Hoje em dia, a Quinta Dimensão não teria o mesmo impacto que teve em tempos. O pessoal habituou-se a ser amedrontado e exposto a cenários macabros constantemente.
A Ministra da Educação veio pronunciar-se em público sobre o caso concreto do suicídio do professor de Sintra.
Mesmo estando o processo em segredo e a decorrer.
Percebe-se agora a vergonhosa posição do psiquiatra de serviço Daniel Sampaio…..
Se quiserem recorrer para a ministra do arquivamento do caso, já sabem a resposta….
é tudo farinha do mesmo saco
às perguntas do DN de hoje a seguir, respondeu a Ministra da Educação:
Pergunta:
Essa agressividade tem gerado casos de suicídio como os que foram noticiados nas últimas semanas.
Resposta:
Não, isso não é verdade. Eu partilho absolutamente da visão e da análise que o professor Daniel Sampaio tem feito e vindo a publicar. Ele chama a atenção para os casos-limites, como é o caso de um suicídio, e refere que nunca é apenas devido a um factor externo. Nunca é só a profissão, a situação familiar ou a situação amorosa, há uma conjugação de factores que têm a ver com a personalidade das pessoas.
Pergunta:
São casos extremos?
Resposta:
É um caso extremo. Ainda por cima, a escola não é um local onde se morra. Uma pessoa admite que num hospital possa haver uma fatalidade tremenda, mas quando um jovem ou um adulto jovem morre é tremendo e a escola fica num estado de consternação. O que temos de fazer é dar apoio, é isso que nós temos feito.
Pergunta:
O caso do Leandro e o do professor que se atirou da Ponte 25 de Abril colocaram o ministério numa situação complicada?
Resposta:
O ministério tem há vários anos um gabinete de segurança escolar e um observatório de segurança escolar exactamente para prevenção dessas situações e para actuar. Evi- dentemente que são circunstâncias trágicas as da morte de uma pessoa numa escola. Nós sofremos, mas não é só por isso que actuamos – é que sabemos que os pais entregam os filhos às escolas para que estejam em segurança.
Abril 27, 2010 at 12:36 am
Way cool.
Abril 27, 2010 at 12:40 am
Q é uma letra difícil…
Abril 27, 2010 at 3:02 am
Grande série, esta da Quinta Dimensão!
Tal como aqueles episódios do Hitchcock de que não me lembro o nome.
Abril 27, 2010 at 7:08 am
Estava à espera do Quo Vadis…
Abril 27, 2010 at 7:49 am
Hoje em dia, a Quinta Dimensão não teria o mesmo impacto que teve em tempos. O pessoal habituou-se a ser amedrontado e exposto a cenários macabros constantemente.
Continua a ser uma das “clássicas, imo.
Abril 27, 2010 at 8:39 pm
A Ministra da Educação veio pronunciar-se em público sobre o caso concreto do suicídio do professor de Sintra.
Mesmo estando o processo em segredo e a decorrer.
Percebe-se agora a vergonhosa posição do psiquiatra de serviço Daniel Sampaio…..
Se quiserem recorrer para a ministra do arquivamento do caso, já sabem a resposta….
é tudo farinha do mesmo saco
às perguntas do DN de hoje a seguir, respondeu a Ministra da Educação:
Pergunta:
Essa agressividade tem gerado casos de suicídio como os que foram noticiados nas últimas semanas.
Resposta:
Não, isso não é verdade. Eu partilho absolutamente da visão e da análise que o professor Daniel Sampaio tem feito e vindo a publicar. Ele chama a atenção para os casos-limites, como é o caso de um suicídio, e refere que nunca é apenas devido a um factor externo. Nunca é só a profissão, a situação familiar ou a situação amorosa, há uma conjugação de factores que têm a ver com a personalidade das pessoas.
Pergunta:
São casos extremos?
Resposta:
É um caso extremo. Ainda por cima, a escola não é um local onde se morra. Uma pessoa admite que num hospital possa haver uma fatalidade tremenda, mas quando um jovem ou um adulto jovem morre é tremendo e a escola fica num estado de consternação. O que temos de fazer é dar apoio, é isso que nós temos feito.
Pergunta:
O caso do Leandro e o do professor que se atirou da Ponte 25 de Abril colocaram o ministério numa situação complicada?
Resposta:
O ministério tem há vários anos um gabinete de segurança escolar e um observatório de segurança escolar exactamente para prevenção dessas situações e para actuar. Evi- dentemente que são circunstâncias trágicas as da morte de uma pessoa numa escola. Nós sofremos, mas não é só por isso que actuamos – é que sabemos que os pais entregam os filhos às escolas para que estejam em segurança.