Maio 2010


… mas à última hora não tive autorização para divulgar uma troca de mails que tive desde o final da tarde com um colega bloguista não bloquista e assumidamente (?) de centro-direita.

Por isso, fico-me assim, apenas assinalando o facto de algumas pessoas andarem certamnete muito baralhadas com a tentativa de categorizar e localizar tudo e todos numa cartografia oscilante desta coisa que ainda é a chamada luta dos professores.

Queria tanto poder divulgar a forma como fui implicitamente acusado, com simpatia e elogios à mistura, de ser um despesista de esquerda que não vê a luz da racionalidade económica.

Alguém que está sempre do lado da agenda do Bloco em matéria de Educação.

E gostava de divulgar a troca de mails (explicitamente autorizada de início) porque eu gosto de debates abertos e transparentes, não apenas de conversas privadas. Não me interessa nada divulgar esse tipo de conversas quando acho que elas têm relevância pública para ajudar a conhecer o posicionamento real das pessoas.

Porque o que eu digo em privado é o mesmo (talvez com mais ênfase) do que aquilo que digo em público.

Portanto, cortaram o meu barato.

Mas sempre posso adiantar que, como bloquista encoberto, amanhã vou moderar uma sessão da Feira de Aprendizagens, Conhecimento e Empreendedorismo em Ansião com a seguinte ementa:

O dia 21 termina com um dos momentos mais importantes da FACE, com a apresentação pública do Projecto-piloto ansiao.municipiodamalta.pt, desenvolvido em parceria entre o município de Ansião e a empresa I-Zone. Este projecto apresenta-se como uma plataforma electrónica de cidadania e interacção, posicionando-se como uma ferramenta de cidadania, visando a troca de ideias, conhecimento das entidades locais e desenvolvimento de parcerias, passando a breve trecho a poder ser utilizada por todos os cidadãos. A apresentar o programa estarão Rui Rocha, o Administrador da I-Zone Rui Falcão e a programadora Dionísia Laranjeiro.

Confesso que aceitei sem perguntar qual era a cor do concelho, que agora sei ser a laranja. Aceitei porque, como outras coisas, aceito aquilo que acho ter interesse e ser uma boa ideia, venha de que cor vier.

Se isso faz de mim bloquista, ok.

Há uns meses – relembremo-lo – era acusado de ser do PSD e em alguns círculos sou considerado um agente disfarçado ao seviço da Fenprof nogueirista.

Enfim…

Podemos ter sempre um TGV do Poceirão até à Marateca. Fica aqui no concelho onde vivo e sempre se tem uma espécie de carrossel em ponto grande.

Espanha vai rever todos os projectos de TGV

Se nos transformarmos num arquipélago formado por pequenas ilhas com poucas centenas de habitantes e uma área de 17 km2 somos capazes de chegar ao topo do PISA.

Não há registos de abandono escolar

Os resultados escolares dos 40 alunos da ilha do Corvo estão acima da média da Região. A escola é para estes jovens mais do que um local de ensino, conforme comprova a directora do estabelecimento.

Agora a sério e com o maior dos respeitos: para onde é que um miúdo traquinas poderá fugir das aulas na ilha do Corvo?

A Escola Básica Integrada Mouzinho da Silveira, da ilha do Corvo, tem um taxa de sucesso educativo de 96% e uma taxa de abandono escolar de 0%. Conta com 40 alunos, número que tem vindo a manter-se nos últimos dois anos. “Na área central da prática lectiva e dos resultados escolares, a análise dos diversos elementos estatísticos e dos relatórios permite verificar que os resultados foram globalmente positivos, tanto a nível interno como externo”, afirma Deolinda Estêvão, presidente do Conselho Executivo. A nível externo, prossegue, “os resultados nas PASE (Prova de Avaliação Sumativa Externa) foram satisfatórios em todos os anos lectivos, destacando-se os resultados do primeiro ciclo onde registámos uma evolução muito positiva, comparativamente com os resultados obtidos no ano lectivo 2007/2008.

Porque tem a sua graça esta sucessão de pressa no arranque e lentidão na chegada:

Ministério da Educação continua à espera de nova decisão do tribunal de Beja sobre avaliação

Seja para aqueles que ganham prémios com base em tarifas que eles próprios definem beneficiando de situações de monopólio (o caso mais notório é o da EDP) ou que se sucedem em empresas que apresentam défices recorrentes sem que ninguém seja culpado de nada?

Passos Coelho: um dia não haverá dinheiro para pagar aos funcionários públicos

(…)
Falando para uma plateia de estudantes de Direito na Universidade Católica do Porto, num debate sobre a revisão constitucional, o líder do PSD carregou nas tintas e avisou que o momento particularmente difícil que o país vive exige “uma maior gestão e uma maior eficácia” dos dinheiros públicos. A sala, repleta de estudantes e de alguns professores, quase gelou, quando disse: “Chegará mesmo um dia em que não haverá dinheiro para pagar aos médicos, aos enfermeiros, aos professores (…)”.

Pode haver quem diga que isto é ter sentido de Estado. Eu acho que é voltar ao discurso da tanga de Barroso, só que sem alternativa ao que está.

Portanto, em matéria de reivindicações dos docentes, é melhor esquecer o Parlamento sem ser com grande dose de sedução, pois a maior maioria bloqueará tudo.

Com tango, fandango ou corridinho.

É verdade que nos queixámos imenso da torrente legislativa do mandato anterior. Aquilo não tinha hora nem dia marcado. Era despejar legislação quando se lembravam, a meio do ano, com efeitos prospectivos ou retroactivos. Tanto fazia. As regras mudavam quando calhava.

Mas nem 80, nem 8.

Neste momento começa a ser importante que as escolas, os professores (e não só) saibam como planear o próximo ano lectivo a vários níveis.

E há demasiadas incógnitas.

Mesmo dando de barato que as promessas quanto a alterar regras na componente lectivos, horários dos professores e modelo de gestão foram apenas isso mesmo (promessas), existem diversas matérias que é necessário conhecer o mais depressa possível para ser possível fazer um trabalho de preparação e planificação devidamente atempado.

Em primeiro lugar, acho que a questão mais premente é a dos anunciados reajustamentos curriculares, afastada que foi a hipótese de uma real reorganização curricular. Até que ponto isso implicará alteração na carga horária das disciplinas, o que tem consequências mais do que óbvias na previsão dos horários necessários e respectiva preparação, assim como na própria planificação anual e plurianual das disciplinas.

Por exemplo: do que adianta andar a fazer trabalhos de anualização dos novos programas de LP (que só entram em vigor em 2011-12) se não sabemos exactamente sequer a carga horária para 2010-11? Será preciso replanificar só para o próximo ano?

E o que dizer daquelas escolas que – como já escrevi ontem  – andam a distribuir os 45 minutos que ficam ao critério da escola, ainda sem saberem a carga lectiva das diferentes disciplinas?

Será que teremos a benção de saber – se possível em articulação com as eventuais (cada vez mais hipotéticas) ajustamentos na componente lectiva dos docentes – quais os reajustamentos curriculares em tempo útil, ou seja, antes de final de Junho?

E já agora que os reajustamentos tenham como fundamento questões de ordem pedagógica e não apenas um cálculo de dever/haver em relação aos custos com professores.

Se a Área de Projecto era uma excrescência inútil arrancada à carga horária das disciplinas do chamado núcleo duro (que muitos acham antiquado) do currículo, esperemos que essa carga horária seja devolvida a esse mesmo núcleo duro (e nem estou a nomear disciplinas) e não transferidas para outras coisas em forma de pseudo-transversalidade.

Se no 3º CEB se pretende combater a atomização curricular em 14 ou 15 disciplinas e áreas-coiso, certamete que esse combate não passa por passa a ter 8 ou 10 disciplinas e áreas curriculares anuais e 6 ou 8 semestrais.

A verdade é que depois de uma fase de atirar barro à parede se seguiu o silêncio que se espera ser de reflexão, antes da decisão.

O que realmente incomoda é que nas escolas nada se saiba. E que mesmo quem tem sido ouvido ao nível das associações profissionais  não tenham parecido estar muito preocupadas em ouvir as bases.

E que há vícios organizacionais que, esses sim, são mesmo transversais.

Director da Escola Garcia de Orta que agrediu aluno em risco de ser expulso da função pública

A agressão a um aluno do ensino básico da Escola Garcia de Orta, no Porto, perpetrada pelo director da escola, está a ser averiguada pela Inspecção-Geral de Educação (IGE), na sequência de duas queixas que foram feitas na Direcção Regional de Educação do Norte (DREN). O caso tem um mês – os relatos da queixa apontam a data de 19 de Abril -, mas as “duas queixas devidamente identificadas”, como referiu ao PÚBLICO o presidente da DREN, António Leite, deram entrada no passado dia 3 de Maio. O processo disciplinar foi aberto no dia 10, aguardando a nomeação de um inspector para investigar o caso. Se se vier a provar que o director da escola, Artur Rocha, agrediu o aluno, aquele responsável incorre numa punição que pode ir até à própria expulsão da função pública.

De acordo com o estatuto disciplinar dos trabalhadores, a pena de demissão do vínculo à função pública terá de ser ratificada pelo Governo. Segundo relatos feitos ao PÚBLICO, a agressão ocorreu no gabinete do director no fim do período lectivo da manhã e foi presenciada por dois professores da escola. A comunidade escolar reagiu com indignação à situação, e os protestos foram ampliados no Facebook. O relatório das averiguações deverá ser conhecido em breve, tendo em conta que é a própria direcção da escola quem está sob suspeita.

Segundo esses relatos, o aluno, de 13 anos, que frequenta o oitavo ano de escolaridade, foi chamado ao gabinete do director depois de ter passado pelo exterior de uma sala de aula, onde decorriam actividades lectivas, e terá deixado o desabafo “Esta escola é uma merda!”. Já no gabinete, e na presença de uma outra docente, foi encostado à parede, imobilizado com um dos braços do director que, de seguida, lhe apertou os testículos. Os gritos de dor e o barulho da agressão terão suscitado o alerta de uma outra professora que estava numa sala ao lado, e que acabou por presenciar a cena. Também os familiares do aluno apresentaram queixa contra Artur Rocha na PSP.

O PADRINHO

Eu acho que certos políticos se moldam politicamente tentando ser diferentes naquilo em que um seu antecessor foi pior, ou mal sucedido.

Sócrates, por exemplo, que foi ministro de António Guterres, e, por conseguinte, o conheceu muito bem, não quis herdar do antecessor a sua “fraqueza política” mais  criticada, isto é, a sua cedência contínua aos interesses corporativos. Sucede porém que a decisão em descolar do seu (arrisco a chamar-lhe) “padrinho político” se transformou numa praxis política fortemente penalizadora para o nosso país.

 Guterres, de temperamento sensível e mole, deixou-se cair nas mãos das corporações e do seu próprio aparelho político. A sua campanha eleitoral, para o primeiro mandato, tinha um ideário (um conjunto de ideias) correcto para cumprir , caso fosse ele, o eleito. Essas ideias eram autênticos desígnios nacionais: a aposta forte na Educação, como uma mais valia a médio e a longo prazo, para o país, e o ataque cerrado à corrupção, através da decapitação das nomeações partidárias ( alguém se lembra da frase “ no jobs for de boys”, que ele tão bem popularizou?).

Todavia, a sua boa vontade e inteligência políticas esbarraram contra as divergentes formas de estar na política e na vida dos seus supostos correligionários. Estes, sem a estatura moral e ideológica do mestre, remeteram-se à pura agiotagem do orçamento comum, servindo os seus próprios interesses, remando sempre para o lado contrário daquele que estava na mente sã do seu chefe.

E foi assim, preso no espaço apertado do seu ideal, abandonado logo após as eleições pelos seus pseudo-seguidores, que Guterres foi sufocando perante os interesses sucessivos das corporações e dos lobbys.

Que havia, pois, de fazer um homem abandonado e só? Nada. Apenas ceder até não aguentar mais o fiasco político das reformas que queria introduzir e desenvolver.

Acresce que, no meio da seita esbanjadora, havia alguém muito atento a aprender com o seu primeiro ministro. Nada mais nada menos que o ministro do ambiente, José Sócrates.

Ora, este ministro de A. Guterres enquanto ia ajudando à “desleitação” financeira e económica do país, ia aprendendo a lição. E terá cogitado com os seus botões: “ Bem, Zé, se um dia fores primeiro ministro – como desejas – já sabes que não podes fazer como Ele…”.

E não fez.

Fez-se, sim, de homem duro, implacável; blindou-se o mais que pôde contra as corporações, centrando o seu esforço na luta sem tréguas contra aquela que o seu “padrinho político” tinha escolhido como alavanca de progresso social e económico – os professores.

E foi assim que o auto-projectado antípoda político de António Guterres, começou a (des)governar o país.

Resultado: Se Guterres “conduziu” o país ao estado de “tanga” desmascarado por Durão Barroso ( e que ninguém contraditou); Sócrates arrastou-o para um dos maiores descalabros que lhe conhecemos na história contemporânea.

Mas há esta diferença de vulto entre os dois:

Guterres gastou demais, mas distribuiu por muitos aquilo que pôde, e mesmo o que não pôde; Sócrates esbanjou tudo o que confiscou aos que trabalham, e entregou o país aos poderes heterofágicos ( e egoístas) da “grande e bondosa” Europa, que sempre se preocupou com a fome dos seus vizinhos, embora depois de ter o seu próprio celeiro a abarrotar.

Cunha Ribeiro

PCP vai apresentar moção de censura ao Governo

Este é o exemplo rematado de inciativa política só mesmo para consumo interno e para conquista de espaço mediático, para marcar uma posição, sabendo desde logo que de nada adianta, nem sequer querem que adiante.

Porque há algo que é muito claro: se este governo cair e se forem feitas novas eleições, é bem possível que - apesar de todas as asneiras que o PSD conseguiu fazer em muito pouco tempo - surja uma maioria parlamentar à direita, algo que acredito que o PCP não deseja.

Não parece provável que, mesmo com o crescimento dos partidos à esquerda do PS (que já estão num patamar muito alto), seja possível uma maioria simples PS-PCP no Parlamento, sabendo todos nós que uma hipótese PCP-BE-PS é algo muito, muito difícil.

Pelo que a queda do Governo por esta via poderá ter um efeito similar ao que aconteceu em 1987.

E eu acredito mesmo que o PCP não quer que isso se repita.

Mas ao mesmo tempo é indispensável um engrossar de voz na estratégia tradicional do partido em circunstâncias como as actuais. Daí a moção de censura, a ser servida com inflamada retórica mas o secreto desejo de que, nem por um momento, o PSD a apoie.

Aliás, com a certeza à partida de que a não apoiará.

Se por um estranho desígnio de cataventismo, o PSD apresentasse ele próprio uma moção de censura, o que faria o PCP?

E assim vamos continuando numa alegre coreografia em que os dançarimos fazem as suas piruetas e cumprem o seu programa completo para um público em retirada porque o gelo da pista está a derreter e o pavilhão prestes a cair.

PSD acena com moção de censura por causa do caso PT/TVI

Afinal o PSD não sabe mesmo o que quer, enredado numa indecisão enorme sobre se é melhor que quem cavou o buraco trate dele, se ao fazer isso quem tratar do buraco depois tennha legitimidade para não largar o lugar.

Evidência: a equipa económica de PPC não sabe exactamente o que apresentar como alternativa ao que o PS apresentou ou então não tem coragem para – num ou noutro sentido – propor diferente com medo de perder apoios (se cortar nas negociatas do Estado)  ou votos (se arriscar mais naquela via de colocar os desempregados a apanhar folhas secas de borla).

Ao que parece a realidade não se adequa com facilidade às leituras muito liberais de Nogueira Leite e Frasquilho (as mesmas que conduziram ao caos islandês e ao défice galopante da Irlanda), nem sequer às fórmulas formatadas boas para encher minutos de debates televisivos entediantes.

Resumindo, em poucas semanas – e com tudo na mão para ultrapassar Sócrates e este PS, não apenas em sondagens – estão a conseguir estragar boa parte do trabalho que levou PPC à liderança do PSD.

E agora vão ziguezagueando a uma rapidez estonteante que, por certo, não será o melhor para acalmar os mercados externos que tantos gostam de evocar quando é para aplacar os protestos e a agitação social.

Fazer acordos por conveniência e calculismo e não por convicção dá nisto: um com piadolas de mau gosto e o outro às arrecuas depois de ter visto que cometeu uma argolada das boas.

(há outros acordos que acabam em tribunal, qual casamento…)

Por dias pensei que íamos ser governados – de modo quase formal – pela maior maioria dos ultimos tempos. Ilusão: tudo isto não passou de coreografia e afinal estamos mesmo ao deus-dará.

Agora é lugar comum, mesmo na boca de quem não deveria, dizer que não precisamos de bons políticos mas de estadistas.

Só que não os há ou se há andam escondidos, a fazer tundo para não serem confundidos com a rapaziada.

Professora poderá voltar a dar aulas

Docente que posou nua na ‘Playboy’ ainda não decidiu se vai concorrer no próximo ano.

Bruna Real, a professora que foi afastada do ensino por ter posado nua na ‘Playboy’, poderá voltar a dar aulas em Mirandela no próximo ano lectivo.

A autarquia, que tutela os professores contratados no âmbito das actividades extracurriculares, admitiu ontem ao Correio da Manhã que, caso Bruna Real decida concorrer no próximo ano lectivo, a candidatura não será alvo de discriminação.

‘Como não podia deixar de ser, a professora em causa poderá concorrer em Mirandela, como em qualquer outra câmara do País. O concurso é universal. Os dossiês serão examinados na altura própria por um júri composto por três funcionários da autarquia. Desde que preencha todos os critérios, a professora poderá voltar a dar aulas no concelho. O júri é que irá decidir’, afirmou ao CM José Silvano, presidente da autarquia de Mirandela.

Para que conste – e apesar do bruááá - acho que ela fotografa muito bem com roupa vestida.

:D

Não pode ser esse o argumento para eliminar as ACND. O simplismo não pode chegar a esse ponto pois então estaríamos a reduzir-nos aos cálculos economicistas típicos do ME nos últimos anos.

Desculpa Ramiro, mas explica lá bem isso de novo…

Já viram os milhões de euros que se poupavam com a extinção das áreas curriculares não disciplinares?

As coisas são como são: os portugueses têm de mudar de vida. Receio, no entanto, que essa mudança de vida, leia-se… viver de acordo com as nossas posses, não possa efectuar-se enquanto a mãe de todos os problemas continuar a governar o país.

Embora saiba que este conselho vai cair em saco roto, aqui fica ele:Por que razão não aproveitar a crise para extinguir as áreas curriculares não disciplinares? Já imaginaram quanto se poupava com a extinção da formação cívica, área de projecto e estudo acompanhado?

Libertava-se o currículo de várias inutilidades e reduzia-se a despesa pública com a Educação em muitos milhões de euros.

The Big Pink, Velvet

Há muita gente pronta a avançar destemidamente, desde que atrás de alguém.

Uma das frases que mais vezes me é dita é que «a vida é curta para nos chatearmos com essas coisas». A minha resposta é quase sempre que «a vida é curta para que me chateiem com essas coisas».

When Punishing Teens Is Cruel and Unusual

The US Supreme Court today barred a practice that is already considered unconscionable in the rest of the world. In a 6-3 decision, the Court ruled that sentencing juveniles to life without the possibility of parole for any crime short of murder violates the Constitution’s 8th Amendment ban on cruel and unusual punishment.

In Graham v. Florida, the Supreme Court ordered a parole hearing for Terence Graham, who was sentenced to LWOP for crimes committed when he was 17. Graham was convicted of taking part in an armed robbery and home invasion in which no one was killed. The Court also struck down laws in 37 states that allow sentences of LWOP terms for non-homicides by juveniles. Currently, 129 inmates nationwide are serving such terms; 77 of them are in Florida.

(Continua…)

How to Save the News

Plummeting newspaper circulation, disappearing classified ads, “unbundling” of content—the list of what’s killing journalism is long. But high on that list, many would say, is Google, the biggest unbundler of them all. Now, having helped break the news business, the company wants to fix it—for commercial as well as civic reasons: if news organizations stop producing great journalism, says one Google executive, the search engine will no longer have interesting content to link to. So some of the smartest minds at the company are thinking about this, and working with publishers, and peering ahead to see what the future of journalism looks like. Guess what? It’s bright.

(Continua…)

Não devo poder ir, mas certamente irei comprar e ler, pois é um tema por cujas fronteiras andei há já muito tempo e até partilhei alguns desses (poucos) elementos com a autora.

É já amanhã, quinta-feira, dia 20 de Maio, o lançamento do meu livro Homossexuais no Estado Novo, às 18h30, no El Corte Inglés, em Lisboa. A Edição é Sextante/Porto Editora.

O livro  é apresentado por Teresa Pizarro Beleza (jurista, directora da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa), que faz o prefácio, e por António Fernando Cascais (professor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e um dos mais antigos activista dos direitos LGBT).

Em Coimbra, o lançamento é a 8 de Junho, às 18h30, na Livraria Almedina (Estádio) com a Graça Abranches (investigadora) e Paulo Jorge Vieira (activista de direitos LGBT).

No Porto, a apresentação será a 16 de Junho, às 18h30  no Clube Literário do Porto e será feita pela Ana Luísa Amaral (poetisa e professora de estudos feministas na Faculdade de Letras da Universidade do Porto) e por Raquel Freire (cineasta, feminista radical e activista de direitos LGBT).

Ou vai pedir desculpa por ter dito o contrário há poucos dias?

“O País está perante um problema que só se resolve com eleições”

Passos Coelho deixou hoje claro que os portugueses terão de ser confrontados com eleições antecipadas.

Isto depois de ter dito no último congresso do PSD que o “novo ciclo eleitoral inicia-se com as próximas presidenciais”.

Num almoço promovido pelo Fórum para a Competitividade Passos Coelho disse que o “país está perante um problema que só se resolve com eleições”, embora neste momento de crise financeira e económica “Portugal não esteja em condições de [as] enfrentar”.

« Página anteriorPágina Seguinte »

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Join 293 other followers