Parece que o disparate não foi até ao fim, mas nem sei quem terá tido um restinho de bom-senso.
Sócrates garante que sobretaxa de IRS só será cobrada a partir de Junho
Embora uma garantia destas, vinda de quem vem, valha tanto como aquela do Valter Lemos sobre a descida do desemprego (não disse foi quando)…
Maio 19, 2010 at 7:09 pm
Junho de que ano?
Ainda hoje de manhã anunciavam a retroactividade a Janeiro de 2010.
Maio 19, 2010 at 7:16 pm
Mais uma mentira.
Maio 19, 2010 at 7:24 pm
#1
pois…parece que o secretário de estado disse o que o ministro já desmentiu que o chefe de gabinete tinha dito o que o 1º negou…
nada a que este governo não nos tenha já habituado…
são trocas, baldrocas… (e lembrei-me da Cândida…)
Maio 19, 2010 at 7:25 pm
Maio 19, 2010 at 7:32 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2010/05/19/a-servidao-humana-4/
Maio 19, 2010 at 7:32 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2010/05/19/deolinda-movimento-perpetuo-associativo-o-novo-hino-nacional/
Maio 19, 2010 at 7:34 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2010/05/19/so-sente-ansiedade-pelo-futuro-aquele-cujo-presente-e-vazio-2/
Maio 19, 2010 at 7:35 pm
São todos os mesmo quando o o cu lhe começa a fazer comichão põem vaselina…
Amaral proíbe uso de escutas na comissão de inquérito
Económico com Lusa
19/05/10 19:00
O presidente da comissão de inquérito à actuação do Governo na tentativa de compra da TVI, proibiu as referências ao conteúdo das escutas telefónicas na comissão e no relatório.
Mota Amaral justifica a decisão por considerar que o contrário seria ilegal.
“Podem ser objecto de exame por parte dos membros da comissão e podem sugerir-lhes diligências instrutórias (…) mas o conteúdo dos resumos das escutas não pode ser invocado perante a comissão nem constar do respectivo relatório”, disse Mota Amaral.
O presidente da comissão de inquérito falava aos jornalistas no final de uma reunião de coordenadores da comissão de inquérito.
A decisão consta de um despacho do presidente da comissão hoje aprovado “por maioria da mesa” da comissão, ou seja, com o voto favorável de Mota Amaral e do vice-presidente Osvaldo Castro do PS.
O vice-presidente João Almeida, do CDS-PP, não se pronunciou.
A decisão de Mota Amaral vai ao encontro do que defendia o PS na comissão e contraria o PSD, uma vez que o deputado Pacheco Pereira exigiu terça-feira utilizar o conteúdo das escutas na comissão de inquérito ainda que à porta fechada.
Maio 19, 2010 at 7:38 pm
Mas digam-me cá uma coisa: não foram ele4s os bancos que nos incentivaram a consumir desmesuradamente desde os meados dos anos 90 até 2007?
Meu Deus começo a crer que os Efa e Cefa já estão nos CEO dos bancos…
Faria de Oliveira
“Temos que mudar radicalmente de vida”
O presidente da CGD, Faria de Oliveira alertou hoje para a necessidade que os portugueses têm “de mudar radicalmente de vida. O nosso nível de vida vai baixar. O momento é sério”, avisou o banqueiro.
Maria João Gago
mjgago@negocios.pt
O presidente da CGD, Faria de Oliveira alertou hoje para a necessidade que os portugueses têm “de mudar radicalmente de vida. O nosso nível de vida vai baixar. O momento é sério”, avisou o banqueiro.
Para o líder da Caixa, a gravidade da situação “não é sentida no dia-a-dia da grande maioria dos cidadãos portugueses. Nem sequer é completamente realizada pelas elites”, lamentou Faria de Oliveira.
O banqueiro defendeu a necessidade de uma “solução colectiva”. “Temos de ter capacidade para solidariamente” resolver o problema.
“Temos que mudar radicalmente de vida. Temos de mudar a sério”, apelou, avisando que “não nos podemos resignar ao aparente crescimento lento que a desalavancagem acarreta”.
“Temos que ser capazes de nos centrar no essencial”, adiantou.
Maio 19, 2010 at 7:41 pm
Vou jantar..fiquem com esta em homenagem aos nossos banqueiros e políticos…
Maio 19, 2010 at 7:43 pm
Porque não no fundo mas bem cá à supe3rficie eles -os políticos e banqueiros são…Inté..
Maio 19, 2010 at 7:44 pm
Buli.
Chuveiro, já!
Maio 19, 2010 at 7:44 pm
Buli: O Faria de Oliveiro é um banqueiro ou um jeco?
Maio 19, 2010 at 7:44 pm
Terese.
Maio 19, 2010 at 7:45 pm
12-O pane,pane?
Maio 19, 2010 at 7:49 pm
È isso que o Shue estava a dizer um pane…Fui..
Maio 19, 2010 at 7:57 pm
“A crise tornou-se uma questão de saúde pública; já não afecta só o Orçamento, afecta também a coluna vertebral.”
http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=Manuel%20Ant%F3nio%20Pina
Maio 19, 2010 at 8:12 pm
Mas o vencimento é taxado com + 1% ou 1,5% de Irs a partir de 1 de Junho ou 1 de Julho? Como foi dito a semana passada é que dividia-se o ano ao meio e que a taxa extraordinária incidiria sobre os 6 meses de 2010…ou seja a partir de 1 de Julho (eu ouvi e vi escrito esta data!!!). Pois agora já é 1 de Junho!
Mas andam a gozar connosco? Tá tudo maluco? Querem gamar-nos o nosso subsidio de férias? Mas onde é que está o dito original das medidas do PEC extraordinário? Onde está a acta? Ou isto é como as Actas dos acordos ME-sindicatos? Fazem-se os acordos e depois nunca mais saem em Diario da Republica?
Tirem-me deste filme!
Maio 19, 2010 at 8:17 pm
Se o Sócrates disse aquilo, é porque é exactamente o contrário. Estamos lixados.
Maio 19, 2010 at 8:23 pm
MOÇÃO DE CENSURA Nº 1/XI-1ª
O FUTURO DO PAÍS COMPROMETIDO PELA POLÍTICA DE DIREITA
Ao fim de mais de 30 anos de política de direita e com a intensificação das suas orientações pelo Governo PS, Portugal é hoje um país com o futuro seriamente comprometido no que toca ao desenvolvimento económico, à justiça social e aos direitos dos trabalhadores e das populações.
A política seguida conduziu o país à estagnação, à continuada divergência com os restantes países da União Europeia. Foi e é uma política que esteve na origem da acentuada destruição do aparelho produtivo nacional e da respectiva produção, agravando sistematicamente a dependência externa da nossa economia e naturalmente a dívida ao exterior.
Foi e é uma política causadora de um aumento brutal do desemprego, da manutenção de baixos salários e do aumento da exploração dos trabalhadores, alterando sistematicamente para pior a legislação laboral e promovendo a precariedade.
Foi e é uma política de ataque aos direitos sociais, mantendo baixas reformas e condicionando o acesso a prestações essenciais, ao mesmo tempo que degradava os serviços públicos indispensáveis para garantir o acesso a bens como a educação ou a saúde.
Foi e é uma política de submissão do poder político ao poder económico e de submissão do interesse nacional e colectivo aos benefícios para os grandes grupos económicos e para um punhado de privilegiados, abrindo campo fértil para o compadrio e a corrupção.
Foi e é uma política de aceitação subserviente dos ditames da União Europeia e de sistemática alienação de soberania nacional.
A crise que se vive no nosso país, na Europa e no mundo – crise do sistema capitalista – é o resultado da crescente financeirização da economia, da protecção da especulação financeira que ataca as economias mais vulneráveis, procurando impor-lhes, como o apoio dos respectivos governos, inaceitáveis condições de regressão social, de declínio económico e de perda da soberania, visando garantir uma cada vez maior concentração da riqueza.
A especulação do capital financeiro, que a União Económica e Monetária não impediu – tal como o PCP sempre afirmou que aconteceria e os seus defensores sempre negaram – desencadeou a crise, beneficiou com ela através designadamente da injecção de vultuosos capitais públicos no sistema financeiro e continua a atacar países soberanos visando roubar-lhes milhões de euros.
Os critérios monetaristas do mercado único, do Euro, da UEM e do BCE, penalizadores das economias mais frágeis como a portuguesa, continuam a ser exigência central do directório das grandes potências da União Europeia, que falando em “ajudas” continua a impor uma política monetária ao serviço dos seus próprios interesses e que constitui um inaceitável garrote para o desenvolvimento do nosso e de outros países.
É neste quadro que o Governo PS e o PSD se entenderam para avançar com gravíssimas medidas para o nosso povo e para o nosso país. Medidas impostas a partir da União Europeia, que acrescem ainda ao Programa de Estabilidade e Crescimento por ambos aprovado.
São medidas que nada têm de distribuição equitativa; que penalizam os mesmos de sempre, aqueles que há décadas e em particular nos últimos anos vêem sistematicamente a sua vida piorar, os trabalhadores, os reformados e a generalidade da população. Medidas que mantendo a mesma política de desastre nacional conduzirão aos mesmos resultados, deixando o país em pior situação.
Com o imposto adicional que agora anunciam, trata-se de praticar um verdadeiro roubo aos salários dos trabalhadores e às reformas, agravado com o aumento do custo de vida que trará o aumento das taxas do IVA, sobretudo nos bens essenciais.
Com o ataque ao subsídio de desemprego desprotegem-se ainda mais os desempregados e pressiona-se a baixa geral dos salários. Com o ataque às prestações sociais, o Governo PS e o PSD, visam expulsar do apoio a que têm direito, impondo cláusulas restritivas, dezenas de milhares de famílias que delas precisam para sobreviver.
Com a diminuição das comparticipações dos medicamentos publicada na passada semana, vão aumentar os gastos dos utentes, especialmente dos reformados com baixas reformas.
Com o acordo entre o Governo PS e o PSD, num primeiro momento deliberadamente escondido, para flexibilizar os despedimentos, estes partidos pretendem dar um novo passo na exploração de quem trabalha, cumprindo assim os desígnios do grande patronato.
Com o corte no investimento público será penalizado o desenvolvimento nacional, agravando ainda mais o desemprego e a recessão económica.
Com garrote financeiro e humano à administração pública, incluindo às autarquias locais, continua a destruição dos serviços públicos e a penalização dos que deles necessitam.
Com o ataque ao consumo interno, o agravamento do IVA, a diminuição brutal do investimento e a manutenção de condições fiscais adversas, afundam-se ainda mais as micro, pequenas e médias empresas.
Com as privatizações alienam-se alavancas fundamentais da nossa economia, ao mesmo tempo que se perdem recursos financeiros essenciais para o país.
Entretanto mantém-se incólumes os que continuam a acumular lucros obscenos, como a banca e a especulação financeira, beneficiando de taxas efectivas de tributação que são uma ofensa aos pequenos e médios empresários, da ausência de tributação nas transacções bolsistas, da exclusão da tributação das mais-valias bolsistas das SGPS, da protecção absoluta aos benefícios instalados nos off-shores.
O Governo PS e o PSD estão juntos numa ofensiva brutal contra os portugueses e contra o interesse nacional.
Por tudo isto se tornou indispensável a apresentação desta Moção de Censura. Uma Moção de Censura que dá resposta ao profundo e crescente descontentamento do povo português, e à exigência de outra política. Uma Moção de Censura que exprime a mais elevada rejeição institucional desta política e que para além disso se assume pela sua dimensão política; que sendo uma censura ao Governo é igualmente dirigida em simultâneo ao PS e ao PSD e à política de direita que praticam. Uma censura que encerra um juízo sobre o rumo de desastre nacional imposto ao país nos últimos anos pela política de direita, e aos seus principais promotores. Uma inequívoca censura e condenação às medidas agora impostas e às acrescidas injustiças e desigualdades a que se prestam. Uma censura que é expressão clara de rejeição de um caminho de estagnação económica, retrocesso social e de liquidação da soberania nacional. Uma censura que é expressão da necessidade de ruptura e mudança, de exigência inadiável de uma política assente na produção nacional, na criação de emprego, no desenvolvimento, na justiça social, nos direitos e em melhores salários, na soberania nacional. Uma censura que é a afirmação de exigência de um país mais desenvolvido e mais justo, de um Portugal com futuro. Uma censura que afirma que a actual política não é inevitável e que há outro caminho e outro rumo para o país. Uma censura que afirma não só é possível mas indispensável uma política patriótica e de esquerda para Portugal.
A Assembleia da República delibera, nos termos do artigo 194º da Constituição da República Portuguesa, censurar o XIII Governo Constitucional.
Assembleia da República, 18 de Maio de 2010
Maio 19, 2010 at 8:26 pm
MAIS VALIA TEREM FEITO ISTO..MAIS PRÁTICO…
Maio 19, 2010 at 8:27 pm
Votaram nele? Aguentem-se…
Novas taxas de IRS a partir de 1 de Junho apanham subsídios de férias
por Ana Suspiro, Publicado em 19 de Maio de 2010 | Actualizado há 2 horas
“As novas taxas de IRS, integrantes do pacote de medidas adicionais, tendo embora aplicação na liquidação de IRS respeitante a todo o ano de 2010, apenas incidirão sobre a parcela do rendimento angariada a partir de 1 de Junho, tal como sucederá com as novas tabelas de retenções na fonte.”
O esclarecimento do Ministério de Teixeira dos Santos contraria a declaração ontem dada pelo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Sérgio Vasques, ao i, segundo o qual a nova taxa incidiria sobre o rendimento anual. Mas foi só depois de um desmentido do primeiro-ministro, José Sócrates, que as Finanças fizeram clarificação que ontem se recusaram a fazer ao jornal i.
A resposta de Sérgio Vasques foi dada à pergunta sobre se a nova taxa de IRS se aplicaria aos subsídio de férias pagos antes de 30 de Junho. O secretário de Estado respondeu que a nova taxa se aplicaria ao rendimento anual. O Ministério das Finanças teve ontem a possibilidade de fazer ao longo do dia esse esclarecimento ao i, mas não o fez. Hoje, limitou-se a informar que as novas taxas vão incidir apenas sobre a parcela de rendimento angariada a partir de 1 de Junho, não obstante só estar previsto que as novas medidas do pacote anti-crise só entram em vigor um mês depois a partir de 1 de Julho.
A antecipação em um mês permite cobrar a taxa mais elevada à maioria dos subsídios de férias que em em regra são pagos no mês anterior ao principal período de férias, que começa em Julho e termina em Setembro.
http://www.ionline.pt/conteudo/60691-novas-taxas-irs-partir-1-junho-apanham-subsidios-ferias
Maio 19, 2010 at 8:32 pm
É como dizia um comentador na SIC: “Estou confuso e não estou esclarecido; Se a taxa de retenção mensal suplementar de IRS for aplicada apenas na 2ª metade de 2010, o que vai acontecer em 2011 quando se fizerem as contas para a entrega do IRS???
Pois é…aguardem… e depois vão ver… vai de Janeiro a Dezembro… há pois! Não viram a carinha do Sócrates quando disse que era só a partir de Junho? Ele sabia bem que agora era assim… mas pró ano vai ser rectificado… quem ganhou mais de 2375 euros mensais vai ser taxado a 1,5% e fazem-se as continhas… Não podem fraccionar os rendimentos do IRS!
Isto é uma palhaçada! Mas porque raio não explicam as coisas como deve de ser, doa a quem doer? Tratam-nos como estúpidos! Será que eles sabem o que andam a fazer, que raio? Eh pá se não sabem entreguem esta treta aos alemães, já que são eles que mandam…e pagam…e o raio…
Maio 19, 2010 at 8:32 pm
#21 Bulimunda
Só quem não conhece a catuação do Moata Amaral enquanto Presidente da Região Atónoma dos Açores é que pode ficar surpreendido com a actuação deste “notável barão” do PSD.
Na Assembleia Regional do Açores, naquela época quem questionava o Mota era excomungado mesmo que fosse do mesmo partido, o tipo era ditatorial. Ainda me lembro de conversas de um antigo deputado do PSD acerca das atitudes do Mota.
Por isso não estranho, está tudo entranhado nesta política cheio de políticos de merd€.
Maio 19, 2010 at 8:34 pm
*actuação do Mota…
raios pró teclado MAC.
Maio 19, 2010 at 8:38 pm
Isto só se endireita com políticos e gestores “low-cost”.
Maio 19, 2010 at 8:47 pm
E se o país está assim tão miserável para que é que precisamos de mais uma ponte no Tejo na zona de Lisboa? E para que são mais auto-estradas e IPs e Ics? É para não pagarem aos donos dos terrenos onde as ditas vão passar? É que as ultimas inaugurações de vias rápidas foram feitas sem os donos dos terrenos receberem um chavelho! Ou então só recebeu quem eles queriam…
Estamos num país cujos governantes e gestores das instituições não têm principios… e descredibilizam o Estado.
Maio 19, 2010 at 8:53 pm
Vale a pena a leitura acreditem…:
quarta-feira, 19 de Maio de 2010
A tanga do tango
(…)
http://doportugalprofundo.blogspot.com/2010/05/tanga-do-tango.html
Sócrates: «eu acho que essa metáfora [de Passos Coelho como seu parceiro de tango] se aplica”
.
(…)
http://doportugalprofundo.blogspot.com/2010/05/socrates-eu-acho-que-essa-metafora-de.html
segunda-feira, 17 de Maio de 2010
Passos Coelho e o complexo bancário-construtor (actualizado)
(…)
http://doportugalprofundo.blogspot.com/2010/05/passos-coelho-e-o-complexo-bancario.html
Maio 19, 2010 at 9:14 pm
Ontem a taxa aplicava-se a 1 de Julho. Hoje já é a 1 de Junho para apanhar o subsídio de férias.
E o Povo continua impávido e sereno, o PR não é capaz de acabar com isto e o PSD pactua com esta situação fazendo acordos com o PS!
Maio 19, 2010 at 9:47 pm
Este Sócrates equivale a 100 Santanas não no que este é de facto mas no que diziam dele: trapalhadas.
Deste engenheiro nada se pode esperar de bom. Mas do que é que os outros ministros estão à espera. Eu não estava um minuto num governo nem numa simples associação de bairro, com uma nulidade destas. Os membros do (des)Governo que se prestam a suster este incompetente não têm dignidade nenhuma. São ainda piores do que Sócrates que só está agarrado ao poder para que o Ministério Público não faça avançar vários processos judiciais: Freeport, Cova da Beira, Face Oculta/TVI, etc…
Maio 19, 2010 at 9:57 pm
#24:
Eu lembro-me, dos tempos em que vivi nos Açores, daqueles discursos na televisão, tipo conversas em família. O homem fazia um ar trombudo, parecia que estava a ralhar com o pessoal. E a malta amochava…
Maio 19, 2010 at 10:18 pm
Estes políticos perderam totalmente a vergonha! Mostram, já sem pudor, a sua falta de escrúpulos. Mentem diariamente insultando todos os portugueses, até aqueles que lhes deram o voto de boa fé.
Medidas a partir de 1 de Julho para enganar papalvos! Vão deitando cá para fora, aos bochechos, as reais peças de tortura que os poderosos da UE os obrigam a usar. Os portuguses realistas que os avisaram atempadamente são velhos do Restelo e inimigos do povo. A descida vertiginosa dos salários e o congelamento de carreiras, senão a sua extinção, ficam para os próximos capítulos. Ao mesmo tempo levam por diante obras que empobrecerão o país e enriquecerão, ainda mais, os amigos que vivem à sombra do Estado. Isto é muito pior do que uma novela mexicana, os actores são escabrosos e os figurantes estão encurralados entre a fome e o limiar da sobrevivência!
Maio 19, 2010 at 10:53 pm
#31 António Duarte
Bolas, nem me fales, a Tv só passava missas, procissões e ….
Lembro-me que no Topo uma das freguesias da Calheta havia ao lado de Jesus a imagem de mota amaral, como santo.
Maio 19, 2010 at 10:54 pm
#31 António Duarte
Em que ano estiveste nos Açores?
Maio 19, 2010 at 11:00 pm
Tollwut,
Estive dois anos, entre 1986 e 1988, nas Velas, S. Jorge.
As ilhas são lindas e guardo algumas boas recordações desses tempos. Mas naqueles longos Invernos por vezes sentia-me num verdadeiro desterro…
Maio 19, 2010 at 11:02 pm
#35 António Duarte
Cheguei em 91 se não me falha a memoria e fui para a Calheta de S. Jorge.
Maio 19, 2010 at 11:02 pm
Andei por lá 11 anos.
Maio 19, 2010 at 11:09 pm
Deste-te bem por lá, certamente.
Sempre em S. Jorge?
Maio 19, 2010 at 11:11 pm
Sempre por lá.
Voltei por falecimento de familiar…
Maio 19, 2010 at 11:15 pm
Julguei que também tinhas estado em Sta. Maria.
Mas devo estar a fazer confusão com outro “umbiguista”…
Maio 19, 2010 at 11:20 pm
O Buli esteve em Sta maria, salvo erro
Maio 19, 2010 at 11:22 pm
O BB é que esteve em Sta Maria.
Maio 19, 2010 at 11:32 pm
Muitas vezes pensei voltar aos Açores, mas agora como turista.
De Verão e por pouco tempo é bem mais agradável!
Mas os voos para lá ficam caríssimos, sobretudo se for uma família inteira a viajar.
Pelo mesmo preço, fazem-se duas viagens ao centro da Europa…
Maio 19, 2010 at 11:34 pm
Pois, não sendo residente o preço fica mais caro.