Inquérito a Escola de Fitares conclui que “não há factos que justifiquem procedimentos disciplinares” mas faz recomendações
O inquérito à Escola Básica de Fitares, para determinar eventual relação entre suicídio de um professor e maus tratos alegadamente causados por alunos, concluiu que “não há factos que justifiquem procedimentos disciplinares”, mas faz recomendações ao estabelecimento de ensino.
Maio 31, 2010
Maio 31, 2010 at 9:04 pm
O meu comentário…:
os não factos
Sintra
Inquérito a Escola de Fitares conclui que “não há factos que justifiquem procedimentos disciplinares” mas faz recomendações P
O indivíduo ter-se suicidado dizendo que não aguentava a pressão do ambiente (indisciplina dos alunos com a -implícita- cumplicidade da direcção da escola), não foi considerado um facto relevante. As queixas, participações, empurrões e outros factos terão, portanto, sido considerados não-factos. Esta semana um professor dessa escola foi suspenso porque uma aluna o acusou de assédio sexual. Os colegas do professor dizem que é uma vingança por ele ter levado avante uma queixa contra alunos apesar da direcção se opôr e estar sempre contra os professores e a favor dos alunos (os tais que são malcriados, empurram, etc.?). O inquérito diz que devem todas as queixas ter sempre seguimento. Pelo que se sabe nunca têm. Mas isso deve ser um não-facto. Diz que a direcção deve manter o bom ambiente. O ambiente é péssimo. Mas deve ser outro não facto…
Vendo bem, vendo bem, aquela escola deve ser alucinante: uma escola onde os factos não são factos, será uma escola de não-alunos com não-professores a dar não-aulas?
Compreende-se a moda: afinal, temos uma não-ministra, a fazer um não-trabalho, num ministério de não-educação, de um não-governo.
http://edicoespqp.blogs.sapo.pt/402135.html
Maio 31, 2010 at 9:09 pm
O meu comentário…:
É FÁCIL TRAMAR UM PROFESSOR
«Um professor, com cerca de 70 anos, da Escola EB 2,3 de Fitares, Rio de Mouro, foi suspenso e impedido de entrar nas instalações. Em causa está uma acusação de assédio feita por uma aluna, segundo apurou o DN. O Ministério da Educação confirmou que o docente “foi suspenso preventivamente” pela Direcção Regional de Lisboa. E que está a decorrer um processo disciplinar, não revelando o teor da investigação.
Os colegas do professor não acreditam, no entanto, que a acusação seja verdadeira. “É uma retaliação por ele ter tido um problema com um aluno que o tentou agredir”, refere um docente que preferiu o anonimato. Os colegas temem ainda o que pode acontecer a este professor devido ao estado de fragilidade emocional em que ele se encontra.
Esta não é a primeira vez que este docente tem problemas com os estudantes. Já há algum tempo, tinha sido agredido e insultado durante uma aula. “Há tempos, um aluno atirou-lhe com um telemóvel e insultou-o. Mas a escola não abriu nenhum processo”, conta o professor da mesma escola. O processo seria aberto mais tarde depois de uma denúncia feita à Inspecção-Geral da Educação, acrescenta » [DN]
Parecer:
Basta fazer uma queixa e inventar uns falsos testemunhos para fazer a “cama” a um professor, os inspectores do ministério da Educação percebem tanto de investigação e de direito como eu de lagares de azeite, ainda por cima têm a tendência de “perseguir” os professores.
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se pela conclusão do processo disciplinar.»
http://jumento.blogspot.com/2010/05/umas-no-cravo-e-outras-na-ferradura_30.html
Maio 31, 2010 at 9:14 pm
Joseph Stiglitz é conhecido pela sua postura crítica sobre as principais instituições financeiras internacionais, o pensamento único, a globalização e o monetarismo. Numa entrevista ao jornal francês Le Monde, falou sobre a sua análise da crise do euro.
Joseph Stiglitz no Fórum Económico Mundial, em Davos, 2009. Foto World Economic Forum/Flikcr.
Joseph Stiglitz, 67 anos, Prémio Nobel de Economia em 2001, ex-conselheiro económico do presidente Bill Clinton (1995-1997) e ex-economista chefe do Banco Mundial (1997-2000), foi entrevistado por Virginie Malingre para o jornal francês Le Monde e falou sobre a sua análise da crise do euro.
Disse recentemente que o euro não teria futuro sem uma grande reforma. O que quis dizer com isso?
A Europa caminha na direcção errada. Ao adoptar a moeda única, os países membros da zona do euro renunciaram a dois instrumentos de política: as taxas de câmbio e as taxas de juro. Tinha que se encontrar alguma coisa que lhes permitisse adaptarem-se à conjuntura quando necessário. Tanto mais que Bruxelas não foi suficientemente longe na regulação dos mercados, achando que eles eram omnipotentes. Mas a União Europeia (UE) não previu nada nesse sentido. E agora quer um plano coordenado de austeridade. Se continuar nessa via, caminha para o desastre. Sabemos, desde a Grande Depressão dos anos 1930, que não é isto que se deve fazer.
Que deveria a Europa fazer?
Há várias possibilidades. Poderia, por exemplo, criar um fundo de solidariedade para a estabilidade, como criou um fundo de solidariedade para os novos membros. Esse fundo, que seria alimentado em tempos económicos mais favoráveis, permitiria ajudar os países com problemas quando estes surgissem. A Europa precisa de solidariedade, de empatia. Não de uma austeridade que vai fazer crescer o desemprego e causar depressão. Nos E.U., quando um Estado está em dificuldades, todos os outros se sentem envolvidos. Estamos todos no mesmo barco. Em primeiro lugar e antes de tudo, é a falta de solidariedade que ameaça a viabilidade do projecto europeu.
Defende uma espécie de federalismo?
Sim, de coesão. O problema é que os Estados-Membros não têm as mesmas convicções em termos de teoria económica. Nicolas Sarkozy fez bem em exercer pressão sobre (a chanceler alemã) Angela Merkel para a forçar a contribuir para a Grécia. Há muita gente na Alemanha a confiar totalmente nos mercados. Nessa lógica, os países que estão mal são os responsáveis por isso e devem desembaraçar-se sozinhos.
Não é o caso?
Não. O défice estrutural grego é inferior a 4%. É certo que o governo anterior, ajudado pela
Goldman Sachs, teve a sua parcela de responsabilidade. Mas foi em primeiro lugar a crise mundial, a conjuntura, que causou esta situação. Quanto à Espanha, era excedentária antes da crise e não pode ser acusada de falta de disciplina. Com certeza que devia ter sido mais prudente e teimpedido a formação da bolha imobiliária. Mas de certo modo foi o euro que a permitiu, proporcionando taxas de juros mais baixas do que aquelas a que Madrid teria acesso sem a moeda única. Hoje, estes países só podem sair da crise com a retoma do crescimento europeu. É por isso que devemos apoiar a economia através do investimento e não amarrando-a com planos de austeridade.
A queda do euro será então uma coisa boa?
É a melhor coisa que poderia acontecer à Europa. Vai beneficiar sobretudo a França e mais ainda a Alemanha. Mas a Grécia e a Espanha, para quem o turismo é uma importante fonte de receita, também serão beneficiárias.
No entanto, a senhora Merkel sabe que a solidariedade pode ser importante. Caso contrário, não teria havido reunificação alemã.
Sim. Mas, precisamente, foram precisos mais de dez anos para a Alemanha lidar com a reunificação. E, de certa forma, acho que os ex-alemães ocidentais sentem que já pagaram um preço elevado pela solidariedade europeia.
Acha que a viabilidade do euro está em risco?
Espero que não. É perfeitamente possível evitar o colapso da moeda única. Mas, se continuarmos assim, nada está excluído. Embora eu ache que o cenário mais provável é o da falta de pagamento. A taxa de desemprego dos jovens na Grécia aproxima-se dos 30%. Em Espanha, ultrapassa os 44%. Imagine a agitação social se o desemprego jovem alcançar os 50% ou 60%.
Chegará um momento em que Atenas, Madrid ou Lisboa colocarão seriamente a questão de saber se lhes interessa continuar com o plano de austeridade que lhes foi imposto pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e por Bruxelas. Ou se não preferem recuperar o controle da sua política monetária. Lembre-se do que aconteceu na Argentina.
O peso estava ligado ao dólar por uma taxa de câmbio fixa. Pensava-se que Buenos Aires não iria quebrar esse vínculo, que o custo seria excessivo. Mas os argentinos fizeram-no, desvalorizaram o peso, foi o caos como se tinha previsto. Mas, no fim de contas, beneficiaram largamente. Nos últimos seis anos, a Argentina tem crescido a uma taxa de 8,5% ao ano. E hoje há muita gente que pensa que a Argentina fez bem.
Maio 31, 2010 at 9:24 pm
Toll deves ver este filme sem falta..acabei de o ver…Muito bom..
http://bulimunda.wordpress.com/2010/05/31/the-international-trailer-in-ihd-um-filme-com-um-excelente-argumento-a-ver/
Maio 31, 2010 at 9:28 pm
#4 Buli
OK
Maio 31, 2010 at 9:29 pm
# 4 Buli
O que oontem colocaste já o conhecia, corporações. Muito bom, Excelente.
Maio 31, 2010 at 9:30 pm
Quanto a Fitares …no passa nada..podem morrer alunos , incinerá-los..sei lá..que vão sempre dizer..no passa nada…
Por mim podiam-se suicidar todos..faziam um favor ao pais ..tanto alunos como professores e pais…sempre se poupava nos impostos..Fui isto mete tanto nojo que vou vomitar aquele vomitado amarelo e liquido com pedaços de comida no meio…
Maio 31, 2010 at 9:40 pm
Face ao texto que o professor deixou no computador:
“Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimento, a única solução apaziguadora será o suicídio”
só restaria à Inspecção Geral de Educação, proceder em conformidade e instaurar um procedimento disciplinar, a título póstumo, por o colega ter, ostensivamente com o seu acto tresloucado, perturbado o equilíbrio emocional dos alunos e restantes membbros da comunidade escolar.
Cambada de fdp!
Maio 31, 2010 at 9:40 pm
Tollwut, obrigada pelo relatório.
Este blogue é mesmo bom pelas amizades que se criam apesar de não estarmos sempre de acordo.
Maio 31, 2010 at 9:42 pm
Atenção: isto, apesar de tudo, vai pôr a directora mais nos eixos.
“O inquérito instaurado pela Inspecção Geral de Educação recomenda a revisão do regulamento interno da escola, “adequando-o à legislação em vigor, nomeadamente ao Estatuto dos Ensinos Básico e Secundário”.
Segundo o comunicado da DRELVT, o inquérito recomenda uma “resposta legalmente adequada e célere às participações apresentadas por todos os elementos da comunidade educativa” e que seja garantido pelos órgãos da escola “um bom ambiente educativo”.”
Acho que os colegas dessa escola ganham nova força para denunciar o que lá se passa.
Julgo que o pesadelo de viverem controlados por uma tirana começou a chegar ao fim.
Maio 31, 2010 at 9:47 pm
#9
Vais levar ta-tau do eduquês-mor!
Alugam-se algemas de peluche e chicote de chiffon, bom preço.
Maio 31, 2010 at 9:49 pm
# 9 Olinda
Cuidado com o chicote… e o tau-tau
Maio 31, 2010 at 10:07 pm
Curioso, que Sócrates tratou primeiro da vidinha do casamento entre homosexuais do que do ECD.
Ganhei uma aposta quando disse isso há uns 7 meses atrás.
Maio 31, 2010 at 10:08 pm
Que curioso! Não foi nada para a qual não se tenha já alertado, afinal, foi nomeado um advogado para defender a directora, como reiteradamente foi sendo afirmado. Como foi referido no fórum da Faculdade de Ciências, o ano passado havia factos e houve processos disciplinares, mesmo que em causa estivessem apenas uns míseros euros, pelos quais lutavam desesperadamente os delegados sindicais da escola do SPGL. Este ano, os mesmos que estão na direcção já nomeiam em comissão de serviço pessoas onde há titulares. Sim, porque eles continuam a existir, apesar do acordo.Este ano, como diz o colega livresco, são “não factos”, logo, não há lugar a procedimentos disciplinares.
Houve um colega que lutou desesperadamente pela sua dignidade e que acabou no Tejo. Houve participações mas não houve medidas sancionatórias. A Lei não foi cumprida, nem o Regulamento Interno. Portanto temos mais “não factos”.
O colega suspenso foi vítima das maiores barbaridades, desde a ameaça com uma arma, durante vários dias, até a empurrões, palavrões, etc. A aluna que o acusa foi internada pelos pais numa instituição porque não conseguiam lidar com ela. Era de uma agressividade extrema. Integra uma sala de cerca de 18 metros quadrados onde estão mais catorze alunos e uma outra professora. Como se procederia o assédio? Será que os outros estavam todos a dormir?
Basta falar com o colega e ver a forma correcta como se dirige às pessoas para facilmente se concluir pela cabala montada. Mas desta vez o colega não vai estar sozinho, será acompanhado por alguém que sempre lutou pela dignidade e pela verdade.
Em desespero de causa,
já circula um abaixo-assinado onde se pretende dizer que são alguns professores que fazem o mau ambiente. Porém, existem os “não factoa”: o colega que se suicidou e o que foi suspenso.
Também outra professora foi forçada a retirar-se sob ameaça e um outro que está a sofrer o mesmo tipo de perseguições que o colega Luís.
Não fosse a protecção do SPGL, da IDE, da DRELVt, através da jurista Manuela Faria, amiga da directora, e as coisas processar-se-iam de outra forma em Fitares. Assim, parece o regresso aos tempos da “outra senhora”, só que naquela altura os alunos obedeciam aos professores e agora humilham-nos diariamente. Comparando com a actual directora, chego a ter saudades do antigo reitor… era humano e sabia partilhar o saber com os alunos e professores, esta “rosna”, como dizem alguns funcionários.
Vamos consultar o processo e depois se verá o caminho a seguir. Parar, nunca!
Maio 31, 2010 at 10:10 pm
Esterco de esquerda. Continuem a votar nestes abortadeiros meus parvalhões
Maio 31, 2010 at 10:12 pm
Ui, ui. A minha alma está estarracida com a linguagem que por aqui vi. Prosa digna de fazer corar os mais irrequietos espécimes da Cova da Moura em dia de ressaca.
Também não era para tanto, que diabo. Segundo li o relatório até dá prós dois lados (salvo seja), isto é: a direcção tem que tomar algumas medidas importantes; e o lobi da “sabotagem” têm, naturalmente, que arrepiar caminho, já que o relatório faz notar que a conflitualidade deve dimimuir, com o necessário e adequado apoio da DREL, a quem se recomneda que apoie a direcção.
Enfim, um desfecho aceitável e que, aparentemente, não deveria suscitar o tipo de comentários incendiários, despropositados, grosseiros, ordinários e indignos de qualquer ser medianamente escolarizado, com que a Bulimunda (ou talvez “Bul Imunda”) nos brindou.
Maio 31, 2010 at 10:17 pm
#16
Que linguagem?
Alguém viu para onde foi a linguagem?
É sempre assim… nunca encontramos o que precisamos, quando precisamos. Precisamos?
O novo inquilino diz que tira medidas, portanto é preciso ser-se preciso.
Maio 31, 2010 at 10:25 pm
#17 Para treino não esteve mal. Mas quero acreditar que conseguirá fazer melhor em matéria de … humor (??). Vá lá, tente outra vez. Agora com mais garra.
Maio 31, 2010 at 10:27 pm
Aceitável porque não foi o seu irmão..queria ver se o fosse…efeitos colaterais…pois..no meu1º ano um puto de 12 anos morreu ..ingeriu 605 forte…o que fez a escola nada porque nada podia fazer…o puto não me largava pois eu dava-lhe muita atenção…colava-se a mim…soube no fim do ano pelo director de turma…dei-lhe somnet 20 ou 30 aulas durante o ano…dava apoio…nunca achei aceitável e ainda hoje me lembra do puto..o donatien que anda por aqui também..estava la comigo…quanto a linguagem entenda-a como uma catarse..os fala benzinho sempre me deram desconfiança..lembram.me os pedófilos bem falantes e com um português irrepreensível…Fui..vou deitar o meu puto…
Maio 31, 2010 at 10:29 pm
Tenta Shue ..penetra melhor …
Maio 31, 2010 at 10:41 pm
Fora do post.
Arranjei uma forma mais económica de tomar banho…
Maio 31, 2010 at 10:42 pm
#20; #21. Pronto tá explicado.
Isto acontece. Com a idade e a complexidade da vida a cabeça começa a apresentar sintomas de alguma fadiga, digamos assim… E depois há pessoas que vêm coisas, outras que ouvem coisas e outras que sentem coisas. E também as que vêm, ouvem e sentem coisas em stereo, desculpem, em simultâneo.
Não vem mal nenhum ao mundo por isso. Temos é que procurar ajuda nos sítios certos, caso contrário tudo se complica.
Maio 31, 2010 at 10:44 pm
Coloque-se em frente deste vídeo para limpar a sua aura. Vocês podem adotar uma postura meditativa, serenar vossos sentidos durante uns cinco minutos. O efeito, segundo os clarividentes, é de subtilizar a aura e desvanecer as manchas produzidas por acúmulos de pensamentos, sentimentos e situações do quotidiano.
Maio 31, 2010 at 10:45 pm
Ouve lá
É da minha vista ou o redemoínho levou-lhe a ferramenta!?
Maio 31, 2010 at 10:47 pm
«Dia da Criança: Idade pediátrica alargada para os 18 anos – Governo
31 de Maio de 2010, 20:16
Lisboa, 31 mai (Lusa) – A idade pediátrica vai ser alargada para os 18 anos e a partir de terça feira os serviços de pediatria vão de “forma gradual e progressiva” estender o atendimento até essa idade, anunciou hoje o Ministério da Saúde.
O anúncio vai ser feito na terça feira, Dia Internacional da Criança, pela ministra da Saúde, Ana Jorge, durante uma vista ao Hospital Fernando Fonseca, na Amadora.
“Este ano o Dia Internacional da Criança vai ficar marcado pelo anúncio da extensão da idade pediátrica dos 14/15 anos para os 18 anos”, refere uma nota do Ministério da Saúde.»
Mas está tudo tolo, ou sou eu que ainda não desci à Terra?
Mas agora será que nem aos 18 anos se pode empregar um filho?
Mas então, os jovens cada vez mais, começam as relações sexuais, como é possível ser criança aos 18 anos?
E a adolescência, vai até aos 24 anos, depois da universidade?
Maio 31, 2010 at 10:49 pm
Fiquem bem com o poder da vossa mente!…
Até amanhã.
Maio 31, 2010 at 10:52 pm
Já o professor maretelo falava nisso. crianças até aos 20, adolescentes até aos 34 anos…
Como não há empregos e os pais reformam-se cada x com idade mais avançada…os filhos ficam em casa até aos 34 35 anos de idade, isto se conseguirem emprego.
Dai esta necessidade da escolaridade obrigatória até ao 12 anos a escola a tempo inteiro, só falta, cama e roupa lavada.
Maio 31, 2010 at 10:54 pm
Pois…a dona Binlandene ou é aquilo que eu penso que é uma vaca insensível sem filhos e sem marido ou um robot despojado de software..só hadware..em qualquer dos caso fim de conversa com tal ser…
O mundo é de quem não sente. A condição essencial para se ser um homem prático é a ausência de sensibilidade.
Fernando Pessoa
Maio 31, 2010 at 10:58 pm
Honestamente, alguém está surpreendido com as conclusões deste “rigoroso inquérito”?
Com a experiência que “tenho” da IGE e da (agora pomposamente designada por) DRELVT, acho que já foi uma sorte não se terem lembrado de colocar um processo disciplinar, a título póstumo, ao professor que se suicidou, como alguém já aqui referiu.
E depois aquela treta do:
“O inquérito instaurado pela Inspecção Geral de Educação recomenda a revisão do regulamento interno da escola, “adequando-o à legislação em vigor, nomeadamente ao Estatuto dos Ensinos Básico e Secundário. Blablablabla”,
só mesmo “conversa para boi dormir”, pois – ou muito me engano – ou as coisas ainda vão piorar mais, na tal escola, agora que até a DRELVT já deu o seu “apoio” à impunidade.
Sinceramente, estou-me borrifando para as “lutas intestinas” da escola de Fitares, mas penaliza-me pensar nos sentimentos de injustiça, impotência, raiva, etc. que neste momento devem estar a sentir a irmã e os pais do professor Luís Vaz.
Pelos vistos, já nem a morte de um professor coloca um pouco de senso comum nas cabeças dos eduqueses que governam ME, DRELVT, IGE e seus derivados.
Pode ser que um dia, essas aventesmas tenham uma “epifania” se algum professor se lembrar de fazer como os bombistas suicidas islâmicos e resolva explodir com uma sala de aula, um gabinete de director de escola, de DRELVT, de IGE e quejandos.
P.S. Embora concorde que neste blog, por vezes, se fazem comentários grosseiros, racistas e homofóbicos (uns mais encobertos, outros mais às claras) não posso deixar de me indignar com esta situação (apesar de não servir para nada…), por isso, enquanto escrevo isto, aproveito para dirigir(mentalmente), com toda a estima e afeição, um expressivo gesto de dedos aos “madres Teresas do Ensino” que acham que tudo isto teve “Enfim, um desfecho aceitável e que, aparentemente, não deveria suscitar o tipo de comentários incendiários, despropositados, grosseiros, ordinários e indignos de qualquer ser medianamente escolarizado….”.
(E nem sequer vou escrever a frase feia que me vai na cabeça, neste momento).
Maio 31, 2010 at 11:04 pm
#20
Acabou-se-me a vaselina… e recuso-me a usar óleo diesel.
Maio 31, 2010 at 11:09 pm
Tenta este…
Maio 31, 2010 at 11:20 pm
#29.
Madre Teresa de Calcutá dizia “A vida é amor, goze-o…”
Se calhar até nem é nada saudável andar por aí a desembainhar e brandir dedos por dá cá aquela palha…
Maio 31, 2010 at 11:36 pm
Mais alguns “não-factos”
Alunos do 9ºB continuam a dar que falar, mas só para os professores da turma e Direcção e tudo no segredo dos Deuses, como os próprios dizem “não vale a pena empular situações”… há certca de um mês duas alunas numa aula andaram ao soco e pontapé, a professora convidou a sair uma das alunas separando-as e eis que temos um belo salto, da aluna que já se encontrava fora da sala para dentro da mesma sob a colega/rival. A participação foi feita pela docente e como se sabe.. não deu em nada… coitadinhos dos meninos, estavam só zangados … a professora calou-se e compreendeu que nada fosse feito…
Hello… onde está a nave dos profs de Fitares?
serão ET´S?
Maio 31, 2010 at 11:37 pm
#16
…por amor de deus, a nojice tem limites. Cale-se! e tente ser feliz.
Maio 31, 2010 at 11:41 pm
As cobras de Fitares ainda aqui andam? Já cheiram mal mais as suas notícias sempre a bater no mesmo, não percebem que já enjoam e ninguém acredita em cobras tão mansas?
Maio 31, 2010 at 11:43 pm
O texto abaixo foi enviado à LUSA PELO ME:
Nota à Comunicação Social
Na sequência das notícias divulgadas na Comunicação Social sobre o Agrupamento de Escolas de Fitares, foi instaurado pelo Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT), um processo de inquérito, no passado dia 12 de Março.
O inquiridor do processo foi nomeado na mesma data pelo Delegado Regional da Inspecção Geral de Educação (IGE), por solicitação do Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo.
Uma vez concluído, o processo foi remetido ao Director Regional para decisão, tendo sido recepcionado a 24 de Maio.
O inquérito conclui que não há factos merecedores de censura jurídica disciplinar que justifiquem a instauração de procedimentos disciplinares.
O relatório faz também um conjunto de recomendações de que se destacam:
a) A revisão do regulamento Interno, adequando-o à legislação em vigor, nomeadamente ao Estatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pela Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro, alterada pela Lei n.º 3/2008, de 18 de Janeiro;
b) Uma resposta legalmente adequada e célere às participações apresentadas por todos os elementos da comunidade educativa;
c) Que os órgãos da escola providenciem no sentido de ser garantido um bom ambiente educativo.
A IGE recomenda ainda à DRELVT o acompanhamento à escola e à sua direcção, tendo em conta as marcas que os acontecimentos deixaram na instituição e o prolongado nível de conflitualidade entre alguns elementos da comunidade educativa do Agrupamento de Escolas de Fitares.
As conclusões e recomendações do processo de inquérito mereceram acolhimento e concordância do Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, que exarou despacho em conformidade, datado de 26 de Maio de 2010.
Lisboa, 27 de Maio de 2010
O Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo
José Joaquim Leitão
Maio 31, 2010 at 11:46 pm
Nunca discutas com um idiota:
-Primeiro, ele arrasta-te até ao seu nível depois, ganha-te em experiência.
Maio 31, 2010 at 11:48 pm
#33
“facto” foi o que aconteceu entre as alunas, como relata; “facto” foi igualmente o que a professora fez, e bem, participando o acontecimento.
“não facto” é, no entanto, o que refere no seu post. Por uma simples razão: as alunas foram punidas pela Direcção com cinco dias de tarefas na escola. E isto é também um “facto”.
Maio 31, 2010 at 11:58 pm
cinco dias, lol …. é de morrer a rir …
Maio 31, 2010 at 11:59 pm
Também acho:
“não vale a pena empular situações”, ainda alguém se aleija e torce um pé!…
Já agora, quem é que quer empular?
Junho 1, 2010 at 12:00 am
ET’s em acção … e a escola ficou limpa… lol
Junho 1, 2010 at 12:04 am
o “o” fugiu, as minhas mais sinceras desculpas … lol
Junho 1, 2010 at 12:06 am
Fui, que a paz chegue à escola de ET’s e que nunca vá lá parar …
Junho 1, 2010 at 12:21 am
#32
1) “Madre Teresa de Calcutá dizia “A vida é amor, goze-o…””.
Ya minha, na boa. Deve ser por causa dessas “teorias” é que a escola de Fitares está como está. Aquilo deve ser tanto amor a brotar por todos os poros, que as pessoas até se suicidam por não aguentarem com tanto amor. Aliás é por “A vida ser amor, goze-o…” é que os animais andam todos em guerra uns com os outros enquanto os seres humanos (de Fitares, p. ex.) vivem felizes como se estivessem no Paraíso…
2)”Se calhar até nem é nada saudável andar por aí a desembainhar e brandir dedos por dá cá aquela palha…”. Você lá saberá porquê… Alguma “má experiência” com dedos, quiçá algo um pouco mais “traumatizante” do que esperava, sei lá?
3) Por favor , poupe-me essa treta dos “trabalhos na escola”, porque todos sabemos perfeitamente como isso funciona e os “efeitos lúdicos” que costuma ter.
Já agora as participações feitas pelo professor Luis Vaz e pelo outro professor, que levou com o telelé na corneta, também tiveram o mesmo andamento de “5 dias de tarefas na escola”?
Junho 1, 2010 at 12:30 am
#38 Gostei dessa dos “5 dias de trabalhos na escola”!!!!!
Realmente nessa escola vale a pena ser aluno prevaricador…
Quanto a ser professor, já não é bem a mesma coisa.
Tem que se escolher entre ser cobra ou não, ou seja estar calado, sofrer resignadamente e… nada fazer, pois senão sofre-se as consequências.
Quanto ao resultado do inquérito, ninguém esperava outra coisa. “Não factos” dão “não responsáveis”, o que vai dar cidadãos no futuro… sabemos todos.
E uma “não directora”, que é que dará?
Junho 1, 2010 at 1:22 am
Não acredito nas conclusões do relatório
Não acredito que não haja factos juridicamente relevantes em termos disciplinares
Acredito que o inspector os ignorou
E seguiu uma linha de investigação cómoda, pastoral
Atirar as culpas para o regulamento interno? Desta vez o porteiro escapou
Arquive-se! Não há factos… mas há recomendações:
«resposta legalmente adequada»
eufemismos em direito??????
Ou há factos disciplinares ou não os há.
Este relatório é um «copy paste» do outro de 9 de Fevereiro.
E chamaer de «cão» o professor não é um facto relevante?
Porquê? Não apuraram os aruidos?
Onde está esse relatório de instrução dessa averiguação prévia?
leia-se: artigo 86.º da CPA
Este artigo já fez o inspector perder o sorriso!!!!!!!!!!!
Tudo fixe!
O morto já cá não está
As criancinhas não podem carregar culpas para toda a vida
A direcção nim
Decretou o Bispo regional de Lisboa e vale do Tejo
Junho 1, 2010 at 1:28 am
Onde estão os relatórios das averiguações para apurar eventuais arguidos na sequência das participações verbais do Luis do carmo, facto constantes do processo???
Como foi feito o inquisitório?
Foi à sala e perguntou a todos «quem é que chamou cão ao professor?»
«Nós não fomos»
Como foi feito o contraditório?
Os relatórios escritos dessa averiguação prévia?
Os depoimentos isolados dos alunos perante cada um dos Emc. educação? Onde estão?
Sabemos que não existem!!!
Não! Este processo não é digno de um Estado de Direito.
Código de Procedimento Administrativo:
Artigo 86.o
Direcção da instrução
1 —A direcção da instrução cabe ao órgão competente
para a decisão, salvo o disposto nos diplomas orgânicos
dos serviços ou em preceitos especiais.
2 —Oórgão competente para a decisão pode delegar
a competência para a direcção da instrução em subordinado
seu, excepto nos casos em que a lei imponha
a sua direcção pessoal.
3 —Oórgão competente para dirigir a instrução pode
encarregar subordinado seu da realização de diligências
instrutórias específicas.
4 —Nos órgãos colegiais, as delegações previstas no
n.o 2 podem ser conferidas a membros do órgão ou
a agente dele dependente.
Junho 1, 2010 at 1:31 am
Antes de um processo disciplinar, para apurar a identificação de arguidos face á noticia de infracções graves ou muito graves
a lei remete o orgao directivo para averiguações prévias.
E aqui é que a porca torce o rabo
O inspector acha que foram feitas ainda que…. objecto de recomendações
mas não seguiram os provcedimentos com segurança juridica
já agora: porque não foi ouvido o professror?
já tinha morrido?
sim! sim! «resposta legalmente adequada» acrescenta-se:
em vida da vítima!!!!!!!!!!!!!!
Junho 1, 2010 at 1:34 am
BOM INÍCIO DE CARREIRA PARA O NÓVEL INSPECTOR
VAI LONGE
O PARTIDO SABE RECONHECER OS MÉRITOS NA HORA DAS NOMEAÇÕES
HOMEM DE DEUS: DEVIA TER DADO UM MURRO NA MESA
A VERDADE ACIMA DE TUDO
A JUSTIÇA ACIMA DE TUDO
Junho 1, 2010 at 1:37 am
lÁ QUE ABSOLVA A DIRECÇÃO Deus lá está para os julgar
mas nem falam das criancinhas???
Nem uma palavra
Já sei: andam em apoio psicológico
mas onde? na escola?
em que sítio?
podem estar inocentes todos.
temos de admitir.
mas não nos convenceram
não queremos que sejam culpados!!!!
queremos que o provem!!!!
não que o afirmem somente!!!!!!!
Junho 1, 2010 at 1:39 am
foram muitas mentiras juntas
ninguém acreditou na bondade da direcção
mas pode estar inocente
porque não?
não no-lo provaram (a IGE)
isso é que é grave
Junho 1, 2010 at 1:40 am
perdoar?
eu acho que sim!!
esquecer?
talvez!
sem rancores
não se discute com um tolo dizia-se atrás
parafraseando a escrita veterotestamentária
talvez…
Junho 1, 2010 at 1:41 am
tolos somos todos por termos votado neste sistema
Junho 1, 2010 at 1:47 am
29, KT
Na mouche! Uma mão lava a outra e as duas lavam uma terceira e quantas mais vierem!
Não sirvas a quem serviu, não peças a quem pediu – ditados de grande sabedoria!
CORRELACIONE-SE COM o conteúdo da nota de imprensa do ME, que 36 aqui deixou E com a legislação da gestão escolar de Sócrates e Mª de Lurdes:
Mudar a lei para reforçar as tais lideranças… Para que servem as direcções??? as tais lideranças fortes??? para que servem as direcções regionais e o que têm andado a fazer????…???…
do DL da gestão… DELICIEM-SE COM A toda a(in)CONGRUÊNCIA DA COISA
“…reforçar a autonomia e
a capacidade de intervenção dos órgãos de direcção das escolas para reforçar a EFICÁCIA da execução das medidas de POLÍTICA EDUCATIVA e da prestação do SERVIÇO PÚBLICO de educação…
mais??? aqui continua:
…com este decreto -lei, procura -se
REFORÇAR as LIDERANÇAS das escolas, o que constitui reconhecidamente UMA DAS MAIS NECESSÁRIAS MEDIDAS DE REORGANIZAÇÃO DO REGIME DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR …
mais??? OK, mais um pouco:
Impunha -se, por isso, CRIAR CONDIÇÕES PARA QUE SE AFIRMEM BOAS LIDERANÇAS e LIDERANÇAS EFICAZES, para que em CADA ESCOLA EXISTA UM ROSTO, UM PRIMEIRO RESPONSÁVEL, dotado da autoridade necessária para desenvolver
o projecto educativo da escola e EXECUTAR LOCALMENTE localmente as MEDIDAS DE POLÍTICA EDUCATIVA.
A ESSE PRIMEIRO RESPONSÁVEL PODERÃO ASSIM SER ASSACADAS AS RESPONSABILIDADES pela prestação do serviço público de educação e pela gestão dos recursos públicos postos à sua disposição…
só mais uns primores (infelizmente, não passam disso mesmo):
No exercício das suas funções, os titulares dos CARGOS PREVISTOS no presente decreto -lei estão EXCLUSIVAMENTE AO SERVIÇO DO INTERESSE PÚBLICO, devendo observar no exercício
das suas funções os VALORES FUNDAMENTAIS e PRINCÍPIOS DA ACTIVIDADE ADMINISTRATIVA CONSAGRADOS NA CONSTITUIÇÃO e na LEI, DESIGNADAMENTE OS DA LEGALIDADE, JUSTIÇA e IMPARCIALIDADE,COMPETÊNCIA, RESPONSABILIDADE, PROPORCIONALIDADE,
TRANSPARÊNCIA e BOA FÉ.
…”
Com papas e bolos se enganam os tolos!
Junho 1, 2010 at 8:59 am
Estas questões da Escola de Fitares são uma vergonha! Vergonha ao mesmo nível da vergonha a que chegou o nosso sistema de de ensino, os nosso valores, a ética e a honra.
Estes “eduqueses” e mais a “corja” de liberalistas que dominam a nossa sociedade deveriam era ir educar a mãe deles!
METE NOJO ESTE PAÍS!
Junho 1, 2010 at 12:04 pm
Era o que previa!!!
Junho 1, 2010 at 2:04 pm
COMPAREM O RELATÓRIO DA IGE COM DESPACHO DE 9 DE FEVEREIRO (DIA DO SUICIDIO DO PROFESSOR) COM O RELATÓRIO DE AGORA.
VEJA AS DIFERENÇAS, SE CONSEGUIR:
1.º RELATÓRIO
«3. Face às conclusões retiradas, proponho que ao Agrupamento de Escolas de Fitares, sejam feitas as seguintes recomendações:
(…)
3.3. que se dê cumprimento à Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro com as alterações introduzidas pela Lei n.º 3/2008, de 18 de Janeiro, no que diz respeito à violação de algum dos deveres previstos no seu Artigo 15º ou no Regulamento Interno da Escola, por parte dos alunos.
(…)
À consideração superior
Lisboa, 5 de Fevereiro de 2010
A Inspectora
Olga Maria Falé Baião Matoso Costa Correia»
Despacho do delegado regional da IGE, Pedro Teixeira Pinto aposto no relatório:
«1. Arquivo a presente intervenção inspectiva
2.Oficie-se a Sra Directora no sentido desta
proceder às correcções propostas dando conhecimento das mesmas à DRELVT
3. Dê-se conhecimento do presente despacho à queixosa.
LX. 2010/02/09»
2.º RELATÓRIO
Nota à Comunicação Social
Na sequência das notícias divulgadas na Comunicação Social sobre o Agrupamento de Escolas de Fitares, foi instaurado pelo Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT), um processo de inquérito, no passado dia 12 de Março.
O inquiridor do processo foi nomeado na mesma data pelo Delegado Regional da Inspecção Geral de Educação (IGE), por solicitação do Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo.
Uma vez concluído, o processo foi remetido ao Director Regional para decisão, tendo sido recepcionado a 24 de Maio.
O inquérito conclui que não há factos merecedores de censura jurídica disciplinar que justifiquem a instauração de procedimentos disciplinares.
O relatório faz também um conjunto de recomendações de que se destacam:
a) A revisão do regulamento Interno, adequando-o à legislação em vigor, nomeadamente ao Estatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pela Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro, alterada pela Lei n.º 3/2008, de 18 de Janeiro;
b) Uma resposta legalmente adequada e célere às participações apresentadas por todos os elementos da comunidade educativa;
c) Que os órgãos da escola providenciem no sentido de ser garantido um bom ambiente educativo.
A IGE recomenda ainda à DRELVT o acompanhamento à escola e à sua direcção, tendo em conta as marcas que os acontecimentos deixaram na instituição e o prolongado nível de conflitualidade entre alguns elementos da comunidade educativa do Agrupamento de Escolas de Fitares.
As conclusões e recomendações do processo de inquérito mereceram acolhimento e concordância do Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, que exarou despacho em conformidade, datado de 26 de Maio de 2010.
Lisboa, 27 de Maio de 2010
O Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo
José Joaquim Leitão»
Junho 1, 2010 at 2:07 pm
o director regional não deve ter lido o relatorio da IGE de 9 de fevereiro sobre fitares
O que se prova agora é que esse incumprimento verificado em 9 de Fevereiro já abrangia os «não factos».
EU GOSTO DISTO
DESTAS CONTRADIÇÕES INSANÁVEIS DA DREVLT
OS CRITÉRIOS POLÍTICOS DE OPORTUNIDADE DA DRFELVT NÃO COINCIDEM COM OS CRITÉRIOS DOS DIREITOS PROFISSINOAIS E PESSOAIS DOS DOCENTES
ESTA É UMA CONSTATAÇÃO.
FICAMOS CONTENTES POR SABER QUE O PROFESSOR LUIS VAZ DO CARMO QUE SE SUICIDOU DEVIDO A «NÃO FACTOS» NÃO FOI AGORA ALVO DE UM PROCESSO DISCIPLINAR POST MORTEM.
JÁ PODE DESCANSAR EM PAZ….
Junho 1, 2010 at 2:27 pm
Declaração de interesses: Não sou professor.
Sou apenas um cidadão deste país, pai de crianças em idade escolar.
Como qualquer adulto responsável, procuro manter-me informado sobre uma realidade a que atribuo particular importância: a educação.
Ora, é justamente guiado por este propósito que busco informação sobre tal matéria. Converso, oiço rádio, leio jornais e blogs, um novo e sociologicamente interessante espaço de difusão.
A conclusão a que vou chegando, depois de toda esta exposição mediática, assusta-me.
Assusta-me, por exemplo, saber que a indisciplina cresce nas escolas e tardam em surgir medidas que invertam a tendência; assusta-me saber que o executivo apenas toma medidas que ou pretendem desculpabilizar os prevaricadores, ou visam incentivar a lógica do “facilitismo”, ou tendem a promover estratégias estritamente direccionado para as estatísticas e não para o incremento do saber.
Assusta-me uma certa narrativa da tutela socialista, que desprestigia, desautoriza e humilha na praça pública os professores, transformando-os nas “bestas” responsáveis por todos os males, sem perceber (digo eu) que esse é o fim do sistema de ensino conforme o conhecemos.
Assusta-me ver que todo este pântano em que, entretanto, se transformou a educação, fez trazer ao de cimo o pior que as pessoas têm, e agora falo dos próprios professores. Ou melhor, de alguns.
É absolutamente desconcertante ler o que as senhoras e senhores professores escrevem neste blog sobre os colegas. É absolutamente chocante os termos a que recorrem na forma provocatória e gratuitamente desrespeitosa como se tratam uns aos outros. É inacreditável o modo incrivelmente baixo como destilam os maus fígados. Um espectáculo triste, degradante e vergonhoso.
Não meus amigos, apesar de tudo um professor não poderia descer tão baixo.
O confronto de ideias é salutar e deve ser incentivado. Mas isto que por aqui vejo não tem nada que ver com isso, é uma descarada insolência.
E a pergunta que sobra, e me atormenta, é esta: Mas é este o tipo de gente que temos nas escolas deste país a dar aulas? Se assim é (e estou em crer que não há fumo sem fogo) está tudo explicado. E, irremediavelmente, será o fim.
E agora? Que fazer? As origens do mal estarão não só na terrível e desastrada política seguida por este governo, mas também num universo, crescente, de pais irresponsáveis (que apenas vêm na escola um instrumento e não o futuro dos seus filhos) e ainda numa classe, a alargar, de professores sem vocação, sem cultura cívica, e sobretudo sem vergonha.
Era suposto que a indignação pelo actual estado de coisas viesse da classe docente. Esperava-se dela (esperava eu) uma resposta com elevação, competente, com saber. Mas não, ao invés o que vejo é um grupo de gente miserável que se digladia e esgota em lutas estéreis, transmitindo ao povo uma imagem aviltante e dando razão aos que os enxovalham na praça pública.
Temo, muito sinceramente, por aqueles professores sérios que, apesar de tudo, ainda existem e resistem. Mas esses, pelo andar da carruagem, estarão definitivamente condenados ao recolhimento, enquanto, desesperadamente, aguardam pela hora da salvação: o momento da reforma.
Junho 1, 2010 at 2:33 pm
Mesmo que assim seja, cada país tem os professores que merece.
Junho 1, 2010 at 11:38 pm
Carta aberta ao Director Regionla de Educação de Lisboa
Caro Director
Decretou que a Directora de Fitares deve tomar decisões adequadas no âmbito disciplinar.
Interessante recomendação.
Saberá porquê.
1 – Determinou que não havia factos com relevância juridico disciplinar.
2 – Então, bastar-se-ia pelo arquivamento. Não conhece o normativo legal?
3 – Recomenda decisões adequadas. Não são, por exclusão argumentária, adequadas. É isso? Se não é isso, o que é então?. Estas sua recomendação tem de ser esclarecedora.
4 – São assim decisões não adequadas. Mas em que domínio:
4.1. Juridico disciplinar? Bom. Não há lugar a procedimento disciplinar. Porque essa conclusão está nas conclusõe. Mas pode haver lugar a repreensão escrita:esta consiste em mero reparo pela irregularidade praticada. Ler com olhos bem abertos o artigo 9.º, n.º 1, alínea a) do estatuto.
4.2. Para se tomar decisões adequadas, é porque existem decisões. Para haver decisões teria de haver processos disciplinares. Teria de ter havido em vida do Luís do Carmo, contraditório, audiência das partes, inquisitório, por aí adiante. Está em condições de assegurar que tudo isto aconteceu?
4.3. Vamos aceitar que houve auto disciplinar com confissão de factos pelos alunos. Houve mesmo? Há registo nos computadores da secretaria destas diligências. Não há?! E agora?
4.4. As decisões que não são adequadas são irregulares. Então, revogue-as homem de Deus.
4.5. Quando há meras irregularidades manda a lei: repreensão registada.
4.6. Pode defender-se que a adequação é em termos de oportunidade. Não , não pode. Neste domínio disciplinar conceptual a oportunbidade não tem lugar. Fale com qualquer jurista. Sabe que o direito subsidiário, quanto à substância das decisões, não é o admniistrativo. Por exclusão de partes, as decisões não adequas constituem irregularidades.
Porque não aplicou a repreensão escrita?
Acaso existe na lei disciplianr lugar a recomendações? Não, não existe!
Já em 9 de Fevereiro se fizeram recomendações à mesma directora.
Como é que se acompanhou a execução desse desapacho da IGE?
Acaso não incidem os dois relátórios sobre o mesmo período?
Não é para levar a sério o seu despacho.
Insulta-nos gratuitamente.
Junho 1, 2010 at 11:41 pm
Leia Freitas do Amaral:
decisões tomadas fora de prazo poderão ser executórias. Mas são irregulares. Com responsabilidade disciplinar inerente.
Se escavarmos só encontramos ossos partidos….
Junho 2, 2010 at 2:26 am
estive a ler e as meras irregularidades levam a repreensão escrita.
neste caso como são irregularidades generalizadas será difícil não aplicar a repreensão dada a proporcionalidade.
pode até comparar-se com represensões escritas anteriores. e pedir anulação deste despacho do director regional.
a directora tem o direito de não ser censurada publicamente pela drel
pois se não há matéria e se arquiva não há mais nada a dizer.
embora se saiba que é tudo ao contrário.
Junho 2, 2010 at 2:28 am
as recomendações fugiram ao objecto do inquerito
são conclusoes típicas de uma sindicancia geral aos serviços
este inspector é uma nódoa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Junho 2, 2010 at 2:28 am
não h+a factos, não há factos
arquiva-se
não há mais nada.
a não ser que……
Junho 2, 2010 at 2:32 am
esta decisão seja politico-juridica
vão acompanhar a gestão da directora??
que vexame
a escola tem a autonomia
e a drel vai acompanhar a directora?
que vexame
eu cá recorria do despacho
haverá maior humilhação do que ser acompnahada para não falhar terceira vez?
a directora acha que a drel a defende.
mas tá enganada.
eles só pensam nos votos
esta defesa é uma acusação.
melhor seria que fosse arguida.
e depois na instrução provava o que tivesse a provar
e nos até a defenderiamos se fosse caso disso
não tenha duvidas nenhumas
não nos conhece bem
é por sermos de contrato
Junho 2, 2010 at 2:35 am
não há factos?
alunos não fizeram o que o professor disse?
como concluiram tal coisa?
foram ouvir o professor?
os alunos negaram?
e concluiram ?
e os registo que deveria haver e não há das participaçies?
e os relatorios de averiguações prévias nos casos de auto de noticia? onde estão?
e a responsabilidade do director de turma?
prazos?
a culpa dos prazos é da directora? e do dt? não é???
não sabemos
tá tudo no inquerito
ta tudo em aberto
a nota a imprensa é aquilo que a drel quere que a gente leia
espertalhões………………………………………………..
Junho 2, 2010 at 4:04 pm
Este “prof” que tão verborreica e dierreicamente escreve… é professor onde? E de quê? Se repararem, escreve de manhã, à tarde e à noite, sempre com a mesma energia esquizofrénica… Ou está de atestado? Deixem Fitares em paz que há lá alunos e professores a sério que querem trabalhar em sossego… Vai-te esconder!
Junho 2, 2010 at 6:06 pm
Debes ser uma das mentirosas que faltou á verdade no inquerito
aguarda
o que disseste não se apaga
veras depois
dia 9 estarás na maior no anfiteatro!!!
Parabens querida
mas andas baraLHADA COM IDENTIFICAÇOES
Junho 2, 2010 at 6:08 pm
muita gente a querer trabalhar?
mas so agora em 2010 é que gostam dessa escola?
tarde de mais para ser credivel
a mijnha comadre ifigénia diz para não voa ligar
tem razão a velhota
tchau fofa
Junho 2, 2010 at 9:04 pm
Tudo calmo por aqui?
Os ET’S estam a jantar?
Junho 2, 2010 at 11:07 pm
??????????
Mas o que é isto? Mas esse tal sítio em Fitares é mesmo uma escola? Sem ofensa, mas mais parece “A Gaiola das Loucas”.
Não admira que o professor se tenha suicidado…
Já agora, que eu mal vos pergunte, que condições foram dadas ao professor Luís Vaz para poder trabalhar “em sossego” com os tais “alunos e professores a sério”?
Junho 3, 2010 at 2:49 am
a MADAME QUE ESCREVEU ATRÁS PARA OS DEIXAREMM TRABALHAR EM PAZ FALA DA ESCOLA NUMA PERSPECTIVA…. DELAS CONTRA OS OUTROS.
A ESCOLA SÃO TODOS OS QUE LÁ TRABALHAM
MAS ELA PENSA QUE A ESCOLA…. É ELA. OU ELAS MAIS ELE
ERRO FATAL
NINGUÉM É DONO DE NADA
VÃO LIXAR-SE
Junho 3, 2010 at 3:44 am
não é preciso procediment disciplinar!!!!!!!!!!!!!!!!!
RECOMENDAÇÕES AO SR INSPECTOR MANUEL GARRINHAS E AO SR DR LEITÃO
Artigo 28.º
Obrigatoriedade de processo disciplinar
estatuto disciplinar
Artigo 28.º
Obrigatoriedade de processo disciplinar
2 — A pena de repreensão escrita é aplicada sem dependência
de processo, mas com audiência e defesa do
arguido.
recomendações ou repreensão escrita???????????????????????????????????????????????????????????????????????
«Nota à Comunicação Social
Na sequência das notícias divulgadas na Comunicação Social sobre o Agrupamento de Escolas de Fitares, foi instaurado pelo Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT), um processo de inquérito, no passado dia 12 de Março.
O inquiridor do processo foi nomeado na mesma data pelo Delegado Regional da Inspecção Geral de Educação (IGE), por solicitação do Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo.
Uma vez concluído, o processo foi remetido ao Director Regional para decisão, tendo sido recepcionado a 24 de Maio.
O inquérito conclui que não há factos merecedores de censura jurídica disciplinar que justifiquem a instauração de procedimentos disciplinares.
O relatório faz também um conjunto de recomendações de que se destacam:
a) A revisão do regulamento Interno, adequando-o à legislação em vigor, nomeadamente ao Estatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pela Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro, alterada pela Lei n.º 3/2008, de 18 de Janeiro;
b) Uma resposta legalmente adequada e célere às participações apresentadas por todos os elementos da comunidade educativa;
c) Que os órgãos da escola providenciem no sentido de ser garantido um bom ambiente educativo.
A IGE recomenda ainda à DRELVT o acompanhamento à escola e à sua direcção, tendo em conta as marcas que os acontecimentos deixaram na instituição e o prolongado nível de conflitualidade entre alguns elementos da comunidade educativa do Agrupamento de Escolas de Fitares.
As conclusões e recomendações do processo de inquérito mereceram acolhimento e concordância do Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, que exarou despacho em conformidade, datado de 26 de Maio de 2010.
Lisboa, 27 de Maio de 2010
O Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo
José Joaquim Leitão»
ESTATUTO DISCIPLINAR:
CAPÍTULO V
Factos a que são aplicáveis as penas
Artigo 15.º
Repreensão escrita
A pena de repreensão escrita é aplicável por infracções
leves de serviço.
Artigo 10.º
Caracterização das penas
1 — A pena de repreensão escrita consiste em mero
reparo pela irregularidade praticada.
2 — A pena de multa é fixada em
DRELVT…. BLÁ BLÁ BLÁ…………………………………….
Junho 4, 2010 at 12:48 am
#68 Então, afinal querem é trabalhar?!
Ainda bem, porque até agora ainda não se viu nada…
Já agora, o que é que dantes faziam?
Não estavam na mesma escola?
Ou será, que gostavam mais de andar pelos cafés, em verborreia de veneno (não sei se esquizofrénica)mal dizente e difamatória?!
Junho 4, 2010 at 2:26 am
a coordenadora do 1.º ciclo??????
não tem aparecido no pedagogico desde o carnaval.
mas não há coordenaçao no 3.º periodo????????????????????????????????????????????????
Junho 4, 2010 at 2:27 am
la tamos a difamar a direcção
não os deixamos trabalhar
blá blá blá …….
Junho 4, 2010 at 2:27 am
blá blá blá blá blá
Junho 4, 2010 at 2:33 am
o que é que faz o mail da drel no abaixo assinado onde tambem tao mails da direcção e que ta a circular contra docentes do agrupamento??
noticias em breve para quem roubou os computadores da escola e os usa
Junho 4, 2010 at 2:33 am
só contam com a vossa esperteza saloia.
Junho 4, 2010 at 2:34 am
quem mandou o mail no início?
porque a andam a divulgar
tão ladrão é o que rouba como o que fica à porta
Junho 4, 2010 at 11:57 pm
COM QUE ENTÃO NÃO HÁ FACTOS!?
Esta é uma das participações do professor Luís do Carmo a qual foi encontrada no seu computador. Ver abaixo.
O Inspector Manuel Garrinhas andou a inquirir sobre a sua existência na escola de Fitares.
Porquê?
É porque não deve constar do processo o original. Apena lá deve constar o registo do computador do Luís.
Talvez agora percebam porque é que uma docente foi acometida de perfeita amnésia não se lembrando do professor se ter queixado que tinha feito as participações e as tinha entregue ao director de turma.
Na falta do original e de testemunhos, «não há factos».
Mas há que apurar as linhas de investigação seguidas.
Das três pessoas que ouviram o Luís dar conta das participações, duas confirmaram
«PARTICIPAÇÃO DE OCORRÊNCIA DISCIPLINAR
9º Ano; Turma B; Aluno (XXX) – XXXXX XXXXX
Dia 15 de Outubro de 2009; 17:55h; Sala C.05
***
Marquei falta disciplinar ao aluno XXX, XXXXX XXXXX, no dia e hora mencionados, pelos seguintes motivos:
- O aluno levantou-se inúmeras vezes da cadeira.
- Pôs por várias vezes o boné na cabeça
- Proferiu várias afirmações provocatórias, procurando criar um ambiente de desestabilização na sala.
- Lançou vários papéis para colegas e para o chão.
- Por último, insultou o professor, chamando-lhe “careca”.
- Depois de marcada a falta resistiu a sair da sala
- Este comportamento e esta atitude são usuais no aluno, que perturba sistematicamente o normal funcionamento das aulas de Música.
Pelo exposto, proponho que sejam aplicadas medidas disciplinares sancionatórias ao aluno em causa.
O Professor de Música
15 de Outubro de 2009 »
Junho 5, 2010 at 12:06 am
Não seria a primeira vez que naquela escola se nega o conhecimento de participações.
Bem dizia o Paulo Guinote que não se fazem os registo devidos nas escolas.
Esta participação não deu origem a um processo disciplinar com medidas sancionatórias em que a suspensão seria o mínimo.
Não há factos? Se as testemunhas forem mentirosas e os papéis desaparecveram… não há factos de verdade.
Mas eu jamais porei em dúvida
Junho 5, 2010 at 12:08 am
que era o Luís que falava verdade.
Aguardem por mais «não factos».
Vão dormir com o peso da consciência.
Junho 5, 2010 at 12:11 am
Aquela aluno mais um grupo também foram referidos por um docente como impossibilitando o ambiente nas aulas.
Mas também essa participação….. não estará no processo.
É pena que o inspector não tenha tomada medidas preventivas no tempo adequado.
Mas há forma de resolver a coisa.
Aguardem….
Junho 7, 2010 at 2:29 am
O director regional não actuou quando soube da notícia em Fevereiro.
Estas «recomendações» foram uma forma de calar a opinião pública.
Alguém já pediu todo o processo para ver o que andou a fazer a IGe dutante tanto tempo.
É cedo para conclusões…..