Segunda-feira, 10 de Maio, 2010


A 3ª classe com provas de verificação semanais que era para empertigar o neurónio.

É a previsão do Pedro Castro que começo a considerar mais provável do que apenas previsível…

EU buys itself time

In the end, there was no choice. Faced with an existential threat, the European Union has demonstrated that it can act fast if necessary. European leaders deserve respect for finally getting ahead of the situation.

That said, we should also realise that by throwing money at the problem, mostly in the form of backstop guarantees, the EU has merely bought itself time to sort out the eurozone’s governance mess. The real test is yet to come.

There are important parallels to the EU’s guarantees for the financial sector in October 2008 following the collapse of Lehman Brothers. That decision, also made in a dramatic session over a weekend, solved an immediate liquidity problem of the European sector, which was on the verge of a meltdown. But the decision did not, and could not, address the sector’s underlying solvency position, which is still a problem two years later.

The same applies here. We know now that Greece, Portugal and Spain will always be able to refinance their government debt, but the long-term solvency position of the Spanish state remains unchanged. The private sector is massively indebted. The prices of assets that serve as collateral are still falling. The Spanish government, as guarantor of the banking sector, will be lumbered with rising debts at a time of stagnating economic growth. We should remember that solvency is not primarily related to financial markets’ willingness to lend. That’s liquidity. You are solvent when you can stabilise your debt as a proportion of income. Southern Europe’s solvency position is thus unaffected by the billions.

So this deal is going to be ineffective beyond the very short term, unless it is followed up by substantive reforms – the introduction of a single European bond, an agenda to co-ordinate economic reforms with specific relevance for the monetary union, policies to reduce economic imbalances, much tighter supervision of fiscal policies that kick in well before budgets have already been announced, and, in my view also a kernel of a fiscal union – in essence all the things over which the EU has been, and still is, in denial.

It is my judgment that hardly any of those will happen. I thus remain sceptical about the long-term prospects of the eurozone. The time will come when throwing money at problems without structural change will cease to work, and even to impress.

Wolfgang Munchau

World Races to Avert Crisis in Europe

Immediately after the announcement, the European Central Bank said it is ready to buy euro-zone government and private bonds “to ensure depth and liquidity” in markets, and the U.S. Federal Reserve announced it would reopen swap lines with other central banks to make sure they had ample access to dollars.

The money would be available to rescue euro-zone economies that get into financial troubles. The plan would consist of €440 billion of loans from euro-zone governments, €60 billion from an EU emergency fund and €250 billion from the International Monetary Fund.

The European Union agreed on an audacious €750 billion ($955 billion) bailout plan in an effort to stanch a burgeoning sovereign debt crisis that began in Greece but now threatens the stability of financial markets world-wide.

European Markets Surge

European stocks surged Monday, as investors cheered a €750 billion ($954.83 billion) rescue package intended to stabilized the euro and prevent the Greek fiscal crisis from spreading to other member countries.

The news also sent the euro sharply higher against the dollar, but the single currency retreated from its highs later in the session. Oil prices rose, while gold fell.

Um bocadinho em forma de assim e coiso e tal, mas já sabemos que os critérios nunca são consensuais. De qualquer maneira não percebo muito bem o que ali fazem o Zé Castro, o Daniel Fernandes, o Paulo Ferreira e apenas dois guarda-redes…

OS 24 DE PORTUGAL

Sócrates omite ao PS medidas que pretende tomar para reduzir o défice orçamental

Pelo menos numa escola foi feita a devida divulgação:

REUNIÃO DO CONSELHO DAS ESCOLAS

Realizou-se no passado dia 26 de Abril uma reunião do Conselho das Escolas.

Na ordem de trabalhos constava:

- Apresentação das conclusões do estudo “Know and Pol”, pelo Prof. Dr. João Barroso;
– Ponto de situação do desenvolvimento dos projectos pela empresa Parque Escolar, Nunes;
– Central de compras do estado (CAPI) – Procedimentos e dúvidas – Sr. Secretário – Geral do M.E., Dr. João Batista;
– Organização do ano lectivo 2010-2011 – Sr. Secretário de Estado da Educação – Dr. João Trocado da Mata.

Daqui a pouco a caminho da 5ª temporada (nos setes últimos anos que leccionei) de classificação das provas de aferição. Confesso que não me preocupa ou chateia demasiado a classificação, mas ouvir de novo o mesmo sobre a aferição dos critérios.

Portugal entre os melhores países para as mulheres terem filhos

Paulo
Reencaminho um texto que enviei a uma jornalista, com a esperança de que ela não se esqueça do que aconteceu ao nosso colega Luís. Se o quiser publicar (…).

Um abraço,
Bom dia, (…)!
É com alguma mágoa que lhe recordo que o meu colega Luís faz hoje três meses que não aguentou o desespero e se atirou ao Tejo. Deixou de ter notícias nos jornais, nas televisões e nos blogues de professores… só as suas cinzas pairam, algures, no nosso mundo.
Lamento que um idealista, um inconformado, um artista, não tenha encontrado uma mão amiga que o tenha ajudado a perceber a escola onde foi parar e tivesse ganho resiliência para enfrentar um ambiente adverso.
Pela minha parte só percebi que algo de estranho estava a acontecer, quando ele deixou de aparecer na sala de professores. Foi-me dito, em surdina, que se pensava que se tinha suicidado, pois parecia que a directora “lhe queria fazer a folha” e ele não aguentara a pressão, o mau comportamento dos alunos, a não aplicação das medidas disciplinares sancionatórias previstas na lei. Afinal, era preciso demonstrar à comunidade que tudo corria sobre rodas e que a senhora que dirigia a escola tudo resolvia!
Após contacto com a família, veio a confirmação das suspeitas: ele não aguentara a humilhação a que diariamente era sujeito…
A família pediu que não se divulgasse pois iria colocar o problema ao Conselho Pedagógico e ao Conselho Geral, para que aquela morte obrigasse a uma profunda reflexão na escola.
Nada aconteceu. A carta foi guardada como se se tratasse de correspondência pessoal.
Então, o caminho a seguir seria a queixa perante as instituições que supervisionam a escola pública: DRELVT e a IGE. Mais uma vez nada aconteceu. Restou o contacto com o seu jornal, através da sua pessoa. Rapidamente os sinos tocaram a rebate: os órgãos de comunicação social mobilizaram-se (afinal o Luís também já fora jornalista) e a DRELVT saíu da Praça de Alvalade, mandou instaurar um inquérito e atribuir apoio psicológico aos alunos que pudessem estar envolvidos.
Sobre a nomeação do inquiridor, muito se tem escrito, mas também muito se tem ocultado, pois as pessoas ouvidas no âmbito do inquérito têm que manter silêncio sobre o que tem acontecido, apesar de muitas não estarem a aguentar a pressão, e os métodos pouco ortodoxos utilizados. Quem viveu antes do 25 de Abril, sabe, como de repente, lhe aparecia alguém em casa ou no emprego, para obter informações… Mas não deve ser difícil chegar à verdadeira razão que terá levado a IGE  a nomear um inspector/advogado para este caso. Afinal, a senhora directora precisa de alguém que a defenda!
Passaram dois meses sobre a nomeação do referido inquiridor. O tempo de instrução de um processo é de 45 dias.
Diz-se que o problema é complicado, que existe luta pelo poder dentro da escola. Mas quem é que, estando de bem com a vida, pretende ocupar aquele lugar? Basta de atirar areia para os olhos das pessoas e juntar as pontas: o colega Luís era humilhado, maltratado, fazia participações disciplinares, colocava alunos fora da sala de aula, a directora repreendia-o e obrigava o professor a receber os alunos de volta. A figura daquela senhora intimidava-o, como ele próprio deixou escrito. A legislação não foi cumprida, o Regumamento Interno também não, o próprio Projecto Educativo contém medidas a tomar para prevenir a indisciplina que não foram seguidas… Onde está a dificuldade em fazer o diagnóstico da situação?
É mais conveniente ir por outros caminhos, para camuflar o que aconteceu. Mas afinal,a quem interessa saber o que aconteceu em 2008/2009, em termos disciplinares? A morte não ocorreu este ano? Ainda vão, certamente apurar, que foi a anterior direcção a responsável!
E já agora, a quem é atribuída a perseguição à cozinheira de uma das escolas, e o não funcionamento das diferentes Associações de Pais? Repare-se que o Conselho Geral deixou de reunir e o próprio Conselho Pedagógico não está constituído nos termos da lei.
Muita matéria haveria para verificar, afinal a Educação interessa a todos e os caminhos tortuosos que se têm seguido só têm gasto dinheiro aos bolsos dos contribuintes.
Espero que este tema não seja encerrado, e continue a ser objecto de reflexão. O tempo para apurar os factos já terminou. No caso do Leandro bastaram dez dias.
A vida já não a podemos devolver ao colega, mas podemos preservar, com dignidade, a sua memória. É isso que procurarei fazer, hoje, que completam três meses após a sua morte e sempre que me recorde do que aconteceu  no local de trabalho onde me sentava à sua frente e via os eus olhos tristes e angustiados.
M.L.

A petição a favor da redução do número máximo de alunos por turma.

Por muito quem tipo tente, não há título que não se preste a leituras subliminares…

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