Private companies will run ‘free schools’
The Tories vision of ‘free schools’ started by parents, teachers and voluntary groups is deluded because in reality they will be run by private companies. Is this really a good idea?
Maio 25, 2010
Maio 25, 2010
Private companies will run ‘free schools’
The Tories vision of ‘free schools’ started by parents, teachers and voluntary groups is deluded because in reality they will be run by private companies. Is this really a good idea?
Maio 25, 2010 at 11:13 pm
O ppl não sabe dessa coisa de haver partidos antes do marxismo.
Por isso, once upon a time, a litle criancinha was atropelated by an automachibombo.
Maio 25, 2010 at 11:14 pm
litlle, que me perdoa a duquesa de york(shire).
Maio 25, 2010 at 11:20 pm
#2, a que vendeu o ex-marido?
Maio 25, 2010 at 11:28 pm
Vendeu não leiloou…! Break nos testes ..five minutes…
http://bulimunda.wordpress.com/2010/05/25/the-magnetic-fields-all-my-little-words/
Maio 25, 2010 at 11:28 pm
#3, Não, ele própria, é incrível o que está à venda.
Lá pela Old Albion, pelos vistos, são só as velhas feias, por aqui são os achados bonitos.
Vai ser um vira-te de casamentos este verão, tango em valsa.
Enfim, as floripes machas do costume, um país de canhotos, vais ver as tias a refazerem posições… de talheres.
Maio 25, 2010 at 11:29 pm
ela, she-ela, uma coisa assim pulquérica.
Maio 25, 2010 at 11:30 pm
Maio 25, 2010 at 11:31 pm
#5,
A Milu ainda valia uns eurozitos. A moeda está a desvalorizar.
Maio 25, 2010 at 11:32 pm
Tango em valsa, um país de canhotos.
Maio 25, 2010 at 11:36 pm
“A duquesa de York, Sarah Ferguson, foi filmada a «vender» um encontro com o ex-marido, o príncipe André da Grâ-Bretanha, por 575 mil euros.
Ferguson foi filmada a negociar o acesso ao príncipe com um jornalista que fingiu ser um empresário interessado em estar com André, revela, este domingo, o jornal britânico «News of the World».
De acordo com a publicação, no vídeo vê-se a duquesa a aceitar o pagamento em dinheiro e a dar o seguinte conselho ao suposto empresário: «Cuide de mim que ele cuida de si. Você vai recebe dez vezes mais. Posso abrir-lhe a porta que quiser».”
Maio 25, 2010 at 11:39 pm
O RELATORIO DO SUICIDIO
chegou há vários dias à drel o relatorio do inquerito ao suicidio do docente luis carmo
PREVISOES
o inquiridor é de opiniao que a indiciSplina da escola nao resulta de omissoes do poder disciplinar tal quale
opina que esse fenómeno é social e local e tem historia
opina que as participaçoes escritas do docente foram tratadas pela direcçao com medidas correctivas (QUE NÃO EXISTEM SEM A HOMOLOGAÇÃO DO REGULAMENTO INTERNO COISA QUE NÃO ACONTECEU SEGUNDO AS VOZES)
opina que em situacoes sem arguidos identificados as diligencias tomadas foram adequadas. HÁ-DE TER COM CERTEZA OS RELATORIOS DESSAS AVERIGUAÇÕES DA DIRECÇÃO COM RESPEITO PELAS REGRAS DO INQUISITORIO OS QUAIS O LUIS CARMO AINDA NÃO VIU…
RECOMENDAÇOES À VISTA……
hÁ BOA GENTE QUE NÃO ESTÁ a dORMIR
e sabe que uma conclusao que nao use do inquisitorio face as queixas mesmo verbais testemunhadas pode matar o relatorio
a investigacao nao é selectivaMENTE ARbitraria
factos relevantes com conexao directa ao objecto do inquerito têm de ser inquiridos
sabe-se que há factos muito relevantes só testermunhados por tres pessoas.
DECISIVOS PARA O INQUERITO
o relatorio está dependente da prova rainha testemunhal
essa é que é essa
e agora?
um contra dois?
dois contra um?
cada um por si?
todos para o mesmo lado?
os dados estão lançados em cima da secretaria do dr leitão muito bem acolitado por uma das melhores amigaS DA DIRECTORA DE FITares.
voltarei à carga
Maio 25, 2010 at 11:41 pm
Uma problemática complicada. Por outro lado a ideia de tirar ao estado o poder de educar não me desagrada. Além disso está provado que o estado não tem capacidade para defender os fracos. É melhor que os fracos comecem a pensar em defender-se por si próprios.
Maio 25, 2010 at 11:45 pm
Thirteen.
Around your neck.
Maio 25, 2010 at 11:54 pm
CARTA A QUE TIVEMOS ACESSO ESCONDIDA PELA DIRECTORA DE FITARES
Ao Conselho Pedagógico do
Agrupamento de Escolas de Fitares
com conhecimento ao Conselho Geral
Sou irmã do Luís Vaz do Carmo, que foi professor da EB 2,3 de Fitares até ao dia 9 deste mês de Fevereiro, data em que se suicidou.
Nos últimos dias encontrava-se de baixa médica, a conselho do psicólogo que, em relatório enviado ao médico assistente, justificava assim: “Recentemente e em consequência do stress inerente à sua actividade profissional, nomeadamente questões de indisciplina e mesmo ocorrências sentidas como actos de desrespeito por parte de alguns alunos em relação à sua pessoa, verifica-se um claro agravamento do seu quadro clínico. Dada a precariedade actual do estado psicológico, o paciente tem de ver desagravadas, pelo menos durante um período, as fontes externas de stress a que está sujeito, sob pena de desestabilização e agravamento progressivos da sua saúde mental”.
De facto, o 9ºB foi a causa próxima da sua atitude. Em vésperas das aulas com aquela turma, à qual leccionava Música e Área de Projecto, num total de 5 tempos semanais, atormentava-se antecipando o que iria acontecer.
Ele não era um professor negligente. Preparava as suas aulas e tentava aplicar as instruções superiores. Procurava a todo o custo fazer cumprir as regras estabelecidas, nunca maltratou ou desrespeitou alguém. Mas havia alunos que se recusavam a obedecer-lhe, provocavam-no, gozavam-no, ofendiam-no, com o único propósito de se divertir e desestabilizar a aula.
Desses comportamentos reiterados queixou-se inúmeras vezes, pedindo que fossem aplicadas medidas aos alunos em causa. Mas o caso foi tratado secamente, diziam-lhe que não podia mandar tantas vezes alunos para a rua, aconselhavam-no a assistir a aulas de colegas para aprender a reagir às provocações. Faziam-no sentir-se incompetente.
Com o objectivo de cativar os alunos, ele adquiriu e aplicou novos conhecimentos na área das TIC, comprou e usou novos materiais e equipamentos, experimentou diferentes estratégias. Que mais podia fazer? Continuou a sentir-se humilhado pelos alunos e deixou escrito: “Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimentos, a única solução apaziguadora será o suicídio”.
Conforme o Regulamento Interno, tinha “o direito a ser tratado com respeito e correcção, a ver respeitada a sua integridade física, psíquica e moral e a usufruir de um bom ambiente de trabalho”. Tudo isto lhe foi negado.
O Luís era uma pessoa solitária, sensível e psicologicamente frágil. Tinha dificuldade em se impor aos alunos. Mas será que um professor tem que ser um super-homem? Qualquer um, independentemente das suas características pessoais, não tem o direito a ser respeitado?
Os alunos que provocam e ofendem professores não devem ser castigados? Terá de ser o professor a sujeitar-se a conviver com esse tipo de comportamentos? Não estaremos a demitir-nos do papel de educadores?
Porque não foram aplicadas medidas disciplinares sancionatórias? Que fez a escola para poupar o sofrimento do meu irmão?… É certo que poucos, perante o mesmo problema, reagiriam desta forma tão dramática e irreversível. Mas quantos professores não se encontram neste momento de atestado médico ou a leccionar no limite das suas forças, por situações semelhantes, que se somam ao excesso de trabalho que lhes é exigido?
Desejaria que a morte prematura do meu irmão tivesse o dom de sensibilizar para uma reflexão profunda sobre os procedimentos nas escolas e as condições de trabalho dos professores. Que os órgãos pedagógicos se dediquem a questões importantes em vez de outras banais! E que as direcções dêem a devida atenção aos colegas que tanto se esforçam, sem apoio nem reconhecimento!
17 de Fevereiro de 2010