Aprovado um Plano de Acção que orientará a acção dos professores e educadores e a intervenção e organização da FENPROF nos próximos três anos. Neste, ficam três orientações estratégicas centrais: valorizar a escola pública, construir o sucesso educativo e organizar a luta, agindo no quadro da especificidade da profissão, mas integrando, cada vez mais a acção no âmbito mais geral dos trabalhadores, designadamente no quadro da Frente Comum e da CGTP-IN.
Talvez por isso, e por calcular o que aí vinha, tenha escrito um texto há coisa de um mês, do qual vou extrair duas passagens
Nos tempos actuais em que a pressão sobre a classe docente se faz sentir no sentido da sua crescente diluição no contexto de uma indiferenciação dos trabalhadores da Função Pública é, mais do que nunca, essencial que os educadores e professores reforcem os seus laços identitários, tanto para dentro como para fora da própria classe docente.
Vou tentar abordar esta questão de um modo sistemático, começando pelas pressões mais evidentes e procurando sugerir algumas formas de lhes resistir.
Comecemos pelas pressões: a mais forte é exercida pelo poder político do estado que tutela o sector da Educação, em especial por parte de todos aqueles que consideram que todos os corpos do funcionalismo do Estado se devem transformar em peças intermutáveis de uma engrenagem formada por mecanismos similares, independentemente da função que desempenham num dado momento.
Esta visão surge com a validação teórica dos defensores de um Estado mínimo, reduzido na sua orgânica às suas funções mais básicas e o pretexto pragmático da necessidade de reduzir as despesas públicas em virtude da situação económico-financeira de crise.
(…)
Uma segunda origem da pressão para a indiferenciação dos trabalhadores da Função Pública resulta de interesses, nem sempre assumidos, de diversas das suas tradicionais organizações representativas (como é o caso dos sindicatos) por considerarem que a união de todos os trabalhadores, em lutas comuns resultantes de causas comuns, tem maiores possibilidades de sucesso contra o seu empregador, ou seja, o Estado-patrão.
É nesse sentido que se desenvolvem estratégias de diluição das diferenças entre grupos profissionais em nome de uma solidariedade resultante do estatuto comum de funcionários públicos, independentemente da função, carreira ou posição.
Abril 26, 2010 at 10:53 pm
Na mouche. Once again.
Abril 26, 2010 at 10:54 pm
Totoloto? Totobola? Euro-milhões? Nada?
Abril 26, 2010 at 10:58 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2010/04/26/economic-implosions-is-great-britain-the-next-greece-and-understanding-the-china-us-economic-relationship-richard-wolff/
Abril 26, 2010 at 10:58 pm
Quem quiser enviar o gorro…porque isto meus queridos anda tudo interligado…está ai alguém do PCP?:
Recebem salários com 25 anos de atraso
Ex-Metalúrgica foi intervencionada pelo Estado após 25 de Abril de 1974. Depois foi retalhada em pequenas empresas. Muitas viriam a falir
(…)
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/salarios-salarios-trabalhadores-tribunal-metalurgica–agencia-financeira/1158099-4058.html
Abril 26, 2010 at 11:00 pm
Cada vez é mais necessária a “Ordem dos Professores”.
Abril 26, 2010 at 11:01 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2010/04/26/e-ainda-dizem-que-os-sindicatos-nao-andam-pela-blogosfera-a-cuscarem-pois-esta-bem-abelha/
Abril 26, 2010 at 11:08 pm
Continuas a “tresler” e reinterpretar o que lês, ajustando ao discurso que te parece mais popular (afinal tens para aí uma centena de fiéis ministros/acólitos, a quem é preciso ir agradando para continuarem a encher a caixa de comentários e os indicadores do sitemeter).
Se te for possível citar a fonte sindical em que te baseias, para afirmar que «se desenvolvem estratégias de diluição das diferenças entre grupos profissionais em nome de uma solidariedade resultante do estatuto comum de funcionários públicos, independentemente da função, carreira ou posição», sem recorreres a alguma tirada do Bettencourt Picanços, pago eu o próximo almoço na feira do pão do vinho e do queijo.
É que entre o discurso da elitização a que recorrem alguns “bacharéis do século XXI”, o saudosismo dos nostálgicos da tríade do mestre escola/senhor prior/João semana e a patetice dos que são especialistas em educação porque um dia andaram na escola, as distâncias conceptuais não são assim tão grandes como parecem.
Abril 26, 2010 at 11:10 pm
Fora do assunto do post, mas muito preocupante:
(Montréal) «Demander au Portugal de donner de l’argent à la Grèce, c’est comme demander au déguenillé d’aider le nu.»
C’est ainsi que la presse portugaise (dans un éditorial du Diario Economico) a réagi, la semaine dernière, après que l’Union européenne eut demandé à ses membres une contribution pour venir en aide à la Grèce.
Non seulement cela en dit long sur le peu de confiance des Portugais à l’égard de leur propre situation financière, ce commentaire témoigne aussi du sentiment de vuln
http://lapresseaffaires.cyberpresse.ca/opinions/chroniques/richard-dupaul/201004/26/01-4274155-la-contagion-grecque.php
Abril 26, 2010 at 11:12 pm
O Paulo Guinote continua com um insanável problema de consciência que é o de ter furado a greve de 4 de Março e de ter apelado ao seu boicote (“Vão-se catar” é a nódoa emblemática).
Daí a tentativa canhestra de engendrar uma teoria auto-justificativa para a sua falta de solidariedade. E de resvalar para um corporativismo cada vez mais assumido.
Mas a esquecer que a defesa concreta da especificidade da profissão é feita precisamente por quem sempre perspectivou a luta dos professores integrada na luta mais geral dos trabalhadores.
Quem evitou a diluição do ECD nas regras gerais da Administração Pública?
Narcisista, míope e corporativo
Abril 26, 2010 at 11:15 pm
A proletarização e total descaracterização da profissão docente – 5 anos de comunhão de «interesses» com sócrates.
FdP
Abril 26, 2010 at 11:16 pm
#7 e #9, gostavam que interpretassem isto:
“…e organizar a luta, agindo no quadro da especificidade da profissão, mas integrando, cada vez mais a acção no âmbito mais geral dos trabalhadores, designadamente no quadro da Frente Comum e da CGTP-IN.”
Em especial o “cada vez mais”.
Já não há motivos para lutas específicas?
Abril 26, 2010 at 11:16 pm
#11, gostava…
Abril 26, 2010 at 11:17 pm
#5:
Pode saber-se porquê ou para quê?…
Abril 26, 2010 at 11:18 pm
#7
Olha, Francisco: Mete o indicador no sitemeter. Ministro/acólito era a tua tia e repara que esta é a versão de boa-educação que pode passar até na Assembleia. É que o pessoal começa a ficar um bocadinho farto, como bem sabes…
Abril 26, 2010 at 11:18 pm
#9, podemos discordar sem ser insultados de “corporativistas”?
Fartei-me de ouvir o Socas a chamar-nos isso!
Abril 26, 2010 at 11:18 pm
Chegam ao cúmulo de insultar/justificar como o próprio palhaço o tem feito ao longo destes tenebrosos 5 anos – «corporativos».
FdP
Abril 26, 2010 at 11:19 pm
#13, António, pode-se saber porque não?
Abril 26, 2010 at 11:20 pm
#7, por que é que tenho a sensação que o vosso discurso passou a ser só vosso e tem pouco eco na generalidade dos professores?
Abril 26, 2010 at 11:21 pm
#11:
Essa do “cada vez mais” também me deixa dúvidas.
Há ocasiões em que devemos estar solidários e unidos com outros trabalhadores, em torno de interesses comuns, combatendo um certo corporativismo que por vezes nos prejudica.
Mas também há alturas em que devemos afirmar a especificidade dos nossos problemas e da nossa profissão. E lutar com determinação pela defesa dos nossos direitos, sendo certo que com essa luta também outros poderão beneficiar.
Abril 26, 2010 at 11:22 pm
#15
Caríssima e ultra-dedicada Reb:
O que Sócrates realmente disse e a Reb não se tem cansado de repetir foi:
“uma coisa são os sindicatos, outra os professores”.
E não me puxe muito pela memória…
Abril 26, 2010 at 11:22 pm
#7,
Não percebi.
Mas percebi que não percebeste sequer o que leste no post.
#9,
Nenhum problema de consciência. Não fiz a greve em causa, nem farei outra nos mesmos moldes.
Se há coisa engraçada é colocarem-me dramas e/ou traumas que não tenho ou sinto.
Narcista serei, míope sou desde novinho e corporativo não me envergonho de o ser, pelo menos no sentido de alguém que se orgulha de ser professor e não apenas uma peça automatizada na engrenagem em que liberais e anti-liberais nos querem transformar, todos eles preferindo peões acríticos a indivíduos conscientes.
Já agora um mero detalhe de passagem: não gaste comigo os truques de uma cartilha gasta e passada. tenho a casca demasiado grossa para isso e conheço os “truques do ofício” há demasiado tempo…
Abril 26, 2010 at 11:24 pm
#11,
«organizar a luta, agindo no quadro da especificidade da profissão»
assim destacado dá para ler, ou não dá, porque o bispo Edir Macedo acha que a “escritura” é outra?
#14,
farto não, mas mais que satisfeito com a “colidade” da análise aqui produzida, há muito quem esteja
Abril 26, 2010 at 11:24 pm
#19
Quer-me parecer que o “cada vez mais” estará relacionado com essa coisa do PEC…
Abril 26, 2010 at 11:24 pm
António, como forma de diferenciação, ou não pode ser?
Abril 26, 2010 at 11:25 pm
Porque é que estes senhores sindicalistas em vez de se justificarem em blogues ,não vão às escolas com mais frequência a fim de se inteirarem do verdadeiro sentir dos professores ?
Se calhar iam ter uma surpresa .
Abril 26, 2010 at 11:27 pm
#20, sobre os sindicatos e os professores ele e os Milus meteram sempre os pés pelas mãos conforme lhes convinha. Às vezes, eram os sindicatos que manipulavam os professores, outras vezes só os sindicatos tinham bom-senso…
Não me diga que nunca o (os) ouviu falar dos interesses corporativos!
Abril 26, 2010 at 11:27 pm
#22,
Olha Francisco, bispo é o outro que é manso.
Se te deixasses de rasteirices era bem melhor porque missas e manifestações de fé, em ambiente de pavilhão e milagres, sabemos bem quem faz…
Abril 26, 2010 at 11:27 pm
#21
Muita conversa, muitas bolas para fora, mas não respondeu à questão:
Quem evitou que o ECD fosse diluído nas regras gerais da Administração Pública?
Abril 26, 2010 at 11:28 pm
“Não me puxe pela memória”? # 20
Ai é?
Estão os dois em linha. O Avelãs e o Anes. Que bom!
Então os tais cento e sessenta e tal pontos de inchado “tritolé”?
Abril 26, 2010 at 11:29 pm
#19, António, exacto!
Não tenho dúvidas que a nossa luta inspirou a dos enfermeiros, por exemplo.
Abril 26, 2010 at 11:30 pm
em relação à greve de 4 de Março, fui, por aqui, um dos defensores da adesão à greve. Se fosse agora já não o faria. Farto de palhaçadas e de ver tudo na mesma ou pior.
Abril 26, 2010 at 11:30 pm
#10,
Exacto.
É triste, lamentável mesmo, que colegas se armem em “puros” e utilizem o mesmo tipo de vocabulário contra os que deles discordam que o nosso engenheiro e a anterior equipa do ME usaram contra todos nós.
Mas é só a prova exacta daquilo que escrevi.
Quando acossados, os dois “lados” reagem da mesma forma contra quem desalinha…
Abril 26, 2010 at 11:31 pm
Os dirigentes sindicais de sindicatos independentes, logo no início do consulado socretino, explicaram-me e demonstraram-me documentalmente que a Fenprof fez panela com os FdP para lhes encerrar os sindicatos.
E assim foi.
Desmintam-me.
Abril 26, 2010 at 11:31 pm
#28
Pá, essa é fácil. Foi o Sr Primeiro ministro. Não dava jeito na ocasião.
Abril 26, 2010 at 11:32 pm
#25,
qual é a escola em que trabalha?
aquela em que estou todos os dias da semana, porque lá trabalho, é conhecida pelo menos pelo dono do blogue (a que se podem juntar muitos dos leitores, mesmo que não comentem por aqui).
Antes desta estive em mais uma dúzia delas, ao longo de 32 anos de carreira e o meu processo individual explica bem o que, e como, conheço da escola pública (e também da privada da elite dos rankings)
Abril 26, 2010 at 11:32 pm
Foi tudo para tribunal.
Os sindicatos independentes ganharam. Este ano, a distribuição do número de dispensas sindicais foi significativamente alterado.
Pois é.
Abril 26, 2010 at 11:32 pm
#22, não me sinto esclarecida, pq essa frase que transcreveu está incompleta. A minha pergunta era o sobre “cada vez mais incluída…”
PorquÊ?
Já conquistámos tudo aquilo por que lutámos??
Imagina como vai ser a revolta nas escolas qdo se implementar o novo biénio de avaliação? ( só para dar um exemplo):
Abril 26, 2010 at 11:33 pm
Reb, eu não gosto de ordens profissionais.
Acho-as um resquício de um mundo que já não existe – as sociedades pré-industriais – que eventualmente podem fazer ainda algum sentido em relação às profissões liberais.
E ao contrário dos muitos que por aqui passam e que não são sindicalizados porque não gostam de sindicatos, os que não querem ser “postos na ordem” teriam de se inscrever obrigatoriamente para continuarem a exercer a profissão caso ela fosse criada.
A este meu liberalismo a vir ao de cima sempre que me querem obrigar a fazer algo contra a minha vontade, acresce que uma eventual ordem não nos dá garantias de defender efectivamente os meus interesses.
Ou seja, posso ter de estar a contribuir à força para que um grancho qualquer oriente a vida à minha custa, dizendo umas balelas e assinando umas tretas em nome dos professores.
Abril 26, 2010 at 11:34 pm
#28,
Alexandre Ventura?
Abril 26, 2010 at 11:35 pm
#28,
Vieira da Silva?
Abril 26, 2010 at 11:35 pm
O Anes tinha horário Zero na escola dele. Três anos no SPGL. Afinfa-lhe. Tratam-se bem.
Abril 26, 2010 at 11:36 pm
#38
Concordo.
Abril 26, 2010 at 11:36 pm
#38
As direcções das ordens são eleitas por sufrágio directo ou por delegados ?
Abril 26, 2010 at 11:36 pm
#27
Paulo,
então agora já não te divertes com o que escrevo?
agora és tu que levas isto demasiado a sério?
achas que estou a ser demasiado “provocador” ou “provocatório”?
olha que o almoço na feira do pão do queijo e do vinho continua de pé e terei todo o gosto em ser eu a pagar, caso faças a demonstração que te pedi mais acima
Abril 26, 2010 at 11:36 pm
#32
Mais uma questão e até pode ser respondida através do Franguinote (#34):
Porque será que os avençados do Governo/ME deixaram de frequentar o Umbigo?
Emigraram? Desistiram? Não lhes pagam porque há quem faça o seu serviço?
Abril 26, 2010 at 11:38 pm
#28, talvez a luta dos professores, não?
Será que já se duvida que tenha existido?
Abril 26, 2010 at 11:40 pm
Os sindicatos têm de mudar de actuação mudando a sua acção para o que se passa no dia a dia da escola: indisciplina, programas, currículos, organização da escola, ou seja têm que desmontar a enorme mentira educativa do ME. Se contestarem a lengalenga do “eduquês” da nomenklatura, terão o apoio da opinião pública e em consequência beneficiarão o estatuto dos professores.
Se por outro lado somente falarmos de carreiras, add, em suma tivermos somente um discurso para consumo interno ficaremos a combater moinhos de vento como o D. Quixote.
Abril 26, 2010 at 11:40 pm
#28
O Mário Nogueira.
Abril 26, 2010 at 11:41 pm
#45,
A partir do momento em que – de forma transparente, corajosa e criativa – passou a usar aquele truque juvenlóide dos trocadilhos com o nome do interlocutor sinto-me no dever de, com o maior dos respeitos e bonomias, o mandar catar-se e cofiar a barba que eu não estou aqui para aturar parvoeiras que nem aos meus alunos…
Abril 26, 2010 at 11:41 pm
#45
Às ordens amigo. Na verdade lhe digo que o número de avençados se mantém constante. É gente de uma fidelidade canina à casa. O que distorce a sua percepção meu caro é o facto de o número de avençado do nossos camaradas ter aumentado. Mas é passageiro. Enfastia-os falar de educação. Assim que o Guinote voltar a esse tema eles vão embora.
Abril 26, 2010 at 11:42 pm
#38, eu não tenho nada contra. Nunca pertenci a nenhuma. Mas, por alguma razão, médicos, enfermeiros, psicólogos têm-nas.
A minha filha está a estudar Psicologia e, qdo acabar, inscrever-se-á na Ordem.
A necessidade da Ordem vem tanto mais qto sentimos que temos uma profissão com grande especificidade e que não é comparável com as outras da função pública, não te parece?
Abril 26, 2010 at 11:44 pm
Mas o lamentável é o uso deste tipo de linguagem:
“O boato, as tentativas de divisão, a mentira, são alguns dos instrumentos. Mudam-se os tempos, alteram-se também os recursos e os expedientes destas campanhas. Hoje, esses “agentes” ao serviço do passado escondem-se por detrás dos blogues e dos SMS. Outros põem-se em bicos de pés para serem citados por alguma comunicação social.”
Isto faz lembrar as “boas práticas” estalinistas.
Abril 26, 2010 at 11:44 pm
#45, eu acho que deixaram de vir pq vêem que agora o Umbigo passou a ser atacado pela Fenprof.
Já não são necessários.
Abril 26, 2010 at 11:45 pm
“… ficam três orientações estratégicas centrais: valorizar a escola pública, construir o sucesso educativo e organizar a luta, agindo no quadro da especificidade da profissão, mas integrando, cada vez mais a acção no âmbito mais geral dos trabalhadores…”
Isto é tão válido como, por exemplo (entre muitos) a “escola a tempo inteiro”
Conversa da treta… e com tantas polivalências, nada se faz bem feito! Nem os sindicatos se dedicam a defender bem os interesses dos professores, nem as escolas servem para ensinar alunos!
Abril 26, 2010 at 11:45 pm
Vários sindicalistas bem me disseram. Vai ser divertido observar a Fenprof a defender o antigo ECD, com o qual nunca concordaram …
Percebe-se, agora, MUITO BEM, o “entendimento II” …
O puzlle completo.
Fiz BINGO!
Abril 26, 2010 at 11:46 pm
#52, sim, Pedro, isso é arrepiante!!
O tom, a mensagem é de uma raiva!
Se pudessem, calavam-nos ( é o que eu leio nessa mensagem).
Abril 26, 2010 at 11:48 pm
#45
O Repórter da História
Olhe que está muito enganado. O que aqui se passa é largamente escrutinado… pode ter a certeza.
Porque razão o dono deste blog é solicitado para cada vez mais entrevistas?
Abril 26, 2010 at 11:48 pm
#44,
Antes de ir…
“Bacharéis do século XXI” os tens aos montes nas tuas fileiras.
Embora ache curioso que, lá porque agora andas por ambientes mais letrados, já te sintas livre para desdenhar as habilitações alheias.
Já sabes que comigo, estás a um passo de eu sacar do bacamarte se continuas por esse caminho que não é “provocatório” é meramente parvo.
Quanto à demonstração, está feita tanto pelo texto que cito como pelo facto de, assinado o acordo a 7/8 de Janeiro, duas semanas depois – sem qualquer consulta aos professores e muito antes de comunicação pública – a Fenprof ter acertado com a Frente Comum a “adesão” dos professores à tal greve.
Mas eu iria mais fundo: a prova provada do incómodo e desnorte de alguns sectores é o facto de, acusando alguém de ânsia de protagonismo e instrumentalização, aparecerem por aqui a querer reescrever a História.
Newsflash: o MN já disse quase tudo, mesmo se a conta-gotas, sobre o que se passou em três meses de modorra negocial.
Só falta mesmo alguém ter os “cojones” para colocar cá fora as actas daquele dia.
Só que como a Fenprof estava numa sala à parte, eu aposto, singelo contra triplicado, que há “actas” e “actas”.
Abril 26, 2010 at 11:49 pm
#52, a linguagem “agentes ao serviço do passado” é de uma sobranceria. Esconde um desejo de repressão sobre nós, que, se pudessem, fariam.
Lamento muitíssimo, até pq , na luta que todos travámos, houve momentos em que parecia ser possível que o que nos unia fosse mais forte que o que nos separava.
Mas regressaram aos seus bordões de sempre…
Abril 26, 2010 at 11:50 pm
#47:
Mas há uma coisa que me intriga:
Se, como alguns dizem, a FENPROF está presa a um discurso passadista, se o sentir dos professores é outro, se o que está a dar é a denúncia do mal-estar nas escolas e das políticas eduquesas, como é que, havendo tantos sindicatos de professores, ainda nenhum explorou este filão?
Porque é que, ao invés de criticar a FENPROF – e as críticas mais contundentes até costumam vir de não-sindicalizados – não se exploram outras vias reivindicativas?
Abril 26, 2010 at 11:50 pm
# 59
Reb,
Eu conheço esta gente.
Esquece.
Abril 26, 2010 at 11:51 pm
# 60
Não sabe? A Fenprof em conluio com a MLR “fecharam-lhes” os sindicatos.
Abril 26, 2010 at 11:52 pm
#56
não reb,
quem gostaria de calar a Fenprof são alguns dos acólitos que por aqui escrevem.
De resto, basta procurar pelo blogue, não se encontram críticas aos outros sindicatos, e até há quem alimente o discurso de que a inacção de alguns grupúsculos, criados pelo poder, é atacada pelos sindicatos que constituem a Fenprof.
Abril 26, 2010 at 11:52 pm
#60,
Porque no dia em que voltar a haver um movimento mais “basista” (lembras-te da proposta de manif de Novembro de 2008?) terá a oposição, crítica e atropelamento pelas máquinas sindicais.
E vamos ser claros: há 10 sindicatos que não representam muito mais do que os filiados do clube do meu bairro de juventude, clube esse que já desapareceu há anos.
Abril 26, 2010 at 11:53 pm
# 60
Concordo que, de facto, não chega para terem praticamente desistido …
Infelizmente acomodaram-se.
Sem visão.
Abril 26, 2010 at 11:55 pm
#49 e #50
Bom domínio das técnicas, há que reconhecer.
Também sei como se faz, mas não faço.
Apesar do nick (nem exposição, nem exibição), tenho a minha deontologia.
Abril 26, 2010 at 11:55 pm
#63,
“Acólitos”!!!
I rest y case.
Abril 26, 2010 at 11:56 pm
há quem concorde com tudo
Abril 26, 2010 at 11:56 pm
#60, eu acho que é por ser uma organização fortíssima em termos de disciplina, orientações, hierarquia.
Esse tipo de organização resiste a tudo…com os seus dirigentes/ delegados…mesmo que aqueles que diz representar estejam cada vez menos motivados.
A prova que a grande maioria dos professores espera algo de diferente é que, qdo ouviram o Paulo no Plano Inclinado, apareceram vários colegas por aqui, que nunca tinham comentado.
Os professores não se revêem no discurso dos sindicatos, revêem-se em alguém que fala do que eles sentem, do que eles vivem nas escolas.
Abril 26, 2010 at 11:58 pm
Acólitos Anónimos?
Abril 26, 2010 at 11:58 pm
#62:
Essa história está mal contada.
O que houve foi uma medição da representatividade real dos sindicatos. Contabilizando todos os sócios com quotas em dia.
Claro que alguns sindicatos, como diz o Paulo em #64, “não representam muito mais do que os filiados do clube do meu bairro de juventude”…
E esses sindicatos de bairro reduziram bastante o número de dirigentes.
Abril 26, 2010 at 11:58 pm
#63
Quais “outros sindicatos”? A extinta e ressuscitada FNE? Não vê que se alguém dá mais atenção à FENPROF é porque justamente reconhece que tem mais peso e responsabilidade? Por isso a desilusão é maior.
Abril 26, 2010 at 11:59 pm
Quem desdenha quer comprar
Desdenham este blogue e detestam os umbiguistas mas não saem daqui, parece que isto tem mel
Abril 27, 2010 at 12:00 am
# 64
Com os sindicatos independentes aconteceu-lhes o mesmo. Engendraram com a milú uma forma de lhes fecharem as portas porque começaram a ter um peso real.
Dois sindicatos independentes (spliu e sepleu) cresceram desmesuradamente em pouco tempo, ´eram maioritários entre educadores e professores do 1º ciclo. Eu tinha os números de sócios mas agora não me recordo.
Abril 27, 2010 at 12:00 am
Um dia destes vou fazer uma lista com os mimos com que o sr azedo já nos brindou .
Aposto que deve estar a igualar a Milu e sus muchachos
Abril 27, 2010 at 12:00 am
# 60 António
Sabes bem que existe alergia aos sindicatos e se fosse formado outro sindicatos lá diriam “mais outros que querem tacho” .
Em primeiro lugar pertenço ao SPN e participo em reuniões sindicais. Só que os dirigentes, em geral, estão surdos e amarrados ao passado. Os que querem mudanças vão saindo aos poucos porque enfrentam uma certa surdez.
Já reparaste que tanto os sindicatos como o ME têm horror à palavra “autoridade”. São os tais preconceitos de uma certa esquerda que confundem “autoridade” com “autoritarismo”.
Daí resulta que os professores estão cansados da tal falta de “autoridade” nas escolas e não me admira nada que comecem seriamente a pensar nos partidos de direita como uma opção política.
Abril 27, 2010 at 12:00 am
#63, calar a fenprof, não!!
Criticar naquilo com que não concordamos..
Não se pode discordar???
Abril 27, 2010 at 12:00 am
#67,
incomodam-te os “acólitos”?
e que achas dos “carneiros”, que é o epíteto a que recorrem alguns dos mais excitados acólitos?
ou só incomoda quando é para o lado que não dá jeito?
quanto ao bacamarte, fogo à peça. mas vê lá se sai alguma coisa do tipo daquele rascunho, em que te esqueceste de incluir a versão completa da estória.
é que não és só tu quem tem memória…
Abril 27, 2010 at 12:01 am
#60
Por essas e outras razões eu explorei outra via quando me sindicalizei há 12 anos.
Abril 27, 2010 at 12:02 am
Fechar os sindicatos não diria, mas mandar os sindicaleiros exercer a profissão que dizem defender mandava!!!
Vão às urtigas, então agora agora a luta vai numa de “CGTP unidade sindical” – que coisa mais antiga!!!!!!!
A leitura que faço é que o MN tem receio de nem os seus 300 delegados o seguirem e espera quantidade com os seguidores das cores – este país anda a ficar demasiado vermelho, mas porra!, Benfica é Benfica e sindicalismo é outra coisa! E eu nem do Benfica sou, mas até gosto do vermelho tipo “Cabeça de Burra”!
OK. Sei que são mais de 300 os tais seguidores, mas gosto da alegoria “Espartana”! Já não falta muito, e a verdade vem a público!
Abril 27, 2010 at 12:03 am
Alguns dirigentes sindicais precisam de mais vivência de escola.
Eu disse “alguns”.
Abril 27, 2010 at 12:04 am
e há tb um facto:
somos tão fdp como os outros.
E mais: assim, com esta divisão irracional, haveremos, todos, de ter contratos individuais porque a contratação colectiva tem os dias contados.
Reúnam-se à volta do que é realmente importante: a mais que previsível precariedade e o medo associado.
Abril 27, 2010 at 12:04 am
# 71
Não sabe do que fala. Tudo tangas.
Fizemos várias simulações, na altura, de associados. A Fenprof tem muito menos sócios do que apregoa. Não vou retorquir com números por que neste momento não me recordo.
O spliu e o sepleu tinha (já não deve ter) mais associados do que a fne e sindep.
Abril 27, 2010 at 12:05 am
#78,essa do “carneiros” foi usada por si num post que li, há pouco tempo.
A exprssão aqui usada era menos ofensiva: falava-se de “pensamento único”.
Abril 27, 2010 at 12:05 am
#83
contas erradas ana
Abril 27, 2010 at 12:06 am
#74:
Dos “sindicatos independentes” também há lindas histórias por contar.
O boom das sindicalizações entre professores do 1º ciclo não significou adesão em massa ao ideário destes sindicatos.
Foi o resultado apenas de eles oferecerem condições vantajosas para acesso a certos DESEs, cursos rápidos que conferiam equivalência a licenciatura.
Claro que, depois de acabarem o curso, muitos se dessindicalizaram…
Abril 27, 2010 at 12:07 am
#82, e o que é realmente importante na nossa profissão, na nossa escola.
Assim, de repente, a 1ª coisa que me ocorre são as 2 mortes que houve no mês de fevereiro.
Abril 27, 2010 at 12:07 am
A outra já vazou daqui, ainda bem. Agora posso vir mais vezes sem sofrer perseguições mafiosas.
Abril 27, 2010 at 12:07 am
não sei se quero ser acólito…tem a ver com padres… e há padres com hábitos estranhos, acho que já não quero ser. Posso ser antes carneiro?
Abril 27, 2010 at 12:07 am
#82
E é a unidade que lhe tira o medo?
Abril 27, 2010 at 12:07 am
#86 Também é verdade.
Abril 27, 2010 at 12:09 am
#82, tb me ocorre a enorme injustiça de os nossos colegas contratados que lutaram a nosso lado terem sido ultrapassados, no concurso, pelos mais espertalhões que fizeram orelhas mocas a toda aquela contestação que se passava a seu lado.
Abril 27, 2010 at 12:09 am
Porque carga de alhos é que as reinindicações e as lutas dos professores devem estar ligadas às de outros grupos disciplinares, ou até a moções de apoio a movimentos e grupos internacionais, como é o caso da moção de apoio à luta de um movimento da Sara Ocidental? E porque não uma moção de apoio aos lutadores pela democracia em Cuba, que estão a morrer em greve de fome nas prisões?
Porque é que os líderes da principal (como insistem em qualificar-se) associação sindical representativa dos professores, têm de tentar sequer impor a sua mudovisão aos professores, como se estivessem a lidar com um rebanho ´de acéfalos a que é preciso “indicar o caminho”?
Um verdadeiro anacronismo ridículo terceiro-mundista. Saiam da estepe russa, saiam do séc. XIX, onde andam perdidos. Estamos no séc. XXI.
Abril 27, 2010 at 12:09 am
Eu não posso ser acólito. A minha religião não permite beber vinho seja martelado seja transmutado.
Abril 27, 2010 at 12:10 am
#78,
Estava a responder mas fiquei sem net e perdeu-se.
Ainda bem.
Bom… continua a ler umas coisas, mas não penses que só tu as leste até hoje, ok?
Eu vou, que amanhã tenho das 10 às 18.30 e não tenho folga à sexta para ir a congressos.
Abril 27, 2010 at 12:10 am
# 86
Também é verdade. Coisa que abominei.
Abril 27, 2010 at 12:10 am
…profissionais.
Abril 27, 2010 at 12:12 am
#90
sou homem de luta e não de medos. Mas isolado a luta é mais dolorosa e muito raramente tem sucesso.
Abril 27, 2010 at 12:12 am
#78,
Ia-me esquecendo da parte da “versão completa da história”.
Mete “submarinos”, eu sei.
Abril 27, 2010 at 12:12 am
O FS quer é protagonismo, como ninguém vai àquela espécie de blog, resolveu vir aqui meter veneno diário para captar alguns leitores.
O que tu queres sei eu!
Abril 27, 2010 at 12:13 am
Se houvesse um médico que se suicidasse porque o director hospitalar tivesse exercido mobbing, ou se um juíz fosse agredido dentro dos tribunais o que não fariam os respectivos sindicatos/associações sindicais.
Quanto aos sindicatos dos professores aparecem aquelas declarações sem “sal”… sem emoção.
No entanto são agredidos centenas de professores por ano.
Abril 27, 2010 at 12:14 am
#83:
Números são números. Aqui não há tangas.
Nas folhas de vencimento de cada escola ou agrupamento vê-se quantos são sindicalizados e para que sindicato descontam.
Estas contas foram feitas no ME, com a presença de TODOS os sindicatos. Claro que o objectivo da MLR era demonstrar que a FENPROF estava sobrerrepresentada em relação aos outros. Mas saiu-lhe o tiro pela culatra…
Abril 27, 2010 at 12:14 am
Só há uma solução para se medir a representatividade.
Eleições nas escolas.
Abril 27, 2010 at 12:15 am
…eu, para ser acólita, terei de vestir opa?!
A continuar dessa maneira a “epitetar” os professores que “não sendo por mim são contra mim”, vai ultrapassar claramente aquelas infelizes frases/observações proferias pela ida tríade do M.E.
Lamento que essas frases, sendo um elemento catalizador em torno de uma luta,ainda há escassos meses, surjam agora reforçadas e refinadamente explícitas sob a forma de petardos largados no “lado de cá”. É a subversão total.
Abril 27, 2010 at 12:16 am
#102
Forma errada de contar.
Abril 27, 2010 at 12:17 am
#102
Na minha escola não fazem ideia se sou sindicalizada .
Nunca descontei directamente do vencimento .
Abril 27, 2010 at 12:17 am
#98
Sim mas é de desconfiar dos que avançam em massa. Não é de arregimentar vocações com promessa de magote. Corre-se o risco de as convicções serem fracas e depois deixarem o Cristo pendurado.
Abril 27, 2010 at 12:17 am
E esses sindicatos de bairro reduziram bastante o número de dirigentes. – 71
Por isso é que este ano, após terem ganho a causa em Tribunal (nº de associados), a Fenprof ficou meio depenada de dirigentes. Foram atribuídos proporcionalmente por número de associados.
Informe-se.
Abril 27, 2010 at 12:18 am
#22, Francisco,
Não tenho por hábito comprar ou meter-me em desavenças dos outros.
Até porque acho que o Paulo tem “cabedal intelectual” para, nestes ringues, deixar KO logo no primeiro round qualquer um que se meta com ele.
Mas essa do bispo foi um bocado infeliz, homem…
Será que poderias explicar – tu ou o Gundisalbus ( que agora só anda por aqui camuflado… ) – porque é que de uns tempos para cá o Paulo passou a ser atacado por “fenprofianos-radicais”, se sempre foi claríssima a posição dele em relação ao movimento sindical?
Será que não reparas que usar a arma do radicalismo e do não respeito pela diferença de opiniões – que tanto criticamos ao longo destes últimos anos em relação ao ME – é um erro completamente absurdo?
Ok, tentem lá defender a vossa dama da forma que melhor souberem.
Mas “ouçam” um conselho:
- “Bater” ou tentar “ofuscar” o Paulo Guinote é um dos maiores erros que a Fenprof pode cometer.
Quem avisa camarada é…
… sem o ser.
Abril 27, 2010 at 12:19 am
Marafadd
Aposto que és um marafado de Loulé
Abril 27, 2010 at 12:20 am
ACHAM CONDIGNA DE LINGUAGEM SINDICAL ESTA DECLARAÇÃO? porra!
Mas o lamentável é o uso deste tipo de linguagem:
“O boato, as tentativas de divisão, a mentira, são alguns dos instrumentos. Mudam-se os tempos, alteram-se também os recursos e os expedientes destas campanhas. Hoje, esses “agentes” ao serviço do passado escondem-se por detrás dos blogues e dos SMS. Outros põem-se em bicos de pés para serem citados por alguma comunicação social.”
O que é isto?
Passaram-se… isto é linguagem de agente do KGB.
Abril 27, 2010 at 12:20 am
Gundisalbus
Apelo ao seu sentido cívico. Amanhã comentário BD por favor.
Abril 27, 2010 at 12:20 am
# 102
Respondo-lhe. É melhor informar-se da cota de dispensas que cada sindicato teve este ano!!!
Pois.
Abril 27, 2010 at 12:20 am
#94
Ainda uma última questão (por hoje, que é tarde):
O marafadd al-Gundi pertence à tribo dos “marafados” por culpa do Gundi?
Quantos são?
Abril 27, 2010 at 12:21 am
Eles gostam de avançar erro a erro, irracionais até ao fim.
Abril 27, 2010 at 12:22 am
#110
Já me chamaram de tudo e me confundiram com muita gente. Essa é nova.
Abril 27, 2010 at 12:23 am
A Fenprof levou um rombo, este ano, de dispensas, por ordem do Tribunal.
Abril 27, 2010 at 12:25 am
#104
Não precisa vestir opa. Tem acólita também.
No Brasil, chamam elas de “coroínhas”. Até que Coroínha Spin é bacano. Já SpinProf é brega pr’a caramba.
Abril 27, 2010 at 12:26 am
#113
então diga lá qqr coisa fundamentada sobre a tal “cota”, já que se arvora em especialista bem informada.
Estou curioso.
Abril 27, 2010 at 12:27 am
A outra ficou pior que estragada com esse rombo das dispensas da fenprof.
Abril 27, 2010 at 12:28 am
” 107
tb não sou homem de massas mal fermentadas. Há pontos em comum que servem de catalizadores.
Abril 27, 2010 at 12:29 am
#94
No sir! Tenho todo o respeito pelo verdadeiro Gundisalbus mestre e senhor. Sou Marafadd por parte de um namoro antigo com uma algarvia e Gundi por parte de um franchisado que impus a mim próprio no momento em que, vítima de bullying e falta de paciência, esse conviva se afastou. Logo que ele retome funções abandono.
Abril 27, 2010 at 12:30 am
bem…
caminha camanhã é outro dia.
boas noites
Abril 27, 2010 at 12:32 am
#117 Ordem de que tribunal, já agora?
Abril 27, 2010 at 12:32 am
Está a dar no canal 1 um programa de socretinos completos.
Abril 27, 2010 at 12:33 am
Deixe-lhe os merecidos parabéns no post onde estão os vídeos.
Quanto a este, parece-me claro o seguinte:
Carvalho da Silva vai ser Secretário Geral do PCP, substituindo Jerónimo de Sousa;
Nogueira vai para a CGTP, mas quer continuar a mandar na fenprof;
Será escolhido um alinhadinho para o papel de marioneta à frente de uma fenprof cada vez mais descredibilizada.
Começa a montar-se a estratégia.
Abril 27, 2010 at 12:33 am
” A Organização ”
A “Organização” manda para a frente de batalha os mais corajosos, para na hora da verdade retraírem-se.
A “Organização” instiga as pessoas à luta para depois as abandonarem no campo de batalha.
A “Organização” quando sente que ninguém lhe ouve recorre subrepticiamente aos ditos subversivos de comportamentos desviantes para ganhar credibilidade. Em seguida depois de alcançada a atenção necessária atira os subversivos para o “caixote do lixo”.
A “Organização” é dona da luta. Quando perde o controlo apela à união contra os divisionistas.
A “Organização” é intocável!
Abril 27, 2010 at 12:35 am
A outra chegou e eu vou-me já deitar.
Até amanhã camaradas!
Abril 27, 2010 at 12:36 am
# 120
Foi mesmo um rombo.
Os sindicatos independentes ganharam fazendo prova em Tribunal.
Quem me informou foi um do SPZS (fenprof) algarve (esteve por lá 3 anos a tempo inteiro) e regressou à escola (está na minha escola, este ano
Abril 27, 2010 at 12:36 am
E eu concordo plenamente com a FENPORF!
e agora?
Agora e sempre, cada vez mais, teremos de ir à luta!
Abril 27, 2010 at 12:38 am
#129 Ensino especial, conheço. Não esteve “por lá”. Esteve lá, mesmo.
Abril 27, 2010 at 12:47 am
PARTICIPAÇÃO DISCIPLINAR MUITO GRAVE:
> Professora agredida: Leonídia Marinho
>
> Grupo Disciplinar: 10º B – Filosofia
>
> Agressor:
>
>
>
> Contextualização:
>
>
>
> Dia vinte e seis de Março de 2010. Último dia de aulas. Às 14 horas
> dirigi-me à sala 15 no Pavilhão A para dar a aula de Área de
> Integração à turma 10º DG do Curso Profissional de Design Gráfico.
> Propus aos alunos a ida à exposição no Polivalente e à Feira do Livro,
> actividades a decorrer no âmbito dos dias da ESE. A grande maioria dos
> elementos da turma concordou, com excepção de três ou quatro elementos
> que queriam permanecer dentro da sala de aula sozinhos. Deixar que os
> alunos fiquem sozinhos na sala de aula sem a presença do professor é
> algo que não está previsto no Regulamento Interno da Escola pelo que,
> perante a resistência dos alunos que não manifestavam qualquer
> interesse nas actividades supracitadas decidi que ficaríamos todos na
> sala com a seguinte tarefa: cada aluno deveria produzir um texto
> subordinado ao tema “A socialização” o qual me deveria ser entregue no
> final da aula. Será preciso dizer qual a reacção dos alunos? Apenas
> poderei afirmar que os alunos desta turma resistem sempre pela
> negativa a qualquer trabalho porque a escola é, na sua perspectiva, um
> espaço de divertimento mais do que um espaço de trabalho. Digamos que
> é uma Escola a fingir onde TUDO É PERMITIDO!
>
> É muito fácil não ter problemas com os alunos. Basta concordar com
> eles e obedecer aos seus caprichos. Esta não é, para mim, uma solução
> apaziguadora do meu estado de espírito. Antes pelo contrário. A
> seriedade é uma bússola que sempre me orientou mas tenho que
> confessar, não raras vezes, sinto imensas dificuldades em estimular o
> apetite pelo saber a alunos que têm por este um desprezo absoluto. As
> generalizações são abusivas. Neste caso, não se trata de uma
> generalização abusiva mas de uma verdade inquestionável. Permitam-me
> um desabafo: os Cursos Profissionais são o maior embuste da actual
> Política Educativa. Acabar com estes cursos? Não me parece a solução.
> Alterem-se as regras.
>
>
>
> Factos ocorridos na sala de aula:
>
>
>
> Primeiro Facto: Dei início à aula não sem antes solicitar aos alunos
> que se acomodassem nos seus lugares. Todos o fizeram exceptuando o
> aluno ***********, que fez questão de se sentar em cima da mesa com a
> intenção manifesta de boicotar a aula e de desafiar a autoridade da
> professora.
>
> Dei ordem ao aluno para que se sentasse devidamente e este fez questão
> de que eu o olhasse com atenção para verificar que ele, ***********,
> já estava efectivamente sentado e ainda que eu não concordasse com a
> sua forma peculiar de se sentar no contexto de sala de aula, seria
> assim que ele continuaria: sentado em cima da mesa. Por três vezes
> insisti para que o aluno se acomodasse correctamente e por três vezes
> o aluno resistiu a esta ordem.
>
>
>
>
>
>
>
> Reacção da maioria dos elementos da turma: Risada geral.
>
> Reacção do aluno *********: Olhar de agradecimento dirigido aos
> colegas porque afinal a sua “ousadia” foi reconhecida e aplaudida.
>
> Reacção da professora: sensação de impotência e quebra súbita da auto-estima.
>
> Senti este primeiro momento de desautorização como uma forma que o
> aluno, instalado na sua arrogância, encontrou de me tentar humilhar
> para não se sentir humilhado.
>
> Como diria Gandhi, “O que mais me impressiona nos fracos, é que eles
> precisam de humilhar os outros, para se sentirem fortes…”
>
> Saliento que neste primeiro momento da aula a humilhação não me
> atingiu a alma embora essa fosse manifestamente a intenção do aluno.
>
>
>
> Segundo Facto: Dei ordem de expulsão da sala de aula ao aluno
> **********, com falta disciplinar. O aluno recusou sair da sala e
> manteve-se sentado em cima da mesa com uma postura de “herói” que
> nenhum professor tem o direito de derrubar sob pena de ter que assumir
> as consequências físicas que a imposição da sua autoridade poderá
> acarretar.
>
> Nem sempre um professor age ou reage da forma mais correcta quando é
> confrontado com situações de indisciplina na sala de aula. Deveria eu
> saber fazê-lo? Talvez! Afinal, a normalização da indisciplina é um
> facto que ninguém poderá negar. Deveria ter chamado o Director da
> Escola para expulsar o aluno da sala de aula? Talvez…mas não o fiz.
> Tenho a certeza de que se tivesse sido essa a minha opção a minha
> fragilidade ficaria mais exposta e doravante a minha autoridade
> ficaria arruinada.
>
> Dirigi-me ao aluno e conduzi-o eu própria, pelo braço, até à porta
> para que abandonasse a sala. O aluno afastou-me com violência e fez
> questão de se despedir de uma forma tremendamente singular: colocou os
> seus dedos na boca e em jeito de despedida absolutamente desprezível,
> atirou-me um beijo que fez questão de me acertar na face com a palma
> da mão. Dito de uma forma muito simples e SEM VERGONHA: Fui vítima de
> agressão. Pela primeira vez em aproximadamente vinte anos de serviço.
>
> Intensidade Física da agressão: Média (sem marcas).
>
> Intensidade Psicológica e Moral da agressão: Muito Forte.
>
> Reacção dos alunos: Riso Nervoso.
>
> Reacção do aluno **********: Ódio visível no olhar.
>
> Reacção da professora: Humilhação.
>
> Ainda que eu saiba que a humilhação é fruto da arrogância e que os
> arrogantes nada mais são do que pessoas com complexos de
> inferioridade que usam a humilhação para não serem humilhados, o que
> eu senti no momento da agressão foi uma espécie de visita tão incómoda
> quanto desesperante. Acreditem: a visita da humilhação não é nada
> agradável e só quem já a sentiu na alma pode compreender a minha
> linguagem.
>
> Terceiro Facto: O aluno preparava-se para fugir da sala depois de me
> ter agredido e, conforme o Regulamento Interno determina, todos os
> alunos que são expulsos da sala de aula terão que ser conduzidos até
> ao GAAF, Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família. Para o efeito,
> chamei, sem êxito, a funcionária do Pavilhão A, que não me conseguiu
> ouvir por se encontrar no rés-do-chão. Enquanto tal, não larguei o
> aluno para que ele não fugisse da escola (embora lhe fosse difícil
> fazê-lo porque os portões da escola estão fechados).
>
> Mais uma vez, o aluno agrediu-me, desta vez, com maior violência,
> sacudindo-me os braços para se libertar e depois de conseguir o seu
> objectivo, começou a imitar os movimentos típicos de um pugilista para
> me intimidar. Esta situação ocorreu já fora da sala de aula, no
> corredor do último piso do Pavilhão A.
>
> Reacção dos alunos (que entretanto saíram da sala para assistir à cena
> lamentável de humilhação de uma professora no exercício das suas
> funções): Risada geral.
>
> Reacção do aluno ********: Entregou-se à funcionária que entretanto se
> apercebeu da ocorrência.
>
> Reacção da Professora: Revolta e Dor contidas que só o olhar de um
> aluno mais atento ou mais sensível conseguiria descodificar. Porque,
> acreditem: dei a aula no tempo que me restou com uma máscara de
> coragem que só caiu quando a aula terminou e sem que nenhum aluno se
> apercebesse. Entretanto, a funcionária bateu à porta para me informar
> que o aluno queria entrar na aula para me pedir desculpa pelo seu
> comportamento “exemplar”.
>
> Diz-se que um pedido de desculpas engrandece as partes: quem o pede e
> quem o aceita. Não aceitei este pedido por considerar que, fazendo-o,
> estaria a pactuar com um sistema em que os professores são
> constantemente diabolizados, desprestigiados e ameaçados na sua
> integridade física e moral. Em última análise, a liberdade não se
> aliena. O aluno escolheu o seu comportamento. O aluno deverá assumir
> as consequências do comportamento que escolheu e deverá responder por
> ele. É preciso PUNIR quem deve ser punido. E punir em conformidade com
> a gravidade de cada situação. A situação relatada é muito grave e
> deverá ser punida severamente. Sou suspeita por estar a propor uma
> pena severa? Não! Estou simplesmente a pedir que se faça justiça.
>
> Vamos ser sérios. Vamos ser solidários. Vamos lutar por uma Escola Decente.
>
> Ps: Este caso já foi participado na Polícia e seguirá para Tribunal.
>
> Ermesinde, 30 de Março de 2010
>
>
>
> A Professora _________________________
>
>
>
> Temos todos de acabar com esta palhaçada. Repassem, pode ser que
> chegue ao nosso adorável e competente primeiro!!!
>
>
>
Abril 27, 2010 at 12:48 am
#120 Ok, eu percebo-te. É amor, mesmo. Amanhã aparece com uma rosa no livro – se souberes o que é.
“A outra ficou pior que estragada com esse rombo das dispensas da fenprof.” Fiquei, mas amanhã explico-te. Posso até explicar-te porque nunca tive nem uma horita de dispensa, com tanto amor deves perceber.
Mas pronto’s. Podias declarar-te em privado. Eles não têm de saber, caneco!
Abril 27, 2010 at 1:02 am
Não esteve “por lá”.
Boa noite.
Abril 27, 2010 at 1:06 am
Esteve por “lá”
Abril 27, 2010 at 1:20 am
“Aprovado um Plano de Acção que orientará a acção dos professores e educadores…”
Não, a minha não orientará. Desde há muito que não aceito ser orientado por bachareis reciclados e seus acólitos, ministros e sacristas de toda a espécie, usem que batina usarem, como se deixaram orientar pelo agente técnico mais conhecido cá do pedaço. Não, não orientará, mesmo sabendo que a “organização” usa os mesmos métodos e instrumentos daqueles que diz combater e tudo fará para combater quem ousar confrontá-la. Como hoje aqui acontece, com a mais disparatada e descabelada investida ao blogue do Guinote e seus “acólitos”, algo demasiado parecido com as matilhas que volta e meia aqui vinham, saídas do largo do rato.
E não deixa de ser curioso ler os comentários dos altos dignitários da santa madre fenprof ocultos pelas vestes de um qualquer nickname. Práticas que não se perdem…
Abril 27, 2010 at 2:10 am
#118 O Repórter da História
#104
Não precisa vestir opa. Tem acólita também.
No Brasil, chamam elas de “coroínhas”. Até que Coroínha Spin é bacano. Já SpinProf é brega pr’a caramba.
Caríssimo, essa de “ter acólita”…
acólito (a):
1. Pessoa investida do acolitado.
2. O que ajuda à missa.
3. Fig. O que acompanha alguma pessoa para prestar serviços oficiosos
opa: Capa sem mangas, mas com aberturas para enfiar os braços.
O seu cacarejar soa a réplica de português do Brasil ( nem percebo qual a ligação ao meu texto, mas deve ser do adiantado da hora!)
To spin: girar, rodar.
Esclarecidas estas questões básicas, adiantarei que sou uma professora em permanente movimento e, de tal ordem, que acabei agora mesmo(2:02 horas) de corrigir uma turma do 12º ano!!!! Azar seu, como prof. de Português constato que, “vocelência embicou o seu brasuquês” para o lado errado.
À falta de argumentação, usou “bacocamente” o argumento dos fracos: o ad hominem.
(Desculpem lá, mas esta porra será professor? Tanta asneira seguida, pode?!Ridículo…descabido o linguajar deste gajo.)
Abril 27, 2010 at 3:30 am
Estamos todos 1 bocado nervosos!
Estava eu a dormitar no sofá quando abro a pestana e vejo o tal programa Sinais de Fogo do MST. DEve ter sido a repetição daquele que aqui já falaram.
O convidado era Carvalho da Silva.
Confesso que não fiquei nada aborrecida com as provocações do MST sobre os professores.
Sabem o que me chocou mais? Ver e ouvir um comentador político quotado no rectângulo a afirmar,à laia de entrevista, as coisas mais demagógicas e hipócritas que tenho ouvido nos últimos tempos, repetindolhos com bogalhos, tentando “apanhar o convidado desprevenido”, coisa que lhe saía sempre mal, fazendo-o passar de pergunta/provocação em pergunta/provocação para ver se a sua impreparação e demagogia passavam despercebidas.
Carvalho da Silva sabe muito do assunto. E desfez as ladaínhas de MST apresentando-lhe números e factos concretos.
MST não teve nunca qualquer hipótese.Nem me parece que venha a ter nos tempos mais próximos.
Carvalho da Silva é um bom líder e dirigente sindical. Sabe do que fala, é culto e compreende o tempo em que vivemos.
Por isso os gestores e empresários e grandes homens de negócios conhecidos do burgo o respeitam.
Venham mais 5 como Carvalho da Silva.
O Sindicalismo não está “morto”. Está a adaptar-se, o que leva tempo. CS sabe-o.
MST repete-se. Está “moribundo” e, o pior, é que não o sabe.
Abril 27, 2010 at 3:33 am
#138
“repetindolhos com bogalhos”= “misturando alhos com bugalhos”
Abril 27, 2010 at 3:59 am
Ó Pedro Castro,
Andas um bocado cansado, não andas?
Aquelas palavras que transcreves são muito mázinhas. Mas noto que andas a ficar um pouco na onda do h5n1. E acho que isso não dá saúde a ninguém.
)
(sorriso)
Abril 27, 2010 at 4:08 am
Olinda,
Há muito que queria dizer o seguinte. Não tem interesse para os restantes, mas tem para mim: frequento este blog sempre que posso para me informar, divertir e debater ideias.
No entanto, não sou Umbiguista. Nem quero saber o que isso é.
Não tenho é culpa que o autor do blog lhe tenha chamado A Educação do meu Umbigo.
Olhem se se chamasse A Educação do meu Peróneo?
Tinha de ser Peronista?
)
(sorriso – o charme discreto da burguesia)
Abril 27, 2010 at 7:43 am
Parece que o ÉfeJota está a precisar do mesmo remédio para a tosse que o Ramiro anda a tomar… contágio in loco?
Abril 27, 2010 at 8:05 am
Este fajutosantos é o pitbull desdentado da FENPROF.
Abril 27, 2010 at 8:14 am
Hehehe… já vi que isto esteve animado… e eu como “fiel acólitos” não estive presente… óóóóó…
Ó #7, eu podia dizer para ires ganhar a vida para a mata de Monsanto… mas não vou dizer pois sou educado!
Abril 27, 2010 at 9:11 am
#63
Não fajutosantos, quem gostaria de calar a livre opinião das pessoas são os acólitos da FENPROF.
Que andam eles aqui a fazer?
Paulo envia-me uma ficha de inscrição para acólito do teu Umbigo.
Abril 27, 2010 at 10:40 am
A cultura do Carvalho da Silva é daquela que se serve já embalada e pronta a consumir, devidamente credenciada pelo regime que cultiva zombies.
Ajuda a manter tudo na ordem e na paz social, mesmo com alguma dose de indignação na medida do tolerável.
Basta constatar a lista dos mafiosos que estiveram presentes na prova de doutoramento do Chefe Silva.
E o mais extraordinário é que isso é apresentado como uma prova a favor da múmia dinâmica Silva II.
Abril 27, 2010 at 11:07 am
A mistura proposta revela a fraqueza a que chegou a FENPROF… R.I.P.
Abril 27, 2010 at 12:26 pm
h5n1,
Olá!
Vá lá, caramba, viu o programa?
Olhe que o Carvalho da Silva andou na escola que não “cultivava “zombies”, lembra-se?
Agora diz que pertence à cultura dos “zombies”.
Coitadinho do CS!
Ó h5n1, dê lá 3 exemplos de alguém que não seja zombie, da nomenklatura, estalinista ou mafioso neste país?
Vamos lá a pensar…….
Abril 27, 2010 at 1:51 pm
A escola do Silva II é a do marxismo-trapalhista que cultiva a Frente Unida com a maçonaria.
Dar exemplos de integridade num manicómio gerido por mafiosos é sempre um exercício da paternalismo berlusconiano.
Para mais informações diriga-se ao guichet 5, onde fornecem próteses de pensamento formatado.
Abril 27, 2010 at 1:52 pm
Errata.
Onde se lê “diriga-se” deverá ler-se “dirija-se”
Abril 27, 2010 at 1:55 pm
Carvalho da Silva foi um dos signatários do “Entendimento I”, em parceria com Vieira da Silva, à época ministro do Trabalho.
Abril 27, 2010 at 2:32 pm
#149,
Nem umzinho exemplo?
O estar “formatado”é normal. O importante é sabermos de que formatação estamos a falar e se temos consciência da formatação. E aqui podíamos voltar à escola do “passado” outra vez.E a todas as esferas da sociedade.
#151,
anah,
E tu, não ajudas aqui com 1 ou 2 exemplos de alguém com integridade?
Para psicóloga, acho que o teu discurso anda um pouco alterado.
Relaxa.
)
(sorriso- o charme discreto da burguesia ou, coo dizia o outro, na dúvida mantém o charme.)
Abril 27, 2010 at 8:39 pm
A Ministra da Educação veio pronunciar-se em público sobre o caso concreto do suicídio do professor de Sintra.
Mesmo estando o processo em segredo e a decorrer.
Percebe-se agora a vergonhosa posição do psiquiatra de serviço Daniel Sampaio…..
Se quiserem recorrer para a ministra do arquivamento do caso, já sabem a resposta….
é tudo farinha do mesmo saco
às perguntas do DN de hoje a seguir, respondeu a Ministra da Educação:
Pergunta:
Essa agressividade tem gerado casos de suicídio como os que foram noticiados nas últimas semanas.
Resposta:
Não, isso não é verdade. Eu partilho absolutamente da visão e da análise que o professor Daniel Sampaio tem feito e vindo a publicar. Ele chama a atenção para os casos-limites, como é o caso de um suicídio, e refere que nunca é apenas devido a um factor externo. Nunca é só a profissão, a situação familiar ou a situação amorosa, há uma conjugação de factores que têm a ver com a personalidade das pessoas.
Pergunta:
São casos extremos?
Resposta:
É um caso extremo. Ainda por cima, a escola não é um local onde se morra. Uma pessoa admite que num hospital possa haver uma fatalidade tremenda, mas quando um jovem ou um adulto jovem morre é tremendo e a escola fica num estado de consternação. O que temos de fazer é dar apoio, é isso que nós temos feito.
Pergunta:
O caso do Leandro e o do professor que se atirou da Ponte 25 de Abril colocaram o ministério numa situação complicada?
Resposta:
O ministério tem há vários anos um gabinete de segurança escolar e um observatório de segurança escolar exactamente para prevenção dessas situações e para actuar. Evi- dentemente que são circunstâncias trágicas as da morte de uma pessoa numa escola. Nós sofremos, mas não é só por isso que actuamos – é que sabemos que os pais entregam os filhos às escolas para que estejam em segurança.