Tesourinhos das adjudicações directas
(…)
Que as autarquias têm um fraquinho maior por Tony Carreira do que pela fadista Mariza é senso comum e conhecimento digno de conversa de café. Mas a questão ganha novos contornos quando se sabe que o artista de Pampilhosa da Serra motivou no ano passado adjudicações directas camarárias superiores a 800 mil euros, tendo ficado a fadista pelos 257 mil.Os dados, recolhidos pelo i na base de dados dos contratos públicos, podem ou não chocar o contribuinte mais cumpridor. O certo é que, com o programa de austeridade em marcha e perante o aumento de impostos, é difícil não pôr os olhos na despesa do Estado. Grão a grão, enche a galinha o papo, diz o povo. E a sabedoria popular costuma ser boa conselheira quando o assunto é poupança.
Maio 27, 2010
Maio 27, 2010 at 8:50 pm
Mas querer comparar fado com pimba… para o povo que temos… dá nisto! Vejam o nº de fãs de um e de outro… mas e há mesmo crise?
Desde que vi que os Deputados vão ter este ano um aumento de 25% no orçamento para deslocações e transporte e mais não sei quanto para renovar e melhorar a decoração do parlamento… nada me admira!
Pois…em Espanha foram hoje aprovadas (à tangente)as medidas de contenção mas o Real Madrid vai mesmo querer o treinador “MOU” custe o que custar…
E pode quem pode porque na realidade o Mourinho… só em si é um espectáculo… enquanto que o Queirós… pois é a modos que coiso…
Maio 27, 2010 at 10:55 pm
Hoje li, no JN, um artigo da jornalista Helena Matos em que a mesma se refere a este mesmo tópico fazendo alusão às despesas perdulárias de algumas câmaras do país em coisas absolutamente supérfluas tais como: brindes, contratos com artistas para encantar o vulgo entre outras extravagâncias. A jornalista sugere ainda um site para quem quiser esmiuçar estas míseras impudências que em nadinha contribuem para o desperdício do erário público.Aqui vai o endereço.
http://transparência-pt.org/
Maio 28, 2010 at 4:42 pm
Pois é…só para alguns é a poupança, pois para outros comodamenete instalados no poder, aliados a grupos e influencias, j´mais a crise chegará. Quanto ás Autarquias, que me perdoem todos os cantores pimbas ou fadistas, mas actualmente não se devia gastra nem um centimo com eles, quanto mais milhares. Tenho dito