Espero desde ontem resposta quanto aos termos em que posso divulgar um mail que recebi e que em seguida transcrevo, com eliminação de alguns elementos. Mas pela importância do assunto, deixo desde já o testemunho:
Caro Doutor Paulo Guinote
Conheço bem o seu trabalho e o muito lido que é mas, apesar dos tempos parecerem mornos, as coisas são bem piores do que se pensa. Ajude aqueles que estão em silêncio estão a ser perseguidos, batidos, como é costume nas vítimas:
Um Director de escola deve ter muito cuidado.
O actual Director da DREN quer entrar no guiness dos processos disciplinares a directores. Nada lhe pode manchar o nome, pelo que a culpa é sempre de outro. Na escola do Viso abriu-se um processo disciplinar à Directora porque ela usou de autonomia: fechou a escola um dia com a concordância activa dos órgãos da escola. Na verdade parece que esta escola dará mais dias de aula do que a lei obriga. mas a escola quer. O director da DREN não se importa, desde que não saia nos jornais. Agora passar por cima dele e desses dias em excesso tirar um e não dizer nada a sua Alteza… é inadmissível – processo é o caminho mais ajustado… A IGE serve para alguma coisa, agora é tira -nódoas.Em Miragaia uma professora foi batida, a polícia avisada, o hospital consultado, a mãe proíbida de entrar e continuar a ameaçar com mais porrada. A escola sabe. A DREN sabe, o mundo sabe. Como não saiu no jornal, fazemos de conta que não vemos. Pode ser que a mãe bata mais e mais e os jornais saibam.
Já agora sabe de quem é a autoria da frase “os professores são como o esparguete”?
Curiosamente, embora residente no Porto, mas docente (em outro distrito), ouvi mesmo a respectiva frase numa reunião aqui na cidade aquando se tentavam convencer professores a aceitar a avaliação de desempenho.
A frase foi dita por um Director Adjunto (…). Homem sem formação para reunir com professores, conhecido pela sua incompetência, excepto pelo actual Director Regional que o manteve no cargo de forma por razões que só eles saberão!Espanta-me que a ex-DREN não tenha desmentido , mas já não me espanta que este senhor deixe que uma mulher aguente culpas que são suas. Quantas mais haverá? Será por isso que Mário Nogueira cita já a frase como expressão contra a força dos movimentos autónomos? Será por isso que nunca houve como agora tantos processos disciplinares que são silenciados? O príncipio de Peter na DREN é uma realidade. Já diz o povo com razão: nunca sirvas a quem serviu.
O rosto actual da DREN é siciliano com esparguete e tudo.
(…)
Professor
Maio 25, 2010 at 9:40 pm
Viva Paulo.
Coisa nojenta, que raio; estamos mesmo no fundo.
Abraço.
Maio 25, 2010 at 9:42 pm
Ai, o franganote está a imitar a outra…
Maio 25, 2010 at 10:03 pm
Franganote ou franga disfarçada..?consta que…
Maio 25, 2010 at 10:10 pm
Atentem, isto ainda não é o fundo, ainda há muitos séculos para regredir.
Maio 25, 2010 at 10:12 pm
#3 Buli…
Maio 25, 2010 at 10:15 pm
#3 Estás feito! Sabemos quem és!
Maio 25, 2010 at 10:15 pm
também existe o contrário, direcções regionais que protegem Sr. Directores. Acho que já estou há 4 meses à espera do recurso de avaliação, uma grande trapalhada que aconteceu a todos os professores nesta escola.
Maio 25, 2010 at 10:16 pm
Pois..consta que é ela que ainda manda..dizem…sei lá…cada vez sei que menos sei do que supostamente sabia…
http://bulimunda.wordpress.com/2010/05/25/o-planeta-da-inexperiencia-o-nosso-ser/
Maio 25, 2010 at 10:19 pm
#7
Sem dúvida.
Maio 25, 2010 at 10:24 pm
Que optimismo fantástico! Digno de um brinde!
Só na DREN?
Maio 25, 2010 at 10:27 pm
O director-adjunto é um ferrenho socialista que há muitos anos não entra numa sala de aula porque simplesmente não tem estaleca profissional para isso. Então enveredou pela carreira gestora e por lá se tem mantido à custa do cartão partidário…
Não esquecer que o actual director também fazia parte da equipa da ex-directora Margarida, e portanto, tem a mesma escola autocrática…
Maio 25, 2010 at 10:29 pm
Alguém diria que essas politicas se
deveriam a este tipo de politicas fracturantes:
Maio 25, 2010 at 10:37 pm
Os deuses devem estar loucos!!!
Na minha escola convocam-se conselhos de turma de avaliação intercalar com menos de 24 horas e aparentemente, ninguém se rala.
Uma colega contratada casou-se há pouco tempo e foi-lhe negado o direito do gozo integral dos dias a que tinha direito.
Este país está uma vergonha.
Maio 25, 2010 at 10:43 pm
#tredecim
E não colocou os geadas em tribunal?
Sendo verdade e não o tendo feito, merece-o.
Maio 25, 2010 at 10:46 pm
#14
Ibidem.
Maio 25, 2010 at 10:47 pm
#14
Cobardes há aos pontapés a crescer mais ferozmente que fetos depois de um incêndio.
Maio 25, 2010 at 11:40 pm
O RELATORIO DO SUICIDIO
chegou há vários dias à drel o relatorio do inquerito ao suicidio do docente luis carmo
PREVISOES
o inquiridor é de opiniao que a indiciSplina da escola nao resulta de omissoes do poder disciplinar tal quale
opina que esse fenómeno é social e local e tem historia
opina que as participaçoes escritas do docente foram tratadas pela direcçao com medidas correctivas (QUE NÃO EXISTEM SEM A HOMOLOGAÇÃO DO REGULAMENTO INTERNO COISA QUE NÃO ACONTECEU SEGUNDO AS VOZES)
opina que em situacoes sem arguidos identificados as diligencias tomadas foram adequadas. HÁ-DE TER COM CERTEZA OS RELATORIOS DESSAS AVERIGUAÇÕES DA DIRECÇÃO COM RESPEITO PELAS REGRAS DO INQUISITORIO OS QUAIS O LUIS CARMO AINDA NÃO VIU…
RECOMENDAÇOES À VISTA……
hÁ BOA GENTE QUE NÃO ESTÁ a dORMIR
e sabe que uma conclusao que nao use do inquisitorio face as queixas mesmo verbais testemunhadas pode matar o relatorio
a investigacao nao é selectivaMENTE ARbitraria
factos relevantes com conexao directa ao objecto do inquerito têm de ser inquiridos
sabe-se que há factos muito relevantes só testermunhados por tres pessoas.
DECISIVOS PARA O INQUERITO
o relatorio está dependente da prova rainha testemunhal
essa é que é essa
e agora?
um contra dois?
dois contra um?
cada um por si?
todos para o mesmo lado?
os dados estão lançados em cima da secretaria do dr leitão muito bem acolitado por uma das melhores amigaS DA DIRECTORA DE FITares.
voltarei à carga
Maio 25, 2010 at 11:55 pm
CARTA A QUE TIVEMOS ACESSO ESCONDIDA PELA DIRECTORA DE FITARES
Ao Conselho Pedagógico do
Agrupamento de Escolas de Fitares
com conhecimento ao Conselho Geral
Sou irmã do Luís Vaz do Carmo, que foi professor da EB 2,3 de Fitares até ao dia 9 deste mês de Fevereiro, data em que se suicidou.
Nos últimos dias encontrava-se de baixa médica, a conselho do psicólogo que, em relatório enviado ao médico assistente, justificava assim: “Recentemente e em consequência do stress inerente à sua actividade profissional, nomeadamente questões de indisciplina e mesmo ocorrências sentidas como actos de desrespeito por parte de alguns alunos em relação à sua pessoa, verifica-se um claro agravamento do seu quadro clínico. Dada a precariedade actual do estado psicológico, o paciente tem de ver desagravadas, pelo menos durante um período, as fontes externas de stress a que está sujeito, sob pena de desestabilização e agravamento progressivos da sua saúde mental”.
De facto, o 9ºB foi a causa próxima da sua atitude. Em vésperas das aulas com aquela turma, à qual leccionava Música e Área de Projecto, num total de 5 tempos semanais, atormentava-se antecipando o que iria acontecer.
Ele não era um professor negligente. Preparava as suas aulas e tentava aplicar as instruções superiores. Procurava a todo o custo fazer cumprir as regras estabelecidas, nunca maltratou ou desrespeitou alguém. Mas havia alunos que se recusavam a obedecer-lhe, provocavam-no, gozavam-no, ofendiam-no, com o único propósito de se divertir e desestabilizar a aula.
Desses comportamentos reiterados queixou-se inúmeras vezes, pedindo que fossem aplicadas medidas aos alunos em causa. Mas o caso foi tratado secamente, diziam-lhe que não podia mandar tantas vezes alunos para a rua, aconselhavam-no a assistir a aulas de colegas para aprender a reagir às provocações. Faziam-no sentir-se incompetente.
Com o objectivo de cativar os alunos, ele adquiriu e aplicou novos conhecimentos na área das TIC, comprou e usou novos materiais e equipamentos, experimentou diferentes estratégias. Que mais podia fazer? Continuou a sentir-se humilhado pelos alunos e deixou escrito: “Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimentos, a única solução apaziguadora será o suicídio”.
Conforme o Regulamento Interno, tinha “o direito a ser tratado com respeito e correcção, a ver respeitada a sua integridade física, psíquica e moral e a usufruir de um bom ambiente de trabalho”. Tudo isto lhe foi negado.
O Luís era uma pessoa solitária, sensível e psicologicamente frágil. Tinha dificuldade em se impor aos alunos. Mas será que um professor tem que ser um super-homem? Qualquer um, independentemente das suas características pessoais, não tem o direito a ser respeitado?
Os alunos que provocam e ofendem professores não devem ser castigados? Terá de ser o professor a sujeitar-se a conviver com esse tipo de comportamentos? Não estaremos a demitir-nos do papel de educadores?
Porque não foram aplicadas medidas disciplinares sancionatórias? Que fez a escola para poupar o sofrimento do meu irmão?… É certo que poucos, perante o mesmo problema, reagiriam desta forma tão dramática e irreversível. Mas quantos professores não se encontram neste momento de atestado médico ou a leccionar no limite das suas forças, por situações semelhantes, que se somam ao excesso de trabalho que lhes é exigido?
Desejaria que a morte prematura do meu irmão tivesse o dom de sensibilizar para uma reflexão profunda sobre os procedimentos nas escolas e as condições de trabalho dos professores. Que os órgãos pedagógicos se dediquem a questões importantes em vez de outras banais! E que as direcções dêem a devida atenção aos colegas que tanto se esforçam, sem apoio nem reconhecimento!
17 de Fevereiro de 2010
Maio 25, 2010 at 11:59 pm
CARTA A QUE TIVEMOS ACESSO ESCONDIDA PELA DIRECTORA DE FITARES
Ao Conselho Pedagógico do
Agrupamento de Escolas de Fitares
com conhecimento ao Conselho Geral
Sou irmã do Luís Vaz do Carmo, que foi professor da EB 2,3 de Fitares até ao dia 9 deste mês de Fevereiro, data em que se suicidou.
Nos últimos dias encontrava-se de baixa médica, a conselho do psicólogo que, em relatório enviado ao médico assistente, justificava assim: “Recentemente e em consequência do stress inerente à sua actividade profissional, nomeadamente questões de indisciplina e mesmo ocorrências sentidas como actos de desrespeito por parte de alguns alunos em relação à sua pessoa, verifica-se um claro agravamento do seu quadro clínico. Dada a precariedade actual do estado psicológico, o paciente tem de ver desagravadas, pelo menos durante um período, as fontes externas de stress a que está sujeito, sob pena de desestabilização e agravamento progressivos da sua saúde mental”.
De facto, o 9ºB foi a causa próxima da sua atitude. Em vésperas das aulas com aquela turma, à qual leccionava Música e Área de Projecto, num total de 5 tempos semanais, atormentava-se antecipando o que iria acontecer.
Ele não era um professor negligente. Preparava as suas aulas e tentava aplicar as instruções superiores. Procurava a todo o custo fazer cumprir as regras estabelecidas, nunca maltratou ou desrespeitou alguém. Mas havia alunos que se recusavam a obedecer-lhe, provocavam-no, gozavam-no, ofendiam-no, com o único propósito de se divertir e desestabilizar a aula.
Desses comportamentos reiterados queixou-se inúmeras vezes, pedindo que fossem aplicadas medidas aos alunos em causa. Mas o caso foi tratado secamente, diziam-lhe que não podia mandar tantas vezes alunos para a rua, aconselhavam-no a assistir a aulas de colegas para aprender a reagir às provocações. Faziam-no sentir-se incompetente.
Com o objectivo de cativar os alunos, ele adquiriu e aplicou novos conhecimentos na área das TIC, comprou e usou novos materiais e equipamentos, experimentou diferentes estratégias. Que mais podia fazer? Continuou a sentir-se humilhado pelos alunos e deixou escrito: “Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimentos, a única solução apaziguadora será o suicídio”.
Conforme o Regulamento Interno, tinha “o direito a ser tratado com respeito e correcção, a ver respeitada a sua integridade física, psíquica e moral e a usufruir de um bom ambiente de trabalho”. Tudo isto lhe foi negado.
O Luís era uma pessoa solitária, sensível e psicologicamente frágil. Tinha dificuldade em se impor aos alunos. Mas será que um professor tem que ser um super-homem? Qualquer um, independentemente das suas características pessoais, não tem o direito a ser respeitado?
Os alunos que provocam e ofendem professores não devem ser castigados? Terá de ser o professor a sujeitar-se a conviver com esse tipo de comportamentos? Não estaremos a demitir-nos do papel de educadores?
Porque não foram aplicadas medidas disciplinares sancionatórias? Que fez a escola para poupar o sofrimento do meu irmão?… É certo que poucos, perante o mesmo problema, reagiriam desta forma tão dramática e irreversível. Mas quantos professores não se encontram neste momento de atestado médico ou a leccionar no limite das suas forças, por situações semelhantes, que se somam ao excesso de trabalho que lhes é exigido?
Desejaria que a morte prematura do meu irmão tivesse o dom de sensibilizar para uma reflexão profunda sobre os procedimentos nas escolas e as condições de trabalho dos professores. Que os órgãos pedagógicos se dediquem a questões importantes em vez de outras banais! E que as direcções dêem a devida atenção aos colegas que tanto se esforçam, sem apoio nem reconhecimento!
17 de Fevereiro de 2010
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Maio 26, 2010 at 12:17 am
Maio 26, 2010 at 1:00 am
Que engraçado que este país é, no Norte os directores dizem-se perseguidos, aqui pela àrea da DRELVT, os directores são protegidos, escudados pela IGE e de preferência enaltecidos. Vamos lá nós entender isto… o grave é que quem está todos os dias na sala de aula (no Norte ou no Sul) é que vai ´dando conta das mi´sérias das escolas!
Maio 26, 2010 at 8:49 am
Há muito equívoco relativamente ao Norte… este post é confuso e nada esclarecedor! Que Directores no Norte estão a ser perseguidos??? Faz-se uma ligação entre Miragaia e Viso !?!? Este post mais parece uma luta entre “irmãos” , por parte de quem o escreveu… areia para atirar nos olhos a uma triste realidade no Norte; o “centrão” DREN+ CMP deram cabo nos últimos anos da qualidade de ensino nos agrupamentos do básico. Culpados? O “sistema”: ninguem sabia, ninguem viu, ninguem ouviu, ninguem decidiu… resultado: UM ENORME DÉFICE DEMOCRÁTICO NOS AGRUPAMENTO! É um “polvo” sem solução! Já não tenho qq esperança! E, como não há mesmo democracia, inventam-se “papas e bolos”… e por isso aposto que vai haver muitas comemorações do centenário da República!!! Apostam??? Essim esconde-se o presente, enquanto nos vestimos de adeptos de futebol… desculpem, republicanos, de verde e vermelho! É mto triste, mas o Norte está demasiado mal… os piquenos “centrões” mandão aqui, ainda para mais são incompetentes!!!
Maio 26, 2010 at 8:50 am
mandam…
Maio 26, 2010 at 8:50 am
# 18
Isto é realmente uma vergonha! Vergonha e indignidade de um país cheio de gente asquerosa. Vergonha de um sistema de ensino baseado numa sociedade ainda mais vergonhosa. Vergonha da porcaria que muita gente tem na cabeça.
Somos governados por canalhas!
Maio 26, 2010 at 11:02 am
Bem, a questão é que não é um Director adjunto, é um Adjunto da Direcção!!!
Maio 26, 2010 at 11:03 am
Docente alvo de suspeita
A Direcção Regional de Educação do Algarve (DREALG) está a investigar a direcção da Escola Básica e Secundária de Albufeira. Em causa a suspeita de utilização indevida de fundos da escola para fins particulares por parte da directora do estabelecimento de ensino.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/docente-alvo-de-suspeita
Maio 26, 2010 at 1:56 pm
Sempre soube, porque estava presente, que a famosa frase “os professores são como o esparguete” não foi da ex-Dren, mas sim de um adjunto seu. Adjunto esse que lá continua e nunca fez o desmentido (isso tem um nome, Covardia). São pessoas como esta que conduzem a educação no norte. O Viso tem uma excelente directora, será por isso que a tentam linchar, já Miragaia ……….
Maio 26, 2010 at 2:03 pm
#22#
Só não entende o texto quem está de má-fé, o que me parece o caso.
Maio 26, 2010 at 2:06 pm
Não se passa nada porque não existe nada ,apenas o vazio das pessoas que lá estão.
Maio 26, 2010 at 2:06 pm
#4#
Será que a espera é do também do xelente?
Maio 26, 2010 at 3:07 pm
#7#
Procura na tua escola a resposta: Acho que chegou ontem
Maio 26, 2010 at 10:46 pm
Quem disse que a mãe que agrediu a Educadora foi impedida de entrar na escola?
Só depois de sair na NET é que O C.D. de Miragaia enviou uma carta ao presidente da Junta de Freguesia da Vitória para marcar uma reunião para concertarem posições a esse respeito. Até hoje dia 25 de Maio a referida mãe pode circular à vontade pela Escola, ainda não foi sequer informada que está impedida de entrar.
Maio 26, 2010 at 10:55 pm
O presidente da Junta de Freguesia da Vitória está mais interessado em conviver com os seus acólitos nos tascos da vizinhança da Junta do que zelar pelo bom funcionamento da Instituição a que preside e pela qual tem responsabilidade.
É vê-lo ao fim da tarde com o porteiro do J.I. e Creche nos copos no tasco ao lado da Junta, agravando o facto de tirar o referido porteiro do seu posto de trabalho para acompanhar Sua Excelência num lanchezinho.
Maio 26, 2010 at 11:02 pm
Resposta aos 2 comentários finais
Estavam à espera de quê?
Gente perpotente e sem formação é este Presidente de Junta o que em boa verdade espelha a classe política que nos governa.
Mas nós só temos aquilo que merecemos fomos nós que os elegemos, agora aguentem…
Maio 27, 2010 at 1:00 am
Os Deuses devem estar completamente loucos Loucos!…
Maio 27, 2010 at 11:13 am
Pois, mas eu não elegi quem nos governa nem a nível nacional nem a nível local. Aguento o que os outros escolheram. É a democracia, dizem…