Caro Paulo,
Agora que estamos quase todos de papo para o ar, parece-me ser oportuno, para manter a curiosidade de passagem pelo blogue, uma peça que aguardava a sua vez.
Toda a gente sabe o que são NO, CNO, RVCC, EFA… já menos sabem o que é a ANQ. A ANQ é uma agência, não de informações, embora informações não lhe faltem, mas de qualidade. É um organismo que vai fazendo serenamente o seu caminho, são todos tão ou mais anónimos do que os do GAVE, mas fazem mais estragos. É a agência que superintende o obscuro processo das Novas Oportunidades.
Para abreviar, é a ANQ que põe, dispõe e ainda lhe sobra algum tempo. É ela que fixa as metas, isto é, o número mínimo de certificações que cada CNO (Centro Novas Oportunidades) é obrigado a conceder durante o ano civil. Exemplificando: o CNO X obriga-se a emitir 500 certificados de nível Básico (B1, B2 e B3), equivalências ao 1º, 2º e 3º ciclos, respectivamente; e 200 de nível Secundário, equivalentes ao 12º ano. E do cumprimento destas metas depende, em grande parte, o financiamento e a continuidade do Centro. Não é preciso elaborar sobre o assunto para se perceber rapidamente as consequências de tal exigência.
Como é do conhecimento geral, uma parte significativa dos candidatos, arrisco 80%, sobretudo os do nível Secundário, não têm as mínimas competências, mas são certificados como se as tivessem.
E como se operam estes milagres? Para ilustar, sirvo-me de uma página de uma “autobiografia” de um candidato já certificado. Qualquer pessoa dirá que não é possível dar um certificado do Ensino Secundário a um indivíduo que se exprime assim. Errado. É possível, e, segundo o ponto de vista da ANQ, isto é, do ME, é a coisa mais natural do mundo.
Então como se resolve o problema?
Os CNO têm ao seu serviço professores com várias funções, entre as quais a de Profissional RVCC. São estes professores, talvez a última versão de escravo moderno, que são obrigados, em colaboração com os Formadores de LC/CLC (Linguagem e Comunicação/Cultura, Língua e Comunicação), a corrigir e aperfeiçoar os escritos dos candidatos, expurgando-os de todo o tipo de erros (pontuação, ortografia, sintaxe, científicos…), até obterem o resultado desejado (às vezes o resultado possível), por forma a ser apresentado a uma outra quase ignorada eminência parda: o avaliador externo, cujo papel me dispenso, agora, de qualificar.
O candidato apresenta-se à designada “sessão de júri” como autor de um trabalho final, mantendo todas as dificuldades e deficiências, mas, à custa de expedientes gravíssimos e falsos, faz passar uma imagem do mais competente cidadão, prontinho para engrossar as fileiras de qualquer universidade.
Um abraço e bons banhos
Carlos B.

Julho 25, 2010 at 9:06 pm
lololol
Com um “relatório” destes, eu passava-o logo para o Mestrado Bolonhês.
Julho 25, 2010 at 9:13 pm
Por mim nada a opor.
Se ao outro que não tem mais cultura, deram um certificado de licenciatura em engenharia e elegeram por duas vezes para primeiro-ministro, acho que é de dar o diploma do secundário a todos os que consigam assinar o nome mesmo que incompletamente ou com erros…
É uma questão de coerência…
O outro, desta vez não é o Rei dos Gnomos, é mesmo aquela nulidade com nome de filósofo grego…
Julho 25, 2010 at 9:15 pm
Entretanto, pela Escola Secundária Gil Vicente, um aluno que até se sabe exprimir, que é Presidente da Associação de Estudantes, anda escandalizado com o novo Estatuto do Aluno, pq acha que, em vez de punir, se deve explicar o que não se pode/deve fazer. Ou seja, se um “menino” de 14 anos partir um vidro, não deve ser obrigado a pagá-lo pq isso gera revolta e ele vai retaliar. Deve-se, isso sim, explicar-lhe, de várias formas, que “não se partem vidros”, Até que ele interiorize a mensagem…
“Reacção de um porta-voz da Associação de Estudantes da Escola Gil Vicente em Lisboa ao novo Estatuto do Aluno, ontem aprovado na Assembleia da República:
“Quer um exemplo? O novo estatuto prevê que os alunos tenham de pagar o material que estragaram. Isso é pedagógico? Não é. Se um aluno partir um vidro e for obrigado a pagá-lo, no dia seguinte parte outro e dois dias depois outro ainda. Porque a obrigação da escola não é castigá-lo, mas explicar-lhe porque é que não deve andar a partir vidros.”
Anti-pedagógico!!
Julho 25, 2010 at 9:17 pm
Afinal não é o Presidente da Associação de Estudantes, é apenas um “porta-voz”.
Tem desculpa.
Julho 25, 2010 at 9:18 pm
O que o presidente da associação queria dizer era que
Julho 25, 2010 at 9:18 pm
E deixa um aviso: se se castigar os moços, eles farão cada vez pior!
Julho 25, 2010 at 9:19 pm
Julho 25, 2010 at 9:33 pm
e ja sabem….proficional!!!! de profiçao!!
Julho 25, 2010 at 9:46 pm
manda para o socrates e para a maria de lourdes para eles comentarem……
Julho 25, 2010 at 9:56 pm
E desde quando os alunos têm voz na matéria?
Esqueçam: já me lembrei.
É curioso: na minha escola, partem um e, se não os fizerem pagar, partem outro no dia seguinte, um terceiro daí a uns dias e assim sucessivamente.
Deve ser por a malta mais a norte ser diferente… ou não.
Julho 25, 2010 at 9:58 pm
#10, eu estou mais para sul mas aqui tb é igual. Só deixam de partir qdo pagam.
Julho 25, 2010 at 10:06 pm
Texto aldrabado stop
Word diz o erro. stop
(ler com sotaque da Cova da Moura)
“tás a fazer palhaçada, pa!”
Julho 25, 2010 at 10:25 pm
#3
“Reacção de um porta-voz da Associação de Estudantes da Escola Gil Vicente em Lisboa ao novo Estatuto do Aluno, ontem aprovado na Assembleia da República:
“Quer um exemplo? O novo estatuto prevê queos alunos tenham de pagar o material que estragaram. Isso é pedagógico? Não é. Se um aluno partir um vidro e for obrigado a pagá-lo, no dia seguinte parte outro e dois dias depois outro ainda. Porque a obrigação da escola não é castigá-lo, mas explicar-lhe porque é que não deve andar a partir vidros.”
O rapazinho é estúpido, coitadinho. Mas o pior é que são estes estúpidos os que amanhã estarão à frente do país.
Curiosidade: ninguém lhe pregou com uma valente lambada para aprender a não dizer m****??
Julho 25, 2010 at 10:28 pm
#13,
Não linkei essas declarações porque … porque… enfim… mais vale nem comentar tamanho sentido cívico.
Julho 25, 2010 at 10:33 pm
#14
São estas coisas que me põem fora de mim. Tudo isto é contrário ao que é uma boa educação. E, contudo, permite-se que se diga este tipo de coisas e ninguém põe esta gente no sítio!
Julho 25, 2010 at 10:50 pm
Ânimo. Estas farsas de ensino cairão em desuso rapidamente, logo que termine o actual QREN. Já faltou mais.
Julho 25, 2010 at 11:05 pm
Indigno, vergonhoso, aviltante …
Saber já ofende… ver, evidencia – sem perdão, a ignomínia!
Já não há palavras para o que este desgoverno tem andado, e continua impunemente, a fazer à educação!
Assim se gastam os recursos públicos (financeiros/ humanos e patrimoniais) deste país!
Isto deveria chegar: a todo o lado, a todas as instâncias políticas/ administrativas e decisórias e, possivelmente jurídicas, a todos os jornais,…, e se necessário à Europa… para que percebam que o atraso deste país radica numa classe dirigente profundamente MEDÍOCRE!
Quem sabe (não creio) ganhariam alguma vergonha na cara?
A INFÂMIA JÁ NÃO TEM VERGONHA E GOVERNA-NOS IMPUNEMENTE!!!!
Julho 25, 2010 at 11:31 pm
Uma grande vergonha nacional, quanto ao texto do formando(?) só li o princípio… de qualquer modo é provável que tenha sido ele que o escreveu, há alternativas piores.
Julho 25, 2010 at 11:38 pm
Já vi um ofício da DREN com a palavra “proficcional”, portantos…
Julho 25, 2010 at 11:49 pm
Os políticos que fazem a oposição é que deviam mostrar isto à UE em vez de andarem para aí a falar e não fazerem nada.
Se eu tivesse um filho a dar o litro no secundário para ter boas notas nem sei que fazia. Para já sugiro a toda a gente que actualize o seu currículo e ponha lá bem escarrapachadinho que o secundário que fez foi o secundário NORMAL, com EXAMES NACIONAIS e por aí fora. De preferência com as disciplinas que foram todas feitas!
Porque, já ouvi dizer, esta gente fica com um diploma que não diz que a escola foi “feita” pelas NO. Se isso não estiver lá escrito…
Julho 25, 2010 at 11:54 pm
Novas Oportunidades
A ignorância certificada
http://www.asa.pt/CE/PDF/348/CE_348_Artigo_01.pdf
Julho 25, 2010 at 11:59 pm
Roberto Carneiro?????!
Já nada me espanta. Se vir um porco a andar de bicicleta, acho natural.
«Novas Oportunidades com 20 mil inscrições por mês
900 mil portugueses aderiram a programa desde que foi lançado em 2006
2009-07-09
A média é de 20 mil novas inscrições por mês. Desde que foi lançado, em 2006, o programa Novas Oportunidades contou com 900 mil portugueses.
O balanço foi realizado esta quinta-feira pelo coordenador da equipa que faz a avaliação externa da medida.
«A lista de espera é um grande problema, as pessoas estão muito tempo à espera para serem chamadas, encaminhadas e avaliadas para entrarem nos cursos», afirmou o ex-ministro da Educação, Roberto Carneiro, que agora coordena uma equipa da Universidade Católica para analisar este programa.
«As pessoas apontam os horários como não sendo os mais apropriados à sua vida pessoal e profissional», acrescentou, citado pela agência Lusa.
Outro problema detectado na primeira avaliação, que será sexta-feira apresentada num seminário em Lisboa, prende-se com a dificuldade em compatibilizar a vida pessoal, profissional e o regresso à escola.
Segundo dados conhecidos durante a apresentação do seminário, as mulheres representam o maior número de inscrições nas Novas Oportunidades.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/iol/1074756-4058.html
Julho 26, 2010 at 12:00 am
U injinheiru tem ráiva há endukassão pq guzarão kom ele pq termenou u kurço a 1 dumingu hora iço n ce fás pq n eh bunitu kada 1 akába u kurço qndo lhe dere + geito e iço pód çer a 1 dumingu ô 1 ôtru dia kalker e eu axo bem k hexistão kurços de Nóvas Ópurtunidádes pq açim a malta tem ópurtunidade de faser a koisa e açim despôis vai pra univercidáde e fika mestre u k he munta fiche.
Julho 26, 2010 at 12:07 am
Julho 26, 2010 at 12:08 am
Que pena não ter guardado a “versão” do mecânico do m/ carro (…)
12º Ano. Umas frases sem articulação do 2º/3º ano de escolaridade …
Eu não queria acreditar no que estava a ouvir e a ler
Julho 26, 2010 at 12:12 am
Ninguém no seu perfeito juízo acredita nisto.
O que nos leva a um problema ainda maior. O país está louco por não fazer nada contra isto.
Fui!
Julho 26, 2010 at 12:17 am
É claro que se se desse, pelo menos, o devido valor às coisas, mas tb parece que não. Ficam com uma equivalência (suspiro) mas parece normal dizer “que se fez o 9º ano” ou “que se fez o 12º ano” quando não é bem assim…
Em todo o caso é uma refinada aldrabice.
Julho 26, 2010 at 12:40 am
É uma coisa à imagem do Sócrates! Mas não se escandalizem tanto… como é que escrevem grande parte dos nossos alunos que entram no ensino superior… para não falar nos que o terminam com as “licenciaturas” bolonhesas…
Julho 26, 2010 at 12:49 am
Para processo de RVCC teriam perfil aí uns 10 a 20% dos inscritos nos centros novas oportunidades… Infelizmente, vão para RVCC aí uns 90% dos inscritos! E, por causa da pressão das metas, um programa que podia ter algumas virtudes desata a reconhecer competências e a certificar quem não deve. Mas o grande coveiro deste programa, como não podia deixar de ser, foi, no meu entender, o engenheiro, quando anunciou diplomas a esmo, tudo muito fácil, quando deu exemplos de pessoas de idade avançada que, em meio ano, passavam do 4º ano para o ensino superior. Com a mania das facilidades e do “show off”, colou às novas oportunidades uma imagem de facilitismo e falta de rigor que levará anos a abandonar. E assim, um método usado com sucesso (e “doses” correctas!) em outros países europeus (sim, que isto do reconhecimento de competências, enfim, não foi o Sócrates que inventou) foi transformado em programa de expedientes e de diplomas fáceis, por vezes tão repugnantes como a arquitectura das casas da Guarda…
Julho 26, 2010 at 1:17 am
Sem grande rigor, fiz uma contagem dos erros do texto, só para me entreter:
Ortografia: 21
Pontuação: 6
Acentuação: 7
Impropriedade lexical: 2
Sintaxe: 3
#12
Considerando a ajuda que o Word dá, ainda abona menos em favor de quem escreve, que nem se dá ao trabalho de corrigir, pelo menos, a ortografia.
Julho 26, 2010 at 1:23 am
#30
E agora? Vai para um campo ou para um campus?
Julho 26, 2010 at 1:31 am
31
E tu, estás com o cu na água ou andas a aprimorar a colheita, a ver se a gente bebe alguma dessa zurrapa?
Julho 26, 2010 at 4:24 am
Como escreveu o Ferrão isto das NO dura pouco tempo, até os fundos do QREN acabarem.
Julho 26, 2010 at 4:38 am
Atenção à manipulação e falta de rigor na identificação das fontes, tal como este Carlos B. (B de Burro?). É que esta suposta argumentação falaciosa e desprezível sobre a validação dos domínios em Cidadania e Profissionalidade referenciados, só pode ter como base os tais de nível Básico (B1, B2 e B3), equivalências ao 1º, 2º e 3º ciclos, ou seja, Cidadania e Empregabilidade.
Aparentemente consciente do que lhe vai na alma…e outros lobos cerebrais, se não manipulou os dados,identifique o CNO que que certificou tal adulto para que, duma cajadada se consumam credíveis dois aspectos: as suas afirmações e o fim do respectivo CNO. (Mas duvido que o faça, como estereótipo do português que lança e esconde-se das próprias farpas). Conselho: Leia “Portugal, Hoje: O Medo de Existir”.
Conclusão: Ou identifica de forma rigorosa o CNO ou é mais uma daqueles boquinhas que quando o rei vai nú,vai com ele?
Julho 26, 2010 at 4:47 am
Anda. Carlos B. Identifica o Cno responsável ou não passas de uma treta manipulativa. Assume-te!
Julho 26, 2010 at 8:37 am
#
33
Segundo parece (informação de quem trabalha nisto), está-se a pensar avançar para certificações de NÍVEL SUPERIOR.
Isto quer dizer que não se prevê fim dos apoios a estas formações mas exactamente o contrário. Este processo também corre noutros países.
Nos CNO andam lá muitos encarregados de educação com diversas actividades profissionais, alguns até são auxiliares educativos, funcionários administrativos…Iou seja, muita gente aproveita esta formação.
Também há professores (como formadores, etc)nos CNO que não querem outra coisa.
Julho 26, 2010 at 8:38 am
Posso assegurar que, em relação á realidade que conheço, a procura por esta formação é IMENSA!
Julho 26, 2010 at 10:06 am
Não tarda são mais os equivalentes que os genuínos…
Julho 26, 2010 at 10:14 am
Depois, nos Hospitais e Centros de Saúde, vamos ter equivalentes a Médicos.
Julho 26, 2010 at 12:25 pm
Atençao queo texto provavelmente é de um formando que obteve a certificação do 9º ano.
Ainda assim dois aspectos a Salientar:
1 – Obviemente que os formadores e os profissionais do RVCC não leram os textos, pois senão teria voltado para trás. Ninguem vai apresentar um portefolio a um avaliador externo com tamanha carga de erros de ortografia.
2 – É também obvio que o avaliador externo não desempenhou o seu papel, pois não viu o portefolio.
Eu trabalho num CNO, sou professor, e no meu local de trabalho, as coisas não são assim. Já vi portfolios voltarem para trás porque não terem indice, ou porque o texto não está justificado.
É verdade que a ANQ envia metas, mas estas são perfeitamente atingiveis se:
-Existirem muitas inscrições ( isso já depende de muitos factores, como o nº de CNO na área, etc)
- Existir uma boa triagem (leia-se encaminhamento). Quem não têm perfil, fora!
- Uma boa Equipa formativa que sabe o que anda a fazer, e que trabalhe de consciencia tranquila, e claro, que não seja escrava da ANQ
Julho 26, 2010 at 12:52 pm
#40
Obviemente que há um pouco de tudo!
Julho 26, 2010 at 1:37 pm
Mas o formador certamente escrevia quase da mesma maniera, não soube ou não quis corrigir os textos, o que actualmente é facílimo como todos sabemos e voltar a imprimir… portanto o problema não é do formando lol é do computador…lol
Julho 26, 2010 at 1:40 pm
E acrescento: isto não é nada novo – outros passaram/passam pelos Centro de Formação ( sei de casos de há meia dúzia de anos que no nono ano mal sabiam escrever) fizeram não sei que exame de 12º ano entraram numa escola superior particular e hoje são professores… e esta , heim???
Julho 26, 2010 at 2:36 pm
Não acredito na veracidade deste texto.
Pelo tipo de erros, vê-se que são propositados.
Num texto feito no word, estes erros seriam logo identificados.
“Portantus” estou como o Rui Correia. O autor do envio deste documento, que identifique o CNO responsável!
Julho 26, 2010 at 3:02 pm
eu axei este texto moito fiche porque retrata moito bem o mode da gente esquerever á coisas na vida que mereçem ser ditas e extas da familia e como se foçe saguerada. é como faser sequeço coizo e tal …à poizé
Julho 26, 2010 at 3:14 pm
E a quantidade de dinheiro que se tem deitado à rua com este processo?!
Por experiência própria, sei que grande parte do trabalho é efectuado pelos formadores, que corrigem e voltam a corrigir os textos, que invariavelmente regressam cheios de erros. Isto apesar de utilizarem o computador.
Uma ínfima percentagem dos adultos tem competências que podem ser certificadas. Os referenciais de competências – chave são uma utopia.
Julho 26, 2010 at 3:25 pm
#44,
Já reencaminhei o pedido para quem mo enviou,
Julho 26, 2010 at 4:20 pm
# 47: É preciso? Os centros são todos semelhantes. Não sei se o documento é verdadeiro ou forjado, mas que já vi muitos do mesmo género, já vi. E é verdade, são os formadores, alguns professores quem corrige tudo vezes sem conta, muitas vezes recebidos por via electrónica, às vezes até às tantas da manhã, a correr contra o relógio, porque daí a um ou dois dias vai haver júri, defesa dos portefólios e atribuição de certificados. Pode bem ser que em alguns casos os escritos voltem para trás, que regressem corrigidos e às vezes mal copiados, e é verdade que há pressão para atingir as metas impostas que são altas e difíceis de cumprir. Mandar os candidatos à vida significa fechar o centro. posto isto… Alguém acredita que há por aí tantos milhares de portugueses cultos a quem só falta um certificado? vinte mil por mês?
Julho 26, 2010 at 6:32 pm
Acredito que o texto seja verdadeiro porque já vi muitos semelhantes e piores. O meu mais-que-tudo tem a sorte de leccionar a turmas destas e traz trabalhos para corrigir em casa, na pen dos meninos, melhora-os e devolve-os.