Há dias prestei declarações ao DN acerca das condições de colaboração online para um manual de uma editora do grupo LeYa. Nessas declarações considerava inédito o processo de produção do manual, nomeadamente por contemplar a não remuneração de colaboradores e (já não me lembro se isso ficou transcrito) esperando que ao menos tivessem sido beneficiados com materiais em primeira mão como uma certa forma de compensação.
Refira-se ainda que tinha sido convidado por um dos autores do dito manual para colaborar, o que recusei mais por manifesta falta de tempo do que outra coisa. Acerca da notícia já troquei mails em privado com o dito autor, leitor aqui do blogue e muito ocasional comentador.
Qual não é o meu espanto quando hoje me dão conhecimento de numa nota enviada para o DN e publicada no Blogtailors onde se podem ler passagens como estas:
4. Contra esses dois mil professores, contra os autores dos manuais, contra os seus revisores científicos e contra os seus certificadores oficiais, recolheu a jornalista a opinião de três pessoas: Paulo Guinote, cuja qualidade de autor da Porto Editora – a mais directa concorrente da Leya no mercado das edições escolares – a jornalista não achou necessário referir; Raquel Pereira Henriques, da Associação de Professores de História (matéria a que parcialmente respeita um dos quatro manuais em apreço); e Albino Almeida, da Confederação Nacional de Associações de Pais, sempre disponível para criticar a Leya.
5. Paulo Guinote critica os manuais porque os professores que neles colaboraram não foram remunerados; Raquel Pereira Henriques porque entendeu que as questões colocadas no site sobre o manual e a disciplina «não eram muito complexas» e, sobretudo, porque foi pedido aos professores que respondessem de «forma sucinta e com número limitado de caracteres»; e Albino Almeida por não acreditar que «isto (sic) sirva para alguma coisa».
Ora vamos lá por partes esclarecer Carmo Correia, Directora Coordenadora de Edições Escolares do Grupo LeYa:
- Sou autor da Porto Editora, por via da publicação do livro com textos deste blogue, tendo esse contrato sido cumprido e não existindo qualquer outro, muito menos para manuais escolares.
- Curiosamente, o único contrato que tenho assinado e por cumprir é com uma chancela do Grupo Leya, a Lua de Papel, não o tendo cumprido por não ter conseguido, até ao momento, produzir material com a qualidade desejada para o projecto em causa.
- Nos últimos meses aceitei divulgar neste blogue, sem qualquer contrapartida financeira, dois livros publicados pelo Grupo Leya, Choque na Educação e Sem ti, Inês, com link para o primeiro capítulo de cada um deles com o objectivo de lançar a discussão sobre eles. Não fiz isso com qualquer livro da Porto Editora.
Estes factos são de fácil verificação por quem deveria estar bem informada sobre os assuntos de que fala, em especial quando critica a jornalista por fazer mal o seu ofício. Neste caso, é a senhora (certamente doutora) directora-coordenadora que parece cometer um erro crasso que não acredito ser causado por incompetência (ninguém chega a tal função sem um bom background profissional) ou má-fé (não nos conhecemos pessoalmente, pelo que não me deve ter qualquer animosidade).
Pelo que deve existir uma terceira explicação.
Qual?
Maio 31, 2010 at 7:05 pm
Eu cá apostava em sócras, desvia-se um tapete – e lá está ele misturado com a poeira, a mostrar o autógrafo que o Buarque lhe solicitou.
Maio 31, 2010 at 7:15 pm
Sei, falhei uma vírgula, tenho andado com vontade de ir ao médico.
Maio 31, 2010 at 7:23 pm
não tem a ver com o post, mas…..
http://publico.clix.pt/shownews.asp?id=1439921&idCanal=74
a DRELVT no seu melhor….nojento!!!!!!
Maio 31, 2010 at 7:23 pm
Oooops… Paulo!
Com quem te foste meter.
Be afraid… Be very afraid…
Maio 31, 2010 at 7:27 pm
#0 PAULO GUINOTE
COLABORADOR DA PORTO EDITORA.
Raios, em que manuais colaboras?
Do 2º ciclo não me chegou nada com o teu nome.
Maio 31, 2010 at 7:30 pm
Eu tenho um manual do Paulo e da Lala – HGP 5º ano mas é de 2000
Maio 31, 2010 at 7:30 pm
A editora é a Plátano.
Maio 31, 2010 at 7:33 pm
Acho que o Paulo se referia ao Livro saído deste Blogue e nada mais…acho eu.
«Um braço vigoroso não é mais aguerrido contra a lança do que um braço frágil; são o carácter e a coragem que fazem o guerreiro» Eurípedes
Maio 31, 2010 at 7:34 pm
Manics – Motorcycle Emptiness
Maio 31, 2010 at 7:36 pm
Tollwut, tens alguma coisa para mim?
Maio 31, 2010 at 7:38 pm
A música que todos , mas todos nós, Fenprof, Fne, sindep, agnósticos, ateus, Esquerda direita, centro, aqueles que não se identificam com nada, os sendo tudo não são nada, ..todos sem excepção…
Maio 31, 2010 at 7:40 pm
#10 Olinda
Já falei com o colega e estou a espera, já lhe enviei 1 sms…
Mal tenha envio-te.
Maio 31, 2010 at 7:42 pm
Alguém me disse de a Livraria Buchholz reabrira as portas. Porque é uma das minhas actividades favoritas, visitar uma boa livraria, fui a correr.
Tremi quando vi o letreiro na rua “Livraria Buchholz – Leya”. As duas partes formavam um todo tão harmonioso como um enxerto de cacto sobre cavalo de videira de Colares. Ter-me-ia retirado imediatamente, caso não estivesse acompanhado. Entrei. Passei pelas estantes. Não consegui reconhecer a velha Buchholz, tão desfigurada estava. Mais valia retirarem a primeira parte do nome, dizerem apenas a verdade: Livraria Leya. Por uma questão de honestidade.
Maio 31, 2010 at 7:43 pm
Vou jantar..fiquem com esta…o Verão está achegar…
Maio 31, 2010 at 7:53 pm
Em matéria de manuais, na década de 90, colaborei no início com a Texto (agora na leYa) e no fim com a Plátano.
Ambos os manuais foram insucessos de mercado.
Maio 31, 2010 at 7:54 pm
DESPERTAR É PRECISO
Na primeira noite eles aproximam-se e colhem uma Flor do nosso jardim e não dizemos nada.
Na segunda noite, Já não se escondem; pisam as flores, matam o nosso cão, e não dizemos nada.
Até que um dia o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, Já não podemos dizer nada.
Vladimir Maiakóvski
Maio 31, 2010 at 7:58 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2010/05/31/agora-que-as-ferias-grandes-estao-a-porta-alguns-conselhos-aos-pais-para-melhor-aproveitarem-o-tempo-com-os-seus-filhos/
Maio 31, 2010 at 8:06 pm
Mail…
Maio 31, 2010 at 8:09 pm
Incompetência, Má-Fé Ou Outra Coisa?
Ruído e política de troca daqui e dá dali…
Maio 31, 2010 at 8:15 pm
Mas porque será que as palavras que aqui leio não são bens as de mesmo sentido que as que li aquando do artigo no DN?
Que colagem badalhoca. Quem é que tomou banho e se esqueceu de lavar as partes pudendas?
Maio 31, 2010 at 8:46 pm
Paulo Guinote
Segundo o que fui ler, parece-me que o erro primeiro foi da jornalista, que terá alterado o sentido das suas observações, ou não?
É claro que a coordenadora da Leya também se deveria ter inteirado da veracidade das coisas.
Junho 1, 2010 at 1:58 am
Pois, pois,
qual agenda mediática, qual quê…
importante é que falem de nós…
afinal nós, professores, conseguimos que a agenda mediática se conforme aos nossos interesses e vontades, anulando o poder económico que domina a media…
era esta a tua tese na sexta-feira (tal como a vens construindo por aqui), ou também foi falta de atenção minha?
Quiçá apenas um extrapower da Leya e nada mais do que isso, fingindo nós que a Leya é apenas, e tão só, um grupo editorial com interesses no mercado da edição escolar.
Junho 1, 2010 at 9:46 am
#21,
Não.
#22,
Vai-te catar que já não tenho pachorra.
Nem percebeste nada de nada do assunto mas vens para aqui pedir atenção.
O serviço de aconselhamento online só é gratuito até 100 utilizações, pá.
Faz-te à vida.
Ou melhor, arranja uma…
Junho 1, 2010 at 11:10 am
#23 Que mau feitio tens sr. professor doutor! Como tudo na vida estás na curva descendente… É a vida…
Junho 1, 2010 at 1:07 pm
Paulo Guinote
Desculpe a insistência, mas então a jornalista transcreveu correctamente as suas observações?
Junho 1, 2010 at 1:45 pm
#25,
As transcrições directas que me são atribuídas estão correcta, nomeadamente sobre achar inédito este processo de produção e a forma de compensação dos colaboradores.
Nunca me pronunciei sobre a qualidade do manual ou se é uma “manta de retlahos.
Há uma passagem que pode dar isso a entender, mas só se for forçando a nota.
Junho 1, 2010 at 1:45 pm
#24,
( )
Junho 1, 2010 at 2:58 pm
Declaração de interesses: Não sou professor.
Sou apenas um cidadão deste país, pai de crianças em idade escolar.
Como qualquer adulto responsável, procuro manter-me informado sobre uma realidade a que atribuo particular importância: a educação.
Ora, é justamente guiado por este propósito que busco informação sobre tal matéria. Converso, oiço rádio, leio jornais e blogs, um novo e sociologicamente interessante espaço de difusão.
A conclusão a que vou chegando, depois de toda esta exposição mediática, assusta-me.
Assusta-me, por exemplo, saber que a indisciplina cresce nas escolas e tardam em surgir medidas que invertam a tendência; assusta-me saber que o executivo apenas toma medidas que ou pretendem desculpabilizar os prevaricadores, ou visam incentivar a lógica do “facilitismo”, ou tendem a promover estratégias estritamente direccionado para as estatísticas e não para o incremento do saber.
Assusta-me uma certa narrativa da tutela socialista, que desprestigia, desautoriza e humilha na praça pública os professores, transformando-os nas “bestas” responsáveis por todos os males, sem perceber (digo eu) que esse é o fim do sistema de ensino conforme o conhecemos.
Assusta-me ver que todo este pântano em que, entretanto, se transformou a educação, fez trazer ao de cimo o pior que as pessoas têm, e agora falo dos próprios professores. Ou melhor, de alguns.
É absolutamente desconcertante ler o que as senhoras e senhores professores escrevem neste blog sobre os colegas. É absolutamente chocante os termos a que recorrem na forma provocatória e gratuitamente desrespeitosa como se tratam uns aos outros. É inacreditável o modo incrivelmente baixo como destilam os maus fígados. Um espectáculo triste, degradante e vergonhoso.
Não meus amigos, apesar de tudo um professor não poderia descer tão baixo.
O confronto de ideias é salutar e deve ser incentivado. Mas isto que por aqui vejo não tem nada que ver com isso, é uma descarada insolência.
E a pergunta que sobra, e me atormenta, é esta: Mas é este o tipo de gente que temos nas escolas deste país a dar aulas? Se assim é (e estou em crer que não há fumo sem fogo) está tudo explicado. E, irremediavelmente, será o fim.
E agora? Que fazer? As origens do mal estarão não só na terrível e desastrada política seguida por este governo, mas também num universo, crescente, de pais irresponsáveis (que apenas vêm na escola um instrumento e não o futuro dos seus filhos) e ainda numa classe, a alargar, de professores sem vocação, sem cultura cívica, e sobretudo sem vergonha.
Era suposto que a indignação pelo actual estado de coisas viesse da classe docente. Esperava-se dela (esperava eu) uma resposta com elevação, competente, com saber. Mas não, ao invés o que vejo é um grupo de gente miserável que se digladia e esgota em lutas estéreis, transmitindo ao povo uma imagem aviltante e dando razão aos que os enxovalham na praça pública.
Temo, muito sinceramente, por aqueles professores sérios que, apesar de tudo, ainda existem e resistem. Mas esses, pelo andar da carruagem, estarão definitivamente condenados ao recolhimento, enquanto, desesperadamente, aguardam pela hora da salvação: o momento da reforma.
Junho 1, 2010 at 10:10 pm
#28 lusitano
Sou professora. Li com interesse o seu comentário e também procuro nestes blogs notícias, pontos de vista e pequenas histórias do dia-a-dia das escolas, sobretudo das que não vêm nos jornais. Creio que o professor Paulo Guinote tenta corresponder a essas expectativas que, pelos vistos,são também as suas. Mas não posso deixar de lamentar a linguagem e o conteúdo de muitos comentários que por aqui aparecem. Concordo consigo.
Se o fizessem num chat ou num blog que não se definisse como preocupado com a educação…enfim,são livres de falar como quiserem.Aqui também me parece mal. Aliás, já comentei isso várias vezes. Para quem vem de fora, mais parece um clube de amigos a dizerem piadas uns aos outros.Fica mal, ofusca questões importantes, empobrece o blog,afasta visitantes e, pior do que isso,estimula uma má imagem dos professores, numa altura em que estes são julgados pela opinião pública da pior maneira. Lamento.
Junho 1, 2010 at 10:18 pm
#28 e 29
O blogue não é apenas frequentado por professores.
As críticas que ambos fazem são recorrentes e vivo-os, leio-as e ouço-as há, no mínimo, cerca de 2 anos.
Sem que o que faz a a essência do blogue seja muito atingido.
Quanto ao resto, eu poderia dar-lhes dados e factos sobre alguns erros de perspectiva que partilham.
Mas se continuarem por cá, perceberão que a vossa avaliação não é tão justa quanto isso.
Junho 1, 2010 at 10:22 pm
#28 e #29 então porque é que continuam a aparecer?
Vá lá…vocês até gostam…
Junho 1, 2010 at 10:26 pm
#28 e #29: tio e tia com peneiras de bem educados e de apelido conhecido – não entendo é como votaram naquele chouriço ignorante para primeiro ministro – mas pronto vocês gostam de levar com ele…com o PM bem dizendo: seus malandros!
#28 – Já agora:
Aprende a ser bem educado…
Junho 1, 2010 at 10:26 pm
Livresco ou até posso admitir que me excedo mas como já o disse aqui isto funciona por catarse..e melhor não se paga consulta a um Sampaio qualquer…o que me irrita mais são pessoas armadas em primadonas cheias de coiso e tal…aposto que tais pessoas censurariam Eça , Ramalho ou até Pessoa pela LINGUAGEM POR VEZES UTILIZADA PELOS DITOS..JÁ NE FALO DO BOCAGE…O PIOR É QUE DEPOIS EM CASA MUITOS SÃO O CONTRÁRIO DO QUE POR AQUI GOSTAM DE APARENTAR…
Junho 1, 2010 at 10:27 pm
E preparem-se para serem também criticados, de vez em quando. A democracia aqui é lixada!
Junho 1, 2010 at 10:27 pm
digo: como catarse…
Junho 1, 2010 at 10:30 pm
Catar-se?
Junho 1, 2010 at 10:31 pm
#29. O que tens feito para defender a Educação: cá para mim nada a ano ser fazer croché…a pensar na passagem de escalão e a pensar em OIs.
Toma:
Junho 1, 2010 at 10:33 pm
33. Bulimunda isto é uma tertúlia e quanto ao lusitano quero que ele se fod*: chamou-nos vermes (aos professores) por ai num post. Verme é a mãe dele e casou-se!
Junho 1, 2010 at 10:35 pm
#38
Pois… e não usamos linguagem brejeira. Nunca!
Junho 1, 2010 at 10:37 pm
#33. Bulimunda o lusitano deve ter algum problema com a tes*o: deve-se imaginar um cavalo lusitano – puro sangue – bem fornecido…enfim
Junho 1, 2010 at 10:37 pm
Termos como blog, globalização, ciclo, opinião, democracia, informação e muitos outros são usados de forma tão fluida que deixam de ser operativos. Neste caso parece-me que o conceito de blog que as partes queixosas expõem seria mais correctamente designado como “site institucional da ordem dos professores”. Mas podem, facilmente, começar o seu próprio blog e impor aí as regras de participação que quiserem (ou simplesmente eliminar os comentários que acharem incovenientes).
Junho 1, 2010 at 10:37 pm
inconvenientes
Junho 1, 2010 at 10:39 pm
#39. É…nunca. E as primadonas também não: na cama é que gostam de levar…com palavrões.
Pura e simplesmente detesto Santos de Pau Oco…
Junho 1, 2010 at 10:40 pm
#41
… seguindo assim o bom e belo exemplo de outros blogues que não este (felizmente).
Junho 1, 2010 at 10:41 pm
A Educação em Portugal vive-se no Umbigo:
Tertúlia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
A tertúlia é na sua essência uma reunião de amigos, familiares ou simplesmente frequentadores de um local, que se reúnem de forma mais ou menos regular, para discutir vários temas e assuntos.
Contudo, e como o jornalista português Belo Redondo disse, “a vida nacional gira à volta de uma chávena”, numa referência inequívoca da importância das tertúlias em Portugal. As tertúlias foram “importadas” para Portugal de Paris, onde surgiram e se espalharam pelo mundo, associadas aos cafés. Cada café tinha uma, ou mais, tertúlias sobre temas diferentes. Paralelamente, os seus integrantes identificavam-se como pertencendo à tertúlia A ou B, numa clara divisão das águas entre correntes de pensamento diferentes.
Historicamente em Portugal o Chiado, dado o grande número de cafés aí existentes, assumiu a liderança em número de tertúlias; A Brasileira, o Nicola e outros receberam tertúlias com participantes tão influentes como Bocage, Alexandre Herculano, António Feliciano de Castilho, Almada Negreiros, Eduardo Viana, António Botto, Fernando Pessoa, Mário de Sá Carneiro ou Stuart Carvalhais entre outros. No Porto o Majestic, A Brasileira e o Guarany, eram os locais por excelência onde se reuniam intelectuais, artistas e políticos. Coimbra, Faro, na realidade qualquer cidade ou vila de Portugal, tinham nos seus cafés tertúlias, onde se discutia tanto a politica nacional ou internacional, o futebol ou o mais recente mexerico da terra.
Foram em torno destas tertúlias de café que a política e as artes portuguesas do século XIX e primeira metade do século XX se desenvolveram, pelo cruzar de opiniões, troca de ideias, apresentação e discussão de ideias e livros novos, etc. Com o advento do Estado Novo as tertúlias tornam-se o último reduto da discussão livre da censura, mas que com o tempo são cada vez mais espiadas pela PIDE. Paralelamente, a melhoria das comunicações, nomeadamente com o advento da televisão, e o aparecimento de outros espaços, levaram ao desaparecimento gradual das tertúlias.
Actualmente assiste-se a uma tentativa do seu renascimento, com várias instituições a criarem tertúlias sobre vários temas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tert%C3%BAlia
Junho 1, 2010 at 10:42 pm
#43
Detestas-me. Que euforia sinto cá dentro de mim.
Junho 1, 2010 at 10:43 pm
E despe-se no sítio do costume…
Junho 1, 2010 at 10:44 pm
#46. Homem não era para ti…era para a primadona do horse lusitano…
A ti adoro-te!
(Nada de confusões que eu gosto só de mulheres – de preferência inteligentes…)
Junho 1, 2010 at 10:46 pm
#48
F*dasse!!! Até me fizeste dizer um pecado.
Junho 1, 2010 at 10:47 pm
Era o que faltava, acabarmos com as piadas e com as conversas pessoais porque não agradamos à Maria Fernanda.
Tem cá uma lata
Junho 1, 2010 at 10:49 pm
Qual lata? Bidão. Dos que a BP anda a esbanjar com os peixes.
Junho 1, 2010 at 10:51 pm
#49. Òlha o horse lusitano a chamar larvas aos professores:
lusitano Diz:
Junho 1, 2010 at 3:48 pm
#13. A “generalização” quem a faz é você. Em vários momentos do meu comentário dou conta de que essa não é, apesar de me parecer em crescendo, nem de longe nem perto a totalidade da classe. Tive o cuidado de dizer que “existem e resistem” professores que de modo algum se revêem nesse clube larvar. Mas o que digo e repito é que essa gente vai tomando conta de uma certa representação pública dos docentes, que obviamente desprestigia a classe.
http://educar.wordpress.com/2010/06/01/abusos-2/#comments
Junho 1, 2010 at 10:52 pm
Verme é a tua tia, pá!
Junho 1, 2010 at 10:53 pm
Larva é a tua tia, pá!
Junho 1, 2010 at 10:54 pm
horse lusitano e o seu clube larvar:
O que tu gostas horse lusitano sei eu e é com manteiga!
Gostas de torradas…: o que é estavas a pensar horse lusitano?
Junho 1, 2010 at 10:54 pm
8)
Junho 1, 2010 at 10:56 pm
Olhem a Maria Fernanda é boa…rapariga?
Sei lá…quanto mais “queques”…
Junho 1, 2010 at 10:57 pm
Há gente muito doente da córnea dura:
http://desciclo.pedia.ws/wiki/Beauty_Queen_Etna
Junho 1, 2010 at 10:59 pm
Dedicado à Maria Fernanda:
Junho 1, 2010 at 11:01 pm
Maria Fernanda:
Jurei ser eu o teu luar
Brilhar só eu no teu olhar
Paixão, paixão não vais fugir de mim
Serás paixão até ao fim
Paixão, paixão não vais fugir de mim
Serás paixão até ao fim
Oh por favor vá lá sorri
Dou-te esta flor um beijo a ti
Paixão, paixão não vais fugir de mim
Serás paixão até ao fim
Paixão, paixão não vais fugir de mim
Serás paixão até ao fim
Paixão, paixão não vais fugir de mim
Serás paixão até ao fim
Paixão, paixão não vais fugir de mim
Serás paixão até ao fim
Paixão, paixão não vais fugir de mim
Serás paixão até ao fim
Junho 1, 2010 at 11:04 pm
Isto é assim, amigos (?) EEs:
Como os vossos filhos são mal educados, por culpa vossa, os profs sofrem horrores e, após as horas lectivas, não lectivas, actas, reuniões, preenchimento de papéis, burocracias diversas, preparar aulas, ver testes…ficam com Síndrome de Burnout e, precisam URGENTEMENTE de descontrair.
Upusss, também generalizei…não faz mal.
Junho 1, 2010 at 11:06 pm
Cada um combate o stress como pode e quer
Junho 1, 2010 at 11:06 pm
Síndrome de Burnout não é isso. É quando uma pessoa não consegue largar a PSX por causa do jogo.
Junho 1, 2010 at 11:07 pm
#62
Convenhamos que há melhores formas de o combater…
Junho 1, 2010 at 11:08 pm
#63
Mas isto é o pós S de B.
Junho 1, 2010 at 11:08 pm
#64
Hehe. Então não?
Junho 1, 2010 at 11:09 pm
#65
Por causa dos F da P, certo?
Junho 1, 2010 at 11:10 pm
Caneta, o pós quê?
Junho 1, 2010 at 11:10 pm
#66
Correr.
Fazer jardinagem.
Passear o cão.
Junho 1, 2010 at 11:11 pm
Francamente Olinda Maria, francamente…
Junho 1, 2010 at 11:11 pm
Pois é..e depois ficamos assim..
Junho 1, 2010 at 11:12 pm
#68
Não é “quê”. É “ésse”.
Junho 1, 2010 at 11:14 pm
Até o SpongeBob tem a voz da Rihanna. Que maluquice parva.
Se fosse português tinha a voz do Jorge Coelho.
Junho 1, 2010 at 11:14 pm
Junho 1, 2010 at 11:16 pm
Até amanhã..para combater o burn out..em especial para nós os homens..que me desculpem as mulheres…Inté..
Junho 1, 2010 at 11:16 pm
Alguém viu por aí o Fafe? Muito sossegadito
deve andar a preparar alguma marosca
Junho 1, 2010 at 11:17 pm
Vá para a caminha pessoal..
Junho 1, 2010 at 11:18 pm
#76
Meu irmão descansa. Acho…
Junho 2, 2010 at 12:30 am
Paulo Guinote
Obrigada por me ter respondido. Gostaria muito que, se por acaso tivesse tempo, me indicasse os tais “dados e factos sobre alguns erros de perspectiva que partilham”. Deve ter o meu email.
Claro que continuarei por cá. Mas de outra forma, talvez sem comentários. Até porque percebi, sobretudo pelos vários comentários que me foram dirigidos, que eu é que estava a ver mal as coisas. A minha intervenção aqui não tem interesse para vós.
Eu não procurava isto como catarse,nem para ser insultada, como por exemplo sobre os meus conhecimentos literários, sobre a forma como estou na cama,sobre a minha origem social, o meu apelido e por aí fora… até insinuam que eu votei no PM! enfim…outro diz que eu ando só a fazer croché e a pensar na mudança de escalão! Por acaso até já estou há uns anos no 10º (actual 9?)!E ainda outra a dizer que era só o que faltava, deixarem de ter conversas pessoais e piadas por causa de mim!
Tem graça o meu comentário ter suscitado várias respostas, poemas, músicas. Foram muito simpáticos.
Ainda bem que o blog atinge as suas finalidades. Eu estava a entender mal, ou a natureza do blog ou as consequências dos comentários. O Paulo é que sabe o que pretende. Felicidades. Maria Fernanda
Junho 2, 2010 at 8:32 am
#79. Maria Fernanda aparece e comenta…
Tens a profissão mais linda do mundo e arredores…
O país é governado por lunáticos e lúcidos sobram poucos!
Tudo de bom com saúde…
Junho 2, 2010 at 8:36 am
02-06-2010 – 00:45h
Passos Coelho: «PSD tirará tapete ao país»
Líder social-democrata garante que o PSD não deixará de apoiar o recurso ao Fundo de Emergência Europeu se essa for a melhor solução
Descupem é:
02-06-2010 – 00:45h
Passos Coelho: «PSD não tirará tapete ao país»
Líder social-democrata garante que o PSD não deixará de apoiar o recurso ao Fundo de Emergência Europeu se essa for a melhor solução
(…)
http://diario.iol.pt/politica/passos-coelho-crise-psd-tvi24-tapete/1167174-4072.html
Junho 2, 2010 at 8:44 am
Ó Passos Coelho e se fosses buscar o dinheiro à malta da massa…pronto… já sei… vocês não tocam no grande capital e nos corruptos…:
terça-feira, 1 de Junho de 2010 | 16:59
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PCP defende propostas fiscais que dariam 3 000 M€ ao Estado
- O PCP vai propor quatro medidas «para introduzir justiça fiscal», como a criação de um novo imposto para operações bolsistas ou para bens de luxo, com receitas estimadas em 3 000 milhões de euros, anunciou o líder parlamentar comunista.
Segundo o presidente da bancada do PCP, Bernardino Soares, os deputados comunistas vão propor o debate das quatro iniciativas legislativas -, para dia 09 deste mês, num agendamento potestativo.
As medidas propostas pelo PCP pretendem «aumentar a justiça fiscal e dispensar qualquer peso de taxação adicional sobre os salários e sobre as reformas e no consumo dos bens essenciais, que é o caminho que o Governo e o PSD querem fazer», anunciou Bernardino Soares, no encerramento das jornadas parlamentares comunistas, em Setúbal.
Diário Digital / Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=13&id_news=138292
Junho 2, 2010 at 8:48 am
O irmão gémeo do Sócrates quer ser refrescado:
Passos Coelho aconselha Governo a «refrescar» equipa
O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, disse que o Governo devia «rever o programa» e «refrescar» a equipa, considerando que, se não o fizer, «mais cedo do que tarde» será preciso «um governo que o faça»
(…)
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=174513
Junho 2, 2010 at 9:57 am
#79,
Respondi por mim e pelo que escrevo.
Sei que sou responsável pela gestão do blogue e que indirectamente me podem ser assacadas críticas em matéria de gosto por manter os comentários abertos.
É um “risco” que mantenho desde sempre.
Claro que não foi insultada por mim, mas isso não a impediu de, de uma forma que é subtil mas não tanto, dirigir-me diversas críticas que são legítimas.
Só que eu esclareceria o seguinte:
a) O Blogue não tem propriamente “finalidades”, pelo que não sei se as cumpre integralmente.
b) Mantenho uma resposta que dou há um par de anos: sou directamente responsável pelo que escrevo. Quem desgosta dos comentários faça como com a televisão, passe adiante, leia e escreva só o que lhe interessa. Não diga mal da televisão.
c) A vida oscila entre a sujidade do dia a dia e o carácter asséptico dos discursos sobre ela. Há dias em que confesso não saber bem por que lado ando e tenho muitas dúvidas sobre a justeza das minhas opções. Mas…
Junho 2, 2010 at 1:55 pm
Paulo Guinote
Depois de ter enviado o meu último comentário, apercebi-me logo de que o termo “finalidades” estava desadequado. E que tinha sido também esse erro que me levara a criticar alguns comentários e , se quiser, a própria gestão do blogue. Na verdade eu deveria ter dito “…a essência ” do blogue, pois é esse o conceito utilizado por si na resposta que me deu. Curiosamente, esta questão de finalidades e de essência veio esclarecer tudo! Por isso as minhas “críticas” foram completamente despropositadas. Obrigada mais uma vez por me ter respondido. Maria Fernanda