Boa parte do mundo empresarial português vive num autêntica “economia de influência”, cuja “motivação não é servir o interesse nacional, é o poder pelo poder e o alastramento de um domínio que aspira a invadir todos os sectores da sociedade”. Esta visão do “mau capitalismo” é identificada e dissecada por Filipe Pinhal , no seu novo livro, A Bem Dizer, da editora bnomics, que é amanhã apresentado.
A dívida pública nacional (de Portugal) deverá representar este ano 86 por cento do PIB, enquanto a grega representará 124 por cento. Mas a dívida provada nacional era 239 por cento do PIB em 2008, face a 129 da grega, de acordo com um analista do Deutsche bank citado no Telegraph.
Na sexta-feira, o país era já tinha sido apresentado no diário The New York Times como o próximo alvo dos mercados. Num artigo intitulado “Preocupações com a dívida mudam para Portugal, motivadas pela subida das taxas das obrigações”, dizia-se que os especuladores dos mercados estavam agora a avançar em direcção “a mais um pequeno membro da perturbada zona monetária europeia”, depois de a Grécia estar aparentemente em vias de ultrapassar a sua crise imediata, através da ajuda dos outros membros da zona euro e do FMI.
No dia anterior, Simon Jonhson, ex-economista chefe do FMI, dizia que “o próximo grande problema global” seria Portugal.
Estado recorre cada vez mais ao trabalho temporário para superar falta de pessoal
20.04.2010 – 08:14 Por Raquel Martins
Governo quer disciplinar esta prática, que tem sido a solução encontrada pelos organismos públicos para fazer face à contenção das entradas e ao controlo dos recibos verdes. As Finanças estão preocupadas com o aumento dos temporários
Os serviços e organismos públicos estão a recorrer cada vez mais a empresas de trabalho temporário para responderem às restrições na contratação de novos funcionários e ao maior controlo dos recibos verdes. Dos 100 mil trabalhadores temporários que no ano passado havia em Portugal, cerca de 20 por cento, ou seja, 20 mil, estarão no Estado.
Os dados são da Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego (APESPE), já que o Ministério das Finanças não tem dados sobre o universo de trabalhadores temporários no Estado.
“Tem havido um acréscimo da actividade do trabalho temporário no Estado. Mas até estávamos à espera de um aumento maior, dados os problemas com que se confronta a Administração Pública, a braços com restrições nas saídas acima do previsto”, frisou ao PÚBLICO Marcelino Pena Costa, presidente da APESPE.
Na prática, os serviços que estão impedidos de contratar funcionários e de usar recibos verdes indiscriminadamente acabam por recorrer a trabalho temporário para conseguirem porosseguir as suas funções. “O trabalho não espera e tem que ser feito, tanto nas empresas como no Estado”, lembra Marcelino Pena Costa.
Negócio apetecível
Também várias empresas do sector que preferiram não se identificar estabelecem uma relação de causa-efeito entre as restrições na admissão de pessoal e no controlo das prestações de serviço com o aumento da sua intervenção nos serviços públicos e vêem no Estado um “negócio apetecível” e que “mexe com muitos trabalhadores”. Nenhuma área está imune ao fenómeno. Os concursos para prestação de serviços dirigidos a empresas de trabalho temporário tanto são lançados pelo Ministério das Finanças, como por hospitais ou autarquias. Isto significa que há médicos, enfermeiros, técnicos superiores, ou pessoal de limpeza nos diversos serviços da Administração Pública com contratos de trabalho temporário.
Confrontado com esta realidade e perante a necessidade de conter ao máximo as despesas com pessoal, o Governo está a preparar uma portaria para disciplinar o uso dos contratos de prestação de serviços com empresas de trabalho temporário, empresas de consultoria e de outsourcing. O anúncio foi feito ontem aos sindicatos pelo secretário de Estado da Administração Pública, durante uma reunião suplementar para discutir o congelamento salariais e as mudanças na aposentação.
O Governo vai obrigar a que todos os concursos de prestação de serviços acima de “um determinado montante” precisem de autorização do Ministério das Finanças, tal como já acontece com as prestações de serviços com pessoas singulares.
O objectivo é “alcançar resultados igualmente inéditos e positivos no segmento do recurso a prestações e serviços por empresas de trabalho temporário, sociedades unipessoais, consultadoria e outsourcing, conforme se verificou nos recibos verdes com pessoas singulares”, frisou Gonçalo Castilho dos Santos.
Entre 2005 e 2009, as tarefas e as avenças reduziram-se em 40 por cento, para cerca de cinco mil, na administração central.
Estamos perante a urgente necessidade de reavaliar a decisão sobre a construção de um novo aeroporto
Entre 2003 e 2008, o crescimento do número de passageiros na Portela foi espectacular. Nesse período o tráfego anual passou de 9,8 para 13,6 milhões de passageiros, a que corresponde uma taxa média anual de crescimento de 6,9%. E foram precisamente estes números que apressaram a decisão de construir um novo aeroporto em Lisboa.
Mas a crise que agora atravessamos (cujo fim se não descortina) alterou radicalmente a situação. Em 2008 o crescimento anual de passageiros na Portela foi apenas de 1,6%. E em 2009, contrariando previsões anteriores que apontavam para um crescimento de 6%, houve mesmo um decréscimo de 2,6%. A crise no sector é mundial e generalizada. E nos próximos anos, a existir alguma recuperação, tudo indica que será muito lenta.
Joint Chiefs Chair: No, No, No. Don’t Attack Iran.
We are all screwed if Iran gets a nuke. And we may be just as screwed if the United States attacks Iran to keep Tehran from getting that nuke.
Okay, I’m paraphrasing a bit. But that’s the core of the message from America’s top military officer, who reiterated today his canyon-deep reservations about any military solution to the Iranian nuclear crisis. Sure, U.S. strikes might set back Tehran’s atomic weapons program — for a while. But the “unintended consequences” of a hit on Iran’s nuclear facilities could easily outweigh the benefits of that delay, Joint Chiefs of Staff Chairman Admiral Mike Mullen told a forum at Columbia University.
Não me importo de votar sozinho por uma opção; apenas em compreender o que está em causa.
Qualquer que seja a ideia de democracia, ela está para lá do recurso ao insulto contra os que não têm a mesma opinião. Essa é a barreira intransponível.
Há um choque constante entre expectativas e realizações. A nossa impaciência não é argumento.
Entre 1987 e 2008, os governos de Cavaco Silva, Guterres, Durão Barroso e Sócrates,
procederam à privatização maciça de inúmeras empresas públicas, obtendo uma receita
de 28.039,6 milhões de euros a preços nominais. No entanto, no mesmo período, a Divida
Pública passou de 19.049,4 milhões de euros para 110.346,6 milhões de euros, ou seja,
aumentou 5,8 vezes (+ 91.297,2 milhões de euros). Até 2013, o actual governo tenciona
privatizar totalmente cinco empresas (INAPA, Edisoft, EID, Empordef, Sociedade
Portuguesa de Empreendimentos) e parcialmente sete empresas (GALP, EDP, TAP, CTT,
ANA, Companhia de Seguros Fidelidade-Mundial e Império-Bonança, e EMEF), e
arrecadar desta forma cerca de 6.000 milhões de euros. No entanto, em 2013, o governo
prevê no PEC: 2010-2013 que a Divida Pública atinja 89,8% do PIB o que corresponde a
cerca de 163.860 milhões de euros, ou seja, mais 53.513,5 milhões de euros do que em
2008, e mais 144.811 milhões de euros do que em 1987. É claro o fracasso desta politica
de venda de empresas públicas para resolver o problema do aumento rápido da divida
pública.
Bom dia! Como, para mim, o prometido ainda é devido, cá fica o link. Peço desculpa se o texto for demasiado longo para sindicalistas, pessoas habituadas a frases ou fjsantos…
Meus caros tudo isto não vai passar de “peanuts” quando o verdadeiro tsunami chegar:
Bruxelas acusa bancos de empurrar Portugal para a falência
Portugal e Grécia voltaram ontem a sentir grande hostilidade dos mercados, com os respectivos spreads [risco dos países] a disparar (ver texto ao lado) e a dificultar o financiamento da actividade interna. Há investidores, economistas e comentadores internacionais que acusam os países de terem cavado a sua própria sepultura nos últimos anos. Viveram a crédito e evoluíram pouco em termos económicos. Agora, que chegou a hora de pagar a factura, muitos levantam dúvidas sobre o músculo financeiro dessas nações e sobre a capacidade de irem ao mercado pedir emprestado.
A Grécia está bastante mal (os juros que estão a pedir ao país são exorbitantes), tendo Atenas aberto já a porta a uma possível utilização do pacto salvamento providenciado pela União Europeia e FMI. Segundo muitos especialistas, a Grécia está à beira da falência e Portugal já esteve mais longe.
A última investida foi de Simon Johnson. O antigo economista-chefe do FMI e colunista do “The New York Times”, diz que Portugal vai ser “o próximo problema global”. O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, ripostou: “São comentários reveladores de ignorância e que ilustram o preconceito céptico em relação ao euro”. Em entrevista do “Jornal de Negócios”, Johnson voltou à carga, acusando o governo de estar “em negação”.
Remuneração mínima abrange já 9% dos trabalhadores por conta de outrem, duas vezes mais que em 2006
O número de trabalhadores a receber o salário mínimo duplicou desde 2006, à boleia da crise e do desemprego elevado, que pressiona os salários em baixa. Estima-se que já sejam 9% dos trabalhadores por conta de outrem com remuneração mínima.
Tendo em conta um universo de 3,8 milhões de empregados por conta de outrem, existem actualmente cerca de 342 mil indivíduos que não recebem mais do que 475 euros mensais pelo seu trabalho, aponta um estudo sobre Salários, Políticas Macroeconómicas e Desigualdades, da CGTP, a que o DN teve acesso.
De acordo com os últimos dados dos Quadros de Pessoal (do Ministério do Trabalho) – apenas referentes ao sector privado -, em Abril de 2009 a percentagem de mão-de-obra abrangida pela remuneração mínima já tinha atingido os 8,2%, ou seja cerca de 311 mil trabalhadores
ENTRETANTO, O MEDICAMENTO AVASTIN,PARA COMBATER O CANCRO NÃO É COMPARTICIPADO !!! ELUCIDATIVO, COMO ESTE (DES)GOVERNO SE COMPORTA… O novo estádio da cidade de Al-Kahder, nos arredores de Belém, na Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, vai ser inaugurado na próxima segunda-feira. O recinto custou dois milhões de dólares, tem capacidade para seis mil espectadores, é certificado pela FIFA e dispõe de piso sintético e iluminação.
Vampirella tem fama de ultrapassar os obstáculos usando um glamour e uma sedução inspirados em Sofia Loren (cf. imagem do post com esta), levando de vencida mesmo os adversários mais experientes. A imagem é no entanto enganadora: de facto a maioria das vezes a sua postura revela um temperamento combativo (ver aqui e aqui).
Trata-se portanto de mais um caso em que a “realidade copia a arte e em que esta, por sua vez, vinga-se copiando a primeira”, na análise de T. S. Boobs. Este processo gera uma estrutura de dupla personalidade coexistindo em simbiose, o que com frequência desnorteia os seus interlocutores (T.S. Boobs, “The Art of Riding Every Saddle and Getting Away With It”).
O segredo de Vampirella reside provavelmente num fenómeno designado por PS Vamp. O Psyvamp (vampirismo psíquico) é um processo de drenagem da energia psíquica e emocional que leva ao esgotamento da vítima. (ver aqui).
Um dos métodos que se julga serem eficazes contra o ataque de uma PS vamp consiste em cruzar os braços e as pernas e não fazer nada (ver aqui).
O alvo é o euro. A Merkl veio antes de ontem de ver o amigo colorido por causa disso. Portanto o resto da Europa que nos defenda ou iremos vender os ossos aos chineses para eles terem aqui um entreposto para sacar o material de África. Não é o que nós fomos fazer a Macau?
Previsão:
Nas próximas horas, ou nos próximos dias, ou, talvez, nas próximas semanas, vai ser reavivado o “Movimento dos professores que pediram um parecer ao Doutor Garcia Pereira”.
O objectivo é demonstrar jurídicamente os erros, ilegalidades e injustiças que os sindicatos apontam ao Aviso de Abertura do Concurso.
Preparemo-nos para contribuir para o pagamento do douto parecer. Vai dizer o que já se sabe. Mas não importa.
Já sabem alguma coisa? Isso sim é um avanço. Em geral os colegas queixam-se de que quando pedem informações não obtêm cabal esclarecimento nem num lado nem no outro.
Boa tarde!
Hj acabei a componente lectiva. Agora tou numa de trabalho individual: 2 turma de testes de LP para ver. Vou já começar. Até já colegas mui ruins!!!
O ruído em torno da Grécia, por parte dos media ingleses e americanos em particular, terá tentado esconder à maior parte dos actores económicos, financeiros e políticos o facto de que o problema grego não era o sinal de uma próxima crise da zona Euro [2] , mas de facto um indício avançado do próximo grande choque da crise sistémica global, a saber a colisão entre, de um lado, a virtualidade das economias britânica e americana fundamentadas num endividamento público e privado insustentável e, por outro, o duplo muro da maturidade dos empréstimos vindo a vencer a partir de 2011 acumulado com a penúria global de fundos disponíveis para se refinanciarem em boas condições.
A política de “entreajuda” não escapa aos valores (nestes, há que salientar a hipocrisia!) em que assenta o modo de produção dominante, por isso, os países cujo risco de incumprimento é elevado, face ao volume da dívida, têm as taxas de juro agravadas. Quanto a isto, estamos conversados!
Por outro lado, as políticas seguidas por muitos países são contrárias ao seu desenvolvimento, Portugal é disso um bom mau exemplo: quando a economia começou a dar mostras de recessão, ao invés de se ter aplicado uma política expansionista, foi implementada uma política restritiva.
Como já tinha referido, os nossos governantes têm “confundido” sistematicamente investimento autónomo, proporcionador de crescimento sustentado, com gastos improdutivos que, queiramos ou não, somos levados a pensar que são o sustentáculo da corrupção que, esta sim, tem tido um excelente crescimento sustentado!
Apesar do lamentável cenário com que nos deparamos, a existência de uma dívida monstruosa (as estatísticas, como os professores bem sabem, são falaciosas e, neste caso, as notícias até nos dão conta disso) e respectivos juros em função de um ror de obras megalómanas e improdutivas – com todas as roubalheiras, digo, derrapagens – ainda nos querem sujeitar a pagar TGVs, aeroportos e outros elefantes brancos que venham a entender necessários para proporcionar o enriquecimento sem justa causa a uns tantos larápios, digo, ilustres senhores.
E, ainda, como fazem os governos de qualquer país subdesenvolvido, aplicam medidas que levam ao corte nas despesas com a educação, saúde e vencimentos dos funcionários públicos criando todas as condições necessárias e suficientes para não sairmos do famigerado círculo vicioso da pobreza… Esquecem-se(?) que o desenvolvimento exige uma gestão racional dos recursos, melhoria do nível de instrução e formação e, sobretudo, uma repartição da riqueza mais equitativa que conduza à eliminação da pobreza.
Bem, deixei de exercer funções na actividade bancária há um bom par de anos e, como sabemos, os conhecimentos vão ficando embotados… Fiz uma pesquisa no google e depreendi, talvez mal, que é o período concedido para amortizar o capital em dívida.
Mas, tal como refere a notícia, o grande problema da economia mundial é o facto de um elevado valor das transacções ser virtual. Assim, o fluxo monetário deixou de representar o fluxo real da economia; segundo Stiglitz, aquele é cerca de 80 a 90% superior, daí que tivessem avançado com a denominada “crise financeira”, mas, na verdade, a crise é económica.
Vê-se que nos querem remeter para um mundo virtual, mas parece que este ainda não tem como suprir a grande maioria das nossas necessidades!
” ainda, como fazem os governos de qualquer país subdesenvolvido, aplicam medidas que levam ao corte nas despesas com a educação, saúde e vencimentos dos funcionários públicos criando todas as condições necessárias e suficientes para não sairmos do famigerado círculo vicioso da pobreza”
Trata-se de um registo fotográfico do momento em que o camarada Shu Pah, acusado de divisionismo, sedição e mau hálito é obrigado a engolir a sua teoria da conspiração depois da revelação por parte dos líderes sindicais de uma milagrosa solução previamente acordada.
Está a falar de que estratos sociais? É que nos EUA vivem-se realidades paralelas. Os gastos públicos com a educação (e com a saúde) sempre foram inferiores aos gastos com as prisões, pelo menos, em certos estados.
Os estratos superiores detêm uma fatia colossal da riqueza e não precisam dos serviços públicos que, regra geral, são apenas para os estratos inferiores e, por vezes(?), para os indigentes.
Um país cujo crescimento económico se tem ficado a dever ao que se pode chamar economia de guerra (pelo menos desde o século passado), aos juros cobrados a países que se endividaram graças à exploração das suas matérias-primas, mão-de-obra, etc. e tal, talvez não seja o que eu considero ser um país desenvolvido.
Os indicadores da economia real americana dar-nos-iam uma ideia muito aproximada do seu grau de “desenvolvimento” ou da sua dependência – a balança comercial, que representa a estrutura de uma economia – é um indicador muito pouco favorável…
Abril 20, 2010 at 7:39 am
Bom dia!
“Vampirela Alçada” or “Nogueira´s Last Smile”
RIP Nogueira
Abril 20, 2010 at 7:54 am
Bom dia!
Abril 20, 2010 at 8:13 am
A ‘economia de influência’ segundo Filipe Pinhal
Boa parte do mundo empresarial português vive num autêntica “economia de influência”, cuja “motivação não é servir o interesse nacional, é o poder pelo poder e o alastramento de um domínio que aspira a invadir todos os sectores da sociedade”. Esta visão do “mau capitalismo” é identificada e dissecada por Filipe Pinhal , no seu novo livro, A Bem Dizer, da editora bnomics, que é amanhã apresentado.
PAULA CORDEIRO
Abril 20, 2010 at 8:42 am
Joseph Stiglitz duvida de Teixeira dos Santos…
A dívida pública nacional (de Portugal) deverá representar este ano 86 por cento do PIB, enquanto a grega representará 124 por cento. Mas a dívida provada nacional era 239 por cento do PIB em 2008, face a 129 da grega, de acordo com um analista do Deutsche bank citado no Telegraph.
Na sexta-feira, o país era já tinha sido apresentado no diário The New York Times como o próximo alvo dos mercados. Num artigo intitulado “Preocupações com a dívida mudam para Portugal, motivadas pela subida das taxas das obrigações”, dizia-se que os especuladores dos mercados estavam agora a avançar em direcção “a mais um pequeno membro da perturbada zona monetária europeia”, depois de a Grécia estar aparentemente em vias de ultrapassar a sua crise imediata, através da ajuda dos outros membros da zona euro e do FMI.
No dia anterior, Simon Jonhson, ex-economista chefe do FMI, dizia que “o próximo grande problema global” seria Portugal.
Paulo Miguel Madeira
Abril 20, 2010 at 8:44 am
Bom dia…
Abril 20, 2010 at 8:48 am
Aqui ao lado, muito perto:
Função Pública
Estado recorre cada vez mais ao trabalho temporário para superar falta de pessoal
20.04.2010 – 08:14 Por Raquel Martins
Governo quer disciplinar esta prática, que tem sido a solução encontrada pelos organismos públicos para fazer face à contenção das entradas e ao controlo dos recibos verdes. As Finanças estão preocupadas com o aumento dos temporários
Os serviços e organismos públicos estão a recorrer cada vez mais a empresas de trabalho temporário para responderem às restrições na contratação de novos funcionários e ao maior controlo dos recibos verdes. Dos 100 mil trabalhadores temporários que no ano passado havia em Portugal, cerca de 20 por cento, ou seja, 20 mil, estarão no Estado.
Os dados são da Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego (APESPE), já que o Ministério das Finanças não tem dados sobre o universo de trabalhadores temporários no Estado.
“Tem havido um acréscimo da actividade do trabalho temporário no Estado. Mas até estávamos à espera de um aumento maior, dados os problemas com que se confronta a Administração Pública, a braços com restrições nas saídas acima do previsto”, frisou ao PÚBLICO Marcelino Pena Costa, presidente da APESPE.
Na prática, os serviços que estão impedidos de contratar funcionários e de usar recibos verdes indiscriminadamente acabam por recorrer a trabalho temporário para conseguirem porosseguir as suas funções. “O trabalho não espera e tem que ser feito, tanto nas empresas como no Estado”, lembra Marcelino Pena Costa.
Negócio apetecível
Também várias empresas do sector que preferiram não se identificar estabelecem uma relação de causa-efeito entre as restrições na admissão de pessoal e no controlo das prestações de serviço com o aumento da sua intervenção nos serviços públicos e vêem no Estado um “negócio apetecível” e que “mexe com muitos trabalhadores”. Nenhuma área está imune ao fenómeno. Os concursos para prestação de serviços dirigidos a empresas de trabalho temporário tanto são lançados pelo Ministério das Finanças, como por hospitais ou autarquias. Isto significa que há médicos, enfermeiros, técnicos superiores, ou pessoal de limpeza nos diversos serviços da Administração Pública com contratos de trabalho temporário.
Confrontado com esta realidade e perante a necessidade de conter ao máximo as despesas com pessoal, o Governo está a preparar uma portaria para disciplinar o uso dos contratos de prestação de serviços com empresas de trabalho temporário, empresas de consultoria e de outsourcing. O anúncio foi feito ontem aos sindicatos pelo secretário de Estado da Administração Pública, durante uma reunião suplementar para discutir o congelamento salariais e as mudanças na aposentação.
O Governo vai obrigar a que todos os concursos de prestação de serviços acima de “um determinado montante” precisem de autorização do Ministério das Finanças, tal como já acontece com as prestações de serviços com pessoas singulares.
O objectivo é “alcançar resultados igualmente inéditos e positivos no segmento do recurso a prestações e serviços por empresas de trabalho temporário, sociedades unipessoais, consultadoria e outsourcing, conforme se verificou nos recibos verdes com pessoas singulares”, frisou Gonçalo Castilho dos Santos.
Entre 2005 e 2009, as tarefas e as avenças reduziram-se em 40 por cento, para cerca de cinco mil, na administração central.
Abril 20, 2010 at 8:58 am
Estamos perante a urgente necessidade de reavaliar a decisão sobre a construção de um novo aeroporto
Entre 2003 e 2008, o crescimento do número de passageiros na Portela foi espectacular. Nesse período o tráfego anual passou de 9,8 para 13,6 milhões de passageiros, a que corresponde uma taxa média anual de crescimento de 6,9%. E foram precisamente estes números que apressaram a decisão de construir um novo aeroporto em Lisboa.
Mas a crise que agora atravessamos (cujo fim se não descortina) alterou radicalmente a situação. Em 2008 o crescimento anual de passageiros na Portela foi apenas de 1,6%. E em 2009, contrariando previsões anteriores que apontavam para um crescimento de 6%, houve mesmo um decréscimo de 2,6%. A crise no sector é mundial e generalizada. E nos próximos anos, a existir alguma recuperação, tudo indica que será muito lenta.
Luis Queiros
Abril 20, 2010 at 9:05 am
Joint Chiefs Chair: No, No, No. Don’t Attack Iran.
We are all screwed if Iran gets a nuke. And we may be just as screwed if the United States attacks Iran to keep Tehran from getting that nuke.
Okay, I’m paraphrasing a bit. But that’s the core of the message from America’s top military officer, who reiterated today his canyon-deep reservations about any military solution to the Iranian nuclear crisis. Sure, U.S. strikes might set back Tehran’s atomic weapons program — for a while. But the “unintended consequences” of a hit on Iran’s nuclear facilities could easily outweigh the benefits of that delay, Joint Chiefs of Staff Chairman Admiral Mike Mullen told a forum at Columbia University.
Noah Shachtman
Abril 20, 2010 at 9:16 am
Desculpem-me as ladies mas hoje, o Bom Dia, é no Reitor…
Abril 20, 2010 at 9:25 am
#9
uot ar iu tóquing abaute?
Abril 20, 2010 at 9:30 am
Não me importo de votar sozinho por uma opção; apenas em compreender o que está em causa.
Qualquer que seja a ideia de democracia, ela está para lá do recurso ao insulto contra os que não têm a mesma opinião. Essa é a barreira intransponível.
Há um choque constante entre expectativas e realizações. A nossa impaciência não é argumento.
Mais monólogos sem valor
Abril 20, 2010 at 9:31 am
Bom dia.
Abril 20, 2010 at 9:34 am
#10
De nada… o Reitor mudou a “boa alma” por uma vaca.
Abril 20, 2010 at 9:35 am
Assim perdeu a graça… ou isabel ou ana, ou lá qual seria o nome da formosa.
Abril 20, 2010 at 9:41 am
#11
Au contraire, mon cher. Pas de tout. Très bon.
Pas de valeur? Tu est “fou”, comme moi, seulement, pour dire ça…
Só que no meio de tanto ferrão, um tipo até fica intimidado.
Abril 20, 2010 at 9:50 am
Bom dia.
Abril 20, 2010 at 10:04 am
Bom dia.
Abril 20, 2010 at 11:15 am
Bom dia!
Abril 20, 2010 at 11:28 am
#15
Merci
É a realidade que tem contornos preocupantes.
Entre 1987 e 2008, os governos de Cavaco Silva, Guterres, Durão Barroso e Sócrates,
procederam à privatização maciça de inúmeras empresas públicas, obtendo uma receita
de 28.039,6 milhões de euros a preços nominais. No entanto, no mesmo período, a Divida
Pública passou de 19.049,4 milhões de euros para 110.346,6 milhões de euros, ou seja,
aumentou 5,8 vezes (+ 91.297,2 milhões de euros). Até 2013, o actual governo tenciona
privatizar totalmente cinco empresas (INAPA, Edisoft, EID, Empordef, Sociedade
Portuguesa de Empreendimentos) e parcialmente sete empresas (GALP, EDP, TAP, CTT,
ANA, Companhia de Seguros Fidelidade-Mundial e Império-Bonança, e EMEF), e
arrecadar desta forma cerca de 6.000 milhões de euros. No entanto, em 2013, o governo
prevê no PEC: 2010-2013 que a Divida Pública atinja 89,8% do PIB o que corresponde a
cerca de 163.860 milhões de euros, ou seja, mais 53.513,5 milhões de euros do que em
2008, e mais 144.811 milhões de euros do que em 1987. É claro o fracasso desta politica
de venda de empresas públicas para resolver o problema do aumento rápido da divida
pública.
Eugénio Rosa
Abril 20, 2010 at 11:32 am
Bom dia! Como, para mim, o prometido ainda é devido, cá fica o link. Peço desculpa se o texto for demasiado longo para sindicalistas, pessoas habituadas a frases ou fjsantos…
http://porquemedizem.blogspot.com/2010/04/para-quando-o-sindicato-dos.html
Abril 20, 2010 at 11:40 am
Bom dia!!!!!!!!!!!!!
http://gataescondida.wordpress.com/2010/04/20/7241/
Abril 20, 2010 at 11:40 am
Bom Dia!
Abril 20, 2010 at 11:42 am
Meus caros tudo isto não vai passar de “peanuts” quando o verdadeiro tsunami chegar:
Bruxelas acusa bancos de empurrar Portugal para a falência
Portugal e Grécia voltaram ontem a sentir grande hostilidade dos mercados, com os respectivos spreads [risco dos países] a disparar (ver texto ao lado) e a dificultar o financiamento da actividade interna. Há investidores, economistas e comentadores internacionais que acusam os países de terem cavado a sua própria sepultura nos últimos anos. Viveram a crédito e evoluíram pouco em termos económicos. Agora, que chegou a hora de pagar a factura, muitos levantam dúvidas sobre o músculo financeiro dessas nações e sobre a capacidade de irem ao mercado pedir emprestado.
A Grécia está bastante mal (os juros que estão a pedir ao país são exorbitantes), tendo Atenas aberto já a porta a uma possível utilização do pacto salvamento providenciado pela União Europeia e FMI. Segundo muitos especialistas, a Grécia está à beira da falência e Portugal já esteve mais longe.
A última investida foi de Simon Johnson. O antigo economista-chefe do FMI e colunista do “The New York Times”, diz que Portugal vai ser “o próximo problema global”. O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, ripostou: “São comentários reveladores de ignorância e que ilustram o preconceito céptico em relação ao euro”. Em entrevista do “Jornal de Negócios”, Johnson voltou à carga, acusando o governo de estar “em negação”.
Abril 20, 2010 at 11:50 am
Remuneração mínima abrange já 9% dos trabalhadores por conta de outrem, duas vezes mais que em 2006
O número de trabalhadores a receber o salário mínimo duplicou desde 2006, à boleia da crise e do desemprego elevado, que pressiona os salários em baixa. Estima-se que já sejam 9% dos trabalhadores por conta de outrem com remuneração mínima.
Tendo em conta um universo de 3,8 milhões de empregados por conta de outrem, existem actualmente cerca de 342 mil indivíduos que não recebem mais do que 475 euros mensais pelo seu trabalho, aponta um estudo sobre Salários, Políticas Macroeconómicas e Desigualdades, da CGTP, a que o DN teve acesso.
De acordo com os últimos dados dos Quadros de Pessoal (do Ministério do Trabalho) – apenas referentes ao sector privado -, em Abril de 2009 a percentagem de mão-de-obra abrangida pela remuneração mínima já tinha atingido os 8,2%, ou seja cerca de 311 mil trabalhadores
ENTRETANTO, O MEDICAMENTO AVASTIN,PARA COMBATER O CANCRO NÃO É COMPARTICIPADO !!! ELUCIDATIVO, COMO ESTE (DES)GOVERNO SE COMPORTA… O novo estádio da cidade de Al-Kahder, nos arredores de Belém, na Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, vai ser inaugurado na próxima segunda-feira. O recinto custou dois milhões de dólares, tem capacidade para seis mil espectadores, é certificado pela FIFA e dispõe de piso sintético e iluminação.
Abril 20, 2010 at 11:59 am
#20
Se não te comentares a ti próprio, ninguém te comentará.
Abril 20, 2010 at 12:07 pm
#25 Que pena…
Abril 20, 2010 at 12:26 pm
Vampiresma: Choque e Terror!
Vampirella tem fama de ultrapassar os obstáculos usando um glamour e uma sedução inspirados em Sofia Loren (cf. imagem do post com esta), levando de vencida mesmo os adversários mais experientes. A imagem é no entanto enganadora: de facto a maioria das vezes a sua postura revela um temperamento combativo (ver aqui e aqui).
Trata-se portanto de mais um caso em que a “realidade copia a arte e em que esta, por sua vez, vinga-se copiando a primeira”, na análise de T. S. Boobs. Este processo gera uma estrutura de dupla personalidade coexistindo em simbiose, o que com frequência desnorteia os seus interlocutores (T.S. Boobs, “The Art of Riding Every Saddle and Getting Away With It”).
O segredo de Vampirella reside provavelmente num fenómeno designado por PS Vamp. O Psyvamp (vampirismo psíquico) é um processo de drenagem da energia psíquica e emocional que leva ao esgotamento da vítima. (ver aqui).
Um dos métodos que se julga serem eficazes contra o ataque de uma PS vamp consiste em cruzar os braços e as pernas e não fazer nada (ver aqui).
Abril 20, 2010 at 12:27 pm
Autocritiquem-se camaradas !
Abril 20, 2010 at 12:34 pm
Bom dia a todos !!!
Abril 20, 2010 at 12:43 pm
#23
O alvo é o euro. A Merkl veio antes de ontem de ver o amigo colorido por causa disso. Portanto o resto da Europa que nos defenda ou iremos vender os ossos aos chineses para eles terem aqui um entreposto para sacar o material de África. Não é o que nós fomos fazer a Macau?
Abril 20, 2010 at 12:57 pm
Previsão:
Nas próximas horas, ou nos próximos dias, ou, talvez, nas próximas semanas, vai ser reavivado o “Movimento dos professores que pediram um parecer ao Doutor Garcia Pereira”.
O objectivo é demonstrar jurídicamente os erros, ilegalidades e injustiças que os sindicatos apontam ao Aviso de Abertura do Concurso.
Preparemo-nos para contribuir para o pagamento do douto parecer. Vai dizer o que já se sabe. Mas não importa.
Abril 20, 2010 at 1:03 pm
caro Isaías
Já sabem alguma coisa? Isso sim é um avanço. Em geral os colegas queixam-se de que quando pedem informações não obtêm cabal esclarecimento nem num lado nem no outro.
Abril 20, 2010 at 1:12 pm
Bom dia.
Abril 20, 2010 at 1:12 pm
Bom dia!
#11
Monólogos excelente! Vou guardá-los.
Abril 20, 2010 at 1:20 pm
E no entanto sobrevivi….
Ontem, das 8 às 20h na escola.
Foram sei lá quantos mil os papéis que analisei…………
E agora aparece-me aquela boazona lá em cima, toda fresca e tal.
Vou tomar banho.
E vestir aquela espécie de burka que o marido trouxe da Argélia.
Lol…Lol…
Depois vou fazer mais relatórios.
Abril 20, 2010 at 1:50 pm
Do Ramiro, com muito sentido e acutilência.
http://www.profblog.org/2010/04/saiba-quem-integra-comissao-que-esta.html
Abril 20, 2010 at 2:03 pm
O caso sumário sensorial !!!
http://www.sexta13.wordpress.com/2010/03/30/o-caso-sumario-sensorial/
Gude tarde!
Abril 20, 2010 at 2:07 pm
Boa tarde!
Hj acabei a componente lectiva. Agora tou numa de trabalho individual: 2 turma de testes de LP para ver. Vou já começar. Até já colegas mui ruins!!!
Abril 20, 2010 at 2:12 pm
Estava no meu mail:
24 de abril, Centro de Terapias Comportamentais,Worskshop. 20 euros. Gestão de comportamentos desafiantes em sala de aula.
Abril 20, 2010 at 2:13 pm
fotos fantásticas daquele de que “nãosepodedizeronome”
http://www.boston.com/bigpicture/2010/04/icelands_disruptive_volcano.html
Abril 20, 2010 at 2:24 pm
#34
Be my guess.
O ruído em torno da Grécia, por parte dos media ingleses e americanos em particular, terá tentado esconder à maior parte dos actores económicos, financeiros e políticos o facto de que o problema grego não era o sinal de uma próxima crise da zona Euro [2] , mas de facto um indício avançado do próximo grande choque da crise sistémica global, a saber a colisão entre, de um lado, a virtualidade das economias britânica e americana fundamentadas num endividamento público e privado insustentável e, por outro, o duplo muro da maturidade dos empréstimos vindo a vencer a partir de 2011 acumulado com a penúria global de fundos disponíveis para se refinanciarem em boas condições.
Gabinete Europeu de Antecipação Económica
(Maturidade dos empréstimos? Esperemos que a nossa especialista Marta nos ajude a decifrar)
Abril 20, 2010 at 2:36 pm
… my guest …
Abril 20, 2010 at 2:39 pm
Maturidade dos empréstimos?
O momento em que têm que ser reeembolsados, não é?
Ou seja, payback time!
Abril 20, 2010 at 2:41 pm
Também esprestei um “e” a reembolsados…
Abril 20, 2010 at 3:01 pm
#3, #7, #23, #24,
A política de “entreajuda” não escapa aos valores (nestes, há que salientar a hipocrisia!) em que assenta o modo de produção dominante, por isso, os países cujo risco de incumprimento é elevado, face ao volume da dívida, têm as taxas de juro agravadas. Quanto a isto, estamos conversados!
Por outro lado, as políticas seguidas por muitos países são contrárias ao seu desenvolvimento, Portugal é disso um bom mau exemplo: quando a economia começou a dar mostras de recessão, ao invés de se ter aplicado uma política expansionista, foi implementada uma política restritiva.
Como já tinha referido, os nossos governantes têm “confundido” sistematicamente investimento autónomo, proporcionador de crescimento sustentado, com gastos improdutivos que, queiramos ou não, somos levados a pensar que são o sustentáculo da corrupção que, esta sim, tem tido um excelente crescimento sustentado!
Apesar do lamentável cenário com que nos deparamos, a existência de uma dívida monstruosa (as estatísticas, como os professores bem sabem, são falaciosas e, neste caso, as notícias até nos dão conta disso) e respectivos juros em função de um ror de obras megalómanas e improdutivas – com todas as roubalheiras, digo, derrapagens – ainda nos querem sujeitar a pagar TGVs, aeroportos e outros elefantes brancos que venham a entender necessários para proporcionar o enriquecimento sem justa causa a uns tantos larápios, digo, ilustres senhores.
E, ainda, como fazem os governos de qualquer país subdesenvolvido, aplicam medidas que levam ao corte nas despesas com a educação, saúde e vencimentos dos funcionários públicos criando todas as condições necessárias e suficientes para não sairmos do famigerado círculo vicioso da pobreza… Esquecem-se(?) que o desenvolvimento exige uma gestão racional dos recursos, melhoria do nível de instrução e formação e, sobretudo, uma repartição da riqueza mais equitativa que conduza à eliminação da pobreza.
#11, Monólogos muito interessantes, parabéns!
Abril 20, 2010 at 3:29 pm
#41,
Bem, deixei de exercer funções na actividade bancária há um bom par de anos e, como sabemos, os conhecimentos vão ficando embotados… Fiz uma pesquisa no google e depreendi, talvez mal, que é o período concedido para amortizar o capital em dívida.
Mas, tal como refere a notícia, o grande problema da economia mundial é o facto de um elevado valor das transacções ser virtual. Assim, o fluxo monetário deixou de representar o fluxo real da economia; segundo Stiglitz, aquele é cerca de 80 a 90% superior, daí que tivessem avançado com a denominada “crise financeira”, mas, na verdade, a crise é económica.
Vê-se que nos querem remeter para um mundo virtual, mas parece que este ainda não tem como suprir a grande maioria das nossas necessidades!
Abril 20, 2010 at 4:03 pm
” ainda, como fazem os governos de qualquer país subdesenvolvido, aplicam medidas que levam ao corte nas despesas com a educação, saúde e vencimentos dos funcionários públicos criando todas as condições necessárias e suficientes para não sairmos do famigerado círculo vicioso da pobreza”
Os estados unidos são um país subdesenvolvido?
Abril 20, 2010 at 4:27 pm
Mais uma imagem de arquivo:
Mao Zé Guin obrigado a engolir a K7 anti-sindical:
http://4.bp.blogspot.com/_XNhpgKSxIV4/SViZOHeFfQI/AAAAAAAAAaw/Q1dN5WnPQmk/s800/ouyang_xiang.jpg
Abril 20, 2010 at 4:44 pm
#48
Trata-se de um registo fotográfico do momento em que o camarada Shu Pah, acusado de divisionismo, sedição e mau hálito é obrigado a engolir a sua teoria da conspiração depois da revelação por parte dos líderes sindicais de uma milagrosa solução previamente acordada.
Abril 20, 2010 at 4:45 pm
Questão de dar face aos magníficos 400.
Abril 20, 2010 at 5:47 pm
#47
Está a falar de que estratos sociais? É que nos EUA vivem-se realidades paralelas. Os gastos públicos com a educação (e com a saúde) sempre foram inferiores aos gastos com as prisões, pelo menos, em certos estados.
Os estratos superiores detêm uma fatia colossal da riqueza e não precisam dos serviços públicos que, regra geral, são apenas para os estratos inferiores e, por vezes(?), para os indigentes.
Um país cujo crescimento económico se tem ficado a dever ao que se pode chamar economia de guerra (pelo menos desde o século passado), aos juros cobrados a países que se endividaram graças à exploração das suas matérias-primas, mão-de-obra, etc. e tal, talvez não seja o que eu considero ser um país desenvolvido.
Os indicadores da economia real americana dar-nos-iam uma ideia muito aproximada do seu grau de “desenvolvimento” ou da sua dependência – a balança comercial, que representa a estrutura de uma economia – é um indicador muito pouco favorável…
Abril 20, 2010 at 5:55 pm
#49, 50 etc.
Estás diferente, estás… quer dizer, parece-me.
Mao, sempre uma inspiração.
Abril 20, 2010 at 6:36 pm
Bom dia.
#0
Muito cianotipo. E Barbarella?
Abril 20, 2010 at 7:05 pm
Seja como for, é uma bela morcega.
Abril 20, 2010 at 7:06 pm
Para o baralho de cartas pedido é aqui (a luta ainda vai demorar):
http://www.vampilore.co.uk/tcards/gallery/gallery.html
Abril 20, 2010 at 7:17 pm
Sentido tributo às Vampirellas de carne e osso:
Aqui e também aqui(com mascarilha?).
Abril 20, 2010 at 11:36 pm
Em matéria para lavar os olhos, o Reitor “fornece” material muito melhor do que o teu.