A fusão de agrupamentos é epidémica. Varre o país de Norte a Sul, de Este a Oeste!
Esta gente não compreende que quanto maior é a organização, mais complexa se torna a sua gestão?! E estamos a falar de uma organização muito específica: forma indivíduos e tem, por essa via, uma enorme influência na sociedade!
Esta gente não compreende isto?!!
Com mega agrupamento temos mega problemas. Parece que querem transformar as escolas em oficinas de eduquês!Há uma nítida impessoalização da actividade educativa das nossas escolas!
Os mega já começaram com a Parque Escolar, que sob a capa da remodelação arquitectónica, subrepticiamente também remodelou a organização da rede escolar, concentrando todos os serviços e anos de escolaridade num mesmo edifício.
Futuramente os agrupamentos passarão a denominar-se ajuntamentos, no espanhol, ayuntamientos, como quem diz “juntar para destruir”. Menos recursos para um só fim.
Talvez um cleptomaníaco aprendiz ou algum pedófilo iniciante. Pode ser que alguém do partido seja contra, e seja apenas um incompetente. Ou saído da capa da Shemale…
#31
O verdadeiro facies horribilis in persona. Já há demais. Banais.
Não causam qualquer efeito propedêutico. ou terapêutico. Autênticos mancebos e placebos do sistema.
#32, a Maria Campos desempenhou essa função no ME durante muito tempo. Fez um estudo sobre o Umbigo, apresentou relatório ( em powerpoint, claro) e ainda apanhou a época das progressões mais rápidas para quem tinha o melhor portfólio.
E para que precisamos nós de directores regionais e de directores e de vices e de adjuntos, assessores, coordenadores e avaliadores que nada fazem?
Acho bem que se acabe com todo o parasitismo reinante.
Acredito na generalidade dos professores que trabalham diariamente na sala de aula.
não sei se já pensaram o que é ser professor num super agrupamento, é dar aulas em escolas diferentes em cada dia da semana, sem despesas de deslocamento. Somos professores de agrupamento.
No meu agrupamento há uma professora assim, é uma professora titular que faz as substituições do 1º ciclo em todas as escolas do concelho e também lhe recusaram as despesas de deslocação.
No que respeita à melhoria da rede escolar, será prosseguido o reordenamento das escolas do ensino básico, com a criação de centros escolares. Este reordenamento promoverá também melhores condições
de aprendizagem e socialização das crianças. A medida contempla, ainda, o reordenamento do parque de escolas do segundo e terceiro ciclos e ensino secundário, através da fusão de escolas em
agrupamentos.
ANÁLISE DA CULTURA ORGANIZACIONAL APÓS FUSÃO DE DUAS EMPRESAS
O presente estudo teve por finalidade avaliar o impacto do processo de fusão de duas empresas com culturas organizacionais distintas junto ao corpo funcional, frente às modificações percebidas nas operações, processos e sistemas. O estudo baseou-se nas teorias e perspectivas de renomados autores deste campo de estudo, como: Schein (1984; 1985; 1990;1992;1997); Hofstede (1997; 1998) e Fleury (1996), entre outros. A investigação da cultura da empresa deu-se pela triangulação metodológica da análise e coleta de dados, utilizando-se a aplicação de questionários para os funcionários, entrevistas com os líderes da empresa e consulta a documentos divulgados por veículos de mídia impressa. Através da análise descritiva dos dados coletados com os questionários, foi possível caracterizar o perfil dos funcionários da empresa e definir as orientações de valor dominantes, além de obter informações sobre clima e cultura organizacional do ponto de vista dos colaboradores. Além disso, os dados obtidos das entrevistas permitiram avaliar o alinhamento entre a visão destes com a dos funcionários. Foram analisadas, através de testes estatísticos, possíveis relações entre as variáveis de perfil do respondente e (i) suas orientações de valor e (ii) percepções da cultura da empresa. A análise possibilitou a detecção de deficiências com relação ao alinhamento da cultura organizacional desejada, permitindo adotar medidas de redirecionamento que minimizassem as conseqüências dessa união e facilitassem a formalização da nova cultura da empresa, visando contribuir para o sucesso da fusão. Pôde-se concluir que a empresa ainda não apresenta uma cultura organizacional consolidada, no entanto, o presente estudo identificou pontos passíveis de melhoria para a formalização de uma nova cultura e, não obstante, apresentou sugestões de possíveis planos para correções do alinhamento cultural ou para a própria disseminação da cultura organizacional proposta para a nova instituição resultante da fusão.
A fusão a frio é uma reação da fusão nuclear que ocorre em condições de baixíssima temperatura em vez dos milhões de graus requeridos para reações da fusão do plasma.
A fusão a frio é o termo popular usado para o que é chamado agora “energia fraca”. A reivindicação inicial da fusão a frio foi relatada primeiramente por Martin Fleischmann e por Stanley Pons na Universidade de Utah em Março de 1989. Este anúncio era notícia de primeira página por algum tempo, e gerava uma controvérsia incrível, mas o debate público diminuído rapidamente e a fusão fria foram rejeitados geralmente pela comunidade científica. Apesar disso, depois de 1989, muitos cientistas observaram experimentalmente excesso de calor, trítio, hélio e mutações nucleares. Estas experiências usam uma grande variedade de métodos.
Na SIC-N o nogueira leite dos acordos com o xuxas está a defender de mansinho o corte dos salários… Este sujeito deveria ter vergonha na cara e impedido de ir às reuniões onde ganha mais de 5000 a troco de vir para a TV defender estas ideias… Ou é político ou é administrador. estes fdp não podem continuar jogar sem adversários…
Existem diversos projetos em andamento ao redor do mundo, com a finalidade de obter o domínio da tecnologia de fusão nuclear para fins de geração controlada de energia elétrica.
chegou há vários dias à drel o relatorio do inquerito ao suicidio do docente luis carmo
PREVISOES
o inquiridor é de opiniao que a indiciSplina da escola nao resulta de omissoes do poder disciplinar tal quale
opina que esse fenómeno é social e local e tem historia
opina que as participaçoes escritas do docente foram tratadas pela direcçao com medidas correctivas (QUE NÃO EXISTEM SEM A HOMOLOGAÇÃO DO REGULAMENTO INTERNO COISA QUE NÃO ACONTECEU SEGUNDO AS VOZES)
opina que em situacoes sem arguidos identificados as diligencias tomadas foram adequadas. HÁ-DE TER COM CERTEZA OS RELATORIOS DESSAS AVERIGUAÇÕES DA DIRECÇÃO COM RESPEITO PELAS REGRAS DO INQUISITORIO OS QUAIS O LUIS CARMO AINDA NÃO VIU…
RECOMENDAÇOES À VISTA……
hÁ BOA GENTE QUE NÃO ESTÁ a dORMIR
e sabe que uma conclusao que nao use do inquisitorio face as queixas mesmo verbais testemunhadas pode matar o relatorio
a investigacao nao é selectivaMENTE ARbitraria
factos relevantes com conexao directa ao objecto do inquerito têm de ser inquiridos
sabe-se que há factos muito relevantes só testermunhados por tres pessoas.
DECISIVOS PARA O INQUERITO
o relatorio está dependente da prova rainha testemunhal
essa é que é essa
e agora?
um contra dois?
dois contra um?
cada um por si?
todos para o mesmo lado?
os dados estão lançados em cima da secretaria do dr leitão muito bem acolitado por uma das melhores amigaS DA DIRECTORA DE FITares.
A Escola Secundária Poeta António Aleixo funciona num edifício construído em 1964. Era então Liceu Nacional de Portimão. Já foi alvo de várias remodelações , a última das quais há bem pouco tempo, quatro, cinco anos, que apetrecharam a escola de todas as valências e funcionalidades. Ouso até dizer que poucos serão os edifícios escolares, mesmo os mais recentes, que se lhe podem comparar. Alberga cerca de mil e trezentos alunos. Estão projectadas obras que visam ocupar quase todo o espaço livre que existe, vulgo recreios, duplicando a população escolar (o que é nitidamente uma medida sensata e inteligente, visto ser fácil gerir uma comunidade tão sensível, cada vez mais sensível…), descaracterizando o edifício e a zona onde este se insere. Preço orçamentado: 25 milhões de euros. Uma bagatela.
Comentário de João A.
Data: 23 de Março de 2010
Já que foi dado um destaque inesperado ao comentário que deixei noutro post, deixai-me acrescentar que esta Escola Poeta António Aleixo é realmente modelar nas instalações e na articulação dos espaços que a constituem. Não há alunos à chuva quando se deslocam de um para outro módulo porque… é uni-modular; tem um elevador instalado há quatro anos para facilitar a vida a quem tiver problemas de locomoção; tem um pavilhão polivalente, construído há quatro anos, a aumentar as capacidades na área da Ed. Física já razoáveis com os dois ginásios originais; tem auditório equipado com o que de mais recente se usa na área do Audio-visual. O estado de conservação é notável e espaço envolvente tem vastas zonas verdes que irão desaparecer, pelo que se pode ver na maquete.
Claro que as obras permitirão aumentar a população escolar para cerca de dois mil e quinhentos alunos, quase o dobro dos que tem actualmente. Numa época em que a conflitualidade da população escolar é cada vez visível, esta alteração é uma decisão de alto risco.
A insanidade mental dos decisores é cada vez maior.
Este é apenas mais um exemplo dos efeitos dessa insanidade.
Custo – 25 milhões. http://www.5dias.net/2010/03/23/escola-secundaria-poeta-antonio-aleixo/
Aqui pelas bandas da Batalha… mais do mesmo. Depois de um ano de adaptação (complicada…) à integração da antiga Escola Profissional de Artes e Ofícios Tradicionais na Escola Secundária da Batalha, também já houve “chamamento” à DREC e indicação para agrupar com o já Agrupamento de Escolas da Batalha. Resultado: do Jardim de Infância ao 12º ano, cerca de 2000 alunos e duzentos e cinquenta professores… com o início de obras, pela Parque Escolar, prometido para meados do próximo ano lectivo… Vai ser bonito!
A propósito da febre dos agrupamentos, há tempos, num Fórum sobre Educação Patrimonial e Desenvolvimento, a cuja organização estive ligado, um especialista francês convidado mostrava-se admirado com a descrição que eu lhe fazia da nova política do nosso ME, ou seja, a tendência para constituir grandes agrupamentos, correspondentes, quase sempre, a grandes territórios educativos. Disse-me ele, na altura, que em França, a tendência estava a ser a criação de unidades mais pequenas, mais fáceis de gerir e de controlar, ou seja, tinham abandonado as teorias da megalomania e da concentração de serviços e de níveis etários e de escolaridade. Mas nós por cá andamos sempre uns 20 ou 30 anos em relação a França e a Inglaterra…
CARTA A QUE TIVEMOS ACESSO ESCONDIDA PELA DIRECTORA DE FITARES
Ao Conselho Pedagógico do
Agrupamento de Escolas de Fitares
com conhecimento ao Conselho Geral
Sou irmã do Luís Vaz do Carmo, que foi professor da EB 2,3 de Fitares até ao dia 9 deste mês de Fevereiro, data em que se suicidou.
Nos últimos dias encontrava-se de baixa médica, a conselho do psicólogo que, em relatório enviado ao médico assistente, justificava assim: “Recentemente e em consequência do stress inerente à sua actividade profissional, nomeadamente questões de indisciplina e mesmo ocorrências sentidas como actos de desrespeito por parte de alguns alunos em relação à sua pessoa, verifica-se um claro agravamento do seu quadro clínico. Dada a precariedade actual do estado psicológico, o paciente tem de ver desagravadas, pelo menos durante um período, as fontes externas de stress a que está sujeito, sob pena de desestabilização e agravamento progressivos da sua saúde mental”.
De facto, o 9ºB foi a causa próxima da sua atitude. Em vésperas das aulas com aquela turma, à qual leccionava Música e Área de Projecto, num total de 5 tempos semanais, atormentava-se antecipando o que iria acontecer.
Ele não era um professor negligente. Preparava as suas aulas e tentava aplicar as instruções superiores. Procurava a todo o custo fazer cumprir as regras estabelecidas, nunca maltratou ou desrespeitou alguém. Mas havia alunos que se recusavam a obedecer-lhe, provocavam-no, gozavam-no, ofendiam-no, com o único propósito de se divertir e desestabilizar a aula.
Desses comportamentos reiterados queixou-se inúmeras vezes, pedindo que fossem aplicadas medidas aos alunos em causa. Mas o caso foi tratado secamente, diziam-lhe que não podia mandar tantas vezes alunos para a rua, aconselhavam-no a assistir a aulas de colegas para aprender a reagir às provocações. Faziam-no sentir-se incompetente.
Com o objectivo de cativar os alunos, ele adquiriu e aplicou novos conhecimentos na área das TIC, comprou e usou novos materiais e equipamentos, experimentou diferentes estratégias. Que mais podia fazer? Continuou a sentir-se humilhado pelos alunos e deixou escrito: “Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimentos, a única solução apaziguadora será o suicídio”.
Conforme o Regulamento Interno, tinha “o direito a ser tratado com respeito e correcção, a ver respeitada a sua integridade física, psíquica e moral e a usufruir de um bom ambiente de trabalho”. Tudo isto lhe foi negado.
O Luís era uma pessoa solitária, sensível e psicologicamente frágil. Tinha dificuldade em se impor aos alunos. Mas será que um professor tem que ser um super-homem? Qualquer um, independentemente das suas características pessoais, não tem o direito a ser respeitado?
Os alunos que provocam e ofendem professores não devem ser castigados? Terá de ser o professor a sujeitar-se a conviver com esse tipo de comportamentos? Não estaremos a demitir-nos do papel de educadores?
Porque não foram aplicadas medidas disciplinares sancionatórias? Que fez a escola para poupar o sofrimento do meu irmão?… É certo que poucos, perante o mesmo problema, reagiriam desta forma tão dramática e irreversível. Mas quantos professores não se encontram neste momento de atestado médico ou a leccionar no limite das suas forças, por situações semelhantes, que se somam ao excesso de trabalho que lhes é exigido?
Desejaria que a morte prematura do meu irmão tivesse o dom de sensibilizar para uma reflexão profunda sobre os procedimentos nas escolas e as condições de trabalho dos professores. Que os órgãos pedagógicos se dediquem a questões importantes em vez de outras banais! E que as direcções dêem a devida atenção aos colegas que tanto se esforçam, sem apoio nem reconhecimento!
Aviso
Nos próximos dias não haverá sindicalistas no blog.
Motivo
Confecção massiva de bandeirinhas e faixas.
Comentários do ME estão congelados, terminaram as horas extraordinárias.
Ser é mais complicado do que estar. O “nosso” Newton concebeu a Terra com 50000 anos, Fourier foi para 100 milhões. É que o tempo não é só histórico. Um quark, seja lá isso o que for, não é mais encantado do que outro. A matéria, no limite conhecido, não é material, os teus sonhos imponderáveis surgem do nada-tempo. O problema que nos impede de conhecer mais é termos que o medir.
Num post mais abaixo falava-se de directores de escolas que andam a ser perseguidos pela DRE.
Sempre quero ver o que vai acontecer a esta directora e quais vão ser as conclusões da IGE.
E quais vão ser as reacções de professores, sindicatos, donos de blogues e afins…
«Não há pedras anónimas na Batalha, refere Pedro Ferro num artigo dedicado ao último mesteiral da Batalha (1)… O signo de cada um dos canteiros (permanece no mosteiro)…O domínio da cantaria arrasta um extenso rol de (…) conhecimentos…Sem desenho não há cantaria…É no gesto de traçar que reside a futura forma da (obra)…
A pedra (vem) em bruto da pedreira. Um bloco disforme desafia a estratégia do canteiro…O primeiro contacto com a pedra (é) de natureza intelectual. O bloco (é) interiorizado. Pensado. Uma volumetria racional desenhada na cabeça do canteiro. E só depois as mãos (fazem) o seu trabalho. O gesto (segue) a rigorosa geometria do pensamento.»
«Aos 61 anos mestre Alfredo Neto Ribeiro é o último mesteiral do mosteiro da Batalha…no recanto mais afastado da quadra norte do claustro de D. João V tem mestre Alfredo a sua oficina…Só o tinir delicado e preciso da maceta a bater no escopro quebra o silêncio…É um trabalho de paciência feito…é convicção de mestre Alfredo Ribeiro que a aprendizagem do canteiro nunca está completa…ocupa a quinta geração de uma família habituada a lidar com o mosteiro…é o ultimo…não tem continuadores genéticos…O que não quer dizer ausência… de sucessores na arte. Com o artesão trabalham duas raparigas, herdeiras do saber fazer do derradeiro mesteiral da Batalha.» (1)
(1) Ferro, Pedro, O último mesteiral da Batalha, Jornal «Artesãos e Lojistas», nº o, Janeiro de 1993
#41 Caro colega, concordo consigo, já que estamos numa de poupar, bem que se amealhava nos dinheiritos que são pagos a directores, adjuntos, sub directores, coordenadores de escolas, bibliotecárias(os)etc… sim, porque todos eles, estão sem componente lectiva mas a receber o seu ordenado mais o dos cargos!
Maio 25, 2010 at 9:45 pm
Estavam à espera de quê?
Estado mínimo para o povo e máximo para os que nele mandam.
Maio 25, 2010 at 9:47 pm
aqui, em Coimbra também estão a ser formados mega-agrupamentos: 3 (dizem)
Maio 25, 2010 at 9:48 pm
Reduzir, reduzir… (custos, qualidade…)
Maio 25, 2010 at 9:49 pm
Depois temos um director, com direito a 20 assessores, serviços de consultadoria legal, possivelmente viatura… olaré.
São os partidos a chupar o que resta do Estado.
Maio 25, 2010 at 9:55 pm
#4
parece-me ser mais uma forma de colocar os mais fieis das DRE’s, baixar o estatuto dos directivos e poupar nos administrativos.
Maio 25, 2010 at 9:57 pm
Convenhamos que a informatização …
Maio 25, 2010 at 10:01 pm
Esta ideia dos mega – agrupamentos, só se compreende por questões de despesas a cortar.
Parece-me que a ideia hoje em dia é precisamente a contrária: MENOR concentração.
Só apanhei a parte final, mas mesmo final, do Dr. Marçal Grilo na sic not a propósito do seu novo livro “Se não estudares, estás tramado.”
Gostava de ter visto a entrevista toda…..
Maio 25, 2010 at 10:02 pm
#7,
desculpem lá a vírgula….foi do teclado.
Maio 25, 2010 at 10:05 pm
Tretas Fernanda…o melhor foi o título o resto mais do mesmo..mesmo se que com boas intenções…
Maio 25, 2010 at 10:07 pm
#0
“Mega-Agrupamentos”
Isso não é novidade nenhuma, não conhecem o grupo dgrhe? Esse sim, tem autonomia.
Maio 25, 2010 at 10:08 pm
#8
Maio 25, 2010 at 10:12 pm
A fusão de agrupamentos é epidémica. Varre o país de Norte a Sul, de Este a Oeste!
Esta gente não compreende que quanto maior é a organização, mais complexa se torna a sua gestão?! E estamos a falar de uma organização muito específica: forma indivíduos e tem, por essa via, uma enorme influência na sociedade!
Esta gente não compreende isto?!!
Com mega agrupamento temos mega problemas. Parece que querem transformar as escolas em oficinas de eduquês!Há uma nítida impessoalização da actividade educativa das nossas escolas!
Maio 25, 2010 at 10:13 pm
Mega Agrupamentos, já se fala nisso o final das últimas eleições legislativas, sob os auspícios do pedreira, valter e lurditas.
Maio 25, 2010 at 10:14 pm
Porque é que não fazem 3 agrupamentos para o continente: Norte; Centro e Sul, mais um para os Açores e outro para a Madeira…isso é que era poupança!
Maio 25, 2010 at 10:15 pm
#7
Não perdeste nada. Ele inventou o termo eduquês para ele próprio. Só pode.
Maio 25, 2010 at 10:15 pm
#7-Já teve os seus quinze minutos de fama…Já foi ME…O que nos deixou?
Maio 25, 2010 at 10:17 pm
Eu até proponho um único agrupamento nacional com sede na madeira. Olha que fixe termos um oceano entre o povo trabalhador e as chefias.
Maio 25, 2010 at 10:18 pm
A fusão faz sentido.
Maio 25, 2010 at 10:20 pm
#14
E as Berlengas?
Maio 25, 2010 at 10:21 pm
Os mega já começaram com a Parque Escolar, que sob a capa da remodelação arquitectónica, subrepticiamente também remodelou a organização da rede escolar, concentrando todos os serviços e anos de escolaridade num mesmo edifício.
Maio 25, 2010 at 10:21 pm
Ainda estou a pensar nesta coisa dos Mega- Agrupamentos……
Mas ninguém tem bom senso e é estudioso/a destas realidades?
Mais uma tontaria que vem aí?
Sabem que mais? Esta gente não sabe nem sonha o que é 1 Agrupamento, quanto mais 1 Mega-Agrupamento.
Os estudos aqui já não servem para nada.
É o monopólio educativo….a fusão…e, em breve, a bolsa……os off-shores, etc.
Como vão justificar tal decisão em termos pedagógicos? OK, não interessa. O que interessa são os argumentos a nível organizacional.
E mesmo assim……
Maio 25, 2010 at 10:22 pm
Um único Director para um mega-agrupamento?
Nas multinacionais há administradores, directores,consultores, etc etc.
Vai ser assim??
Maio 25, 2010 at 10:23 pm
#22
Metem lá um CEO da pt, uma coisa assim…
Maio 25, 2010 at 10:23 pm
São os hipermercados, as megaescolas…
Num país tão pequeno, tudo tem de ser em “grande”??
Maio 25, 2010 at 10:24 pm
#23, um chairman?
Maio 25, 2010 at 10:26 pm
Futuramente os agrupamentos passarão a denominar-se ajuntamentos, no espanhol, ayuntamientos, como quem diz “juntar para destruir”. Menos recursos para um só fim.
Maio 25, 2010 at 10:26 pm
#25
Isso é um tipo novo de super-herói?
O homem-cadeira?
Maio 25, 2010 at 10:28 pm
Bem vou ver testes e dormir…sonhos libertários…Inté..
Maio 25, 2010 at 10:28 pm
#27, usa-se para designar os que, qdo perdem a cabeça, atiram com cadeiras.
Maio 25, 2010 at 10:30 pm
Um Mega-Agrupamento com um Chefe! Um chefe que nunca questionariariamos e seguiríamos com devoção até à morte!
Maio 25, 2010 at 10:31 pm
#25
Talvez um cleptomaníaco aprendiz ou algum pedófilo iniciante. Pode ser que alguém do partido seja contra, e seja apenas um incompetente. Ou saído da capa da Shemale…
Maio 25, 2010 at 10:31 pm
Eu quero ser consultor. Posso?
Daquela parte da consulta aos blogues.
Maio 25, 2010 at 10:32 pm
#29
Ou roubam gravadores… o que der mais jeito e estiver mais à mão de
semearfanar.Maio 25, 2010 at 10:34 pm
#31
O verdadeiro facies horribilis in persona. Já há demais. Banais.
Não causam qualquer efeito propedêutico. ou terapêutico. Autênticos mancebos e placebos do sistema.
Maio 25, 2010 at 10:37 pm
#32, a Maria Campos desempenhou essa função no ME durante muito tempo. Fez um estudo sobre o Umbigo, apresentou relatório ( em powerpoint, claro) e ainda apanhou a época das progressões mais rápidas para quem tinha o melhor portfólio.
Maio 25, 2010 at 10:37 pm
Ó Shue, aquilo não foi bem um roubo, até porque ele estava sob pressão psicológica e, os políticos são muito suscetíveis…tadinhos!
Maio 25, 2010 at 10:38 pm
#36, foi apenas uma acção directa.
Maio 25, 2010 at 10:43 pm
Na Drelvt já começou o “chamamento”? Talvez seja por isso que a “irmandadade da chafarica”, que comanda a minha escola, anda arreliada?
Isto está bonito…
Maio 25, 2010 at 10:43 pm
#36, #37 (quase que vos chamava casal) hehe
Peço desculpa. Penitenciar-me-ei até que se me esfolem as carnes para me redimir de tamanha distracção. Directamente me chicotearei.
Maio 25, 2010 at 10:46 pm
#39
Hoje não estou para ajudar, amanha-te…
Maio 25, 2010 at 10:46 pm
E para que precisamos nós de directores regionais e de directores e de vices e de adjuntos, assessores, coordenadores e avaliadores que nada fazem?
Acho bem que se acabe com todo o parasitismo reinante.
Acredito na generalidade dos professores que trabalham diariamente na sala de aula.
Tudo o resto é parasitismo.
Maio 25, 2010 at 10:47 pm
#35
Espero aproveitar a experiência do colega Maria Campos.
Ó MARIA CAMPOS
Maio 25, 2010 at 10:48 pm
#41
“Acho bem que se acabe com todo o parasitismo reinante.”
Se faz favor, parasitismo republicano.
Maio 25, 2010 at 10:48 pm
Isto dos Mega-Agrupamentos faz-me lembrar o novo IKEA em Loures.
#30,
“Um Mega-Agrupamento com um Chefe! Um chefe que nunca questionariariamos e seguiríamos com devoção até à morte!”
Ouve o que te digo, com estes Megas, sabes lá quem é o Chefe, o Patrão, o Mega – Gestor…..
Maio 25, 2010 at 10:50 pm
#42
Também tenho algumas saudades do idiota, atirava-se sempre ao tecto quando não havia rede no tecto.
Maio 25, 2010 at 10:51 pm
#44
Ainda bem. É o que se chama trabalhar p’ró boneco.
Maio 25, 2010 at 10:51 pm
Mega-agrupamentos, mega-departamentos. Tudo é mega.
Maio 25, 2010 at 10:51 pm
#44
O impronunciável? Ou lo inpronunciabélé?
Maio 25, 2010 at 10:52 pm
não sei se já pensaram o que é ser professor num super agrupamento, é dar aulas em escolas diferentes em cada dia da semana, sem despesas de deslocamento. Somos professores de agrupamento.
No meu agrupamento há uma professora assim, é uma professora titular que faz as substituições do 1º ciclo em todas as escolas do concelho e também lhe recusaram as despesas de deslocação.
Maio 25, 2010 at 10:53 pm
#42
Pode ter morrido. E nem um funeral dançante!…
Maio 25, 2010 at 10:54 pm
#39
Uma autoflagelaçãozita???
Oxalá sonhe com o Valter Lemos com a MLR e com o outro!
Maio 25, 2010 at 10:55 pm
PEC 2010-2013
No que respeita à melhoria da rede escolar, será prosseguido o reordenamento das escolas do ensino básico, com a criação de centros escolares. Este reordenamento promoverá também melhores condições
de aprendizagem e socialização das crianças. A medida contempla, ainda, o reordenamento do parque de escolas do segundo e terceiro ciclos e ensino secundário, através da fusão de escolas em
agrupamentos.
http://www.portugal.gov.pt/pt/GC18/Documentos/MFAP/PEC2010_2013.pdf
Pág. 29
Maio 25, 2010 at 10:56 pm
Permitam-me:
Maio 25, 2010 at 10:56 pm
#50
Nããã… Está a PECar lá p’ras bandas do rato. Ou seja, a roer a corda.
Maio 25, 2010 at 10:57 pm
Desculpem, mas ainda estou a pensar nos Mega-Agrupamentos…..
O “meu” Agrupamento já é grande para o caraças.E a situação piorou em toda a linha.
Imagino o que será fundi-lo com os outros Agrupamentos do Concelho de Cascais, mais de Sintra, Oeiras e etc……..
Estamos fundidos.
(Tenho de ir ver o Angela’s Ashes e fazer 1 guião do filme.)
Maio 25, 2010 at 10:58 pm
Permitam-me, de novo:
Maio 25, 2010 at 11:00 pm
Pronto! Estou actualizada!
Maio 25, 2010 at 11:01 pm
Mete lá o smoke on the water e não se fala mais nisso
Maio 25, 2010 at 11:03 pm
#58
Eu cá metia o black knight, mas podia ser multado com mil euros.
E cá vai:
Maio 25, 2010 at 11:03 pm
#55
Já morro de prazer ao imaginar o deserto todo fundido. Do Cais do ginjal à petroquímica de Sines, passando pela estação do TGV do Poceirão.
Maio 25, 2010 at 11:04 pm
não com, em
Tenho que estudar mais.
Maio 25, 2010 at 11:05 pm
Mas onde raio fica o Poceirão?
Maio 25, 2010 at 11:06 pm
#60
Se for um deserto de silicatos, é capaz de dar vidro, coisa dura mas frágil.
Um dó de peito.
Maio 25, 2010 at 11:06 pm
#59
Maio 25, 2010 at 11:07 pm
#62
Para ir a pé ou de TGV?
Maio 25, 2010 at 11:08 pm
Será que os gravadores estão no Poceirão?
Maio 25, 2010 at 11:09 pm
#65
Eu, é mais, de coche!
Maio 25, 2010 at 11:10 pm
Por supoesto!
Maio 25, 2010 at 11:11 pm
Uauuu! Consegui!
Maio 25, 2010 at 11:13 pm
Estamos todos fundidos.
Maio 25, 2010 at 11:13 pm
#67
Entonces habla con el cochero (en el museo, al palacio de belén)
Maio 25, 2010 at 11:14 pm
Ó Caneta, o Poceirão fica para lá do Pinhal Novo.
É num deserto impecável.
Maio 25, 2010 at 11:17 pm
É a Globalização, estúpido!
É a Escola-Empresa!
ANÁLISE DA CULTURA ORGANIZACIONAL APÓS FUSÃO DE DUAS EMPRESAS
O presente estudo teve por finalidade avaliar o impacto do processo de fusão de duas empresas com culturas organizacionais distintas junto ao corpo funcional, frente às modificações percebidas nas operações, processos e sistemas. O estudo baseou-se nas teorias e perspectivas de renomados autores deste campo de estudo, como: Schein (1984; 1985; 1990;1992;1997); Hofstede (1997; 1998) e Fleury (1996), entre outros. A investigação da cultura da empresa deu-se pela triangulação metodológica da análise e coleta de dados, utilizando-se a aplicação de questionários para os funcionários, entrevistas com os líderes da empresa e consulta a documentos divulgados por veículos de mídia impressa. Através da análise descritiva dos dados coletados com os questionários, foi possível caracterizar o perfil dos funcionários da empresa e definir as orientações de valor dominantes, além de obter informações sobre clima e cultura organizacional do ponto de vista dos colaboradores. Além disso, os dados obtidos das entrevistas permitiram avaliar o alinhamento entre a visão destes com a dos funcionários. Foram analisadas, através de testes estatísticos, possíveis relações entre as variáveis de perfil do respondente e (i) suas orientações de valor e (ii) percepções da cultura da empresa. A análise possibilitou a detecção de deficiências com relação ao alinhamento da cultura organizacional desejada, permitindo adotar medidas de redirecionamento que minimizassem as conseqüências dessa união e facilitassem a formalização da nova cultura da empresa, visando contribuir para o sucesso da fusão. Pôde-se concluir que a empresa ainda não apresenta uma cultura organizacional consolidada, no entanto, o presente estudo identificou pontos passíveis de melhoria para a formalização de uma nova cultura e, não obstante, apresentou sugestões de possíveis planos para correções do alinhamento cultural ou para a própria disseminação da cultura organizacional proposta para a nova instituição resultante da fusão.
Fonte: algures por aí…..
http://www.pro.poli.usp.br/publicacoes/trabalhos-de-formatura/analise-da-cultura-organizacional-apos-fusao-de-duas-empresas
Maio 25, 2010 at 11:18 pm
#69
Clara Pinto Correia, again?
Maio 25, 2010 at 11:21 pm
#74.
Maio 25, 2010 at 11:23 pm
# 70
Tens razão reb, estamos fundidos num mega agrupamento chamado Portugal que é parasitado, até ao tutano, por uns mega larápios.
Maio 25, 2010 at 11:24 pm
FUSÃO a FRIO
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A fusão a frio é uma reação da fusão nuclear que ocorre em condições de baixíssima temperatura em vez dos milhões de graus requeridos para reações da fusão do plasma.
A fusão a frio é o termo popular usado para o que é chamado agora “energia fraca”. A reivindicação inicial da fusão a frio foi relatada primeiramente por Martin Fleischmann e por Stanley Pons na Universidade de Utah em Março de 1989. Este anúncio era notícia de primeira página por algum tempo, e gerava uma controvérsia incrível, mas o debate público diminuído rapidamente e a fusão fria foram rejeitados geralmente pela comunidade científica. Apesar disso, depois de 1989, muitos cientistas observaram experimentalmente excesso de calor, trítio, hélio e mutações nucleares. Estas experiências usam uma grande variedade de métodos.
Assim já se compreende melhor……..
Maio 25, 2010 at 11:28 pm
Na SIC-N o nogueira leite dos acordos com o xuxas está a defender de mansinho o corte dos salários… Este sujeito deveria ter vergonha na cara e impedido de ir às reuniões onde ganha mais de 5000 a troco de vir para a TV defender estas ideias… Ou é político ou é administrador. estes fdp não podem continuar jogar sem adversários…
Maio 25, 2010 at 11:29 pm
#77, estamos fundidos e congelados.
Bate certo.
O Maurício acha que ainda temos algum sabor.
Optimismo?
Maio 25, 2010 at 11:30 pm
Existem diversos projetos em andamento ao redor do mundo, com a finalidade de obter o domínio da tecnologia de fusão nuclear para fins de geração controlada de energia elétrica.
Wiki
Assim já entendo melhor…..
Maio 25, 2010 at 11:33 pm
Onde estão as actas disto?
Maio 25, 2010 at 11:34 pm
#78,
O NL também devia ser fundido.
Maio 25, 2010 at 11:38 pm
O NL também devia ser fundido.
(Comentário duplicado. Parece que já disse isso.)
Maio 25, 2010 at 11:38 pm
Com gajos como o Nogueira Espermatozóide, o Passos Coelho está fundido.
Maio 25, 2010 at 11:40 pm
O RELATORIO DO SUICIDIO
chegou há vários dias à drel o relatorio do inquerito ao suicidio do docente luis carmo
PREVISOES
o inquiridor é de opiniao que a indiciSplina da escola nao resulta de omissoes do poder disciplinar tal quale
opina que esse fenómeno é social e local e tem historia
opina que as participaçoes escritas do docente foram tratadas pela direcçao com medidas correctivas (QUE NÃO EXISTEM SEM A HOMOLOGAÇÃO DO REGULAMENTO INTERNO COISA QUE NÃO ACONTECEU SEGUNDO AS VOZES)
opina que em situacoes sem arguidos identificados as diligencias tomadas foram adequadas. HÁ-DE TER COM CERTEZA OS RELATORIOS DESSAS AVERIGUAÇÕES DA DIRECÇÃO COM RESPEITO PELAS REGRAS DO INQUISITORIO OS QUAIS O LUIS CARMO AINDA NÃO VIU…
RECOMENDAÇOES À VISTA……
hÁ BOA GENTE QUE NÃO ESTÁ a dORMIR
e sabe que uma conclusao que nao use do inquisitorio face as queixas mesmo verbais testemunhadas pode matar o relatorio
a investigacao nao é selectivaMENTE ARbitraria
factos relevantes com conexao directa ao objecto do inquerito têm de ser inquiridos
sabe-se que há factos muito relevantes só testermunhados por tres pessoas.
DECISIVOS PARA O INQUERITO
o relatorio está dependente da prova rainha testemunhal
essa é que é essa
e agora?
um contra dois?
dois contra um?
cada um por si?
todos para o mesmo lado?
os dados estão lançados em cima da secretaria do dr leitão muito bem acolitado por uma das melhores amigaS DA DIRECTORA DE FITares.
voltarei à carga
Maio 25, 2010 at 11:40 pm
Eu acho que ser fundido não é mesmo que estar fundido.
Maio 25, 2010 at 11:40 pm
#81
Nos sindicatos.
Em tempo, por serem tansos, não as tendo, ou por nos tentarem fazer de tansos, tendo-as. Em qualquer caso mentem.
Mentem por ser costume que ninguém ligue;
mentem por estarem em conluio;
mentem por terem mentido;
mentem por comunismo.
Tudo isto é verdade.
Maio 25, 2010 at 11:42 pm
A Escola Secundária Poeta António Aleixo funciona num edifício construído em 1964. Era então Liceu Nacional de Portimão. Já foi alvo de várias remodelações , a última das quais há bem pouco tempo, quatro, cinco anos, que apetrecharam a escola de todas as valências e funcionalidades. Ouso até dizer que poucos serão os edifícios escolares, mesmo os mais recentes, que se lhe podem comparar. Alberga cerca de mil e trezentos alunos. Estão projectadas obras que visam ocupar quase todo o espaço livre que existe, vulgo recreios, duplicando a população escolar (o que é nitidamente uma medida sensata e inteligente, visto ser fácil gerir uma comunidade tão sensível, cada vez mais sensível…), descaracterizando o edifício e a zona onde este se insere. Preço orçamentado: 25 milhões de euros. Uma bagatela.
Comentário de João A.
Data: 23 de Março de 2010
Já que foi dado um destaque inesperado ao comentário que deixei noutro post, deixai-me acrescentar que esta Escola Poeta António Aleixo é realmente modelar nas instalações e na articulação dos espaços que a constituem. Não há alunos à chuva quando se deslocam de um para outro módulo porque… é uni-modular; tem um elevador instalado há quatro anos para facilitar a vida a quem tiver problemas de locomoção; tem um pavilhão polivalente, construído há quatro anos, a aumentar as capacidades na área da Ed. Física já razoáveis com os dois ginásios originais; tem auditório equipado com o que de mais recente se usa na área do Audio-visual. O estado de conservação é notável e espaço envolvente tem vastas zonas verdes que irão desaparecer, pelo que se pode ver na maquete.
Claro que as obras permitirão aumentar a população escolar para cerca de dois mil e quinhentos alunos, quase o dobro dos que tem actualmente. Numa época em que a conflitualidade da população escolar é cada vez visível, esta alteração é uma decisão de alto risco.
A insanidade mental dos decisores é cada vez maior.
Este é apenas mais um exemplo dos efeitos dessa insanidade.
Custo – 25 milhões.
http://www.5dias.net/2010/03/23/escola-secundaria-poeta-antonio-aleixo/
Maio 25, 2010 at 11:44 pm
#86
Ser ou estar. Em termos filosóficos antigos é o mesmo. Não sou douto em acordo ortográficos sem acta que identifique devidamente os geadas.
Maio 25, 2010 at 11:45 pm
#89, em Inglês, é igual, em Alemão tb, em Português não é.
Maio 25, 2010 at 11:47 pm
to be or not to be, that´s the question.
Em português, poderia ser:
Ser ou não ser,…
Estar ou não estar…
Junta-lhe o “fundido” e vê lá se fica igual.
Maio 25, 2010 at 11:49 pm
Aqui pelas bandas da Batalha… mais do mesmo. Depois de um ano de adaptação (complicada…) à integração da antiga Escola Profissional de Artes e Ofícios Tradicionais na Escola Secundária da Batalha, também já houve “chamamento” à DREC e indicação para agrupar com o já Agrupamento de Escolas da Batalha. Resultado: do Jardim de Infância ao 12º ano, cerca de 2000 alunos e duzentos e cinquenta professores… com o início de obras, pela Parque Escolar, prometido para meados do próximo ano lectivo… Vai ser bonito!
Maio 25, 2010 at 11:51 pm
#87,
Ó meu,
Alinhavaste mais umas linhas do que é habitual na tua prosa que é muito (comunista) comodista.
Estás a fazer um bom esforço. Continua assim que chegarás à verdade.
Quando lá chegares, olha bem à volta…..
É como aquela cena da pressão no pescoço, um bafo nas costas, etc.
Não quer dizer que te estejam a segredar uma verdade.
Pode ser outra coisa.
Maio 25, 2010 at 11:51 pm
#90
Ser será, então, contínuo, e estar, assim, estará discreto?
Perdoa-me a Matemática.
Maio 25, 2010 at 11:52 pm
ALGUÉM acredita MESMO na ingenuidade “negocial” duma Fenprof???!
IHIHIHIHHHHHHHHHHHHHH!
Maio 25, 2010 at 11:53 pm
#93
Teu – não, colectivo.
Maio 25, 2010 at 11:53 pm
# 92
Não acredito!
Estive ligada á fundação dessa Escola de Artes!!!
Maio 25, 2010 at 11:54 pm
A propósito da febre dos agrupamentos, há tempos, num Fórum sobre Educação Patrimonial e Desenvolvimento, a cuja organização estive ligado, um especialista francês convidado mostrava-se admirado com a descrição que eu lhe fazia da nova política do nosso ME, ou seja, a tendência para constituir grandes agrupamentos, correspondentes, quase sempre, a grandes territórios educativos. Disse-me ele, na altura, que em França, a tendência estava a ser a criação de unidades mais pequenas, mais fáceis de gerir e de controlar, ou seja, tinham abandonado as teorias da megalomania e da concentração de serviços e de níveis etários e de escolaridade. Mas nós por cá andamos sempre uns 20 ou 30 anos em relação a França e a Inglaterra…
Maio 25, 2010 at 11:54 pm
#94, sim, ser é mais contínuo que estar.
Até podes estar sem ser…já o contrário, duvido…há aquela coisa do espaço/tempo, não é?
Maio 25, 2010 at 11:55 pm
CARTA A QUE TIVEMOS ACESSO ESCONDIDA PELA DIRECTORA DE FITARES
Ao Conselho Pedagógico do
Agrupamento de Escolas de Fitares
com conhecimento ao Conselho Geral
Sou irmã do Luís Vaz do Carmo, que foi professor da EB 2,3 de Fitares até ao dia 9 deste mês de Fevereiro, data em que se suicidou.
Nos últimos dias encontrava-se de baixa médica, a conselho do psicólogo que, em relatório enviado ao médico assistente, justificava assim: “Recentemente e em consequência do stress inerente à sua actividade profissional, nomeadamente questões de indisciplina e mesmo ocorrências sentidas como actos de desrespeito por parte de alguns alunos em relação à sua pessoa, verifica-se um claro agravamento do seu quadro clínico. Dada a precariedade actual do estado psicológico, o paciente tem de ver desagravadas, pelo menos durante um período, as fontes externas de stress a que está sujeito, sob pena de desestabilização e agravamento progressivos da sua saúde mental”.
De facto, o 9ºB foi a causa próxima da sua atitude. Em vésperas das aulas com aquela turma, à qual leccionava Música e Área de Projecto, num total de 5 tempos semanais, atormentava-se antecipando o que iria acontecer.
Ele não era um professor negligente. Preparava as suas aulas e tentava aplicar as instruções superiores. Procurava a todo o custo fazer cumprir as regras estabelecidas, nunca maltratou ou desrespeitou alguém. Mas havia alunos que se recusavam a obedecer-lhe, provocavam-no, gozavam-no, ofendiam-no, com o único propósito de se divertir e desestabilizar a aula.
Desses comportamentos reiterados queixou-se inúmeras vezes, pedindo que fossem aplicadas medidas aos alunos em causa. Mas o caso foi tratado secamente, diziam-lhe que não podia mandar tantas vezes alunos para a rua, aconselhavam-no a assistir a aulas de colegas para aprender a reagir às provocações. Faziam-no sentir-se incompetente.
Com o objectivo de cativar os alunos, ele adquiriu e aplicou novos conhecimentos na área das TIC, comprou e usou novos materiais e equipamentos, experimentou diferentes estratégias. Que mais podia fazer? Continuou a sentir-se humilhado pelos alunos e deixou escrito: “Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimentos, a única solução apaziguadora será o suicídio”.
Conforme o Regulamento Interno, tinha “o direito a ser tratado com respeito e correcção, a ver respeitada a sua integridade física, psíquica e moral e a usufruir de um bom ambiente de trabalho”. Tudo isto lhe foi negado.
O Luís era uma pessoa solitária, sensível e psicologicamente frágil. Tinha dificuldade em se impor aos alunos. Mas será que um professor tem que ser um super-homem? Qualquer um, independentemente das suas características pessoais, não tem o direito a ser respeitado?
Os alunos que provocam e ofendem professores não devem ser castigados? Terá de ser o professor a sujeitar-se a conviver com esse tipo de comportamentos? Não estaremos a demitir-nos do papel de educadores?
Porque não foram aplicadas medidas disciplinares sancionatórias? Que fez a escola para poupar o sofrimento do meu irmão?… É certo que poucos, perante o mesmo problema, reagiriam desta forma tão dramática e irreversível. Mas quantos professores não se encontram neste momento de atestado médico ou a leccionar no limite das suas forças, por situações semelhantes, que se somam ao excesso de trabalho que lhes é exigido?
Desejaria que a morte prematura do meu irmão tivesse o dom de sensibilizar para uma reflexão profunda sobre os procedimentos nas escolas e as condições de trabalho dos professores. Que os órgãos pedagógicos se dediquem a questões importantes em vez de outras banais! E que as direcções dêem a devida atenção aos colegas que tanto se esforçam, sem apoio nem reconhecimento!
17 de Fevereiro de 2010
Maio 25, 2010 at 11:56 pm
#94,
“Ser será…”
Era isso mesmo que eu dizia em #93.
Maio 25, 2010 at 11:57 pm
Escola Profissional de Artes e Ofícios Tradicionais – Batalha
Arte da cantaria
Maio 26, 2010 at 12:01 am
#98,
Ora, pois.
Maio 26, 2010 at 12:03 am
#96,
Olha, olha, amofinou-se!!!!!!
Ainda vou ser multada.
Maio 26, 2010 at 12:04 am
Aviso
Nos próximos dias não haverá sindicalistas no blog.
Motivo
Confecção massiva de bandeirinhas e faixas.
Comentários do ME estão congelados, terminaram as horas extraordinárias.
Maio 26, 2010 at 12:04 am
#99
Ser é mais complicado do que estar. O “nosso” Newton concebeu a Terra com 50000 anos, Fourier foi para 100 milhões. É que o tempo não é só histórico. Um quark, seja lá isso o que for, não é mais encantado do que outro. A matéria, no limite conhecido, não é material, os teus sonhos imponderáveis surgem do nada-tempo. O problema que nos impede de conhecer mais é termos que o medir.
Maio 26, 2010 at 12:06 am
rosaairosa
leio os seus comentários com atenção, mas nem sei que diga
Maio 26, 2010 at 12:08 am
#104
Estava a pensar, isso demora um certo tempo orgânico. Recapitulemos, de que te gaudiavas?
Maio 26, 2010 at 12:09 am
Qual é a tua, ó meu?
Maio 26, 2010 at 12:11 am
#100
Num post mais abaixo falava-se de directores de escolas que andam a ser perseguidos pela DRE.
Sempre quero ver o que vai acontecer a esta directora e quais vão ser as conclusões da IGE.
E quais vão ser as reacções de professores, sindicatos, donos de blogues e afins…
Maio 26, 2010 at 12:11 am
#109
Maio 26, 2010 at 12:14 am
Ele há gente que fundou de tudo!
Será tb o nosso Afonso, o do Berço?
Maio 26, 2010 at 12:16 am
Olha, gaudiava-me por ter já tratado do meu tempo orgânico.
#105
Lol……
Fica o núcleo duro umbiguista……
)
(desculpem, mas não pude perder esta oprtunidade para estar calada)
Lol…..
Maio 26, 2010 at 12:17 am
# 122
Henriques.
Maio 26, 2010 at 12:19 am
Afonso?
Henriques.
Maio 26, 2010 at 12:19 am
#111
Estragas-me com mimos….
(E não estou a falar de supositórios.)
É mesmo uma das minhas canções favoritas.
Obrigada.
Vá, vai dormir.
Maio 26, 2010 at 12:20 am
#105
Recebido. Multiplicar-nos-emos para suprir as funções agora descontinuadas.
Maio 26, 2010 at 12:21 am
«Não há pedras anónimas na Batalha, refere Pedro Ferro num artigo dedicado ao último mesteiral da Batalha (1)… O signo de cada um dos canteiros (permanece no mosteiro)…O domínio da cantaria arrasta um extenso rol de (…) conhecimentos…Sem desenho não há cantaria…É no gesto de traçar que reside a futura forma da (obra)…
A pedra (vem) em bruto da pedreira. Um bloco disforme desafia a estratégia do canteiro…O primeiro contacto com a pedra (é) de natureza intelectual. O bloco (é) interiorizado. Pensado. Uma volumetria racional desenhada na cabeça do canteiro. E só depois as mãos (fazem) o seu trabalho. O gesto (segue) a rigorosa geometria do pensamento.»
«Aos 61 anos mestre Alfredo Neto Ribeiro é o último mesteiral do mosteiro da Batalha…no recanto mais afastado da quadra norte do claustro de D. João V tem mestre Alfredo a sua oficina…Só o tinir delicado e preciso da maceta a bater no escopro quebra o silêncio…É um trabalho de paciência feito…é convicção de mestre Alfredo Ribeiro que a aprendizagem do canteiro nunca está completa…ocupa a quinta geração de uma família habituada a lidar com o mosteiro…é o ultimo…não tem continuadores genéticos…O que não quer dizer ausência… de sucessores na arte. Com o artesão trabalham duas raparigas, herdeiras do saber fazer do derradeiro mesteiral da Batalha.» (1)
(1) Ferro, Pedro, O último mesteiral da Batalha, Jornal «Artesãos e Lojistas», nº o, Janeiro de 1993
Maio 26, 2010 at 12:29 am
Escolas Profissionais de Artes e Ofícios Tradicionais da Batalha (Arte da Cantaria), de Serpa (Fabrico de Queijo) e Amarante (Bordados e Rendas).
Programa de Artes e Ofícios de Tradição – ME sob tutela do Roberto Carneiro, á época ministro da Educação.
Maio 26, 2010 at 12:31 am
#112
pois é….
que enjoo…grrrrr
Maio 26, 2010 at 12:33 am
#112
Sei, o Henrikovsky. Juízo, menina, isto aqui não o Mega-Comité.
E assim me vou, diáfano no éter. Há mariquices piores – o Dante enunciou.
Maio 26, 2010 at 12:34 am
… que é como quem pergunta, estás aí?
Maio 26, 2010 at 12:53 am
Maio 26, 2010 at 1:00 am
#112 mariazeca
UI…
Fundou tudo e anda metida em tudo, só gostava de saber como foi corrida do MUP.
Julgo que tb o fundou.
É uma fundação autentica.
Maio 26, 2010 at 1:05 am
Maio 26, 2010 at 1:08 am
Dizes bem, autentica. Hehe.
Maio 26, 2010 at 1:16 am
#41 Caro colega, concordo consigo, já que estamos numa de poupar, bem que se amealhava nos dinheiritos que são pagos a directores, adjuntos, sub directores, coordenadores de escolas, bibliotecárias(os)etc… sim, porque todos eles, estão sem componente lectiva mas a receber o seu ordenado mais o dos cargos!