De manhã, as imagens de ficção, dos mundos virtuais, dos universos paralelos.
À tarde, a descida à realidade ou, pelo menos, a tentativa.
Hoje fomos até à Quinta do Anjo ver os prados onde se alimentam as ovelhas de cujo leite se fabrica o divinal queijo de Azeitão.
A degustar moderadamente, por causa do colesterol e das toxinas que afectam a produção intelectual. E acompanhar com vinho da região, desde que não seja das adegas do Joe Berardo (Bacalhôa), nem de nenhum outro capitalista.
Ligeira correcção: o prado situa-se nos arrabaldes de Vila Nogueira de Azeitão, ali um pouco ao lado da Quinta das Torres.
A dedução excluiu o movimento do fotógrafo.
Quanto ao resto, tudo bem.
Recomendo – sempre – o moscatel fresco, pois não sou grande tipo para tintóis.
Esta imagem é elucidativa e traz à memória a exposição da escritora nigeriana Chimamanda Adichie.
Quem está no campo verde, fala a partir do verde, da vivência que o verde lhe inculca; quem está no campo amarelo, sente a partir do amarelo, da vivência que o amarelo lhe incute. Usando a linguagem de Chimamanda Adichie cada um dos viventes, de cada lado, tem a sua história única.
De certa forma, simbolicamente, o verde corresponde ao Ministério da Educação, e o amarelo, aos professores, isto é, o Ministério tem a sua história única, fechada, incomunicável, porque construída geneticamente surda. Vivendo de paradigmas falhados, leis, decretos, portarias, despachos, avisos, que são balas perdidas porque não acertam no campo amarelo. Ignorando e desconhecendo o que se passa no campo amarelo, porque em comunicação com o além, e do além recebendo falsas teorias, errados projectos.
O amarelo corresponde ao professorado, com a sua história única, um mundo aberto, e aos espíritos aberto para o conhecimento, em diálogo permanente com os alunos, rica de experiências, livre para reaprender práticas, soluções, adaptações, mas enclausurado no seu reduto, sujeito à servidão de medidas de retaliação, por não se sujeitar a ordens desordenadas, desatempadas, desajustadas.
Por isso, vale a pena ver o que a escritora Chimamanda Adichie expõe sobre a história única
Esta imagem é elucidativa e traz à memória a exposição da escritora nigeriana Chimamanda Adichie.
Quem está no campo verde, fala a partir do verde, da vivência que o verde lhe inculca; quem está no campo amarelo, sente a partir do amarelo, da vivência que o amarelo lhe incute. Usando a linguagem de Chimamanda Adichie cada um dos viventes, de cada lado, tem a sua história única.
De certa forma, simbolicamente, o verde corresponde ao Ministério da Educação, e o amarelo, aos professores, isto é, o Ministério tem a sua história única, fechada, incomunicável, porque construída geneticamente surda. Vivendo de paradigmas falhados, leis, decretos, portarias, despachos, avisos, que são balas perdidas porque não acertam no campo amarelo. Ignorando e desconhecendo o que se passa no campo amarelo, porque em comunicação com o além, e do além recebendo falsas teorias, errados projectos.
O amarelo corresponde ao professorado, com a sua história única, um mundo aberto, e aos espíritos aberto para o conhecimento, em diálogo permanente com os alunos, rica de experiências, livre para reaprender práticas, soluções, adaptações, mas enclausurado no seu reduto, sujeito à servidão de medidas de retaliação, por não se sujeitar a ordens desordenadas, desatempadas, desajustadas.
Por isso, vale a pena ver o que a escritora Chimamanda Adichie expõe sobre a história única.
Muita reunião. Secretária de Estad…, perdão, de uma delas. Gosto muito de escrever “iactas”. Ultimamente tenho-me especializado em actas, súmulas, relatórios, balanços de tutorias, de Apas e de Peis.
É giro. É diferente. Tudo o que seja menos de 8 páginas é desmotivador.
#5
Uma das normas do meu código de conduta (oculto) é nunca deixar uma senhora sem resposta, seja qual for a pergunta.
No caso em apreço, a explicação está na existência da vedação de arame. As ovelhas pastaram do lado esquerdo e foram impedidas de avançar para o lado direito. E ainda bem. Apanhavam uma indigestão de amarelo ugetista.
Março 29, 2010 at 1:39 pm
Bela imagem que me vai acompanhar nas reuniões da tarde.
Aposto que o Gundisalbus vai ver aqui as duas cores do Sporting e o tronco ferido pelo arame farpado.
Como fará a ligação entre tudo, só ele sabe.
Março 29, 2010 at 1:40 pm
Gostava de contar alguns dos meus sonhos ao Gundi.
Confio nas suas interpretações psicanalíticas.
Março 29, 2010 at 1:42 pm
Por cá chove e está um dia aborrecido e fastidioso como as reuniões.
Março 29, 2010 at 1:43 pm
#3, aqui ainda não chove mas promete…
Vamos pra “burrocracia” ( terapia com burros, diz o Brincas).
Uma seca!
Março 29, 2010 at 1:44 pm
Gundi, explica-me: pq razão um dos lados está florido de amarelo e o outro se mantém verde? Há filhos e enteados na natureza?
Março 29, 2010 at 2:04 pm
a parte direita já é em Espanha?
Março 29, 2010 at 2:36 pm
De manhã, as imagens de ficção, dos mundos virtuais, dos universos paralelos.
À tarde, a descida à realidade ou, pelo menos, a tentativa.
Hoje fomos até à Quinta do Anjo ver os prados onde se alimentam as ovelhas de cujo leite se fabrica o divinal queijo de Azeitão.
A degustar moderadamente, por causa do colesterol e das toxinas que afectam a produção intelectual. E acompanhar com vinho da região, desde que não seja das adegas do Joe Berardo (Bacalhôa), nem de nenhum outro capitalista.
Março 29, 2010 at 2:38 pm
Ligeira correcção: o prado situa-se nos arrabaldes de Vila Nogueira de Azeitão, ali um pouco ao lado da Quinta das Torres.
A dedução excluiu o movimento do fotógrafo.
Quanto ao resto, tudo bem.
Recomendo – sempre – o moscatel fresco, pois não sou grande tipo para tintóis.
Março 29, 2010 at 2:45 pm
Esta imagem é elucidativa e traz à memória a exposição da escritora nigeriana Chimamanda Adichie.
Quem está no campo verde, fala a partir do verde, da vivência que o verde lhe inculca; quem está no campo amarelo, sente a partir do amarelo, da vivência que o amarelo lhe incute. Usando a linguagem de Chimamanda Adichie cada um dos viventes, de cada lado, tem a sua história única.
De certa forma, simbolicamente, o verde corresponde ao Ministério da Educação, e o amarelo, aos professores, isto é, o Ministério tem a sua história única, fechada, incomunicável, porque construída geneticamente surda. Vivendo de paradigmas falhados, leis, decretos, portarias, despachos, avisos, que são balas perdidas porque não acertam no campo amarelo. Ignorando e desconhecendo o que se passa no campo amarelo, porque em comunicação com o além, e do além recebendo falsas teorias, errados projectos.
O amarelo corresponde ao professorado, com a sua história única, um mundo aberto, e aos espíritos aberto para o conhecimento, em diálogo permanente com os alunos, rica de experiências, livre para reaprender práticas, soluções, adaptações, mas enclausurado no seu reduto, sujeito à servidão de medidas de retaliação, por não se sujeitar a ordens desordenadas, desatempadas, desajustadas.
Por isso, vale a pena ver o que a escritora Chimamanda Adichie expõe sobre a história única
Março 29, 2010 at 2:51 pm
Esta imagem é elucidativa e traz à memória a exposição da escritora nigeriana Chimamanda Adichie.
Quem está no campo verde, fala a partir do verde, da vivência que o verde lhe inculca; quem está no campo amarelo, sente a partir do amarelo, da vivência que o amarelo lhe incute. Usando a linguagem de Chimamanda Adichie cada um dos viventes, de cada lado, tem a sua história única.
De certa forma, simbolicamente, o verde corresponde ao Ministério da Educação, e o amarelo, aos professores, isto é, o Ministério tem a sua história única, fechada, incomunicável, porque construída geneticamente surda. Vivendo de paradigmas falhados, leis, decretos, portarias, despachos, avisos, que são balas perdidas porque não acertam no campo amarelo. Ignorando e desconhecendo o que se passa no campo amarelo, porque em comunicação com o além, e do além recebendo falsas teorias, errados projectos.
O amarelo corresponde ao professorado, com a sua história única, um mundo aberto, e aos espíritos aberto para o conhecimento, em diálogo permanente com os alunos, rica de experiências, livre para reaprender práticas, soluções, adaptações, mas enclausurado no seu reduto, sujeito à servidão de medidas de retaliação, por não se sujeitar a ordens desordenadas, desatempadas, desajustadas.
Por isso, vale a pena ver o que a escritora Chimamanda Adichie expõe sobre a história única.
Março 29, 2010 at 3:03 pm
Boa tarde.
Muita reunião. Secretária de Estad…, perdão, de uma delas. Gosto muito de escrever “iactas”. Ultimamente tenho-me especializado em actas, súmulas, relatórios, balanços de tutorias, de Apas e de Peis.
É giro. É diferente. Tudo o que seja menos de 8 páginas é desmotivador.
Março 29, 2010 at 3:32 pm
#5
Uma das normas do meu código de conduta (oculto) é nunca deixar uma senhora sem resposta, seja qual for a pergunta.
No caso em apreço, a explicação está na existência da vedação de arame. As ovelhas pastaram do lado esquerdo e foram impedidas de avançar para o lado direito. E ainda bem. Apanhavam uma indigestão de amarelo ugetista.
Março 29, 2010 at 6:31 pm
Uma imagem, no mínimo, fracturante…
Março 29, 2010 at 9:58 pm
#10, mas comeram o amarelo do lado esquerdo…
Março 29, 2010 at 10:01 pm
#12
pois comeram.
Na dose certa, na altura certa.
Esta não posso explicar melhor.