Muito, muito interessante a definição das funções do professor-bibliotecário, logo na primeira intervenção.
The teacher-librarian teaches…
Julho 19, 2010
Muito, muito interessante a definição das funções do professor-bibliotecário, logo na primeira intervenção.
The teacher-librarian teaches…
Julho 19, 2010 at 1:27 pm
Esta questão merece, em verdade, muito mais do um simples comentário. Later, if i may…
Julho 19, 2010 at 2:00 pm
#0,
Muitos parabéns por colocares aqui este vídeo.
Aparte essa felicitação sincera, quero também chamar a atenção para que:
1. ao fim de uma hora online, apenas um comentador achou pertinente aqui entrar;
2. este programa da TVO é a antítese de qualquer “plano inclinado” e das ideias bafientas sobre a “autoritas” de que se reclamam os anti-eduqueses;
3. qualquer dos 3 convidados do programa encaixa na perfeição na classificação de eduquês que faz escola na sicn e em muitos profblogues da nossa praça, com especial destaque para aquela professora bibliotecária que nem se quer se inibiu de ir vestida de vermelho, para melhor expor a sua orientação político/ideológica;
4. finalmente, espero que o meu comentário seja catalisador de um debate num post que mereceria maior participação de quem aqui passa noites e dias, mas que nada tem a dizer em relação a matérias verdadeiramente relevantes para a melhoria da qualidade da escola.
Julho 19, 2010 at 2:10 pm
#2
Agora também tentas controlar o que faço?
Não tens nada de mais útil na vida para fazer?
Não será porventura por ser hora de almoço?
Julho 19, 2010 at 2:41 pm
Livros sim! CDrooms multimédia de qualidade duvidosa quase sem uso (também há muito bons) e DVD’s com filmes desde o gato e o rato até ao Harry Potter sem qualquer interesse pedagógico há às resmas. Sei porque fiz o inventário.
Julho 19, 2010 at 3:00 pm
O catalisador fjsantos vem anunciar, mais uma vez, a sua disponibilidade para nos educar e elevar ao seu mundo progressista.
O Canadá é um dos paraísos do educativamente correcto e do multiculturalismo.
Quem quiser conhecer fundamentalistas que confundem a escola com campos de treino da “mudança social”, tem muito por onde escolher, nesta terra onde se concilia, de forma acentuada, o pragmatismo americano com as teorias assistencialistas francófonas.
Francamente não vislumbro nada de particularmente interessante neste vídeo, onde sobressai apenas um elemento de consenso: tudo está bem desde que se respeitem os interesses dos alunos individualmente considerados.
Mas aguardo que o especialista fjsantos nos elucide sobre o que o deslumbrou, para além da camisa chavista de uma das participantes que tanto impressão causou na sua casinha bem arejada.
Julho 19, 2010 at 3:05 pm
#5,
Postei o vídeo com um outro intuito: a de que o professor-bibliotecário é, em primeiro lugar, professor, algo que por cá por vezes se esquece.
Julho 19, 2010 at 3:26 pm
Aproveito para desenvolver outra questão.
O professor-bibliotecário pode ser encarado de duas maneiras, pelo menos.
Ou como um “animador”/administrador de um espaço lúdico onde os alunos vão passar algum tempo quando não têm mais nada para fazer; ou como um professor que pode ter um projecto envolvendo um programa específico com determinados alunos e com objectivos de aprofundamento do estudo e discussão de determinadas obras ou temas que constem do projecto educativo da escola.
Ora francamente não percebi como é que o modelo canadiano apresentado no vídeo se desenrola na prática, para além de algumas ajudas prestadas na escolha do material e no manuseamento da tecnologia disponível.
Aguardo esclarecimentos da vanguarda educativa anti “auctoritas”.
Julho 19, 2010 at 3:30 pm
#7,
Esse segundo caminho é cá desenvolvido de forma residual…
Mas o que o vídeo apresenta já é um avanço em relação a coisas que…
Mas concordo com a caracterização feita do modelo canadiano de eduquês misturado com as perspectivas de mercado dos EUA.
Julho 20, 2010 at 3:20 am
#8
O modelo Canadiano é muito fraco ao nível das bibliotecas escolares. É (foi) bom na teoria mas com o tempo a prática acabou com eles. Muitos foram cortados por questões económicas, outros foram redireccionados para tarefas administrativas pelos directores… e por isso saíram e voltaram às aulas.
Assim Paulo (basta rever a segunda participação) o vídeo não apresenta nenhum “avanço em relação a coisas que…”
Se quiser algum exemplo de um bom modelo (se isso existir!) veja o australiano:
http://www.asla.org.au/policy/standards.htm
Mas o problema de professor bibliotecário ensinar não está na sua não apetência para tal (cruzes credo, só quem dá aulas ESTE ANO é que sabe ensinar!) mas na capacidade de os professores em geral trabalharem em equipa. Quem aceita discutir e planear em conjunto as suas estratégias de ensino para a turma Y na aula sobre o tema XYZ com algum colega, mesmo que fosse do mesmo grupo? Bem poucos.
E planear trabalho educativo em colaboração com a biblioteca? Isso é que era bom!
E não me falem em excepções: O que eu queria ver era 60 a 80 % dos professores a fazer esse trabalho colaborativo!
Podemos falar muito do que está mal nas escolas mas isso não significa que na realidade estejamos a tentar vias alternativas!
“o professor-bibliotecário é, em primeiro lugar, professor, algo que por cá por vezes se esquece”
Não sei quem o esquece, não serão os professores bibliotecários certamente.
Muito eu gostava de não ver os professores a dividirem o mundo de forma maniqueísta: os que dão aulas e os outros (que naturalmente só lá estão porque não percebem nada disto e fugiram a dar aulas).
Bons são os que dão aulas. Será?!
Aproveitem para dividir que alguém reinará!
Julho 20, 2010 at 8:31 am
Onde pára o Grande catalisador?
Julho 20, 2010 at 8:38 am
#10,
Foi fazer um reboot depois da triste figura.
Julho 20, 2010 at 8:41 am
#9,
É aborrecido quando se criticam generalizações com outras generalizações.
Aceito as suas críticas, mas parece-me que as tomou demasiado a peito.
Há bibliotecas escolares excepcionais, com ou sem trabalho colaborativo.
E estão muito melhores do que eram.
Mas eu talvez me lembre ainda do tempo em que se podia mexer nos livros com prazer.
(pronto, esta também é demasiado pessoal…)
Julho 20, 2010 at 8:47 am
#9, de uma maneira geral as BE estão a funcionar muito melhor do que no “meu tempo”, onde apenas os “marrões” lá entravam. Hoje, quase todas têm um projecto e envolvem alunos e professores, numa tentativa mais ou menos bem sucedida de promoção da leitura…