Provedoria de Justiça já estava a acompanhar situação de professores contratados
Abril 2010
Abril 21, 2010
Já Estou Mais Descansado
Posted by Paulo Guinote under 2010, Concursos, Docentes, Polémicas, Provedoria[31] Comments
Abril 21, 2010
Abril 21, 2010
Nem Nunca Esperei Outra Coisa…
Posted by Paulo Guinote under A Vidinha, Parlamento, Protagonistas[85] Comments
… pois alguém que entra directamente para a vice-presidência da bancada parlamentar só pode ser alguém com imensa dedicação á causa pública e por isso merece ser compensada.
Inês de Medeiros vai ter viagens pagas pelo Parlamento
Quando sou chamado a classificar provas de aferição a minha morada oficial é a escola, que é para não me pagarem nada pelas deslocações, mesmo que nos dias em que vou à Unidade de aferição venha directamente de casa. Já neste caso, é uma voltinha semanal por Paris. Mas certamente tudo serã compensado pelo valoroso trabalho parlamentar da excelentísima senhora deputada.
Já agora, o que é feito do deputado Vale de Almeida?
Abril 21, 2010
Agora O Esclarecimento Oficial Chegado Às Escolas
Posted by Paulo Guinote under 2010, Concursos, Docentes, Esclarecimentos[4] Comments
Isto para mim é algo esquisito. Mais de uma semana para resolver este detalhe?
De: <DGRHE.MEducacao@dgrhe.min-edu.pt>
Data: 21 de abril de 2010 09:09
Assunto: Aplicação informática do concurso anual com vista ao suprimento das necessidades transitórias de pessoal docente, para o ano escolar de 2010-2011 – Avaliação
Para:Exmo. Senhor
Director(a) do Agrupamento de Escolas ou Escola não AgrupadaPara conhecimento de V. Exa., informo que a aplicação informática do concurso anual com vista ao suprimento das necessidades transitórias de pessoal docente, para o ano escolar de 2010-2011, será actualizada, permitindo agora registar a classificação quantitativa que consta na ficha global da avaliação do desempenho docente.
O candidato ao entrar no formulário electrónico da candidatura terá acesso à seguinte informação:
Avaliação de Desempenho
A classificação quantitativa a registar no campo 4.5.2. da candidatura deve corresponder ao valor que consta na ficha global da avaliação do desempenho docente.
Os candidatos que já tenham submetido a candidatura poderão, entre 3 e 6 de Maio de 2010, no segundo momento da validação da candidatura, proceder ao aperfeiçoamento do campo 4.5.2.. Este poderá ser actualizado inscrevendo nele uma classificação quantitativa, ou alterado, caso o valor inscrito não corresponda ao da ficha global da avaliação do desempenho docente.
Com os melhores cumprimentos.
O Director-Geral,
Mário Agostinho Alves Pereira
Abril 21, 2010
O volume de hoje da colecção que está a sair ás 4ºs feiras no Público. Um dos grandes clássicos da série.
Abril 21, 2010
Esclarecimento Da DGRHE
Posted by Paulo Guinote under 2010, Concursos, Esclarecimentos[80] Comments
From: DGRHE.MEducacao@dgrhe.min-edu.pt
Subject: Candidatura ao Concurso de docentes 2009/2010
Date: Wed, 21 Apr 2010Exmo. Senhor (a)
Informamos que a classificação quantitativa a registar no campo 4.5.2. da candidatura deve corresponder ao valor que consta na ficha global da avaliação do desempenho docente.
Os candidatos que já tenham submetido a candidatura poderão, entre 3 e 6 de Maio de 2010, no segundo momento da validação da candidatura, proceder ao aperfeiçoamento do campo 4.5.2. Este poderá ser actualizado inscrevendo nele uma classificação quantitativa, ou alterado, caso o valor inscrito não corresponda ao da ficha global da avaliação do desempenho docente.Lisboa, 21 de Abril de 2010.
Com os melhores cumprimentos,
A DGRHE – Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação
Abril 21, 2010
Será Que Os Céus Me Vão Castigar?
Posted by Paulo Guinote under 2010, Nevoeiro, Provas de Aferição[14] Comments
Visita papal antecipa provas de aferição
As provas de aferição dos 4º e 6º anos de escolaridade realizam-se este ano nos dias 5 e 7 de Maio, duas semanas antes do habitual, o que está a gerar dificuldades nas escolas.
A justificação oficial, transmitida ao CM pela assessoria do Ministério da Educação, é de que foi preciso dar “mais tempo para a classificação das provas”. Mas o Júri Nacional de Exames (JNE) acrescenta outro motivo, segundo revelou ao CM o professor Paulo Guinote: “O que foi dito pelo JNE aos professores que quiseram saber o motivo foi que se quis antecipar uma semana para dar mais tempo aos classificadores, mas como caía em cima da visita do Papa (11 a 14 de Maio), antecipou-se em duas semanas”.
Abril 21, 2010
E Foi A Minha Amiga Elsa Que Comandou A Batucada…
Posted by Paulo Guinote under Coisas Boas, Quotidianos[13] Comments
… que não foi organizada assim do pé para a mão por uma dezena de alunos, mas resulta de um projecto de intervenção musical.
Cavaco no ‘bairro maldito’
O Bairro da Bela Vista enfeitou-se, ontem de manhã, para receber o Presidente da República.
Cavaco Silva e a sua comitiva foram recebidos por algumas dezenas de pessoas, pontualmente, às onze horas, durante uma visita à escola básica e ao Centro Multicultural da Bela Vista, considerado um dos bairros mais pobres e, alegadamente, um dos mais violentos do País.A iniciativa não foi, porém, totalmente consensual entre os anfitriões. À boca pequena, muitos dos habitantes da Bela Vista comentavam que “a Câmara se apressou a limpar tudo à volta da escola, apenas para receber o Presidente”. Maria José, de 53 anos, e que ali mora há mais de 30, dizia, com algum sarcasmo, que ” no interior do bairro está tudo na mesma, tudo cheio de lixo e os prédios a cair”. Desabafa, com mágoa, que “a Bela Vista é um bairro maldito”, que ninguém se interessa pelos seus habitantes. “Se dissermos onde moramos, não arranjamos trabalho em lado nenhum”.
À medida que entrava na escola, o Presidente saudava professores, funcionários e alunos. O edifício é moderno, com espaços arejados: salas de aula, ginásio, refeitório. No interior funciona também um infantário, totalmente equipado, bem como uma turma de ensino especial, cuja entrada, a pedido dos pais das crianças, foi apenas reservada ao Presidente.
Por momentos esquece-se que se trata de um dos bairros mais violentos do País e que lá fora há diversos snipers do Grupo de Operações Especiais da PSP, perfilados nos telhados a guardar o Presidente.
No recreio, uma dezena de alunos organizou um concerto de batuque para animar a visita, com ‘tambores’ reciclados a partir de baldes de tinta. Ao sair para o Centro Multicultural – uma das ‘jóias’ da autarquia local –, Cavaco foi abordado, durante certos momentos, por alguns populares.
Abril 21, 2010
Objectivamente Falso (E Subjectivo, Já Agora…)
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Educação, Imprensa, Opiniões, Polémicas[14] Comments
O trabalho editorial opinativo do DN, legítimo como qualquer outro, escusava de acusar os professores – assim, por grosso – de algo que depois o editorialista pratica no mais elevado grau: a subjectividade, para mais acrescida de um processo de intenções.
Sejamos objectivos e claros: o único modelo de avaliação que os professores aceitam é aquele que vigora há largos anos nas escolas, e em que as apreciações ao seu trabalho são, no mínimo, subjectivas. O que está em causa neste sector (como em muitos outros na função pública) é aquilo a que estes profissionais gostam de chamar ‘direitos adquiridos’, ou seja, benesses que foram somando e de que não querem largar mão.
Eu gostava que o objectivo editorialista lesse o post mais abaixo e demonstrasse como é que o actual modelo de ADD é mais objectivo do que o anterior. Mas como esse caso, muitos – muitíssimos – outros poderiam acrescentar-se para o efeito.
Vá lá que para o fim lhe dá um ataque de pragmatismo:
Sejamos, por fim, pragmáticos: a solução tem de passar por um modelo o mais consensual possível, que deve estar negociado até ao Verão e ser aplicado no próximo ano lectivo. De outra forma não vamos lá.
Se até aos editoriais do DN chegou uma certa forma de ver alguma coisa, resta-nos esperar pelo JN para se perceber que a coisa acabará por mudar.
Eventualmente.
Desde que não acordem a fera.
Abril 21, 2010
O Mundo Maravilhoso Da Avaliação
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Coerências, Denúncia, Docentes[9] Comments
Já me chegou há alguns dias, sem pedido de anonimato, mas acho que neste momento a exposição desta situação é oportuna para demonstrar que o processo de ADD foi uma fantochada servida à la carte:
A minha Avaliação
Como alguns de vós saberão não entreguei os objectivos individuais nem a ficha de autoavaliação standard que era exigida pelo ME. Em alternativa, e como forma de protesto, entreguei, a 15 de Julho de 2009, um relatório onde, para além de algumas considerações sobre o modelo de avaliação, mencionei alguns aspectos mais relevantes da minha actividade docente e do trabalho realizado com os alunos. A este relatório foram anexadas onze fotocópias de documentos comprovativos referentes à formação. Para além conferências, debates e diferentes acções de formação apenas com avaliação qualitativa, foram entregues comprovativos de duas acções, de 25 horas cada, com avaliação quantitativa de 18 em 20 e 9,5 em 10 valores. A formação que realizei, na minha área científica, encontrava-se creditada e enquadrada no âmbito das áreas prioritárias definidas no PEE da escola.
Fui chamada aos serviços administrativos, a 21 de Dezembro de 2009, para tomar conhecimento da minha ficha global de avaliação de desempenho. Por solicitação minha, no dia seguinte, tomei também conhecimento dos diferentes parâmetros em que tinha sido avaliada, que variavam entre o Insuficiente e o Excelente, assim como da minha classificação final de 7 que corresponde à menção qualitativa final de Bom.
Estranhei quando na ficha global não vi referido (obrigatório por lei) que tinha obtido duas classificações inferiores a Bom mas, ainda assim, o Insuficiente obtido na formação não me preocupou, porque o associei a um qualquer erro administrativo/informático que rapidamente seria resolvido. Era impossível aquela classificação corresponder à formação por mim realizada.
A 30 de Dezembro dirigi-me à escola no sentido de esclarecer a situação e falei com a directora informando-a do lapso. Qual não foi o meu espanto quando me foi respondido que o Insuficiente não era um erro, dado que eu não tinha feito formação. Esclareci que tinha feito várias acções, acrescentando que, provavelmente, os comprovativos tinham ficado esquecidos na secretaria, disponibilizando-me para os ir buscar. A minha directora disse que não era necessário e mostrou-me uma pasta de arquivo com o meu relatório e os onze anexos entregues. Perguntei-lhe qual era então o problema. A resposta veio rápida:
- “Não referes no relatório a formação realizada”.
Pacientemente, expliquei-lhe, mais uma, que vez estava enganada e que no meu relatório referia a formação feita remetendo para os anexos. Resposta:
-“Entregaste tanta coisa e como não disseste o que querias que eu considerasse, então …”
Enquanto apontava para a pasta de arquivo, a minha directora foi acrescentado que tinha muito trabalho e que os protestos, incluídos no meu relatório, não serviam de nada porque este modelo de avaliação era inevitável. Tanta reclamação só servia para lhe dar trabalho.
Após alguma troca de palavras, a senhora directora lá “condescendeu” e resolveu considerar a minha formação na avaliação. Tanto mais que o “Insuficiente não me permitiria mudar de escalão”.
Fiquei esmagada com tamanha generosidade.
Afinal, eu que tanto tinha incomodado e que tanta areia colocava na engrenagem ia ser avaliada e até mudava de escalão.
Lá mudei de escalão no final de Dezembro, mas a minha ficha de avaliação mantém- -se no segredo dos deuses. Todas as sextas-feiras vou aos serviços administrativos tentar levantar o impresso de avaliação. No fim de Janeiro existia um errado, para além de não estar datado nem assinado. No final do 2º período, apesar de estar publicitado na página da escola que “Já foi concluído o 1º ciclo de avaliação docente. A avaliação deve ser levantada na Secretaria”, dirigi-me aos ditos serviços mas a minha avaliação ainda não se encontrava disponível.
Quanto tempo mais irei de esperar?
Rosa Medina de Sousa
Escola Secundária José Saramago.
Abril 21, 2010
As Tropas Não Estão Bem Dispostas…
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Concursos, Docentes, Polémicas[11] Comments
Parece que não querem ser mandadas para Uma Aventura em La Lys…
Abril 21, 2010
Abril 20, 2010
Life
Ganhou à intemporal Lassie e ao óbvio L Word, porque não sou assim tão lesbo-voyeur quanto a média para caucasianos, hetero e a entrar (já lá estarei) na meia idade.
Abril 20, 2010
O Passo Ainda É O Nono
Posted by Paulo Guinote under 2010, Concursos, Docentes, Parlamento, Polémicas[20] Comments
Parlamento aprova audição urgente de Isabel Alçada para explicar concurso de professores
Mas o que há para explicar quanto ao concurso, propriamente dito? Que cumpriram o legislado e não desmereceram o acordado? Não será mais quanto aos efeitos nefastos da ADD?
Abril 20, 2010
O Papa E As Provas De Aferição – Adenda
Posted by Paulo Guinote under 2010, Calendario Escolar, Critérios, Provas de Aferição[13] Comments
O post de ontem mereceu hoje algumas reacções, alguma curiosidade, alguns telefonemas e alguns esclarecimentos.
- Desde logo deixar claro que a data de realização das provas não foi alterada, apenas antecipada em relação ao que tem sido prática comum. No início de Fevereiro tomei conhecimento da data deste ano, duas semanas antes do que é habitual. Já lá ia meio ano lectivo quase decorrido. Na altura ninguém explicou porque este ano as provas deixaram de ser realizadas a um mês do final do ano lectivo para mês e meio.
- Considero, sem rebuço e a contracorrente de muita gente, que considero as provas de aferição como um instrumento bastante interessante e útil e que ao longo dos anos, pelo menos em Língua Portuguesa, têm revelado uma assinalável consistência (com um ou outro deslize) na sua elaboração.
- Esclareço ainda que acho que esta alteração, pelo que implica de compressão do trabalho previamente planificado no início do ano lectivo é mais complicada para Matemática porque qualquer docente conscencioso terá a tendência para tentar ter os seus alunos preparados para toda a matéria, pois não existe guião ou programa mínimo para estas provas, apenas a análise das provas anteriores.
- Por fim, dizer com igual clareza que o argumento da antecipação por duas semanas decorrer, em parte, da visita papal é uma informação oficiosa e não oficial. Não está em papel passado, portaria, despacho ou circular. Ouve-se por aí, na sequência de perguntas que são respondidas. E tem lógica num país em que o casuísmo faz doutrina e é lei.
Dito isto, acrescentaria que soube à entrada da noite que o ME divulgou um esclarecimento a explicar que a data das provas deste ano foi ditada pelos relatórios e pedidos das Unidades de Aferição no sentido de distender o tempo disponível para a classificação das provas, sendo omissa qualquer referência papal.
O que vou aceitar como bom (o ME é e certamente pessoa – colectiva – de bem, nunca omitiria nada nestas notas para a imprensa), mas me levanta um trio de reservas:
- Se os pedidos das Unidades de Aferição foram atendidos, porque não foram consultadas as Escolas sobre isto (o Conselho de Escolas, por exemplo)? Será que a classificação das provas tem prioridade sobre o trabalho com os alunos e a devida planificação do trabalho dos docentes para potenciar (é pá! estou eduquês!!!) a aprendizagem dos alunos?
- Se querem uma cultura de rigor na Avaliação/Aferição do funcionamento do sistema educativo e das aprendizagens dos alunos, para quando o estabelecimento de regras, critérios, calendários, etc, etc, coerentes e consistentes de ano para ano, de modo a tornar viável comparações de médio e longo prazo?
- Foi considerado na elaboração das provas deste ano a antecipação da sua realização em mais duas semanas, o que pode equivaler a menos 10 aulas de trabalho com as turmas? Ou tudo foi feito como é costume?
Abril 20, 2010
Uma Dose De Vida Real Nos Quartéis Fazia Falta Aos Senhores Da Guerra
Posted by Paulo Guinote under A Vidinha, Quotidianos[44] Comments
Não é nada de espectacular ou raro. Aliás, há colegas minhas(meus) que têm dedicado muito mais tempo a estas coisas do que eu, mas há dias assim.
Sair de casa pelas 7.45, para chegar pouco depois das 8 da manhã à escola para ser um dos acompanhantes de uma visita de estudo do 5º ano a Lisboa. Regresso pouco depois das 13 para almoçar e seguir com reunião quinzenal de PCA mais quatro aulas até às 18.30. Ronda para recolha familiar e retorno para jantar pelas 20 horas.
Principal dano colateral: como a mãe também tinha reunião com EE até depois das 19 horas, a petiza teve direito, graças à Escola Terceiromundista a Tempo Inteiro dos pais, a uma permanência de quase 12 horas fora de casa, 11 delas em Escola Terceiro Mundista a Tempo Inteiro, uma enorme conquista do mandato anterior de acordo com Sócrates, Rodrigues & Almeida, SARL.
E não me venham com a demagogia de sermos uns privilegiados por não andarmos a extrair carvão em minas ou a trabalhar em fábricas dickensianas, porque eu também acho essa forma de flexibilidade mais um exemplo do falhanço do nosso Desenvolvimento, que só existe quando subsidiado pelo Estado por sua vez subsidiado pela Europa.
É este o modelo de vida, profissional ou familiar, que queremos? É esta a a função da Escola?
E é a nós que pedem para irmos para a Guerra?
Não nos disseram que tinha chegado o tempo da Paz, só faltando cantarem em dueto ou trio o pomba branca, pomba branca do Max?
Se ando piurso? Mas claro que ando!!!
Querem Guerra? Comecem a dar o exemplo, enchendo umas aulinhas em plena parada!
Abril 20, 2010
Concordo
Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Concursos, Docentes, Opiniões, Polémicas[46] Comments
Público (editorial), 20 de Abril de 2010
Demasiados erros, demasiada confusão, demasiadas incongruências marcaram o anterio ciclo avaliativo que pouca gente considerará justo considerar para efeitos de graduação profissional.
Ministério e sindicatos estiveram meses em idílio negocial, partilhando confidências e confianças. Tiveram tudo – ou quase – na mão para recomeçar tudo de novo em condições.
Ou não souberam fazer ou não os deixaram fazer.
Se prometermos ao senhor engenheiro que não nos regozijamos muito alto, será que ele deixa a Educação em paz e deixa de interferir em algo que notoriamente lhe é estranho, seja em que sentido for?
Abril 20, 2010
Nono Passo, Embora Já Alguns Andem Trocados…
Posted by Paulo Guinote under 2010, Concursos, Polémicas[18] Comments
FENPROF reúne esta quarta-feira, dia 21, na Provedoria de Justiça
A demonstração teórica das incongruências revela um interessante trabalho de casa que nem sempre surgiu em outras matérias.
No entanto esta passagem deixa-nos um pouco confusos quando à validade do princípio: é só para este ano, porque é o problema em mãos, ou é só este ano porque…
Face a esta situação, a FENPROF considera que a avaliação de desempenho não deverá este ano ser considerada para efeitos de graduação dos candidatos ao concurso, bastando que seja prorrogada a norma prevista para o ano transacto. Nesta fase de candidatura, muitos professores, para poderem concorrer, são obrigados a considerar classificações que não lhes foi atribuída, sob pena de não poderem ser candidatos. Por outro lado, por colocarem essas classificações, poderão ser excluídos do concurso, caso as escolas não as validem.
Na fase de “aperfeiçoamento de candidaturas”, que decorrerá entre 3 e 6 de Maio, poderá este “campo” da avaliação ser eliminado. À FENPROF parece ser essa a solução justa, recordando-se que o próprio Governo (ou a Assembleia da República, pois é recente o consenso gerado entre os diferentes grupos parlamentares, em reunião realizada na Comissão de Educação e Cultura, no dia 15 de Abril) poderá tomar a iniciativa de a viabilizar.
Quanto à intervenção do Parlamento, a acontecer uma coligação que derrote o PS nesta matéria, salvaria parcialmente a face dos negociadores (ambos firmes e hirtos no confronto), deixando o engenheiro algo entalado.
Ou seja, é uma solução que talvez agrade a 99,9% dos intervenientes neste processo.
Abril 20, 2010
Idem, Idem, Aspas, Aspas…
Posted by Paulo Guinote under 2010, Concursos, Parlamento, Polémicas[27] Comments
CDS entrega projecto para que avaliação não conte nos concursos
O projecto de resolução (e não de lei) está aqui. Retoma a argumentação da Fenprof.
Abril 20, 2010
Desde Que Não Seja O Aguiar Branco A Ter…
Posted by Paulo Guinote under 2010, Concursos, Parlamento, Polémicas[16] Comments
… a última, digo, a penúltima, digo, a antepenúltima, digo, a última palavra, talvez se consiga alguma coisa.
PCP propõe lei para “desatar o nó” no concurso dos professores contratados
PCP está à espera da resposta do PS, PSD e CDS para um projecto de lei que propõe que a avaliação não seja tida em conta para os concursos de professores contratados. Os comunistas admitem acertos ao texto do diploma para obter o apoio dos outros partidos.
Gostava de saber quais são os três artigos da proposta de lei, pois no site do PCP ainda não está lá nada e gostava de ir jantar sem ter de ir espreitar no do Parlamento…




















