com a imensa quantidade de “letrados” que estão a sair das escolas já actualmente e que sairão, pelos vistos, cada vez em maior quantidade ?
Muito preocupante.
Para todos os portugueses.
Não será altura de parar com os “brandos costumes” em nome da defesa de um País em vez de um imenso bairro de lata em que nos querem transformar a todos em feios, porcos e maus ?
Sendo que, claro, como já Orweel dizia, uns serão mais feios porcos e maus que outros.