… mas, afinal, não foi um grande dia para a classe docente como eu vi nos telejornais?
BE e PCP vão pedir apreciação parlamentar do Estatuto da Carreira Docente
O Bloco de Esquerda (BE) e o PCP anunciaram hoje que vão pedir a apreciação parlamentar do novo Estatuto da Carreira Docente (ECD), hoje publicado em Diário da República.
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Façam como antes, em vez de recorrerem ao parlamento ou aos Tribunais, peçam ao Vieira da Silva para interceder…
Junho 24, 2010 at 2:09 pm
MN foi assim tão dã?
Junho 24, 2010 at 2:49 pm
Não estou a entender.
Mário Nogueira que pertence ao PCP não disse que estava muito satisfeito, que este estatuto era “talikual” o que fora acordado?
Então o que pretende o PCP?
Siga pra bingo!
Estamos quase de férias
Em setembro, veremos o que resta…
Junho 24, 2010 at 2:50 pm
Ou então peçam ao Aguiar Branco, que apesar de não ter o “poleiro” que tinha não vai deixar de ser coerente com tudo o que disse antes das eleições …
O PSD é o enorme responsável por isto ter chegado ao que chegou agora. (Não falo dos outros responsáveis porque só de nomeá-los me dá comichão).
Apesar da memória curta, característica dos portugueses, penso que não esqueceremos, (eu não esquecerei), o contributo que estes senhores deram para esta vitória do PS. Quais terão sido as contrapartidas? mais tarde ou mais cedo se conhecerão.
E srª do sorriso formatado que papel tem /teve nisto tudo?
Junho 24, 2010 at 2:51 pm
#2 … e lamentaremos o que não resta…
Junho 24, 2010 at 3:12 pm
As questões das escolas são das que mais têm polarizado o Parlamento. Ainda que por as resoluções favoráveis aos professores não tenham colhido maioria de votos, tal não permite que se diga que por lá as opiniões valem para todos uniformemente.
Junho 24, 2010 at 3:12 pm
PG reincide
uma vez mais (já é regra), não perde uma ocasião para açoitar a Fenprof e Carvalho da Silva, desta vez com alegadas negociações que nunca foram comprovadas (e se fossem?).
pegando numa ideia do Miguel, sugiro que, para ser coerente, envie para as urtigas o contrato colectivo e opte, definitivamente, por um individual.
Junho 24, 2010 at 3:38 pm
NO DIA DA MORTE DE JOSÉ SARAMAGO
{poema de homenagem}
agora, livre da coadjuvância das afectações: os deuses se escondem nas artérias do teu silêncio, na tua fraqueza perfeita porque sem o hábito de se auto-observar. voltaste a ti: numa outra intermitência da morte, com o sublime que é tudo aquilo que ignora um todo e
conduz uma perspectiva até ao quociente interno de uma invisibilidade que fala através do teu questionário incicatrizável.
e daí tudo vês: vês-me faltar de propósito à
conclusão do meu poema, vês o peso
da omnipresença do abstracto, da hora antiga, vês as minhas infâncias e urgências juntas e tardando hoje em se converterem, devolvendo-me ao que eu era: ao início do dia.
Sylvia Beirute
inédito
Não não estou a inventar, retirado daqui:
http://outrarevista.blogspot.com/2010/06/no-dia-da-morte-de-jose-saramago-poema.html
Junho 24, 2010 at 5:07 pm
#6,
Não tenho qualquer receio em ter um contrato individual de trabalho.
Junho 24, 2010 at 5:20 pm
[...] Posted by Paulo Guinote under Coerências Leave a Comment Um comentador (citizen) lança-me um desafio, escudando-se numa ideia do Miguel Pinto: para eu ser coerente deveria abdicar do contrato [...]
Junho 24, 2010 at 6:27 pm
E o tempo de serviço como é? Conta todo ou somente o congelado?
Junho 24, 2010 at 6:28 pm
Isto no que concerne aos que vão apanhar a transição.
Junho 24, 2010 at 7:44 pm
Opinando…
Mário Nogueira não devia pertencer a partido nenhum.
Na posição em que está devia, simplesmente, demarcar-se de qualquer partido e agir somente na defesa da classe.
A Federação Nacional dos Professores não devia ter ninguém ligado a nenhum partido.